Autor: Davesmom

Nome Original: Beyond Redemption

Tradução: SSHelena

Betagem: Nah


N/A -- Embora seja tecnicamente possível recolocar no lugar o próprio ombro deslocado, seria horrivelmente doloroso e difícil conseguir força, tração e ângulo corretos. Então, me desculpem quando justamente um dos personagens faz isto. Eu acho improvável acontecer realmente fora de uma guerra ou de um filme de Rambo, mas, hey! Isto é ficção! Vocês não adoram isso? Oh, também, é minha primeira e provavelmente última tentativa de escrever em "inglês antigo".

Capítulo 10

Gina olhou fixamente corredor acima, dois jovens homens transtornados saíam. Então, identificou Gregory Goyle! Apressou-se até um canto, o rosto dele estava vermelho, seus lábios machucados e sangrando, devido ao efeito do doce de brincadeira dos gêmeos. Seus olhos fixaram-se nela com más intenções. Retesou suas mãos no formato de garras e a atacou, guinchando incoerentemente. Gina retrocedeu alguns passos, assustada e perto de perder o juízo. Goyle estava quase a alcançando quando ela gritou finalmente:

"ESTUPEFAÇA!"

A velocidade de Goyle o impulsionou para frente enquanto desmoronou, causando uma colisão com Gina que a levou ao chão. Caiu duramente, sua varinha voou e Goyle estava por cima dela. Gina o levantou, apavorada. Empurrou e chutou, finalmente removendo o corpo inconsciente de cima dela. Gina sentou-se para respirar somente por um segundo quando percebeu que Crabbe não estava ali perto. Levantou-se com esforço e alcançou sua varinha, quando uma mão grande e forte prendeu seu braço e a puxou. Ela soltou um pequeno grito e sentiu que ia desmaiar quando se viu encarando o rosto enfurecido de Vincent Crabbe.

Crabbe apertava fortemente o braço de Gina. Segurava sobre a ferida da faca e Gina arquejava de dor.

"Oh, você gosta disso, não é?" falou com desprezo. Apertando outra vez, mais forte.

"Cai FORA, filho da mãe," Gina gritou apavorada. Chutou-o. Desta vez, entretanto, errou.

Crabbe evitou facilmente o pé dela, levantou sua mão e a esbofeteou tão forte que ela cairia no chão, se ele não a estivesse segurando pelo braço.

"Levanta, piranhazinha!" gritou ele.

Gina estava aturdida e mal conseguia compreender o que ele havia dito, muito menos reagir. Então ouviu um outro grito, mas este veio da sala escondida. Crabbe também ouviu e voltou seu olhar para o corredor de cima a baixo, desesperadamente, tentando ver de onde a voz tinha vindo. Alguns segundos depois eles perceberiam que havia um quarto escondido ali. Ele encontraria uma porta e Draco estaria em perigo!

Gina encolheu-se e dobrou os joelhos. Usou toda a força que conseguiu juntar, ficou de pé bruscamente, dirigindo sua cabeça para o queixo de Crabbe. A cabeça dele foi para trás, fazendo com que largasse o seu braço. Gina correu para as escadas no fim do corredor, esperando mantê-lo tão distante de Draco quanto possível.

Crabbe a seguiu de perto e estava sobre ela antes que tivesse alcançado as escadas. Mas, agora, estavam numa parte mais povoada do castelo. Gina começou a gritar com todas as suas forças. Crabbe saltou sobre ela, agarrando-a pela cintura e arrastando-a para o chão sob ele. A cabeça de Gina bateu no assoalho e tudo escureceu.

Quando voltou a si, Gina estava sentada contra uma parede, que parecia um túnel escuro. Estava frio e úmido, e cheirava horrivelmente; como a câmara em que Tom Riddle a levara quando a enfeitiçara no seu primeiro ano em Hogwarts. Embora houvesse algumas tochas acesas ao longo da parede, a luz cintilando fazia as sombras saltarem assustadoramente. Observou que havia correntes dispostas em intervalos nas paredes. Sentiu calafrios quando notou correntes em seus próprios pulsos. Um braço estava bem acima de sua cabeça, sentia frio e dormência. O outro estava doendo violentamente! Observando a maneira como o osso ao longo do braço estava empurrado para frente e seu ombro umas três polegadas abaixo de onde deveria estar, concluiu que desta vez estava definitivamente deslocado.

Gina tentou erguer-se pela corrente usando seu "braço bom", mas quando puxou, os elos correram através do anel parede acima, erguendo o braço deslocado. A dor explodiu no ombro, causando uma pontada no estômago. Tremendo cada vez mais, Gina sentou-se e ofegou, esperando a dor ir embora. Se tivesse sua varinha, ela mesma poderia reduzi-la, mas não pensou que poderia fazê-lo sem mágica. Doía demais. Gina olhou ao redor outra vez, querendo saber onde estava. E onde estava Crabbe? Precisava saber desesperadamente, mordendo seus lábios trêmulos. Pelo cheiro e pela umidade, concluiu que deveria estar em algum lugar das masmorras. Ele poderia estar em qualquer lugar, apenas esperando para ver o que ela faria. Mas Gina não acreditava que estivesse. Estava terrivelmente receosa sobre o quê ele poderia estar planejando fazer para que ela " desaparecesse", como ele tinha dito mais cedo. Ela tinha de fugir! Mas não poderia fazer coisa nenhuma com um ombro deslocado. De repente, uma grande idéia a assaltou.

Gina respirou profundamente, pensando cuidadosamente. O que estava a ponto de tentar era estúpido. As pessoas não consertam seus próprios membros deslocados sem mágica. Mas lembrou-se que os trouxas faziam isto a toda a hora nos filmes que havia visto na casa de Hermione. E, mesmo quando não o faziam em si próprios, conseguiam fazê-lo, e sem mágica! Era simplesmente puxar o osso ao longo do braço, o úmero, o suficiente para que ele deslizasse para trás, voltando ao seu lugar.

"Senhor, eu não vou conseguir," ela disse silenciosamente para si mesma. Mesmo nos ridículos filmes de Hermione, parecia doloroso e sabia pelos seus estudos que, mesmo com mágica, era desagradável.

Gina honestamente não pensava que poderia conseguir tração suficiente para que seu ombro voltasse ao lugar. Não teria força. Mas tinha de tentar. Não estava a ponto de submeter-se a Crabbe sem uma luta. Concluiu que ele não era tão estúpido quanto parecia, provavelmente já teria descoberto o seu ferimento. Sabia que ela estava, a princípio, incapacitada. Se pudesse recolocar o ombro no lugar e então fingir que ainda estava ferida, poderia surpreendê-lo e encontrar uma maneira de fugir.

Não se dando uma possibilidade de pensar muito, Gina apoiou-se nos pés, mantendo cuidadosamente o braço ferido junto ao peito. Apesar de seus esforços, estava pálida e tremendo quando, finalmente, conseguiu ficar de pé. O ferimento de faca sangrava lentamente, ela descobriu. Havia uma pequena poça de sangue no chão, onde seu braço estava antes, e sua manga estava razoavelmente encharcada. Isso a assustava mais do que o braço deslocado. Pensou que Crabbe deveria ter usado, em sua faca, um feitiço ou poção que causava sangramento. Poderia lentamente sangrar até a morte em uma questão de horas após o corte, a menos que fizesse algo neutralizar a mágica.

"Vou ter que me preocupar com isso depois," ela resmungou para si mesma. A altura e o tom agudo de sua própria voz a assustou um pouco.

Vamos aos negócios, pensou. Crabbe podia aparecer a qualquer momento. Com esse pensamento, Gina examinou as correntes, o anel preso na parede e os grilhões em seus pulsos. Eles estavam razoavelmente frouxos. Poderia se soltar caso encontrasse algo para lubrificar os pulsos. Quase riu. Poderia usar sangue; já que o estava produzindo em abundância! Gina conteve rapidamente a risada. Sentia mais pânico do que alegria, e não apreciava a idéia de histeria incontrolável quando sua vida estava em perigo. Concentrando-se, Gina finalmente elaborou um plano.

Manteria seus pulsos nos grilhões, por enquanto. Realmente, ela não pensava que poderia ter forças para pendurar-se na corrente, caso esta não estivesse presa em seus pulsos. Gina respirou profundamente e começou a puxar a parte frouxa da corrente. Feria seu "braço bom" volta após volta, ao enrolar a corrente sobre ele e lentamente levantando o braço ferido. Quando o braço estava quase ao nível de seu peito, a dor começou. Gina puxou mais para o alto, e a dor aumentou. Quando o braço estava a altura do ombro, ela mordia o lábios para não gemer.

Eu não posso fazer isso, ela pensou outra vez. Machuca muito! Lágrimas caíam quando deu a última volta da corrente em torno do braço. Agora, a corrente parecia uma manga. As pontas de seus dedos estavam azuis, pois a circulação foi cortada. Mas finalmente seu braço estava na posição. Tentando recordar tudo o que tinha lido ou visto, Gina inclinou-se para trás lentamente. A corrente apertou e começou a puxar ambos os braços. Gina girou ligeiramente, puxando o "ombro bom" para trás, pondo mais força sobre o braço ferido.

Senhor, a dor quase a estava cegando! Apenas um pouco mais, disse a si mesma. Sabia que não poderia agüentar mais do que alguns segundos. Finalmente, desesperadamente, Gina permitiu que suas pernas se dobrassem. Quando caiu, sentiu seu peso contra as correntes, emitindo uma fisgada de dor através de seu ombro. Expressou um grito estrangulado e desmaiou outra vez.

Gina ficou desacordada somente por alguns segundos desta vez. Quando abriu seus olhos, viu que estava de joelhos, de frente para a parede. Os braços suspensos, suas mãos ainda segurando firmemente as correntes. Mas seu ombro dolorido não doía mais. Cautelosamente, moveu-se um pouco. Outra vez, doeu, mas nenhuma explosão de dor. Gina desenrolou rapidamente a corrente de seu braço, deixando-a mais folgada. Levantou-se, realmente espantada pelo seu feito!

Estava a ponto de utilizar o sangue em seus pulsos para livrar as mãos dos grilhões, quando ouviu gritos e um tumulto no túnel. Alguém estava vindo!

As mãos de Draco estavam tremendo. Quem ela estava "estuporando"? E por que não veio para a câmara, onde estaria mais segura? Que diabos essa menina pensava? Agarrou sua varinha e levantou-se rapidamente. Apontou-a para corrente e resmungou um rápido feitiço. E nada aconteceu! Olhou a varinha outra vez e praguejou alto. Era a varinha errada! Esta era uma estúpida varinha falsa que havia comprado em Hogsmeade há algumas semanas atrás! Com um xingamento, abaixou-se e apanhou suas vestes de novo. Mas ambos os bolsos estavam vazios! Sua varinha não estava lá!

Draco olhou rápido para onde suas roupas estavam dobradas e enxergou a varinha verdadeira. Estava sobre uma fita verde próxima a parede. Deus! Será que conseguiria fazer novamente? Respirando fundo, Draco dirigiu toda a sua atenção para a varinha. Ele apontou seu dedo e fixou o olhar.

"Accio!" gritou.

A varinha e a fita lançaram-se para sua mão estendida. Draco apenas teve tempo de recuperar-se do espanto e capturar a varinha antes que ela pudesse cair. Distraidamente guardou a fita em seu bolso e deu-se conta que ainda estava preso. Lançou um feitiço e sentiu a mágica passando através de si para a varinha. Mas nada aconteceu com o cadeado. Deve ter sido cuidadosamente encantada para resistir a feitiços de abertura. Draco não podia perder tempo com isto.

Foi até as barras e, imediatamente, fez um feitiço de redução. As barras começaram a ficar mais finas. O ferro fez barulho quando ele tentou puxar da pedra sólida em que estava preso. Draco Olhava com satisfação as barras começando a afinar e encurtar. Então elas pararam. Teria de repetir o feitiço. Ele levantou a varinha quando escutou o grito de Gina. Seus olhos dirigiram-se para a porta e apurou os ouvidos para identificar qualquer som. O que escutou fez com que se lançasse contra as grades como um louco.

Escutou Crabbe chamando Gina de piranha, então ele ouviu algo como um "baque" sólido! Começou a gritar quando se lançou contra as barras da cela.

"Seu filho da mãe!" ele berrou. "Eu vou te matar! Se você tocar nela, arranco o seu coração!"

Draco ia se jogar novamente contra as grades quando escutou o barulho de passos. E um segundo tipo de passos seguindo de perto o primeiro. Ele finalmente puxou e golpeou as grades num acesso de fúria mágica. As grades cederam, espalhando ferro, pedra e cimento por tudo. O "coice" jogou Draco contra a parede. Ele chocou-se com a parede e deslizou até o chão, tonto.

Quando a poeira assentou, então, ele levantou-se e contemplou boquiaberto, o tremendo estrago que havia feito nas grades. A parede em frente estava cheia de destroços e agora havia um grande pedaço de barra de ferro preso na porta. A PORTA! Draco correu até a parede que tinha as barras e arrancou facilmente os restos. Ele parou tempo suficiente para localizar e apanhar sua faca e a bolsa. Sua roupa estava rasgada quando saiu. Então, correu até porta, abriu-a e precipitou-se pela entrada, na esperança de sair rapidamente.

Quando alcançou a entrada, Draco quase riu. Ele estava no corredor de Curas Mágicas! O que o trouxe de volta a Terra foi um gemido, vindo de uma massa se contorcendo: Greg Goyle. Draco olhou em volta do corredor, notou um rastro de sangue em ambas as direções, mas decidiu lidar com Goyle primeiro. Ele poderia dar alguma informação útil. Draco cutucou Goyle com a ponta de seu sapato. Então ele arfou com o rosto machucado, inchado e sangrando. Esse pobre filho da mãe tinha ganhado o que merecia! Apesar disso, Draco apontou sua varinha para ele e disse baixinho:

"Enervate!"

Goyle rosnou ruidosamente:

"Minha boca! Minha garganta! Oh, sua piranha maldita!"

Draco sentiu um sorriso desagradável se formando em seus lábios. Ele ajoelhou-se próximo ao colega e o agarrou pela roupa com ambas as mãos. Ele o tirou da posição sentada e o sacudiu violentamente.

"Seu idiota, filho da mãe! Levanta! Eu preciso saber onde ele a levou!" Draco disse asperamente.

Goyle finalmente abriu os olhos.

"Malfoy? Céus, onde você estava?" Goyle mirou atônito ao deparar-se cara a cara com Draco. Então seus olhos o encaram.

"Levou quem?" Ele disse cuidadosamente. "Eu não sei do que você está falando. Eu preciso de água!"

Draco sacudiu Goyle de novo, fazendo seus dentes baterem. "Me diz onde Crabbe está levando a Weasley, ou eu arranco de você!" ele rosnou através dos dentes cerrados. "Eu não tenho tempo para brincadeiras, maldito!"

Goyle deu um riso fraco, o sangue escorria de seus lábios até abaixo do queixo.

"Tarde demais, Malfoy!" ele disse roucamente. "A sua vagabundazinha já foi. Minhas tripas estão queimando, minha boca está "detonada", eu mal posso falar! Mas não sobrará muito para olhar quando Vince acabar com ela! Ele a está levando para encontrar-se com uma outra vagabunda!"

Com uma tosse chiada, ele finalmente perdeu a consciência. Draco deixou-o cair no chão. Girou-o de lado para que não se afogasse em seu próprio sangue. Draco não o deixaria escapar tão fácil. Esperaria até que Goyle estivesse melhor, então arrancaria a informação. Imaginava ter uma idéia de onde Crabbe poderia estar. Enquanto estava de pé, rosnou para o corpo inerte.

"Filho da mãe idiota. Você pensou que ela era só uma pequena doninha bonitinha e fofinha. Esqueceu-se de que doninhas são criaturas más e perigosas."

(N/T: nesse caso o trocadilho tirava o sentido da frase, então eu achei melhor usar a tradução. Em tempo, Weasel significa doninha e é um trocadilho com o sobrenome Weasley, como todo o tradutor coloca no rodapé da página...)

Draco finalmente virou-se e analisou o sangue no assoalho. A trilha que se afastava de Goyle parecia fresca, e as manchas de sangue estavam separadas umas das outras. Ele soube que Gina estava machucada, podia sentir. Agora, sabia que ela estava sangrando e estava fugindo. Draco saiu atrás da trilha escada a baixo. Chegou a um lugar onde havia uma grande poça de sangue através do assoalho, então o caminho terminou.

Isso não preocupou Draco. Havia uma passagem secreta que ele e outros poucos Sonserinos conheciam. Ia para masmorras e abaixo delas. De fato, comentava-se que estava conectada a uma velha câmara construída pelo próprio Salazar Slytherin. Alguns sonserinos já haviam tentado encontrar a tal câmara, mas desde que ela havia sido aberta, alguns anos atrás, mais ninguém tinha tentado investigar. Eles usaram a passagem. Se ele próprio tentasse seqüestrar um estudante popular e conhecido, também usaria este caminho. Draco apressou-se corredor abaixo, voou pelas escadas, dobrou uma esquina e subiu alguns passos. Isto o conduziu a um aposento escuro. Dentro do aposento estava o retrato de uma mulher pálida, magra, de nariz reto e uns escuros olhos penetrantes. Seu cabelo castanho avermelhado estava puxado em um coque apertado sobre sua cabeça e sua roupa mostrava que ela havia vivido séculos atrás. Disse que havia sido, contra sua vontade, uma concubina de Slytherin, mas como ela não falou para nenhuma pessoa, ninguém tinha certeza. Draco aproximou-se do retrato e esperou até que ela o olhasse com aqueles estranhos olhos escuros. Ela não franziu a testa, como sempre fazia. Parecia angustiada. E observou Draco de cima a baixo, Examinando sua sujeira e sua aparência desgrenhada. Suas sobrancelhas finas levantaram-se e a seguir abaixaram-se rapidamente. Então esperou.

"Senhora," Draco disse educadamente, com uma pequena saudação. "Eu sei que a senhora não precisa se dignar a falar conosco, mas poderia ao menos me contar se um de meus colegas passou agora a pouco com uma garota? Ela estaria, quem sabe, inconsciente?"

Draco tentou não demonstrar interesse em sua voz. Quem poderia saber se ela poderia ser como Pirraça e retivesse a informação só para contrariar? Os olhos da mulher tornaram-se mais aflitos. Embora não falasse uma palavra, assentiu com um gesto para Draco. Apontou nervosa para trás dela e fez um gesto de "Anda" outra vez. Draco aproximou-se, mas não sabia o que ela queria. Parecia querer deixá-lo passar, mas não abria a entrada. Então, enquanto ela continuava a gesticular e olhá-lo suplicante, ele lembrou.

"Salazar!" disse rapidamente a senha.

O retrato abriu rapidamente, teve de saltar para trás, evitando ser golpeado por ele. Draco curvou-se outra vez para a senhora e foi para a passagem. Parou, chocado, quando ouviu uma voz fina, fracamente estridente para ele.

"Vai rápido, antes que aquela raposa maldita a machuque gravemente!"

Draco olhou de relance para o retrato, observando de repente a surpreendente semelhança entre a mulher no retrato e alguns Weasleys que já tinha visto. Poderia possivelmente haver algum parentesco? Sua voz o trouxe à realidade.

"Anda! Antes que seja muito tarde!"

Draco curvou-se outra vez e desapareceu através da passagem.

Nota do Grupo:

Desculpem a demora, estamos com falta de tradutores.

Queremos agradecer a: Rafinha M. Potter, miaka, Bia-Malfoy-84, ...( )... , Franinha Malfoy, Hannah, aNiTa JOyCe BeLiCe, Helena Malfoy, Liriel Lino, Bella W. Malfoy, Edith (da última vez a fic ainda não estava terminada, e nós traduzimos apenas fics completas), Arwen Mione, SafirA-StaR, LULIX, Bianca W, Liriel Lino (não se desespere, eis o capítulo), Sandy Mione (por enquanto naum temos planos de fazer traduções de italiano.. mas esse talvez seja um projeto para mais para o fim do ano

Caso não saibam o que dizer, basta escrever 'muito bom cap, continuo a ler', assim saberemos se as pessoas estão gostando do nosso trabalho.

E não deixem de ler nossas fics: Relacionamentos Pouco Convencionais, Em Profundo Desespero, Um Beijo e Uma Flor, Brilha Brilha Estrelinha, Cala a Boca e Me Beija e nossas fics slash.

Os Tradutores