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... PERVERSE BEAT ...
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Avisos: Isso é uma adaptação de livro, sem créditos ou fins lucrativos.
O nome do livro e de quem o escreveu será revelado ao final da postagem do livro.
Nomes foram editados, palavras e até cenas...
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CAPÍTULO 10
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Depois do concerto — que tinha sido totalmente fenomenal — Inuyasha se escondeu atrás da parede baixa, de azulejos no banheiro e espiou Kagome. Ela olhou para ele e piscou rapidamente antes de virar as costas e começar a tirar a roupa. Ela encontrou-o nos bastidores depois do show e perguntou se ele realmente queria vê-la no chuveiro. Bem, dã, é claro que ele queria. Ela disse a ele que queria fingir que não sabia que ele estava lá até que ele não conseguisse manter as mãos longe dela e tinha que se juntar a ela. Ela realmente não precisava instruí-lo sobre o que queria que ele fizesse. Isso era exatamente como ele teria reagido ao vê-la no chuveiro.
Kagome puxou a camiseta sobre a cabeça. Ela parecia tão sexy em seu sutiã rendado branco e calças jeans. Inuyasha lambeu os lábios e tentou manter sua emoção contida. Ela desabotoou a calça jeans e deslizou lentamente por suas coxas. Ela mexeu os quadris enquanto dobrou na cintura para liberar uma das pernas de suas calças e depois a outra. Ela dobrou suas roupas e colocou em um banco, antes de alcançar em suas costas para desabotoar o sutiã. Inuyasha prendeu a respiração, esperando por um vislumbre de seus belos seios. Será que seus mamilos estariam duros? Será que a excitaria saber que ele estava assistindo? Ela se manteve de costas para ele enquanto tirou o sutiã. Ela era tão boa em fingir que ele não estava lá, que quase podia acreditar que ela não tinha conhecimento de sua presença.
Ela virou-se um pouco, e ele pegou um breve vislumbre de um seio firme e sua barriga lisa. Ela torceu o cabelo na altura dos ombros e prendeu-o na parte de trás de sua cabeça. Cada movimento era hipnotizante. Expondo seu pescoço daquele jeito? Um pouco cruel. Sua calcinha se juntou à pilha de roupas no banco, e então ela se aproximou de um dos jatos do chuveiro comunitário. Quando a primeira explosão de água atingiu sua pele, ela soltou um grito de surpresa.
"F-frio!" Ela dançou longe da água, e Inuyasha riu.
Ela fez uma pausa e virou em sua direção.
"Tem alguém aí?"
Bem, dã, ela sabia que ele estava lá, mas ele se foi para trás da parede e fingiu se esconder.
"Acho que não." Ela entrou novamente no fluxo vaporoso de água e suspirou de contentamento. Ela tinha uma daquelas esponjas para espalhar espuma de sabonete líquido sobre seu corpo. Ela despejou uma boa quantidade do sabonete em sua esponja e esfregou lentamente sobre sua pele. Seus braços. Seus seios. Sua barriga. Seus seios novamente. Paralisado, Inuyasha observava, sua mão pressionada contra a braguilha já saliente. Ele tinha que praticar se segurar para que ela pudesse ensinar-lhe lições em uma base regular. Não importa o quanto queria livrar seu pênis latejante e acariciá-lo, enquanto ela ensaboava seu corpo, ele não o faria. Ainda não. Preciso. Manter. Controle.
Porra, ela com certeza não o tornaria mais fácil.
Kagome virou as costas e se inclinou para lavar as pernas bem torneadas. Ele forçou o pescoço para ver os mistérios entre suas coxas. Ainda para frente, ela abriu seus lábios com uma mão e ensaboou sua carne macia com sua esponja. Ele podia ver tudo, e embora soubesse que nenhuma mulher se lavava assim, a menos que quisesse que alguém visse o que ela tinha para oferecer, isso não a tornava menos sexy.
Inuyasha desabotoou as calças e deslizou a mão em sua cueca. Ele puxou seu pênis e passou a mão suavemente para cima e para baixo de seu comprimento. O que ele realmente queria era mergulhar no buraco liso que Kagome estava lavando muito bem. Ele orou para que ela estivesse pronta para sua posse em breve. Queria ela mais agora depois dela contar sobre seus problemas, do que jamais quis outra mulher. Que ela confiava nele com tanta informação pessoal significava o mundo para ele.
A espuma acumulada se reuniu entre suas pernas, e escorria por ambas as coxas. Inuyasha desejou que espuma branca fosse seu esperma. Desejava que o dedo que ela escorregou dentro de sua vagina fosse seu pênis. Desejava —
"Você está realmente aqui de dando uma punheta?" Disse Ash. "Que diabos está errado com você?"
Sua fantasia quebrou, Inuyasha fez uma careta e forçou seu pênis em suas calças.
"Vá embora."
"Ela sabe que você está olhando para ela."
"É. E daí?"
"Se você é muito idiota para aceitar esse convite aberto, eu vou ter que invadir a festa dela no seu lugar."
Inuyasha chegou a pegar a camisa de Ash, mas Ash já estava caminhando em direção a Kagome com uma confiança sexual que Inuyasha sabia que ele nunca iria ter. Ash tirou os sapatos e as meias e arrancou sua camiseta sobre a cabeça. Ele se juntou a Kagome no chuveiro ainda vestindo calça jeans.
Kagome engasgou de surpresa e virou-se para olhar para ele.
"Ash?"
Seus braços deslizaram em torno de suas costas, e ele puxou-a contra o seu comprimento, os seios pressionados contra o peito nu.
"Você parece solitária." ele murmurou. E então ele a beijou. Aquele filho da puta.
Normalmente, quando Inuyasha assistia um de seus colegas de banda se envolvendo com uma mulher, aquilo o excitava. Mas assistir Ash beijar Kagome não o excitava. Isso o irritou. Ele estava indo em direção a eles, antes que soubesse o que estava fazendo. Ele agarrou o braço de Ash e puxou-o para longe da forma submissa de Kagome. Que porra é essa? Depois que abriu seu coração para ele, ela ainda queria Ash?
"Tire suas malditas mãos de cima dela," disse Inuyasha.
Com um brilho travesso nos olhos, Ash sorriu torto.
"Por que eu deveria?"
"Porque eu não quero que você a toque. Se você tocá-la de novo, eu vou... Eu vou..."
"Você vai o quê?"
As mãos de Inuyasha fecharam em punhos.
"Eu vou chutar o seu traseiro."
"Eu não me importo que ele me beije," disse Kagome.
Inuyasha sentiu como se alguém tivesse enfiado um ferro em brasa em seu coração.
"Mas Inuyasha e eu temos um acordo," ela acrescentou.
"Um acordo?" Ash questionou.
"Então, se ele não quiser que eu te beije, ou toque — " Kagome passou a mão pelo ventre de Ash e sobre a protuberância em sua calça jeans, "ou chupe seu pênis enquanto ele assiste, então eu não vou."
Inuyasha vacilou entre ficar realmente chateado com Ash por infringir o que ele já considerava seu território, e ficar muito excitado com o pensamento de Kagome de joelhos chupando pênis no chuveiro. Não o pênis de Ash. O seu.
"Eu prefiro que Ash saía e você me beije. Toque-me. Chupe-me..."
"Você prefere?"
Ele acenou com a cabeça.
Ela sorriu.
"Não posso fazer. Sua próxima lição é só amanhã."
"Lição?" Ash questionou. Ele ainda estava segurando-a livremente. A água do chuveiro derramando entre seus torsos nus.
"Parte do nosso acordo," disse Kagome. "Desculpe, Ash. Vou ter que pedir para você sair. "
Inuyasha abafou um suspiro aliviado. Ele preferia que ela pedisse para Ash que sair porque não estava interessada nele, mas Inuyasha pegaria o que pudesse receber.
"Desde quando você prefere participar a assistir?" Ash perguntou a Inuyasha.
"Eu ainda gosto de assistir. Só não com você," disse Inuyasha. "Ou qualquer outra pessoa, nesse caso."
Ash o surpreendeu sorrindo.
"Bom. Meu trabalho aqui está terminado." Ele soltou Kagome e saiu do chuveiro em seu jeans molhado. "Faça-me orgulhoso, amigo."
Quê?
Ash recuperou suas roupas e sapatos descartados e deixou o vestiário.
"Onde estávamos?" Perguntou Kagome.
"Eu acredito que você estava se lavando, e eu me tocando."
"Você estava se tocando?"
Sua mão deslizou na frente de seu jeans e roçou seu pênis. Sua cueca separada de sua pele, mas isso não o impediu de puxar uma respiração através de seus dentes.
"Mostre-me, Inuyasha. Eu quero ver."
Sabendo que ele não seria capaz de manter suas mãos para si mesmo com ela tão perto, ele foi para o banco onde ela tinha guardado a roupa e sentou-se.
"Faça-me querer você, Kagome," Inuyasha murmurou.
"Como?"
"Você realmente não tem que fazer nada, além de ficar aí."
Então, ali estava ela, com as mãos no quadril, a água correndo sobre seu corpo lindo, e foi mais do que suficiente para fazer com que ele a quisesse.
"Tire a roupa," disse ela. "Eu quero ver você todo."
Ela se aproximou dele e puxou a camiseta suada sobre sua cabeça. Se alguém precisava de um banho depois de um show ao vivo, era ele.
"Agora as calças," disse ela, arrastando a ponta dos dedos de um lado do peito para sua caixa torácica. Ela encontrou seu anel de mamilo no caminho para baixo e puxou-o com força suficiente para fazer sua barriga apertar.
Inuyasha tirou os sapatos e levantou os quadris do banco para retirar suas calças jeans e roupa íntima.
Ela se inclinou sobre ele, seus dedos roçando o comprimento de seu pênis. Seu corpo inteiro sacudiu com sua atenção.
"Eu sei que eu disse que não ia ensinar a lição dois até amanhã, mas eu vou ser provada uma mentirosa. Com certeza vou chupar seu pênis esta noite. Provavelmente mais do que uma vez. Eu quero o seu gozo na minha boca. Prová-lo. Senti-lo bater no fundo da minha garganta. Engolir."
Ele gemeu.
"Você quer isso?"
Ele acenou com a cabeça.
Ela olhou por cima do ombro.
"Há uma tranca na porta?"
Suas palavras levaram algum tempo para serem registradas. Sua proximidade e promessas de gozar na boca dela tinham levado todo pensamento racional espalhado ao vento.
"Eu vou verificar," disse ele finalmente. Forçou-se do banco e cambaleou em direção à porta. Ela tinha uma trava. Depois que ele trancou-a, virou-se para encontrar Kagome de volta no chuveiro ensaboando seus belos seios. Ele olhou para ela do outro lado do banheiro, completamente paralisado por seus movimentos e o jeito que ela fingiu que ele não estava lá. Ela era tão perfeita para ele. Tudo sobre ela. Perfeita. Nunca tinha acreditado que uma pessoa foi feita sob medida especificamente para ele até agora. Estava começando a pensar como Miroku Von romântico de Retardado. Idiota. No entanto, de modo nenhum. Agora que sabia o que sentia, não era idiota em nada. Inuyasha se aproximou da parede baixa lentamente, sem tirar os olhos de Kagome. Ele ficou lá por alguns minutos, observando-a puxar os mamilos com impaciência até que ele não aguentou e foi se juntar a ela.
Kagome suspirou, como se surpresa com a presença de Inuyasha, e cobriu os seios ensaboados com as mãos molhadas.
"Oh, senhor," disse ela em uma pobre tentativa de um sotaque francês. "Peço desculpas por invadir na sua casa de banho privada. Quanto tempo você tem estado a observar-me aproveitar o fluxo de água?"
"Por muito tempo. Eu não pude ficar longe por mais um minuto."
"Eu rezo para que você não vá me punir muito severamente, monsieur. Como eu poderia escapar de um mocinho tão diabolicamente bonito?"
Inuyasha hesitou.
"Ancinho? Aquele de varrer folhas e lixo?"
Kagome jogou a cabeça para trás e riu até que Inuyasha pensou que iria desmaiar por falta de ar. Quando ela finalmente parou de uivar de tanto rir, ela enxugou as lágrimas de seus olhos e deixou cair seu sotaque francês provocador.
"Eu pensei que nós poderíamos fazer um daqueles jogos de fingir que falamos," ela sussurrou.
Ele imediatamente a imaginou numa fantasia de enfermeira safada com os olhos da mente. Ela poderia testar seus reflexos durante toda a noite, tanto quanto estava preocupado.
"Isto vai exigir pensamento da minha parte? Eu estou muito excitado para pensar agora."
"Bem, então, meu belo, diabólico mocinho — canalha, e não ferramenta de coletar folhas, talvez você deva exigir certos favores em troca da libertação segura deste jovem donzela inocente. Ela estava invadindo a sua casa de banho privada, afinal. O mínimo que ela poderia fazer é agradá-lo."
"Isso é muito desprezível, até mesmo para mim," disse Inuyasha.
"É um jogo. Apenas vá com ele."
"Ok, mas não fique com raiva de mim por ser mais canalha do que diabo mocinho." Ele sorriu, esperando que parecesse mais diabólico do que desprezível.
"Mademoiselle, há consequências por invasão nesta parte da... França?"
Kagome concordou, sorrindo e totalmente fora do personagem.
"Por favor, não me entregue para as autoridades, monsieur. Eu farei qualquer coisa."
"Qualquer coisa?"
"Sim, sim, qualquer coisa."
"Eu preciso apenas de um beijo," ele murmurou e passou os braços em volta dela para puxá-la perto.
"Só isso?" disse ela, perdendo o sotaque novamente.
"É mais do que qualquer ferramenta de coletar folhas merece." Ele abaixou a cabeça e beijou-a. Ela tinha gosto de céu puro. Suas curvas suaves pressionavam contra o peito duro. Ele encheu as mãos com sua carne escorregadia e se permitiu provar cada centímetro de sua boca. Algo havia mudado entre eles. Havia uma confiança mútua. Uma ligação. Tinha gerado de sua confissão sobre seu contato com o câncer e seu ex-namorado de pênis mole. Inuyasha prometeu nunca fazer nada para perturbar essa confiança. Ele não queria se mover muito rápido e assustá-la. Ele planejava mantê-la por um tempo. Como uma eternidade, ou um pouco mais.
Ela puxou a boca da dele.
"Monsieur, o que é isso me cutucando na barriga?" Ela bateu os cílios.
Bom, tudo bem, se ela insistia em se mover mais rápido e fazer a cada fantasia sua uma realidade, ele não ia resistir. Muito.
"Isso é o que acontece a um homem quando ele tem uma gata nua em seus braços."
"Gata?"
"Quero dizer inocente... O que você chama?"
"Inocente donzela," ela sussurrou.
"Certo." Ele limpou a garganta. Ele estava tendo um momento extremamente difícil para se concentrar. "Isso é o que acontece a um homem quando ele tem uma donzela inocente em seus braços. Especialmente uma fodidamente linda e nua chamada Kagome Higurashi."
"Eu nunca vi uma coisa dessas, senhor," disse ela, com os olhos arregalados de espanto. "Posso examinar sua saliência impressionante?"
"Saliência impressionante?" Agora foi a vez de Inuyasha rir.
"Claro, querida, você pode examinar a minha saliência impressionante, tanto quanto quiser."
Sua pequena mão circulou seu pênis e acariciou seu comprimento.
"É tão duro e quente. A pele tão suave." Ela esfregou o polegar sobre a cabeça expandida, e ele respirou fundo através de seus dentes. "Isso é bom, monsieur?"
"Sim, isso é muito bom."
Ela esfregou suavemente a cabeça do seu pênis. Sua excitação já estava perto do ponto de ruptura. Ela tocou uma gota de pré-sêmen com as pontas dos dedos.
"O que é isso?" Ela questionou. Ela recolheu a pequena amostra do líquido com o dedo e esfregou-a na sua língua. "Oh, senhor, o sabor é delicioso. Há mais para eu provar?"
Inuyasha tentou pensar em algo para continuar o seu joguinho, mas o melhor que poderia adicionar era um sem fôlego: "Sim."
Ela deslizou para baixo de seu corpo e lambeu a cabeça de seu pênis, hesitante.
"Como faço para fazer com que saía mais?" ela perguntou.
"C-chupa."
Ela chupou. Seus dedos se enredaram em seu cabelo sedoso conforme ela chupou duro, e balançava a cabeça para esfregar os lábios sobre sua borda sensível. Viu-a chupá-lo, seu pênis desaparecer em sua boca doce. Sua respiração veio em arfadas excitadas. Seu prazer aumentou. E aumentou. Oh Deus. Lutou contra o orgasmo, mas como de costume o seu corpo não cooperou com a sua vontade. Ele agarrou-se a seu couro cabeludo e enfiou na parte traseira de sua garganta quando gozou com um grito rouco. Ela engoliu seu esperma, seus músculos da garganta trabalhando ao redor da cabeça de seu pênis, e era quase demais para suportar.
"Oh Deus, Kags. Pare. É uma sensação muito boa. Eu não posso — "
Ela o chupou até ficar seco e, em seguida, puxou de volta para libertá-lo de sua boca.
"Oh, senhor, isso foi tão delicioso. Eu gostaria de mais, por favor."
"Dê-me cinco minutos," disse ele, sem fôlego.
Ela se levantou e se aconchegou em seu peito.
"Eu tenho sensações tão estranhas entre as minhas pernas, monsieur. O que isso significa?"
"Sensações estranhas?"
"Sim, há uma umidade lá, e palpita e dói."
"Talvez eu devesse dar uma olhada."
Kagome riu.
"Sim, eu realmente acho que você deveria."
Inuyasha desligou a água e levou-a para o banco. Ele abriu várias toalhas sobre sua superfície, sabendo que sua bela Kagome merecia melhor.
"Deite aqui, mademoiselle. Vou tentar ajudá-lo com as sensações estranhas entre suas pernas."
"Obrigado, senhor. É mais que desconcertante."
Ele sentou-se em uma toalha no chão e puxou-a para a beira do banco. Ele acariciou suas dobras escorregadias com dois dedos.
"Eu vejo a umidade que você estava falando," disse ele.
"O que é isso?"
Ele tocou a língua aem sua carne, e ela estremeceu em resposta.
"Meu sabor favorito," ele murmurou e lambeu a borda de sua abertura até que ela estava agarrada ao seu cabelo, e seus sucos estavam fluindo livremente.
"Oh, monsieur. Um pouco mais acima há um ponto que precisa examinar, eu acho."
Inuyasha sorriu. Ele se afastou e tirou os dedos dos cachos no ápice de suas coxas.
"Aqui?"
"Perto," ela ofegou.
Ele passou as pontas dos dedos sobre o clitóris.
"Aqui?"
Ela chupou uma respiração através de seus dentes.
"Sim. Sim. Bem aí."
Ele esfregou seu clitóris em movimentos circulares.
"Será que isso ajuda?"
"Oh, sim."
Ele se inclinou para frente para substituir os dedos com a sucção dos lábios e o movimento de sua língua. "Oh Inuyasha," ela engasgou. "Eu estou tão perto. Deslize os dedos dentro de mim."
Ele sabia que ela estava preocupada com seu corpo ser estranho dentro. Ele hesitou.
"Tem certeza?"
"P-por favor."
Ele deslizou a ponta de um dedo em sua carne quente e escorregadia. Seu pênis endureceu dentro de segundos. Ele inseriu um segundo dedo e lentamente empurrou para dentro, enquanto continuava a chupar e apertar o clitóris.
"Oh, sim, Inuyasha. Isso é tão bom. Parece estranho por dentro?"
Parecia o céu puro. Suave. Quente. Sedoso. Ele queria enterrar seu pênis dentro daquela lisa passagem inchada.
"É uma sensação perfeita, Kagome. Perfeita. Não há nada estranho."
Ele pressionou os dedos tão profundamente quanto pôde e, em seguida, retirou-se lentamente antes de empurrar para dentro novamente. Ele continuou a tomá-la profundamente com os dedos, enquanto chupava seu clitóris. Ela gritou, e sua fenda apertou seus dedos em espasmos rítmicos conforme ela gozou. Nada de estranho nisso também. Ele só queria que seus músculos estivessem segurando seu pênis e ele se juntasse a ela em êxtase. Quando seu corpo se acalmou, ele cuidadosamente removeu os dedos de seu corpo.
"Eu estou pronta," ela sussurrou. "Coloque-o dentro."
"O quê?"
"Coloque-o, Inuyasha. Eu quero saber como é para você."
"Você está me pedindo para fazer amor com você? Tudo. De verdade?"
"Sim."
"Não aqui," disse ele.
Ele ficou em pé, ferido por sua beleza. Pele corada, expressão aturdida, as pálpebras pesadas. Ela mordeu o lado de seu dedo, e ele esqueceu o fio da conversa.
"O que quer dizer, com não aqui?" ela perguntou, um soluço em sua voz. Se ela começasse a gaguejar, ele estaria totalmente perdido. "Você não quer?"
"A nossa primeira vez vai ser em algum lugar bom. Vista-se. Nós vamos para o hotel mais caro que eu puder encontrar. "
"Mas..."
"Não há argumentos, mademoiselle. Eu vou fazer amor com você em uma bela cama confortável, não em um banco no vestiário dos homens."
"Oh, Inuyasha Sutikku, eu nunca soube que você era, do tipo romântico atencioso."
"Eu estava principalmente pensando em como seria difícil para as minhas costas." Ele apertou a parte inferior das costas e fez uma careta de dor.
"Claro que você estava."
Inuyasha encontrou Jon em um camarim jogando um jogo de beber com o vocalista e baterista da banda de abertura, Kickstart.
"Inuyasha!" Disse Jon em sua voz superficial. "O que está acontecendo? Pegue uma cadeira. Estes caras sabem se divertir."
"Eu não posso ficar. Só quero pegar seu carro."
"Para quê?"
"Por um tempo."
"Sente-se. Temos tequila. Coisa boa. Não aquela porcaria que você carrega em seu frasco."
"Eu tenho outras coisas para fazer," Inuyasha insistiu. Ele olhou por cima do ombro e viu Kagome esperando perto da porta. Ela estava torcendo as mãos na bainha de sua camiseta e parecendo totalmente adorável como de costume.
"Tipo o que?" Jon pressionou.
Inuyasha forçou sua atenção para o homem que outrora considerara seu melhor amigo.
"Coisas importantes. Olha, pode me emprestar seu carro? Se não, eu vou chamar um táxi ou algo assim."
Jon mexeu no bolso e apareceu com um conjunto de chaves. Ele segurou na direção de Inuyasha, suspenso em um dedo. Quando Inuyasha foi alcançar, Jon fechou a mão.
"Você pode pegar emprestado, mas você me deve uma."
Inuyasha abafou uma réplica com raiva. Era sempre assim com Jon. O cara nunca poderia fazer um favor a alguém pela bondade de seu coração. Ele sempre manteve uma conta aberta. E havia uma coisa que ele estava segurando sobre a cabeça de Inuyasha por quase três anos. Se Inuyasha não quisesse levar Kagome a algum lugar agradável, ele teria dito a Jon para esquecer. Ele realmente não queria dever ao cara outra dívida, mas levar Kagome para um hotel onde ele poderia tratá-la bem valia totalmente a pena.
"Tudo bem. Te devo uma. Dê-me as chaves. "
"Você vai festejar com aquela pequena assistente quente, não é? Re-bek-kah." Jon riu. "Ela vai levar tudo o que puder de você e deixá-lo duro como as outras."
Inuyasha fez uma careta.
"Ela não é como as outras."
"É o que você sempre diz."
"Apenas me dê as chaves." Ele arrancou-as da mão de Jon e afastou-se.
"Por nada," Jon chamou depois dele.
Inuyasha deu o dedo do meio.
Kagome não estava apenas usando-o para seu próprio ganho. Inuyasha se recusou a deixar o que Jon disse chegar até ele. Só porque todos os seus outros relacionamentos foram farsa, e ele tinha sido um otário não quis dizer que este fosse uma repetição. Ele confiava em Kagome. Assim como ele automaticamente confiava em qualquer membro da população feminina. Droga.
Ele parou na frente de Kagome e ela olhou para ele, toda bela e doce e delicada. De jeito nenhum ela poderia ter algum motivo. Certo?
"Antes que eu faça algo estúpido como me apaixonar por você, me diga exatamente por que você está comigo esta noite?" ele desabafou.
Ela arregalou os olhos, como se tivesse sido pega fazendo algo errado, e o coração de Inuyasha caiu em sua barriga. Ótimo. Apenas fodidamente maravilhoso. Ela tinha algum esquema planejado. Será que ela queria o dinheiro dele? Alguém na banda enrolado em seu dedo como uma segurança para manter o emprego? Uma maneira de se aproximar de Ash? O quê?
"Você vai me fazer dizer isso?" ela perguntou, inquieta.
"Sim. Eu tenho sido nada, além de honesto com você. Eu acho que você deve ser tão honesta comigo.
Ela corou e se esforçou para manter contato visual.
"Tudo bem. Você... você me faz sentir especial."
"E?" ele pressionou. "O que mais?"
"É isso"
"É isso?"
"Bem, isso, e eu gosto de estar com você." Ela colocou a mão em seu abdômen e se inclinou mais perto. "Eu gosto de você, ponto final."
Ele não podia deixar de sorrir.
"É mesmo?"
Ela deu um sorriso torto e assentiu.
"Sim."
Ele envolveu-a em ambos os braços e beijou o topo de sua cabeça.
"Eu gosto de você, ponto de exclamação."
Ela riu e apertou-o.
"Por que você está agindo suspeito de repente?" Disse ela em seu peito.
"Jon idiota. Colocou dúvidas na minha cabeça. Desculpe por ser um babaca."
"Você não está sendo um babaca. É que eu nunca estive em um relacionamento brutalmente honesto antes. É um pouco intimidante," disse ela.
"Ele realmente colocava tudo para fora, na maioria das vezes."
"Eu vou tentar diminuir."
"Não," ela disse, e deslizou sua mão ao centro de seu peito para empurrá-lo para trás distante o suficiente para que pudesse olhar para ele. "Eu gosto disso. Nenhum jogo mental. É melhor ser um pouco intimidado que totalmente confuso. Passei meu último relacionamento confusa. Ainda estou muito confusa sobre isso, na verdade. "
"Eu me intrometeria, mas a última coisa que quero falar é sobre um de seus ex-namorados. Vamos fazer amor agora. Eu preciso me enterrar na sua doce fenda."
Seus olhos se arregalaram, e ele mordeu o lábio.
"Desculpe." Ele estava determinado a estragar tudo com sua boca grande.
"Não se desculpe. Eu preciso de você enterrado dentro da minha doce..." Ela engoliu. "...Fenda." Essa última palavra saiu em um sussurro excitado.
Ele sorriu.
"Sim, você quer."
Eles se dirigiram para fora do estádio e correram em direção ao ônibus, caminhões de equipamentos, e o jipe de Jon. Jon não era permitido no ônibus da turnê, então ele tinha que encontrá-los nos locais em seu próprio veículo.
Inuyasha amou como Kagome segurou sua mão, como se fossem um casal de verdade, enquanto eles atravessaram o estacionamento.
"Você está livre de doenças sexualmente transmissíveis?" ela perguntou.
Inuyasha tropeçou em ambos os pés.
"O quê? Por que você me pergunta uma coisa dessas?"
"Apenas me diga a verdade."
"Sim, eu estou limpo. Eu sempre uso camisinha. Às vezes, duas para diminuir a minha sensibilidade."
"Sempre?"
"Sim, sempre."
"Você seria contra não usar uma hoje à noite? Eu quero que você sinta tudo dentro de mim. Intimamente." Ela abaixou a cabeça. "Eu juro para você que eu estou limpa também."
"Você me quer dentro de você sem camisinha?"
"Bem, não é como se eu pudesse ficar grávida." Ela parecia tão triste quando disse aquilo, que o coração de Inuyasha quebrou.
Ele soltou a mão dela para que ele pudesse envolver o braço ao redor de seus ombros e puxá-la para mais perto.
"Isso te incomoda? Saber disso?" Ela sussurrou.
"Claro que não. Apenas o pensamento de estar dentro de você sem preservativo de deixa duro como pedra."
Sua mão deslizou sobre a braguilha e ela descobriu que ele não estava mentindo sobre o que queria.
"Tem certeza que você ficar duro mais de uma vez em uma noite?" ela perguntou.
Ele riu. Isso não seria um problema absolutamente. Especialmente com Kagome. Ele tinha tido uma ereção perpétua desde que a tinha visto pela primeira vez. "Eu tenho certeza."
Ela sorriu.
"Estou contando com isso, sabe."
Ela estava? Ele perguntou o que ela queria dizer. Quando chegaram ao jipe de Jon, Inuyasha abriu a porta para Kagome e ajudou-a entrar no lado do passageiro. Quando ele subiu no lado do motorista, empurrou o banco todo o caminho para trás para acomodar suas pernas compridas. A mão de Kagome pousou em seu colo. No início, ele pensou que ela estava com a mão em seu pênis, por engano, mas então ela desabotoou sua braguilha.
"O que você está — "
"Shh," disse ela. "Acenda a luz de cima."
"O quê? Por quê?"
"Está escuro aqui. Você não quer assistir?"
"Assistir?"
Sua mão deslizou em sua cueca e contra seu pênis. Ele quase pulou para fora do assento. Ele se atrapalhou com os controles até que a luz acendeu. Ele olhou para seu colo e observou-a deslizar seu pênis em sua boca. Assistindo a carne desaparecer em sua boca juntamente com o delicioso prazer fez sua respiração travar imediatamente. Ele carinhosamente acariciou o cabelo macio de seu rosto e descobriu mais do que o prazer que ela deu enquanto observava. Emoções brotaram em seu peito apertado. Ele nunca tinha sentido nada assim. Bem, sim, ele tinha tido boquetes fantásticas inúmeras vezes em sua vida, mas o outro lado era inteiramente novo. A sensação de que ele faria qualquer coisa para fazer essa mulher feliz, qualquer coisa para estar com ela. Isso era único e um pouco assustador. Não assustador o suficiente para ele se afastar embora. Seus sonhos de uma mulher perfeita não chegavam nem perto de quão maravilhoso Kagome era. Ele sabia que nunca tinha feito nada para merecê-la, mas isso não o impediria de reclamá-la como sua. O que quer que fosse preciso.
Ele perdeu o fio de seus pensamentos quando suas chupadas intensificaram. Ele engasgou, e suas pálpebras tremeram. O volante estava em seu caminho, então ela não podia recuar muito. Ela remediou isso contorcendo o dorso da língua contra a cabeça de seu pênis.
"Você é tão linda," ele sussurrou enquanto a olhava. "Eu nunca quis uma mulher tanto quanto quero você."
Ela chupou com mais força.
"Deus, isso é tão bom," ele suspirou. Ela chupou com mais força. Ela estava indo para fazê-lo vir. Se ele mesmo tentar lutar contra isso? Ela era incomum em não esperar que ele lutasse. Ela gostava dele se deixar levar em sua própria excitação.
"Kagome. Kagome? Kagome!" Seus dedos agarraram seu cabelo. Ela recuou no último momento e manteve a boca aberta. Ele viu seu esperma jorrar em sua boca e banhar sua língua. Ela se mexeu um pouco para o segundo jato bater no lábio inferior. Seu queixo. Em sua boca novamente.
"Porra." Ele engasgou e se forçou a não apertar os olhos em êxtase atormentado. Essa foi a porra mais sexy que já tinha visto em sua vida. Ela colocou os lábios ao redor da cabeça de seu pênis e chupou muito tempo depois que ele parou de jorrar.
"Tudo bem. Okay. Okay, okay" ele suspirou, todo o seu corpo estremecendo com as sequelas de liberação.
Ela libertou-o da sua tortura feliz e sentou-se. Sua língua deslizou entre seus lábios e ela lambeu o gozo sob o lábio inferior. Inuyasha agarrou-a e puxou-a para o seu colo. A buzina soou, e ela começou a rir antes. Ele colocou beijos de boca aberta em seu queixo, coletando seus fluidos de sua pele antes de beijar seus lábios sorridentes. Ela retornou seus beijos avidamente. Pelo momento em que se afastou, sua excitação já estava levando a melhor sobre ele novamente.
"Se você não parar de fazer coisas sexy como essa, vai me dar um ataque cardíaco," disse ele.
"Eu acho que o seu coração pode aguentar." desafiou. "Você é jovem e saudável. E durou pelo menos dez minutos dessa vez."
"Eu durei?"
"Eu tenho uma teoria sobre você," disse Kagome. Ela estendeu a mão para seu pênis amolecido, que contraiu animadamente em sua mão, logo que ela embalou na palma. Ela cuidadosamente colocou-o em sua cueca boxer.
"Que tipo de teoria?"
Ela olhou para ele, seus olhos azuis sedutores meio escondido por espessas pestanas.
"Quanto mais eu fizer você gozar, mais tempo você vai durar."
Seu coração batia forte. Isso significava o que ele pensava que significava?
"Você está pensando em testar essa teoria?"
Ela sorriu.
"Claro que sim, eu estou."
"Você é a mulher mais inteligente que eu já conheci."
Ela riu.
"Estou mais para aprendizagem prática, se você sabe o que quero dizer. Estamos indo para o hotel agora? Eu quero tentar mais experimentos."
Ele começou a ignição, verificou por cima do ombro, bateu a embreagem, e apertou o acelerador. O jipe atirou para trás para fora do espaço de estacionamento. Ele mudou de posição em primeiro lugar e os pneus cantaram enquanto acelerava para fora do estacionamento.
Com os olhos arregalados, Kagome apertou o cinto de segurança e se agarrou ao painel com as unhas.
"Inuyasha, mais devagar."
Ele sorriu, e os pneus grunhiram quando ele reduziu a velocidade e deslizou em torno de uma esquina.
"Eu sempre dirijo assim."
"Então eu absolutamente me recuso a ajudá-lo a concertar o seu Corvette. Você vai acabar se matando com tanta força em um carro pequeno!"
Ele aliviou o pé do acelerador um pouco. Por causa dela, não dele. Ele gostava de ir mais rápido. Havia algumas coisas que faziam seu sangue bombear mais rápido. Ele viu um sinal de néon piscando em frente com um XXX. E esse seria outro.
"Pit stop," disse ele e apertou os freios.
Deslizando de lado, ele parou no centro de uma vaga de estacionamento em frente da entrada de uma loja adulta.
"Eu vou dirigir o resto do caminho," disse Kagome. "Assim que meus joelhos pararem de bater, e eu possa arrancar minhas unhas para fora do painel."
"Eu sou um bom motorista," Inuyasha insistiu. "Nunca tive um acidente."
"Quantos multas por velocidade você já tomou?"
"Eles têm que me pegar para me dar uma multa." Ele piscou antes de abrir a porta e correr ao redor do carro para o lado dela.
Seus olhos estavam grandes como pratos quando ele a ajudou a sair do carro.
"O-o que e-estamos fazendo aqui?"
Oh Deus, a gagueira. Ele beijou os lábios trêmulos. Não foi possível evitar.
"Suprimentos," disse ele e agarrou-lhe a mão.
"Eu n-nunca estive em uma loja adulta antes." Sua gagueira era tão bonitinha. Ele se perguntou se ela tinha alguma ideia de como ela era fofa, quando estava nervosa.
"Você quer esperar no carro?" ele perguntou.
Ela balançou a cabeça.
"Não quis dizer isso."
Ela agarrou sua mão com as dela quando entraram na loja. Ela tentou usar seu corpo como escudo humano, o que fez com que todos a notassem mais, não menos. Eles começaram na seção de brinquedos adultos. Ainda mais adorável do que a gagueira, Kagome corou um tom mais vermelho do que sua camiseta. Ele não podia esperar para ficar sozinho com ela e apenas aproveitar sua doçura. Quando ela puxou um enorme vibrador na prateleira, seus pensamentos deram uma guinada súbita. Oh Deus, ela iria deixá-lo fode-la. Aceitar seu pênis dentro de seu corpo. Sem camisinha.
"O que é tudo isso?" Ela sussurrou, os olhos arregalados enquanto babava no pacote em suas mãos.
"Para o seu prazer, minha senhora."
Ele roubou um beijo e selecionou várias coisas que achou que ela iria gostar. Ele entregou a ela, em rápida sucessão. Seus braços estavam transbordando com dildos e vibradores, plugs anais e estimuladores clitorianos em poucos minutos.
"É melhor pegar um monte de baterias," disse a ela.
Ela corou um tom mais profundo e, em seguida, ele começou a rir, soltando vários pacotes no processo.
"Eles têm fantasias," disse ela, apontando para o fundo da loja.
Inuyasha deixou uma carga de compras no balcão. Se a funcionário foi surpreendida, ela não mostrou.
"Há algo que eu possa ajudá-los a encontrar?" ela perguntou.
"Pode começar a passar as compras. Nós estamos com pressa," disse ele.
Inuyasha agarrou a mão de Kagome e puxou-a para o fundo da loja. Ele pegou uma fantasia de enfermeira em primeiro lugar. Ele ainda queria que ela testasse seus reflexos. Ele levantou o vestidinho branco na frente dela.
"Esse é o tamanho certo?" Questionou.
Ela verificou a etiqueta.
"Deve servir. Eu não acho que vai cobrir minha bunda no entanto." Ela puxou a bainha.
"Então, é exatamente o tamanho certo." Tinha o comprimento de uma camiseta longa e decotada na frente. Ah cara. Ele estava ficando duro só de imaginá-la nela. Talvez ela usasse meia liga branca e saltos coxa-alta. E um pequeno chapéu. E enfiasse um termômetro em seu...
Inuyasha forçou sua atenção de volta para a mercadoria. Incapaz de decidir se preferia que ela se vestisse como um gato ou uma donzela do pirata, ou uma diabinha. Ou uma empregada francesa, ou uma professora ou uma estudante impertinente ou qualquer outra fantasia que um homem poderia ter, ele agarrou um de cada traje disponível e todos os acessórios que combinaram.
"Se você acha que eu serei a única a me vestir, você está enganado, Inuyasha Sutikku."
"O que você tem em mente?"
"Pegue a calça de couro e o chapéu de cowboy."
"Sim, senhora." Ele vasculhou uma prateleira de calça de camurça com franjas, procurando por seu tamanho. Alto.
"Ah, e a capa de vampiro e o jogador de beisebol e a camuflagem com as plaquinhas de identificação de soldado." Ela fez uma pausa e olhou para cima. "E o couro de estrela do rock."
Ele riu.
"Isso não é uma fantasia, bebê."
"Talvez não para você, mas é para mim." Com braços sobrecarregados com as compras, ela inclinou a cabeça para trás e ofereceu os lábios. "Precisamos ir. Está ficando tarde."
Ele beijou-a.
"Sim, nós dois tivemos um longo dia. Provavelmente vou dormir assim que encontrar uma cama." Ele olhou para ela de soslaio, dando a ela uma chance de voltar atrás, se quisesse.
Ela riu na parte traseira de sua garganta.
"Você vai ter sorte se eu deixar você dormir. Estou pronta para me divertir. Espero que você esteja pronto para ficar acordado a noite inteira. "
Ele sorriu. Ela ainda o queria, mesmo sabendo que ele era muito mais que o Sr. Estrela Pornô do que o Sr. Romance. Com os braços cheios, ele empurrou-a para o caixa. Enquanto Kagome supervisionou o processo, Inuyasha navegou um corredor para vários óleos. Ele pegou Kagome adicionando coisas em sua pilha de compras quando ela achava que ele não estava olhando.
Em pé no balcão ao lado de Kagome, uma prateleira chamou sua atenção. Ele levantou o pacote e leu seu conteúdo.
"Preservativos entorpecente eu poderia tentar," ele sussurrou no ouvido de Kagome.
Ela olhou para ele com a testa enrugada.
"Por que você iria sugerir isso?"
Ele inclinou-se perto de seu ouvido novamente.
"Assim não posso sentir nada. Eu vou durar muito mais tempo."
"Não," ela disse. "Eu disse que isso não é importante para mim."
Ele suspirou.
"Você diz isso agora." Ele colocou o preservativo de volta no expositor sobre o balcão.
"E eu quero que você sinta tudo," ela sussurrou.
As palavras dela lhe deram um soco no estômago e deixou-o sem fôlego. Bem, se ela insistia.
"Vocês acharam tudo o que precisavam?" perguntou a caixa.
Kagome riu.
"Eu acho que sim."
"Espere," disse Inuyasha. "Você tem camisinhas camufladas?"
"Camuflada?" A testa da caixa enrugou em concentração. "Eu acho que não penso. Temos todos os sabores e cores imagináveis, mas não acho que temos uma camuflada."
"Por que você precisa de um preservativo camuflado?" perguntou Kagome.
"Então você não vai me ver chegando."
Kagome bufou e, em seguida, caiu na gargalhada encantada. A caixa revirou os olhos e balançou a cabeça quando enfiou um grande dildo dentro de um saco.
Inuyasha beijou a têmpora de Kagome, com o coração vibrando com adulação.
"Eu amo que você ri das minhas piadas brega."
"Elas são engraçados."
Bem, se ela insistia.
Quando Kagome e Inuyasha finalmente saíram da loja, eles tinham vários sacos transbordando com suas compras.
"Eu acho que nós vamos precisar ficar num hotel por uma semana para testar todas essas coisas," disse Kagome, enquanto eles enchiam o porta malas.
"Eu não tenho um problema com isso. Você tem algum problema com isso?"
"Nós meio que temos um trabalho a fazer. A que horas o ônibus saí amanhã?"
"Seshoumaru mencionou contratar um motorista para que ele pudesse ter alguma porra de sono. Isso deve nos dar um pouco mais de tempo. Precisamos estar em Austin em dois dias."
Ela estendeu a mão.
"Chave."
"Você não vai me deixar dirigir? De verdade?"
"De verdade."
Havia uma coisa boa sobre deixar Kagome dirigir. Inuyasha podia vê-la o tempo todo e inventar coisas que poderiam fazer, uma vez que chegassem ao hotel. Além disso, havia algo de inegavelmente quente sobre uma mulher que poderia lidar com um câmbio manual.
