-Mas, Monsieur, eu não seria mais útil sendo o contato entre o Ministério e os serianos? Ou com os faunos? Eu já disse que aprendi a falar em ninffes?
--Oui, Madeimoseille Granger, eu tenho grandes aspirações para o seu futuro, mas agora tenho somente você para servir de intermediária entre nós e o Ministério Inglês.
-Como quiser, Ministro.
Dizendo isso, o Ministro desapareceu da lareira, que voltou a cor alaranjada.
-Certo, agora é uma boa hora para ter uma grande idéia – pensou consigo. Isso mudava a perspectiva com que vinha encarando sua estadia na Inglaterra, que agora parecia indeterminada.
Ela aparatou para o gabinete destinado à ela, no Dpto. dos Aurores. Na mesa já era visível uma placa dourada com seu nome e cargo "Diplomata do Dpto. de Aurores Francês". Ela teria que estabelecer diversos contatos entre os dois ministérios, e isso envolvia...
-Harry.
Ele entrou, na sala, dando uma leve batida na porta.
-Está ocupada? Porque eu posso voltar...
-Não, eu ia mesmo falar com você.
Em breves palavras ela relatou os novos fatos à ele.
-Eu vou redigir um relatório agora mesmo. – Disse por fim.
-Claro, Mione. Bem vinda! – e foi até ela e a abraçou. Ela sabia o porque de se sentir tão reconfortada com esse abraço. Seu melhor amigo a abraçara. Eram Harry e Hermione e tudo daria certo, como sempre dera.
Harry já fora embora. Só faltavam alguns minutos para que ela terminasse de colocar em ordem tosos os documentos que faltavam, e logo iria para o Caldeirão Furado, onde estava hospedada (teria que achar um lugar melhor agora).
Era quase meia0noite. Hermione não vira a hora passar, como sempre ocorria quando se focava em alguma coisa. Não percebeu a pessoa que estava encostada no umbral de sua porta, a observando a alguns minutos. Até que essa pessoa quis ser notada.
-Ora, ora, se não é a Granger eficiente.
-Malfoy, como vai? – disse ela sem ter pressa de encarar aqueles olhos cinzentos.
Malfoy mudara bastante. Como se parecia com Lúcius, pensou ela. Vira Narcisa algumas vezes (nenhuma vez fora agradável), mas percebia que sua beleza agora estava estampada nos finos traços de Malfoy. O cabelo loiro estava mais curto, e penteado para trás, o que causava impressão de arrogância, mas Hermione o conhecia bem demais para se impressionar. No fundo, Malfoy usava sua arrogânica como uma máscara.
Walking
Waiting
Alone without a care
Hoping, hating
Things I can't bare
Did you think it's cool to walk right up
To take my life
And fuck it up
Well, did you?
-Você voltou. Claro que já viu Potter, não é? Ele conseguiu se tornar um auror, enfim. E você se tornou a vadia do Ministro Francês, pelo que li. Impressionante, Granger.
-Bem, Malfoy, você também não está mal, convenhamos, está? Um belo cargo no Ministério... Teria feito seu pai ficar orgulhoso, se não estivesse em Azkaban, totalmente isolado.
-Não se atreva a falar do meu pai, Granger.
-Desde quando você ficou sentimental? Desde quando uma sangue-ruim tem o poder de te ofender? – perguntou ela, dando ênfase à frase.
-Você mudou mesmo. Talvez tenha, eu admito. Mas eu duvido que tenha me... superado.
-Ora, Malfoy! Superá-lo? Você se julga muito importante mesmo.
I see hell in your eyes
Taken in by surprise
Touching you makes me feel alive
Touching you makes me die inside
Walking
Waiting
Alone without a care
Hoping, hating
Things I can't bare
Did you think it's cool to walk right up
To take my life
And fuck it up
Well, did you?
-Vai começar a finger, Granger? Me avise quando parar.
-Eu não preciso fingir nada, Draco. E sim, eu te superei. A muito tempo.
Draco se aproximou dela, devagar. Ela não se moveu, para não demonstrar receio para ele. Ele não era nada para ela, por que seria?
-Mentira.
Ele passou as costas da mão direita suavemente pelo seu rosto. Seu anel com o Brasão Malfoy relou nela, acidentalmente, produzindo um fino corte, na maçã do rosto, ela levou as mãos ao rosto, mas ele a deteve.
I hate you
I see hell in your eyes
Taken in by surprise
Touching you makes me feel alive
Touching you makes me die inside
I've slept so long without you
It's tearing me apart till
How to get this far playing games
With fist held cards
I've killed a million pity souls
But I couldn't kill you
I've slept so long without you
I see hell in your eyes
Taken in by surprise
Touching you makes me feel alive
Touching you makes me die inside
I see hell in your eyes
Taken in by surprise
-Mentira.
Ele aproximou seu rosto do dela, seus olhos estavam fixos, como os de um louco obsecado. Ele beijou o corte, lambendo a gotícula de sangue que saia.. Hermione fechou os olhos. Ele ainda era seu inferno. Ele precisava dela. E ela precisava dele.
Draco a beijou, segurando sua cabeça , tocando seu rosto, como que para sentir se era mesmo real. Quantas vezes não fantasiara aquele momento?
Começou a beijar seu pescoço, enquanto se livrava das roupas, sua mão esbarrou na placa com o nome dela, que caiu no chão abruptamente. Ele a penetrou, se movenso devagar, aprofundando o ato, se deliciando com os toques, sentindo o gosto, o perfume. Merlin, como ele adorava possuir Hermione Granger. Perto disso, o orgasmo que alcançavam era pouco. O prazer estava em possuí-la. E ela sabia disso. E pior do que isso, sentia a mesma coisa. Impossível resistir.
Touching you makes me feel alive
Touching you makes me die inside
I see hell in your eyes
Taken in by surprise
Touching you makes me feel alive
Touching you makes me die inside
I see hell in your eyes
Taken in by surprise
Touching you makes me feel alive
Touching you makes me die inside
Na Toca…
Harry ouviu um barulho no quarto de Hermione. "mas ela disse que estava no Caldeirão Furado?"
Talvez não queira ver ninguém, talvez esteja muito cansada... Dane-se!
Se levantou num pulo. Estava só de samba canção azul. Seu peito nu arfava de apreensão, mas ele não conseguia saber que Hermione estava tão perto e ter que ficar longe. Era irresistível o ímpeto que sentia de ir vê-la, de ir beijá-la.
Abriu a porta. Estava escuro e nada indicava que sua presença havia sido descoberta. Ele se esgueirou pela cama, respirando rápido com a boca. Entrou debaixo das cobertas, deslizando sua mão por debaixo da fina camisola, levando as mãos dela ao seu mebro já ereto de excitação, gemendo...
Ainda na Toca...
Gina estava impaciente. Frustrada, melhor dizendo. Porque Hermione estava sendo tão idiota? Não podia simplesmente aproveitar, ter prazer?
Não dava pra entender. Gina sabia que era linda. Já dormira com homens e mulheres que faziam qualquer coisa por ela, qualquer coisa. Mas Hermione fugia.
Gina socou o colchão, e depois socou o travesseiro para deixá-lo mais fofo. Pensando melhor, iria dormir no quarto de Hermione, com o perfume dela, na cama dela. Só assim tinha certeza que iria dormir.
Gina adormeceu, mas logo acordou com o som da porta se abrindo. "Eu sabia que não conseguiria ficar longe, Hermione", ela riu por dentro e permaneceu quieta debaixo da coberta.
Hermione se esgueirou pela cama, e entrou debaixo da coberta. Impetuosamente, levou as mãos para baixo de sua camisola, a tocando. Segurou suas mãos e foi levando-as para baixo...
Harry tocava o corpo de Hermione, passou a mão em sua barriga. Sabia, ou melhor se lembrava bem da barriga de Hermione ser malhada, mas aquela era mais malhada ainda... Harry se lembrava daquela barriga...
Gina, passou as mãos nas costas de Hermione, mas não se lembrava de serem tão largas. E certamente Hermione não tinha um.....
Gina se lebrava daquele corpo...
-GINA!
-HARRY!
Os dois rolaram da cama, cada um para um lado, levando junto os lençóis e o travesseiro.
-Mas, era a Mione...
-O que você está fazendo?
Gina, estava enrolada no lençol, seu cabelo vermelho caído no rosto, seus olhos estavam arregalados de surpresa.
Harry tampava seu mebro com a mão, estava tão vermelho quanto o cabelo de Gina.
-Gina, er, ...eu, me desculpe, eu não...
-Harry, eu que peço desculpas, eu achei que fosse.
-Hermione – disseram os dois juntos.
-Você sabe?... – Gina peguntou. Desde quando Harry sabia sobre elas? Teria Hermione contado? E o que isso segnificaria, afinal?
-Eu sei desde Hogwarts, Gina. Sem querer, eu vi. – justificou.
-Ah, sei, sei querer, claro. – Gina estava ficando com raiva dele. Ele não tinha que se intrometer naquilo.
- Mas, o que você faz aqui?
-Ora, não se faça de sonso, Harry.
-Mas, quer dizer que Hermione...Você..
-É, e pelo visto, com você também.
Harry olhou para Gina. Sempre soubera que ela era impetuosa, mas não sabia que era tanto a ponto de não se importar com aquilo.
Aquilo o excitava.
- Er, Gina, eu preciso ir dormir. – disse ficando constrangido pela reação de seu corpo.
Gina olhou para o corpo de Harry sem o menor pudor. Um sorriso se formou em seus lábios.
-Calma, Harry. Porque não nos divertimos, já que Hermione não está aqui mesmo?
-Ela se aproximou dele, e tomou seus lábios. Ele foi se soltando aos poucos.
-Você gosta de nos ver juntas – sussurrou em seu ouvido.
-Você não faz idéia do quanto eu gosto.
-Gostaria de nos ver agarradas, enquanto eu a toco, e ela implora por mais? – Gina provocava cada vez mais.
-Gina... – Harry fechou os olhos e se deixou levar pela voz de Gina. Deus, como ela era boa naquilo!
-Hummm, mais rápido.
-A fantasia os levou ao ápice. E enquanto os dois atingiam o ápice, pensaram exatamente a mesma coisa. Os olhos de ambos se encontraram, e seus lábios se abriram num sorriso safado.
-Você aceita? – perguntaram ao mesmo tempo. E riram.
N/A: O que será que eles pensaram?
Reviews?
OS: A música do início se chama Slept SoL ong, e é do filme do Vampiro Lestat. A tradução passava a mesnasagem que eu queria!
Beijos!!!!!!
