Capítulo 11 – Uma folga.

Eu passei a levar o que Jasper disse, como uma brincadeira. Ninguém poderia ser tão perigoso como as outras pessoas que eu havia citado antes, principalmente os padres, já que há pouco a igreja católica deixou de ser o pavor entre as pessoas desde que começaram a ler, por que um indivíduo ensinou todos a ler, mas enfim.

Eu estava retirando os pratos da mesa depois do jantar quando Bella veio ao meu encontro com Renesmee no colo. Botou a mesma no chão e ficou conversando comigo, enquanto eu fazia os meus deveres como criada. Renesmee se agarrou em Bella novamente, e ela a pegou no colo.

- Está na hora de criança dormir. – ela disse. Chamou por Rosalie que não estava tão longe e entregou Renesmee à Rosalie. A loura brincou com a pequena no colo e a levou até seus aposentos, para a pequena dormir.

- Ela é um doce de criança. – falei, sorrindo. Era impossível que houvesse outro bebê tão meigo como Renesmee. E Renesmee nem parecia mesmo um bebê. Se parecia, parecia ter uns seis anos. Ela estava grande demais! Céus. Como aquela menina crescia! É anormal.

- Sim. – Bella disse. – Renesmee foi um anjo na minha vida. Não sei o que seria de mim sem Edward e ela. Eles me completam, e me deixam bem como ninguém nunca deixou. – ela suspirou, feliz. – Todos me perguntam como é ser mãe... Tão novinha, e ter um marido perfeito e a filha mais linda de todas. – ela sorriu, boba. – Eu digo É a melhor experiência do mundo.

- Que bom. – eu falei, e sorri para ela. – É bom te ver feliz. Você que é uma pessoa tão boa, Bella. – ela deu um sorriso enorme. – OK, nem tanto, você não me escuta. – e ela fez uma careta. – Não faça essa cara! Você sabe que é verdade. Odeio quando não me escuta e faz o que quer. Ah, desculpe.

Um pouco de sabão de eu estar lavando a louça, voou no pescoço de Bella quando falei "Não faça essa cara!" porque acabei apontando para ela. Ela riu e disse que não tinha problemas. Alguns minutos conversando com Bella e o tempo parecia ter voado. A pilha de louças – que não era pequena – sujas estava agora, empilhadas, limpas e secas e eu enxugava o último prato de porcelana que havia sobrado. Meus olhos estavam pesados e meu corpo pedia a cama confortável que eu tinha atualmente no castelo.

- Que sono. – murmurei. – Você não está com sono, criatura? – perguntei à Bella, que estava linda e formosa ao meu lado.

- Não. – ela respondeu.

- Não minta para mim. Essas olheiras entregam a sua mentira desfalcada, Bella. – acusei coçando o olho direito, morta de sono. Ela riu, e saí da cozinha indo direto para meu quarto. Bella me seguiu até a porta do mesmo. – Boa Noite, Bella. – falei sorrindo.

- Boa noite Alice. – ela sorriu para mim e em um piscar de olhos, desapareceu. Pisquei algumas vezes. Talvez fosse o sono. Me virei fechando a porta. Eu fiquei olhando para a cama, depois para a porta do banheiro. Cama ou banho? Banho ou cama?

Abestalhada, fiquei pensando em pé. Banho primeiro, com certeza, pensei. Já fui tirando minhas roupas antes de chegar perto do banheiro. Não faria mal se eu desse uma de criada relaxada apenas por uma noite, certo? Então. Deixei minhas roupas espalhadas pelo quarto. A água quente da banheira já estava pronta minutos depois. Entrei na mesma, botando a ponta dos meus pés.

Quando fiquei submersa nas águas claras da banheira, fiquei totalmente confortável com a água quentinha, naquela noite que fazia um pouco de frio. E naquele conforto todo, eu acabei por cair no sono.

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Eu não havia percebido que eu havia caído no sono na noite anterior, dentro da banheira. Quando acordei e senti que estava encharcada, e com frio – porque, claro, a água havia esfriado – e percebi que estava dentro da banheira, a primeira coisa que pensei foi: Quem me botou dentro da banheira? Depois que lembrei que eu havia ido na noite anterior. Eu estava tão cansada...

Era de madrugada quando acordei e percebi isso. Saí da banheira, com as mãos e dedos murchos de ficar muito tempo na água. Me sequei rapidamente e botei a primeira camisola que vi. Era uma de malha, de mangas compridas, branca. Me joguei na cama, enroscando-me com o cobertor quentinho que chamava por mim desde o momento que acordei.

Depois da curta noite de sono, acordei com uma fraca luz passando pelas minhas finas cortinas brancas. Sol! Sol, sol, sol. Era pouca coisa, mas era sol! Acordei rapidamente e depois me olhei na penteadeira. Olheiras fracas, mas eram suportáveis para um dia. Corri para a banheira novamente, dessa vez me banhar de forma rápida – era capaz de meus dedos secarem de tão murchos que haviam ficado.

Saindo de lá, me sequei e me vesti. Claro, e arrumei meu quarto após. Ele estava uma bagunça total, com roupas espalhadas pelo chão, e cama desarrumada. Suspirei antes de arrumar a bagunça. Depois que terminei, segui para a sala dos criados, onde Sue desta vez, não estava.

- Sue está doente. – Lauren disse ríspida e mexendo nos cabelos louros e longos. – Ou seja, vamos aproveitar. Faremos o que quisermos e quando quisermos.

- Ainda somos criadas, Lauren. – falei e ela revirou os olhos.

- Mas não tem ninguém para dar ordens. E duvido muito que algum Cullen vai se dar ao trabalho de vir aqui e nos ordenar alguma coisa. – ela jogou o cabelo para trás, e dando um sorriso de Não é óbvio? Suspirei, chateada. Eu precisava fazer alguma coisa.

- Mesmo assim. – falei. – Eu vou trabalhar. Passar bem. – falei deixando a sala com Jessica, Lauren, dentre outras criadas pelo qual não sabia o nome. Nisso, me lembrei de Angela. Dei uma passada na cozinha e perguntei se ela precisava de alguma ajuda, ela disse que não.

- Na lavanderia, talvez. – ela disse. – Karen geralmente não trabalha sozinha, e já que Lauren e Jessica não estão trabalhando podemos assim dizer, talvez ela precise de uma ajuda.

Assenti com a cabeça e segui até Karen, a mãe de Mike. Ela não estava precisando de ajuda, e o nível da nova tabela que eu criei chamada "Inútil" estava começando a atingir um nível mediano. Suspirei, desistindo. Segui até o estábulo, onde Eric conversava animado com Mike sobre alguma coisa, pelo qual não gostaria de saber qual, sendo extremamente sincera.

- Posso andar na Penny hoje? – perguntei.

- Claro. – Mike respondeu sorrindo, e meio bobo. Subi em cima da Penny, desta vez sozinha por conseguir pegar a manha, e saí andando com ela pelos campos. Desta vez, não para passar o tempo me divertindo, mas para conhecer melhor os campos dos Cullen. Não que eu não conhecesse, mas é que eu nunca fui adiante nos campos. Fiz um carinho na Penny e ela continuou andando, desta vez parecendo mais animada.

Corremos mais um pouco, sentindo a brisa fresca bater no meu rosto e no de Penny, fazendo meus curtos cabelos brincarem com a brisa e Penny relaxar mais. Até que ela foi parando de cavalgar, parecendo cansada.

- Está cansada, Penny? – perguntei, fazendo um carinho dela. Logo ela começou a andar. Eu não fazia a mínima idéia para onde, mas era um pouco longe dos campos e do bosque, até que dei de cara com um enorme lago de águas cristalinas. – Que lindo, Penny! – exclamei, surpresa.

Haviam peixes de todas as cores naquele lago. A água era puro cristal, era possível ver tudo lá. Saí de cima de Penny e ela se aproximou do lago para beber água, claro. Decidi tomar também. O outro lado do lado dava para uma enorme árvore, cheia de flores pelas redondezas. Um lindo cenário; um cenário de sonho.

Peguei na guia de Penny e andei até a árvore. O sol estava começando a aparecer, ficando mais forte e mais calor. Sorte minha que eu havia vindo de blusa de mangas curtas. Fiquei sentada debaixo da árvore, que agora havia uma sombra enorme. Apenas fiquei admirando a paisagem, os peixes colorindo as águas cristalinas, e alguns pulando para fora. Eu precisava ir mais lá.

- Você vai ter que me trazer mais aqui, Penny. – falei sorrindo para ela. Ela estava deitada de lado na grama, aproveitando a sombra. Vi seu rabo levantar e balançar quando falei, e levei como um Sim ao meu pedido.

Aliás, lá era um ótimo local para pensar.

Os meus pensamentos foram tomados por apenas um ser: Jasper.

Ele seria mesmo perigoso como ele dizia? Eu achava isso impossível. O semblante que ele tinha era calmo, e que agradava qualquer um. A sensação que ele transmitia para mim era calma e alegria, não medo ou pânico. Ele não era uma pessoa perigosa, como ele havia dito. Tudo bem que ele foi da guarda real de uma família da Itália, mas isso não quer dizer nada.

Mas o que havia nele, que ele mesmo insistia que fazia mal para mim, que fazia-me correr perigo?

Fim do Capítulo 11.


ALGUÉM ME DÊ UM TIRO DE ESCOPETA, por favor? Sério, esse capítulo ficou um liiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiixo total, prefiro nem comentar. Acabei por ficar sem idéias e escrevi a primeira coisa que me veio na cabeça, várias vezes. Desculpem-me por esse lixo, desculpe MESMO! Eu não queria postar algo tão fraquinho assim. E por mais que demore, o mel virá. -q

Quero agradecer à todas as reviews lindas que recebi, chorei litros, ok? u.u SAEIUSHIESAH. Agora, gostaria de agradecer mesmo à: carolpulga, Raffa '-', Maria Lua, Bellah, Tiapastelera, MMMM, Lilith Mah Cullen, Alice Elfa Cullen, e Thamy88. Amei mesmo, cada palavrinha que vocês dirigiram, não exatamente a mim, mas foi para mim do mesmo jeito (apanhei agora. UAHUAHU) em relação a fic. Amei o fato de vocês estarem gostando dela, mesmo, apesar de eu estar achando-a um lixo.

E por favor, gostaria que em cada review, que vocês agradeçam o Gui S., pois ele salvou essa fic - eu tinha grande parte dela já salva no word, apenas esperando uns diazinhos para postar quando receber tal número de reviews, mas meu computador foi para o beleléu e perdi o Word 2007, e com ele, a fic foi toda. Eu pensei que não tinha salvação, mas aí apareceu o anjo. -q GUIIIIII, Não sei como te agradecer. s2

Agora vou indo, HAHUAUH. Beijos, boa semana para tooooodas. E todos. -n SAHEAIHASEU. Beijos beijos, até logo.

Mel.