A onde estava com a cabeça quando ela havia proposto aquilo?, Bella se perguntou quando acordou.
Edward havia deixando-a no prédio como sempre no dia anterior e Bella confessou a ele que havia pedido o sábado de folga, ela o viu ficar radiante. Então ela propôs que ele viesse almoçar com ela no sábado, no apartamento dela.
Estava ferrada, ferrada.
Acordou mais cedo que o normal e arrumou o apartamento, depois olhou a sua geladeira, ainda tinha algumas coisas que Edward havia comprado, ela não tinha a mínima ideia do que faria para eles comerem.
Era uma burra.
Ela nem sabia o que ele gostava de comer? E se ela fizesse algo que ele tivesse alergia? Que ele não gostasse? E se queimasse?
Pegou seu celular e ligou para ele.
Chamou várias vezes antes de atender.
— O que é, droga? — ela ouviu a voz de Edward, chateada dizer, parecia que ele tinha acabado de acordar.
Estremeceu.
— Edward... — Bella falou baixinho — Te acordei?
— Bella, anjo? — ele falou sua voz parecendo mais desperta — Não... hum... sim, desculpa não vi quem era — ele falou.
— Tudo bem, pode voltar a dormir — ela disse.
— Não, já está tarde, você está bem?
— Sim, er... eu só queria perguntar o que você quer almoçar hoje — ela disse.
— O que você fizer está ótimo para mim — ele disse.
— Oh, bom... Mas humm... Você tem alergia a alguma coisa? — ela perguntou.
— Bom, nada que eu me lembre de agora, você tem?
— Amendoim e outras coisas.
— Depois você me fala todas, preciso saber disso — ele falou.
Ela sorriu.
— Bom, tudo bem então, nos vemos daqui a pouco?
— Claro, meio dia estarei aí, ou você quer que eu vá mais cedo ou mais tarde?
— Não precisa, meio dia está ótimo — ela falou.
— Beijo então.
— Beijo.
— Até, meu anjo — ele disse e Bella desligou.
Meu anjo.
Anjo dele.
Anjo.
Bella sorriu como uma boba apaixonada.
Isso estava se tornando mais sério do que pensava.
Bella foi até um mercado que tinha ali perto, pegou um dinheiro das economias que guardava e comprou carne e temperos.
Felizmente ela sabia cozinhar, no orfanato ela era amiga da cozinheira por isso Bella sabia fazer algumas coisas, a senhora ensinava umas receitas para Bella.
Bella temperou a carne e recheou com queijo, bacon, calabresa e um molho especial.
Colocou para assar. Depois prendeu seus cabelos, fez uma salada rápida e preparou um arroz branco com brócolis.
Deixou cozinhando e tomou um banho rápido lavando seus cabelos e pensou em que roupa vestiria.
Estava sol, então decidiu colocar um short jeans que raramente usava ele ia até a metade de suas coxas e uma blusa preta estilo baby look, que se ela levantasse os braços mostraria sua barriga. Queria está bonita para Edward e aquela roupa mostrava mais da sua pele do que já havia mostrado.
Desligou o arroz e olhou a carne, lembrou-se que não havia feito nada para a sobremesa.
Olhou no relógio, faltavam dez para meio dia, será que daria tempo para ir comprar?
Saiu de casa rapidamente e comprou um sorvete como não sabia do que ele gostava comprou napolitano. Olhou para a sessão de bebidas, pegou algumas garrafas de uma cerveja que sabia ser popular. Ela não bebia, mas talvez ele fosse gostar.
O homem nem pediu a identidade para Bella que agradeceu mentalmente, já que ela achava que ainda não tinha idade para comprar bebida alcoólica legalmente.
Notou o carro de Edward parado em frente ao prédio e apressou os passos.
Edward estava encostado na sua porta e conversava com a Sra. Gomez.
— Não falei que ela iria chegar logo — a senhora falou sorrindo.
— Onde você estava? — ele perguntou preocupado a abraçando e pressionando seus lábios nos dela rapidamente.
— Fui comprar sorvete e bebida — Bella disse sorrindo da preocupação dele, notou que a senhora Gomez não estava mais lá, ela havia saído de fininho com um sorrisinho no rosto.
As economias de Bella haviam acabado, mas valia a penas se fosse para ficar com Edward.
— Venderam bebida para você? — ele perguntou pegando a sacola que ela carregava.
— Sim — Bella respondeu dando de ombros — Nem se preocuparam com nada — falou abrindo a porta do seu apartamento. Ela ficou de costas para ele e só então ele notou a roupa que ela usava.
Respirou fundo.
Aquele dia seria uma tortura. O short que ela usava ficava bem colado ao seu corpo, realçando a bunda dela, sem falar que deixava suas coxas de fora e ele nunca as tinha visto assim, a blusa também tinha um ligeiro decote. Ele estava ferrado, muito ferrado. Precisava se controlar.
— Nossa isso está cheirando — Edward disse afastando seus pensamentos e entrando atrás dela, sentindo o cheiro da comida.
Ela fechou a porta e ele colocou a sacola em cima da mesa de quatro lugares que tinha ali.
— Pode pegar uma, não sei se você gosta, mas...
— Eu tomava dessas na faculdade — Edward comentou olhando o rotulo.
Ela sorriu.
— Você fez faculdade aqui?
— Sim, fiz de administração e economia e uma pós graduação em direito, hoje eu sou presidente das empresas do meu pai.
— Isso parece ser grande — Bella falou guardando o sorvete no congelador.
— Um pouco — ele disse apenas.
— Você gosta?
— Bem não foi como se eu tivesse uma opção meu pai sempre falava que eu seria um dia dono daquilo, desde pequeno ele me levava para a empresa, eu gosto mesmo quando realizamos eventos beneficentes, teve um que fizemos em um clube para crianças carentes, foi muito divertido, ver os sorrisos nos rostos delas...
— Você gosta de crianças? — Bella perguntou derretida.
— Sim, tem como não gostar?
— Não — falou apenas sorrindo.
— E você?
— Eu o que? — Bella perguntou confusa.
— Não tem vontade de fazer um curso superior?
— Tenho muita vontade, mas não tenho dinheiro, estou tentando juntar por isso tento sempre economizar ao máximo, mas até chegar à quantia que precisa vai demorar... — Bella admitiu.
— Eu posso pagar para você — ele disse imediatamente.
— Ah, não, nem pense nisso, Edward. Não gosto quando você compra coisas para mim, quem dirá pagar uma universidade, já basta o fogão e o celular e tudo mais que já fez por mim — ela falou séria.
Ele rolou seus olhos.
Não insistiria nisso, mas podia ver que Bella tinha um grande potencial e ele a faria perceber isso.
Ela se inclinou e olhou dentro do forno. Ele não pode segurar seus olhos que foram quase que imediatamente para a bunda dela que se empinou naquele short.
Porra.
Ela era ainda melhor do que ele havia pensado.f
Com a posição dela a blusa levantou e mostrou um pouco da sua coluna, ele pode ver que ela tinha aquele dois furinhos em seu cóccix e quis arrastar sua boca por lá descendo até chegar a...
Mãe de biquíni da minei, vó de biquíni ele repetiu em sua cabeça colocando a mão em seus bolsos.
Estava ficando cada vez mais difícil ele resistir à tentação que sentia por ela.
— Está quase bom — Bella falou ficando em pé, alheia ao que estava causando nele — Só dourar mais um pouco, vou arrumar a mesa.
Ela pegou os pratos e talheres e arrumou rapidamente a mesa, com ele a observando, desligou o fogo e pegou um pano de prato para tirar a forma do forno.
— Não tem uma luva? — ele perguntou com medo dela se queimar.
— Não — ela disse e tirou rapidamente a forma colocando em cima do fogão.
— Nossa! Isso parece está saboroso — ele falou.
— Pegue o prato vou colocar para você.
— Espere, deixe que eu corto — ele disse gentilmente e cortou a carne com cuidado estava macia e foi fácil, tirou um pedaço para ela e para ele, Bella colocou seu arroz e sua salada.
Eles se sentaram na pequena mesa e Edward amou a mesa ser pequena assim, já que isso deixava eles mais próximos, suas pernas se tocando. Eles brindaram e comeram com ele elogiando a comida dela que estava uma delicia tanto que repetiu até.
Ela sorriu feliz e orgulhosa do que tinha feito.
Depois ela lavava as coisas e ele secava.
Terminaram e ele a puxou para sala sentando no sofá e puxando ela para se sentar em seu colo, a mão dele acariciou a coxa dela levemente, ele estava doido para toca-las desde que a havia visto naquele short. Ela corou, mas passou o braço ao redor do pescoço dele, beijando sua bochecha.
— O que nós vamos fazer agora? — ele perguntou, sua pele era tão macia.
— Hum... Não sei — ela murmurou — Quer assistir televisão? — perguntou.
— Pode ser — ele disse tudo que queria era ficar com ela ali no seu colo, quase que gritou quando ela saiu e foi até a tevê a ligando, ela voltou e sentou ao seu lado. Ele puxou as pernas dela para colocar em seu colo e brincou com seus pés delicados, ela sorriu.
— O que você quer assistir?
— Qualquer coisa — ele falou dando de ombros.
Bella pegou o controle e procurou alguma coisa nos seus canais, achou um filme que começava agora.
Ela se aproximou de Edward e descansou a cabeça no seu ombro sentindo os lábios dele rapidamente em sua testa, as mãos dele subiram pela sua perna suavemente e pararam em sua coxa, ela entrelaçou sua mão na dele, brincando com seus dedos, sentindo o desejo percorrer seu corpo se concentrando entre as pernas dela.
O filme começou.
Bella se obrigou a prestar atenção ao filme.
E soube que queria ficar assim para sempre com ele.
...
O filme era de comédia, eles riram e se divertiram realmente prestando atenção nele, às vezes Edward roubava sua atenção e se inclinava beijando seus lábios.
Ok. Ele fez isso muitas vezes.
Bella espreguiçou quando o filme acabou e olhou para Edward.
— Você quer comer? Esqueci que tinha comprado sorvete para a sobremesa — ela disse.
— Sorvete? Hum... claro — falou sorrindo e se levantando com ela.
— De que? — ela falou pegando o pote e a colher.
— Chocolate e baunilha — ele respondeu rapidamente.
— Não gosta de morango? — ela perguntou colocando para ele.
Ele riu.
— Não muito, quando era criança eu sempre pensei que rosa só mulhersinha que gostava, então raramente comia por ser rosa — ele admitiu sem graça.
Ela sorriu e entregou o copo para ele.
Eles comeram Edward fazendo gracinhas com ela, quando terminou ele a puxou e a beijou profundamente, suas línguas geladas se tocando e se acariciando.
— Bom não parece tão ruim na sua boca — ele falou, já que ela só havia comido o de morango.
Ela corou.
— Amo essa cor em você — ele disse acariciando seu rosto quente e ela corou ainda mais.
Amo essa cor em você.
Ele havia falando amo.
Não gosto.
Bella deu um sorriso grande, na verdade sorrir era o que ela estava mais fazendo aquele dia, sem contar beijar os lábios dele, isso ganhava.
Aquele parecia o dia mais feliz da vida dela.
Bella se aproximou mais dele e enlaçou seu pescoço com a mão, acariciando sua nuca, as mãos dele seguraram em sua cintura e se inclinaram.
Seus lábios se tocaram ali, com eles em pé no meio da cozinha, Edward não conseguiu se conter e quis mais, aprofundou o beijo, abrindo mais a boca e indo o mais fundo com sua língua na boca dela que conseguia.
Ela correspondeu com o mesmo teor, afundando suas mãos no cabelo dele e o puxando.
Quando Edward percebeu, ele a havia imprensado na parede, suas mãos estavam segurando a bunda dela naquele short apertando e sua boca deslizava pelo pescoço dela, indo a sua clavícula e subindo para a boca dela de novo, deixando uma trilha de beijos molhados.
Bella soltou um gemido, sentindo o desejo percorrer seu corpo e isso pareceu despertar Edward.
— Desculpe — ele disse ofegante soltando a bunda dela contra a sua vontade e se afastando dela um pouco.
Ela estava com o rosto vermelho e sem folego da pegada dele.
— Sem problemas — ela disse — Só vamos devagar — falou.
Ele assentiu beijando sua testa e voltaram a comer o sorvete que já estava quase derretido.
Infelizmente o tempo passou rápido, passaram vários minutos se despedindo, beijando e abraçados.
Bella se encostou a porta quando o viu sumir pela entrada da escada. Seu coração batia acelerado e ela se sentia muito feliz e apaixonada.
E completamente perdida.
Com um suspiro, tocou seus lábios fechando seus olhos imaginando sua boca ali, conseguindo até sentir o gosto dele ainda.
Percebeu que havia sobrado muita comida, então guardou tudo em uma vasilha e separou para levar um pouco para a Sra. Gomez.
Bella bateu na porta suavemente.
— Oi, querida — a senhora falou com um sorriso nos lábios, piscando seus olhos para Bella.
Bella sorriu sem graça.
— Oi, senhora Gomez. Trouxe um pedaço de carne assada com recheio e arroz, você quer? — Bella perguntou.
— Oh, claro, muito obrigada — ela disse pegando a vasilha e abrindo a porta — Vamos entre — falou e Bella entrou no humilde apartamento.
— A senhora está bem?
— Sim e você, está mais que bem não é? — perguntou, seus olhos brilhando de divertimento por trás dos óculos que ela usava.
— Sim... — Bella disse apenas, sentando no sofá.
— Quer um café? Acabei de fazer...
— Claro — Bella falou e deixou a senhora a servir.
— Então, você está namorando? — a mulher perguntou diretamente a onde queria saber.
Bella suspirou.
— Sim, meio doido não é? — ela falou apenas.
— Não vejo, por que. Você é linda, educada e uma boa pessoa, era só questão de você encontrar o cara certo.
— Mas precisava ser ele? — ela disse baixinho, não tendo certeza de sua pergunta.
— E o que ele tem de mais?
— Ele é um dos homens mais rico do Estado, Sra. Gomez. Edward Cullen. Você não sabe?
— Sei, sim, mas o que tem de mais isso? — voltou a insistir. Ela impossível não saber quem era Edward Cullen. Ele sempre aparecia na mídia, em jornais e revistas.
— Ele é de mais para mim, tem classe, dinheiro, só a sala do apartamento dele é maior do que nosso andar. Às vezes eu não sei agir perto dele, não quero que ele pense que eu sou uma interesseira, eu não quero o dinheiro dele. E ele não para de comprar coisas para mim, comprou um fogão e hoje mesmo falou que pagaria uma universidade para mim — Bella disparou precisando colocar tudo o que estava sentindo para fora.
— Posso te contar minha história, Bella? — a mulher perguntou bebericando seu café tranquilamente.
— Claro — Bella respondeu.
A senhora deu uma respiração profunda antes de começar.
— Como você sabe eu não sou desse país, sou da Venezuela, mas meu maior sonho sempre foi vim para os Estados Unidos, minha família não tinha muito dinheiro, mesmo assim, eles queria me ver feliz e juntaram dinheiro para eu tirar meu visto, mas nunca consegui, nunca me aceitaram. Então eu vim ilegalmente para cá, felizmente consegui passar, nesses tempos a fiscalização não era muito boa e felizmente nunca me pegaram, eu arrumava uns trabalhos como faxineira. Então eu trabalhei na casa dos Holland, eles eram muitos ricos, o matriarca era dono de uma empresa e eles tinham um único filho, Rony Holland, nós nos apaixonamos perdidamente, mas seus pais nunca aceitaram nosso namoro, isso foi em 1954. Rony, mesmo assim, nunca desistiu de mim, ele lutou até o fim, em 1956 nós no casamos, a família dele quase o deserdou, seu pai descobriu que tinha câncer dois anos depois, nós já tínhamos nosso primeiro filho, eles nunca quiseram saber do neto. Mas com o sr. Holland prestes a morrer eles me aceitaram e amaram o neto. Rony demorou um pouco para perdoar seu pai por tudo que ele tinha feito, conosco, mas, felizmente ele conseguiu perdoar seu pai antes de morrer.
"A mãe dele depois disso, ficou mais próxima do filho e até nos chamou para morar com ela, na mansão que eles tinham foram anos muito felizes, mas logo ela também morreu. Rony ficou muito abatido, nós vendemos a casa e nos mudamos para cá, nossos filhos já tinham se casado e tomavam conta da empresa. Dez anos atrás, meu Rony morreu de câncer também, tanto que eu falei para ele se cuidar, mas ele era teimoso, brigava não querendo ir ao médico. O câncer o levou também."
— Oh, senhora Gomez, eu sinto muito — Bella disse com os olhos úmidos.
A mulher fungou levemente, mas deu um pequeno sorriso.
— O que eu quero dizer Bella, é que Rony e eu também não éramos da mesma classe social, ele era bem mais rico que eu que não tinha nada para oferecer a ele, mas mesmo assim eu o deixava cuidar de mim, ele me dava joias, presentes, mimos porque eu sabia que ele só queria cuidar de mim, m ver feliz, eu não pedia nada a ele, nunca pedi. Não me importava se me vissem como uma aproveitadora. Eu sabia que eu não era, e Rony também sabia e só isso importava para mim. Eu via que tudo que ele fazia era por amor por mim, e eu quase o pedir, quando ele me pediu em casamento, eu não queria aceitar, sabia que não era a mulher certa para ele. Mas eu era. Ele me mostrou isso todos os dias de sua vida. Por isso que eu digo, não deixe o amor passar. Se você realmente o ama, lute por ele. Eu não posso afirmar que sua vida será fácil, pelo contrário, eu acho que não será, mas nada que é fácil damos valor. Você já sofreu tanto minha menina, merece ser feliz, se ele quer cuidar de você deixe, não lute contra isso, você mais do que qualquer pessoa daqui merece ser feliz.
Bella agora já chorava e sem dizer nada, abraçou a senhora fortemente.
— Obrigada, sra. Gomez, por me contar sua história — Bella falou fungando.
— Só me prometa uma coisa, me prometa que não importa o que acontecer você vai ser feliz, se não for com ele que seja com outro, não se deixe se atingir existem muitas pessoas invejosas nesse mundo, não deixe nada a derrubar.
— Prometo — Bella falou e deu um beijo na testa da senhora.
Depois disso, elas conversaram mais um pouco, sobre um programa que assistiam.
Bella viu que já estava tarde e se despediram.
Ela entrou no seu apartamento e se lembrou de imediatamente de Edward.
Correu pegando seu celular, havia esquecido que pediu para ele ligar assim que chegasse ao seu apartamento. Olhou o aparelho vendo que tinha onze chamadas não atendidas.
Fez uma careta e seu celular começou a tocar, atendeu imediatamente.
— Onde. Você. Estava? — a voz dele era pausada e contida.
— Edward, amor, desculpa eu fui na Sra. Gomez e ficamos conversando e acabei perdendo a hora, cheguei só agora — ela disse rapidamente.
Edward ficou em silêncio por três segundos e meio.
— Repete — ouviu a voz dele, agora mais suave.
— O que? — ela falou confusa.
— O que você me chamou.
— Edward, a... — ela parou vendo o que tinha falado, sem pensar direito.
Corou.
— Oh, droga! Aposto como deve está vermelha. Vai diz... — ele pediu sua voz manhosa.
— Amor... — ela falou baixinho.
Ele sorriu do outro lado da linha, queria dizer que a amava naquele momento, mas queria que a primeira vez fosse pessoalmente. Queria olhar nos olhos dela quando dissesse.
— E eu sou? — ele perguntou.
— É — ela falou apenas.
Ele riu.
— Você também é o meu — disse e Bella teve que se controlar para não soltar um gritinho.
— Amanhã, nós vamos nos ver certo?
— Eu vou trabalhar, mas duas horas já sai — ela disse.
Ele suspirou.
— Queria passar o dia todinho com você, mas tudo bem. Vou te buscar na cafeteria — falou.
— Tudo bem — ela disse feliz que amanhã o veria de novo.
— Infelizmente, tenho que desligar, vou revisar uns contratos ainda. Durma bem, meu anjo, boa noite.
— Boa noite, beijos — ela disse.
— Beijos — ele falou e esperou ela desligar.
Notas da Autora:
Oii amores, muito obrigada a Nayara G, Laila Lopes, bdmatias, Beatriz Andrade e bluerus por comentarem na fic.
Deixem saber o que acharam desse capitulo com um comentário...
Próximo capitulo agora só em dezembro, final de semestre é uma correria, mas se tudo der certo dia 2 eu posto o próximo capitulo
beeijos
lalac
