Capítulo XI:

Capítulo XI: Acertos

Snape desaparatou na sala da Ordem para encontrar Tonks, Shakebolt, Lupin, McGonagall, Dumbledore, os Weasley e Harry ali, em reunião.

- Ah, quem estava faltando – disse Minerva, com um ar de preocupação. – Notícias da srta. Granger?

Snape fez que não com a cabeça.

- Não está na casa dos pais também – disse Snape com a voz baixa.

Dumbledore olhou-o por cima dos oclinhos meia-lua, mas Snape não mudou de expressão e o diretor nada disse.

- Voldemort não disse nada? – perguntou Harry.

- Mas que inferno Potter, você não consegue parar de repetir esse nome? – vociferou Snape.

- Acalme-se, Severo – disse Shakebolt. – Nós vamos encontrá-la. Ela tem de estar em algum lugar.

- Antes que os comensais a encontrem, eu espero – disse Snape.

- Continuamos tendo trabalho a fazer – disse Dumbledore. – Acredito que a srta. Granger esteja segura. Ela só precisa de um tempo. Harry, já que Hermione não vai, levaremos a srta. Weasley.

Harry arregalou os olhos, e seu olhar encontrou o de Snape brevemente antes que Gina desse um salto e subisse as escadas em disparada para trocar de roupa.

- Eu verei se Lúcio não a pegou – disse Snape. – Cruzem os dedos para a resposta ser negativa.

E logo ele se foi. Harry ficou olhando para as escadas. Sentia-se tenso, sentia-se explodir.

Hermione ficara feliz ao ver a porta destrancada, mas viu que Snape não estava em casa e ficou se perguntando se ele ficava na Ordem durante o tempo que não estava lá.

Quando ele apareceu na sala, ela olhou para ele, apenas para encontrar indiferença.

- Já tomou café da manhã?

Ela fez que não com a cabeça. Ele fez sinal para ela segui-lo e ela o fez.

- Severo, eu...

- Calada – ele disse imediatamente. – Não quero ouvir o som da sua voz.

- Mas eu...

Ele virou-se para ela.

- Eu disse calada.

Hermione arregalou os olhos e assentiu. Ele abriu a geladeira e tirou uma torta e lá de dentro. Sobras da sobremesa da noite anterior na Ordem. Ele pôs o prato à frente da menina, que conservava a cabeça baixa, tentando pensar num modo de fazê-lo ouvi-la.

Ele serviu a torta e ela começou a comer. Ele sentou-se à mesa e começou a comer também.

- Tenho estoques de ingredientes muito velhos aqui – disse ele, sério, e ela ergueu a cabeça logo que ouviu o som da voz dele. – Comprei novos ontem, mas é preciso prepará-los. Eu farei isso, mas preciso de potes de conserva limpos, e a julgar pelo seu trabalho na minha sala de estar estou seguro de que você é capaz de realizar trabalhos manuais satisfatoriamente.

Hermione engoliu em seco e assentiu. E voltou na comer. Quando terminou, notou a mão enfaixada dele. Ele não bebera nenhuma poção para aquilo?

Ela fez menção de falar, mas o olhar de Snape a fez continuar calada.

Desceram para o laboratório; Snape na frente a passos largos. Ele indicou uma bancada cheia de vidros de conserva sujos e empoeirados e ela dirigiu-se até lá. Olhou para a pia e suspirou. E começou a lavar. De vez em quando olhava para Snape, que parecia absorto em cortar em rodelas finas algumas raízes de visgo-do-diabo.

Os primeiros que ela acabou de lavar ela organizou de cabeça para baixo num escorredor de louças que estava na pia. E continuou lavando. Ouviu-o praguejar baixinho como no dia anterior e olhou-o. Ele havia se cortado outra vez e agora usava a própria capa para estancar o sangue.

Ela pegou um pano que acabara de lavar e correu para ele. Snape a afastou com uma carranca, mas ela se aproximou e puxou a mão ferida dele para si e desenrolou a capa e a faixa. Era o terceiro corte grande na mão esquerda dele. Os outros dois ainda estavam meio abertos, mas apenas o mais novo sangrava. Ela o puxou para perto da pia e lavou a mão com sangue na água corrente. Ele abafou um gemido de dor.

Ela então envolveu o pano na mão dele com cuidado, mas forte, para o sangue estancar.

- Você não deveria mexer com ingredientes e com uma faca quando está tão desconcentrado – disse ela num tom gentil.

Ele rosnou, mas não respondeu, e voltou à sua bancada, jogando fora o que fora manchado de sangue e voltando a cortar. Hermione suspirou e se aproximou.

- Severo, eu gostaria que você me ouvisse, porque eu n... – começou ela.

- Você tem algum problema para se manter de boca fechada? – esbravejou ele. – Eu não quero ouvir a sua voz, eu não quero a sua presença. Você só está aqui porque eu tenho que guardar esses ingredientes logo, e preciso dos vidros, ou você estaria lá em cima outra vez, e longe das minhas vistas.

- Eu sei que você está magoado, mas eu queria que voc...

- Menina, cale-se – disse ele. – Eu não quero conversar com você, eu quero cortar essa merda aqui. Vá cuidar do seu trabalho ou vá para o inferno, só me deixe em paz.

Hermione suspirou, magoada. Engoliu o choro e voltou a lavar. Ele era tão difícil quando estava ofendido. Quando terminou de lavar aquela infinidade de vidros, ele já havia usado dois deles para dois ingredientes diferentes e estava terminando de preparar o terceiro.

- Terminei – murmurou ela.

- Corte em tiras finas aquelas folhas ali.

Hermione assentiu e sentou-se à mesma bancada que ele, na frente dele, e começou a cortar o que lhe fora pedido. Às vezes olhava para Snape, mas ele a ignorava, então ela decidiu se concentrar em sua atividade.

- Por que você me trancou no meu quarto ontem à noite? – perguntou ela de repente.

- Porque Lúcio veio aqui me trazer notícias – respondeu Snape, sem erguer o olhar do que estava fazendo. – Eu fui realmente inteligente em pôr um feitiço silenciador duplo na sua porta, não fui?

Hermione ficou com a boca aberta, e já ia perguntar mais, mas ele disse:

- Da próxima vez que você abrir a boca eu vou pôr você para fora daqui.

Ela suspirou e voltou à sua tarefa. As coisas estavam realmente insuportáveis daquele modo, mas o que ela poderia fazer se ele sequer queria ouvi-la?

Ela seguiu cortando suas ervas da forma que ele pedira, tentando conceber uma maneira de pedir desculpas. Ela se perguntava se ele ficaria muito bravo se ela simplesmente se despisse na frente dele e o levasse a fazer sexo com ela. E ela se desculparia no meio de tudo. O plano poderia dar errado também; ele poderia se ofender de verdade e expulsá-la dali.

Quando ela ergueu o olhar para ele novamente, teve um sobressalto ao ver o olhar dele fixo nela. Ele sacudiu negativamente a cabeça e voltou a colocar o terceiro ingrediente no vidro de conserva. Levantou-se e lacrou-o. Hermione suspirou. Ela tinha de tentar alguma coisa que não usasse fala, porque ela tinha certeza de que ele cumpriria a promessa de colocá-la para fora.

Ele se sentou de volta na bancada. Ela levantou-se antes que ele pegasse a faca e contornou a bancada. Os olhos dele voaram para ela. Ela parou atrás dele e correu as mãos pelos ombros dele e pelo tórax dele.

- Volte para seu trabalho, menina – disse ele, fazendo menção de se afastar, mas ela manteve as mãos nos ombros dele e começou a beijar o lado do pescoço dele. Novamente Snape fez menção de se afastar, mas não completamente convincente. Ela ainda o manteve no lugar e passou a língua no pescoço dele. Foi recompensada com um gemido. As mãos dele estavam espalmadas na bancada à sua frente quando ele curvou o pescoço para o lado para facilitar o acesso dela.

Hermione tomou vantagem disso e desceu uma das mãos para o membro dele, já totalmente enrijecido. Ele gemeu mais alto. Ela o circulou ainda acariciando-o com vigor e beijou a boca dele. Os lábios se abriram e a língua dele encontrou a dela num beijo passional. Os braços dele envolveram a cintura dela e ele a colocou em cima da bancada com as pernas abertas.

As mãos dele pousaram nas pernas dela e os lábios dele desceram pelo pescoço dela, beijando, passando a língua ali. Ela gemeu alto e envolveu as pernas na cintura dele. As unhas dela arranharam as costas dele. Ele gemeu dentro da boca da menina e forçou os quadris contra ela. Ele rasgou a blusinha dela e arrancou-lhe o sutiã com um só movimento.

Ele beijou cada um dos seios dela e sugou ambos com a mesma força. Ela gemia alto e estava totalmente entregue.

Mas ele se afastou com um meio sorrisinho que ela conhecia bem. Era o mestre de Poções.

- Eu não pretendia treinar você para ser estuprada, srta. Granger – disse ele. E se afastou para o outro lado.

Hermione olhou para ele, incrédula. Ele saiu do laboratório.

- Eu não falei sério – disse ela, descendo da bancada.

Ele havia se sentado no sofá com uma revista em mãos. Hermione, sem se importar com roupas andou até ele do jeito que estava. Parou à frente dele com as mãos na cintura. Ele não olhou para ela.

- Você vai mesmo me ignorar?

Snape não respondeu.

- Mas eu estou tão excitada que essa pulsação abaixo do meu ventre dói... – ela insistiu e deu um sorrisinho ao vê-lo engolir em seco.

Mas ainda assim ele não disse nada. Ela suspirou e sentou-se no sofá à frente do dele.

- Bem, parece que eu terei de resolver isso sozinha então...

Os olhos dele correram para ela arregalados. Ela não tirou os olhos dos dele quando pôs a mão para dentro de sua calcinha e fechou os olhos. E tirou a mão até a altura dos olhos com sua essência. E lambeu os dedos. Ele engoliu em seco de novo.

- Isso é tão triste – sussurrou ela. – Eu preferia o seu corpo em cima de mim, se movendo contra mim... Queria sentir seu pau chegando fundo... E ouvir você gemendo meu nome quando estivesse gozando... Bom, eu posso tentar imaginar isso, mas não é a mesma coisa...

Inconscientemente uma das mãos dele foi atritar contra seu membro, que a essa altura estava implorando para ser solto. Os olhos dele estavam fixos nela com as pupilas dilatadas.

Ela se levantou e tirou o resto das roupas que faltavam para ela estar nua e caminhou até ele e montou no colo dele. As mãos dele apertaram sua cintura e ele tomou os lábios dela num beijo feroz.

Hermione se apressou em abrir as calças dele e libertá-lo, para que ele não conseguisse assumir o controle da situação outra vez.

Ela o guiou para dentro dela e forçou-se para baixo, tomando todo o comprimento dele. Ele gemeu e fechou os olhos ante a sensação dela envolvendo-o. Ela começou a se mover para cima e para baixo. Snape abriu olhos e encontrou os olhos dela nele.

Ele segurou a cintura dela e começou a guiar os movimentos dela com mais força. Ela gritou e arranhou os ombros dele por cima da camisa. Ele forçou-se mais para dentro dela. E ambos sentiram o clímax se aproximando rápido e forte.

- Hermione... – ele gemeu afundando o rosto no ombro dela.

Ela o abraçou e acariciou os cabelos dele, tentando restabilizar o ritmo de sua respiração. A dele estava pesada também, e ele parecia querer consumir todo o oxigênio que havia na sala.

- Você é uma jovenzinha muito desobediente – murmurou ele com a voz de veludo que ainda a fazia estremecer.

Ela afastou-se o bastante para olhar para ele.

- Já fizemos as pazes?

Ele desviou o olhar para o outro lado e ela viu os olhos dele encherem de água. O coração dela foi despedaçado. Ela o abraçou forte.

- Eu não quis dizer aquilo, Severo... Me perdoe. Eu só falei porque estava tão brava que eu precisava magoar você de algum jeito. Eu teria me desculpado naquela hora mesmo... Por favor, ignore isso. Eu nunca pensei que você faria uma coisa dessas...

Ela o sentiu abraçá-la forte e deu um sorriso de alívio para si mesma.

- Eu sei que você não pensou aquilo... Mas para mim... poderia ter sido você, entende... Eu não queria imaginar algo assim, porque isso faz parte dos meus pesadelos há tanto tempo... E você falou, falou com todas as letras...

- Eu sinto muito, Severo – sussurrou ela. – De verdade.

- Eu sei – disse ele, e suspirou. – Moody ainda está em St. Mungus.

Hermione olhou para ele, tentando adivinhar no que ele tinha pensado para dizer aquilo naquela hora.

- Você foi procurar algo sobre aquele feitiço quando o Potter falou sobre ele? – perguntou Snape, um pouco mais sério.

- Eu tinha visto o seu livro do sexto ano – explicou ela. – Quando o Harry falou do feitiço eu já o tinha lido várias vezes, e li o processo de criação que estava anotado naquela página. Eu sabia o efeito daquele feitiço muito antes de Harry nos contar. Por isso eu tinha medo do autor do livro... – ela deu um sorrisinho. – Eu continuava repetindo para o Harry que o livro era de alguém que mexia com artes das trevas...

- Você estava certa, para variar – disse Snape com um suspiro cansado.

- Se eu um dia tivesse imaginado que aquele livro era seu antes de todas as confusões que aconteceram naquele ano, eu nunca teria dito para o Harry parar de usá-lo. E eu provavelmente já teria procurado me aproximar do senhor bem antes.

Snape arqueou a sobrancelha. Ela sorriu e disse:

- Você não faz idéia do quanto eu teria adorado falar de poções e coisas assim com alguém que não fosse dizer que eu era nerd demais, em vez de ter de ouvir sobre o campeonato de quadribol em todo café da manhã.

Ele deu um sorrisinho e acariciou as costas dela em círculos.

- Eu poderia dizer que você era uma sabe-tudo intragável, mas eu ainda me divertia em desafiar a sua inteligência.

Ela encostou a cabeça no ombro dele enquanto ele ainda fazia círculos em suas costas.

- Se você quer descansar é melhor ir para o quarto – a voz dele soou baixa.

- Agora que fizemos as pazes eu ainda terei de dormir em quarto diferente do seu? – a voz dela veio num murmúrio de lamento.

- Bem, achei que você preferia assim... – disse ele. – Não é assim que fazemos na Mansão Black? Cada um no seu quarto?

- Podemos mudar isso também quando formos para lá – sussurrou ela.

Snape suspirou.

- Se preocupar comigo... depois virar minha amante... depois mudar para o meu quarto um ou dois dias depois de dizer que está se apaixonando... Esta é uma evolução perigosa, Hermione, principalmente se pensarmos que ela aconteceu em uma semana.

Hermione sorriu.

- É verdade... Nossa, em uma semana aconteceu tanta coisa... Mas o começo foi sexo – disse ela. – E eu já me preocupava com você bem antes, desde que eu soube das suas atividades de espião. Se você me deixou ver um lado que eu não conhecia, a culpa de eu me envolver é só sua. Se eu começar a dormir no seu quarto, o que isso significa? Que somos amantes e que você cumpriu a missão dada pelo Vold... Você-Sabe-Quem.

- Eu odeio envolver você nisso – disse ele.

- Eu estaria envolvida de qualquer jeito, Severo – disse ela. – Não fique assim.

Ela bocejou.

- Vamos para o quarto – disse ele, movendo-se.

Ela resmungou quando ele se desencaixou dela. O resultado da paixão dele escorrendo pelas pernas dela e deixando a calça dele consideravelmente suja. Ela cambaleou nas pernas bambas, mas ele a segurou a ajudou-a a andar para a porta que ela vira trancada no dia anterior.

Quando ele abriu a porta, ela viu a enorme cama com lençóis pretos, porque era a única mobília realmente grande no quarto. No mais, um armário simples e um criado-mudo.

Ela entrou e foi para a cama.

- Você não quer se lavar? – perguntou ele, tirando as roupas.

- Fazemos isso depois – disse ela. – Estou cansada. Não tenho dormido direito. Odeio mal entendidos.

- Somos dois.

Ele puxou as cobertas e deitou-se na cama. Ela deitou-se ao lado dele e abraçou-o.

- Eu já posso ser confiada com a minha varinha? – ela perguntou numa vozinha fraca.

A risadinha dele fez o coração dela doer, e ele a abraçou mais e beijou o topo da cabeça dela.

- Vamos ficar com poções primeiro – disse ele. – Temos coisas a fazer. Talvez em uma semana de bom comportamento eu devolva a sua varinha para começarmos a treinar.

Ela deu um beijo no ombro dele e suspirou. De repente, algo lhe ocorreu.

- Sevie?

- Hummm?

- Você teve de dizer ao Voldie que eu saí da Mansão Black, né?

- Sim.

- E o que você disse a ele?

- Que não faço idéia de onde você foi, que estamos todos procurando, mas que estou usando o seu sumiço como desculpa para ficar fora da Ordem e preparar as poções que ele me pediu.

- Ele pediu poções? – os olhos dela se arregalaram.

- Sim; os ingredientes são em maioria para ele – disse Snape. – Felizmente ele me deu tempo para fazer tudo.

- Mas não tem perigo de ele vir aqui para falar com você? – questionou ela.

- Tem. Lúcio já veio, há sempre a possibilidade de o Lorde das Trevas vir para conferir o trabalho. Mas ele prefere nos chamar até ele, então não estou contando muito com uma visita dele.

- Mas e se ele aparecer?

- Hermione, eu sou muito bom com movimentos tolos de varinha – disse ele abraçando-a mais forte. – Confie em mim, eu jamais deixaria algo ruim acontecer a você. A casa está toda envolvida por feitiços de proteção e de aviso. Eu saberei se alguém chegar e teremos tempo de esconder você. Na verdade, eu tenho um lugar que ninguém sabe que existe e que arrumei para o caso de precisar esconder você.

CAPÍTULO DEDICADO A HAIRUKA TAICHOU E A MALU CHAN. AMO VCS, MINHAS FOFAS COMPREENSIVAS...

O FATO É Q EU ENTENDO O SEVIE, POR MAIS Q NÃO CONCORDE EM TRANCAR A MENINA NA CASA. SÉRIO, POR MAIS Q ELE ESTEJA PARANÓICO, ACHO Q PODEMOS ENTENDÊ-LO COM ALGUM ESFORÇO.

A TODAS AS MINHAS LEITORAS COMPREENSIVAS TBM. NÃO COMPREENSIVAS EM RELAÇÃO A MIM, MAS AO NOSSO SEVIE.

SÓ QUERIA EXPLICAR PQ ACHO Q ELE TEM UMA LÓGICA AO TRANCAR A MIONE NA CASA DELE. ELE SABE O Q ACONTECE QUANDO OS COMENSAIS PEGAM MENININHAS. PRINCIPALMENTE NASCIDAS-TROUXAS. E ELE SABE Q ELE NÃO VAI PODER SALVÁ-LA SE PEGAREM ELA OU, SE ELE PUDER, A ORDEM PERDERÁ UM ESPIÃO.

ELE PODE ESTAR ERRADO, MAS A POSIÇÃO DELE É DIFÍCIL, NÉ??

BJOKASSSSS