Uhu! Saiu mais um... esse aqui vai te rum poko mais de ação, de vários tipos e vai terminar... no suspense responder à única review q deu tempo de receber jah q eu to postando esse tão seguido xD

Nando-kun - Não e sua impressão, nossa conversa da tarde me deixou cheia de idéias, por isso o dejavú. Não é erro na matrix! xD Eu acho... Realmente um capítulo tenso, mas achei importante para trabalhar mais os personagens e naum ter só lutas e lutas. Eu num sei se rolam beijos, acho q tah bonitinho só insinuando xD Mas vou pensar no seu caso. E como eu jah disse, explica pro Yang q é outro universo e essa aí num é a Zashi q tah casada c/ele ¬¬ E se vc tah achando Tifa e Kalina fofas, vai se impressionar nesse capítulo. É uma rápida participação, mas brilhante xD E... Quanto ao último PS... espero q goste desse caítulo tb, apesar de eu estar pegando pesoado c/ vc, Liz...

Vamos ao capítulo. Boa leitura e comentem, onegai! Espero q gostem! ^^v


CAPÍTULO 11:

Já estavam na Europa sobrevoando as áreas dentro do raio de busca há três dias, o que queria dizer que tinham pouco tempo até que as notícias se espalhassem.. Elas já deveriam estar chegando a todas as fortalezas e eles já poderiam estar sendo caçados por alguns. Uma campainha começou a tocar no computador onde fora instalado o programa e os radares de busca, na tela, uma luz verde piscava.

- Achamos! – gritava Andrey – Cento e trinta e sete quilômetros daqui, 28 graus ao sul. Parece que é... Uma antiga cidadezinha, uma vila medieval. Ela deve estar nas ruínas!

A nave foi imediatamente virada na direção das ruínas em questão, levou menos de uma hora para chegarem ao destino. Camus entregou aos amigos as armas que haviam pedido. A de Milo disparava um super laser destruidor, a de Aiolia era pura eletricidade, como um poderoso relâmpago de tempestade e a de Liz era um lança chamas capaz de esturricar qualquer coisa. Pararam diante das ruínas, desceram para a missão os mesmos de São Paulo, mas desta vez Shaka ficou na nave, afinal não era necessário um hacker num lugar sem nenhuma tecnologia. Adrian chamou Liz anes de partirem, entregando-lhe uma bolsinha, ele abriu, havia várias seringas cheias de um líquido amarelado.

- Ouvi falar sobre os mutantes que vivem fora das fortalezas... Eles são completamente infectados de tóxicos e vírus de todos os tipos que poderiam matar qualquer um de nós. Se alguém entrar em contato com algum deles, por mínimo que seja, injete isto. Vai neutralizar qualquer ameaça.

- Ok. Mas não era mais seguro deixar isso com o Físico ali? Ele so ta indo mesmo para cuidar dos primeiros atendimentos à doll.

- É, pode ser. Mas pensei que valeria a pena confiar algo importante a você.

- Por que está fazendo isso?

- Bem... Assim você pode entender que não é só de lutadores ferozes que se fazem heróis.

Ele sorriu, a garota corou um pouco. Estava lhe confiando algo que achava importante. Mas sua habilidade era dar porrada, e não injeções. Em que mundo ele poderia achar que ela se daria bem com enfermagem? Mas já que tinha confiado nela, então ela cumpriria o pedido. Liz olhou, então em direção à Nala, que ainda estava muito chateada com os acontecimentos da semana, ela virou o rosto, chateada e Liz se sentiu triste por aquela briga. Ainda não fora conversar com ela, e sabia, pelo que lhe contara a irmã, o que a garota sentia. Nala estava chateada, não queria continuar naquele clima, mas não sabia como conversar com Liz, até por que, algumas vezes, achava que era ela, como agressora, que deveria procurá-la. A ruiva tentou afastar os pensamentos e seguiu com o grupo, Camus levava um rastreador pequeno que Andrey montara para ele, tal rastreador apontava para o topo do morro, ele guiava o grupo, todos estavam atentos para a possibilidade de alguma emboscada de mutantes.

Não tardou para que eles aparecessem, grunhindo e cambaleando em sua direção, famintos por carne e pelas duas formas femininas que viram no meio do grupo. Seus alvos principais eram Liz e Suzu, dava para ver o desespero no olhar de cada um deles, querendo chegar até elas. Aiolos e Aiolia as mandaram para trás para poderem atirar no grupo imenso, mas essa foi a pior coisa que pudessem ter feito. Liz se atirou diante do grupo, defendendo seu orgulho de mulher e despejando chamas por todo lado.

- Economize isso! – tentou gritar Camus, mas ela não dava ouvidos.

Eles não conseguiram ver o que estava acontecendo por causa da parede de fogo e do calor, quando Liz baixou a arma com um sorriso desafiador nos lábios, os zumbis estavam diante de seus olhos, puxando-a com força para o meio deles. Ela gritou, xingou, socou e chutou, mas nada era suficiente contra eles. Eles eram muitos e pareciam não sentir dor alguma.

- Me soltem seus nojentos! Eu vou matar todos vocês!

Mas eles não a entendiam, arrancaram sua bolsa e jogaram longe, o som de vidros quebrados foi ocultado pela barulheira dos grunhidos grotescos e dos berros histéricos de Liz chutando tudo que encontrava na frente sem nenhum efeito. Aiolos olhou para Suzu como que a chamando, ela obedeceu, os dois se posicionaram com as pistolas, apontaram nas testas dos que estavam mais próximos de Liz e a segurando e derrubaram vários deles com uma mira impecável. Logo em seguida, Milo já se metia no meio dos mutantes, decepando suas cabeças com uma adaga, agarrando Liz e puxando-a para longe. Com um único tiro, Aiolia explodiu a todos num show literalmente eletrizante. A poeira levantada abaixou, revelando centenas de corpos fritos, os poucos que sobraram vivos correram para longe.

- Você tá legal? – perguntou Milo, ainda segurando-a.

- To... – disse ela ressentida – Não precisa ficar me segurando.

Ela ia se afastando, mas o olhar bravio dos outros do grupo não a deixou sair do lugar. Camus, que pouco falava, foi o primeiro a dar a bronca.

- Você não me escutou mandando parar? O que pensa que estava fazendo?

- O que? Vocês iam me deixar para trás!

- Você já ouviu falar em estratégia? – perguntou Suzu.

- O que você tem a ver com isso! Tiraram a gente da frente só porque éramos mulheres! Acharam que éramos mais fracas!

- Te tiramos da frente por que sua arma é muito poderosa – disse Aiolos – Mas inútil contra esses mutantes! Eles são como zumbis, apenas destruir seu sistema nervoso central pode pará-los, queimar seus corpos não funciona antes disso por que suas peles secretam uma substância resistente ao calor.

- Você quase se mata por orgulho, Liz... Não pode colocar o grupo numa enrascada dessas. – disse Aiolia num suspiro.

- Ah, não me enche...

- E onde está a sacola que o Adrian te deu com os antídotos? Nós dois vamos precisar depois dessa.

Ela gelou, olhou para o meio dos corpos de zumbis, vendo a bolsa que caíra, as seringas estavam quebradas, a bolsa esturricada. Ela correu para lá, mas não encontrou nenhuma, mesmo o líquido havia evaporado com o relâmpago da arma de Aiolia. Ela olhou para todos sem saber o que dizer.

- Eu não acredito! – disse Aiolos – Ele confiou em você!

Ela teve de engolir o orgulho, olhou para Milo, ele soltou um sorriso.

- Há! Te parece que eu vou pegar alguma coisa. Meu organismo é de touro!

Pensaram se deveriam mandá-los voltar para conseguir antídoto na nave, mas estavam longe demais, já quase na catedral de onde vinha o sinal, era mais seguro pegarem a doll e voltarem todos juntos. Quando estavam diante da porta desmoronada da catedral, Camus não teve dúvidas.

- Milo... Sua arma é a mais apropriada. O laser vai colocar tudo isso abaixo e poderemos entrar.

O rapaz aceitou de pronto, mas quando mirou, sentiu-se zonzo e caiu de joelhos, já vomitando. Os amigos correram para ajudá-lo, mas ele não deixou.

- Eu to bem! – ele empurrou a arma para Aiolos – Manda ver cara, o show tem que continuar.

Liz não sabia o que dizer, o rapaz olhou para ela e apenas disse:

- Poxa... Eu nem pude ter um pouquinho de divertimento...

A garota não entendia por que ela ainda estava tão bem. Havia entrado em contato com o ar, as mulheres tinham mais fraqueza para as doenças, ainda mais sendo transmitida pelos zumbis. Como Milo poderia estar doente antes dela se ela havia tido ainda mais contato com os mutantes? Ela se aproximou, apoiando seu ombro e voltou para os outros.

- Eu cuido dele e mato quem tentar se aproximar.

- Usa a arma certa dessa vez... – disse Suzu colocando sua própria pistola na frente da irmã.

Os outros entraram, vasculharam todo o térreo, depois subiram às torres, Suzu voltou correndo e ofegando.

- Encontrei! Preciso que alguém a carregue.

Aiolos subiu com ela, assim como Camus, ele verificou seus ferimentos e seus sinais vitais, viu que estava bem e ela foi posta nas costas de Aiolos, que a carregou para baixo. Voltariam o mais rápido possível para a nave. Aiolia ajudou Milo e Suzu deu apoio para Liz, que agora começava a se sentir zonza. Quando estavam chegando, Camus correu na frente, passou pelo escâner corporal e pelos lasers que lhe livraram das toxinas e foi direto ao laboratório.

- Adrian! Aqueles antídotos, rápido! Liz e Milo estão mal.

- O que aconteceu com os que mandei? – disse ele já preparando duas seringas.

- Perdidas, depois explicamos.

Eles correram para a entrada, mas um novo tumulto se formava, militares às centenas estavam bombardeando a nave à distância de forma perigosa. Levaram os dois para dentro, enquanto os outros ficaram atirando naqueles que tentavam se aproximar, Atlanta saiu correndo, tomou a arma de Liz e disparou numa grande tropa que se aproximava demais. Foram esturricados na hora. Milo detonou outro grande grupo com seu laser, assim como Camus o fez com seu raio congelante e Aiolia com seu relâmpago. Tifa e Kalina, juntas, começaram a apertar botões de todos os lados. As armas mais poderosas da nave estavam tomando posição de mira contra os canhões inimigos. Tifa mirava pela tela interna da nave.

- Na mira! – disse ela.

- FOGO! – respondeu a outra em troca, apertando o botão e causando um grande estrondo do lado de fora. Seu olhar, diferente do alegre de sempre, agora estava bravio como o de uma guerreira.

Todos pararam para olhar, embasbacados com o que estava acontecendo. Fosse amigo ou inimigo. Vários grupos inimigos, vários armamentos pesados, haviam sido destruídos num instante. Mas não tardaria para perceberem que as tropas de todos os países haviam baixado em peso para pegá-los e terem de volta suas dolls. As coisas não poderiam ficar piores, não haveria tanta munição para fugir, eles estavam na mira e logo seriam bombardeados impiedosamente. Estavam mortos, e as dolls voltariam para mãos bárbaras. Selena caiu aos pés de Camus, chorando enquanto ele tentava mais um tiro contra uma parcela minúscula de inimigos. Agatha chorava sobre o peito de Milo, já desmaiado e Adrian abraçava Liz na tentativa vã de a proteger agora que estava, pela primeira vez, vulnerável, ainda que rangesse os dentes de raiva querendo trucidar a todos aqueles imundos. Tifa e Kalina se escondiam sob as pernas de Atlanta, que tinha Aiolia a sua frente como se fosse um escudo humano, olhando raivoso para seus atacantes, Aiolos e Suzu Ainda insistiam em disparar suas armas de laser contra aqueles homens, Zashi pegou na mão de Mu, que a apertou sem saber o que poderia fazer de melhor, e ela o abraçou, chorando. Hyoga e Nala se mantinham de mãos dadas, o garoto apoiou a mão sobre o ombro do irmão mais novo, Andrey. Este fitou o rosto inerte da última doll a ser resgatado, tão jovem, tão inocente e belo, tão puro, e sentiu raiva de sua inutilidade. Sua missão havia falhado...

Shaka se aproximou, entregando um livro nas mãos de Nala.

- Acabou o tempo em que podemos nos iludir com a idéia de que apenas a ciência é a verdade absoluta. Chegou a hora de aceitarmos o que há acima de nós, e do que pode nos salvar das atrocidades dos homens céticos e envenenados.

Nala olhou para a capa do livro, nela, o desenho que ela mesma fizera, um pentagrama vermelho sobre o papel negro, e as folhas cheias de anotações daquela semana conturbada. Hyoga olhou para aquilo, e assim como ela, compreendeu, ela olhou para ele, um pouco insegura, ele acenou com a cabeça, ela deu passos à frente de todos, seus olhos se modificaram, ela estava séria e decidida.

- Eu evoco os espíritos do universo que protegem os elementos, eu evoco os guardiões do fogo, da água, da terra e do ar, evoco os guardiões da vida terrena, dos céus e dos portais que os ligam às outras dimensões! Eu evoco seu poder e sua proteção! Que nada possa nos atingir nos domínios de seu poder!

Ela estendeu a mão para a frente, uma luz branca se estendeu na forma de uma cúpula cujo centro era Nala, e se expandiu por todos os lados, afastando os inimigos e transformando tudo o que tentasse atingi-los em pó.

- Todos para a nave! – gritou ela – É hora de dar o fora daqui!

Ainda embasbacados e de queixos caídos com o que acabara de acontecer, todos tentaram se recompor o mais rápido possível. Ainda não entendiam o que estava acontecendo ali, não acreditavam no que a ciência não podia provar, e nem sabiam o que era aquilo. Mas Hyoga disse com orgulho.

- Isso se chama magia!

Eles entraram, recolheram a rampa, passaram nos lasers para tirar de seus corpos as impurezas do ambiente externo, levaram Milo e Liz às pressas para a enfermaria onde seria aplicado o antídoto assim como a doll para que pudesse ser desperta dali algum tempo com as novas modificações para que pudesse comer e estivesse livre de recargas elétricas. A partida foi dada, a nave foi voltada para o espaço e eles logo ganharam distância da Terra, o planeta antes azul que agora era deixado para trás com sua coloração cinza morta. Todos comemoraram muito aquela noite.

- Você vai ter que ensinar essa coisa aí pra gente, garota! Disse Aiolia muito animado.

Agatha correu para perto de Milo, na enfermaria, decidiu que não sairia dali até que ele acordasse. Do outro lado do quarto, Adrian continuava segurando a mão de Liz, agora também desmaiada, mas também já medicada. Agatha resolvera seguir os ensinamentos da física, com Camus, mas já percebera que a pessoa com quem mais se reocupava e com quem queria passar maior parte do tempo era Milo. Quem não desgrudava os olhos cintilantes de Camus era Selena, ela decidira que cuidaria das plantas da nave, e desde que ela começou, elas ficaram cara vez melhores. Ela havia prendido, com Nala, que as plantas têm alma, e adoram que conversem com elas. As pequenas continuaram com a mecânica e a última doll estava quase pronta para acordar. O que não se sabia, porém, era quem estava mais nervoso pelo acontecimento, Adrian, que a havia criado e tanto sonhara em reencontrá-la, ou Andrey, que já admitia que tinha se apaixonado por ela desde o início.

- Olha só... Andrey arrumou uma bela adormecida para si. Pode dar um nome a ela se quiser.

- Mas... Você a fez e se preocupou tanto com ela...

- Confio em você – disse o outro sorrindo.

O menino quase saltou de alegria, olhou para o rostinho calmo dela, pensou um pouco, e então disse baixinho perto de seu ouvido.

- Wynna...

Ele e Adrian tiveram a impressão nítida de que ela havia sorrido.

Havia um mês desde que haviam conseguido fugir com a missão cumprida, todos continuavam suas tarefas normalmente. Mu jogou, naquele jantar, um papel como o que jogara no dia da descoberta de que estavam fazendo as dolls gelaram, pensando que poderia estar acontecendo de novo, mas Adrian e Hyoga garantiam que haviam dado comando ao computador de destruição de absolutamente todos os dados e backups que possuíssem. Assim, nunca mais teriam como fazer uma nova doll. A receita fora completamente queimada. Mas descobriram que a noticia era bem outra. Com a crise gerada pelo roubo das dolls, os governantes de todas as fortalezas se voltaram uns contra os outros. Todos pensavam que o outro os havia roubado e enganado. Houve guerra, como sempre, causando a matança de quase todos os homens, quando quase nõ havia mais escapatória para ninguém, todos os governantes foram traídos por seus próprios homens, eles fizeram um motim, prenderam os governantes e, por conta de todos os sofrimentos que haviam passado por culpa deles, os torturaram cruelmente ate a morte. A notícia dizia que as fortalezas estavam abandonadas aos vândalos e que não se sabia até quando poderiam durar, pois não havia nem mesmo manutenção, e que logo todos os tóxicos e vírus estariam invadindo as fortalezas. As doenças já se alastravam rapidamente e a violência em busca de remédios só piorava a situação.

- Ainda acha que precisavam de nós para puni-los? – perguntou Shaka à Liz.

Ela não respondeu, ainda estava envergonhada pelo que quase causara, sua própria morte e a morte de Milo. E mesmo assim, por mais que os dois brigassem, ele nunca se mostrou zangado por conta daquilo com ela. Já havia levado a dura, e desde então todos a tratavam o mais normalmente possível, mas ela ainda se sentia um pouco culpada por tudo o que acontecera por querer tanto ser auto suficiente.

- Não fique assim... – disse Adrian ao seu lado naquela noite, quando ela olhava as estrelas pela janela – Você cometeu um erro, mas todos cometem erros, é normal. O importante é que você aprendeu com isso. – e colocou a mão sobre seus cabelos – Vá descansar, não se sinta mais mal por isso e só conserve o ensinamento.

Ela assentiu com a cabeça e foram dormir. Andrey continuava na enfermaria, ao lado de Wynna, quando seu irmão entrou, procurando-o.

- Não vai dormir?

- Eu não entendo, Hyoga... Fernando fez as modificações, cuidamos dela e está tudo perfeito. Por que ela não acorda...?

- Não sabemos ainda. Mas venha. É melhor estar descasado. Ela está bem.

Ele aceitou, um pouco a contra gosto, e foi deitar. Mas naquela noite todos acordariam assustados, uma grande turbulência sacolejou a nave para todos os lados. Ninguém ficou em suas camas, Atlanta ficou cuidando das pequenas, Selena correu ara salvar suas plantas de caírem e serem destruídas, Shaka cuidava dos livros com Suzu e Aiolos, Aiolia correu para pilotar a nave e segurá-la o máximo possível, mas precisou da ajuda de Milo. Os outros foram para o laboratório, cuidar para que perdessem o mínimo possível de seus materiais. Andrey ficou ao lado de Wynna, segurando sua mão o tempo todo. Nala olhou pela janela da nave, e não soube como Aiolia e Milo ainda mantinha a calma. Um imenso redemoinho negro se formava diante de seus olhos, engolindo tudo o que estava à sua volta, ate mesmo raios de luz entravam nele, parecendo sugados para dentro, e ainda assim, tudo lá era escuro como nunca havia imaginado que pudesse haver escuridão. A menina se agarrou a Hyoga, que a abraçou com força sem tirar os olhos daquela imensidão negra da qual não conseguiam impedir de se aproximar mais e mais...


Continua...