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Despedida de Solteiro

"Hinata foi contratada para ser a moça que sai do bolo numa despedida de solteiro, mas coisas muito estranhas acontecem e ela acorda nua, num quarto desconhecido e junto com o noivo."


Adaptação da obra de Karen Kelley.

Disclaimer: Uchiha Sasuke não me pertence, mas eu pertenço a ele, e é tão prazeroso quanto.


Epílogo

Três anos depois...

— Alô, alguém em casa? Toquei a campainha, mas... O que aconteceu por aqui? — perguntou Naruto quando entrou na confusa e desordenada sala de estar, quase tropeçando na bagunça espalhada pelo chão. — Parece que uma bomba explodiu numa fábrica de brinquedos e tudo caiu aqui.

Sasuke veio da cozinha, uma toalha enrolada em volta da cintura e duas garotinhas risonhas enfiadas sob o braço, os cabelos negros balançando em cada passo que ele dava.

— Muito engraçado. Agora venha aqui e me dê uma mão. Rindo, Naruto salvou seu irmão, pegando uma das gêmeas.

— Que linda bruxa você tem, Ahri. Qual é o nome dela? — perguntou ele.

— Karin. Mamãe que escolheu — respondeu Ahri. Naruto riu e voltou-se para o irmão:

— Você está parecendo um pouco pálido.

— Acho que peguei algum vírus. Não tenho me sentido bem ultimamente.

Com um suspiro pesado, Sasuke acomodou-se na cadeira mais próxima, habilmente balançando sua filha sobre o colo.

— Com essas duas, talvez você precise de vitaminas. — Naruto sentou-se no sofá em frente de Sasuke. Ahri imediatamente foi para o chão. — Onde está Kag?

— Fazendo compras. Pelo menos, é o que ela disse que ia fazer.

Ele deu um olhar preocupado para o relógio. Já fazia três horas que ela saíra. Parecia uma eternidade.

— Você sabe, não sei como ela faz isso — continuou Sasuke. — Hinata mantém a casa impecável, as garotas estão sempre limpas e ela nunca parece cansada. Já eu, por outro lado, tento tomar conta das duas garotinhas por algumas horas e a casa se torna um caos. Veja esta sala. A bomba de Hiroshima causaria menos danos.

— Isto é porque ela é esperta. De qualquer modo, não deve ser tão difícil assim tomar conta desses dois anjinhos.

Mei deslizou de sua posição no colo de Sasuke e correu atrás da irmã.

— Acredite-me, irmão, nunca imaginei que ia ser assim tão difícil. Não me interprete mal. Não lamento nem por um minuto sequer. Hinata e as garotas significam tudo para mim nesta vida.

Naruto começou a gargalhar.

— Não ria muito, irmãozinho. Sua vez está chegando.

— Sei disso, mas não posso evitar.

Naruto gesticulou em direção às crianças que estavam felizes, esvaziando terra de uma de suas plantas. Sasuke levantou-se e correu até elas.

— Se sua mãe não está regando demais essas plantas, vocês duas estão tentando replantá-las. E incompreensível que esta ainda esteja viva.

Ele limpou a sujeira das mãos das crianças e direcionou-as para os brinquedos.

— Bernard fez isso, papai — declarou Ahri, sua explicação quase acreditável com aqueles enormes olhos azuis fitando-os diretamente, nunca piscando. E se não fosse pela sujeira na pequenina face, Sasuke teria acreditado na história da filha.

— Bernard — ecoou Mei, solenemente.

A velha coruja empalhada estava pousada no aparador da lareira no seu lugar de honra. Sasuke não pensou que a criatura viera miraculosamente à vida, embora ela tivesse sido limpa e restaurada.

— Bernard? — perguntou ele, olhando para ambas as garotinhas. As duas assentiram.

O pai fez uma careta e ameaçou ir em direção a elas. Ambas correram num coro de risadinhas. Com um suspiro de exaustão, Sasuke voltou ao sofá e sentou-se.

— Não vai levar muito tempo para elas começarem a ir à escola, e então você e Hinata poderão ter um tempo tranqüilo sozinhos — disse Naruto.

— Não as quero crescendo tão rápido — retrucou Sasuke. — Mas devo dizer que pensar num tempo livre só para mim e minha esposa, soa muito bem aos meus ouvidos.

A porta da frente abriu-se e Hinata entrou na sala.

— Fiquei fora tanto tempo assim? — indagou ela, percorrendo o ambiente com o olhar.

Sasuke levantou-se e beijou-a nos lábios.

— Não se preocupe. Eu limparei tudo. Ela lhe deu um olhar empático.

— Foi muito ruim na minha ausência?

— Pior. Quem disse que garotinhas foram feitas de açúcar e tempero, deixou de fora alguns ingredientes importantes.

Rindo, ela acariciou o rosto do marido.

— Mamãe! Mamãe! — gritaram as crianças em uníssono. Hinata sentou-se no sofá, enquanto as duas pequenas atiraram-se em seu colo. Ela as envolveu num grande abraço, beijando cada uma das faces sadias e rosadas. Então olhou para Sasuke, os olhos brilhando.

— Eu já lhe disse que você fica mais bonita a cada dia? Você está positivamente brilhando. Isso me lembra... — suas palavras interrom peram-se quando a compreensão o atingiu. — Uh... você deixou seus pacotes no carro? — O tom dele era desconfiado.

— Não fui exatamente fazer compras. Os ombros de Sasuke caíram.

— Não estou voltando a ter um vírus, estou? Ela meneou a cabeça.

Naruto começou a rir.

— Somente durou algumas semanas na primeira vez, e parei no caminho de volta para casa e comprei uma caixa de biscoitos de água e sal.

Sasuke gemeu.

— E prometo, não abandonarei vocês na cabana de Shikamaru quando estiver perto da hora do parto — declarou Naruto.

Ambos franziram o cenho para ele.

Rindo de orelha a orelha, Naruto levou as gêmeas em direção à cozinha.

— Venham aqui, macaquinhas, tio Naruto preparará uma refeição deliciosa de leite com biscoitos de chocolate.

Ele estava ainda dando sua gargalhada quando a porta fechou-se atrás deles.

Hinata deu um olhar preocupado em direção a Sasuke.

— Você não está aborrecido, está? - Ele puxou-a para seu colo.

— Nunca — murmurou, beijando-lhe o pescoço. — Contanto que você não se importe em fazê-los, não me importarei de tê-los. Ademais, sou minoria nesta casa. Um filho homem seria ótimo. — Ele mordiscou-lhe o lóbulo da orelha, então sorriu quando ouviu o suave gemido saindo dos lábios femininos.

— E se for outra menina? — A voz de Hinata era rouca, enquanto ondas de prazer espalhavam-se por todo seu corpo.

— Não será, tenho certeza. Mas se for, não acho que seria tão mau assim. Afinal, minha avó Kushin ficou muito enciumada da avó Ahri — Sasuke deslizou os lábios através do pescoço dela e as mãos começaram a desabotoar sua blusa. Quando desabotoou o suficiente, enfiou a mão dentro do decote.

— Sasuke? — sussurrou ela, sem fôlego.

— Humm?

— Você acha que Naruto olharia as gêmeas por um tempo?

— Estou certo que sim — Num único movimento, Sasuke ficou de pé com Hinata nos braços. Chutou brinquedos no caminho do quarto do casal. Uma vez dentro, chutou a porta para fechá-la e pôs Hinata no chão.

— Sasuke, amaremos um ao outro como agora, para sempre?

—Para sempre é pouco, minha querida. Diga, por toda a eternidade — murmurou ele, beijando-a com ardor.


Continua...


*Limpando as lágrimas no canto dos olhos*

E finalmente acabou! Era para ter postado antes... mas aí quando estava terminando de responder as reviews aqui no fim do capítulo a aba fechou e eu fiquei revoltada demais pra postar. :D

Enfim, finalmente chegamos ao final desta história. Eu falei que nunca abandonaria uma história enquanto vivesse. Agora irei decidir se postarei Donzela Feroz ou Audácia primeiro... Vai ser uma de casa vez e devagar e sempre. Aguentem. haha

zanna sales: Não demorei, espero que tenha gostado da conclusão da história! :D

Violak: Sim, eu voltei, eu sempre volto. :3

Guess: Não chore! Calma! oaksoaksoask E o que o álcool não faz, não é? rs Espero que tenha gostado do epílogo também.

Me digam o que acharam deste capítulo. :3

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Beeijos.