EPOV

Meu sono foi agitado e sem sonhos e eu acordei sentindo Bella em meus braços. Eu corri meus dedos pelos seus cabelos, tomando cuidado para não acordá-la.

O sol ainda não havia nascido e a lua crescente estava claramente visível através da janela. As estrelas eram pouco visíveis devido as luzes ofuscantes de Portland, mas não importava. Bella era a única estrela de que eu precisava.

Eu acordei com a cabeça latejando, mas sem ânimo para me mover, enquanto Bella se virava, resmungando ligeiramente.

"Não! Alice, não." Eu a ouvi gemer. Eu ri suavemente, beijando sua testa. "Edward! Não deixe ela me levar."

"Eu não vou, amor." Eu jurei, a silenciando. Ela grunhiu em agradecimento, agarrando minha camisa e se inclinando para mim.

"Emmett! Coloque o peixe dourado de volta no aquário" ela murmurou, me dando um tapa. Eu ri baixinho, aconchegando meu rosto em seu pescoço, para me acalmar. "Não faça... não faça..."

Eu ri, beijando o vão sob sua orelha. "Bella", eu sussurrei. "Eu gostaria tanto de poder dizer como me sinto."

"Edward." ela choramingou, enlaçando suas pernas nas minhas e eu entendi aquilo como um sinal para que eu continuasse.

"Eu acho que amo você. Sim, eu amo. Mas eu me preocupo demais com você para lhe contar isto." As palavras soavam confusas e bobas em minha própria mente. "Eu queria que você pudesse me ouvir."

"Hmm." ela zumbiu, sorrindo docemente. Eu não pude evitar imitar seu gesto, fechando meus olhos, tentando dormir novamente. Minha cabeça ainda estava latejando, mas menos do que antes.

Nós continuamos ali, deitados juntos; eu segui ouvindo Bella respirar e fazendo alguns comentários de tempos em tempos. Alguns não faziam sentido, outros, partiram o meu coração, como um sobre Forks e sua mãe; outros, por fim, eram completamente histéricos. Mas foi quando a lua já tinha desaparecido do céu e o sol começava a subir, deixando as nuvens numa mistura de cor-de-rosa, azul, púrpura e laranja que ela começou a resmungar algo que fez meu coração saltar para fora do peito. A luz entrava pela janela, iluminando o quarto e acentuando suas feições. Sua boca se abriu ligeiramente, sinalizando que ela estava a ponto de dizer algo; mas nem mesmo em um milhão de anos eu poderia me preparar para aquilo.

"Edward", ela sussurrou suavemente, apertando seu rosto. "Edward?" ela chamou um pouco mais alto, beirando a histeria.

"Eu estou aqui", eu disse ternamente, desejando saber por que ela achava que eu partiria.

"Eu te amo." Embora as palavras tenham sido claras como cristal, ela disse isto tão suavemente que eu não estava bem certo de que ouvira corretamente. Eu me aproximei ainda mais, meus olhos arregalados ao máximo, enquanto eu apoiava minha cabeça sobre o seu coração. No início, eu tive medo de que ela não repetisse, mas o destino estava uma vez mais ao meu lado.

"Eu te amo." Ela repetiu, mais alto do que da vez anterior. Eu podia sentir as lágrimas se formando em meus olhos enquanto ela repetia pela terceira vez, suspirando feliz e se aconchegando ainda mais ao meu lado.

'Ela não sabe o que está dizendo', eu tentei me convencer. 'Ela está inconsciente. Ela não quer dizer isto.'

Mas ao mesmo tempo, eu sabia que ela queria. Alguém já havia dito, que enquanto dormimos, algumas das coisas mais verdadeiras são reveladas. Eu sorri amplamente diante daquele pensamento. 'Minha Bella', eu pensei, sentindo como se estivesse voando. 'Ela me ama.'

Naquele momento, eu fiz uma promessa para mim mesmo. Eu jurei que eu falaria para ela como eu me sentia. Eu não sabia quando ou como, mas eu sabia que aquele era o próximo passo a ser dado. Em vez de me apavorar ou fugir como eu tinha feito quando aquela idéia me passou primeiramente pela cabeça, agora eu me sentia invencível. Era incrível como aquelas três palavrinhas pareciam ter me dado coragem para libertar a minha alma, mas ainda havia mais.

Bella tinha dado a maioria dos primeiros passos nesta relação, usando uma quantidade antinatural de paciência, esperando por mim. Eu não podia deixá-la fazer mais isso; se minha mãe tivesse razão, nós dois queríamos aquilo. Eu precisava me arriscar e lhe mostrar exatamente o que tinha para ser mostrado.

Eu forcei meu cérebro tentando pensar no modo perfeito para lhe falar, mas meus pensamentos estavam tomados com a adoração e amor incondicional que eu sentia por esta mulher. Ela tinha trazido coisas a tona, que eu nunca imaginei que poderia deixar sair, revelar emoções que eu achava que nunca poderia expressar. Ela era verdadeiramente um presente, um anjo em cada sentido da expressão.

Com pensamentos estranhos sobre um futuro com Bella, eu caí novamente na inconsciência, com aquelas três palavras queimando em minha mente.

O barulho irritante do seu telefone me despertou, mas eu não me preocupei em abrir meus olhos. Eu ouvi ela se erguer na cama, pegando o celular na mesinha de cabeceira, atendendo-o. Por educação eu ignorei a maior parte da conversa, fechando meus olhos.

"Tudo bem, pai, eu ligarei. Eu te amo." Eu a ouvi dizer. Ela estava falando com o pai. Ele deve ter respondido e ela desligou o telefone, o apoiando novamente na mesinha e bocejando.

As mesmas três palavras gritavam em minha mente, trazendo de novo aquela memória. Eu me sentei rapidamente, com os olhos arregalados. Bella sabia que ela havia dito isso? Ela se lembrava? Eu deveria lhe contar?

Bella virou-se para mim, franzindo a sobrancelha ao notar minha expressão. Eu sabia que estava parecendo chocado e confuso, mas eu não sabia ao certo qual deveria ser o próximo movimento. Eu não queria gritar meus sentimentos assim, ao acordarmos, principalmente se ela não quisesse dizer o mesmo.

"O que foi?" ela perguntou, assustada. "Edward, o que foi?" ela repetiu quando não obteve resposta.

"Nada." Eu disse, rezando para soar o mais indiferente possível.

"Jura?" ela perguntou cepticamente. Eu me deitei novamente, a puxando em meus braços e a beijando suavemente.

"Sim."

Eu sabia que ela não tinha acreditado, mas ela não insistiu. Aquilo me tocava, mas me frustrava ao mesmo tempo. De alguma forma, eu não queria ser empurrado para um caminho errado. Bella entendia isso. Eu nunca tive certeza se eu um dia conseguiria sair de trás da concha sólida que eu havia construído, mas de alguma forma eu queria correr para fora e descobrir até onde eu poderia ir. Mas só Bella poderia fazer isso.

"Você tem que trabalhar?" ela perguntou. Eu forcei meu cérebro a se lembrar que dia era, mas em minha cabeça, apenas uma coisa ressoava, como um mantra: aquelas três palavrinhas.

"Eu acho que não." disse, ainda confuso. Ela riu, confundindo ainda mais meus pensamentos. Depois de olhar o calendário preso na parede, acenei com a cabeça. "Sim. Na verdade, logo." Eu comecei a sair de cama, mas um outro pensamento me preencheu. "Você tem aula." Eu disse, com a voz um pouco mais dura.

"E?" ela descansou os braços atrás a cabeça, esboçando tranqüilidade.

"Eu sinto muito por ter ficado durante a noite. Eu deveria ter me lembrado que você tinha aula." Eu me desculpei. Ela se mexeu, ajoelhando-se na cama, de frente para mim.

"Por favor não se preocupe com isto. Eu não queria que você tivesse que dirigir até em casa e eu gosto bastante desses 'arranjos' para dormir", ela disse, piscando alegremente.

"Se você tem certeza disso." Eu repeti pelo que parecia a oitava vez nas últimas 24 horas, a trazendo para mais próximo de mim e a beijando profundamente.


BPOV

Eu tinha me prometido, meses atrás que eu não forçaria Edward a me dizer qualquer coisa que ele não quisesse. "Obrigação de ser igual é ruim", meus professores do ensino médio viviam repetindo em nossas cabeças. Mas havia momentos em que eu queria poder olhar para ele e lê-lo, como se faz com um livro; saber o que estava acontecendo e o que dizer. Eu me sentia desamparada.

Mas enquanto ele se levantava para se preparar para o trabalho, eu empurrei os pensamentos para um canto de minha mente, tentando pensar apenas na minha aula de daqui a pouco. Claro que isso era quase impossível com um bombeiro meio-vestido andando próximo a mim, mas eu fiz o meu melhor.

Não demorou muito para que eu colocasse as minhas coisas dentro de uma bolsa, colocasse uma calça jeans, uma camiseta e amarrasse meu cabelo em um rabo-de-cavalo malfeito. Eu me sentia mal não preparando um café da manhã decente, mas ele parecia contente ao roubar uma barra de granola da despensa.

Ele jogou minha bolsa por cima dos seus ombros, enquanto pegava a chave e seguia para o Volvo, estacionado em frente ao prédio.
Eu sabia que Edward não me deixaria caminhar, então não tive outra escolha a não ser entrar no carro, esperando até que ele encontrasse uma estação de rádio satisfatória antes de dirigir pelo familiar caminho que levava a faculdade.

"Você estará aqui quando eu sair?" perguntei, mordendo meu lábio esperançosamente. Meu coração falhou uma batida caiu quando ele negou com a cabeça, com uma expressão evidente de remorso no rosto.

"Eu sinto muito. Eu tenho que trabalhar hoje à noite."

Desanimada, eu acenei com a cabeça me virando e indo em direção ao edifício. Claro que ele teria que trabalhar, eu tinha esquecido.

"Amor?"

Eu me virei automaticamente, com as bochechas corando por minha pergunta anterior. "Sim?"

"Eu sentirei sua falta." E eu sabia que ele estava sendo sincero. Havia algo na entonação dele que me acalmava; sua voz aveludada poderia me compelir a acreditar em qualquer coisa.

"Eu também sentirei sua falta." Eu resmunguei pateticamente, com muito menos emoção do que ele. Edward riu, apoiando-se e abrindo a porta do passageiro, fazendo-me franzir as sobrancelhas, em evidente confusão.

"Eu não estou a ponto de deixá-la ir sem dizer adeus." Ele disse, fingindo seriedade.

Eu bufei, voltando e me sentando amavelmente em seu colo, sobre o assento. Eu inalei profundamente, e seu cheiro pareceu apagar, imediatamente, qualquer preocupação que eu tivesse. "Muito melhor." Eu o ouvi sussurrar, enquanto beijava minha testa e olhava atentamente para mim. "Você promete que me falará se houver qualquer problema?"

Ainda ligeiramente deslumbrada, eu balancei minha cabeça, me perguntando o que poderia dar errado. "Claro."

Ele me beijou, suave, mas apaixonadamente, e sorriu. "Tchau, amor."

Eu bati a porta pela segunda vez, esperando até que o carro estivesse fora do meu campo de visão para caminhar até o prédio. Eu entrei, sentindo o ar morno acalmar imediatamente minha pele gelada. Entrei na sala ainda tentando estabilizar minha respiração depois do beijo quente de Edward, observando as fileiras atrás de uma cadeira vazia.

Meu bom humor desapareceu imediatamente quando Tanya parou duramente à frente da sala, me encarando friamente. Eu acenei com a cabeça, tentando ser educada, mas ela apenas seguiu me encarando. Eu resisti ao desejo de gritar e me sentei em uma cadeira disponível em um das primeiras filas. Eu não a deixaria me intimidar. Edward tinha razão... ela não podia ditar a paixão que eu tinha pelo assunto. Ele ainda não havia me dito completamente quem ela era, mas eu tinha minhas próprias suspeitas.

"Ei!" Angela disse, tirando sua echarpe e sentando na cadeira ao meu lado. "Como você está?" ela perguntou, preocupada.

"Bem." respondi, ligeiramente confusa.

"É só que, eu não te via desde..." ela disse, brincando com um anel na mão esquerda. Eu me esqueci imediatamente da sua frase, puxando sua mão e encarando o anel com os olhos arregalados.

Angela!" Eu disse, um pouco alto. Ela riu, tentando soltar sua mão do aperto da minha.

"Eu sei." ela murmurou, virando o diamante. "Não é deslumbrante?"

"É lindo." Eu concordei, com um sorriso extático em meu rosto. "Quando aconteceu?"

"Há alguns semanas. "

Eu balancei minha cabeça. Todo mundo que conhecia Angela e Ben estava cansado de saber que ele acabaria a pedindo em casamento, mais cedo ou mais tarde. Eu a abracei firmemente, mordendo meu lábio e repelindo a palpitação em meu peito.

"Eu estou tão contente por você." Eu disse honestamente. Ela acenou com a cabeça e eu pude notar que ela parecia mais feliz do que nunca.

"Com licença." Uma voz afiada soou do corredor próximo a mim. Eu virei minha cabeça para a direita, para encontrar Tanya parada. Angela se contraiu, mas eu apenas cruzei meus braços, torcendo para não começar a tremer.

"Sim?" respondi por entre os dentes.

"Você esta atrapalhando a classe. Se quiser permanecer nesta turma, eu lhe aconselharia a se acalmar."

Eu ri daquilo, sem saber ao certo se ela tinha aquele poder ou não. Acabei decidindo seguir por um caminho mais seguro, apenas acenando com a cabeça e voltando meu olhar para a frente. "Sinto muito." Eu me desculpei vagamente.

Depois de ter certeza que eu não me levantaria e causaria um tumulto, Tanya caminhou até a frente da sala, onde o Professor Stewart clareou a garganta, silenciando a classe imediatamente. Ele começou a falar sobre um ensaio que seria cobrado dali a alguns dias e eu resolvi prestar atenção, apesar da irritante professora assistente parada lá na frente.

A aula passou torturantemente devagar. O relógio na parede parecia se arrastar e eu seguia o ponteiro segundo por segundo. Faltavam dois minutos para que eu me visse livre daquele olhar me encarando. Eu podia apostar que Angela tinha notado aquilo, contribuindo para a minha certeza de que não era apenas uma coisa da minha imaginação.

"Você alguma vez falou com ela?" ela perguntou enquanto nos despedíamos. Eu neguei com a cabeça, mais cansada do que irritada.

"Nunca até o primeiro dia de aula."

Ela balançou a cabeça, comprimindo os lábios. "Estranho."

Eu sorri diante da preocupação genuína de Angela, mas acabei tendo que rir quando ela colidiu com os braços de Ben, apoiado no batente da porta.

"Bella!" ele disse, embalando Angela em um lado e oferecendo o outro braço em um convite para um abraço. Eu aceitei, sorrindo. "Como você está?"

Eu fiz uma careta, encarando Angela. "Muito bem."

"Eu ouvi sobre o... acidente." ele disse, com a voz um pouco mais suave enquanto olhava por sobre os meus ombros, prendendo a respiração. Ao levantar a cabeça ele tinha a mandíbula apertada e eu me virei para ver o que estava errado.

Tanya estava encostada no quadro, sorrindo sedutoramente para Ben. Eu lutei contra a raiva, empinando meu nariz e apoiando em seu braço.
"Vamos sair daqui."

"Desculpa." ele disse quando chegamos do lado de fora do prédio. "Eu não gostei do modo como ela olhava." Eu entendi o que ele queria dizer, mas me parecia que havia algo mais.

Angela riu alto. "Isso é um alívio."

Eu observei a interação dos dois e rapidamente me lembrei do anel em seu dedo. "Eu ouvi que você finalmente pediu a Angela em casamento, Ben." Eu sorri alegremente.

"Já não era sem tempo." Angela zombou. Ela sempre ficava bem mais solta perto dele. "Eu já estava perdendo as esperanças."

"E você, Bella? Algum rapaz?" Ben tinha tentado me apresentar alguns de seus amigos, mas eu nunca estive interessada. Eram sempre os mesmos tipos... alunos bêbados de faculdade, a procura de uma aventura por apenas uma noite. Se era isso que as relações de faculdade tinham para me ofereceu, eu preferia continuar sozinha.

"Talvez."

Os dois ergueram as sobrancelhas, como se já estivessem planejando a próxima fala 'o sujeito certo está lá fora, Bells. Você apenas tem que esperar por ele' que eu tinha ouvido tantas vezes antes.

"Sério?" Angela perguntou, dando uma olhada ao redor , como se ele estivesse escondido nos arbustos. Eu mordi meu lábio diante daquele pensamento, tentando não rir.

"Sim." Eu ruborizei furiosamente, chutando uma pedrinha.

"Onde ele está?"

Eu ri, apontando meu dedo para trás. "No trabalho. Ele é bombeiro na estação ali de baixo." Eu sentia um orgulho de falar de Edward, como se falasse de mim mesma.

"Qual é o nome dele?" Ben perguntou, com um tom entre a felicidade e a quase suspeita, como se ele soubesse de algo que eu não.

"Edward." Eu respondi, confusa.

"Oh não, merda." Eu o ouvi resmungar me pegando de surpresa. Ben quase nunca xingava, pelo menos, não perto de mim. "Edward Masen." ele completou para mim, com uma expressão de assombro.

"Como você... " eu comecei a questionar, pasma. Edward dizia não ter tido amigos próximos, ninguém além de mim, exceto por um seleto grupo de pessoas.

"Edward e eu estudamos juntos na PSU", ele explicou, gesticulando com as mãos. "Eu sempre achei que ele fosse estranho...nunca teve uma namorada. Bem, com exceção de Tanya."

Eu sufoquei. "Tanya? A..."

"Sua professora assistente? Sim. A mesma."

Lentamente, tudo começou a fazer sentido. Então... Tanya é... era...." Eu gaguejei, confusa.

"Ex-namorada de Edward?" ele completou, parcialmente divertido com o meu vaguear. "Eles saíram por alguns meses."

Eu apertei meu nariz, inalando o ar frio de setembro , sentindo-o queimar em meus pulmões. "Eles saíram?" Eu rangi. Eu sabia que estava sendo repetitiva, mas não me preocupei. Só assim para conseguir fazer com que meu cérebro registrasse aquilo.

"Sim, Bella. Edward e Tanya saíram durante alguns meses." ele disse, exasperado.

Eu gemi, revendo em minha memória seu olhar negro e gelado sobre mim.

"Tudo finalmente faz sentido." Eu estava me regozijando interiormente por conseguir formar uma frase coerente.

"Eu tentei juntá-los durante alguns anos, mas Edward não quis levar aquilo adiante." Ben disse, puxando Angela para mais perto.

"Edward lhe contou o que aconteceu?" Eu agradecia pela não mais proximidade entre eles.

"Não realmente. Um dia nós estávamos conversando e ele disse que ele teve que romper... não estava funcionando e ele não queria se envolver em uma relação naquela época."

Eu queria saber quando tinha sido, mas não tinha tempo para perguntar mais nada. Eu podia ver que eles estavam loucos para sair dali. "Eu vou deixá-los ir." Eu disse, sorrindo maliciosamente aos movimentos exultantes de Angela.

"Desculpa." ela disse, parando de pular. "Nós vamos almoçar com os meus pais."

Eu elevei uma sobrancelha. "Eles sabem?" Eles acenaram com a cabeça simultaneamente. "Nós lhes falamos semana passada. Papai estava..."

Eu acenei com a cabeça entendendo. O pai dela era o Pastor em Forks, e por mais que ele gostasse de Ben, eu podia imaginar como aquela situação gerava uma certa tensão.

"Eu te ligo mais tarde?" ela acrescentou esperançosamente enquanto Ben a arrastava pela mão. Eu acenei com a cabeça. Com um último relance passageiro eles viraram a esquina, me deixando ali, sozinha, no vento frio.

Eu caminhei a curta distância até o apartamento, completamente gelada. Eu esfreguei minhas mãos, tentando descongelá-las e depois joguei minhas coisas sobre a mesa da cozinha.

"Bella! Alice exclamou, saindo do quarto, com a máquina fotográfica e um rolo de negativos.

"O que você está fazendo?" Eu perguntei, olhando para a tira de filme, tentando entender as diferentes figuras.

"Tirando fotos." ela respondeu, tirando uma de mim. O flash disparou, me encobrindo.

"Alice." Eu assobiei. "Por que?" Eu esfreguei meus olhos, tentando livrá-los dos borrões brancos.

"Esme quer fotografias. E já que eles não podem vir nos visitar, porque Carlisle anda ocupado no hospital e Esme está envolvida em um novo projeto, eu disse que enviaria as fotos."

Eu ri baixinho diante do pensamento de que Forks tinha emergências suficientes para encher o hospital, mesmo eu não estando mais lá. Eu tinha certeza que havia batido algum recorde enquanto morava lá.

"Olá Bella." Jasper disse suavemente, aparecendo no corredor com uma garrafa de água nas mãos. "Como foi a aula?"

"Boa. E você, como está?" Eu perguntei, dando a Alice um olhar questionador.

"Bem."

O cômodo ficou em silêncio por um período, enquanto Alice ia atingindo um tom cor de rosa. "Bella, eu posso falar com você um instante?"

"Mhmm." Eu zumbi, gesticulando para ela entrar no meu quarto comigo. Ela fechou a porta, falando o mais baixo que podia.

"Ele é perfeito!" ela sussurrou espalhafatosamente, sorrindo de orelha a orelha. "Absolutamente perfeito. Quando eu mencionei que não poderia sair porque a mamãe queria fotos, ele disse que poderia vir e ajudar. Ele trouxe o almoço... oh, Bella." ela se jogou para trás, batendo a cabeça contra a porta. Eu abafei minha risada, a puxando em um abraço.

"Eu estou tão feliz por você." Eu disse pela milésima vez desde que a relação entre eles havia começado. "Ele é tão perfeito para você."

"Eu sei!"

"Alice?" Jasper chamou, batendo uma vez na porta. "Eu posso comer esse frango frito que encontrei na geladeira?" Ela se abanou dramaticamente com a mão. "Claro."

Ele grunhiu um obrigado, deixando uma Alice exultante comigo. "Vá." Eu disse, a praticamente empurrando para ele. "Eu estarei aqui, ponderando sobre minha deprimente vida amorosa."

Ela pôs as mãos na cintura, fazendo uma carranca. "Isabella Swan. Edward é o melhor sujeito que eu conheço com exceção de Jasper e ele é absolutamente perfeito para você. Dê tempo a isto. Você não pode esperar que ele se abra da noite para o dia. Ele levou anos construindo todas aquelas barreiras... tudo dará certo no fim. Todos nós podemos ver o quanto ele te ama."

Novamente, a palavra amor. "Ele não ama." Eu insisti, esperando que aquela fosse a última vez que eu lhe diria aquilo. Ela pareceu divertida, antes de responder.

"Isso é o que você pensa. Espere e verá."

O telefone dela vibrou, a fazendo pular. Ela o tirou do bolso, olhando o visor antes que um olhar apavorado se formasse em sua face. "Eu voltarei em breve." ela disse depressa, correndo para fora do quarto e do apartamento.

"Onde ela vai?" Jasper perguntou, terminando de comer uma asa de galinha. Eu encolhi os ombros, sentando ao seu lado na mesa, deitando minha cabeça entre os braços. "O que está errado." ele perguntou, quase como uma exigência para que eu lhe contasse e não como uma simples pergunta.

"Nada." Eu murmurei, dando de ombros.

"Vamos lá, ele urgiu, abaixando sua cabeça até ficar cara a cara comigo. "Eu sou bom com pessoas."

Eu ri, encolhendo os ombros. "Eu só estou querendo saber por que Alice estava tão reservada. Esta não é a primeira chamada que ela recebe e corre para fora.

"Talvez seja um segredo." ele brincou, me cutucando.

"Merda nenhuma, Sherlock." Eu rosnei. "Nós não escondemos nada uma da outra desde que nos conhecemos em Forks. Nem mesmo quando... "

"Eu não sei do que se trata." ele disse, levantando a mão para me parar. É um negócio dela, não meu."

"Você é uma pessoa muito melhor do que eu." Eu observei, sorrindo.

"Eu tento."

Nós permanecemos em silêncio enquanto ele pegou outra asa de galinha, devolvendo o restante do pote para a geladeira. Aquele havia sido um "presente" de Emmett, na sua última ida ao supermercado.

"Sinto muito." Alice disse, voltando à cozinha e se sentando no colo de Jasper. Chamada de emergência."

"Eu bufei, bebendo minha água. "Mhmm."

"Bella! Não fique furiosa". ela disse, fazendo beicinho. "Você sabe como eu fico péssima quando você está com raiva de mim."

"Alice", eu respondi, usando o mesmo tom. "Então por que é que você está escondendo algo de mim?"

"Não é só de você!" ela tentou se desculpar, com os olhos arregalados. Eu elevei minha sobrancelha. "... o carteiro não sabe."

"Soe os alarmes!" Eu gritei, lançando minhas mãos no ar. "Eu e o carteiro deveríamos nos dar as mãos então. Nós, aparentemente, somos os únicos por fora do que quer que seja."

"É para o seu próprio bem que você não sabe. Eu acho que você me mataria se eu lhe falasse."

"Você contou para o Emmett." Eu pontuei. "Ele não consegue guardar um segredo.

"Bella, você descobrirá logo."

Depois de se desculpar por ter que ir até o apartamento de Jasper revelar as fotos, eles saíram e eu me sentei, sozinha no apartamento. Sabendo que Edward não deveria aparecer até a tarde seguinte eu voltei até o meu quarto, completamente entediada. E ainda era meio dia.

Depois de gastar algum tempo escrevendo alguns esboços para iniciar o meu ensaio, sempre me deparando com algum beco sem saída, e até mesmo, lavando toda a roupa suja, eu tive uma idéia brilhante! Rapidamente eu disquei o número de Emmett, conseguindo todas as informações necessárias, preparando o que precisava e correndo para fora de casa. Eu ouvi o toque do telefone, mas o ignorei, ansiosíssima por ver Edward.

Eu parei em frente ao batalhão, feliz por ver os dois caminhões estacionados seguramente dentro da garagem. Emmett me encontrou na porta, tentando pegar a bolsa em minha mão.

"Não." Eu disse, o empurrando. "Emmett, eu vou acabar derrubando isto."

Ele riu, esfregando a barriga. "Por favor, Bells? Tenha pena de nós, pobres meninos cujas noivas não os amam, não trazem comida para eles."

Eu ri. "Sem chances. Sinto muito."

Ele fez uma carranca, enquanto abria a porta para mim, me indicando a escada. Eu funguei diante do cheiro de pizza que me invadiu, me preparando para o que veria a seguir.

Eles deviam ter feito uma faxina geral quando Rose e eu estivemos aqui, para trazer mantimentos, porque naquele exato momento, o local estava um verdadeiro desastre. Cartões estavam espalhados pelo chão, meia pizza se encontrava sobre a mesa enquanto os rapazes estavam no sofá, vendo uma partida de futebol americano.

"Yeah!" Emmett gritou, imediatamente vidrado no jogo. "Universidade do Texas, baby! Touchdown!!"

"O que? Inferno não." Mike replicou, virando a cabeça dele para ver os jogadores de laranja e branco comemorando no campo. "A&M sempre."

"Você está bêbado?" Emmett perguntou, soando genuinamente interessado. "Não neste universo. Longhorn's são os melhores."

"Tanto faz." Mike respondeu, rolando os olhos. Eu abafei uma risada diante da resposta, mas preferi não chamar a atenção para mim. "Eles não são."

"Quem ganhou o jogo?" Emmett perguntou retoricamente, apontando para a tela "Como eu pensava..."

Eu balancei minha cabeça, fazendo-o olhar novamente pra mim. "Deixe pra lá, Em. Deixe o pobre menino em paz."

"Por que você está aqui?" ele perguntou, ainda irritado por eu não ter levado comida pra ele.

"Eu quis fazer uma surpresa para o Edward no jantar." respondi. "A menos que vocês já tenham comido..." Eu apontei para a pizza na mesa.

"Não, ele não quis." Emmett disse balançando a cabeça em descrença. "Mais para nós. Ele está no escritório."

Eu segui as indicações dele, até colidir com uma porta, com um pequeno vidro, enfeitado com cortinas brancas, abertas. Eu espiei pelo vidro, sentindo meu coração acelerar diante da visão de Edward, curvado sobre a escrivaninha, com uma mão no cabelo, o desordenando ainda mais e com um lápis na outra mão, preso com tanta força que eu achei que o quebraria a qualquer momento. Ele suspirou, audívelmente pela porta fechada e sacudiu o lápis, apagando uma boa parte do que estivera escrevendo. Eu o observei se apoiar para trás, apertando o nariz.

Eu me perguntei brevemente se deveria deixar quieto e voltar mais tarde, mas a voz alta de Emmett estragou tanto a minha surpresa, quanto o meu debate interior.

"Bella! Você se perdeu? Meu senso de direção não é tão ruim assim."

Imediatamente a porta se abriu, revelando um Edward com uma expressão confusa. "Bella?"

"Muito obrigada, Em." Eu disse me virando em sua direção. Eu olhei para os olhos verdes aparentando confusão, enquanto sorria debilmente.

"Olá?" Saiu mais como uma pergunta.

"O que você está fazendo aqui?" ele perguntou. Eu me encolhi, sentindo minhas bochechas queimarem.

"Eu... achei que você pudesse estar com fome." disse por entre minha respiração, surpresa por perceber o duplo sentido em minhas palavras.

"Você trouxe comida?"

"Sanduíches." Eu disse, como se isso fosse quase nada. "Eu me lembrei como você disse que não comia muito, pelo menos não saudavelmente, e eu quis..." Eu desandei a explicar, envergonhada. "Mas eu já vou. Emmett?" Eu chamei, mas Edward cobriu minha boca, fazendo um sinal negativo com a cabeça.

"Não! Eu estou feliz por você estar aqui, eu estava mesmo pensando em você. Eu senti sua falta."

Eu pensei sobre o quão frustrado ele pareceu quando eu não respondi enquanto ele pegava a sacola de minha mão e enlaçava nossos dedos, passando seus lábios suavemente sobre as minhas juntas.

"Eu senti sua falta." ele repetiu, inclinando minha cabeça para cima. "De verdade."

"Eu também senti a sua." Eu disse, embora minha voz não tenha demonstrado tanta emoção quanto a dele. "O dia passou tão devagar."

"Para mim também." ele carranqueou. "Eu estava deprimido pelo pensamento de que não poderia vê-la antes de amanhã a tarde, tendo que ficar com eles", ele disse apontando para o sofá onde Mike e Emmett conversavam sobre o Rose Bowl de 2006 com UT X USC. A discussão entre eles ecoava pelo batalhão, arrancando uma alta risada de mim.

"Você gostaria de comer?" Edward perguntou, fechando a porta e apoiando a bolsa na mesa. Eu tentei dar uma olhada rápida no que ele tinha estado escrevendo tão furiosamente, mas a folha rabiscada de papel foi colocada em seu bolso antes que eu tivesse qualquer chance. Eu peguei o presunto e o queijo, os colocando em um prato de papel, e o entregando para ele.

"Sinto muito, a apresentação não é das melhores." Eu disse, olhando para a lamentável desculpa de um jantar. "Foi tipo uma idéia súbita."

"O fato de você ter vindo, já significa tudo para mim, Bella. O jantar é apenas um extra extraordinário."

Eu sorri, mordendo um pedaço do meu sanduíche. Eu o ouvi falar, mas ao mesmo tempo, me vi fascinada com a idéia de estar, finalmente, no local onde ele passava a maior parte do seu tempo.

"Bella?"

Eu levantei a cabeça, olhando para ele. "Desculpa" Eu disse, sabendo que ele estava tentando chamar minha atenção.

"Eu perguntei como foi a aula."

Eu pulei a parte sobre Tanya, indo direto para o fim do dia. "Eu reencontrei um amigo que eu não via há um tempão. E parece que você também o conhece. Ben Cheney?"

"Você conhece o Ben?" ele perguntou, com um tom de descrença. Eu acenei com a cabeça, enquanto pegava um pedaço da casca do pão que havia caído sobre o prato.

"Ele está saindo com uma amiga minha dos tempos do segundo grau, Angela. Ele também é de Forks."

Ele riu. "Que mundo pequeno."

Eu respirei fundo, me preparando para a próxima pergunta. "E você e Tanya saíram juntos?"

Ele tossiu, arregalando os olhos. "Ele te disse isso?"

Eu balancei minha cabeça. "Ele não deveria ter feito isso." Eu exclamei, mordendo meu lábio e esperando que eu não precisasse continuar.

"Eu sinto muito", ele disse, com os olhos suaves. "Eu não queria que você se envolvesse ainda mais com ela além do que era necessário para sua aula."

"Meses, huh?" Eu perguntei, recordando os detalhes que Ben tinha me dado. Ele olhou para baixo, quase envergonhado.

"Sim." respondeu com a voz dura.

"Eu não quero... Eu não quero dizer..." Eu sabia o que eu queria dizer, mas não encontrava jeito de colocar aquilo para fora. Admitindo que eu não quis inquirir eu estaria fazendo isto de qualquer forma.

"Ben nos apresentou. Nós saímos durante alguns meses. Não deu certo."

"Por que?" Eu perguntei, testando minha sorte. E a paciência dele.

"Eu não sei." ele disse, exasperado. "Eu apenas... Bella, eu quero lhe contar mas eu tenho medo de que isso acabe afastando você de mim."

Eu coloquei minha mão em cima da sua, acariciando a palma dele com meu dedo polegar. "Por favor me conte. Eu não correrei. Eu prometo. Até porque, se eu tentar, eu caio." Eu zombei. Edward sorriu, grato pela minha tentativa de desanuviar o clima.

"Eu não pude controlar a relação." ele começou. "Eu quis levar as coisas em uma velocidade lenta. Eu achei que Tanya seria a pessoa que iria me ajudar a demolir essas paredes que eu tinha construído tantos anos antes e que estaria me entendendo. Eu sabia que eu teria que me aventurar para fora da minha zona de conforto, mas..."

"Mas?"

"Mas ela quis mais do que eu estava disposto a dar. Levou um bom tempo para que eu percebesse que ela não estava procurando uma relação romântica a longo prazo. Ela queria simplesmente uma relação física, onde eu estava lá para o prazer dela e à disposição dela."

"Você tinha... sentimentos por ela?" Eu perguntei diplomaticamente.

"No princípio. Eu era hesitante sobre me envolver com alguém, como se eu soubesse que a desapontaria no fim e ela não mereceria isso. E veja só como eu estava certo", ele disse, rindo amargamente. Eu balancei minha cabeça, sentando corajosamente no colo dele, passando meus braços ao redor do seu pescoço.

"Edward. Eu conheci Tanya. Eu a vejo muitas vezes por semana, e até mesmo se vocês não tivessem estado juntos", as palavras custaram a sair da minha boca, "Ela ainda seria uma cadela sem coração."

Ele arregalou os olhos diante daquelas palavras. "Eu não estou seguro."

"É sério." Eu insisti, balançando rapidamente minha cabeça, para cima e para baixo. "Confie em mim."

Ele riu. "Eu acho que nunca tinha visto esse seu lado antes."

Eu franzi minha sobrancelha. "Que lado?"

"O lado mais brusco."

Eu me ruborizei. "Eu normalmente não sou assim... Eu só queria que você soubesse qual era a minha opinião."

Ele riu. "Venha, vamos terminar de jantar. Eu não quero que o arruinemos falando sobre Tanya."

Eu voltei até minha cadeira e mordi o último pedaço do meu sanduíche. "E Bella?" ele disse, apoiando em seu braço e trazendo seus lábios até bem próximo da minha orelha. Sua respiração morna atingiu minha pele, me fazendo tremer.

"Meus sentimentos por Tanya nunca excederam até mesmo a fração mais minúscula do que eu sinto por você."

Senti meu coração bater acelerado enquanto eu esperava o dia em que tudo aquilo seria traduzido em um 'eu te amo'.

Mas por hora, eu estava feliz com aquilo.


Oi florzinhas, finalmente mais um capítulo postado. Possivelmente o último de 2009! Mas prometo trazer mais logo na primeira semana do novo ano. Combinado? E aí, o que acharam? Só eu ou vocês também se derreteram com a frase final do nosso querido Ed?! :P

Resposta das reviews:

Carol Venancio: Ai Carol, nem fala flor! Que enrolados né?! Como é difícil ficarem juntos meu deus... falando em IA, estou indo para lá quando terminar de postar aqui! :D E olha olha heim? Nada de ir ler em inglês : Vou tentar dar uma adiantada nessa semana entre natal e ano novo, para voltar a postar com mais regularidade e mais rápido, ok?! ;) bjusssssssss

Bruna Watson: oi flor! Pois é, o que será que vai acontecer com a Putanya né?! Se bem que esses dois já são bem enrolados sozinhos, nem precisam de ninguém para atrapalhar rsrsrs bjussssssssss

MrSouza Cullen: oi florzinha... pois é, é muito difícil mesmo conseguir derrubar a barreira de um trauma e permitir que os outros nos amem ou confiarmos que não vamos fazer mal ao outro né?! É um exercício diário de se arriscar, que o Edward está tendo que aprender a fazer. Quanto aos finalmentes, não demora muito mais não... na fic mesmo, a Bronze só dá a entender, mas ela escreveu uma cena extra que, quando for o momento, eu traduzirei junto, para vocês. Combinado? Bjusssssss

Lariis star: oi flor, espero que esteja gostando! ;)


Amores,

Não sei se terei condições de postar na semana entre natal e ano novo. Esse é o primeiro natal e réveillon meu e de namorido na nossa casa nova e ele cismou de querer fazer festa aqui, para comemorar os dois... e é claro que por mais que ele ajude, quem está tendo mais trabalho sou eu! Mas prometo um super capítulo logo na primeira semana do ano ok? E pra quem lê Deixando o tempo curar as feridas... fiquem de olho! ;)

Desejo a vocês um super Natal, de muita luz e muito amor e um 2010 infinitamente melhor do que este ano que está chegando ao fim, com muitas realizações para todo mundo! Beijão e muito obrigada pela força de vocês, por cada review deixada, por cada palavra de incentivo. Podem ter a certeza de que cada um é recebido com muito carinho e cada um faz a diferença pra mim. Beijão!