A Fanfic é Doce Chantagem e pertence a Michelle Reid bem como os personagens de Sailor Moon pertencem a Naoko Takeuchi ( mas bem que eu queria que S.M pertencesse a mim….. um dia vou conseguir comprar os direitos HAHAHAHAHAHAHAHAH)

YueSalles – Priscilla Salles : é claro que o Mamoru está muito seguro…. Para todas as suas perguntas estará a resposta neste último capitulo….

Agradeço a todos os que me seguiram até hoje espero que tenham gostado desta história.

Até a Próxima

CAPÍTULO DEZ

Quando Mamoru se acomodou na cama de casal ao lado de Usagi e notou que ela estava adormecida, sorriu com ternura e apagou a luz do abajur, permitindo que a penumbra inundasse o ambiente. Ao sentir que ela estava encolhida de frio, aconchegou-a junto ao próprio corpo para poder aquecê-la. Ela remexeu-se e murmurou algo ininteligível.

— Shh... — ele acalmou-a com um sussurro e, só quando a viu adormecer novamente, foi que repousou a cabeça no travesseiro e tentou relaxar.

Duas horas depois, o pálido amanhecer de um típico dia de inverno vagarosamente começou a iluminar o quarto, através dos vãos das cortinas brancas das janelas.

O toque familiar de uma das mãos másculas acariciando-lhe o ventre e a boca de Mamoru sugando-lhe um seio fez com que Usagi despertasse.

Ela abriu os olhos lentamente e o azul do olhar repousou nos cabelos escuros do marido, que mantinha a cabeça reclinada sobre o busto feminino.

Movendo uma das mãos, ela afagou os cabelos sedosos de Mamoru e ele ergueu a cabeça. Os lábios ainda estavam húmidos e os olhos incendiados de desejo quando ele a encarou.

— Ciao, cara. — Ele a cumprimentou com um sorriso.

— Ciao — ela devolveu com a mesma suavidade.

— Você ainda me ama, não é?

Por que razão ela deveria prosseguir negando o óbvio?, pensou. E, com um suspiro resignado, admitiu:

— Claro, Mamoru. Ou não estaria aqui neste momento.

A recompensa veio em seguida, com um beijo caloroso e cheio de intensidade.

Fazer amor com Mamoru pela manhã sempre consistia em uma experiência nova e emocionante. E aquilo nada tinha a ver com os conflitos emocionais que, por acaso, estivessem passando. Era uma questão de química pura e incontrolável. Por isso, ela se entregava de corpo e alma para os apelos dos instintos naturais que desabrochavam espontaneamente.

Ele adorava assistir à maneira como ela se derretia em seus braços. Como implorava por ele em tom sensual e provocante. E, no momento em que a invadia, sentia a musculatura feminina se contrair involuntariamente para desfrutar do mesmo prazer que ele provava. Seus corpos se encaixavam de maneira tão perfeita que dava a impressão de que jamais deveriam ser apartados outra vez.

E, naqueles momentos magníficos, Usagi sentia que Mamoru era tudo o que seu coração desejava, embora expresso por meio de uma inacreditável atracção física.

Em algum momento da escalada frenética em busca do prazer máximo, eles ouviram a campainha da porta soar. Porém, nenhum dos dois se incomodou em interromper a jornada. O que acontecia entre eles era mais importante que qualquer outra coisa no momento.

Quando terminaram o ato de amor, Usagi se sentia nas nuvens, sem o mínimo desejo de retornar para a realidade. Mamoru permanecia tombado e imóvel ao lado dela e tentava acalmar as batidas do coração, ainda acelerado por conta do incrível orgasmo que ambos acabavam de experimentar juntos.

A campainha da porta de entrada permanecia soando insistentemente. Logo depois, o ruído de passos na direcção do hall indicava que a governanta se movimentava para atender quem quer que fosse que os estivesse procurando naquele horário inoportuno.

Após alguns minutos, com suaves pancadas na porta da suíte, Setsuna avisava:

— A sra. Ikuko Tsukino e a srta. Rei estão aqui e pediram para conversar com os senhores.

— Peça para aguardarem — Mamoru respondeu contrariado e praguejou em tom baixo. Em seguida, ergueu-se da cama e procurou pela calça. Ao observar que Usagi começava a levantar-se, pediu: — Fique aqui. Eu resolvo isso.

— Não dessa vez! — ela exclamou e, abandonando a cama, vestiu o robe que deixara sob o espaldar da cadeira próxima da lareira. — Se Rei está aqui para ocasionar problemas, ela terá que se entender comigo e falar na minha cara o que tem para dizer! — finalizou, furiosa.

Mamoru pensou em contrariá-la, porém, assistindo à determinação exibida nos olhos azuis e enfurecidos de Usagi , decidiu permitir que ela enfrentasse a mãe e a prima sem interferir com sua presença.

— Vai atendê-las dessa maneira? — ele perguntou com um sorriso malicioso na direcção dos cabelos desalinhados da esposa e as faces ainda abrasadas de calor.

— E por que não? — Usagi questionou empinando o nariz. — Por acaso está preocupado que Rei desconfie do que estávamos fazendo há pouco tempo atrás?

— Dio! Você ainda não acredita que não tive nada íntimo com ela?

— Nunca deveria tê-la trazido para esse apartamento!

— Bem, se quer persistir em viver desconfiada, então vá em frente — ele assegurou e decidiu acompanhá-la.

Mamoru vasculhou o armário de roupas e apanhou o robe masculino que costumava usar pela manhã. Após vesti-lo, se encaminhou para a porta de saída da suíte e, com um gesto polido, mas zombeteiro, estendeu um dos braços e a convidou para segui-lo.

Usagi aceitou o desafio e, com o queixo erguido, tentou passar por ele. Mamoru a impediu, enlaçando-lhe a cintura delgada, para seguirem abraçados.

— Um dia — murmurou ele — você terá que admitir o quanto estava errada a meu respeito. E, quando esse dia chegar, espero que as desculpas sejam feitas de uma maneira muito especial...

No instante em que entraram na sala de estar, a primeira coisa que Usagi sentiu foi o aroma delicioso do café fresco. Ikuko estava junto da janela apreciando a vista e segurava um pires com uma xícara que continha o líquido fumegante.

A mãe trajava um elegante conjunto de saia e blusa, confeccionadas em lã grossa na cor preta. Quando ela percebeu a presença de Usagi , girou o rosto exibindo as feições preocupadas, e a palidez da pele clara do rosto parecia ainda mais evidente pelo contraste com a cor escura da roupa.

Rei estava acomodada em uma das poltronas individuais que acompanhavam o jogo de sofás. Também estava vestida de preto e demonstrava preocupação. Ergueu os olhos para Usagi por um breve instante e depois fitou o chão.

— Que surpresa inesperada! — exclamou Mamoru. — Parece que vocês duas acordaram com os pássaros para estarem aqui a uma hora dessas!

— Sinto muito se estamos incomodando — Ikuko desculpou-se repassando o olhar na maneira como eles estavam vestidos. — Acontece que já passa de uma da tarde e...

— Tão tarde? — ele a interrompeu, demonstrando surpresa. — Nós nem percebemos... — Mamoru murmurou com um sorriso malicioso.

Ikuko demonstrou embaraço e Rei ergueu-se para se desculpar:

— Nós... Não deveríamos ter vindo... — Hesitou, olhando na direcção de Ikuko . Parecia só agora notar a maneira improvisada como Mamoru e Usagi estavam vestidos. Robe e chinelos. Cabelos revoltos e faces coradas. — Acho melhor irmos embora.

— Fale apenas por você, Rei — respondeu Ikuko. — E agora se sente, antes que acabe desmaiando!

Usagi ficou surpresa em ver como a prima acatou as ordens de Ikuko e, sem nenhum tipo de protesto, tornou a se acomodar na poltrona que ocupava antes. Contudo, a palidez e o tremor nos lábios de Rei indicavam que algo não estava bem.

— Está se sentindo enjoada? — Usagi quis saber, reconhecendo os sintomas. Afinal, não havia tanto tempo assim que ela mesma experimentara as famosas náuseas típicas do início de uma gravidez.

— Acho que foi o movimento súbito — Rei declarou e cobriu a boca com a palma de uma das mãos. — Ficarei bem num minuto. Só preciso...

— Esperar o enjôo passar — Usagi completou. — Sei como é. Gostaria de tomar um copo de água ou descansar um pouco no quarto de hóspedes?

— Oh, Usagi ! Não sei como ainda pode ser tão gentil comigo depois do que fiz, ontem à noite! — Rei comentou, arrasada. — Eu me esqueci completamente de que você havia perdido seu bebé e anunciei minha gravidez! Mamoru já havia me prevenido para não fazer isso antes do Natal, mas pensei...

— Pensou que estaria protegida da ira do avô, já que toda a família estava presente — Ikuko finalizou pela sobrinha. — Acontece que acabou ocasionando um problema maior do que imaginava, não é? E agora precisa enfrentar as consequências para poder remediar o estrago.

— Você é uma mulher muito severa, tia Ikuko! — Rei exclamou com a voz chorosa.

— Se sua mãe estivesse viva, tenho certeza de que a confinaria em um quarto pelos próximos sete meses! — defendeu-se Ikuko.

Naquele instante, Usagi interveio, e, para surpresa de todos, tomou as dores da prima e encarou Ikuko com o olhar fulminante:

— E o que você entende de como ser uma boa mãe? Nunca esteve ao meu lado quando mais precisei.

Ikuko sustentou o olhar da filha e, ignorando a crítica feroz, revidou:

— Mas estou aqui neste momento para defendê-la! — E, dirigindo-se à Rei , exigiu: — Conte para Usagi de quem é o filho que está esperando e acabe com essa história de uma vez!

Mamoru respirou fundo e enrijeceu o corpo. Usagi sentiu o coração subir-lhe à boca.

Rei engoliu a saliva por duas vezes antes de se encorajar a falar.

— O... nome dele... não é o que importa. O que interessa é deixar evidente que o pai dessa criança não é Mamoru.

— Mas você disse... — insistiu Usagi.

— Eu não falei o nome do pai do meu filho nem insinuei que fosse Mamoru — a prima se defendeu.

Ikuko interveio:

— Eu é que sou a verdadeira responsável por toda essa confusão, cara — admitiu com a voz embargada pela emoção.

Usagi olhou confusa para Rei e depois para a mãe.

— Não estou entendendo...

— Deixe-me explicar — Ikuko disse e, depois de depositar a xícara com o pires na mesinha de centro, acomodou-se num canto do sofá de três lugares e começou a falar: — Eu lhe contei que havia visto Mamoru e Rei jantando juntos em um restaurante em Londres. E, pela maneira como estavam entretidos numa conversa que parecia bastante confidente, imaginei que algo a mais estivesse acontecendo entre eles. E, como você já sabe, resolvi segui-los até aqui e contei-lhe o que vi.

Naquele instante, Mamoru decidiu se acomodar no braço de uma poltrona e prosseguiu acompanhando com atenção o que a sogra revelava.

— Na noite passada, quando Rei declarou que estava grávida, apenas juntei os fatos e deduzi que o filho só poderia ser de Mamoru . E, quando vi você sair correndo do salão, senti vontade de esganá-lo. Porém, ele já havia saído atrás de você. Foi então que eu disse a todos que tinha certeza de que o pai da criança que Rei esperava era Mamoru.

— Eu deveria ter negado o que sua mãe dizia — salientou Rei. — Mas todos estavam tão ocupados gritando um com o outro que até pareciam ter se esquecido de que eu estava ali e nada me perguntaram. Estava tão assustada que deixei as coisas prosseguirem como estavam...

— Oh, pobrezinha! Quanta ingenuidade! — exclamou Ikuko, derivando um olhar sarcástico na direcção da sobrinha. — Isso quer dizer que ela preferiu se proteger da fúria da família e permitir que Mamoru levasse a culpa...

— Eu não imaginava que o Nonno fosse atrás de Mamoru para matá-lo! — defendeu-se Rei. — Pelo amor de Deus! Estamos em pleno século XXI!

— Ele acreditava estar defendendo sua honra! — exclamou Ikuko com ferocidade.

— A minha honra? Creio que não! — Rei devolveu com rancor. — O que ele pretendia era defender a honra de Usagi . Nosso avô sempre teve preferência por ela...

— Isso não é verdade! — Usagi a interrompeu. — Ele sempre dizia que a adorava e que você era a princesa de cabelos e olhos negros com que Deus o contemplara. Enquanto eu...

— Enquanto você era o anjo louro que fora enviado dos céus como um presente Divino — Rei completou. — Era o que eu sempre o ouvia dizer.

As primas se entreolharam por um instante e depois caíram na risada. Era tão típico do avô adular as netas e acabar deixando uma com ciúmes da outra.

— Ainda bem que estão achando tudo isso divertido — interferiu Mamoru. — Acontece que eu ainda sou o homem que o avô de vocês pretende esganar.

As três mulheres olharam ao mesmo tempo para Mamoru. E, pelas feições exibidas no rosto de, cada uma delas, estava claro que haviam se esquecido completamente da presença dele na sala.

— Sinto muito se estou interrompendo a festa de vocês com meus problemas — ele ironizou e, em seguida, lançou um olhar insinuante para Usagi, como se estivesse querendo dizer que aguardava as desculpas especiais a que teria direito.

Usagi sentiu as faces esquentarem e desviou a atenção para as outras mulheres.

— Espero que, antes de terem embarcado para Londres, tenham tido a preocupação de contar toda a verdade para o Nonno.

— Bem, para dizer a verdade — revelou Ikuko —, Rei contou a verdade para o avô, assim que ele e meus irmãos retornaram da casa de vocês sem a cabeça de Mamoru em uma bandeja.

— Antes tarde do que nunca! — exclamou Mamoru.

— Se eu achasse que você não seria capaz de vencer um homem de 70 anos e seus dois filhos de meia-idade, diria que não valeria a pena ser poupado — afirmou Ikuko com zombaria. — Mas o fato de eu ter me enganado a respeito do que vi não significa que o perdoei por ter negligenciado minha filha quando ela mais precisou de você.

— Está tudo bem! — exclamou Usagi . — Não vamos começar uma nova guerra! Eu já lhe disse para deixar de se intrometer em meu casamento, mãe.

— Grazie, cara — murmurou Mamoru.

— Mas isso não significa que o que ela disse estava errado com respeito a sua negligência comigo! — Usagi comentou com um brilho fulminante nos olhos azuis.

— Nossa! Você está parecendo viva outra vez, Usagi! — admirou-se Ikuko.

— Eu não estava morta, mãe! Apenas depressiva. E, por falar nisso, como é que o Nonno reagiu quando soube da verdade?

— Inconsolável... Ele acha que você agora o odeia.

— Isso é besteira!

— Diga isso a ele e não para mim, querida. Ele acha que você deixou a Sicilia para ficar longe dele.

Nina olhou para o marido e falou, desconsolada:

— Eu não queria que ele se sentisse...

Mamoru a abraçou antes que a esposa terminasse a frase.

— Não se preocupe. Cuidaremos disso depois. — E, inclinando a cabeça, ele depositou um beijo carinhoso nos lábios de Usagi.

— Acho que está na hora de irmos — Ikuko afirmou e pôs-se de pé. — Espero que não se importe, Usagi, mas Rei irá morar comigo aqui em Londres até decidir o que irá fazer.

— Com o bebé? — Usagi perguntou com o olhar espantado.

— Não — respondeu Rei com as palmas das mãos delicadamente repousadas sobre o próprio ventre. E, fitando Mamoru, acrescentou: — Você estava certo. Eu apenas precisava aprender a amar essa criança. Precisei de algum tempo para perceber isso, mas agora estou disposta a lutar por meu filho, sem me importar com o que a família pense ou com as dificuldades que terei de enfrentar.

— Minha oferta ainda é válida — Mamoru lembrou a ela.

— Que oferta? — Usagi quis saber, porém, Mamoru nada respondeu.

— Obrigada — murmurou Rei . — Prometo pensar no assunto.

Assim que Ikuko e Rei saíram e eles estavam novamente a sós, Usagi insistiu:

— O que foi que você ofereceu para Rei?

— Ela descobriu que tem um talento especial em descobrir pessoas que tenham perfil fotogénico para participar de propagandas e comerciais. Ofereci um empréstimo para que ela pudesse iniciar sua própria agência de modelos.

— Aqui em Londres? Ele deu de ombros.

— Londres, Paris ou Milão. O que importa?

— Prefiro que seja em Milão. É uma cidade que você não costuma visitar.

— Você não se cansa de ter ciúmes, não é?

— Tenho razões para isso. Rei ainda gosta de você. Mesmo sentada naquele sofá e sentindo náuseas ela não parava de observá-lo.

Ele sorriu e a única coisa que seria sensato fazer era carregá-la nos braços e levá-la para o quarto. E foi exactamente o que Mamoru decidiu.

Bem mais tarde, quando estavam relaxados e se recuperando da energia gasta no ato de amor, Mamoru resolveu perguntar com um sorriso matreiro:

— Será que já conseguimos gerar um novo bebé ou devemos tentar outra vez?

Usagi franziu o cenho.

— Não consigo entender sua mudança tão radical sobre a ideia de ter um filho. E preciso que me explique isso antes que...

— Não há o que explicar, Usagi. Eu achava que significava apenas um bastardo para você. Você usou essa palavra muitas vezes para me ofender. Por isso, eu não acreditava que pudesse ser feliz se tivesse que gerar um filho meu.

— Você me ama, Mamoru?

— Mais do que possa imaginar.

— Então deve saber o quanto eu o amo, também. Por isso, precisamos superar o que aconteceu e seguir adiante.

Ele estendeu um dos braços e acariciou a face da esposa com o dorso da mão.

— O que quero que entenda, amore, é que, apesar de toda a minha resistência, eu ansiava desesperadamente para ter certeza de que o filho que você esperava era realmente meu. Amadureci muito, Usagi. Abandonei meu passado. Nunca soube quem foram meus pais, mas isso já não me importa. Nosso filho saberá exactamente quem são seus pais. Ele será amado e protegido. Crescerá em meio a uma família maravilhosa que saberá muito bem ensinar-lhe o que significa o verdadeiro amor.

E, depois de dizer aquelas palavras, Mamoru inclinou-se sobre ela com a intenção de provar mais uma vez o quanto a desejava.

— Oh, não! — Ela exclamou e o afastou com as palmas das mãos estendidas sobre o tórax poderoso do marido. — Estou faminta! Tem ideia de que não nos alimentamos desde ontem? E, além disso, quero ligar para meu avô.

— Quer voltar para a Sicília?

— Voltar para a Sicília? — ela repetiu. — Não. Estou feliz aqui em Londres.

— Então, ligue para ele e aproveite para convidá-lo a passar o Natal aqui. Melhor ainda! Convide toda a família, se quiser! E, se concordarem, farei questão de bancar a despesa da viagem para todos eles.

Algumas pancadas suaves na porta do quarto o distraíram. Logo a seguir, a voz de Setsuna ecoou:

— Seu avô acabou de chegar, senhora. Kunzite já o revistou e assegurou que ele não está armado. O que a senhora deseja que façamos com ele?

Usagi girou os olhos na direcção do rosto de Mamoru e murmurou:

— O que me diz?

— Bem, um homem de 70 anos, e que está se sentindo na obrigação de refazer sua imagem com a neta predilecta, acho que merece minha total atenção — Mamoru revelou e, com relutância, ergueu-se da cama e começou a procurar pelas roupas. — Embora isso vá me custar...

— Tenho certeza de que pode bancar isso. Principalmente quando souber da maneira especial com que pretendo expressar minha gratidão...

Fim…..