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Donzela Guerreira
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Capítulo 11
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Horas mais tarde, Kagome se movia com irritação na cama, puxando uma e outra vez a manta para tapar-se. InuYasha tinha se apropriado da manta. Era impossível dormir com alguém mais na cama. Especialmente quando esse alguém mais era um maldito invasor.
Na verdade, ele poderia ter sido muito mais invasor, recordou-se. E embora ela não quisesse pensar nisso, uma noite ele o seria. Não era tão estúpida para acreditar que a consumação nunca ocorreria, não poderia manter a seu marido a distância prudente para sempre.
Depois de tudo, seu dever como mulher era produzir herdeiros para Higurashi.
Mas no momento, sua habitação era outra arena de luta onde ele ainda não podia reclamar uma vitória. Ela sentia sua dominação escorrendo-se das mãos à medida que ele se metia à administração da fortaleza, impunha-se com sua gente, dava ordens aos serventes e planejava mudanças para a fortaleza. Ao menos na cama, ela tinha conseguido manter o controle.
Até agora.
Mas se perguntava até quando ele toleraria a negativa dela. Pior ainda, perguntava-se por quanto tempo ela conseguiria recusar-se.
O egoísmo de InuYasha em relação à manta não era à única coisa que a mantinha acordada. Não podia deixar de pensar em seu corpo perfeitamente esculpido, em seu cabelo caindo descuidadamente e o olhar.
Penetrante.
Recordou com vívidos detalhes como suas mãos se sentiam em sua pele, acariciantes e excitantes, recordou como seus lábios a tinham devastado em um beijo. Ainda agora, seus sensuais sussurros ainda ecoavam em seus pensamentos. Toda à noite, ela reavivou as intensas sensações que ele tinha provocado: seu polegar estimulando seu mamilo, sua língua cálida enchendo sua boca, seus dedos penetrando-a em suas partes mais privadas.
Toda à noite, sem importar quanto sua mente rechaçasse a horrenda idéia de render-se, seu corpo doía com a fome com o que ele a tinha deixado. Era uma tortura das piores, perguntava-se que tipo de prazeres se perdeu por sua negativa a consumar o matrimônio.
O céu ainda estava escuro quando Kagome decidiu que já não podia estar na cama.
Embora ele não a tocava, o calor do corpo dormido de Inuyasha era uma coisa evidente que fazia que sua pele se arrepiasse de um modo anormal, mantendo-a acordada e tão tensa como um gato em uma tormenta. Só havia um modo, e ela sabia, de fazer desaparecer essa sensação.
Com calma, saiu da cama. Deixou a roupa interior e às escuras colocou a cota de malha que guardava em um baú. Sustentou a adaga na mão, e por um instante, pensou que InuYasha era um tolo por havê-la deixado ao alcance dela.
Lançando um último olhar a seu marido dormindo, Kagome saiu do quarto, passou ao lado dos invasores roncando no grande salão, e foi para o campo de treinamento.
O amanhecer estava começando a empalidecer o céu. Nada cortava o ar tranqüilo, nem sequer o canto de um pássaro. Era o tipo de amanhã que agradava Kagome, com nada que a distraísse de seus exercícios.
Prendeu o cabelo em uma trança frouxa, e fez uma série de movimentos de aquecimento para afrouxar seus músculos. Embora odiasse admiti-lo, seus músculos não estavam tão tensos como sempre, provavelmente devido ao trabalho das mãos de Inuyasha.
Tinha eleito sua espada favorita essa manhã, a que seu pai lhe tinha mandado fazer quando ela tinha doze anos. Tinha-lhe esculpido seu nome no punho para distinguir da de Sango.
Uma vez que teve a arma em sua mão, uma vez que começou a praticar investidas, uma vez que seu sangue se esquentou com os movimentos e seus pensamentos se centraram só no assalto e na defesa, ela se esqueceu da noite em branco e de seu marido normando e de sua rendição ante ele. Ela atacou e retrocedeu, uma e outra vez, desafiando a seus oponentes invisíveis.
Para o momento em que o galo começou a cantar, o suor lhe escorria pelo rosto, e seus pulmões ardiam, mas se sentia bem, maravilhosamente. A sensação de poder era intoxicante. A espada assobiou através do ar e apanhou os primeiros raios do sol nascente.
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InuYasha despertou com o sol. Decepcionou-se ao notar que Kagome se foi, mas não estava realmente surpreso. Ele mesmo tinha abandonado a cama de algumas mulheres antes que amanhecesse. Mas neste caso não se travava de indiscrição de meia-noite, e Kagome não era uma donzela que ele podia usar e atirar para que logo fosse usada por outro homem. Ela era sua esposa.
Por Deus! Seria melhor que ela fosse se acostumando a despertar na cama com seu marido.
Inuyasha franziu o cenho quando olhou os lençóis manchados com sangue, seu próprio sangue.
Fazia esse sacrifício para proteger a honra dela. E como ela lhe devolvia o favor? Abandonando-o. O que aconteceria quando seus homens preparados para felicitar a noiva e ao noivo e para vir buscar os lençóis, encontrassem ao noivo só? Jesus, nem queria pensá-lo.
Tinha que encontrar Kagome. Antes que eles o fizessem.
Vestiu-se rapidamente, perguntando-se onde estaria ela. Talvez visitando sua irmã na cela. Ou na cozinha tomando o café da manhã. Ou na capela rezando.
InuYasha sorriu. Tinha que rezar para pedir forças para manter-se imune à sedução dele.
Olhou o baú onde tinha metido a adaga dela. A arma eu não estava aí. Abriu a tampa. Dentro estava a roupa interior que Kagome tinha roubado de Mirok e a dele, as quais ele recuperou. O resto eram coisas de cavalheiro, elmo, esporas, luvas de couro, mas a cota de malha não estava.
Ele sacudiu a cabeça. A menos que estivesse errado, sua esposa guerreira se pôs uma armadura ligeira para treinar.
No momento em que cruzou o jardim, completamente armado, uns poucos serventes tinham começado a mover-se para fazer suas tarefas. Os cães de caça levantaram suas cabeças quando ele passou. Enquanto se aproximava do campo de treinamento, uma nuvem de pó revelou a presença de um lutador solitário.
Kagome.
Escondeu-se nas sombras dos estábulos para observá-la sem ser visto.
Estava zangado com ela. Depois de tudo, ela o tinha insultado abandonando-o só com propósitos que, aparentemente, eram de entretenimento para ela. InuYasha se tinha posto a armadura pesada, possivelmente porque procurava uma briga, ou possivelmente esperando ao menos ter que discipliná-la. Mas agora, observando-a das sombras, viu que sua ira se dissolvia e se convertia em fascinação.
Dirigir a espada não era um jogo para ela depois de tudo. Inuyasha pôde vê-lo imediatamente. A força com a qual ela fazia o exercício era genuína. Ela sabia as posições corretas, e os movimentos corretos. Seu pai obviamente lhe tinha ensinado bem.
Apesar de que ela era uma mulher, ou talvez por causa disso seus movimentos eram rápidos e com graça. Quase parecia que dançava com um equilíbrio e uma precisão assombrosas.
É obvio, era anormal. Combater não era uma prerrogativa de uma mulher. Kagome podia praticar, mas as mulheres não estavam feitas para questões de guerra.
Entretanto havia algo extraordinário, algo inegavelmente correto sobre o modo em que ela se movia, como tivesse nascido para dirigir uma espada. Enquanto ela continuava sua batalha com os inimigos invisíveis, ele se deu conta que quanto mais a observava mais o deslumbrava.
Por Deus! Excitava-o!
As mulheres, ele sabia, raras vezes faziam exercícios mais do que o de lançar um falcão ao ar ou sacudir o braço para dizer adeus a seus maridos ou estirar-se para alcançar uma vasilha de uma prateleira. Era por isso que ele preferia mulheres comuns em sua cama. As mulheres da nobreza eram muito frágeis para os rigores demandantes do sexo.
Pôde ver que Kagome não era precisamente uma flor frágil. E não se necessitava muita imaginação para vislumbrar o ardor que ela exibia na esgrima transladado à cama.
— Te vais ficar parado aí me espiando todo o dia? — Como tinha sabido Kagome que ele estava ali, InuYasha não podia imaginá-lo. Tinha estado absolutamente silencioso. E ela nunca tinha olhado nessa direção.
Ainda agora, enquanto ela falava, não o olhava e não interrompia sua prática.
— Ou o que? — Sua espada girou à esquerda e à direita, fazendo um grande X no ar antes que ela desse a volta para encará-lo — Ou planeja me desafiar?
Ele riu em voz alta. Sim, queria desafiá-la. Algo a respeito da segurança nos movimentos dela o excitava. Ela era uma zorra tentadora, e InuYasha suspeitava que ela sabia. Havia uma faísca em seus olhos.
— Pensa que brinco.
InuYasha inspirou profundamente. Deus, ela estava formosa nessa manhã. Cachos de cabelo caindo descuidadamente, parte de seu cabelo escapando da trança, suas bochechas ruborizadas. Seus seios subiam e baixavam com cada respiração. Mãe de Deus!
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Kagome quase não podia acreditar que lhe estava falando com InuYasha, e muito menos que o estava desafiando. Ela nunca tinha pensado se seria capaz de olhá-lo aos olhos outra vez por sua imensa vergonha.
Mas algo que tinha que ver luzindo uma cota de malha e dirigir sua espada lhe tinha restaurado sua sensação de poder e controle. E com essa sensação, ela sentia que podia conquistar algo, ainda que fosse a desgraça.
Ela achava divertido que InuYasha não desse conta como ela o tinha descoberto escondido. Kagome conhecia todos os sons de Higurashi. Pássaros, cães, cavalos, servos. E reconhecia os ruídos não familiares instantaneamente.
Se alguma vez seria o momento e o lugar de fazer InuYasha pagar por sua conquista impiedosa da noite anterior, era aqui e agora. Era na arena de combate onde ela poderia superá-lo, onde ela podia confiar que seu corpo não a trairia, onde ela poderia reparar seu orgulho ferido.
— Assustado? — Ela perguntou, ecoando de seu desafio do dia anterior.
InuYasha se afastou da parede e caminhou até que devagar se apoiou sobre o portão de entrada da área de treinamento.
— Só que posso te danificar.
Por um momento, a coragem dela vacilou. Deus! Ele era tão enorme, ou só lhe parecia isso porque agora usava sua armadura?
Ela se forçou a sorrir orgulhosamente. Não se atrevia a mostrar sua dúvida. A metade de uma vitória era o fanfarronar.
— Não poderá chegar o suficientemente perto para me danificar. Planeja sair correndo? – Perguntou InuYasha.
— Ora! Eu nunca me escapo.
— Escapou-te de minha cama essa manhã.
— Possivelmente eu descansei o suficiente.
— Descansar? Vamos, minha lady, deve haver ter levantado antes do amanhecer.
— E os Normandos ficam na cama até o meio dia?
— Sim. — Lançou um sorriso pícaro. — Se tivermos mulheres bem dispostas em nossas camas.
Sua suave sugestão trouxe calor às bochechas dela, como se ele tivesse sussurrado as palavras contra seu cabelo, do modo em que ele o tinha feito na noite. Por que pensava nisso? Se ia brigar com ele, ela precisava concentrar-se na batalha por diante.
— Está desviando o tema. Aceita meu desafio ou não?
Ele abriu o portão e entrou no campo.
— Por que não? — Passou ao lado dela e sussurrou. — Já que não deseja te unir em nossa cama, minha lady, suponho que nos unir no campo de treinamento é uma alternativa razoável. — InuYasha lhe sustentou o olhar e desembainhou sua espada com sugestiva frouxidão.
Kagome tragou com dificuldade. O homem era incorrigível. Ainda no campo de batalha, tentava seduzi-la. E que Deus a ajudasse, porque InuYasha estava obtendo certos efeitos. Seus olhos ardiam com a promessa de prazer. E sua boca, com um sorriso ganhador. Ela recordava muito bem como se sentia sobre a dela, cálida, doce e demandante.
Não! Não devia pensar nisso. Tinha que brigar com ele.
Mas ainda, esta vez ela devia ganhar.
Com um movimento preparatório de sua espada através do ar, ela flexionou seus joelhos e se preparou para o ataque.
InuYasha a estudou lentamente da cabeça aos pés, então a chamou com seus dedos.
— Vem.
Tudo aconteceu tão rápido, Kagome quase não soube que a retinha. Em um momento, ela avançava para o braço direito de InuYasha. Mas sua espada seguiu de comprimento falhando o golpe. No instante seguinte, lhe tinha agarrado o braço da espada, tinha-a feito girar e apertava suas costas contra seu peito, retendo-a como um amante contra seu coração. Ela lutou contra seu abraço não desejado, lhe cravando os cotovelos, mas InuYasha só sorriu contra seus cabelos.
— Minhas desculpas. — ele murmurou com falso arrependimento.
Desorientada, ela esperneava.
Desculpas, pois sim. Ele não estava arrependido nem um pouco. Passou a língua por seus lábios, preparando para um segundo ataque. Tudo o que ela podia dizer era que InuYasha era mais forte que qualquer um de seus homens.
Talvez os Cavalheiros de TaYsho fossem uma força de elite depois de tudo. Se for assim, ganhar dele seria um desafio maior do que ela tinha antecipado.
Flexionou os joelhos, levantou sua espada e apontou à parte medeia do corpo dele. Esta vez ela o surpreendeu. InuYasha a esquivou indo para trás quase não escapando a um golpe dirigido a seu ventre. A segurança dela se incrementou, ela pressionou outro ataque, InuYasha retrocedeu ante uma série de investidas até que quase esteve preso contra a cerca.
Mas então ele cruzou sua espada. O impacto de aço contra aço lhe produziu um estremecimento de dor com o passar do braço. Kagome tinha perdido sua vantagem, e se cambaleou.
— Me perdoe. — ele sussurrou, com um piscar de olho. — Outra vez.
Kagome ignorou sua brincadeira. Não ia ceder à irritação. Não.
InuYasha podia ser enorme e forte e, agora ela sabia, rápido. Mas não era infalível. Ainda os mais capitalistas podiam cair. E quando o faziam, o estrépito da queda era poderoso.
Desta vez quando ele avançou, ela fez um movimento que tinha inventado quando tinha apanhado a um homem roubando ovelhas. Deu um inesperado passo para frente, passou por debaixo do braço dele e apareceu detrás dele. Enquanto InuYasha girava confundido, ela rapidamente o atacou no traseiro, lançando-o ao chão.
Enquanto ele jazia atônito no chão, ela se inclinou e lhe sussurrou:
— Minhas desculpas.
Ela se afastou deixando o se levantar. A expressão em seu rosto cheio de pó, uma espécie de confusa irritação, era uma doce recompensa. Sem dúvida.
Mas a vitória dela estava não assegurada ainda.
Por um longo momento, fizeram círculos buscando um ao outro, com seus olhares firmes em seu oponente. Finalmente, enfrentaram-se, suas espadas intercambiaram golpes com inusitada violência.
Cada vez que ela ganhava certo controle, o fazia por uma questão de segundos antes que ele o recuperasse. Nunca tinha brigado por um tempo tão longo contra um oponente tão duro, a não ser com Sango, sem ter ela a vantagem.
Depois de um longo momento, já sem respiração e desesperada, Kagome encontrou sua oportunidade. Lançou-se para frente com uma investida mortal, direta ao coração de InuYasha. Mas tão rápido como um látego, ele se moveu para a direita e para a esquerda, bloqueando-a com tal força que a fez cambalear. Ele a apanhou contra sua coxa impedindo que ela caísse.
— Já terminou? — Ele perguntou. Para sua consternação, InuYasha não respirava com dificuldade.
— Não. — Ela lutou para liberar-se. — A menos que deseje te render.
— Me render? — ele sorriu. — Um cavalheiro de Taysho não se rende.
— Então continuemos.
Ela se endireitou. Qual era sua debilidade? Ela se perguntou. Onde estava o enguiço em sua armadura? Agarrando a espada com suas duas mãos, ela a levantou como se estivesse disposta a parti-lo dois.
Preventivamente, ele levantou sua espada para bloqueá-la. Quando o fez, balançou-se e levantou o pé ao redor para chutá-lo na barriga.
Ele se dobrou em dois. Enquanto se recompunha, ela aplicou a ponta de sua espada ao queixo dele.
Mas ele não estava tão incapacitado como ela esperava. Com sua mão livre, tirou a espada dela a um lado, e subiu sua própria espada para aproximar da à garganta dela.
— Interessante. — ele disse, comentando o inovador movimento dela. — Está segura que não deseja te render? Depois de tudo, eu ainda estou fresco como uma alface. E estivemos combatendo a metade da manhã.
— Isto é só o pré-aquecimento. — ela fanfarreou, embora ambos podiam ouvir a respiração ofegante dela.
Ofegando, ela enxugou o suor de seu rosto com o dorso de sua mão e estudou a seu oponente. Ele era um bom lutador. Não havia argumento contra isso. Ele era forte, rápido e inteligente.
Mas ela tinha conseguido surpreendê-lo duas vezes. Com uns poucos truques do repertório das Donzelas Guerreiras de Higurashi, Inuyasha cairia a seus pés. Estava segura disso.
Sua determinação se renovou, intercambiaram uns golpes, e então, tomando emprestado um truque de sua irmã se lançou para diante rodando pelo chão, planejava levantar-se e levar sua espada à garganta dele.
Mas para sua surpresa, InuYasha com um instinto natural de retroceder de um ataque, caminhou para ela. Quando ela saltou para ficar de pé, se chocaram.
Seu rosto bateu contra o peito sólido dele, InuYasha lhe travou o braço da espada e a aprisionou. Ela tratou de soltar-se, mas seu braço a aferrava com força letal.
— Agora te rende? — ele perguntou brandamente.
Ela tratou de gritar:
— Nunca! — Mas as palavras saíram em um tom afogado. Ela seguiu lutando.
Ainda havia um modo mais de soltar-se. Ela e Sango tinham inventado uma série de mutretas para tais situações nas que a força de uma mulher não podia superar a de um homem em tais casos a mulher devia ser veloz e ardilosa.
Com sua próxima respiração, ela levou seu joelho direito no meio das pernas dele e golpeou tão forte como pôde.
E pôde fazê-lo com muita força. Mas InuYasha deveu ter intuído a intenção dela porque no último instante se correu o suficiente para lhe fazer errar em branco a joelhada.
Mas, ela não falhou de todo, uma parte de seu joelho alcançou suas genitálias não protegidas pela armadura.
Ela esperava liberar-se de uma vez. Mas seu aperto não se afrouxou nem um pouco, embora se dobrou para frente, gemendo de dor, e a arrastou ao chão com ele.
— Me deixe ir — ela disse entre dentes, tratando de soltar-se de seu abraço de urso.
— Não? — ele ofegou, apertando-a mais forte ainda.
Lutaram tenazmente até que ele a pôs de costas contra o chão e a aprisionou com seu corpo. E agora ela jazia debaixo dele como uma prostituta libidinosa.
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Continua...
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Eu ri demais com as reviews que me chegaram agora, todas pedindo o InuYasha, já que a Kagome tão otáriamente não quis, eu também quero! Só por isso postei outro capítulo ta donzelas. B-jos
