Naruto acorda com uma visão aprazivél, que o fará treinar seu auto-controle de maneira mais intensa.

Será que ele conseguirá se conter, frente a uma raposa enrubescida e extremamente curiosa, que testará seu controle sem saber, por ser inocente demais em certos aspectos?

Coloquei o trecho do outro capítulo, pois há quem não goste de hentai e nem abriu.

Tem o trecho antes do hentai.

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Cap. 11 - 愛撫する 抑えきれない ( Aibusuru osaekirenai - Carícias incontrolavéis)

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Trecho do capítulo 10

Ino caminhava pelo acampamento distraidamente, remexendo alguns papeís que trazia nos braços, levantando a cabeça ao avistar a barraca imensa com os Kanjis de Kazekage.

Não consegue impedir seus olhos de varrerem o campo, notando muitos ninjas cansados e abatidos.

Não podia culpa-los, afinal, a guerra havia durado três anos e mesmo vencendo Madara, ela não terminara, pois, havia outros lá fora que precisavam ser detidos.

Três longos anos longe de Konoha no Gakure, assim como seus civís, que foram levados à Vila fundada pela Aliança, para garantir maior proteção destes e os que tinham alguma habilidade ninja, foram convocados como guardas naquele período de guerra, ajudando as sentinelas que resguardavam a gigantesca Vila fundada.

Apesar do tamanho, permitia concentrar melhor as tropas, facilitando assim a proteção e intensificando-a, fora o treinamento um pouco mais avançado e diário, que todos os civis recebiam, para poderem lidar com alguns problemas simples e caso algo ou alguém transpassasse as defesas da grande muralha que circundava à vila, os moradores teriam uma chance maior de reação frente a algum invasor.

Mesmo após a vitória na luta contra Madara, não era ainda seguro voltar à Vila de origem, porque existia a ameaça de Kabuto e Sasuke, além das dos bijuus, obrigando as pessoas a continuarem convivendo com aquelas de costumes diferentes dos seus.

As confusões por causa disso eram mínimas, devido a rigídez do policiamento, para evitar conflitos civis por causa de algumas rivalidades dentre Vilas e os ânimos exaltados de muitos por ficarem longe da terra natal, em um local estranho, convivendo com antigos inimigos e que agora, estavam unidos para sobreviverem a guerra de proporções gigantescas, que já perdurava três anos, sem qualquer notícia que terminaria em breve.

O mais problemático, segundo vários shinobis, incluindo Anbus, foi a convivência forçada dos Senhores Feudais de cada país, que foram obrigados a conviver praticamente próximos uns dos outros, pois as mansões eram praticamente coladas uma nas outras.

Antes, compartilhavam uma única morada, mas, devido a algumas confusões entre si, eles construíram uma mansão para cada um, segundo os seus gostos, mas, orientados que as mesmas deviam ficar lado a lado.

Com isso, diminuiu um pouco a animosidade dentre eles.

Porém, ainda estavam irritados por não poderem sair para suas caminhadas costumeiras, sendo obrigados a ficarem praticamente trancados em um perímetro definido e que os mesmos, achavam "absurdo" e "irracional", com o passar dos anos.

Muitos ninjas não aguentavam as frescuras e reclamações constantes deles.

Por isso, a Aliança se viu obrigada a fazer um esquema de remanejamento de shinobis a cada dois meses, por estes ficarem estafados pelos nobres, algo considerado alarmante, porque muitos recebiam treinamentos severos para lidar com as emoções, mas, os nobres conseguiam fazer muitos perderem o auto-controle rigoroso que possuíam.

Os criados não se irritavam facilmente pelas inconveniências do humor dos nobres, pois, estavam acostumados com seus senhores que meramente para os mesmos, apenas ficaram mais rabugentos do que o normal, desde que foram obrigados a ficarem praticamente confinados em seus palacetes que eram simples para os mesmos em virtude dos padrões de luxo que estavam acostumados, mas, que para os civis, eram extremamente luxuosos.

Desperta de suas recordações, fitando a cabana imensa, pertencente ao seu esposo e que não queria encontra-lo, para não correr o risco de discutir novamente com ele, pois, tiveram uma discussão calorosa ontem, cujo tema central era Kyuubi no Youko e Uzumaki Naruto.

Irritada com a discussão, ela saiu da barraca bufando de raiva, ignorando os protestos de seu esposo e quase varou a noite toda nas tendas médicas, prestando auxílio aos enfermos e permitindo-se dormir numa das tendas a parte, destinadas ao repouso das equipes médicas, que consistia em um quarto improvisado de 3X3 metros, que possuía uma cama rústica e uma cômoda pequena para apoiar as roupas de uso pessoal dos iryo-nins, enquanto ficavam perto dos pacientes, para com isso, prestarem melhor auxílio aos mesmos.

Não pode enviar outra em seu lugar, mesmo sendo agora a chefe de um dos Acampamentos Médicos, porque as suas duas auxiliares estavam ocupadas em cirúrgias emergênciais e a ideia também, de uma outra garota indo ver seu esposo a sós, não a agradava, pois confessava ser ciumenta também.

Poderia ter enviado um homem, mas, não encontrou nenhum outro iryo-nin disponivél e não podia ter auxiliares masculinos, por causa do ciúmes demasiado que o seu marido sentia dela.

Com isso, não teve escolha, além de suspirar pesadamente, tentando se acalmar, procurando não pensar na discussão de ontem, para poder entregar os relatórios a ele com relativa calma, para depois sair dali.

No intímo, não sabendo porque fazia algo assim, julgando que provavelmente era por vingança, no sentido dele não a ter, depois de duas semanas separados por diversos fatores e que provavelmente, fora um dos estopins da discursão inflamada de ambos na noite anterior.

Ino e ele estavam casados há um ano e só fariam a cerimônia de casamento oficial quando a guerra terminasse.

A única coisa boa na guerra, foi que por causa dela, eles acabaram ficando muito próximos, no sentido que como os inimigos eram Zetsus e a Equipe ANBU de Interrogação, quase não tinha trabalho, os que sabiam usar os Sousen no Jutsus, foram remanejados temporariamente conforme a necessidade crescente de Iryo-nins.

Ino, que fora ensinada por Sakura, a ex-discípula oficial de Tsunade e pela outra discípula da Senju e braço direito da mesma, Shizune, foi designada não somente como auxiliar pessoal de Sakura, como também, coordenadora das equipes de cirurgia de um dos Acampamentos Médicos, em que Sakura era chefe, sendo este outrora, o maior dos setores existentes na Aliança Shinobi.

Por causa de sua importância e tamanho, foi o alvo principal, sendo as demais em torno desta, atingidas pelo ataque massivo para com a principal e não sofreram maiores danos, pois os sobreviventes do primeiro ataque, fugiram, além de outros antes destes, que saíram dali antes do primeiro ataque, dos muitos que se seguiram consecutivamente após este.

Isso foi graças ao aviso de Karin, que possuía o mesmo cargo de Ino e que como era uma sensora de chakra, detectou a aproximação daquele que odiava e que não possuía mais nenhum sentimento, além de ser atualmente, noiva de Ibiki da Anbu de Interrogação de Konoha e com isso, muitas outras vidas foram salvas, evitando com isso, que o número de mortos aumentasse ainda mais e se muitos desses que morreram, a tivessem ouvido quando vivos, não duvidando dela por causa do antigo passado desta, teriam com certeza sobrevivido.

Haruno também fora, além de chefe, supervisora de assuntos relacionados a cuidados, tratamentos e diversos outros assuntos, raramente pondo a mão em algum paciente em conta dos assuntos que tinha que tratar e do fato de também supervisionar toda a estrutura de atendimento e os tratamentos dispensados aos pacientes.

Ino havia ficado com a função de tratar os pacientes, auxiliar a rosada em diversos assuntos e quando necessário, levar relatórios aos Kages, algo que a irritava, pelo menos, no início.

Com a entrada de uma outra jovem, Sayuri, como segunda ajudante da Sakura, a loira ficou responsavél por levar ao Kazekage e à Hokage. A outra, ficou de levar relatórios ao Tsuchikage, Raikage e Mizukage.

Ela só ficara com dois, pois, Tsunade era a que mais recebia visitas dela com relatórios e os demais nem tanto.

Com isso, passou a ver Gaara muitas vezes, notando o modo como ele a olhava, de maneira profunda e misteriosa, que inicialmente a irritava, juntamente com os comentários dele que soavam como irritantes para a mesma, que rebatia, ofendendo-o e o encarando, para ficar aturdida em seguida, ao vê-lo sorrir maliciosamente, como se apreciasse seu comportamento altivo e guerreiro.

Como era orgulhosa, não se deslocou, como uma criança assustada, pedindo para trocar com Sayuri.

Não trocou com a amiga, por fazer questão de enfrenta-lo, julgando na época que os motivos que a levaram a não trocar, foi para ele não pensar que ela era fraca, além de sentir raiva dele, que sempre fazia questão de tira-la do sério, fulminando com a vontade de mostrar-se superiora, ignorando o que o seu coração de fato sentia nós últimos meses pelo "ruivo baka e irritante", como era chamado por ela.

Passou a ignora-lo, alterando com olhares frios ao mesmo, que não se abalava e limitava-se apenas a sorrir de canto, olhando todos os gestos dela atentamente, através de seus olhos verdes que começavam a foca-la, sempre quando ela chegava.

Após alguns meses, começou a dar flores à loira, que questionava-se como ele as conseguia, visto que estavam em campo de batalha.

Como esperado pelo ruivo, que decidira avançar no seu plano de aproximação para com Yamanaka, indo ao passo seguinte, as flores amoleceram o coração dela gradativamente.

Aproveitando o ensejo que a fazia baixar a guarda, começou a puxar conversa, não deixando-se abalar pelas palavras rudes da mesma, que não estava ainda com todas as suas barreiras destruídas.

Após quatro meses, começava a por a terceira parte de seu plano em ação, notando que as flores conseguiram "aplacar" consideravelmente a loira, mas, não sendo o suficiente, ainda.

Começa então a provoca-la novamente.

Com a diferença de antes, que estas provocações eram de cunho sexual e dentre estas por exemplo, ficando apenas de peça intíma, propositalmente, antes da mesma entrar na barraca dele, fazendo-a toda a vez que o via, transpirar estarrecida, por não imaginava que ele podia ser um pervertido com toda aquela pompa de frieza.

Aquele constraste a excitava e muito, fazendo-a lutar contra os sentimentos que a tomavam por seis meses, resistindo as investidas exigentes e ousadas do ruivo, que mostrava todo o seu desejo e inclusive amor, através do olhar apaixonado que era dispensado somente a Yamanaka, pois, com o tempo, o desejo virou paixão e a paixão, amor, principalmente ao ver o quão ela era orgulhosa e não se intimidava, enfrentando-o de igual para igual com a cabeça erguida.

As do tipo "guerreira" e altiva, eram as que mais o atraiam, pois apreciava as "batalhas verbais" que tratava, sendo substituídas em seguida pelas de contato, regadas a beijos cálidos, carícias ardentes e sexo.

Enfim, rendida aos desejos que a assolavam impiedosamente nos últimos meses, se envolve com o ruivo, inicialmente por desejo, em busca do prazer carnal, para depois começarem a namorar, quando passa a retribuir o sentimento de amor, com a mesma intensidade que ele nutria por ela.

Então, após um ano de namoro, se casaram em uma cerimônia simples na presença de amigos e dos demais Kages.

A loira tomava remédio para não engravidar, mas, sonhando com o fim da guerra, assim como ele, para que ambos pudessem experimentar a alegria de serem pais, tendo a parte do amor de cada um, em um pequeno ser que amariam desde que fosse gerado.

Com isso, não conseguia deixar de se emocionar, pois sempre imaginava como seria e sabia que Gaara queria e muito ser pai, desconfiando que ele iria ser um típico "pai coruja", não deixando de rir ao pensar nisso.

Desperta de seus devaneios, quando se aproxima da entrada, seu semblante tornando a ficar chateado, inspirando profundamente, para entrar, enquanto se concentrava para não ceder em nada do que ele falasse e fizesse.

Porém, vê tudo escuro e acha estranho, passando a chama-lo.

( Hentai)

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Agora, o capítulo 11 começa aqui ^ ^

Boa leitura ^ ^

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Naruto despertou, sentindo algo quente e macio em cima dele.

Ao abrir os olhos, se supreende ao ver Youko deitada com a cabeça em seu tórax, tendo metade do corpo apoiado nele, que sente os seios macios sobre seu tórax desnudo, o braço delicado esquerdo envolvendo sua cintura e a perna esquerda fletida em cima de sua virilha e a outra estirada no colchão.

As nove caudas envolviam ambos e os cabelos vermelhos como sangue desciam em cascata, espalhando os fios sobre o lençol alvo da cama e alguns fios perdidos em cima dos músculos de seu tórax.

A respiração dela estava profunda, indicando que dormia pesadamente, com um sorriso nos lábios, volta e meia esfregando a cabeça levemente e sutilmente, enquanto o loiro sentia a respiração dela se chocar contra a sua pele, provocando arrepios nele, desconfiando, que ela nem sabia que estava em cima dele.

O perfume inebriante da pele acetinada dela, chegava em suas narinas, despertando sua libido, enquanto sentia seus sentidos nublarem, frente ao cheiro embriagador feminino e o calor da pele macia como seda em contato com a sua.

Começou a sentir um imenso calor assolando o seu corpo e o coração batendo descompassado.

A perna dela em cima de sua virilha piorava o seu estado excitado, pois, já estava começando a ficar "animado" e com isso, não conseguia conter o fluxo de recordações de quando a vira nua, enquanto esta tentava vestir o quimono.

Perdendo o controle de seu corpo por alguns minutos, leva sua mão direita para a cabeça da youma, colocando alguns fios rebeldes atrás do rosto, enquanto acariciava os fios macios, afagando os cabelos, deliciando-se com a textura feita de seda dos mesmos, enquanto a esquerda, afagava o rosto delicado e perfeito, concentrando-se nas sensações que aquele toque provocava nele.

Youko soltou um suspiro de contentamento, ao sentir o toque dele e naquele instante, se concentrou para confirmar se ela dormia ou não, pois, não acreditava que a mesma estava acordada, além de duvidar que faria algo assim para provoca-lo, pelo menos por seu desconhecimento do que era sexo.

Após minutos, constatou que de fato, Youko estava dormindo profundamente, logo, aquela reação foi inconsciente da mesma.

Kyuubi mexia e muito com ele, que a olhava com os olhos escuros pelo desejo.

A íris outrora azul claro como o céu, estava azul escuro, enquanto sentia as nove caudas felpudas e elegantes se mexerem em volta deles e a face dela roçar levemente no tórax dele novamente.

Para piorar seu estado excitado, a perna dela começou a fazer o mesmo movimento, esfregando seu membro por cima da calça que usava.

Isso provocava descargas elétricas nele, enrijecendo ainda mais o seu falo, sentindo a restrição dolorosa da peça intíma, enquanto sua mente mergulhava ainda mais no desejo, por mais que sua parte racional, agora infíma e quase inexistente, gritasse para se afastar dela, antes que acabasse fazendo uma loucura, que se arrependeria depois.

Porém, o corpo do loiro teimava em não ouvir os gritos do seu lado racional, estes também sendo impedidos pelas ondas de prazer que amortizavam esse lado, que estava sendo suprimido em um ritmo alarmante.

Então, uma batalha acirrada se instalou em sua mente para reaver o controle.

A parte racional que estava desaparecendo gradativamente, lutava com tudo contra a parte irracional, dominada pela libido, ao mesmo tempo, que Naruto amaldiçoava-se por não ter se afastado a tempo dela e ter deixado a situação chegar naquele estado desesperador.

Com certeza, acabaria chegando ao clímax, perdendo de vez a razão, não conseguindo evitar de fazer algo, que depois se arrependeria, pois a mesma nem saberia o que fizeram, por ser inocente demais nesse aspecto.

Não queria fazer isso, pois depois do prazer, sobraria o remorso por agir como um cafajeste, abusando da inocência dela.

Nunca abusou de uma mulher e não começaria agora.

Porém, seu corpo parecia ter vida própria e a mão direita, passou a percorrer a espinha da raposa adormecida de forma posessiva.

A mão esquerda, havia descido da face, percorrendo o pescoço, acabando por abrir um pouco mais o quimono, expondo ainda mais o colo e sentindo a maciez do mesmo, para depois descer ao braço dela, erguendo a manga do quimono, para sentir novamente a pele quente e acetinada da mesma.

A mão direita se encontrava acariciando as nádegas da bijuu, enquanto Naruto continuava tentando inutilmente recobrar o controle.

Nota que as orelhas felpudas, de repente, se mexem levemente, assim como as caudas.

Mas, antes que conseguisse controle suficiente para se afastar dela, acaba não contendo sua mão direita, que aperta desejosamente as nádegas da raposa, sobressaltando-a, fazendo-a abrir os olhos, ou melhor, arregala-los, ao ver aonde se encontrava.

Então, levanta-se abruptamente, em um misto de surpresa e raiva por estar junto daquele que odiava e que era seu atual carcereiro.

Com a separação, este consegue enfim retonar o controle de seu corpo, mesmo ainda parcamente, agradecendo a Kami-sama por ela ter se levantado, pois, do jeito que ele estava e está, com o membro enrijecido e pulsante, acabaria cometendo uma loucura, que traria um arrependimento amargo depois, além de que seria tomado por uma vergonha sufocante.

Youko estava de quatro, com as caudas agitando-se perigosamente atrás, enquanto mostrava seus caninos e as garras, que pareceram ficar um pouco afiadas, além de um rosnado surgir de sua garganta, enquanto olhava-o de maneira irritada, com os olhos estreitados perigosamente.

Para desespero de Uzumaki, que agora perdera o controle de seus olhos, estes se fixaram nos seios perfeitos dela, que com a posição da mesma, contribuia e muito para revela-los, enquanto sentia seu membro pulsar, frente a aquela visão arrebatadora.

Passou a forçar seus olhos, para que estes desviassem do colo da mesma.

- O que está olhando, idiota?

Pergunta em um tom de ira em meio a rosnados ensurdecedores, mesmo estando um tanto receosa, ao ver os olhos escuros do loiro a sua frente, acabando por fazer as palavras demorarem para sair e quando as mesmas saíram, estavam entrecortadas e vacilantes, enquanto a raposa sentia um calafrio estranho percorrer sua coluna.

Sentia perfeitamente os sentimentos de Naruto para com ela por causa do fuuin e embora não compreendesse o que significavam, faziam-na querer manter uma distância consideravél do jinchuuriki a sua frente.

Seus olhos pousaram sobre a virilha de Naruto coberta pelo lençol alvo, notando curiosa um certo volume ali.

Então, subiu seu olhar e encontrou o do loiro, este com os olhos escuros pelo desejo, que acabaram intimidando-a ainda mais.

O receio, logo tornou-se algo apreensivo, mudando mais drasticamente, ao se ver refletida naqueles orbes que brilhavam misteriosamente, fazendo mais calafrios súbitos percorrerem seu corpo, enquanto sua respiração se alterava e seu coração batia em um ritmo tão rápido, que parecia se chocar contra seu esterno.

Recordou-se do volume rígido que sentira instantes antes de acordar completamente e que se mexia levemente, acabando por assusta-la.

Agora, o medo se tornava gradativamente curiosidade.

Algo tentava lhe explicar o que era tudo aquilo, porém, não conseguia ouvir e nem se recordar, mas seu instinto parecia saber, mesmo inconscientemente, ordenando ao corpo dela que se afastasse, além de provocar reações na mesma, enquanto a estimulava a recuar levemente, para aumentar a distância entre eles.

Observou que a raposa recuou um pouco, enquanto sentia a tensão dela pelo fuuin.

Se ambos passavam por sensações intensas, podiam sentir levemente o que o outro sentia.

Confirmou ao ver a face de raiva dela, virando de receio e buscou aplacar sua excitação, além de tentar fazer sua mente parar de devanear em pensamentos pervertidos.

Aquilo fortaleceu o lado racional, para que vencesse a luta contra o irracional e com isso, ao fechar os olhos por um minuto e reabri-los, seus orbes já estavam com a coloração azul normal.

Porém, a batalha não havia terminado, pois ele continuava muito excitado, com o seu membro protestando contra a restrição da peça intíma.

Seu corpo estava começando a ficar amortecido pelo prazer, assim como sua mente, pelas ondas de prazer que sentia, embora estivesse começando a ficar levemente exasperado, para aliviar-se da pressão extremamente incômoda, que era agravada pela pressão da peça intíma, pois seu membro já encontrava-se praticamente túrgido

Amaldiçoava-se por não ter se levantado e se afastado dela, antes que a situação chegasse naquele estado, sentindo seu membro agora latejar, de tão dolorido, implorando por um alívio imediato.

Viu a face da raposa rubra e igualmente assustada, recuando ainda mais, ao ver seu membro repentinamente, pronunciando-se por baixo do lençol, completamente ereto e notando o quanto ela respirava com dificuldade frente a aquilo tudo.

Então, joga mais lençoís em cima, pois, nem pensou na reação que a raposa teria, quando ele fosse libertar seu membro da restrição, enquanto se afastava dela, antes que fizesse uma loucura por causa de seu estado excitado, sentando-se com a coluna ereta, mas, não deixando de notar, pelo vão do kimono, os bicos dos mamilos entrumescidos, demonstrando que a mesma estava excitada também.

Fulgazmente, sentiu-se feliz por vê-la excitada, mas, tal momento durou pouco, pois mesmo com o corpo dela reagindo, não faria nada, por duvidar que a mesma soubesse o que era tudo aquilo e as sensações que com certeza, a tomavam naquele instante.

Não era um canalha que se aproveitaria da situação. Tinha seu orgulho e brio. Só se deitava com mulheres que também desejavam e queriam.

Nunca obrigou uma ou a ludibriou para realizar seus desejos carnais, assim como sempre foi transparente com elas, nunca as enganando. Era sincero, mesmo que lhe custasse uma noite de prazer, o que raramente acontecia, devido a ter várias se jogando nele.

Ele fecha os olhos e começa a inspirar e expirar de maneira compassada, tentando suprimir o desejo que ainda se apoderava dele e que se mostrava como uma tarefa dificil, pois seu membro estava praticamente agoniado para se livrar da constrição em sua virilha e liberar a ereção que estava sentindo.

Então, em desespero, praticamente rasga a cueca por baixo dos lençois, sentindo um leve alívio com o ato, na esperança que conseguisse controlar mais facilmente sua libido.

Quando abre os olhos, vê Youko debruçada encima da sua virilha.

Os lábios estavam entreabertos, enquanto olhava curiosamente o volume, fazendo com que o loiro que não esperava algo assim, fosse tomado por uma lufada de pensamentos eróticos, que fizeram seu membro pulsar novamente.

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Mais uma indicação. Dessa vez de Minato 916, do Nyah!Fanfiction.

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Um novo caminho

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Sinopse: E se Naruto após o ataque de Pein nao fosse considerado um herói pela vila e se ele fosse considerado o culpado pela destruição quais serião as consequências?

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Classificação: +18

Categorias: Naruto

Gêneros: Ação, Amizade, Aventura, Comédia, Crossover, Darkfic, Death Fic, Drama, Ecchi, Fantasia, Ficção Científica, Furry, Hentai

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Yo!

Coitado do Naruto... ele está em uma situação desesperadora e Youko-chan não está facilitando ahauahauahauahua

Aja auto-controle para evitar de fazer uma loucura. srsrrsrssrs