CHOCOLATE
Capítulo Onze: Milkshake de Chocolate
O celular de Kagome a tirou de seus pensamentos. Era Sango.
- Onde você estava? – foi a primeira pergunta de Sango assim que Kagome disse alô.
- Oi. Eu estava com Inuyasha!
Sango começou a bravejar do outro lado da linha. Kagome afastou o telefone da orelha.
- Sango, desse jeito você vai acordar até meu avô que tem um sono de pedra. - Kagome respondeu rindo.
- Mas, também, você some o dia todo e diz que estava com esse seu namorado de meia-tigela! O que você quer que eu faça?
Kagome riu. - Calma. Vou te contar tudo. - e contou da briga com Sesshoumaru, da sua demissão, que ela estava resolvendo ignorar e voltar a trabalhar, da ajuda de Inuyasha, de como ele havia sido bom com ela, da praia e contou até mesmo do selinho deles.
- O quê? Aquele lá te beijou, mas eu vou matá-lo! - Sango exclamou raivosa. Kagome pediu calma. Pensou um pouco e depois falou sobre Miroku. Falar sobre o professor fez Sango perder o rumo da conversa. Fazia semanas que Kagome havia percebido que os dois tinham uma tensão entre eles.
Inuyasha estacionou a moto na garagem e entrou na Chocolataria. Deu de cara com Sesshoumaru enforcando Kikyou. Rin tentava segurá-lo pela cintura, mas ele nem se mexia. Kagura observava a cena com desdém.
- O que é isso? - Inuyasha berrou.
Sesshoumaru o fuzilou com o olhar. Kikyou estava quase sem ar. Inuyasha deu um soco no irmão, antes que ele pudesse impedi-lo. Sesshoumaru soltou Kikyou que caiu de joelhos no chão, arfando.
Rin foi acudi-la. - Kikyou-chan, - a menina falou com doçura. - venha, eu te ajudo a se levantar. Kagura, por favor, me ajude. - a mulher foi até lá em passos lentos. - Você está bem? Kikyou, venha. - Kikyou levantou com ajuda das duas. - Kagura, me ajude a sentá-la. - as duas a colocaram sentadas. - Vou buscar um copo de água para você. - dizendo foi escada acima buscar água.
- Sesshoumaru. - Inuyasha e o meio-irmão se entreolhavam. - O que você pensa que estava fazendo?
Sesshoumaru estava furioso. O seu rosto estava calmo, mas seus olhares ferviam.
- Tire essa mulher daqui. Ela tem uma miséria na porcentagem da Chocolataria. Peça para ela dizer o preço que vou comprar a parte dela.
- Você sabe que não funciona assim. - Inuyasha rebateu. - Você só está nervoso.
Sesshoumaru se aproximou e segurou o irmão pelo colarinho. - Culpa sua! Onde vocês estavam, Inuyasha? Que merda você fez dessa vez?
Inuyasha deu um sorriso irônico. - Ah, então é isso. Você não pode descontar a sua raiva nos outros, Sesshy. - Sesshoumaru apertou o colarinho do irmão com mais força.
Rin desceu as escadas segurando o copo e deu para Kikyou, que ainda estava arfando e tremia.
- Kagura, nos ajude! - Rin suplicou.
Kagura deu de ombros.
- Por favor! - Rin pediu mais uma vez.
- Sesshoumaru. - Kagura o chamou. Inuyasha, Sesshoumaru e Kikyou a olharam. - Inutaishou, foi um homem bom.
Sesshoumaru desafrochou o colarinho.
- Ele amava a sua mãe, mas acabou se envolvendo com Izayoi. Foi um escandâlo, a traição, porque dela nasceu Inuyasha, um filho bastardo. - Kagura falava de forma calma. - Mesmo que Inuyasha não seja um filho legítimo, Inutaishou o levou para a casa principal e nunca deixou que faltasse nada para ele. Mesmo depois da morte de suas duas mulheres, ele continuou cuidando de seus filhos até a sua morte. Quando ele o assassinou.
Sesshoumaru soltou Inuyasha. Os dois irmãos se entreolharam.
Rin deixou algumas lágrimas caírem. Kikyou observava Kagura em silêncio.
- Ele não foi isento de erros. - Kagura continuou a falar, de forma indiferente e suave. - Na verdade, ele errou bastante. Aquele velho. Ele vivia errando e fazendo besteiras. Mas, ele nunca se consumiu por seus erros. - Kagura deu um longo suspiro. - Mais do que isso, ele podia errar, mas sabia acarretar com seus erros.
- Kagura. - Rin a chamou.
- Vamos embora. - Kagura virou-se para Kikyou. - Venha, eu vou com você até a sua casa. Rin também irá. - a garota assentiu e foi ajudar Kikyou a se levantar.
- Eu vou dormir. - Sesshoumaru falou e sem dizer mais nada ele foi para o seu quarto. Inuyasha suspirou. Pensou em seguir Kikyou, pensou em ir atrás do irmão. Mas, ele mesmo se sentia cansado e confuso. Também foi para o seu quarto.
Sesshoumaru deitou na cama e tentou se acalmar. As palavras de Kagura arderam dentro dele. Conviver com os erros, seu pai fazia isso facilmente. Ele fazia tudo de forma simples. Mas, ele não conseguia.
Ao mesmo tempo que ele não suportava mais ver Kagome e Inuyasha juntos. Tentou dormir, em vão.
Kagome entrou na Chocolataria, cumprimentou Rin e Kagura, mas foi logo percebendo o clima pesado. Talvez, porque ela sumiu.
- O que houve? - quis saber.
Rin explicou sobre a preocupação do sumiço dela e sobre a briga do trio na noite anterior.
- Nossa, ele a enforcou? - Kagome ficou horrorrizada. Nunca havia imaginado que Sesshoumaru enforcaria Kikyou.
Nesse minuto, Inuyasha apareceu. - Oi. - ele disse sorrindo.
- Oi, Rin acabou de me dizer tudo o que houve. - Kagome falou. Sem querer, ela se lembrou do selinho deles na noite anterior.
- É. - Inuyasha parecia nervoso. Estava segurando o capacete em uma das mãos.
- Está saindo? - Kagome perguntou.
- É, preciso dar uma volta.
Kagome entendeu. Sabendo da briga, ela sabia muito bem para onde ele estava indo. - Ok.
Inuyasha a puxou e deu um beijo na testa dela. Sem dizer mais nada foi para a garagem.
Kagome subiu as escadas. Sabendo que talvez tivesse que enfrentar a fúria em pessoa na cozinha.
Sesshoumaru estava tirando um pote do freezer quando ela entrou.
- Vim trabalhar. - ela anunciou. Sesshoumaru encarou Kagome, mas não disse nada. Tirou o pote e colocou sobre a pia. Na pia já havia alguns ingredientes.
- Vim pagar os potes quebrados. - ela continuou falando. Caminhou até onde estava seu avental e o colocou. - O que quer que eu faça?
- Uma xícara e meia de leite gelado. - Sesshoumaru falou e derrubou o líquido branco dentro do liquidificador. - Uma xícara de achocolatado em pó, - ele derrubou o pó marrom dentro do copo do liquidificador. - pegou o pote que tirou do freezer e o abriu. Pegou a colher de sorvete e tirou algumas bolas e colocou no liquidificador. - Coloque o equivalente a três xícaras de sorvete de chocolate. Bata. - ligou o liquidificador. - Me traga os copos.
Kagome obedeceu. Pegou os imensos copos de vidro e levou até Sesshoumaru. - Pegue a cobertura de chocolate na geladeira.
Kagome foi até a geladeira e tirou a garrafinha de cobertura.
- Espalhe no copo.
Ela o fez, espalhando as linhas castanhas pelo fundo e pela parede dos copos. Sesshoumaru desligou o liquidificador e colocou o líquido nos copos, depois pegou algumas raspas de chocolate e colocou sobre eles. Tirou dois canudos do pote sobre a pia e pôs um em cada copo. Entregou um para Kagome. - Prove.
- Milkshake de chocolate! - ela exclamou sorrindo, pegou o copo e o bebou. - Delicioso!
- É. - ele bebeu um gole do copo dele e colocou-o sobre a pia. - Onde você estava ontem?
Kagome engasgou com o líquido e começou a tossir. Nunca imaginou que ele fosse perguntar de forma tão direta.
- Sango, aquela sua amiga da escola, veio te procurar.
Era isso, Kagome pensou um pouco decepcionada. - Por que o milkshake? - Kagome tentou mudar de assunto.
- Quero ter produtos para o verão. - ele explicou.
- Isso é ótimo.
- Sim. Pedi a Rin para incluir no cardápio.
- Aposto que terá muitas pessoas bebendo. Os dias estão cada vez mais quentes por aqui.
- Muito quente. - ele disse olhando Kagome fixamente. Ela mudou o peso nos pés e sentiu uma fisgada. O olhar de Sesshoumaru era muito desconfortante.
- É, vão adorar. O que quer que faça? Tudo bem, sabe? Eu voltar ao trabalho?
Sesshoumaru se aproximou de Kagome. - Onde vocês foram?
Kagome engoliu o seco. - N-Não é da sua conta! - ela gaguejou.
- Onde vocês forma, Kagome? - Sesshoumaru perguntou mais uma vez.
- Não importa!
- Onde? Só me diz onde! - ele parecia bravo.
- Não interessa!
- Kagome, não seja teimosa!
- Mas, por quê? Você não me quis, mas agora quer saber por onde eu andei.
- Só me diz onde.
- Para quê?
Os dois começaram a brigar, mas não gritavam, só falam em um tom alto. Não queriam chamar atenção.
- Não importa, Sesshoumaru, vamos cozinhar. - Kagome foi até o fogão, ligou uma das bocas e começou a mexer um líquido que estava dentro da panela, sem nem saber se devia ou não mexer naquilo.
Sesshoumaru desligou a boca do fogão. Kagome evitava olhá-lo, pois ele estava tão próximo que a deixava desconfortável.
Sesshoumaru segurou o queixo dela e a fez olhá-lo. - Onde vocês estavam, Kagome? Eu não aguento mais, eu preciso saber. - ele disse sofridamente.
- Por quê? Você não me quis… Sabe? Lembra?
- Mas, - ele suspirou. - eu…
- Sesshoumaru.
- Eu não quero fazer a mesma coisa duas vezes Kagome.
- A mesma coisa?
- É, eu trai meu irmão uma vez. Mas, não aguento mais. Eu…
Kikyou abriu a porta para Inuyasha entrar.
- Não foi trabalhar? - Inuyasha questionou. - Fui na loja e as meninas disseram que você não foi hoje.
- Como eu ia? Ele me enforcou! - ela falou com medo na voz.
- Nunca achei que você ia ficar abalada com isso.
- Inu, eu fiquei sem ar, não conseguia mais respirar.
- Ele estava bravo.
- Isso não é normal!
Inuyasha a puxou para o abraço.
- Por favor, Inu, não me deixe mais. Eu não estava mais suportando essa história sua com aquela menina. Eu preciso de você, Inu! Eu sempre vou precisar de você. - Kikyou o abraçou ainda mais forte.
- O problema é que você precisa dele também, Kikyou. - Inuyasha falou com amargura.
Ela se afastou dele e o observou. - Mas, eu vou sempre voltar para você.
Você sempre vai ser atraída por ele, Inuyasha pensou com dor. Ele se sentia mal. Queria poder sair dessa teia, ma se sentia preso. Kikyou era uma viúva negra. Ela ia o prender em sua teia depois da transa e comê-lo com gosto.
- Inu, fica aqui comigo hoje.
Inuyasha se recordou de Kagome na praia. Sentiu um misto de dor. Mas, não conseguia dizer não aos pedidos de Kikyou.
- Eu não posso. - falou a encarando.
- Por favor. - ela suplicou.
- Preciso ir, vou trabalhar.
Inuyasha deu um passo para trás. Kikyou se precipitou, abraçou-o novamente e o puxou para si. - Por favor, eu estou com medo! Muito medo!
- Eu… - Inuyasha não sabia mais o que falar. Estava confuso.
- Preciso de você! - Kikyou colou seus lábios nos dele.
Primeiro, Inuyasha não reagiu. Mas, ela insistiu. Então, ele retribuiu o beijo. Fechou a porta com o pé e a arrastou para o quarto.
Deitou-a sobre a cama e sem pensar tirou a camisa. - Kikyou. - chamou-a com ardor.
Os dois se beijaram e começaram a se despir.
- Inu, Inu. - ela o chamava.
Quando acabou, Inuyasha saiu de cima de Kikyou e se deitou ao lado dela. Mas, ele não se sentiu satisfeito.
Na verdade, ele se sentia vazio.
Sesshoumaru abaixou o olhar.
- Hey. - Kagome segurou o rosto dele e fez ele olhá-la novamente. Ela não sabia porque fez isso, mas ela o fez. Não gostou do olhar dele. Da tristeza que estava ali.
- Eu não quero sofrimento. - Sesshoumaru desabafou. Ela nunca pensou que ele desabafaria isso.
- Sesshoumaru, está tudo bem.
- Onde vocês estavam? - ele perguntou mais uma vez.
- Na praia. - ela disse finalmente.
Ele arregalou os olhos. Eles passaram a noite na praia, pensou com dor.
- Kagome. - sem pensar, ele a puxou para si e a beijou. Não foi um toque suave de lábios como Inuyasha havia feito com ela. Foi um beijo. A boca dela se abriu levemente e ele adentrou com a sua língua. O beijo era quente e úmido. Ele a segurou pela cintura, rodopiou levemente até a pia, afastou o liquidificador e os potes e a colocou ali, sentada. Kagome não resistiu. Envolveu o pescoço dele com seus braços. As mãos de Sesshoumaru baixaram por sua blusa e dedilharam a sua barriga. Kagome soltou um gemido e Sesshoumaru subiu a mão até o seio dela. Nesse momento, ela despertou. Juntou toda a sua força e o jogou para trás, empurrando-o.
- NÃO! - ela berrou. Mas, logo se arrependeu. Sesshoumaru a olhava sem entender.
- Entendo. - ele disse depois de uns segundos de silêncio. - Só com ele…
Nesse minuto, ela o compreendeu. Ele achava que ela estava liberada. E isso a deu nojo. Sentiu ódio até mesmo de Inuyasha. Ela não deveria ter deixado ele sujar a boca dela com batom, agora Sesshoumaru achava que ela tinha feito.
Inuyasha saiu da cama e começou a se trocar.
- Já vai?
Ele assentiu e Kikyou se sentou na cama.
- Não vá, por favor! – ela voltou a suplicar.
- Eu vou trabalhar. – ele terminou de se vestir.
- Inuyasha, eu vou com você.
- Não basta o que houve ontem?
- Eu ainda tenho a minha porcentagem.
- Sesshoumaru, vai querer vender a parte dele.
- Isso veremos.
Inuyasha deu de ombros e esperou ela terminar de se vestir. – Vamos de moto, depois eu te trago de volta.
- Sesshoumaru, você é um babaca. - ela desfez o nó de seu avental, que já estava todo solto nela e o jogou sobre ele.
Sesshoumaru pegou o avental dela no ar e jogou sobre a mesa. Depois a observou. – Eu não quis te ofender, eu entendo. Vocês estão namorando. É...
Ela percebeu que ele parecia sem graça. – Não é isso, eu... eu e ele, a gente não deu esse tipo de passo! – ela exclamou tentando se explicar.
Sesshoumaru a encarou seriamente. – Não? – levantou uma sobrancelha.
- Não. – ela afirmou desviando o olhar dele.
Sesshoumaru sentiu uma felicidade imensa. Mas, não quis demonstrar. Ele não podia fazer isso... Ele não podia ficar feliz com isso, podia? Tentava entender que namorados fazem essas coisas, ele mesmo sabia. Mas, era complicado.
- Não mesmo? – quis confirmar.
- Sim. – Kagome assentiu com receio.
Sesshoumaru a segurou pela cintura, colocou ela de volta, sentada sobre a pia. Kagome nem tentou lutar. Sentia-se sem forças.
- Me desculpa, eu pensei que... – ele se desculpou. Isso a surpreendeu.
- Você se desculpando? – ela nem acreditava.
- É, que...
- Tudo bem...
- Eu não sei o que faço. – ele confidenciou.
Na verdade, nem ela sabia. Teoricamente, ela estava namorando Inuyasha. Mas, ela sabia que ele estava com Kikyou. Ao mesmo tempo que ter Sesshoumaru tão perto a desestabilizava.
- Eu também não. – Kagome tentou sorrir, mas não conseguiu.
- É.
Foi tudo o que ele disse, antes de novamente beijá-la. Kagome não resistiu, envolveu seus braços no pescoço dele e suas pernas na cintura. Sesshoumaru beijou a sua boca, de língua, um beijo ardente e depois beijou o pescoço dela, fazendo um caminho até a sua orelha, mordiscando-a.
Nem ouviram a porta abrindo.
- Então é assim, eu saio e acontece isso! – Inuyasha disse ao entrar. Kikyou entrou com um sorriso vitorioso nos lábios. – Lolita! – Inuyasha chamou Kagome.
Os dois se afastaram, envergonhados.
- Mais uma vez, Sesshoumaru. Você só gosta de carne mastigada. – disse Kikyou.
Sesshoumaru a fuzilou com o olhar.
- Inuyasha... – foi tudo o que Kagome conseguiu dizer. O namoro era falso, mas ela sentia-se muito envergonhada.
- Você é um idiota, irmão. – Inuyasha disse entre os dentes e pulou para soca-lo. Sesshoumaru conseguiu desviar no último minuto.
Inuyasha agarrou Kagome, abraçando-a protetoramente. – Ela é minha! – sibilou com raiva.
Kikyou pôs a mão no rosto. Pela primeira vez, sentia-se usada. Tremeu de ódio. Sesshoumaru observou o irmão e Kagome. Talvez, eu goste mesmo de carne mastigada, pensou dolorosamente.
Kagome prendeu o ar.
O clima ficou tenso. Ninguém se atreveu a falar por minutos.
- Mas, essa eu quero. – Sesshoumaru declarou.
- Hã? – Inuyasha não entendeu.
- Eu quero Kagome!
Continua...
Voltei! Quem é vivo sempre aparece! Eu demorei para começar a engatar nesse capítulo. Tinha uma ideia e escrevi algo totalmente diferente. Mas, fiquei contente com o resultado, e vocês? Gostaram?
A receita é do site MdeMulher. Só buscar Milkshake de Chocolate. Acho que é como está o relacionamento do quarteto. Um verdadeiro milk-shake. A vida é o liquidificador que está os misturando. Insistentemente. Mas, agora a coisa mudou, afinal Sesshy decidiu que quer lutar por Kagome. Ao mesmo tempo que Inu começa a sentir algo por ela. Talvez, vai ter uma Dona Flor e seus dois maridos e Kikyou vai ficar para titia! Quem sabe?
Sobre mim, me declarei em período sabático (férias de pobre, desemprego)! Aproveitando para descansar, recuperar a saúde e tudo mais rs.
Quero super agradecer pelo carinho! Continue comentando e me fazendo super feliz =)
Em especial para:
Kagmarcia – Oiiiiie! Isso é maravilhoso! Espero que tenha lido esse capítulo com o mesmo ânimo dos anteriores. Me diga o que achou! Também aceitou ideias e receitas com chocolate =). Esse é meu doce predileto e o seu, qual é? Bem, muito obrigada e um ótimo dia!
Narumi Jung – É ótimo saber que você amou a fic! Melhor que só gostar, rs. Ele precisava de um choque desses, menina! O coitado fica com esse medo bobo, e acaba só fazendo bobeira. Ele não tem gente. Kikyou até disse que ele gosta de carne estragada. Você concorda? Mas, acho que ele acordou para a vida! E você? Beijos e obrigada!
Emmi T. Black – Uma curiosidade minha, o que é o T. do seu nome? Ah, que ótimo saber que você amou! Isso é maravilhoso, sempre será. Eu também o acho um bunda-mole, o Sesshy, mas ele acordou, finalmente! Eu também adoro SesshyxKag, acho super fofo! Agora ele acordou, bem quando o irmão dele começa a ser cativado pelo jeitinho da Kagome. Vamos ver no que isso vai dar! Obrigada pela sorte, sorte a ti tbm! Beijos e até o próximo cap.
Galera, e o que acharam da Kagura?
É isso, super beijos! Obrigada por tudo!
Dani =)
