Reação de Coragem
Conceitos básicos e necessários:
Doenças auto-imunes: O nosso corpo tem uma defesa natural que sabe o que é do nosso corpo (órgãos e todo o resto que temos dentro da gente) e o que não é e pode nos fazer mal. A doença auto-imune ocorre quando o nosso sistema de proteção começa a atacar o próprio corpo como se fosse uma coisa ruim. Em cada doença ele ataca de uma forma diferente.
Lúpus:O Lupus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença crônica de causa desconhecida, onde acontecem alterações fundamentais no sistema imunológico da pessoa, atingindo predominantemente mulheres. Uma pessoa que tem LES, desenvolve anticorpos que reagem contra as suas células normais, podendo consequentemente afetar a pele, as articulações, rins e outros órgãos. Ou seja, a pessoa se torna "alérgica" a ela mesma, o que caracteriza o LES como uma doença auto-imune. (retirado do site: lupusonline)
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Capítulo 10: Imprevisível.
'It's something unpredictable (é algo imprevisível), but in the end is right (mas no final dá certo). I hope you had time of your life (espero que você tenha aproveitado a sua vida.' – Time of your life – Green Day.
Bella POV.
Você já deve ter ouvido que a vida é imprevisível, certo? Pois é, cada segundo que passa eu concordo mais com essa frase.
Mas com os meus últimos aprendizados eu vejo que ela pode ser imprevisível, mas nós ainda temos poder sobre ela. Pode ser mínimo muitas vezes, mas nós ainda temos.
O ato mais covarde que se pode ter é colocar a culpa de qualquer erro que tenhamos cometido na vida imprevisível.
Eu aprendi isso na marra e podem ter certeza que ser a culpada de todos os seus atos não é algo muito bom não.
Olhei para o lado e fixei meu olhar em Edward que dirigia encarando a estrada com uma feição distante. Era um pouco antes da meia - noite e estávamos indo para o nosso plantão de doze horas, ou seja, um belo turno da madrugada até o meio-dia.
Eu sei o que ele está passando e prometi para mim mesma que não irei deixar ele passar por qualquer coisa – boa ou ruim – sozinho novamente.
- Hey você... – chamei quando o carro parou no sinal vermelho. Edward virou-se para mim sorrindo. – Por onde você andava?
- Longe... – deu de ombros. – Não vale a pena ir junto...
- Não se preocupe. – disse pegando a sua mão repousada sob o câmbio. – Tudo vai ficar bem. – garanti, sabendo que o que o preocupava eram seus pais.
Ele apenas assentiu e arrancou o volvo quando o sinal ficou verde. Minutos depois estávamos no estacionamento do hospital.
- Olá queridos pupilos! – cumprimentou Emmett assim que adentramos o pronto-socorro.
- Boa noite, Dr. McCarty. – Edward respondeu.
- Emmett, pelo amor de Deus! Me chamem de Emmett! – revirou os olhos sorrindo.
- Ok. – respondemos juntos.
- Dr. McCarty! – a voz do recepcionista Jared chamou. – Daqui a dois minutos chega dois pacientes para trauma.
- Beleza! – olhou para a gente. – Aceitam broches de abóbora? – ofereceu o grandão, estendendo a mão com dois broches com uma carinha de abóbora desenhada. Só então que fui me lembrar que era Halloween e todo o hospital estava decorado com enfeites de aranhas, abóboras e bruxas. Ri ao perceber os tules cor de laranja que circulavam o balcão da recepção.
Aceitamos os broches e colocamos, enquanto nos dirigíamos para a baia das ambulâncias junto com o nosso residente.
- Já contaram para vocês o mito das madrugadas no hospital? – indagou o médico, colocando as suas luvas.
- Não. – respondi, fazendo o mesmo.
- Tudo pode acontecer em um plantão de madrugada. É... Imprevisível.
Antes que pudéssemos comentar alguma coisa, as sirenes se aproximaram. Hora de trabalhar.
- Bella! Acompanhe o Dr. Wyle. – ordenou Emmett assumindo seu lado profissional. - Edward, você vem comigo nesse.
Nos dividimos nas duas ambulâncias e quando a porta da minha foi aberta, tive que me segurar para não rir, afinal era um paciente.
O homem estava todo vestido com roupas de couro e usava uma coleira no pescoço. A sua acompanhante era uma mulher loira que também usava roupas do mesmo tipo, porém não teve como não notar as falsas presas de vampiros que ela tinha na boca. Olhei para o Dr. Wyle que apenas sorriu maroto para mim e seguiu com seu trabalho.
Quando a mulher saiu da ambulância para dar espaço para a maca, senti meu rosto corar. Dava para ver até a alma dela naquela saia preta de couro...
- O que houve? – perguntou o médico e começamos a levar o homem para dentro do hospital.
- Ele se animou demais na hora H, sabe... – começou a loira. – Bem, o brinquedinho entrou fundo demais... – ela não parecia muito constrangida com essa declaração.
Ouvi os risos abafados do Dr. McCarty logo atrás da gente.
- AHHHH! TIREM ISSO DE MIM! – berrou o homem que até então apenas se retorcia na maca.
- Trauma 2! – anunciou Dr. Wyle.
- Em escala de um a dez, quanto que é a sua dor? – tentei parecer normal, apesar de saber que estava vermelha.
- MILLLLL! – retrucou desesperado.
- Eu avisei para você que essas fantasias com vampiros não era a melhor escolha! – reclamou a mulher quando entramos na sala de trauma para tratá-lo.
- Chame um cirurgião para consulta. – começou Dr. Wyle.
A mulher veio até mim e cochichou:
- Ele é meu cliente há muito tempo e sempre quer fazer orgias no Halloween, mas dessa vez fomos longe demais nas preliminares e o vibrador acabou...
- Já entendi, senhora. – sorri constrangida.
- Bella! Suba até o andar da cirurgia e chame quem está de plantão agora mesmo. – ordenou Wyle enquanto medicava o paciente para dor.
- Ok.
Quando deixei a sala passei pelo trauma 1, onde Emmett e Edward trabalhavam. Não me contive em entrar quando vi a situação.
Edward segurava a cabeça da mulher gorda, enquanto Emmett tentava destrancar a mandíbula da mesma que estava presa em uma abóbora gigantesca.
- O que houve? – pedi, com a sobrancelha levantada.
- Ela mordeu a abóbora e deslocou o maxilar. – contou Edward como se não fosse nada.
- Abóbora? – repeti, surpresa.
- É uma simpatia. – continuo Dr. McCarty. – Pelo menos foi o que o marido dela disse.
- Bem... Eu vou lá chamar um cirurgião para o meu paciente... – declarei, saindo.
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O homem que gosta de orgias no Halloween havia subido para retirar cirurgicamente o brinquedinho perdido e eu me dirigi rumo à recepção, onde encontrei Edward.
- Como ficou a mandíbula? – indaguei me aproximando.
- Tudo no lugar. – falou. – Ela estava fazendo uma simpatia em que dizia que se você comesse um pedaço de abóbora crua no Halloween, você não sentiria mais fome. Ela queria emagrecer. – contou e logo depois riu. O acompanhei.
- Digamos que o tarado do Halloween vai ter que ficar alguns meses sem brincar. – dei de ombros, divertida.
- Hey pequenos bruxos! – chamou Emmett. – Tem mais um trauma chegando!
Quando vimos o paciente da vez, mais uma vez me surpreendi. O homem estava vestido de diabo e tinha uma faca enfiada no peito.
- Por favor, me diga que isso não é outra simpatia. – sussurrei para Edward.
Estávamos todos concentrados em manter o homem vivo. Ele sangrava muito e estava desacordado. Passava uma seringa com uma medicação para Emmett aplicar, quando o homem levantou-se de súbito, derrubando bandejas e dando socos no ar.
Recuamos.
- Ele já vai apagar. – garantiu Dr. McCarty e não deu outra: logo o homem caiu novamente na maca, completamente desacordado e com a faca ainda enfiada no peito.
A equipe ficou parada momentaneamente.
- Feliz Halloween, pessoal. – disse o grandão, checando os sinais vitais do nosso diabo esfaqueado. – Eu não disse que era imprevisível? – sorriu presunçoso.
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Já passava das duas da manhã e havia acabado de atender mais uma reação alérgica a doces que as crianças pediam nas casas e saiam comendo, quando trombei com Ângela no corredor.
- Angie! – a abracei. – Quanto tempo! Como está?
- Muito bem. – sorriu docemente. – Estava mesmo pensando em você.
- Em mim? Por quê?
- Eu pensei bastante sobre o que você me falou de ajudar as pessoas que tem lupus assim como eu. Você me ajuda mesmo?
Sorri abertamente.
- Mas é claro! O que você tem em mente?
- Pensei começar com algumas palestras e depois ir aumentando o projeto...
- Então, vamos começar a organizá-las! Tenho certeza que Edward vai querer ajudar também e o hospital não se importará de ceder um horário no auditório para você apresentar.
- Falando em Edward... – começou, enganchando o braço no meu e começando a andar. – Que tal um café? – ri.
- Claro.
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- Bella! – suspirou feliz. – Você não sabe o bem que me faz saber que você finalmente resolveu se render aos seus sentimentos.
- Nem me fale! – falei, tomando outro gole de café. – Eu realmente me sinto bem podendo estar ao lado dele. Irei fazer de tudo para não perder mais tempo.
- Ele precisa de você agora. – afirmou séria. Assenti com a cabeça.
- Eu sei. Teremos folga no próximo final de semana, já que estamos trabalhando nesse... Estou pensando em ir com ele visitar os seus pais.
- É uma ótima idéia, Bella. – elogiou. – Como estão as crises de TOC?
Abri a boca para responder, mas parei ao me dar conta que fazia muito tempo que não me via presa nas minhas manias.
- Nossa...- murmurei. – Faz tempo que não me pego fazendo das minhas maluquices... – comentei pasma comigo mesma.
Ângela apenas sorriu sincera para mim. Retribuí, sabendo o significado daquilo.
O meu bipe tocou. Olhei e era 911 (N/a: emergência nos EUA e eu acho que aqui também.). Me levantei rapidamente.
- Algo errado? – indagou a menina do "O Iluminado".
- É uma emergência... – olhei novamente para o meu bipe. – Sinto muito, mas o trabalho me chama. – disse sentida.
- Tudo bem! – levantou-se também. – Eu estou internada aqui no hospital para exames, mas amanhã eu saio... Estarei zanzando por aí a madrugada inteira. – me abraçou. – Vai lá, Drª Swan!
- Ainda não, Angie! Ainda não! – sorri sem graça, me dirigindo a saída.
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- O que aconteceu? – perguntei correndo ao lado de uma maca que adentrava o hospital onde tinha uma menina desacordada e fantasiada de princesa.
- Acidente de carro. – respondeu Linda, a enfermeira simpática.
- Monk! – chamou Emmett. – Edward precisa de ajuda com os pais da menina. Eles estão apenas com alguns cortes, mas precisam de sutura. Pode deixar que eu assumo daqui.- assenti e fui para a sala de sutura.
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- Olá, sou Isabella Swan. – me apresentei, entrando na sala.
O casal apenas assentiu. Edward me indicou a cadeira ao seu lado com a cabeça, já que estava com as mãos ocupadas suturando o braço do homem.
- Você tem notícias da nossa filha? – pediu a mulher preocupada, quando comecei a limpar o seu ferimento na testa.
- Estão atendendo ela da melhor forma possível. – garanti. – Isso vai arder um pouquinho. – avisei, enquanto irrigava o local.
- Ela é tão jovem... – o homem começou a murmurar. – Deveria ser eu no lugar dela! Eu quem estava dirigindo! Eu que deveria estar naquela maca agora! – lamentava. A mulher nada dizia. Olhei para Edward.
- O senhor não teve culpa. – garantiu ao paciente. – A sua filha está sendo tratada por uma das melhores equipes que existe em Chicago.
- Ela só queria pegar alguns doces nas casas... - agora era a mãe. – Nós montamos aquela fantasia meses atrás. Tudo para ficar perfeito para ela...
- Vai dar tudo certo. – tentei tranqüilizá-los.
- Pronto. – falou Edward terminando de suturar o braço do pai. – Os pontos podem ser retirados daqui a dez dias.
- Ok. – olhou para nós dois. – Será que eu posso ver a minha filha agora?
- Claro. Eu levarei o senhor até onde estão a tratando.
O homem acompanhou Edward. Fiquei sozinha com a mulher.
- Daqui a pouco termino aqui e você poderá ver a sua filha, está bem? – disse.
- Eu preciso que ela fique boa...
- Ela vai ficar.
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Quatro da manhã.
Trinta e um de outubro. Halloween.
Tenho vinte e quatro anos e nunca tive um Halloween tão... Halloween. Cada paciente que apareceu até agora...
- Hey você! – ouvi a voz de veludo de Edward.
Estava me servindo de café na sala dos médicos e me virei para sorri para ele.
- Já está na cafeína? – brincou, beijando o meu rosto.
- São quatro da manhã... – dei de ombros. – Eu resisti até as duas da manhã.
- Essa é a minha garota. – falou divertido, se servindo de café também.
- Encontrei Ângela pelos corredores hoje. – contei, me sentando no sofá. – Ela está internada para exames.
- Ela está bem? – perguntou se sentando ao meu lado.
- Sim. Apenas exames de rotina.
- Que bom.
- Ela está pensando em fazer palestras sobre lupus para ajudar quem também tem a doença. – continuei.
- Mesmo? – sorriu animado. – Nossa que notícia boa! Estava com medo que ela desanimasse...
- É. – dei um gole no meu café. – Você viu o bolo laranja que tem na geladeira? – ri.
- Vi. – riu também. – Eles estão pensando em fazer uma festa de Halloween quando o movimento diminuir.
- A nossa primeira festa aqui no Chicago Memorial Hospital! – bati palminhas. Ele riu mais ainda.
- Espero que a primeira de muitas.
- É verdade.
A porta foi aberta. Era Emmett.
- A festa vai começar! Vim buscar o bolo! Vão lá para a recepção que já ta rolando uma música!
Nos olhamos e fomos para a tal festa.
Chegando lá, nem parecia um hospital.
- Os pacientes não se incomodam com essa música toda? – indaguei.
- Aparentemente não. – Edward apontou para um enfermeiro que dançava com uma velhinha que estava internada no hospital.
- Olha isso! São docinhos em formato de morcegos! – mostrei.
- Não coma isso se você quiser terminar viva esse turno.
Nos sentamos no balcão, lado a lado.
Por um momento me permiti olhar tudo que acontecia... Os meus colegas de trabalho estavam dançando animados, alguns até fantasiados. Sorri com isso.
- Ah! – lembrei. – Como ficou a menina do acidente?
Edward apenas apontou para a porta de um dos quartos. Através da janela que tinha na porta, vi os pais com a menina já acordada e com uma aparência melhor.
- Parece que mais uma vida foi salva essa noite. – comentei satisfeita.
- Me concede essa dança, senhorita? – olhei para ele que estava de pé com uma mão estendida para mim.
Notei que era uma música lenta.
- Mas é claro. – desci do balcão e peguei sua mão.
Juntamos nossos corpos e começamos a nos movimentar ao som da música The Message do ColdPlay.
"my song is love (minha música é amor) / love to the loveless shown ( amor para aqueles que não tem amor para mostrar) / and it goes up ( e assim as coisas vão) / you don't have to be alone ( você não precisa estar sozinho.)"
Encostei minha cabeça no seu ombro, me permitindo deliciar com o seu cheiro. Edward apertou mais a minha cintura.
"your heavy heart ( o seu coração duro) / is made of stone (é feito de pedra) / and it's so hard to see clearly ( e é tão difícil enxergá-lo) / you don't have to be on your own ( você não precisa ficar por conta própria.) / you don't have to be on your own ( você não precisa ficar por conta própria.)"
Senti seus lábios nos meus cabelos e gemi de satisfação. Não havia espaço entre nós e a única coisa que ouvíamos era a música.
"and i'm not gonna take it back ( e eu não vou me arrepender do que eu disser) / and i'm not gonna say i don't mean that ( e eu não vou dizer que eu não quis dizer isso) / you're the target that i'm aiming at ( você é o alvo que eu estou mirando) / and i get that message home ( e eu estou levando essa mensagem para casa.)"
Não sabia mais se o ritmo que dançávamos estava certo, porém o momento estava e era isso que importava. Fechei meus olhos me deixando levar pelos seus fortes braços que alisavam as minhas costas carinhosamente.
"my song is love ( minha canção é amor) / my song is love unknown ( minha canção é um amor desconhecido) / and i'm on fire for you clearly ( e eu estou apaixonada por você claramente) / you don't have to be alone ( você não precisa ficar sozinho) / you don't have to be on your own ( você não tem que ficar por conta própria.)"
"and i'm not gonna take it back ( e eu não vou me arrepender do que eu disser) / and i'm not gonna say i don't mean that ( e eu não vou dizer que eu não quis dizer isso) / and i'm nothing on my own ( e eu não sou nada sozinha) / you're the target that i'm aiming at ( você é o alvo que eu estou mirando) / and i get that message home ( e eu estou levando essa mensagem para casa.)"
Enquanto nos balançávamos, descobri que sentir o coração de Edward batendo era algo inexplicável. Era a música mais bonita que poderia haver e com esse pensamento virei meu rosto e beijei levemente seu pescoço.
"and i'm not gonna stand and wait ( e eu não vou ficar aqui e esperar) / not gonna leave it until it's much too late ( não vou deixar isso até que seja tarde demais) / on a platform i'm gonna stand and say ( em uma plataforma, ficarei de pé e direi) / that i'm nothing on my own ( que não sou nada sem você) / and i love you, please come home ( e eu te amo, por favor venha para casa)"
Nossa, como o amo.
Como preciso dele.
Senti Edward sussurrar em meu ouvido: "Eu te amo".
Sorri e sem hesitar por um segundo que seja, levantei meu rosto e encarei seus olhos verdes que tanto me encantavam.
- Eu também te amo. – minha voz saiu clara e emocionada. Vi passar pela sua face os mais variados sentimentos ao som das minhas palavras, por fim abriu o meu sincero e lindo sorriso.
- Emmett estava certo... – disse calmamente e ainda absorto. – Um turno da noite é realmente... Imprevisível.
Sorri mais uma vez para ele e colamos nossos lábios em um beijo calmo e amoroso sem nos importar com o fato de que estávamos no meio da recepção do hospital e que a equipe com quem trabalhamos estava em volta, comendo docinhos em formato de morcegos e dançando fantasiados.
Nada importava.
Estávamos curtindo o imprevisível presente sem pensar no imprevisível futuro.
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Gente... Estou em uma sinuca de bico e tudo por causa de New Moon! Comprei o ingresso para a estréia do filme faz quase dois meses, mas agora os meus amigos de outra cidade ( eu me mudei de cidade faz dois anos) que eu não vejo há no mínimo cinco meses marcaram uma janta de reencontro bem no dia da estréia! Eu quero MUITO¹²³³ ir nessa janta, mas eu também quero MUITO ir na estréia ,né? Olha que situação... Espero que consigam mudar a data do encontro. Apesar que fica chato mudarem tudo só por mim, mas dane-se também.
Ahh! Outra coisa: esta tendo feita do livro aqui na minha cidade e daí hoje eu estava passendo por lá e uma mulher do jornal do estado aqui do Rio Grande do Sul me entrevistou perguntando o que eu achava da Saga Crepúsculo e o porque vampiros fascinam tanto! Uahauahau Se sair uma nota decente eu até posto aqui para vocês! :p
SOBRE A FIC:
O próximo capítulo ( mil vezes melhor que esse mixuruca de hoje) já está pronto E É NELE QUE IRÁ COMEÇAR A REVIRAVOLTA DA BELLA!!!!
E mil desculpas pelo capítulo incrivelmente tosco, mas eu queria lembrar do Halloween e estava sem criatividade nenhuma essa última semana, porque a série da minha vida ER – série em que essa fic é MUITO MUITO MUIITOOOO inspirada - terminou depois de QUINZE ANOS no ar e eu chorei tanto e fiquei tão saudosa (ainda estou) que não deu para sair algo decente. Prometo que o próximo vai ser bem melhor.
Ta,chega de falar ninguém lê mesmo...
Respondendo reviews:
Bgsmeinterfona: Muito obrigada! E por favor, já que você tem um certo convívio com essas doenças eu te peço para não me deixar escrever nenhuma bobagem por aqui. Mil beijos e obrigada por ler! ;*
Sunshine: Calmaa! Logo,logo você já vai ter um prévia do que vai causar essa reviravolta na Bella. ^^ Beijoss e muito obrigada por ler! ;*
Yasmin Farias: Obrigada,querida! Mil beijos e obrigada por ler! ;*
Karen: Fiquei muito feliz com a tua reviews, querida! Sem palavras para agradecer tudo o que você disse, viu? Espero que continue lendo e gostando! Mil beijos e obrigada por ler!
Gabytenorio: Muito obrigada, flor! Espero que continue gostando! Mil beijos e obrigada por ler! ;*
O resto respondido por e-mail! ^^
E é isso por hoje! Dependendo das reviews, posto rapidinho o próximo que já está até betado!
Mil beijos,
Isa.
