Yo minna!!!!!!!!!!!!! aqui estamos com o ultimo capitulo desta fic.

Sah: ultimo?

Say: sim.

Sah: como assim?

Say: é o ultimo n percebeste? ker dizer que acabou. ou não.

Sah: acabou :'(...? -rio de lágrimas escorre pelos olhos de Sah-

Say: olha... p-peraí, estás a inundar isto tudo!!! -pega em Sah e leva-a daqui para fora- Boa leituraaa!!!

Sah: naaaooooo!!! naaaaaaoooooooooooooooooooo!!!! ah, sim boa leitura!! naaaaaaaaaaaaaaaaoooooo!!!! -esperneia-

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9 MESES MAIS TARDE

Saiko: Nyaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah.

Hospital, dia 21 de Fevereiro. O dia do nascimento de Daichi e Aya.

Saiko entrara em trabalho de parto há 7 horas e as contracções eram cada vez mais fortes. Estava deitada na maternidade do hospital de Konoha. Ao seu lado esquerdo, estava Sasuke com uma bata à frente dele, um pouco incomodado com a situação. Era a primeira vez que iria ver um bebé nascer, por isso o seu nervosismo ainda era maior.

Ino: Sasuke-kun, não vais desmaiar aqui pois não? – ria-se a loira, com o seu fato de médica, com a sua mão sendo esmagada pela a de Saiko. – Au, Saiko!

Saiko apertava não so a mão de Ino. Procurou a de Sasuke, e ele desprevenido, baixou a guarda, sentindo uma dor aguda na mão, como se os seus ossos tivessem a ser partidos. Nota para si mesmo: Nunca desprezar uma grávida no momento de parto.

Ultimamente, Sasuke tinha tirado muitas notas durante os 9 meses de gravidez de Saiko… Satisfazer todos os seus desejos, não contradize-la, ser mais simpático… sim, porque com a gravidez ficara muito sensível…

Saiko: Naaaaaaaaaaaaaaaaayyyaaaaa!!!! – Saiko suava. Encharcada e cheia de dores, cada palavrão que dizia era pior que o outro.

Sakura: Saiko, tem calma… esta quase no fim. Mais um pouco de força. – Sakura estava à frente de Saiko, ajudando-a no parto.

Saiko: VEM TU PRA AKI E TENTA TU FAZER A FORÇA!!!!

Inner Sasuke: Nota pra si mesmo: Não provocar uma grávida no momento do parto.

Depois de mais 2 horas de parto, Daichi foi o primeiro a sair. Um bebé gordinho, gritando que se farta enchia a sala de som e luz.

Sakura embrulhara o pequeno Daichi numa mantinha azul. Já tinha acalmado e Sakura estendeu aquela pequena criatura a Sasuke.

Sasuke não sabia o que fazer. Olhava para Saiko que estava exausta e nem os olhos conseguia abrir, como para Ino que queixava-se da sua manicura completamente estragada como para Sakura que lhe estendia… aquilo!

Sakura: Vamos Sasuke. Pega nele n.n.

Sasuke pega no seu pequeno sobrinho, com pouca experiencia. Percebe que tem de pegar nele com cuidado segurando-lhe a cabeça.

Milhares de coisas passavam agora pela cabeça do Uchiha. O seu plano tinha de ser oposto em acção, então, silenciosamente activou o seu sharingan. Um pensamento maléfico percorreu Sasuke… até…

O pequeno Daichi abrir os olhos.

Sasuke sente uma coisa que já não sentia à muito (excepto quando estava com Naruto). Conforto. Felicidade. Um pequeno membro da sua família para proteger.

Notou umas pequenas semelhanças com Saiko… os olhos eram de sua mãe. Com o seu pai, era parecido naquelas duas linhas sinuosas perto do nariz e o queixo… mas as suas mãozinhas e as sobrancelhas… eram iguais às dele.

Depois o pequeno rebento sorriu-lhe. E Sasuke não pode conter a sua resposta ao sorriso daquela coisinha pequenina com outro sorriso.

Sasuke: Kuso… já não consigo fazer nada… - pensa. O pequeno Daichi fê-lo mudar de opinião.

Saiko: OH MINHA MAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAE – as contracções de Saiko voltaram. Sakura tinha parado para apreciar Sasuke com a sua nova aquisição. Mas com aquele grito, Sakura tinha despertado para acudir a sua amiga.

E 20 minutos depois, Aya estava cá fora. Sorridente e brincalhona. Como Ino que estava deliciada com ela. Mas Aya, logo após o nascimento, embrulhada numa toalha, foi entregue à sua mãe. Saiko colocou Aya no seu braço esquerdo e pediu a Sasuke pra lhe colocar Daichi no braço direito.

E ali estava Saiko. Mãe de um casal de gémeos. Quando os olhares de Saiko e Sasuke se cruzaram, os de Saiko transpareciam prefeita alegria. Sasuke não pode deixar de esboçar um sorriso confortante.

Beijou a testa de Saiko e disse baixinho só para ela ouvir:

Bom trabalho.

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Itachi.

Esse não sabia nem de metade da história. Iria fazer quase um ano desde que não via Saiko e isso fazia-o olhar muitas vezes para trás, em cada milha que andava.

Não sabia que ela tinha ficado grávida, não sabia que Sasuke o tinha substituído, não sabia que tinha um casal de gémeos como filhos.

Não sabia de nada. Estava na prefeita ignorância… Mas sentia umas saudades de Saiko que não devia sentir.

Estava perto da saída do lado oposto da Vila Escondida da Pedra, concluindo uma missão… sangrenta, ou seja, descansando.

E lembrou-se da noite que passara com ela, na floresta. Sozinhos…

Um arrepio passou-lhe pela espinha. E tomou uma decisão. Levantou-se do galho da arvore que estava sentado… e dirigiu-se à vila da folha, a toda a sua velocidade.

Itachi: Vou voltar a ver-te...

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Saiko estava de camisa de dormir e de robe, sentada na cama a dar de mamar aos gémeos.

Eram quatro da manhã e ja era a terceira vez que se levantava naquela noite, e já não sabia o que era dormir bem á alguns dias.

As restantes konoichis também ja começavam a fikar com algumas olheiras de estarem constantemente a acordar com o choro dos dois pequenos bébés, por isso já todas andavam a dormir em pé durante o dia, o que não agradava muito á quinta hokage, que achava que aquele comportamento estava a prejudicar o decorrer das missões.

Saiko também andava cansada, sempre a acordar a meio da noite, n dormia o suficiente, de dia estava a ocupada a mudar fraldas, a dar banhos, a dar de mamar, e ainda ter de fazer as tarefas domesticas que lhe competiam, que era lavar, estender, passar e arrumar roupa, o que começava a fikar um pouquinho atrasado visto que os gémeos não lhe davam tempo nem para comer.

Quando acabou de dar de mamar a Daichi, deitou o no berço e pegou em Aya para lhe dar de mamar também.

Farta de estar sentada, ainda com Aya ao colo e quase a dormir em pé foi até á varanda sem fazer barulho para não acordar Daichi ou Tenten, com quem partilhava o quarto (Sah: vá, adivinhem lá quem era a primeira a acordar com aquela berraria? XD).

Sentou se numa cadeira e olhou para a lua, e esta fela lembrar se de alguém.

Já não via Itachi á quase um ano, e as saudades aumentavam a cada dia que passava.

Nunca pensou vir a amar Itachi, pois no principio, aquilo que sentinha era tão confuso que se chegou a perguntar se não seria ódio.

Ódio dele por a estar a usar, por estar a ser um mero objecto que Itachi usava e deixava quando se cansava.

Mas com o tempo foi percebendo que, apesar de tudo isso, apesar de saber que para ele ela era só um mero passatempo, que o amava, e que o estava a enganar escondendo a existencia dos seus filhos, que tinham sido o resultado, não só das suas inumeras escapadelas para a floresta, mas também do enorme amor que sentia por ele.

Olhou para Aya e sorriu. aqueles pequenos anjinhos tinham sido a melhor coisa que ja lhe tinha acontecido, e embora não tivessem sido desejados ela amava os com todo o seu coração.

Não podia dizer que os amava mais do que amava Itachi ou Haseo ou que os amava mais a eles, amava os apenas duma maneira diferente, mas ao mesmo tempo igual, amava os muito, e era isso que importava.

Mas ao mesmo tempo, também estava magoada com Itachi, pois ele tinha-a abandonado, justamente na altura em que ela mais presisava dele, embora ele não soubesse nada sobre a sua gravidez, isso magoava-a.

Olhou para a lua outra vez e percebeu que uma lárima solitária lhe escorria pela face.

Limpou a prapidamente, e depois olhou para Aya, que ja tinha acabado de mamar e dormia tranquilamente no seu colo.

Levantou se com cuidado para não a acordar e foi deitala no berço juntamente com Daichi que também dormia profundamente.

Quase a desmaiar de sono, dirigiu se á sua cama e deitou se adormecendo de seguinda.

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Felizmente, Saiko so teve de acordar mais uma vez para mudar a fralda a Aya, por isso conseguiu dormir um bocadinho mais do que o normal.

Como era domingo, e não havia missoes, todas as konoichis tinham fikado em casa a fazer as suas tarefas domesticas, pois elas começavam a fikar atrasadas.

Ino: Então Sakura, dormiste bem esta noite?- berrou Ino enquanto aspirava a sala.

Sakura: dormi lindamente n.n.

Tenten: olha, eu não... -boceja-

Ino: é mas a nossa Sakura não dormiu cá esta noite não foi?

Saiko: a sério?? dormiste com o Lee? ah que fofo!!!!

Sakura: ho paaahhhh x//////x.

Tenten: olha boa ideia, axo que hoje vou dormir a casa do Shikamaru.

Ino: ho pah! só eu é que não tenho sorte nenhuma, o Gaara mora em Suna... - -'

Ino e Gaara continuavam juntos e felizes, mas Gaara não podia deixar os seus deveres de Kazekage, por isso só se conseguiam ver aos fins de semana ou quando Gaara tinha de vir tratar de negócios.

Saiko: é, vocês deixam me sempre sozinha!

Tenten: ho... coitadinha da nossa mamã... tens razão, tens razão, mas ou esses teus dois uchihinhas começam a fazer menos barulho, ou então vamos ter xatice! XD.

Saiko: ¬¬ má!- disse pegando agarrando a camisola que estava a passar e atirando-a a Tenten.

Ino: ho, peraí essa é a minha camisola preferida!

Sakura: bom, como ja não tenho mais nada para fazer, vou dar uma voltinha por aí com o Lee... até logo.

Tenten: é, e eu ja cortei as ervas daninhas por isso também vou indo. ja ne.

Ino: peraí que eu vou contigo, o Gaara chega hoje de Suna e eu quero recebelo.

Saiko: é pois, e eu vou continuar a passar esta pilha de roupa enquanto vocês se divertem com os vossos namoradinhos, eu pensei que vocês eram minhas amigas!!

Sakura: pois... desculpa, para a próxima nos ficamos- disse indo embora.

Saiko: que ricas amigas que eu tenho!- disse não muito alto para não acordar os gémeos que dormiam no quarto.

Depois de passar mais alguma roupa a ferro e de ir estender a que estava na máquina de lavar, foi até ao quarto ver como estavam os dois pequenos bebes.

Chegou ao quarto e espreitou para dentro do berço.

Os dois dormiam profundamente, tranquilos, como se o mundo á sua volta não existise.

Saiko fikou a olhar para eles, perguntando se como aquelas pequenas criaturazinhas encantadoras podiam ser filhos de Itachi.

De repente, um ruído vindo da sala chamou a sua atenção, e perguntou se se alguma das raparigas ja teria chegado.

Dirigiu se á sala e não viu nada de estranho, tudo estava no lugar que ela deixara, nada parecia fora do lugar, mas então reparou numa coisa- a janela estava aberta, e as cortinas "voavam" com o vento.

Se fosse alguma das konoichis entraria pela porta, por isso tinha de ser alguém- pensou para si.

De repente sentiu um arrepio a percorrer lhe a espinha. Não estava sozinha (Sah: bem.. e não estava... XD) havia mais alguém.

Pegou numa das kunais que estavam em cima da mesa e foi revistar todas as divisões da casa.

No seu quarto, ninguém para além dos gémeos, nada na cozinha, nada nos outros quartos, não havia ninguém. Mas tinha de haver, ela sentia-o, havia um chakra familiar por perto, mas não se conseguia lembrar de quem era.

Mas depois deixou de sentir o chakra. Quem quer que fosse estava a oculta-lo.

Saiko começou a ficar com um pouco de medo, não tanto por si, mas mais pelos seus filhos que dormiam alheios a tudo o que se passava.

Foi outra vez ao quarto ver se estava tudo bem. Espreitou. Ainda estavam a dormir, e tudo parecia normal então voltou para a sala.

Estava a comerçar a entrar em panico, mas afinal o que se estava a passar ali?

Saiko: Aparece quem quer que sejas!!!

Ninguém respondeu.

De repente o chakra voltou, e estava mais forte.

Saiko virou se com o braço levantado, com a kunai pronto a atacar, mas estacou quando sentiu que alguém estava atras dela com uma mão no seu braço levantado e outro braço abraçado á sua cintura.

Saiko reconheceu imediatamente aquela presença, aquele xeiro, aquele chakra que tantas vezes tinha sentido á quase um ano atrás.,

Deixou cair a kunai e virou se para abraçar o homem por quem tinha esperado aquele tempo todo, o homem que a tinha abandonado, que a tinha magoado, mas naquele momento não quiz saber de nada disso, apenas queria abraçar Itachi e matar todas as saudades que tinha dele, queria beija-lo e abraça-lo como não fazia á muito tempo.

Itachi retribuiu o abraço, apertando Saiko contra si. Áh muito tempo que esperava para abraçar Saiko e matar saudades. Nunca tinha pensado em sentir tantas saudades de uma pessoa, e muito menos apaixonar se por alguém, não sabia o que o tinha cativado tanto na pequena konoichi.

Itachi: tive saudades tuas... desculpa.-murmurou.

Saiko abandou a cabeça ligeiramente como quem diz que está tudo bem: amo-te- murmurou também.

Itachi não respondeu, limitou se a apoiar um dedo no queixo da konoichi e a inclinar a sua cabeça até ao nível da dele e inclinando se um bocadinho, pois Saiko era muito mais baixa que ele, beijando-a com ternura (Sah: sim, itachi costuma ser muito directo... XD Say: pois,eu também gostava que ele fosse assim directo comigo... Sah: também eu -baba-se-).

Ao principio começou por ser um beijo calmo e apaixonado, mas depois foi começando a tornar se mais selvagem e intenso, enquanto as suas linguas se acariciavam mutuamente.

Lentamente Itachi começa a desapertar os botoes da camisa que Saiko vestia, e esta afastou se tentando evitar que mais alguma koisa acontecesse.

Mas antes de Itachi conseguir protestar contra a reacção da garota, um choro de bebé ecuou por toda a casa deixando itachi confuso.

Saiko fechou os olhos e mordeu o lábio. E agora como é que ia contar a Itachi que tinha tido dois filhos dele?

Itachi olhava para ela confuso, Saiko olhava para ele sem saber o que dizer, Daichi e Aya choravam esperando que alguém lhes mudasse a fralda ou lhes desse de comer.

Itachi: um bebé?

Saiko: isso... bem... hum... sabes... eu t- Trrrrrrriiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimmmmmmmmmmmmmmmmmmm (Say e Sah: centopeia!!!! Say: não, é a campaínha...)

Saiko estacou. Quem poderia ser?

Saiko: esconde te!

Itachi fez uma cara aborrecida: ok...

Saiko foi abrir a porta e para seu horror, Sasuke estava á sua frente completamente descontraído e com as mãos nos bolsos como era seu costume.

Sasuke: olá.

Saiko: Sas... Sasuke! n.n''''''''''''.

Sasuke: vim ver os gémeos, posso entrar.

Saiko: p-podes n.n' merda merda merda! porque é que ele tinha que aparcer agora???????????- pensou.

Sasuke entrou e dirigiu se ao quarto para ver como estavam os seus sobrinhos.

Sasuke: Então, como estão os meus filhotes? acho que o Daishi está a ficar muito parecido comigo... não achas?

Saiko: p-pois, é n-normal, hum... vais demorar muito...?

Sasuke: vou demorar o tempo que for presiso, porquê? queres me dar limites de tempo para ver os meus filhos?

Saiko: ho não... porque é que ele tinha que dizer aquilo? porquê? porquê????-pensou- não, é que está na hora de eles tomarem banho, e eu também tenho que acabar de passar uma roupa...

Sasuke: ah... ok, estou a pensar em amanha leva-los a dar uma voltinha, não te importas? Sasuke-otou-san quer mostrar aos filhotes como é ser ninja!! - disse virando se para os pequenos bebés que se tinham acalmado à chegada de Sasuke e olhavam-no com olhinhos curiosos.

Saiko: t-tudo bem n.n''.

Sasuke: bom, então se tens que fazer não te incomodo mais, até amanha- disse dando um beijo na face de Saiko e indo embora.

Saiko: adeus...

Saiko não sabia o que fazer, agora Itachi ficaria a pensar que os filhos eram mesmo de Sasuke.

Itachi: Não perdeste tempo. - disse aparecendo por trás de Saiko de repente.

Saiko assustou-se com o súbito aparecimento do akatsuki. Voltou-se para trás, de onde ele tinha aparecido e quando ía para falar, Itachi interrompeu-a.

Itachi apontou para o berço onde estavam os dois bebes e não disse uma palavra, deixando o seu olhar falar por ele.

Saiko: N-não! Não, não, não, não!!! Itachi, tu não estás a perceber! Achas que eu alguma vez te enganaria?

Itachi: É o que parece.

Saiko: não parece nada! Se ao menos me deixasses explicar…

Itachi retira uma kunai de dentro do seu vasto manto e empurra Saiko contra a parede mais próxima, segurando o seu pescoço com uma mão e com a outra, empunhando a kunai perto da sua garganta. – Como me enganei…

Saiko começou a transpirar ao sentir a sua vida em perigo. Iria ele matá-la? E mataria os seus filhos a seguir? Se ao menos ele deixasse…

Itachi: Enganei-me ao teu respeito. Pensei que eras diferente. Pft até pensei que tudo o que tinhas dito era verdade. – Itachi chega mais perto de Saiko, comprimindo o seu corpo contra o dela, porém não baixando a kunai. Fica muito perto do ouvido dela para lhe sussurrar…

Itachi: Traidora

Saiko: Não Itachi! Ouve-me! Deixa me explikar! - disse com as lágrimas a começar a transbordar dos olhos.

Aquelas palavras magoavam ainda mais o akatsuki.

Saiko: Eu não te enganei Itachi... eu amo-te...- disse olhando-o nos olhos.

Itachi: Não amas! Não amas!! – a pose séria e calma de Itachi perdeu-se. Ficou zangado, a sua feição encantadora e atraente modificou-se e agora, Itachi parecia um cão raivoso perto de atacar. Entre isto, activa o seu sharingan, preparando o seu vil jutso. - Se amasses não me tinhas feito isto! Com o meu irmão! Como pudeste? QUE MERDA SAIKO! Eu amo… Não. Agora é tarde demais, só voltei por ti! Porque te queria ver! Mang…….

Mas quando Itachi estava perto de perder a cabeça, indo colocar Saiko no seu local de tortura, a pequena Aya começa a chorar, incomodada pelos gritos de seu pai que não conhecia. Itachi surpreende-se, desactivando o seu sharingan e olhando em direcção ao quarto.

De súbito, como se chamado pela pequena, baixa a kunai e larga o pescoço de Saiko, que caí no chão de joelhos, procurando voltar a encher os seus pulmões de ar. Itachi tinha apertado tanto o seu pescoço que tinha ficado quase roxa de não respirar.

Itachi recolheu a kunai para dentro do seu manto e como que hipnotizado, dirige-se ao quarto em direcção ao berço.

Aya chorava consideravelmente alto, mas o seu irmão, Daichi, parecia dormir profundamente ao seu lado. Itachi permaneceu a olhar para aquele estranho bebé que não parecia incomodado por Aya,

Depois, abriu os seus pequenos olhos, encontrando os de Itachi.

Um baque. Foi o que Itachi sentiu no seu coração ao olhar para aquele pequeno rebento. Depois, ao ver o sorriso desdentado de Daichi, Itachi não teve coragem para fazer mais nada.

Saiko: Por favor… Não… Não os magoes… - Saiko estava apoiada na porta, ainda a tentar respirar. Deslizou outra vez para o chão, colocando as mãos à sua frente e começando a chorar baixinho. – Por favor, Itachi…

Itachi olhou para Saiko. Depois para o berço novamente. Não disse uma palavra.

Dirigiu-se à janela do quarto (Sah: itachi é muito pratico, ele não presisa de portas se tiver janelas XD), e saiu, ocultado pela noite, sombria e escurecida.

Saiko continou agachada perto da porta, ouvindo Aya chorar. Também ela chorava de pânico ao pensar o que Itachi teria pensado fazer. Logo após Itachi sair, ouviu a porta da rua abrir, e os passos apressados de alguém atravessando a casa directo ao quarto.

Sasuke: Saiko estás bem? – Sasuke tinha sentido um estranho chakra presente, dentro da casa mas pensou que fosse dos bebés. Quando saiu, percebeu que bebés não podiam mandar ondas tão fortes de chakras e resolveu regressar. Quando, ao virar a esquina da rua da casa de Saiko, ouviu os gritos de alguém furioso, vindo da casa, correu. Por escassos segundos, ele não apanhou Itachi.

Saiko olhou para Sasuke sem conseguir pronunciar palavra. Levantou-se e agarrou Sasuke, chorando compulsivamente contra a sua camisa. Sasuke não sabia o que fazer. Limitou-se a abraça-la de volta (por ser consideravelmente mais alto que ela, ela chorava contra o peito de Sasuke) e a murmurar que tudo ia ficar bem.

Iria…?

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Saiko estava sentada num sofá na sala com Sasuke bebendo um chá que este lhe tinha preparado.

Estava agora mais calma mas ainda continuava a pensar no que tinha acontecido á momentos atrás.

Pensava no que poderia ter acontecido se Aya não tivesse chorado. Estaria Itachi mesmo disposto a mata-la? Será que depois iria matar os seus filhos também?

Apertou a chávena entre as mãos tentando controlar as lágrimas e a tristeza que sentia.

Como poderia Itachi ser tão injusto, tão cruel?

Sasuke: Então, vais contar-me o que aconteceu?

Saiko: Não aconteceu nada, tive apenas uma quebra de tensão...

Sasuke: Ya – riu – já ouvi muitas coisas estúpidas, mas essa é a pior de todas... Não me tentes enganar eu sei que teve alguém cá em casa.

Saiko ficou a olhar muito séria para Sasuke. Deveria contar? Era o irmão dele, ele tinha o direito de saber. Optou por dizer a verdade.

Saiko: o It... o Itachi esteve cá – lágrimas espessas começavam a cair novamente e Saiko tentou limpa-las sem sucesso.

Sasuke estacou: O Itachi esteve aqui? Kuso! Eu sabia que conhecia aquele chakra de algum lado! O que é que ele te faz?

Saiko: Ele... Ele passou se quando viu os filhos, pensava que eram mesmo teus.

Sasuke: Disseste que não eram?

Saiko: Não, ele não me deixou... Eu... Eu pensei que fosse morrer naquele momento.

Sasuke: Ele bateu-te? Ele fez-te alguma coisa? Ele usou o sharingan não foi? Ele torturou-te!

Saiko: ...

Sasuke: Responde Saiko! O que é que ele te fez?

Saiko: Ele não usou o sharingan... - murmurou.

Sasuke: MERDA, que raiva! - Disse levantando-se muito zangado - não acredito que estive quase frente a frente com esse traidor! Eu tenho que ir atrás dele!

Sasuke começou a ir em direcção á porta mas foi travado por Saiko que o agarrou pelo braço.

Saiko: Não vás! É perigoso, ele está descontrolado, podia acontecer te alguma coisa.

Sasuke: E se ele volta? Pode te acontecer alguma coisa a ti!

Saiko: Ele não vai voltar – murmurou - Acredita em mim, ele não vai voltar.

Sasuke ficou a olhar para Saiko: Tenho de ir. Amanhã volto, para vir buscar os gémeos. Sayoonara - e saiu.

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Itachi saltava de árvore em árvore, com a fúria a crescer dentro dele.

Como é que tinha conseguido ser tão estúpido? Como é que tinha sido tão estúpido ao ponto de voltar por uma pessoa que nem sequer sentia a sua falta, que não o amava e que o tinha traído com o seu próprio irmão.

Mas subitamente um enorme sentimento de culpa abateu se sobre ele.

Esteve quase a cometer a maior loucura da sua vida ao tentar matar a mulher que amava. Pensava que se aquela pequena ser não tivesse chorado, Saiko poderia estar morta naquele momento.

Saiko, estendida no chão coberta de seu sangue, com os seus belos cabelos a tapar a sua cara. Que, se Itachi a tivesse morto, ele desviaria o cabelo dela para olhar para os seus olhos esgazeados e sem vida, a olhar para uma direcção sem limite, perdida no tempo, para sempre.

Itachi parou de correr. Apoiou-se com a mão direita a uma arvore e abaixou a cabeça.

Estava enraivecido. Fechou a mão sob a arvore que, com as suas unhas raspou-as deixando marca como um animal. Colocou a sua mão esquerda sob o seu peito e apertou, como se apanhasse o seu coração.

Itachi: Nande…? Porque o meu coração dói desta forma? Porque me sinto assim…? (Say e Sah: momento filosófico de Itachi)

Na sua cabeça, imagens de Saiko passavam a mil à hora, de todos os momentos que passara com ela.

Desde que a vira, com Sakura.

Quando a encurralou pela primeira vez.

Quando a beijou pela primeira vez.

Quando rasgou a sua saia.

Quando sentiu o seu cheiro.

Quando passou a mão pelos seus cabelos.

Quando ela o beijou no pescoço, peito e abdómen.

Quando a amou pela primeira vez.

Quando a viu deitada ao seu lado, dormindo.

Quando ela lhe sorriu.

Itachi estava cansado. Deixou-se cair de joelhos, com a expressão vazia, sem mostrar nenhum tipo de sentimento, ou algo do género. Sentia-se vazio. Sentia-se incompleto.

E depois, os olhos do pequeno Daichi, apareceram-lhe na mente. Aquela criança, tão familiar. Seria por ser filha do seu irmão, parecido com ele? Não. Talvez não… Ou talvez sim.

Olhou para o céu. Começara a chover. Ficaria encharcado se não encontrasse um abrigo rapidamente.

Dirigiu-se para a sede da Akatsuki. Faria o que sempre fez, e esqueceria Saiko. Mais tarde, iria se vingar dela. Ela não iria ficar a rir-se dele. Isso não.

Itachi: Humpf. Chega de lamechices.

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16 anos mais tarde…

Um belo dia em Konoha!

Dezasseis anos passaram desde que Itachi esteve na casa de Saiko e que descobriu sobre seus filhos… que pensa que são do seu irmão!! Confusao? Talvez não…

O sol brilha, os pássaros cantam e os mercadores vendem o seu peixe fresco…

Mercador: AHHH SEUS FILHOS DE UNS NINJAS!!! SE EU VOS APANHO!!!!

Ok, nem um tão bom dia para alguns.

Aquele mercador era Miyaki Nobu, um dos mais conceituados fabricadores de doces de toda a Konoha!! Vendia dos mais deliciosos doces de toda a Região Escondida, ou seja, vendia doces de Konoha, Suna… Enfim, dos melhores!

Era por isso que um bando de adolescentes travessos tinha acabado de roubar um quinto da sua mercadoria…

Kimiko: Vamos pessoal, despachem-se antes que o velho barbudo nos apanhe!!! – diz com dois grandes sacos na mão.

Inuzuka Kimiko. Filha de Hyuuga Hinata (Sah: que agora eh Inuzuka Hinata) e Inuzuka Kiba.15 anos. Uma menina de cabelos castanhos rebeldes como o pai mas compridos, e dois grandes orbes perolados como a mãe. Uma personalidade forte e de líder, como o pai.

Yuki: Tem calma Kimi-onee…

Ryuu: …-san, isto eh pesado!

Hyuuga Yuki e Hyuuga Ryuu. Filhos de Hyuuga Neji e Temari. Gémeos de 15 anos. Os dois têm cabelo castanho avelã claro e olhos perolados. Tem a mania irritante de acabarem as frases um do outro. São iguais e só Kimiko consegue destingui-los. Por causa disso, os dois têm grande respeito à prima que é três meses mais velha que eles. (Say: Sim a Saiko engravidou mas isso não ker dizer que os outros também não possam ter a sua própria vida ne?)

Kenta; Ahahahaah o velho babão está mesmo atrás de ti, Raiden!!

Uzumaki Kenta. Filho adoptivo de Uzumaki Naruto (Sah: Pra resumir, Naruto encontrou um bebé na floresta de olhos verdes e cabelo loiro e adotou-o). Tem 16 anos mas uma mentalidade preversa e brincalhona. Sinal da educação de Naruto e das visitas de Jiraiya.

Raiden: Uruseh! Kenta no-baka!

Rock Raiden. Filho de Rock Lee e Haruno Sakura. O mais novo do bando, 14 anos (Raiden: quase 15 ò.ó). Cabelo curto preto e olhos verdes iguais aos de sua mãe. Ao contrário de seu pai, Raiden consegue expelir o seu chakra para realização de jutsos. Mas Raiden, por idolatrar o seu pai, prefere uma boa luta de corpo a corpo sem utilização de chakra. Um miúdo querido e simpático, mas teimoso.

Kimiko: Vamos, vamos virar aqui e escondermo-nos nas árvores. Às suas posições!!! AGORA.

O mercador que os seguia ficou perplexo. As crianças entraram pela floresta adentro em varia direcções. Desapareceram no ar… outra vez!

Mercador: AHHH SE VOS VOLTO A VER, CORTO-VOS AOS PEDAÇOS E FAÇO CHICLETE COM VOCES!!!

E com isto, foi-se embora, de mãos a abanar… outra vez.

Kimiko estava numa arvore, surpreendentemente perto de onde o velho mercador barbudo tinha estado, lançando ameaças non-sense para o ar. Descansava agachada em cima de um galho à escuta se ele voltaria novamente.

Durante um minuto, não se ouviu nenhum ruído. Por conseguinte, o mercador já não voltaria atrás.

Kimiko: Ok minna!!! Tudo bem! – diz, saltando do galho para o chão ainda com os sacos de doces na mão.

Ryuu: Ahh Kimi-onee-san já… - Ryuu salta da arvore que partilhava com o irmão, ostentando um saco cheio preso as costas.

Yuki: … podemos comer os doces? – Yuki salta logo a seguir atrás de seu irmão, também com um saco nas suas costas mas um pouco menos cheio.

Kimiko: Assim que tivermos todos juntos e dividirmos o saque pelo bando… Onde está Kenta e Raiden?

Raiden: Estou aqui! – diz o pequeno com dois pequenos sacos na mão. – Mas Kenta-no-baka fugiu numa direcção oposta à minha. u.ú

Kenta: 'Guem é o ba'ga? – Kenta aparece sentando num galho olhando para os seus amigos. Mas curiosamente tinha a boca cheia como um sapo. Como se tivesse a comer alguma coisa…

Kimiko, Yuki, Ryuu e Raiden: KENTA-TEME Ò.Ó

Ele engole os doces que tinha estado a mastigar e olha inocentemente para eles.

Kenta: Gomen n.n'

Kimiko: GOMEN UMA PINOIA, FIZESTE DE PROPOSITO SEU KENTA NO BAKA.

Kenta estava tranquilo. Adorava ver a sua amiga piursa com ele. Fechou um olho e colocou as mãos atrás da cabeça.

Kenta: 3 Depois de uma corrida, fiquei com fome 3

Voz: Sim, Inuzuka, devias acalmar-te. Que dilema…

Kimiko nem se virou para onde a voz tinha vindo. Sabia prefeitamente quem o tinha dito… e quem vinha com ele.

Kimiko: Boa, só me faltava mais estes… Vamos Kenji aparece lá de uma vez – diz a jovem konoichi sentando emburrada numa pedra.

Nara Kenji. Filho de Nara Shikamaru e Tenten. 16 anos, 9 meses mais novo que Daichi. Um rapaz alto e atraente, cabelo preto curto com uma franja atraente pelos olhos, e olhos castanhos penetrantes como os olhos de sua mãe. Adquiriu o hábito de dizer "que dilema"… (Say: sim todos tem os olhos parecidos com os da mãe xD). Tinha aparecido ao lado dos gémeos, metendo uma mão dentro de um saco e roubando um lollipop, metendo-o de seguida na sua boca.

Yuki: EEiii!!! Como…

Ryuu: … é??? – Dizem os gémeos perdidos de raiva.

Kenji: Humpf…

Kenji mostra-lhes uma expressão desinteressada, caminhando para as profundidades da floresta.

Kimiko: Kenji, desde quando eh que roubas e comes doces dos outros sem pedir?? – Ela era rápida. Estava já atrás de Kenji e ninguém tinha reparado ela correr na direcção dele, quanto mais levantar-se da pedra onde estava sentada. Empunhava uma kunai à nuca de Kenji que sem mostrar um pingo de expressão continuava chupando o seu lollipop.

Voz: Não somos muito diferentes de ti, Inuzuka. – uma personagem com uma voz calma tinha aparecido ao lado de Kimiko que continuava empunhando a kunai perto da nuca de Kenji,

Kimiko tinha baixado a sua guarda por um segundo. Isso foi suficiente para Kenji desaparecer. Mas Kimiko, não se deixando ficar, desfere um ataque de kunai contra o vulto ao seu lado.

Mas a única coisa que cortou foi um pedaço de madeira.

Em cima da arvore estava Kenji, ainda com o seu lollipop na boca e mão no bolso. O outro vulto que tinha feito uma técnica de substituição estava ao seu lado. Com uma capa preta comprida, cabelo comprido atado (Sah: Igual ao Itachi? Say: Igual ao Itachi xD) mas em trança. Os olhos pretos penetrantes, expressão de infinito aborrecimento.

Kimiko: Uchiha Daichi.

Daichi: Inuzuka Kimiko.

Kenta: Uzumaki Kenta! Prazer em conhecer!! Podemos ir embora agora?

Raiden: Uruseh Kenta no-baka!!

Kenji: Daichi. Vamos, temos de ir buscar o Daisuke.

Kimiko: Daisuke?? O que vão fazer com o meu irmão mais novo?

Daichi: Não tens nada a ver com isso e, Kenji. Tenho de ir a casa primeiro.

Kenji: Ok.

Kimiko: Ei!! Voces não vão a lado nenhum sem me dizer o que querem do meu irmão!!

Daichi salta da arvore e fica mesmo em frente de Kimiko, muito perto da cara dela. Exibiu um sorriso discreto mas que fez Kimiko sentir um calafrio pela espinha.

Daichi: És muito irritante. (Say: Lembram-se quando Sasuke dizia isto a Sakura? xD)

Kenji: Ikusoh, Daichi.

Daichi e Kenji desapareceram no ar.

Kimiko estava hipnotisada. Aqueles olhos pretos tinham-na aprisionado e ela não se conseguia mexer. Os gémeos meteram-se à frente dela tentando-a acordar. Quando finalmente acordou, deu um sermão ao seu bando, sobre não a ajudarem, comerem doces sem permissão…

Kimiko: … e que isto não se repita! Estamos entendidos?

Minna: Sim.

Kimiko: Muito bem. Vamos guardar o resto das provisões para mais logo. E temos de planear o próximo saque. Muito bem, lembrem-se: Não podemos ser apanhados pela Quinta!

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Daichi tinha chegado a casa. A mesma casa em que tinha vivido por 16 anos.

Saiko tinha ficado com a casa depois de todas as outras konoichis mudarem-se para os seus maridos. Tenten tinha sido a primeira a sair. Tinha casado com Shikamaru logo após o casamento de Haseo e Anko e logo tiveram Kenji.

Pouco depois, Ino mudara-se para Suna, casando com Gaara. Tinham comprado uma casa em Konoha e por isso passavam 6 meses todos os anos lá. Os outros 6 meses na Suna, claro.

Por ultimo, depois de o casal de gémeos fazer 3 anos, Sakura tinha ido morar com Lee… casando (Sah e Say: duhh xD)

Por isso Saiko, Daichi e Aya ficaram naquela casa. Tinham um quarto a mais mas Sasuke dormia lá de vez enquando a pedido de Aya. Daichi era sério mas gostava muito do seu pai. E Sasuke… fazia o mesmo que fazia o seu pai. Exigia o máximo de Daichi, mas no fundo…

Daichi entrou pela janela. Um velho hábito que tinha adquirido. Sabia que tinha visto alguém faze-lo mas… não sabia quem.

Daichi: Tadaima…

Saiko apareceu da cozinha, mais bonita que nunca. Os anos não pareceram tocar-lhe e os seus cabelos compridos pareciam mais brilhantes que nunca. Daichi adorava a sua mãe.

Saiko: Oh Daichi-kun. Porque não usas a porta? Okaeri! Senta na sala, levo já um chá.

Daichi tirou a sua capa preta, pendurando-a perto da porta. Senta-se na sala, descontraindo.

Saiko entrega-lhe um copo com chá. Chá preto. O favorito de Daichi.

Saiko: Daichi-kun, tenho uma coisa muito importante para te contar.

Daichi: Hum…

Saiko: É difícil mas…

Dlim dlão! (Say e Sah: CENTOPEIAAAAAAAAAA!!! Say: Mas porra agora quando ela lhe ia contar… Sah: Podes crer)

Saiko: … Aham… Eu vou abrir.

À porta…

Kenji: Yo Saiko Okaa-san!

Saiko: Kenji-kun!

Daichi aparece ao lado da mãe,

Daichi: Já está na hora?

Kenji: Sim.

Daichi: Itekimasu…

Kenji: Sumimasen Saiko Okaa-san.

Saiko: Não há problema… Iterashai!!!

E com isto, Daichi pega na sua capa preta e sai com Kenji. Estava na hora.

Saiko: Talvez mais tarde… vou-lhe contar a verdade…

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FIM

Sah: O que???????? Fim????????? Como pode???

Say: Ahm… podendo! xD

Bem minna! Acabou! "Sopro de Verão" terminou.

Voces: NAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAOOOOOO!!!

Sah: Como pode??? Entao, eles cresceram, a saiko ainda tem de contar ao filho sobre o pai e bla bla bla…

Say: Ahm… mas tu ouves-me?? Eu disse que "Sopro de Verao tinha acabado. Não falei em terminar com a historia não!!!

Sah: Ah ok tou mais descansada…

Sim, pessoal, nos vamos continuar a nossa fic… mas numa outra nova historia.

A nova geração! Os filhos dos nossos ninjas, dramas de adolescente, primeiras vezes…. Isso tudo, vai estar na nova fic!

Estejam atentos! SAYOONARA MINNA!!!

Sah no canto emo: Eu quero saber o que vai acontecer agora…

- Say arrasta Sah pelo chão – u.u bye bye