BÚUU! XD
Alguém se assustou? Não? Que pena... XD Continuando, gostaria de dizer que adorei ter digitado o capítulo 10 e espero que este saia melhor n.n
Capítulo 11
Hiei e Cibele alcançaram os outros dois. Continuaram caminhando, em alerta, já que poderia acontecer a mesma coisa que aconteceu agora pouco.
-Faltam uns dez ou cinco minutos para chegarmos. –Comentou Cibele. –Então, é melhor ficarmos em alerta mais do que já estamos.
Concordaram em silêncio e continuaram andando. Até que finalmente chegaram. Pararam faltando cinco metros para entrarem.
-Estranho... Foi muito fácil. Fácil até demais... –Pensou Cibele, desconfiada.
Decidiram continuar o caminho. Após seis passos, sentiram uma energia muito forte. Mas só por alguns segundos.
-Ahhh...! –Cibele gritou quando sentiu algo cortar seu braço. Olhou para seu braço esquerdo. Um corte profundo havia sido feito e o sangue derramava sem cessar.
-O que...? –Yusuke olhou para uma adaga que estava fincada no chão, perto de Cibele. Pelo o visto, havia sido aquela adaga que feriu o braço dela.
-Droga... –Cibele murmurou. Kurama rapidamente invocou algumas ervas e fez um curativo no braço de Cibele, com um pano que havia trazido no caso de algo assim acontecesse. –Valeu.
-Não há de que. –Ele sorriu.
-Agora quem foi que me atacou! –Cibele olhou para os lados.
-Fui eu. –Uma voz fria foi ouvida. Jéssica surgiu de dentro da caverna e parou á uma certa distância deles. –Apenas lancei minha adaga. E que bom que te acertou. –Ela sorriu de um jeito sarcástico e maldoso, olhando para Cibele.
Hiei sorriu do mesmo jeito.
-Hn. Vai pagar pelo o que fez. –Disse ele, sacando sua katana e ficando em posição de luta.
-Isso vai ser divertido. –Jéssica riu e também ficou em posição de luta. –O resto pode passar. Não se preocupem que eu não tentarei nenhum truque para detê-los.
-Vê se não morre... –Cibele murmurou para Hiei antes de seguir os outros, que já estavam entrando na caverna.
-o-o-o-o-o-o-
Seis meses haviam se passado desde que Ayame se juntou ao grupo de Kurama. Ambos sempre se respeitavam e ele sempre a protegia de seu próprio passado. Havia feito com que ela chorasse o quanto quisesse e agora, ela se sente melhor e mais feliz. Realmente, foi melhor para ela chorar do que ficar prendendo a tristeza.
Ela estava sentada na beira de um riacho, com os pés dentro da água e com seu quimono dobrado até seus joelhos para não se molhar. Observava uma flor branca que havia pegado perto do riacho.
-Hey! Kurama, pode sair de onde estiver! –Ela disse com a voz firme.
-Como você sabia? –Perguntou ele, saindo detrás de uma árvore e andando até ela.
-Eu apenas sei... -Ela sorriu. Ele se sentou ao lado dela. -Por que você vive me observando?
-Porque quero ter certeza de que você está bem. E... Se você quiser chorar, eu quero que chore em meus braços.
-O que! -Ela corou e se levantou, ficando em pé dentro do rio. –Que bobagem! E-eu não vou mais chorar por causa daquilo...!
-Só quero ter certeza.
Ela suspirou e saiu do riacho. Arrumou seu quimono e olhou para ele, que ainda estava sentado, abraçando sua perna direita e esticando a outra perna.
-Não vou nem comentar. –Ela cruzou os braços.
-Acho que nem precisa. –Ele se levantou. –Olha, hoje iremos atacar um castelo. Ele não é muito longe daqui. Eu e você vamos bolar uma estratégia. Tudo bem por você?
-Claro. Já não fiz isso várias vezes? –Ela deu de ombros e ele sorriu.
-Essa é a minha garota! –Ele afagou a franja dela.
-Seu bobo. –Ela sussurrou. Ele se aproximou dela e a beijou. Assim que se separaram, ele a aproximou passando seu braço direito pelo os ombros dela e começaram a andar em direção á floresta onde o grupo estava.
-o-o-o-o-o-o-
-Vamos ver se você é mesmo forte. –Disse Jéssica. Em menos de dois segundos, doze bolas de fogo surgiram flutuando em sua frente. Ela sorriu e esticou os braços devagar, para depois fazer com que a palma de suas duas mãos ficassem retas. Então, todas as bolas de fogo voaram rapidamente em direção á Hiei.
-Hn. –Ele se desviou de todas rapidamente enquanto avançava em direção á Jéssica.
-Fire wall! –Jéssica gritou e um tipo de parede de fogo apareceu em sua frente, fazendo com que Hiei recuasse. A parede de fogo se dissipou. Jéssica colocou ambas as mãos no lado direito de seu corpo, semi-flexionando seus joelhos. Criou uma bola de fogo enorme e depois esticou seus braços para frente, semi-flexionando apenas sua perna esquerda para frente, pegando impulso. –Espiral!
A enorme bola de fogo transformou-se em uma espiral. Hiei pulou para cima e quando voltou a olhar para Jéssica, quatro bolas de fogo estavam vindo em sua direção. Uma delas acertou seu joelho direito e conseguiu se desviar do resto. Pousou no chão com seu joelho atingido pegando fogo; e logo, seu corpo todo estava em chamas. Jéssica riu maldosamente. Mas ele não gritava, o que fez ela voltar á olhar para ele.
-Hn. Aprendi esse ataque á pouco tempo. Ainda não está perfeito, mas serve pra te matar. –E com isso, ele esticou suas mãos para frente rapidamente e toda a chama de seu corpo voltou para Jéssica num velocidade incrível e a atingiu. –Eu apenas usei o ar á minha volta e consegui criar um tipo de vácuo. Ah... E o seu fogo não me machuca, já que eu sou um youkai de fogo. Baka.
-Seu filho da mãe... –Ela murmurou enquanto caía de joelhos. Havia algo de errado... Aquelas chamas que queimavam seu corpo não eram as suas chamas; ela é imune aos próprios ataques. Então... A única explicação lógica era que Hiei redirecionou seu ataque com um pouco de sua energia maligna misturada em suas chamas. –Muito esperto...
Jéssica sorriu antes de finalmente cair no chão e seu corpo ser consumido pelo o fogo.
-Humpf. É realmente uma pena que alguém forte como ela estava do lado errado. Até que ela conseguiu me ferir. –Ele olhou para seu joelho que estava ensangüentado e um pouco queimado. –Nada que eu não resolva.
Ele guardou sua katana e continuou o caminho, sentindo dor em seu joelho e mesmo assim o ignorando.
-o-o-o-o-o-o-
-Kurama... Já que estamos juntos á um ano, tenho uma surpresa pra você!
Ayame sorriu e lhe estendeu uma caixinha preta que havia conseguido no último roubo em um castelo. Ele pegou a caixinha e depois olhou com um olhar interrogativo para ela.
-Abra! –Ela pediu. Ele piscou algumas vezes para acordar do pequeno transe de ficar olhando para o brilho de felicidade e ansiedade dela e abriu a caixinha. Era uma pérola branca, meio rosada.
-Onde conseguiu?
-Ora... Quantas vezes já não visitamos algumas praias em nossa jornada? –Ela deu uma piscadela de olho e ele sorriu.
-Ta bom. Confesso que eu realmente fiquei surpreso. Também tenho uma coisinha pra você.
-Tem? –Ela perguntou com seus olhos brilhando mais que o normal e sua cauda balançava de um lado para o outro bem rapidamente, mostrando que estava feliz.
-Espere aqui.
-Hai!
Ele sorriu e saiu. Ela estava lembrando uma criancinha quando está frente á frente com um doce...
Depois que voltou, encontrou Ayame sentada em uma pedra no fundo da caverna, com um sorriso. Ele escondia o presente atrás de seu corpo, o que a deixou mais ansiosa e curiosa. Se aproximou dela. Ajoelhou-se no chão e mostrou seu presente: um colar de ouro com vários fragmentos de pedras preciosas. Ela sorriu e o abraçou, e começou a lamber o rosto dele, num típico beijo de raposa. Ele começou a rir e depois a afastou.
Afastou o cabelo dela e colocou o colar. Ela olhou para o colar e sorriu.
-É lindo! Oh, Kurama... –Ela deu um selinho nele. –Eu pensei que só eu estava vendo que estávamos juntos á um ano. Daí eu ouvi dizer que a cada ano que passamos juntos, trocamos presentes. –Ela sorriu. –Estou tão feliz!
Ela o abraçou de novo e, sem querer, foram para o chão, ficando numa posição nada normal e inocente. Ela corou.
-Ai... Desculpa... –Ela murmurou. Mas quando ia se levantar, ele a abraçou pela a cintura. Suas mãos subiram pelas as costas dela, deixando-a cada vez mais vermelha. Uma de suas mãos chegou à nuca dela, trazendo seu rosto para mais próximo até beijá-la. –Kurama... –Ela sussurrou perto de uma das orelhas dele. –Acho que estou pronta...
Ele mexeu suas orelhas, um pouco confuso se escutara direito.
-Ãhn? –Ele perguntou.
-Você sabe... Eu... Estou pronta pra avançarmos no nosso namoro. Por favor?
Ele se sentou e a levou junto. Ela o encarava esperando uma resposta. Ele respirou fundo.
-Eu não sei... –Ele respondeu meio incerto. Ela bufou e o empurrou levemente para o chão. Debruçou-se sobre ele.
-Eu vou fazer você gritar um "sim"... –Ela disse maliciosa.
-Você não tem experiência.
-Eu sei. Mas tenho instintos... –Murmurou ela, enquanto sua mão esquerda deslizava pelo o corpo dele até chegar em seu membro. Massageou-o, sem tirar seus olhos dos olhos do outro. Ela desamarrou a faixa branca que ele usava como cinto e colocou sua mão para dentro da calça dele. Voltou á massageá-lo. Ele gemeu alto quando ela acariciou a cabeça de sua masculinidade bem devagar. –Mudou de idéia?
-Não sei... E se você se machucar? Ahhh! –Ele gemeu novamente quando ela usou o mesmo truque. –Sim! Ta bom!
-Eu disse que ia te fazer gritar um "sim"! –Ela disse vitoriosa.
-Humpf. Minha vez. –Ele se levantou rapidamente e se debruçou sobre ela.
-o-o-o-o-o-o-
-Cibele, Kurama. Continuem o caminho.
-Yusuke... –Cibele murmurou, olhando ora para ele, ora para Yola. –Vê se dá uma surra bem servida nela. Sendo mulher ou não, ela não está do lado certo.
-Pode deixar... –Ele respondeu.
Os outros dois continuaram o caminho.
Yola se ajoelhou e fechou os olhos. Seu youki começou a aumentar. Logo, todo o lugar onde estavam ficou coberto de gelo e neve. Ela voltou a se levantar e a abrir os olhos. Ele a olhou, concentrado. E foi ele mesmo quem começou. Correu em direção á ela e quando estava quase chegando perto, preparou um soco. Mas foi aí que viu que havia acertado uma barreira invisível.
-Aaaai! Droga! –Ele esbravejou enquanto massageava seu punho direito.
-Hum... Vamos ver se você sai vivo dessa. –Ela ergueu suas mãos e, conseqüentemente, ele olhou para cima. Havia várias pedras de gelo pontiagudas no teto, com espaço de apenas cinco centímetros de cada uma mais ou menos. Elas começaram a balançar.
-Caramba! Vão cair! –Ele gritou, desesperado. As estacas de gelo começaram a cair, e ele começou a correr para todos os lados. –Ahh... –Ele concentrou energia no punho direito enquanto corria. Conseguiu parar. –SHOTGUN!
O shotgun conseguiu destruir a maioria das estacas. Ele sorriu de um jeito triunfante.
-Pelo o visto... –Ele começou. –Você é mesmo uma cachorrinha obediente.
Ela franziu o cenho.
-Cala a boca! –Ela gritou e várias estacas de gelo formaram-se ao seu redor e foram em direção á Yusuke. Ele desviou-se e quebrou algumas. –Só por causa disso... Acho que vou torturar um pouco a sua irmã...
-Nem pense nisso! –Ele concentrou o leigun e atirou. Ele acertou a barreira dela e ela riu.
-Isso não vai funcionar! –Ela só parou quando viu que sua barreira havia sido destruída. Pulou, mas mesmo assim, o leigun atingiu suas pernas.
-Ahhh! –Ela gritou de dor. Pousou no chão e não conseguiu ficar em pé. Suas pernas estavam dormentes. –Droga... –Ela esticou seu braço esquerdo. –Final ice ball!
Então, toda a camada de gelo que cobria o local começou a se juntar, até criar uma bola imensa de gelo.
-Essa bola... Está revestida de energia maligna... –Yusuke pensou enquanto começava a juntar energia para mais um leigun.
-Ráááaaa! –Ela gritou e a bola foi em direção á Yusuke em uma velocidade boa. Ele solto o leigun e a disputou com a bola de gelo. Logo, a imensa bola de gelo se partiu e o leigun atingiu Yola.
-Ahhhhh! –Ela gritou e seu corpo foi desintegrado.
Cibele e Kurama corria para chegar onde Sakuya estava. Pararam quando viram Milena, em frente á uma pedra enorme e sorrindo.
-Chegaram...
-o-o-o-o-o-o-
-Hnnn... –Ayame acordou. Seu corpo estava coberto por seu quimono, substituindo um lençol. Sentou-se, segurando o quimono, cobrindo seu corpo nu. Olhou para a entrada da caverna e lá estava Kurama, devidamente vestido e com um cesto cheio de frutas. Sorriu quando viu que ela estava acordada. Ela corou e enrolou-se em seu quimono. Ele se aproximou dela e a beijou.
-Bom dia.
-Bom dia. –Ela respondeu com a voz meio rouca de sono. "Meu sentido feminino dia para que eu não comente nada sobre noite passada, só se ele comentar."
-Então, deu pro gasto pra sua primeira vez?
"Droga, Kurama!" –Sim. Claro! –Ela respondeu, corando violentamente. Pegou uma maçã do cesto de frutas que ele trouxe e começou a comer. Ele pegou um cacho de uvas e começou a comer também. –O que vamos fazer hoje? Tem algum plano?
-Hoje, iremos descansar. O grupo teve um dia difícil antes de ontem e parece que foi um milagre que todos tenhamos saído de lá vivos.
-Eu sei!
-E estamos vivos graças á sua estratégia de última hora.
-Hn. O próximo besta que falar que lugar de mulher é na cozinha, eu deixo morrer.
Riram.
-Ainda está chateada com ele?
-Não. Talvez... Sim. Tanto faz! Agora ele mudou sua opinião quanto á isso, com certeza.
-É óbvio que sim.
-Mas o Lee é um idiota mesmo!
-Esquece isso. O que acha de irmos passear perto de uma cachoeira que tem aqui perto?
-Ta bom.
-Eu vou buscar um quimono pra você.
-Uhum.
-o-o-o-o-o-o-
Rafael olhou para Sakuya, que dormia com a cabeça em seu colo. Já fazia uma hora e meia que ela estava dormindo. Olhou para o cabelo dela. Depois para os olhos fechados, testa, nariz, bochecha e pousou o olhar na boca entreaberta. Ficou meio paralisado e começou a aproximar seu rosto cada vez mais. Até que conseguiu roçar seus lábios nos dela. Cinco segundos depois, voltou á se sentar direito.
-Não... Consigo sentir nada. –Murmurou. –Acho que... Eu consegui esquecê-la. –Sorriu.
Sakuya começou a acordar.
-Caramba! Dessa vez você dormiu mesmo! –Disse ele, normalmente.
-Hn... Eu tive três lembranças de uma vez. –Ela disse, sentando-se. Levou sua mão esquerda á sua cabeça. –Ai... Que dor...
-Vai passar.
-Tem razão...
Ouviram uma explosão vindo do lado de fora.
-Estão aqui! –Sakuya afirmou, levantando-se. Rafael também se levantou, sem conseguir conter um sorriso.
-Ótimo! Se não estivéssemos com essas pulseiras...
-É... Se tivéssemos algo para abri-las... Um grampo de cabelo seria útil...
Ela arregalou um pouco os olhos.
-Ou algo com ponta fina... –Completou. Tirou de seu bolso uma bainha pequena com uma adaga. –Sempre tenho uma extra!
-Isso pode funcionar!
Sakuya tirou a adaga da bainha e começou a mexer na fechadura da pulseira com a ponta da adaga. Ouviram um "clic", após uns dois minutos.
-Consegui! –Comemorou ela, tirando sua pulseira. Começou a tirar a de Rafael.
-o-o-o-o-o-o-
-Droga... –Murmurou Kurama, limpando um pouco do sangue que escorria no lado esquerdo de sua boca. Segurou seu chicote de rosas com mais firmeza e se levantou. Milena sorriu sarcasticamente e fez uma bola de raios. Correu até ele e lançou a bola com toda sua força e velocidade. Kurama conseguiu se desviar e atacou-a com seu chicote, acertando seu braço direito que usou para defender-se.
-Ai... –Milena reclamou baixinho e se abaixou para desviar-se de outro ataque. Desviou-se de mais um com um salto, mas Kurama puxou o chicote de volta e este se enroscou na cintura dela. Ele lançou-a para uma das paredes da caverna.
-Hiei! –Cibele exclamou que Hiei estava chegando. Correu até ele, com um sorriso preocupado. –Está tudo bem?
-Só alguns ferimentos. –Ele respondeu, sem parar de andar.
-Eu dou um jeito nisso depois. –Ela sorriu. Começaram a observar a luta de Kurama. Milena lançou uma rajada de fogo, acertando de raspão o braço direito dele e queimando seu chicote de rosas.
-Droga... Se ela controla o fogo, estou em desvantagem...! -
A pedra que tampava a entrada do 'salão' atrás de Milena explodiu. A poeira abaixou e logo, Sakuya apareceu, com o braço direito esticado para frente. Ela sorriu e abaixou seu braço.
-Você vai se ferrar... Eu sempre cumpro minhas promessas. –Disse Sakuya, dando dois passos para frente. –É agora que eu vou quebrar a sua cara...
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Nhaaaaa! Mais um capítulo terminado!
Desculpem qualquer erro de português, ok?
Pessoal, sinto dizer, mas acho que essa fic irá acabar, no máximo, no capítulo 16 T.T Não sei! Se vocês quiserem menos ou mais que isso, é só falar! É provável que eu faça até capítulos extras, para compensar minha ausência por causa do 'CPU e sua formatação' n.n'
Veremos, veremos...
Deixem reviews! XD
Kissus!
