Már Ari pessoas, desculpe mesmo eu esqueci de postar isso ja faz muito tempo eu sinto muito mesmo mesmo mesmo


Capítulo forte da trama: Se não quiser ler tudo bem, bjossss

mandem reviews please


Sons na chuva

Ele puxou o cinto que prendia a cela em volta do dorso do cavalo e terminou de ajeitar as três sacolas de pano que ele carregava, olhou para frente e ela fazia o mesmo, porém estava de costas. Preferiram ir a pé, logo começaria a chover, constatou o elfo e seria uma chuva forte. Arabella também pôde notar isso, as nuvens rápidas se moviam acima deles cada vez mais unidas e escuras. A floresta estava um pouco menos densa do que quando saíram cedo.
Um pingo chegou à face da moça e ela olhou para o alto, veio outro, e depois outro, estava chovendo. Eles começaram a correr pela floresta rapidamente, e como instinto ele a pegou pela mão talvez para que não se perdessem. As roupas já estavam molhadas assim como os cabelos dos dois. Os raios faziam muito barulho assim como a própria chuva.

- Veja, um abrigo, ali!- disse ele alto apontando para uma fenda no tronco de uma árvore gigantesca.
- Vamos para lá.- ela apertou os olhos para poder ver a árvore, sorriu.
- Vamos.- eles começaram a subir a pouca elevação que havia, os cavalos estavam assustados e não sabiam o que fazer. Ele a puxava pela mão.
- Olhe.- ela então apontou para uma coisa entre alguns galhos caídos ao longe.- O Lírio! Tenho que pegá-lo.
- Se for lá vai cair pelo barranco. O chão está muito molhado, os troncos podem despencar.- ele disse.
- Se eu não pegá-la depois não a acharemos mais! A água vai levá-la embora.- eles se encararam.Mas ela finalizou-Tome! –e entregou a rédea a Legolas.- Leve-os para o abrigo eu só tenho que pegá-la.- E saiu correndo.
-Não!

Ela correu rápida, mas, estava cansada, agora ela conseguia entender o que ele dissera o chão estava escorregadio e traiçoeiro, mas ela não voltaria mais já estava tão perto. Ela pulou para um galho que estava um pouco mais firme que os outros e em seguida para uma pedra. O vestido sujo principalmente nas barras se amarrava as suas pernas, prejudicando seu equilíbrio. Ela então alcançou a solitária planta que como a moça, lutava contra a água que descia. Puxou do vestido uma sacola de pano e começou a retirar a planta. Cavou a terra ao redor depois cavou abaixo da flor , demorou um pouco. Um barulho forte foi ouvido como se algo estivesse quebrando, e então ela viu o enorme galho que despencaria sobre ela, adiantou-se com a planta. O galho quebrou, ela olhou para cima, estática.

- Não!- ele disse e a puxou segundos antes da catástrofe. A abraçou os dois se levantaram todos sujos de terra e lama e correram para a fenda o mais rápido que podiam. Estava meio escuro e frio mais pelo menos estava bem seco, havia um pouco de terra fofa no chão e suas coisas e as dele estavam ainda um pouco secas.
- Obrig…- ele a puxou para o seu abraço. Estava tremendo.
- Poderia ter morrido! Você poderia ter morrido!- ele falava aos berros pela emoção.- Nunca mais faça isso. Nunca. A tana tya tilgyrl Bella? A tana?.
- Eu sinto muito.- ela respirou fundo, ele já estava se acalmando.- Nauta melin.- Legolas não quis pensar em nada e tomado pelo impulso e pela emoção de quase tê-la perdido, traiu seu juramento e tomou-lhe os lábios avidamente, ela correspondeu de coração, corpo e alma á ele rendida á aquele sentimento que já havia se instalado.
- Nuvë gyr Bella.- ele confessou sem parar de beijá-la.

PARTE FORTE
Os braços dela circundaram sua nuca o puxando para si, o elfo a abraço como se nunca mais fosse soltá-la e pouco a pouco eles foram descendo para o chão de terra, ele se ajoelhou e a tomou pela mão para que ela ficasse sentada sobre seus joelhos, reta como ele.
Os lábios se separaram com um gesto de Arabella e ele a encarou, ela tocou a capa do elfo puxou o broche e depois ele mesmo a jogou para o lado, ela então tocou o botão da malha verde escura que ele usava, soltou um depois outro ele acompanhava cada movimento seu com olhos azuis atentos. Ela terminou de tirar e desceu a malha pelos longos braços masculinos, a camisa teve o mesmo destino e ele atirou a camisa de linho branca junto a sua capa.Arabella analisou o peito desnudo do homem, não era de músculos muito talhados e ela tinha impressão que se fosse não seria tão belo quanto era, ele tinha a pele macia e quente como se fosse a coisa mais sedosa que já pudera tocar, mas ela tocou outra coisa com os dedos, foram os cabelos do elfo, algo que ela sempre quisera tocar, eram muito compridos e cheirosos, o tom de loiro não era médio era mais claro, como o sol talvez mais como a aveia. Legolas puxou-lhe a mão para que ela sentisse a batida do coração dele, palpitava como um passarinho cantando, ela sorriu.
Ele lhe tocou o rosto, ainda estava úmido da chuva e a pele dela tremeu com o contato os dedos tentavam secar suas bochechas e lábios, eles se beijaram de novo ainda com mais paixão do que antes, e dessa vez foram às mãos dele que analisaram o corpo coberto da dama, ele fez o mesmo movimento tirando para ela a capa, depois tirou os culotes dela, e agora só o vestido a cobria, nada o controlaria agora e não sairia de perto dela por nada no mundo, ele tocou-lhe o corpo coberto com firmeza, as curvas d cintura e as coxas ao mesmo tempo que beijava o pescoço da moça e em meio aos espasmos dela de prazer ele soltou a última corda do vestido, o cordão então caiu no chão. Arabella pediu um olhar de confiança ao elfo e o obteve, então tirou a peça para que logo sentisse sua pele ser acariciada pelas mãos macias dele. Ela não sentiu vergonha, e logo as línguas voltaram a se encontrar em meio aos beijos que se seguiram. As roupas restantes assim que retiradas ficaram esquecidas em um montinho próximo. Legolas desceu seus beijos para o pescoço e colo mais uma vez, ela arqueou-se ao rei sentindo sua pele arder de uma maneira inebriante aquele era momento de tela ela sabia, ele sabia. Lambeu-lhe o umbigo e a fez se ajoelhar a posicionou sem parar de lhe beijr os lábios e então sem ter que esperar mais ele desceu o corpo frágil da moça e a rendeu para si, ela emanou algo como um suspiro bem alto e o abraçou, ele resentiu-se esperou ela acostumar-se a ele,e enquanto o homem a deitava no chão, começando a se movimentar, ela se enrolou nele com grande tensão. Ele entrava e saia cada vez mais rápido dela
Os corpos frenéticos dançavam a dança dos filhos da noite e ela conseguia até mesmo ouvir bem baixinho qual era a melodia que cantavam sabendo que ele também conseguia ouvir, suavam em meio ao compasso. Ele arranhava a terra com uma das mãos tentando aliviar o prazer enquanto que a outra segurava uma das pernas dela. Arabella não pensou e com os dedos tensos arranhou as costas do amado, os olhos dela se abriram de repente. Ela estava vivenciando a profecia que vira no espelho, ela era a profecia e ele também.
Aquele pensamento não durou nem um segundo, pois assim que veio foi, quando os dois conseguiram atingir seus nirvanas carnais. Ele caiu para o lado cansado, Arabella o abraçou então. Legolas sabia que aquilo era seu destino, e não se sentia preso a ele como se estivesse preso a uma responsabilidade, ele se sentia mais livre e feliz do que conseguia imaginar. A dama subiu em cima dele, o queixo feminino apoiado em seu tórax.

- Eu te amo.- ela disse com os olhos claramente sonolentos.
- Eu te amo-ele repetiu, e a aconchegou mais. Ela logo dormiu, e ele a seguiu no sono profundo e exausto.


Vocabulário

A tana O que?

tya Fazer- flexionado (faria)

Tilgyrl junção tilSem, vazio, só + gyrl seria um ela

Nauta Perdão Desculpe

Melin meu amado

Nuvë amar (amo)

Bella Arabella