ARC – Resgate

Saga e Shura

Parte II – I will be there by yourside...

Capítulo XI

Sem Máscaras

Autoras: ShiryuForever94 e Akane Mitsuko (ShiryuMitsuko)

Gênero: romance/yaoi/angst leve

Personagens: Saga e Shura – Cavaleiros de Ouro

Disclaimer: Saint Seiya não me pertence porque não tive a sorte de nascer no Japão com a mente do Kurumada... Talvez tenha sido melhor assim ou eu seria presa por atentado violento ao pudor no primeiro mangá...

Dedicatórias:

Para minha co-autora, com carinho. Eu jamais conseguiria sem a Akane. Ela é extremamente talentosa e foi responsável por grandes frases e grandes emoções. Meu parzinho, para você, meu amor sincero. Beijos.

Agradecimento mais que especial à minha beta reader, Yuu (Julian/Poseidon/Kanon/Mu - Sim, ela é player de rpg e tão louca quanto eu. XD) por toda a paciência do mundo lendo o que eu escrevo, incentivando, fazendo reviews ENORMES e me ajudando a por ordem na minha insanidade crescente... gotas)

AVISO: Fanfiction yaoi – RELACIONAMENTO AMOROSO E POSSIVELMENTE COM SEXO ENTRE HOMENS. Além disso, há abordagem de temas como violência, vício em drogas lícitas (cigarro e álcool) e alguma menção à violência sexual. NÃO INDICADA PARA MENORES DE 18 ANOS. Aviso dado...

CAPITULO XI

Sem Máscaras

Shura terminou de tomar banho e colocou uma calça de algodão, de corte reto, preta. E uma camisa de botões, bege. Desceu as escadas devagar, procurando por Saga com o olhar.

Gêmeos ainda tentava se recuperar. Quando viu as servas irem buscar as coisas para arrumar a mesa, deixou-se cair sentado encostado na pilastra e chorou. Tentou não soluçar e logo sentiu o cosmo de seu amado, teria que fingir. Se Shura não lhe contara, não devia saber. Ergueu-se, secou as lágrimas e respirou fundo. Já estava escuro e havia luzes de tochas e outras elétricas, mas, apenas chamas de velas e candelabros elegantemente postados naquela casa iluminavam o lugar. Ele acharia muito romântico se não fosse pelo que tinha ouvido. Elevou seu cosmo chamando Shura e o aguardou um tanto na sombra, não queria que o outro visse seu rosto marcado de lágrimas, ainda não.

O espanhol sentiu o cosmo do outro o chamando e foi devagar em direção a ele. Notou algo estranho e perguntou.

- "Tudo bem Saga?" Ora, o geminiano estava escondido nas sombras, não tinha o habitual sorriso, nem ao menos um olhar divertido. Mas nem podia enxergá-lo direito com aquela iluminação. Sentiu uma movimentação por perto e se virou para a direita, uma serva vinha por ali e avisou que o jantar tinha sido servido.

Com medo de encarar Shura e transparecer pena, não queria isso, Saga deixou o cabelo cair no seu rosto, estendeu a mão para ele e murmurou um tanto contido que não era nada, apenas cansaço devido a todos os problemas e emoções do dia. Logo estavam perto da mesa. Olhou-a e abriu um pequenino sorriso, verificando o vinho suave que fora colocado ali, um maravilhoso Chateau Porto Carras.

Havia Xoriátika (tomates, pepinos, finas fatias de cebola, azeitonas, pimentão verde e uma fatia de um forte queijo de cabra, o feta, temperada com orégano) stifado, cozido de carne ou polvo, com ervas, tomate, cebolinhas, azeite, vinagre e suave sabor de canela, cordeiro com açafrão, mussaká, uma espécie de lasanha com berinjela e pasticcio, com macarrão, carne e molho bechamel.

- "Comida grega! Não precisava ter se preocupado. Boa escolha de bebidas. Creio que teremos um agradabilíssimo jantar, senta do meu lado ou em frente a mim." - Chegou bem perto e falou no ouvido dele - "Se sentar do meu lado posso ficar te acariciando por baixo da mesa." - De repente sentiu uma necessidade incrível de tocar seu namorado com carinho, de fazer com que visse que podia ser muito amado.

Shura ficou um tanto inquieto mas resolveu acreditar no que ele dissera e pegou a mão dele, indo devagar para a sala de jantar. Viu que ele gostou do que havia mandado preparar. Ao ouvir o que ele sussurrou em seu ouvido corou um pouco, olhando-o. Estranhou a mudança de comportamento. Saga era de gêmeos afinal de contas. Suspirou e sentou antes dele na mesa, deixando que ele escolhesse onde queria sentar.

O grego tentava se controlar o melhor que podia, uma vontade imensa de subir até Peixes e destruir tudo. Tinha que manter seu foco em Shura e em fazê-lo relaxar e sorrir. Sentou-se do lado dele e entrelaçou os dedos por debaixo da mesa por instantes, os olhos ainda ocultos pelo cabelo que deixara caindo sobre o rosto de propósito, sabia que seus olhos estavam meio vermelhos ainda pelo choro de antes. Esperou que os servos os deixassem sozinhos. Quando tudo se aquietou, serviu-se de um pouco de vinho e colocou meia taça para si e para Shura, levantou o copo e propôs um brinde.

- "Ao seu sorriso, que ele volte a iluminar a casa de capricórnio e que ilumine minha vida também." Não conseguiu sorrir como gostaria e temeu soluçar. Segurou-se a tempo. Moveu um pouco a cabeça e a franja se desfez, mirou os orbes esverdeados com todo o amor que tinha.

- "Saga... O que houve? Por que está assim?" Analisando o rosto tão perto do seu, Shura dera um pequeno sorriso quando ouvira o que ele dissera ao erguer a taça. Isso logo se desfez quando viu a expressão dele, visível agora que a franja se repartira ao movimento de cabeça.

- "Se eu pudesse, faria o tempo retroceder e o impediria de sofrer." A voz era baixa e triste.

- "O que houve? Diga-me de uma vez." Ouvira a frase, aquela voz tão forte parecia tão frágil no momento. Tocou o rosto do outro com uma mão.

- "Eu sei. Sei o que houve, sei o que lhe fizeram na noite anterior àquela em que vim aqui te buscar e isso... Dói... Lacera meu peito como se o tivessem feito a mim... Desculpe-me... Não consigo... Não quero estragar nosso jantar. Estou bem, tudo vai ficar bem." Fechou os olhos. Não conseguiu mais se conter e soluçou.

Preocupou-se quando ouviu os soluços doloridos e quando ouviu o que ele disse, baixou os olhos. Como? Como ele sabia? Não importava, mas ele sabia. Mordeu os lábios num gesto nervoso e ouviu o que ele disse a seguir. Que não queria estragar o jantar. Suspirou, tentando controlar as emoções e sentiu um leve selinho. Sua mente voava. Agora que o outro tinha certeza de tudo que houvera, ou parecia ter, será que ainda sentiria o mesmo por ele?

- "Vamos jantar meu bem, depois iremos um pouco para a varanda, adoraria ver o luar em sua companhia. Você tem uma bela casa, pode desfrutar dela um pouco."

Shura concordou com a cabeça, sua mente não parava um instante sequer. Lembranças. Afastou-as com um suspiro e levou uma das mãos até um dos ombros dele, apertando de leve, numa carícia calma. Murmurou que tudo já tinha passado, sabia que não era verdade e tentou sorrir, olhando os orbes azuis.

- "Eu queria ter podido impedir. Faz tanto tempo, tanto tempo amor, que eu sinto algo por você, tão profundo e tão bonito. Eu o via com Afrodite e pensava que você era feliz. Eu pensava que apenas ia atrapalhar, só queria te ver feliz, só queria... queria..." Não adiantava, a dor que sentia pelo outro era muito grande e logo soluços angustiados o fizeram abraçar Shura e o apertar como se fosse protegê-lo de qualquer coisa com aquele abraço.

- "Espanhol, te amo tanto, tanto, tanto... Acredita em mim, por favor."

Shura correspondeu ao abraço, ouvindo o que ele dizia, acariciou os cabelos longos, a cabeça encostada no ombro dele. Estava um pouco nervoso e emocionado pelo jeito dele se importar consigo. Afastou-se um pouco e procurou os lábios macios, um beijo terno, não costumava ser assim tão sentimental, devia ser o pouco vinho que bebera. Deu um sorriso um tanto sem graça e murmurou nos ouvidos do outro.

- "Eu acredito Saga, verdade. Vamos jantar. Depois podemos fazer o que você sugeriu antes e ir para a varanda." Tentava parecer sério, centrado e controlado. Não estava sendo uma missão simples. Não queria que Saga pensasse que era um pobre coitado embora por vezes se sentisse exatamente assim.

- "Desculpe, arroubos são característica de geminianos como bem sabe. Sim, vamos jantar e brindar novamente." Controlou-se um tanto, pegou as duas taças de cristal e serviu meia taça a cada um novamente, sorrindo um pouco.

- "Vamos brindar Shura? A você. Por que é tão importante para mim, para o Santuário, para a Deusa, eu me importo com você."

- "Também me importo com você" E completou em pensamento que bem mais do que pensava que pudesse.

Passaram o restante da refeição trocando olhares e conversando um pouco sobre seus gostos e descobriram que apreciavam o luar, os dias de chuva, o silêncio da noite e bons livros.

Saga lia muito, entendia e falava fluentemente grego e inglês, um tanto de francês e apreciava música clássica. Uma surpresa para Shura, que pensava que o outro fosse menos culto, mais espalhafatoso em seus gostos, talvez menos calmo. Descobriram pontos em comum, gostos parecidos, idéias convergentes.

Capricórnio contou um pouco dos costumes espanhóis, falou de touradas, da culinária. Citou esportes que gostava, comentou dos filmes que adorava assistir, falou de xadrez que sabia jogar bem, de suas músicas preferidas e descobriu-se muito interessado quanto à opinião do outro sobre tantas coisas. Os livros que ambos já tinham lido, astrologia, astronomia, técnicas de luta. Discutiram até mesmo sobre economia e política. Estava deliciosamente satisfeito ao perceber que o outro era tão interessante, tão culto, tão cheio de bons sentimentos e... - Pegou-se admirando cada linha dos traços perfeitos e suspirando - Tão bonito quanto um homem poderia ser.

- "Excelente comida. Não sabia que conhecia culinária grega se bem que, de grego até que você parece entender bastante." Sorriu abertamente, não resistia mexer com Shura e seu jeitão calado.

- "Hum... Esqueceu que estamos no santuário quase nossa vida inteira? É meio que normal que eu conheça comida grega."

- "Alguns pratos gregos acho que só conheceu faz pouco tempo..." Gêmeos bebericou o vinho e terminaram a refeição. Levantou-se da mesa e estendeu a mão para o outro, sentia-se muito bem com ele e o convidou para irem até a varanda.

Shura corou levemente ao ouvir aquela gracinha do outro. Achara o jantar muito agradável. Bem mais do que pensara que pudesse ser e suspirou um pouco, levantou-se e foi com Saga até a varanda da casa, um belo céu de estrelas brilhantes e uma noite sem nuvens com a lua em tons de prata e branco fornecendo uma bela luz natural.

- "A lua está muito bonita não é Shura? Talvez eu uive para ela..."

Shura levantou uma sobrancelha pensando se ouvira direito.

- "Uivar? Olha, se você fizesse isso com certeza alguém iria reclamar. Já é tarde afinal." Sentou-se numa das cadeiras da varanda e sorriu divertido com as idéias loucas do outro. Lembrou-se de que não sorria tanto num dia fazia bastante tempo.

- "Eles que venham reclamar de mim." Sorriu também e sentou ao lado do seu anfitrião, olhando a vista do Santuário. Era bonito e parecia tão calmo. Por instinto, vistoriou a casa de Shura inteira com seu cosmo, concentrando-se nos arredores e verificando se alguém estava por perto. Reconheceu os cosmos dos servos retirando a louça do jantar e suspirou percebendo que estava tudo calmo. Quebrou o silêncio.

- "Amanhã podemos treinar cedo se estiver disposto, podemos nadar também, na cachoeira por aqui perto, vamos ainda comprar algumas coisas para minha casa." Queria providenciar tudo novo para Shura. Sentia-se um apaixonado adolescente montando uma casa para ir morar com o namorado, embora não tivessem nada tão oficial assim. Mas tinham se beijado no treino não tinham? Todos estavam sabendo deles. Ou quase todos. Uma leve brisa chegava ao local, estava tudo numa aparente paz.

- "Hum... Parece uma idéia agradável. Comprar?" Ficou imaginando o que o outro pretendia dizer com aquilo afinal, não se importaria de sair com ele, fosse a que lugar fosse. Gostava da companhia dele. Saga acenou que sim e ele apenas concordou.

- "Amor, preciso ir falar com Atena e dizer a ela que estamos juntos. Ela tem que saber por que, bem, você sabe que quando ela designa missões para os cavaleiros, também pensa nos que tem... Família, por assim dizer." Estava preocupado com isso, teria uma missão em breve e nada falara a Shura. Franziu o rosto e mordeu os lábios, teria que contar alguma hora, aquela pareceu boa.

O geminiano ficara quieto por algum tempo e depois continuara a falar. Não teve tempo de responder e notou o estranho tom da voz do outro.

- "Preciso te contar algo." Temia que Capricórnio pensasse besteira pelo seu tom mas, sentia que tinha que prepará-lo.

- "O que foi?" Franziu as sobrancelhas, olhando-o.

- "Eu tenho uma missão. Em dois ou três dias. Vou para a África do Sul." Fechou os olhos e procurou as mãos de Shura, pegando-as nas suas.

- "Tudo bem. Boa sorte." Disfarçou algum temor. Olhou para baixo, apertando as mãos dele levemente. Suspirou e voltou os olhos para ele, era besteira sua se preocupar, Saga era um dos cavaleiros mais poderosos. Mesmo assim... Não conseguia evitar se preocupar um pouco. Um pouco? Desde quando enganava a si mesmo daquela maneira?

- "Não é comigo que estou preocupado, vai ficar bem?" Olhou para o rosto bonito de Shura que concordou com a cabeça.

- "De qualquer modo, eu vou falar com Aiolos amanhã." Faria mesmo isso, não se importava em pedir justamente ao homem de quem tinha enormes ciúmes que olhasse por Shura.

- "Com Aiolos? Por quê?" Arqueou uma sobrancelha, sabia que Saga não se dava exatamente bem com o sagitariano.

- "Ele mora aqui do lado e certamente é leal e decente. Ele poderá olhar por você na minha ausência." - Levantou-se e olhou para a lua, em pé na balaustrada – "E, também... Se algo me acontecer, será um bom amigo para você. Ou algo mais... Não quero que vire um solitário. A vida ainda tem muitas alegrias para lhe dar. Apenas... Por favor..." - Suspirou fundo com a idéia que lhe ocorrera naquela hora e virou-se novamente para Shura – "Não volte para o Afrodite, ele vai magoar você demais."

- "O que diabos você está pensando? Em primeiro lugar, não vai acontecer nada com você. Sério Saga, você não era tão pessimista assim." Surpreendeu-se com as palavras dele, estranhando aquele comportamento, ficando um pouco inquieto.

- "É uma mina... De diamantes... Não seria problema se não estivessem escavando muito perto de um depósito de lixo nuclear. Estão perto demais de causarem um grave acidente e colocarem em perigo o planeta inteiro. Como sabe, lixo nuclear não pode ser dispensado em qualquer lugar. O importante não é bem isso." - Um longo suspiro fez Shura prestar ainda mais atenção - "São mil metros abaixo da terra. Acho que sabe porque tenho restrições quanto a isso." - Olhou fixamente para Shura – "Estou com medo."

Capricórnio mordeu o lábio inferior, meio nervoso e o abraçou. Entendia o que ele sentia. Depois do meikai, lugares como aquele, abafados, aparentemente sem escapatória, eram um tanto aterrorizantes, ruins. Continuou olhando para os olhos dele, tentando passar um tanto de confiança.

- "Vai ficar tudo bem Saga. Você sabe disso."

- "Você entende. Você e Camus talvez sejam os únicos que entendam." Pensou que talvez MDM e Dite também soubessem, mas não estava com vontade de citar os dois. – "Estou cansado. Vamos dormir?"

- "Sim, vamos." Suspirou e concordou com a cabeça, estendendo a mão para ele, precisavam descansar. O dia havia sido um tanto 'agitado'.

Entraram na casa e subiram as escadas de mãos dadas. Ao chegarem em cima, soltaram as mãos. Saga dirigiu-se a seu quarto. Não era bem sozinho que queria passar a noite, não depois de tudo e de terem se beijado na Arena mas, não podia simplesmente impor sua presença na cama ao outro. Olhou-o ternamente.

- "Bem, acho que é um até amanhã. Durma bem, meu amor." Chegou perto e deu-lhe um selinho, suspirando.

- "Hum... Até." Deu um pequeno sorriso, virou-se, entrando em seu quarto. Suspirou. Por algum motivo sentia-se inquieto e não era apenas pela missão de Saga. Balançou a cabeça e foi até o armário, pegando um pijama leve, estava quente, um short de algodão, vermelho escuro. Deitou-se na cama, tentando dormir. Um minuto, dois, um monte... Não sabia direito dizer exatamente quanto fora, mas simplesmente não conseguia pregar os olhos. Suspiros... Isso estava ficando freqüente. Levantou-se. Sentia vontade de ver Saga, mesmo sem saber o que dizer. Mas, e se ele estivesse dormindo? Não queria incomodar. Suspirou novamente e andou devagar até a porta, abrindo-a e olhando para o lado, pensando se iria em frente.

Saga entrou no seu quarto. Também suspirava. Trocou de roupa. Colocou um short preto de seda e nada mais, o calor estava muito grande. Sentia-o ainda mais porque queria ver Shura. Haviam conversado bastante aquele dia, achara-o ainda mais maravilhoso que antes. Deitou-se na cama macia e lembrou dos beijos que haviam trocado, viu cada sorriso e cada olhar, lembrou do calor dos abraços e, para piorar, lembrou da noite anterior. Fechou os olhos e soltou um gemido baixo, sentindo o coração bater loucamente. Tentou dormir por alguns minutos, seu corpo estava cansado, mas ao mesmo tempo sua mente disparava pensando se o outro já dormira, se estava vestido, como estava. Levantou de um pulo e foi até a porta. Balançou a cabeça de um lado para o outro, o que faria depois? Ah, pra que pensar... Abriu-a e deu de cara com... Shura...

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Nota das autoras:

- Para saber mais sobre vinhos gregos, consulte o endereço a seguir: wwwpontoportocarraswinespontogr/eng/pcw8pontohtm

- Para saber mais sobre culinária grega e ver fotos dos pratos citados, consulte: wwwpontoguiagreciapontohpg.

Os diamantes se formam nas profundezas da terra, como eles chegam à superfície?

Vulcões - é a resposta. Quando os vulcões entram em erupção, os diamantes são lançados para cima na lava ou permanecem na cratera, na parte central do vulcão. Por isso, o melhor lugar para encontrar diamantes é no centro de um vulcão extinto, em um tipo de rocha chamado kimberlito. O nome Kimberlito vem da cidade de Kimberley, na África do Sul, de onde foram extraídos diamantes pela primeira vez nos anos 1870 e ainda hoje são produzidos alguns dos maiores diamantes do mundo.

A chaminé de kimberlito na mina de diamantes de Kimberley na África do Sul é cavada a profundidades de mais de 1.000 m (3.500 pés) abaixo da superfície. (Fonte: Wikipédia)