Agora, Yuukiko e Yuki compartilham o mesmo teto.

Apesar de ter um coração gentil e amavél, pode ser um tanto irritável, dependendo da situação...

"Yuukiko no baka!"

Ela entra rapidamente na casa e imediatamente, Yuukiko ouve barulho de coisas sendo derrubadas. Considerando o tamanho das caudas, era fatídico que algo assim aconteceria. Ao entrar na soleira, ouve mais uma coisa sendo derrubada.

Se dirige para o sons e nota, duas cadeiras derrubadas, algumas panelas, conchas e ela logo em frente, com o focinho sujo de chocoltate, comendo, não, devorando, o último pudim de chocolate, com as caudas roçando de maneira praticamente indecente nas panelas penduradas na parede, enquanto exibia um sorriso imenso, tendo fechado os olhos para saborear o gosto do doce.

Não estava com raiva e como poderia? Ainda mais depois de tudo que fez com ela? Vê a imensa felicidade desta e acaba sendo contagiado, sorrindo, olhando-a gentilmente. Os trejeitos dela, lembravam uma criança pequena, até o focinho curto sujo de doce. Além disso, demonstrava o quanto era viciada em doces, mais precisamente, chocolate, como Rikudou Sennin havia falado á ele.

Porém, corre para ela, ao ver que esta se engasgara, devido a sua ânsia em comer. Dá uns tapinhas em suas costas, na altura das escápulas e nota que desengasgou. Ela pega um copo com a cauda e vira a água em sua boca aberta.

Está com lágrimas nos olhos pelo engasgo de segundos atrás. Olha para o ningen que sorri e em seguida, já tendo devorado todos os doces, olha á sua volta, notando a destruição que fizera. Vendo o olhar chateado dela, fala:

- Normal, estava faminta...

- Mesmo assim...

- Tudo bem - ela olha para ele - eu fiquei feliz vendo-a comer tão entusiasmente.

- Tá. - e sorri - vou treinar para evitar que minhas caudas derrubem algo.

- Quero lhe mostrar algo... venha. - e sobe as escadas, chamando-a.

Ela o segue, curiosa, subindo a escada, indo parar no segundo andar ( para os japoneses, o térreo é considerado o primeiro andar, logo, usarei isso na fanfic). Andam pelo corredor, até que este para em frente a uma porta. A raposa o olha curiosamente e sorrindo, este abre e Yuki entra em seguida, observando o atêlie, com os olhos brilhando.

Fica feliz ao vê-la admirada e em seguida, sorri ainda mais, ao ver a admiração da raposa pelos retratos de si mesmo feitas por ele. Podia ver os "olhos brilhando".

Ficam mais de vinte minutos, até que saem. No corredor, pergunta inocentemente:

- Não vi a sua mãe...

Vê que Uzumaki para de andar e sente sua tristeza.

- Yuukiko-kun...

Ele não se pronúncia e ela percebe então o porque da ausência dela. Cabisbaixa, fala:

- Meus pêsames...

O jinchuuriki olha para ela, sentindo sua tristeza. Fala, acariciando a cabeça peluda, forçando um sorriso:

- Muito obrigado...

A raposa sente-se aquecida pelo toque dele.

Após algumas horas, o médico vai tomar um banho, enquanto a youma encontra-se deitada placidamente no sofá, observando a chuva que caíra, conforme pressentira antes. Amava a chuva e ficava horas perdida, olhando-a. Só não gostava das tempestades "violentas".

Então, decide perguntar algo á ele e o fareja, para localiza-lo. Ao subir as escadas e virar o corredor que ia até o quarto dele, vê o mesmo, dentro de seu quarto, com uma toalha amarrada na cintura e seu tronco descoberto.

Cora violentamente e tenta fechar os olhos, mas, é impossivél. A raposa fica olhando o corpo dele talhado de músculos, enquanto as gotas de água ousadas percorriam os contornos. Seu coração estava batendo freneticamente pela visão aprazivél.

Acompanha os movimentos do humano secando os cabelos, perdendo-se em contemplação.

Encontrava-se tão absorta, que não notou este tirando a toalha da cintura, para colocar uma cueca, virando de frente para ela, indo pegar algo na cama. Vê abaixo da cintura dele, arregalando os olhos, não imaginando que existisse algo como aquilo e forçar-se a fechar os seus próprios olhos, seu coração batendo acerelado. Porém, a visão do corpo completamente nú, estava marcado a ferro e fogo em sua mente.

Seu coração deu tal solavanco, que parecia saltar de sua boca e sabia que seus batimentos estavam tão rápidos, que nem precisava ser um jinchuuriki para ouvir. A simples audição normal já era suficiente. Por sorte, ele ouvia uma música e os sons do coração dela estavam misturados ao ritmo.

Estava desnorteada. Em seu intímo adorou ter tido aquela visão, porém, este a impede de raciocinar com clareza. Ficara parada em frente a porta, com a cabeça virada para o lado e os olhos fechados. Ouve os sons de roupas e abre uma pequena fresta do olho, vendo-o já com uma calça, mas, o tronco ainda nú.

Por essa mesma fresta, vê os músculos de Yuukiko "trabalhando", ao curva-se para pegar uma camiseta, o rubor não abandonando sua face felpuda. Nessa hora, agradecia de ser muito peluda, pois, o pêlo alvo, o impedia dele ver o quanto estava vermelha, caso a visse.

Após alguns minutos, ao vê-lo de camiseta, este indo pentear os cabelos castanhos, consegue recobrar um parco raciocínio e usa um deslocamento de espaço-tempo, para voltar ao sofá.

Torcia para que Uzumaki não tivesse percebido sua presença ali.

Após minutos que mais pareciam uma eternidade, escuta os sons de passos descendo e finge dormir. Acompanha o movimento dele pela sala e percebe que para em frente à ela. Sente a mão dele em seu focinho e abre os olhos. O humano a fita com preocupação:

- Tudo bem? O que queria comigo? Estava penteando meus cabelos, quando a vi lá na batente da porta, perguntei o que queria e acabou se "teletransportando", digamos assim...

Ela fica em uma perda de palavras. Pelo menos, o coração dela se acalmou e seu rubor, passara, embora que o toque dele, mesmo suave, era o suficiente para deixa-la parcamente vermelha. Sua mente trabalha freneticamente para lembrar o que queria, embora, que com o jinchuuriki a tocando, mesmo no focinho, mostrava-se ser uma tarefa quase impossivél.

Inspirando profundamente, começa a lutar para se controlar, falando ao lembrar-se.

- Havia me esquecido - o que não era nenhuma mentira, uma vez que a visão do corpo dele nú, a fez se esquecer - mas, me lembrei... queria ouvir você tocando aquela flauta... adorava o som... aí, percebi que estava se trocando e dei privacidade...

Observa a face dele, como se estivesse meditando e este fala, com um sorriso triste:

- Vou treinar... sabe, há anos que não toco... assim que conseguir tornar a tocar de novo como no passado, com prazer, tocarei para você - nisso, sorri.

- H-H-Hai.

- Se quiser, pode tomar banho no banheiro... o de cima, é maior... e acho que dá o seu tamanho - fala, olhando-a atentamente, o tamanho do corpo, a fazendo corar ainda mais, se já era possivél.

- S-S-Se p-p-p-precisar... e-e-e-eu diminuo de tamanho. - fala um tanto nervosa, sem olha-lo.

- Acho que não precisa... vou fazer o jantar, quer algo, tipo, o que você mais gosta?

- O que mais gosto? - o olha rapidamente.

- Ee... se lembra de alguma comida favorita? E não falo doce, pois, isso eu já sei. - e sorri.

- N-N-Não... mas... mas... tenho preferência por carne...

- Ótimo... acho que tenho alguma carne... vou bolar algo.

Nisso, vê ele retirando uma mecha úmida de frente do rosto e pergunta:

- Quer que te seque melhor?

- Secar-me? - a olha, curioso.

- Sim.

- Bem... por que não?

Vê ela sorri marotamente e envolve-lo em chamas azuis. Inicialmente se assusta, mais pela surpresa.

Sentia um calor aprazivél e ao olha-la, vê ela com um sorriso divertido na mandíbula. Nota que estas chamas somem instantâneamente e percebe que está completamente seco, inclusive suas roupas.

- Vou tomar um banho... - fala, dirigindo-se ao banheiro no segundo andar.

Nota que é espaçoso e vê o chuveiro.

Pelo pouco que se lembrava, não via aquele tipo de "maçaneta" no passado. Percebe que seu jinchuuriki entra no banheiro e põe-se a demonstrar como funciona a água quente e fria, além de como regular o volume.

Usa uma de suas caudas para girar a "maçaneta" do banheiro e regulando para cair água quente. Vê o vapor subindo e ao entrar com uma pata embaixo do chuveiro, vê o jovem surgir com sabonete e baldinho, com as mangas compridas e arregaçadas, assim como as calças.

Olhando-o, pergunta, sem compreender:

- Por que está assim?

- Tem muito pêlo, ia ajudar a se banhar.

Ela entra em contradição consigo mesma. Uma parte desejava ardentemente que ele a banhasse e sua outra parte, gritava que não. Após um tempo, se manifesta:

- Tomo banho sozinha...

- E como vai passar o xampoo?

- Veja- e mostra usando as caudas como mãos.

Vendo-a, fala:

- Bem... já que é assim, vou preparar o almoço.

Suspira aliviada em vê-lo sair, embora uma parte dela fique um tanto triste por vê-lo sair. Usa seus poderes para fechar a porta com gelo.

Olhando a banheira quentinha, assume a forma humana e faz seu haori, gi e hakama sumirem do corpo, em um piscar de olhos, entrando na água. Invoca suas caudas, deixando-as para fora, pois precisava lavá-los, porém, faria depois.

Seus cabelos alvos iam até a metade da coxa. Seu corpo era delgado, não esquelético, mais, para delicado e bem distribuído, além das mãos e pés serem pequenos, assim como seus lábios. Suas feições eram delicadas e elegantes e seus olhos azuis eram como um céu sereno. Sua pele era quase alva de tão branca. Sua altura era de 1,62 cm.

Toda a vez que fosse tomar banho, certificaria de trancar a porta e assumiria a forma semelhante a humana para banhar-se.

Fica mais de meia hora no banho, por causa das caudas, dando trabalho esfregar uma a uma e lava-las.

Durante o banho, se recorda da visão de antes e não consegue conter um suspiro de felicidade, seus batimentos aumentando e ficando rubra. Fica perdida em pensamentos, com o dorso recostado na banheira, quando escuta leves batidas na porta.

Sai de seus devaneios aprazivéis e escuta ele perguntar:

- Está tudo bem?

- H-H-Hai! É... é... é... que as caudas dão trabalho. - fala, tentando desfazer a sublime visão ainda em sua mente.

- Quer que te ajude? Posso ensaboar suas caudas.

Os batimentos cardíacos aumentam e sua mente ameaça "viajar". Trata de abanar a cabeça para os lados, tentando dissipar a imagem dele nú. Começa a inspirar e expirar, conseguindo se acalmar momentaneamente.

- Não precisa... arigatou, Yuukiko-kun.

- Já estou terminando o jantar.

- Acho melhor ficar menor ainda... senão, terá um gasto imenso.

- Não acho necessário, mas, você decide...

- Muito obrigada.

- Por nada, bem, vou terminar...

Ouve ele se distanciando, o rubor já tendo passado. Decide sair da banheira antes que virasse uma "ameixa".

Antes de sair do quarto de banho, volta a virar uma raposa alva, só que agora, do tamanho de um cão pastor, ao pensar no gasto que seu jinchuuriki teria, se ficasse maior, pois, proporcional seria a sua fome. Sacode o corpo, assim como suas caudas, estas cuidadosamente para os lados, se divertindo, fazendo espirrar água para todos os lados.

Abre com a cauda a maçaneta e vai para o quarto dela, quer dizer, ex-quarto de Yuukiko.

Com a vinda dela, este fez questão que ela dormisse numa cama e arrumou o quarto dos pais, para dormir nele e a raposa, no quarto ao lado, onde este dormia antigamente. Com a sua técnica de teletransporte, a arrumação foi rápida. As coisas dos pais deles, foram colocadas arrumadas no sotão.

Graças aos seus poderes, a mudança não levou mais do que 3 minutos, sendo a limpeza do sotão mais trabalhosa. Mas, achou divertido. Colocou em cada cauda um espanador e as usava simultaneamentre, cobrindo uma grande área em pouco tempo e agilizando o trabalho.

Passava panos nos objetos, graças as suas nove caudas, que foram muito uteís. Somente foi incoveniente á ela, que espirrou sobre tanto pó, embora, não sendo exclusivo dela. Afinal, o sotão estava mesmo imundo.

Agora, no quarto de Yuukiko, quer dizer, de Yuki, esta se preparava para secar-se, quando ele chega, com uma imensa toalha. Ela o olha curiosa.

- Espero que dê para seca-la... embora, o problema vai ser o seu volume...

- Nani? Volume? - pergunta perigosamente, virando mecanicamente - Está me chamando de gorda?

Vendo a feição da raposa, trata de tentar consertar o que disse, ainda mais, ao ouvir um rosnado audivél.

- Não é isso... é o pêlo... quero dizer... ele faz volume...

- Yuukiko no baka ( Yuukiko idiota)!

Nisso, é teleportado direto para o lago em frente a casa, no ar acima dele, acabando por cair "em cheio" tomando um banho. Ele sai, surpreso, se bem, que lembrava agora que uma vez fizera um comentário inocente e a youma ficara furiosa, mas, como era só uma criança, havia relevado, sem contar, que estava dentro dele.

Isso o fez lembrar-se que ela era um tanto irritável, quando o assunto era peso ou volume. Caminha até em casa e entra.

A vê "sequinha", no sofá, lendo um livro, reconhecendo como sendo um romance que sua mãe lia. Romance era o tipo de livro favorito de sua genitora e parece que se tornara o dela também, pois a raposa parecia completamente absorta para perceber sua presença. Decide caminhar de mansinho, mas, um espirro que não consegue conter o denuncia.

Vê ela olhando para ele e virando o focinho depois, pelo visto, ainda um pouco chateada. Mas, sente chamas o envolverem e o secarem. Se supreende, pois, já havia se preparado para secar-se.

A raposa fala, com a face ainda virada:

- Humanos ficam doentes... mesmo jinchuurikis podem ficar...

- Obrigado - e sorri.

Não podia ficar bravo, o que fez com esta e o sofrimento que causou, lhe tirava o direito de achar ruim. Depois, torna a ler o livro. Isso chama sua atenção.

- Sabe ler?

Ela o olha e responde alguns minutos.

- Sim, ler e escrever... por quê?

- É que...

Nota, que o mau-humor passara.

- Posso vê-la escrevendo?

- Preciso de papel, pincel e tinta

Ele vai buscar e depois, se lembra, que se ela usasse o seu próprio poder, era mais fácil. Aparece na sala com "cara de tacho" e esta, sorrindo marotamente, pondo-se a rir em seguida.

- Engraçadinha... - mas, depois ri levemente.

- Afinal, sou uma raposa ou não?

- É verdade... - nisso, põe em cima da mesinha da sala os itens.

Ela molha o pincel, que pegara com a cauda e escreve algo, com algumas linhas. Ao terminar, ele pega na mão e fica assombrado.

Era praticamente todo escrito com kanjis, tendo parcos hiraganas e alguns katakanas e sem contar, que estes kanjis eram complexos, tendo mais que 45 traços. Para fazer um texto desse nivél, era preciso muito conhecimento.

A youma pega o texto e lê para o humano, que então consegue saber do que se trata. Percebera também, o jeito que pegara no pincel, de forma elegante e ágil, como se flutuasse e movimentos singelos e delicados. Este estilo de escrever, era singular de nobres, principalmente princesas. Sabia, pois vira uma escrevendo, há alguns anos.

Analisando agora, até o modo como as caudas se moviam.

Mesmo freneticamente, possuíam movimentos harmônicos e singelos, como a fluidez da água e seu porte, o focinho, as patas, as orelhas, davam um "ar" de delicadeza e elegância, mesmo a pelagem fofa, típica de uma raposa das neves, não fazia-a perder em nada os traços finos e elegantes. No conjunto todo, demonstrava, uma certa altivez.

Era algo que quando criança não percebera, embora, que a primeira vista, vira que era incomum, que possuía uma "aura diferente", não só pelo fato do chakra senjutsu. O porte desta em nada parecia com o que já havia visto. Agora, adulto, podia perceber melhor e notou que o corpo era simétrico, fornecendo um conjunto harmônico em todos os aspectos.

Vendo-o perdido em pensamentos, chama-o, agora, preocupada.

- Yuukiko-kun?

- Não é nada... apenas, estava pensando em algumas coisas... o jantar já está quase pronto.

- Entendo... esse livro é muito bom.

- Para alguém que escreve naquele nivél complexo, o texto deve estar bem fácil.

- Muito... - e sorri.

- Vou voltar a cozinhar, terminando, eu chamo.

- Tá - nisso vê ela torna a ler o livro, virando as páginas com a pontinha de uma de suas caudas, ansiosa.

Nisso, mais tarde, almoçam. Ela usava talheres apenas para pegar os alimentos e nada mais, engolindo em grandes bocados, sem quase mastiga-los.

A partir daquele dia, a vida do jinchuuriki sofreu mais uma reviravolta.

Uma poderosa youma de nove caudas morando embaixo do mesmo teto do que ele, que apesar do coração gentil e amavél, podia ficar uma fera, caso mexessem em seus doces ou fizesse qualquer comentário impertinente á volume ou peso, já que era irritavél em relação a esses assuntos.

Um ano se passa e o jovem recebe uma notícia excelente, que desagradaria um pouco Yuki.

Mais um capítulo, espero que tenham gostado XDDDDDD

Ainda não chegou na parte que eu queria, mas, aos poucos vai chegando XDDDDDD

Pode parecer que estou andando rápido com a fic, mas, quero colocar somente o importante XDDDDD

Além de que, não pretendo que vira uma longfic, uma mediumfic está de bom tamanho. Estou fazendo uma longfic e é muito cansativo... já basta a fanfic de Inunotaishou ^ ^

Não adianta, não consigo fazer capítulos menos "massantes", detalho demais X . X

Já tentei, mas, não consigo gostar, tipo, não ler dos outros e sim, eu escrever... sei lá.

Acreditem, em matéria de detalhes já fui pior ssrssrrss Falo, pois já me falaram que muito detalhista fica massante, aí, andei diminuindo e não consigo mais *gota*

Acho que o meu minímo de detalhes é isso que consigo, bem, pelo menos não detalho mais roupas com ênfase ou os lugares, antes, detalhava muito *gota*

Ainda me supreendo de alguém ter paciência para ler, penso, senão seria melhor, dividir os capítulos, tipo, podendo fazer virar dois. Esse deu 8 páginas no word, arial 12. Posso só jogar no máximo 4 páginas por capítulo, ficaria melhor, né? ^ ^"

Acho que ficaria menos cansativo, não é? ^ ^"