Versão Elizabeth.
Eu não queria fazer isso, não queria acabar tudo... Nem começamos a nos relacionar direito, mesmo tem alguns anos de amizade, nosso relacionamento mesmo começou agora e eu não queria acabar com ele...mas eu falei sem pensar e não quero que ele acabe com tudo!
-Liz oque você oque você tá falando? A gente mal começou a namorar, e mesmo assim não posso mais ficar longe de você... –Me sentei no sofá.
-A escolha é sua. –Eu falei tentando parecer firme mais eu estava com medo... estava com medo dele simplesmente desistir de tudo. Eu amo o Peter, sempre amei e não queria que terminasse agora que esta dando tudo certo.
-Liz... –Apontei pro telefone. –Ah... Luca depois eu te ligo, depois eu falo com você. –Ele desligou. –Liz, vamos conversar... eu não quero ficar longe de você, eu te amo. –Ele se sentou do meu lado.
-Eu também te amo Peter, mas oque você esta fazendo é...não é da minha conta, mas Peter, repense...converse com a Luca, sei que você esta furioso por ela estar namorando e por não saber disso antes, mas a gente não escolhe quando quer se apaixonar, por quem quer se apaixonar e a hora que queremos isso. Se coloque no lugar deles Peter, você já foi adolescente um dia! –Eu falei triste.
-Liz veja pelo meu lado, eu também estou chateado... mais não concordo...mesmo assim.
-Peter, a escolha é feita por você. Você vai acabar com o namoro de dois adolescentes que estão começando um relacionamento agora. Eles se gostam e vão estar separadas por uma coisa que não tem cabimento, e detalhe, pensa no nosso namoro também, ele mal começou e já vai acabar. –Eu estava triste, mas ele precisava entender que assim como nós vamos sofrer com a separação eles também vão, mesmo sendo apenas adolescentes com uma vida inteira pela frente.
-Amor eu não quero terminar o nosso namoro. –Ele falou triste. –Eu amo você. –Ele acariciou o meu rosto.
-Você já imaginou o quanto a Luca vai ficar triste sabendo que o pai dela não a apoiou. Você quer isso pra ela... quer faze-la sofrer?
-Poxa Liz, eu não concordo com isso. –Ele falou emburrado.
-Não concorda porque isso é ciúmes de pai, porque você morre de ciúmes da sua Lu. –Ele riu.
-Não é não. –Ele fez bico.
-Olha... converse com ela, repense... –Eu pedi.
-Ta bom, você me convenceu. Vou dar uma chance a eles. –Eu sorri e pulei no colo dele.
-Obrigado amor. –Beijei seu rosto o fazendo sorrir.
-Mais se fizeram algo que eu não goste eu vou acabar com o namoro e não vai valer me chantagear.
-Ai amor, não vai ter nada de errado, você vai ver. –Falei sorrindo.
-Eu espero... eu espero. –Ele falou me fazendo rir.
-Porque não conversa com os dois juntos... vai ser melhor. –Falei.
-Boa ideia. –Ele pegou o celular novamente.
-Amor... vou pra casa. –Avisei.
Versão Peter.
Quando a Liz falou que a Luca estava namorando eu quase enfartei. Como assim a minha Luca estava namorando? Ela é muito nova pra isso e também não quero um garoto cheio de testosterona a flor da pele se agarrando com a minha filha. Eu queria poder proibi-la de namorara, pelo menos ate aos 25 ,mais infelizmente isso não foi possível com a Liz me chantageando e eu não estava disposto a arriscar tudo.
Não queria terminar nosso namoro e também não queria deixar minha filha triste. Por mais que eu queira, mesmo que eu terminasse com o namoro da Luca nada seria a mesma coisa porque eu estaria terminando com o meu também. Entre terminar dois e manter dois, eu prefiro manter os dois e ver aonde isso vai dar.
-Amor... vou pra casa. –Ela avisou e eu a segurei pela cintura.
-Me espera baby, tenho uma coisa pra falar. –Ela sorriu. O telefone da Luca chamou e no terceiro toque ela atendeu.
-Fala. -Ela falou e pude perceber que estava chorando.
-Você esta chorando meu anjo?-Perguntei.
-Não. –Ela mentiu.
-Não mente pra mim Luca. -Falei.
-Tô sim, estou sim... por que eu achei que você fosse entender em vez de brigar comigo, eu ainda tinha esperanças que você poderia deixar eu namorar com o Richard mais não...você simplesmente não deixa, faz oque você quiser...eu não me importo. -Ela falou chorando.
-Meu anjo não chora.
-Foi pra isso que você me ligo? Pra falar pra eu não chorar? Não adianta mais...eu já chorei. –Ela falou grosseiramente.
-Lu não fica assim, eu quero te falar uma coisa.
-Eu estou ocupada, pode ligar depois. –Ela falou chateada.
-Meu amor me desculpa ter brigado com você, eu conversei com a Liz e... –Ela me interrompeu.
-Tchau pai, Tchau. –Ela ia desligar na minha cara.
-Luca não desliga. –Eu pedi e ela me ignorou.
-Tchau. –Ela desligou na minha cara. –Liz ela desligou na minha cara. –A Liz estava rindo.
-Amor, calma...Ela apenas esta chateada.
-Mais eu nem falei nada. –Ela riu.
-Pelo que você falou antes ela deve ter achado que você não ia deixar.
-Eu sei, mas ela precisava desligar na minha cara. –Ela gargalhou.
-Liga de novo.
-Ela não vai me atender...
-Oh! Homem complicado és tu. –Ela falou de uma forma engraçada e eu ri.
-Não sou.
-Eu vou ligar e você vai falar... e peça desculpas a ela. –Ela praticamente mandou.
-Claro minha mandona linda. -Eu a beijei e ela sorriu entre meus lábios. Ela pegou o seu celular e ligou.
-Luca. Não fica chateada meu anjo,o seu pai quer falar uma coisa importante pra você e acho que vai gostar. –Eu sorri. –Por favor querida, ele não vai mais brigar com você...Okay, fala com ele. –Ela me passou o telefone.
-O que foi?O que você quer falar comigo?-Ela perguntou chorando.
-Luca, meu amor me desculpe...eu deixo...eu deixo você namorar. –Eu falei contrariado e a Liz me olhou sorrindo.
-Serio pai? –Ela falou surpresa.
-Sim, eu deixo.
-Paii eu te amooo! Obrigada, Obrigada, Obrigada. -Ela falou eufórica.
-Eu quero conhecer o seu namorado brevemente, quer dizer bem rápido.
-Tá pai. Quando?
-Ainda esse mês.
-Okay. Que dia?
-O mais rápido possível, pode ser ate amanhã.
-Que afobação Peter. –Liz falou sorrindo.
-Pai pra que a pressa.
-Porque eu quero conhecer quem é o garoto que esta namorando coma minha filha e apresentar minha namorada para suas irmãs.
-Ta bom pai... vou falar com o Richard e depois de falo.
-Hm... já falou com a sua mãe?
-Sim.
-O que ela fez?
-Nada. -Ela falou sorrindo.
-Ta bom... então...me liga mais tarde ou amanhã, beijos.
-Beijos pai, te amo. –Ela falou sorrindo.
-Beijos meu anjo, eu também te amo.
-Tchau. –Falamos e desligamos.
-Então... já resolveu?
-Mais ou menos, ela vai falar com o Richard e depois me liga. –Eu falei revirando os olhos a fazendo rir.
-Peter você é muito ciumento. -Ela falou sorrindo.
-Sou mesmo. –Ela riu.
-Vamos embora... já esta mais do que na hora. –Eu sorri.
-Vamos. -Abri a porta pra ela.
-Obrigada. –Ela saiu e eu fui atrás. Fomos para o estacionamento e haviam poucos carros, ninguém conhecido.
-Tchau Fach, ate amanhã. –Ela foi para o seu carro.
-Não vai me dar nem um beijinho. –Eu a puxei a trazendo para os meus braços.
-Peter aqui não, alguém pode ver...
-Ninguém vai ver. -Falei sorrindo.
-Não... seu teimoso, ate amanhã. -Ela falou sorrindo.
-Ai Liz... que maldade. –Ela sorriu e beijou a minha bochecha.
-Boa noite querido. –Ela me abraçou.
-Boa noite. –Eu lhe roubei um beijo e fui pro meu carro. Ela deu partida e parou o carro na saída do estacionamento, eu estranhei e fui com o meu ate o carro dela. Ela abaixou o vidro e me olhou sorrindo.
-Hey amor, corrida ate em casa?
-Não Elizabeth, me recuso a correr com você. –Ela gargalhou.
-Coitado... Sabe que vai perder. –Ela acelerou e subiu o vidro.
Essa mulher é louca! Elizabeth adora fazer isso, adora me provocar e geralmente consegue, mas não vou... Ela adora correr, adora um "perigo".
Ela pisou mais no acelerador e arrancou com o carro. Fui atrás dela, mas ela corria muito, ia muito rápido passando por dentro do fluxo de carros. Logo o sinal fechou a fazendo parar e eu parei do lado do carro dela e pedi para que ela abaixasse o vidro.
-Oque foi amor, resolveu correr também?-Ela provocou.
-Liz, você tá correndo muito. –Ela riu.
-Você não viu nada amor. –O sinal abriu e ela arrancou com o carro sumindo no fluxo de carros.
Estava indo pra casa quando passei pelo shopping e tive uma ideia um pouco, vamos se dizer assim "tarada", porque era isso eu a Liz pensaria. Resolvi passar no shopping e ir comprara oque eu queria pra dar pra Liz.
Entrei no shopping e me dirigia a loja. Foi um pouco diferente mais eu fui, era um pouco estranho porque nunca tinha feito isso, nunca mesmo. Entrei na loja e olhei algumas, mas teve uma que mais me chamou atenção e que eu realmente fiquei doido só de imaginar. Enfim... comprei e voltei pro meu carro. Como eu iria dar isso pra ela? Oque ela acharia de mim... Ri do meu pensamento. Ela iria me achar um tarado por dar isso pra ela mais, eu gostei e adoraria ver ela assim.
Liz, Liz...Só você pra me deixar assim! Só ela pra me fazer isso... e me deixar maluco. Eu nunca a desejei como desejei uma mulher na minha vida, ela era única. A Mulher que eu desejava e que queria pra mim sempre, a mulher que eu amava.
Botei o pacote no banco do carona e fui pra casa. Subi com o presente e coloquei em cima da cama, foi tomar um banho. Tomei um banho demorado e não conseguia tirar a Liz da minha cabeça. Sai do banho com uma ideia martelando na minha cabeça. Eu queria poder ir ate a sua casa e lhe entregar o que eu havia comprado.
A duvida estava me consumindo, eu precisava ir... eu queria ir...mas será que devia? Ah claro que sim Peter, ela não se incomodaria de te receber ás 11 horas da noite e lhe dar um presente. Coitada da minha Liz. Sempre vou ate a sua humilde residência a esta hora da noite, E estava decidido a ir.
Me vesti, peguei minhas chaves e o presente e fui pra casa dela. No caminho pensei se realmente era a coisa certa, e vi que era! Eu precisava pelo menos vê-la... não conseguia mais ficar um minuto sem toca-la, sem beija-la, sem senti-la...Eu a queria mais que tudo...eu precisava dela.
Sai do carro e fui ate o seu prédio, subi e quando chegue na porta do seu apartamento eu toquei a campainha. Demorou um pouco e logo a porta se abriu. Quando a porta se abriu a minha boca encontrou o meu pé, devo ter ficado com acara de idiota olhando pra ela. Ela estava linda, vestida com um lingerie azul marinha um micro short branco com um hobby na mesma cor. Se toda vez que eu viesse na casa dela e ela abrisse a porta assim, eu ia acampar aqui. Eu estava babando.
-Boa noite. –Ela falou sorrindo.
-B-Boa noite.-Eu gaguejei e ela riu.
-Entra. -Ela abriu caminho para eu entrar. Entrei e ela fechou a porta atrás de si. –O que lhe trás a minha humilde residência? –Ela perguntou sorrindo.
-Eu queria ver você e lhe dar uma coisa. –Falei sorrindo e ela sorriu.
-Você adora fazer visitas no meio da noite.-Eu sorri.
-Estava dormindo? –Perguntei.
-Não, estava lendo. -Ela respondeu sorrindo.
-Eu pensei muito antes de vir aqui. –Eu falei rindo. Como eu vou dar isso pra ela? É muito... hum... é...constrangedor! Será que eu devo? Ahh... quer saber...eu vou dar! O Máximo que pode acontecer e ela me mandar embora e me chamar de tarado! Bom... eu acho!
-Porque pensou? Poderia ter vindo a hora que quisesse... pode vir quando quiser meu bem. –Ela me abraçou.
-Não vou incomodar?-Perguntei sorrindo.
-Nunca. -Ela me beijou.
-Eu precisava disso. –A abracei e beijei seu pescoço.
-Oque é isso amor? –Ela perguntou olhando para o pacote na minha mão.
-Isso... Isso é... -Agora é que não ia dar para escapar mesmo, ou eu dava pra ela ou eu dava pra ela. –Isso é um presente pra você. –Eu falei rindo só de imaginar a cara que ela faria vendo oque eu comprei.
-Pra mim?-Ela perguntou sorrindo e eu ri mais.
-Sim, pra você.
-Oque é?-Ela perguntou curiosa.
-Olhe. -Eu lhe entreguei sorrindo descaradamente e me sentei no sofá.
Ela abriu o embrulho rapidamente e eu analisava suas feições. Ela olhou,olhou,olhou e por fim pegou e viu oque era. Ela sorriu e ao mesmo tempo fez uma careta me fazendo rir. O que será que ela estaria pensando?
-Peter... é... –Ela estava sem palavras e eu gargalhei.
-Gostou?
-Ehr... sim, mas...é... –Eu ri mais, ela respirou fundo. Peter, o que você queria me passar me dando isso? –Ela levantou a lingerie com a ponta dos dedos.
-Entenda como quiser. –Eu falei rindo descaradamente e ela jogou uma almofada em mim.
-Oque você acha que eu vou entender com alguém me dando uma roupa assim! -Ela falou chegando mais perto.
-Ôh amor, eu gostei tanto... por isso comprei. -Ela ficou irritada.
-Peter você é um safado! -Eu ri mais.
-Veste para eu ver como ficou amor... quero ver se ficou como eu imagino!
-Puta merda Peter! Oque você anda bebendo. -Eu gargalhei com oque ela falou.
-Nada amor... só quero ver se ficou bom em você momo eu imagina.-Eu olhei mais ela.
-Seu safado!Se você acha que sou qualquer uma e que vai me levar pra cama me dando isso você está muito enganado. -Ela falou me batendo. A segurei pela cintura e a sentei no meu colo.
-Estou brincando amor... eu comprei isso pra você porque quero que você use quando tiver certeza de que quer ter mais que um namoro comigo,quando quiser ter um filho comigo...querida quero que use quando tiver certa que quer me dar um filho seu. -Eu falei sorrindo.
-Peter é muito cedo pra isso... eu te amo, mas não estou preparada para ter um filho agora. E também é muito precipitado. -Eu sorri e beijei seu pescoço.
-Eu entendo amor, e não vou te apressar... E vou esperar o tempo que você quiser amor!
-Você é lindo sabia?!-Ela falou e me beijou.
-Eu sou?-Ela sorriu.
-É... -Ela me deu um selinho. -Vai que você desiste de ficar comigo... não vou poder usa-lo
-Desistir de você... nunca. Falei sorrindo e a beijei. Ela passou suas mãos pelo meu pescoço intensificando o beijo, minhas mãos foram pras suas costas acariciando-as sobre o tecido fino do seu hobby. Nossas bocas se mexiam numa única sincronia, nossas línguas explorando cada vez mais a boca do outro e nossos corpos querendo mais proximidade. Separamos-nos por falta de ar.
-Você já se conformou com o namoro da Luca?-Ela perguntou um pouco ofegante. Ahh pra que lembrar disso!
-Claro que não!-Falei e ela riu. –Mais não quero falar disso agora, eu quero falar de nós, falar não... melhor..-Beijei seu pescoço.
-Oque você quer fazer então amor?
-Tudo que eu puder estar com você, beijar você, tocar você... Amar você. –Ela sorriu e me olhou.
-Que romântico. –Ela me deu um selinho.
-Eu posso ser mais que romântico. –Eu a beijei. Ela se virou prendendo suas pernas na minha cintura e segurando forte a minha nuca. Coloquei minhas mãos por dentro do seu hobby acariciando suas costas. Ela mordiscou o meu lábio inferior descendo pelo meu pescoço me deixando mais louco por ela do que eu já estava. Eu a queria,eu queria poder ama-la agora
Passei minhas mãos pela sua cintura e depois apertei suas coxas arrancando pequenos gemidos e suspiros. Suas mãos já estavam perto de tirar minha blusa assim como eu já estava prestes a tirar oque ainda lhe cobria quando ela parou.
-Peter... –Falou entre meus lábios. –Amor esta muito cedo... acho que esta muito cedo para fazermos isso. –Ela explicou.
-Eu duvido que você e o Gavin já... –Ela me interrompeu.
-É diferente Peter, você é especial pra mim... e eu quero que isso seja especial. –Eu sorri.
-Ai... Minha linda virou santinha. –Ela me olhou com uma careta.
-Peter deixa de ser chato.
-Você quer ser santo amor? Daqui a pouco você vai me dizer que só quer depois do casamento. Olha... teremos que ir a Vegas essa semana ainda. Ela me interrompeu.
-Isso não vem ao caso agora seu safado, o que importa é que eu acho muito cedo e pronto, não me contrarie. Ela falou. –Peter você é especial, não quero apressar as coisas... quero tudo no seu tempo.-Eu sorri.
-Ta bom... não vou te apressar. –Ela sorriu. Agora fala pra mim... você e o Gavin já dormiram juntos?
-Peter que pergunta é essa!
-Tô curioso pra saber. –Eu falei rindo.
-Ah, Peter!
-Vai dizer que não?-Falei rindo.
-Sei lá. –Eu ri mais.
-Pow Liz, o Gavin... Tá mal hein! –Eu zoei. –Não acredito!
-Peter para!-Eu ri mais.
-Como foi essa experiência? –Eu gargalhei.
-Para de bobeira Peter. –Eu ri mais.
-Ele é melhor que eu?
-Num sei! Não experimentei. –Ela falou sorrindo.
-Mais quando experimentar não vai querer outro. –Eu falei convencido.
-Convencido você. –Eu ri.
-Responde a minha pergunta? Você dormiu com ele?Eu podia jurar que ele era viado. –Ela riu e ficou pensativa.
-Viado, viado eu tenho certeza que não era não. –Ela falou rindo maliciosa.
-Ouu!Vai ficar falando isso na minha frente mesmo. –Ela riu.
-Você que perguntou. –Ela falou rindo.
-Sou melhor que ele, pode ter certeza. –Ela riu.
-Você se garante muito. –Ela falou sorrindo.
-Me garanto porque eu posso. –Ela riu.
-Ui!Como pode. –Ela falou sorrindo e começou a beijar meu pescoço.
-Eu posso. –Falei sem palavras.
-Gostoso. –Ela sussurrou no meu ouvido. –Lindo. Meu amor. Meu fach. Melhor de todos. Meu Peter mega seduzente. Meu gostosão.-Eu sorri e ela mordeu o lóbulo da minha orelha.-Amo-te,eu te amo.
-Eu te amo te amo muito minha linda. –Encostei minha cabeça no seu pescoço.
-Já que você veio fazer uma visita na minha humilde residência que tal fazer uma no meu quarto e na minha cama também?-Eu gargalhei.
-Convite tentador Srta. Reaser. –Falei sorrindo.
-Aceita amor?-Ela perguntou acariciando meus cabelos.
-Já dormi aqui muitas vezes essa semana, é melhor eu ir pra casa.
-Não amor, fica... –Ela pediu. Já esta muito tarde para você ir pra casa.
-Eu realmente queria muito ficar, daqui a pouco eu passo uma semana aqui sem ir em casa. -Ela riu.
-Sabe que você pode ficar não me importo de ficar uma semana com você aqui. –Ela falou sorrindo. –Se fosse mais cedo eu ate pensaria em deixar você ir, mas esta muito tarde.
-Liz eu sei me cuidar. Ela fez bico.
-Mais eu quero cuidar de você. –Ela falou com uma carinha fofa.
-Nos vemos amanhã amor. -Acariciei o seu rosto.
-Eu gosto tanto que você venha aqui, que você durma aqui. –Ela falou e eu sorri.
-Liz...
-Dorme vai... Prometo não te assediar ou fazer outra coisa pervertida com você durante a noite. –Eu gargalhei.
-Não pensei nada disso. -Eu ri.-Pensei ao contrario.
-Não vou... -Ela falou sorrindo. –Eu me sinto tão sozinha, dorme aqui. –Ela fez biquinho e eu não resisti.
-Não resisto a você sabia!-Ela sorriu.
-Sabia. Ela sorriu lindamente.
-Esta com sono?-Perguntei.
-Não muito, mas vamos subir. –Ela falou sorrindo e se levantou.
-Vamos. –Subimos e fomos para o seu quarto. Sua roupa que havia usado mais cedo estava em cima da poltrona junto com a bolsa e logo embaixo os sapatos.
-Ta uma bagunça, eu sei. –Ela falou me fazendo rir.
-Não tá... está mais arrumado que o meu. –Ela riu.
-Amanhã arrumo isso. –Ela tirou o hobby e colocou em cima da poltrona e eu fiquei babando. –Quer que eu bote uma blusa pra você não babar?-Ela perguntou sorrindo e eu olhei para o seu rosto e para o seu corpo novamente. -Não me olha assim Peter. Ela falou sorrindo.
-Esta bom... parei de babar. –Falei sorrindo. Agora vou ver de boca fechada. -Ela riu.
-Bobo. –Ela se deitou. -Vem meu amorzinho vem.-Ela esticou os braços me chamando e eu ri.
-Estou indo amor, se acalma... Eu sei que eu sou bonito e gostoso e sei que você,me olha e me quer. –Eu cantei e ela gargalhou. Tirei os meus sapatos e fui de joelhos ate ela.
-Lucky I'm in love with my best friend / Lucky to have been where I have been / Lucky to be coming home again / Lucky we're in love in every way / Lucky to have stayed where we have stayed / Lucky to be coming home someday.-Ela cantou e eu sorri.
-Linda. –Dei um selinho nela e me deitei ao seu lado.
-Peter você é tão forte. –Ela apertou os meus braços. –Gosto de homens fortes.
- Só por isso você gosta de mim. - Falei me fazendo de magoado.
-É um dos motivos, mas o mais forte desses é que eu te amo. –Ela me abraçou e eu passei meus braços a sua volta.
- Também te amo. Sabe disso, não sabe? - Falei
- Sei. Que tal me provar? - Ela riu
- Tudo bem. Quer que eu faça o que? Abra a janela e grite para o mundo: Eu te amo Elizabeth Reaser? O que quer? - Falei sorrindo
-Duvido. –Eu ri.
-Esta bom. –Me levantei e olhei pra ela, que sorriu. Fui pra janela e olhei pra ele.
-Você não tem coragem. –Eu ri.
-Ta bom. Eu amo a Elizabeth R... –Gritei mais ela me puxou pra dentro.
-Eu tenho vizinho seu maluco. –Eu ri.
-Eu sei. –Falei sorrindo. –E pra deixar bem claro que eu te amo. –Ela sorriu.
-Eu te amo... Te amo muito, agora venha dormir meu gatinho. –Eu sorri.
-Minha princesa eu vou. –Ela sorriu e abracei-a.
-Amor, porque você não tira camisa? –Eu arqueei a sobrancelha.
-Pra que? –Ela riu.
-Pra você me aquecer mais. –Ela falou sorrindo.
-Você acha que eu vou te mostrar meu corpitchu assim tão fácil. –Ela gargalhou. –Quero algo em troca.
-Oque você quer? –Ela perguntou e eu sorri.
