Apesar do meu bom comportamento e da longa lista de boas acções que enviei juntamente com a minha carta para o pai natal, ele não me concedeu o meu pedido T-T. Harry Potter e companhia ainda não me pertencem -_-

P.S. Alguém sabe o que fazer a uma tonelada de carvão

AVISO- Este capitulo contem palavras e actos capazes de revoltar pessoas mais susceptíveis.

C.P. 11 - Respostas

Após a onda avassaladora que assaltou Draco ter regredido este apressou-se a forçar Serena a posicionar-se de gatas com as costas viradas para si, ao aperceber-se do facto desta se encontrar totalmente molhada este não pode deixar de comentar:

-És mesmo uma putinha submissiva

A sua única resposta foi um gemido, contente com a reacção que havia aliciado na garota ele introduz-se rapidamente no seu interior

-AHHA

-Então a princesinha Gryffindor não é assim tão inocente , com que então nem sequer és virgem .

Apesar do seu ton zombeteiro Draco estava raivoso por dentro, ela não era virgem, Serena tinha-se entregado a outro antes de si. Teria sido o Potter? A fúria tomou conta de dele, ele demonstrar-lhe-ia que esse fora um grave erro, ela era apenas sua e ele não permitiria que nenhum outro lhe tocasse. Mas primeiro, o Slytherin iria não só mostrar á loira de que não deixaria passar a sua falha como também lhe mostraria ser o único capaz de lhe proporcionar verdadeiro prazer, pois se depois de ter dormido com o rapaz maravilha esta o havia procurado era porque este não a soubera satisfazer. Após a sua resolução Draco devolveu a sua atenção para a garota que de momento se esforçava para empalar no seu membro.

-Realmente és uma caixinha de surpresas.

A resposta que se seguiu foi mais uma série de gemidos enquanto Serena tentava aumentar a fricção entre os seus corpos. Malfoy não se fez rogado e depressa alcançou um ritmo estonteante levando ambos ao clímax. Sentindo o sono a clama-lo Draco transportou-se e á sua companheira para a cama que os esperava , adormecendo em seguida com Serena já adormecida em seus braços.


-Hummm

Era domingo de manhã e como sempre apesar de acordada Serena deixara-se ficar na cama á espera do despertar das suas colegas de quarto, ela gostava de usar este tempo para por as suas ideias em ordem.

As aulas corriam-lhe bem, de momento podia considerar-se em pé de igualdade com Mione, apesar da sua apreensão de inicio Serena fizera bastantes amigos desde o começo do ano (tendo a sua natureza amável ajudando á soma) e as suas pesquisas sobre novos feitiços para ajudar Harry progrediam bem.

Apesar de tudo Serena sentia-se desconfortável, o seu sexto sentido parecia gritar-lhe que algo terrível estava para acontecer, o mais frustrante era não poder fazer nada ela sabia que algo se aproximava mas não sabia o quê nem quando , era o suficiente para levar alguém á loucura felizmente para Serena esta já se habituara ao sentimento de incapacidade que o seu suposto don a fazia sentir. Como se isso não basta-se a garota ainda não discernira os seus sentimentos em relação a Harry, a Gryffindor sentia um grande afecto e apego por ele mas apesar da certeza da veracidade dos seus sentimentos esta não sabia a natureza destes, estaria ela apaixonada ou era apenas um afecto puramente fraternal. O barulho das suas companheiras ao levantarem-se veio afastar Serena da sua corrente de pensamentos.

-Lavander emprestas-me o teu novo batom?

-É claro Parvati.

-Falem mais baixo, não perceberam que Serena ainda não se levantou?

-Ora Hermione provavelmente ela já esta acordada.

-Se não estava de certeza que agora já está Padma.

Parecia que a indiferença de Hermione para com as suas colegas de dormitório ainda não esmorecera Serena achara melhor mostrar-se antes que a desavença termina-se em zanga.

-Hermione, não te preocupes - diz Serena afastando as cortinas da sua cama - eu já acordei a algum tempo, eu vou ao banheiro e volto já.

Estava na hora de começar um novo dia.


-Sinceramente aquelas garotas podiam ter um pouco mais de respeito.

-Elas não fizeram nada de tão repreensível Hermione, elas estão apenas a ser elas mesmas.

-Ora Serena, com tudo o que se está a passar elas já não se deveriam comportar como umas…

-Adolescentes

O embaraço de Hermione não passou despercebido a Serena , mas esta preferiu não comentar.

-Mione eu sei que estas preocupada com os últimos acontecimentos, mas felizmente, nem todos estão tão no olho do furacão como nós. Afinal é para isso que nos lutamos, para todos poderem viver sem medo.

-Eu entendo, é só que, bem…

-Elas acabarão por crescer Mione, dá-lhes tempo.

-Sabes, é fácil de ver as similaridades entre ti e o teu pai Serena.

-Achas?

Hermione reparou no desconforto de Serena mas antes de conseguir perguntar-lhe o que se passava elas chegaram ao salão, as suas perguntas teriam de ficar para outra altura. Harry indicava-lhes da mesa Gryffindor para os lugares vazios entre si e Ron.

Snape encontrava-se na mesa dos professores quando as duas garotas entraram no salão de festas, o ex -devorador da morte mantinha uma vigilância constante sobre a filha querida do director desde que se dera conta das intenções de Potter em relação á miúda. Até agora, apesar da poção já dever estar completa, o mestre de poções não se apercebera de nada errado com ela. Isso só podia significar duas coisas : ou ela já estava sob o efeito da poção e ele não se dera conta (o que duvidava, apesar de ser difícil salguem se aperceber do uso dessa poção, não era á toa que ele era um mestre no assunto), ou o rapaz ainda não fora enfrente com o seu plano. Tendo a segunda hipótese como a mais provável o patriarca dos Slytherin decidiu-se a esperar a sua oportunidade para finalmente mostrar a todos que tipo de pessoa Harry Potter realmente é.


O príncipe Slytherin nada pode fazer contra o sorriso que se apossou das suas feições ao sentir o calor do corpo ao seu lado. Antes mesmo de abrir os olhos para o novo dia ele não deixou de recordar cada instante da noite passada. Á a cara do rapaz maravilha quando este soubesse dos acontecimentos da noite passada. "Acho até que poderia fazer-lhe o favor de lhe oferecer as minhas memórias, sem dúvida de que ele poderia aprender algo consigo, embora não sei se ele tem capacidade para tanto" Um movimento do seu lado veio acabar com os seus pensamentos, estava na hora dele e a sua companheira se levantarem, talvez ainda tivessem tempo para um pouco de lazer antes de irem tomar o pequeno almoço. Sim, definitivamente essa era uma ideia bastante agradável. Talvez até pudessem almoçar na cama ninguém os incomodaria, os seus colegas de quarto já sabiam que não deveriam aparecer quando ele estava ocupado. Abrindo os olhos Draco virou-se para a sua companheira.

-PARKINSON!!!????

N.A. Eu sei, eu sei, eu sou muito muito má.