N/A: Como prometido, está aí o capitulo!

LauritaBruxinha: O nome da autora é Jaci Burton. E que bom que você gostou!

Beijos e deixem reviews!

Capítulo 9

Bella acariciou as bochechas de Edward, com o propósito de passar seus dedos através do acobreado cabelo dele. Em lugar disso, ele a atraiu para seu regaço e a aquietou contra seu peito. Os joelhos dela se roçaram contra a areia quando se sentou sobre ele.

A posição era cálida e confortável. Seu corpo ardeu de vida e os calafrios abandonaram seus

ossos, substituídos por um calor que nascia em seu interior. Ondulou uma faísca de desejo que

não tinha nada a ver com o contato corporal com qualquer homem nesse dado instante, a não

ser com um homem com o qual, por alguma razão, tinha estabelecido laços.

Envolveu-a mais fortemente com seus braços, logo apenas a manteve perto. Ela apoiou a

cabeça em seus ombros e se reconfortou com sua poderosa força, seus braços apertando contra

suas costas. Fechou os olhos e escutou as ondas rompendo contra a borda, sentiu o coração de

Edward pulsar ritmicamente contra seu peito, escutou sua respiração que frisava seu cabelo.

Pela primeira vez desde que podia recordar não se sentia sozinha.

Edward a abraçou durante o que pareceu uma eternidade. Toda a tensão nervosa engarrafada

dentro dela abandonou seu corpo. Voltou-se mais e mais ardente com cada ligeira carícia das

mãos dele ao longo de suas costas.

Quando ele se reclinou, cavou as palmas das mãos em torno de sua cara e depositou um

suave beijo em seus lábios, ela se derreteu. Sua gentileza era inesperada. Onde ela pensava que

ele quereria ardente e desenfreada paixão, surpreendeu-a lhe dando beijos ligeiros como plumas

e tenras carícias.

Ela poderia alguma vez decifrá-lo? Queria seriamente fazê-lo?

Edward se levantou e afastou dela, logo estendeu a manta debaixo deles. Ajoelhou-se e a jogou

para baixo, com ele, deitando-a sobre suas costas e cobrindo seu corpo com o dele. O calor que

ele emanava a mantinha quente. Realmente ardente, de fato.

Ela não podia ler seus olhos na escuridão, mas sentia a tensão no corpo dele. Essas rédeas

tensas e enroscadas a sujeitando, como se a estivesse restringindo fisicamente de fazer algo.

— O que está errado? — perguntou ela.

— Nenhuma maldita coisa. Só a estou olhando.

Olhá-la fazia que seus músculos se atassem?

— E?

— É linda. Algumas vezes esqueço de respirar quando olho para você.

OH, isso era tão injusto. E ela que pensava que já não tinha mais lágrimas que derramar.

— Não tem que dizer isso. — Claramente ele estava sendo amável, elogiando-a porque

pensava que estava magoada. Isso era o que os homens faziam, inclusive embora não o

sentissem realmente.

— Não digo coisas que não sinto, Bella. Me acredite quando digo que é bela. — Para prová-lo

deslizou suas mãos sobre seu cabelo, certamente muito sujo, tirando o elástico de seu rabo-de-cavalo e estendendo seu cabelo sobre a manta.

Ela devia estar horrível, sabia.

— Eu gostaria de ver o aspecto de seu cabelo na água.

— Fica molhado.

Ele riu desafogadamente, de forma baixa e profunda. Ela sentiu a risada em seu interior, baixa

e profunda.

— Aposto que se expande como um rápido fogo em movimento. Seu cabelo é como uma

chama selvagem, Isabella. É tão suave que se desliza como água entre meus dedos.

Ela conteve a respiração quando ele enredou os dedos em seu cabelo.

— Pergunto-me o que veria se colocasse você sobre seus joelhos e enrolasse todo este bonito

cabelo ao redor de meu punho, e logo o puxasse bruscamente enquanto a penetrava por trás.

Um calor úmido se propagou entre suas pernas ante suas palavras, imagens dos dois fazendo

sexo rápida e furiosamente giraram dentro de sua mente. Ela nunca tinha tido sexo selvagem,

somente... sexo normal. Mas ela já tinha tido uma experiência preliminar de que não havia nada

de comum em Edward.

— Você gostaria disso? — perguntou de novo.

Seu olhar a atravessou, mantendo-a cativa. Uma cativa voluntária, porque não havia nenhum

outro lugar onde preferisse estar nesse preciso instante.

— Poderia. Não sei. Nunca fiz... isto é, não sou o tipo...

— Nenhuma vez teve sexo ardente e apaixonado? — dirigiu-lhe um sorriso inclinado como se

não acreditasse.

— Não. Não o tive. Bom, tive, faz um par de dias no laboratório.

— Sério? Essa foi a primeira vez que perdeu o controle?

Ele pensava que ela tinha sido selvagem?

— Sim.

— E você gostou?

Ele ainda segurava seu cabelo, fazendo-o girar lentamente ao redor de seus dedos.

— Sim.

— Quer fazê-lo de novo?

— No laboratório?

Ele riu.

— Não. Ardente e apaixonado, como na outra noite.

Ela lhe queria perguntar se se levantaria de um salto e a abandonaria de novo, como tinha feito

na outra noite, mas a coragem a abandonou. Além disso, não queria que ele pensasse que isso

lhe importou de alguma forma.

De qualquer maneira, não tinha importância. O aqui e o agora eram o que importava e ela o

queria. Não queria pensar em nada mais.

— Sim, Edward. Quero-o como na outra noite.

Ele deslizou seus braços ao redor das costas dela e a atraiu fortemente contra ele, esmagando

sua boca contra a dela. Abriu com força seus lábios, procurando e encontrando sua língua.

Suas mãos estavam em todas as partes, despindo suas roupas e arrancando-as

completamente. Em uns minutos estava nua, o ar frio da noite lhe fazia pele de galinha.

Edward fechou seus olhos por um momento e nesse instante o ar frio da noite se dissipou,

deixando somente calor em seu lugar.

Deveria estar tremendo aqui, fora, no ambiente frio. Mas não estava. Seu corpo ardia com um

fogo que nascia no mais profundo de seu interior.

Quando Edward se levantou e se despiu, sua respiração se acelerou. Com cada peça de roupa

sobre a manta, seu corpo ardia mais. Sua ereção era proeminente, como se quisesse alcançá-la.

Um repentino desejo a afligiu enquanto olhava seu pênis.

E ela nunca antes tinha querido fazer isso, com nenhum outro homem.

Levantou-se sobre seu joelho e tentou alcançá-lo.

— Não. Ainda não.

Ele se deteve e arqueou uma sobrancelha.

— O que quer, Bella?

— Isto. — Ela se encurvou para diante e tomou seu sexo em sua mão, acariciando

brandamente sua longitude até que gotitas de umidade apareceram na ponta. Ela as lambeu,

surpreendida por seu sabor entre o doce e o salgado —. Sabe bem, Edward.

Com um gemido, ele inclinou a cabeça para trás e enredou os dedos no cabelo dela,

animando-a a continuar. Ela continuou o acariciando ligeiramente, fascinada pelas reações do

corpo dele ao seu toque. Seu pênis se endureceu grandemente sob seus dedos, pulsando e

emitindo mais do claro líquido que ela lambeu ansiosamente.

Quando ela colocou seus lábios ao redor da cabeça de seu pênis, ele conteve a respiração,

esticando o corpo. Ela o introduziu lentamente na boca, delicioso centímetro a centímetro, até

que estava tomando tanto dele quanto podia. Então retrocedeu, olhando sua saliva brilhar nas

dobras de sua vara enquanto se retirava.

Em um breve prazo descobriu um ritmo que parecia agradá-lo. Lentas, logo rápidas chupadas

acima e abaixo, mantendo todo o tempo sua mão nele e o acariciando enquanto chupava. Ela

recordou a sensação da boca dele em sua vagina e se perguntou se lhe daria a mesma classe

de prazer que ele tinha dado a ela.

Pelos sons que fazia e pela forma em que seus quadris se arqueavam para sua boca, ela o

devia estar agradando. Sentiu o poder enchê-la enquanto descobria que podia agradar um

homem, algo que nunca tinha pensado que poderia fazer. Suas poucas experiências prévias no

sexo tinham sido rápidas, sem acontecimentos e completamente insatisfatórias. O homem que

tinha estado com ela não tomou tempo para fazer uns compridos preliminares.

Mas Edward parecia adorá-lo. Não só desfrutava recebendo prazer, era condenadamente seguro

que sabia como dá-lo.

— Isso está bem, neném — disse ofegando—. Assim. Mais rápido.

Suas ordens a excitaram e acedeu, tomando-o rapidamente entre seus lábios e deslizando sua

boca sobre a longitude de seu pênis até que os dedos dele se afundaram em seu cabelo e a

afastou.

— Não mais, — disse ele afogadamente — ou gozarei em sua boca.

Não era essa a ideia?

— Adiante.

Ele caiu sobre seus joelhos, seus olhos escuros de paixão.

— Em outro momento. Agora quero foder-te.

Bella mal pôde tomar ar antes que ele a voltasse sobre seu estômago e dissesse:

— Ponha-se sobre suas mãos e joelhos.

Sua arruda ordem fê-la estremecer, molhando-a e preparando-a para ele. Deveria odiar que ele

ordenasse, mas não era assim. Como podia ela saber que se deleitaria em assumir um papel

submisso frente à sua dominação? Caramba, ele sabia mais o que a excitava que ela!

As coisas que fazia com Edward estavam fora de sua área de experiência. E mesmo assim

aceitava cada um de seus malvados desejos.

Colocando-se sobre suas mãos e seus joelhos, ela esperou. E esperou. Então finalmente

voltou sua cabeça para o encontrar olhando fixamente entre suas pernas.

— Tem um bonito sexo — disse ele, inclinando a cabeça para um lado—. E tão molhado

também. Seus lábios vaginais brilham com seus sucos.

Ouvir sua descrição da parte mais íntima de seu corpo a enervou. Ele era tão manifestamente

sexual e ela, até agora, nunca tinha estado exposta a um homem como ele. Em parte a

emocionava, em parte a assustava de morte. Ela não estava ao mesmo nível.

— Obrigado — resmungou ela, profundamente envergonhada.

A manta se deslocou quando ele se colocou contra ela, seu pênis espreitando entre as

bochechas de seu traseiro. Quando ele balançou seu pênis contra suas nádegas ela tremeu.

Ele se introduziu entre suas pernas e esfregou seus dedos contra ela, então moveu seu pênis

entre elas e acariciou as dobras sensibilizadas de sua vagina. Sacudidas de prazer a alagaram.

Queria-o dentro dela.

Atrevidamente, ela elevou suas nádegas mais alto e as pressionou contra ele, incapaz de ver

mas sabendo que queria seu companheiro entre suas pernas. Edward riu.

— Quer ser fodida, Isabella?

Aí ia outra vez, lhe perguntando questões íntimas e falando sujo. Seus mamilos se

endureceram como pedras.

— Sim.

— Pegue em meu pau então.

Ela o fez, procurando seu sexo. Quando roçou seu clitóris, grunhiu ante a rajada afiada de

desejo, logo imitou seus movimentos prévios, arqueando suas costas e deslizando seus clitóris

contra sua vara.

— Sim, neném, assim. — Ele a animou a continuar. Bella estava rasgada entre seu desejo de

chegar e a necessidade de o ter encravado profundamente dentro dela.

Ele sustentou seu pênis para ela e a deixou roçar-se contra ele. Ela sentiu o aumento da

tensão, ansiou desesperadamente a liberação, desejou ardentemente a plenitude que somente

ele podia lhe dar.

Mas a queria enquanto o tinha dentro dela. Ela estendeu a mão entre suas pernas e agarrou

seu pênis, o situando na entrada de sua vagina, então rapidamente empurrou para trás, atraindoo

profundamente para dentro dela.

Seu gemido satisfeito lhe disse que ele tinha querido o mesmo. Sua vagina se endureceu ao

redor de seu pênis, tomando-o mais profundamente, cada centímetro tornando-se uma parte

dela.

Edward se pressionou contra suas costas e alcançou seus peitos, brincando com seus mamilos

com os polegares. Ela o apertou entre as pernas, esse ataque soltando faíscas de acentuado

deleite. Sua respiração fez cócegas em seu ouvido, seu coração golpeou contra suas costas.

Ela deveria ter pensado no fato de que poderiam ser vistos. Depois de tudo, muitos dos

apartamentos do pessoal tinham vista para a praia. Mas a névoa os tinha rodeado e coberto

como uma túnica, lhes dando privacidade.

Nesse ponto, nada deste mundo poderia forçá-la a separar-se de Edward. Seu calor penetrou sua

pele, afundando-se profundamente em seu corpo e excitando-a com uma febre que somente ele

poderia romper.

Então ele fez o que tinha sugerido mais cedo. Agarrou seu cabelo e o enrolou ao redor de seu

punho, puxando-o de repente para trás com sua mão.

As lágrimas umedeceram seus olhos com um prazer doloroso. Ele puxou fortemente seu

cabelo, penetrando-a com força. Ela se moveu para trás ao mesmo ritmo, golpeando

violentamente contra ele até que pensou que morreria de êxtase.

Era selvagem, malvado, inclusive vicioso. Ambos ofegaram e gemeram enquanto seus corpos

suavizados pelo suor se encontravam e afastavam, encontravam e afastavam.

Ele empurrou profundamente de novo, e pulsados de êxtase golpearam entre suas pernas. Ela

deixou escapar um grito forte e prolongado. Seu orgasmo se precipitou sobre ela

inesperadamente, os empapando a ambos de seu néctar. Ela gemeu e empurrou para trás,

querendo tudo dele.

Não se detinha, a constante extensão de tão deliciosas sensações que quase lhe provocavam

um colapso. E mesmo assim ele continuou.

— Mais, Isabella — sussurrou ele, então mediu e encontrou seu clitóris, acariciando-a uma vez

mais até um estado febril. Ela não acreditava possível, mas a tensão em seu interior se

acumulava de novo com cada tamborilo de seus dedos em sua sensibilizada carne, cada impulso

de seu comprido pênis nela.

— Goze comigo, neném — disse ele, sua voz tensa de excitação. Ele gemeu e se mergulhou

nela mais profundamente —. Goze comigo agora.

Como um homem que não podia tomar um não por resposta, Edward continuou esfregando seus

clitóris e esfregando implacavelmente sua vulva com seu pênis. A combinação era

demasiadamente intensa para poder suportá-la.

— Não posso... OH, Deus, Edward, vou gozar outra vez! — Ela sobrevoou o bordo, sua vagina

apertou seu pênis fortemente até que ele ficou rígido e gemeu ante seu clímax, apertando-a

firmemente quando os tremores agitaram seu corpo.

Ela desabou sobre a manta, com Edward caindo a seu lado e acolhendo-a entre seus braços.

Esticando-se, ela esperou sua abrupta partida. Mas desta vez ele ficou, atraindo-a para perto e

agarrando-se a ela como se nunca fosse deixá-la ir embora.

Sua pele estava banhada com uma fina capa de suor e ela deslizou os dedos sobre seu peito,

sentindo o batimento do coração contra sua palma. Beijou a parte superior da cabeça dela e

acariciou seu ombro e seu braço, alcançando seus peitos e jogando vagarosamente com um

mamilo.

Com um suspiro contente, olhou as mãos dele moverem-se sobre seu corpo, surpreendida ao

encontrar que ainda podia excitar-se outra vez.

— É melhor que entremos antes que morra de frio — disse ele.

A contra gosto esteve de acordo.

— É engraçado. Não tenho frio.

Ele sorriu e aproximou a roupa de Isabella.

— Nem eu. Você me esquenta, Bella.

Suas palavras alcançaram algum lugar entre suas pernas. Sua parte feminina se regozijou no

fato que realmente podia acender um homem. A científica soube que era mera biologia. Que ela

não era nada especial.

E, apesar de tudo, queria sê-lo.

Edward recolheu a manta e estendeu a mão para ela. Ela agarrou sua mão e caminharam para os

apartamentos, perguntando-se o que iria ocorrer a seguir entre eles.

Parecia que um muro se tinha desmoronado. Se era ele que devia erigi-lo ou era ela, não

importava agora.

Edward tinha um toque mágico para ela, e se não tomava cuidado se apaixonaria por ele.

De alguma forma sabia que amar Edward traria consequências desastrosas para ambos.