olha eu aqui (: vocês não fazem NOÇÃO como tá complicado postar aqui. motivo? tô acompanhando o primeiro show da turnê da Taylor e babando loucamente nas fotos que saíram da Kristen. doce vida de multifandom...
btw, esse capitulo foi o mais dificil até agora de escrever. eu sou pessima para lidar com drama, sofro mais que os personagens, é complicadíssimo para mim. pra ser sincera, eu nunca tinha escrito uma cena de drama como essa e eu espero que vocês curtam.
Capítulo inspirado na musica The Scientist, do Coldplay. (sim, exatamente essa musica). as demais musicas que eu usei para escrever o capitulo estão no meu perfil, por favor, escutem.
peguem suas caixinhas de lenço e sigam me os bons!
Capítulo 9 – Nobody Sai It Was Easy
(PDV Mallory)
A mesma musica ressoava do iPod, de novo e de novo. Eu não tinha animo para muda-la, ou talvez fosse meu subconsciente pedindo para deixar ali, já que aquela letra expressava tudo que eu sentia.
"Ninguém disse que seria fácil...".
Mas ninguém também não disse que seria tão difícil. E era mais do que eu poderia imaginar.
Por que doía tanto? Por que tinha que doer tanto?
Não era isso que eu estava esperando. Eu sabia que no momento em que a verdade fosse revelada, tudo ia virar um caos. Ok, talvez eu estivesse esperando isso, mas não do jeito que aconteceu.
Eu esperava gritos, acusações e raiva. Mas ele simplesmente se virou e se foi.
E isso já fazia cinco dias.
Nenhuma palavra. Nenhuma resposta. Nada.
Carol dissera que ele pediu um tempo para pensar, para organizar as ideias.
Mas quanto tempo duraria? Quanto tempo mais meu coração bateria pela metade, como eu nunca imaginei que fosse bater?
Só então eu me dei conta de que meu sentimento por ele era maior do que eu imaginava. Subjugamos uma emoção tão poderosa, aquela que tem o poder de criar e destruir, de fazer nascer e de matar aos poucos.
Eu tinha me apaixonado por Tyler.
Odiei cada partícula de mim ao constatar isso. Porque, inevitavelmente, eu me tornara dependente dele. Meu coração se tornara dependente do seu.
Tudo o que eu podia fazer era sobreviver. Esforçar-me para dar o meu melhor na loja já que eu era novata e precisava de um ótimo desempenho para ser contratada. Mas eu não voltaria ao clube. Só de pensar que aquele foi o motivo de ver meu mundo ruindo, meu peito apertava e algumas lagrimas chegavam aos olhos.
Mas elas nunca caíram
Carol era meu único consolo, embora agora eu não pudesse mais vê-la todos os dias já que os fins de semana eram meus únicos dias livres.
Sexta feira chegou com a promessa de um fim de semana opressor. Eu só queria dormir o máximo que pudesse, sem noção de horário, temperatura ou data.
Cheguei em casa mais tarde naquele dia, mais cansada do que o comum, o que era ótimo. Dormir era o único refugio ultimamente, e era o único lugar onde eu podia ser feliz, sonhando com olhos azuis e cabelos claros. Com ele.
Deitei na cama, procurando algum vestígio do cheiro dele. Era patético, eu sei, mas foi tudo que me restou.
Fechei os olhos pedindo a Deus que tudo se resolvesse logo, independente do que acontecesse.
Pela primeira vez em quase uma semana, eu senti uma lagrima escorrer.
Sozinha. Não tinha para quem correr, não mais. E agora, doía cada vez mais.
O choro irrompeu, pela primeira vez em tanto tempo. Soluços subiam do meu peito impossíveis de conter. Chorar não resolvia nada, mas o que eu podia fazer?
Quanto mais eu pensava, mais as lagrimas corriam por meu rosto. Em algum lugar, eu sentia seu cheiro, impregnado em meu lençol.
"Diga que me ama. Volte e me assombre...".
E eu chorei, chorei por bom um tempo abraçada ao travesseiro, até que as lagrimas resolvessem secar e tudo que restou foram pedaços de mim, boiando em meio a desolação.
Não notei que o celular tocava até que a musica estava chegando ao refrão.
- Alô? – minha voz soou grossa, estranha por causa das lagrimas.
- Oi, Mallie. Sou eu... – Carol parecia ser minha única tabua de salvação nesse momento – nem preciso perguntar como você está, não é?
- Ah, Carol... – sufoquei, sem saber exatamente como dizer a irmã do garoto que você ama como estava sendo complicado.
- Calma, Mallie, não chora. – eu soluçava baixinho, tarde demais para pensar se chorar parecia fraqueza.
- Dói tanto, Carol. Por que dói tanto assim?
- Eu não sei, desculpa te dizer isso, mas vai passar. Às vezes demora, mas passa.
- Eu pensei que era mais forte do que isso... – funguei.
- Você é, Alison Riley. Você sabe que é. Essa não é minha amiga. – ela diminui a voz – se te serve de consolo, o Keats não está nada legal também.
Não serviu de consolo, eu podia imaginar que não era nada fácil saber a realidade cruel sobre alguém que você se importa. Mas agora, não fazia diferença.
- Eu me sinto patética chorando por algo que não tenho controle, entende? Isso tudo... – eu suspirei, agora com mais raiva de mim do que mágoa – eu não tive culpa, o Tyler não teve culpa e mesmo assim acabamos magoados. É a vida, tem certas coisas que não cabem a nós escolher.
- É exatamente disso que eu estou falando. Quer saber o que eu acho? Que não faz diferença você ter contado agora ou daqui a um mês. A reação dele seria a mesma. E eu posso ter só 12 anos e não entender muito de relacionamentos, mas acho que entendo o suficiente para saber que vocês dois precisam conversar.
Caroline sempre tão excepcional... Eu me permiti sorrir por um instante.
- Era tudo o que eu mais queria agora.
- Vai dar tudo certo, ok? Eu tenho que ir, vou sair com mamãe. Posso ir te ver amanhã a tarde, não é?
- Sempre que quiser. Obrigada, Carol. De verdade.
- Não me agradeça, eu te amo.
- Te amo também.
Minhas pálpebras pesaram e eu acolhi o sono de bom grado. Talvez fosse tudo que eu precisasse agora, uma noite bem dormida, sem sonhos de preferencia.
O celular vibrou debaixo do travesseiro, me assustando.
"ele escutou toda nossa conversa, tão infantil esse meu irmão."
Guardei o celular de volta, esperando que um fim de semana tranquilo – ou menos doloroso, estivesse por vir.
Acordei com a luz difusa de um dia nublado; 11 de outubro. Eu não voltaria para lá hoje a noite. Me aconcheguei mais nos lençóis, na esperança de dormir pelo menos um pouco mais. Em vão.
Agitada demais, decidi arrumar a casa. Tomei café vendo desenhos na TV, tentando não pensar nele. Só tentando.
Arrastei tudo do lugar, troquei as coisas da posição original, não parei por um segundo. Meu iPod estava no máximo, tocando musicas no aleatório, mas que no fundo, pareciam sempre se encaixar com minha vida.
"Eu não estou caindo aos pedaços..."
A casa estava mais arrumada do que jamais esteve. Cansada demais para qualquer coisa, fui tomar banho. Já passava da hora do almoço, daqui a pouco Carol chegaria.
Peguei minhas roupas e fui para o banheiro. Antes que eu fechasse a porta, o celular tocou.
E eu não estava preparada para o que vinha a seguir.
O nome dele piscando no visor me desestruturou completamente.
Não seja idiota, Alison. Foi o melhor que consegui fazer para não atender com a voz tremida.
- Anh... Alô?
- Ei, Mallory. – alguém podia se sentir tão bem e tão mal ao mesmo tempo como eu me sentia agora?
- Oi, Tyler. Algum problema? – minha voz soou tão indiferente, completamente diferente do caos que estava dentro de mim nesse momento.
- Não, só para avisar que estou indo levar a Carol aí, ok?
Ele estava vindo. Eu ia vê-lo depois de tudo. Ele queria me ver?
- Ah, sim, sim. Tudo bem. Até daqui a pouco.
- Até.
Esse foi o primeiro contato que tivemos em quase uma semana. Eu queria chorar, queria gritar, queria abraça-lo. A saudade acertou minha cara como um tapa.
Rezei com todas minhas forças para que ele viesse conversar comigo. Eu não ia insistir, não queria parecer uma daquelas garotas chicletes; eu tinha meu orgulho e ele era inabalável.
-xx-
Sobre expectativas: elas foram feitas para serem frustradas.
Tyler e Carol chegaram uns vinte minutos depois da ligação, mas tudo que eu ganhei dele foi um aceno de dentro do carro. Acenei de volta, com um sorriso fraco, sentindo o que restou se quebrar dentro de mim.
Caroline me abraçou quando entrou, seu cheirinho me reconfortando.
- Olha só, a Cinderella esteve aqui hoje? Que casa mais brilhante.
- Há há. Oi para você também. – afaguei o cabelo dela.
Desabamos no sofá, Carol com sua sacola lotada de guloseimas e filminhos.
- Você está péssima... – ela me encarou de verdade agora.
- Eu sabia que não seria fácil, só acho que devia ter me controlado enquanto pude.
Ela me abraçou forte, um daqueles abraços que conseguiam te passar toda a esperança e vontade de ver o lado bom da situação.
- Você se apaixonou, né? Eu sei que sim, ele também. Eu escutei ele falando com o Aidan. Nunca vi meu irmão assim.
Suspirei. Se Tyler estava sofrendo por que não vinha falar comigo e acertar tudo? Seja como for, eu queria vê-lo. Nem que fosse para terminar tudo de uma vez, doeria menos do que essa distancia, me matando aos poucos.
Ou talvez não.
A perspectiva de não ter mais Tyler em minha vida me fez sufocar o choro de novo. Eu estava de mãos atadas naquela situação, com o coração machucado e criando expectativas que tinham toda chance de se frustrarem.
Resolvi distrair a cabeça com Carol, comendo quilos de Fini e vendo todos os desenhos animados que ela tinha trazido para me animar. Era meio complicado desviar os pensamentos, já que a garotinha enroscada em mim rindo de Bob Esponja era a coisa mais próxima dele. Ainda assim, tentei aproveitar meu fim de semana com Carol; quando cansamos de ver desenhos, fomos preparar algo para jantar. Caçamos algumas receitas na internet, fizemos uma lasanha de frango e logo ficou tarde.
Lena permitiu que Carol dormisse comigo e foi o suficiente para que meu humor desse uma leve melhorada.
- Festa do pijama só de garotas. – Carol pulou na cama e eu consegui rir de verdade em quase uma semana.
Meu celular tocou, o nome dele aparecendo no visor. Meu coração descompassou mais uma vez e eu atendi, rezando que minha voz não falhasse.
- Oi...
- Oi, Mallie. – ele me chamou de Mallie. O suficiente para que meu peito apertasse. – Minha mãe mandou levar umas coisas da Carol para ela dormir aí, daqui a pouco passo por aí, certo?
- Uhun, pode ser.
- Até daqui a pouco. – e a ligação ficou muda.
Desabei na cama, tudo se agitando por dentro e eu estava sem rumo novamente.
- O que houve? – Carol parecia preocupada.
- Anh... Nada. Eu tô bem, de verdade. Vamos aprontar as coisas, certo?
Carol me ajudou a levar a TV para o quarto e arrumamos uma cabana em cima da cama usando alguns lençóis e prendedores de roupa.
A campainha tocou e eu suspirei, sem saber o que fazer.
- Mallie, – Carol segurou meu rosto – vou para o banho, ok? Pode trazer minha roupa, por favor? E diz para o desnaturado do meu irmão que eu mandei um beijo de boa noite.
Aquela menina era um perigo. Nesse momento eu estava apostando que ela armara tudo aquilo só para o irmão vir falar comigo e me senti mal. Tyler com certeza acharia que eu estava manipulando sua irmã.
- Já vai! – gritei quando ele tocou a campainha repetidamente.
Tyler parecia tão mal quanto eu. Nossas olheiras eram claramente notáveis, e as lagrimas subiram para minha garganta quando seus olhos se prenderam nos meus.
- Oi, Mallory.
De volta a estaca zero.
- Oi, Tyler. Obrigado por trazer as coisas da Carol. Nos já tínhamos improvisado alguma coisa, mas de qualquer forma... – eu tinha que calar a porra da boca. Parecia uma retardada sem filtro, tentando desesperadamente segurá-lo por mais um tempo aqui.
Peguei a mochila branca e rosa de Caroline da mão dele e coloquei no sofá. Ele continuou encostado na porta, sem falar nada, só me olhando inexpressivo.
- Quer entrar? Falar com sua irmã? Ela está no banho, daqui a pouco ela vem e... – ele puxou meu braço, encostando um dedo em meus lábios.
Tive a impressão de ouvi-lo sussurrar um "é tão difícil", mas não prestei atenção. Minha mente só conseguia focar na sensação de tê-lo tocando em mim novamente.
(musica da cena: www . youtube watch? V =cKnqkFeJbFU- retira os espaços)
Beautiful Goodbye – Maroon 5
- Posso falar com você? Só um pouco, prometo ser breve.
Eu nunca negaria nada a ele. Simples assim.
Sentamos nos degraus da varanda, olhando a rua vazia por um instante.
Lado a lado, mas não nos tocávamos. Tão perto e tão distante. Quanto tempo aquilo iria durar?
- Me desculpa. – escutei ele dizer baixinho.
- Eu também errei, devia ter te contado antes.
- É só que... É muita coisa para digerir. E eu fiquei assustado, confesso. Ainda estou na verdade.
Assenti com a cabeça, com medo de que, se falasse algo não conseguiria segurar as lagrimas que ameaçavam cair desde a hora que ele ligou.
- Me dá mais um tempo? Eu só preciso organizar minha mente, sei lá. Eu preciso tentar entender um pouco mais disso.
- Você não tem que me pedir nada, Tyler. De verdade. – Merda. Minha voz tremeu quando eu disse o nome dele. Respirei fundo, segurando o choro com força.
- Mallie... – a voz dele era baixa – Merda, não foi isso que eu tinha planejado.
Eu entendi o que ele quis dizer. Fomos rápido demais. Perdemos o freio e acabamos batendo.
O problema era: o que fazer agora? Tyler queria um tempo para pensar, e eu devia fazer o mesmo.
Só que não dava. Não dava para fingir que eu estava bem longe dele. Não dava para negar que eu o queria comigo o máximo que pudéssemos ficar juntos. Não dava para deixar para lá porque, sem querer, pegamos o rumo errado.
- A culpa não é sua. Tem coisas que não podemos controlar. – o aperto em meu peito estava cada vez pior. Eu desejei que ele fosse embora, ou me abraçasse. Qualquer coisa para acabar com aquele bolo de lagrimas entalado em minha garganta.
Ficamos sentados por um longo tempo, sem nos olhar, sem falar. Quando por dentro minha vontade era de me alinhar nos braços dele e me sentir segura como eu me sentia.
- Eu não voltei mais lá. – Não percebi que tinha dito aquilo até ouvir minha própria voz ressoando.
- Mallory, você não precisa me explicar mais na...
- Mas eu quero. Como eu disse, tem coisas que não podemos controlar. Acho que essa é uma delas.
Tarde demais, antes que eu pudesse conter, uma lagrima escorreu no canto do meu olho.
Tyler fez um ruído estranho, meio sufocado, meio angustiado. Sua mão se estendeu meio hesitante, seus dedos secando o canto do meu olho.
- Tem mesmo que doer tanto? – ele sussurrou.
- Eu me pergunto a mesma coisa todo dia.
Ele pegou minha mão e deixou seu polegar acariciar tranquilamente. Estava cada vez mais difícil conter a enxurrada e eu sabia que quando ele fosse, eu não ia aguentar. Pensei em mandar Carol voltar para casa com ele, não queria que ela me visse chorar.
- Eu tenho que ir, está ficando tarde. – nos levantamos, tanto a dizer e ao mesmo tempo nada.
- Tudo bem, eu vou... ajudar Carol a arrumar as coisas para irmos dormir.
Ele me puxou para perto antes que eu tivesse a chance de correr para dentro de casa.
- Promete que vai se cuidar.
Murmurei um uhun, sentindo o cheiro dele me atingir em cheio.
Não resisti quando ele me abraçou, tanta saudade contida sendo liberada aos pouquinhos. Foda-se o orgulho, não conseguia e nem podia mais segurar as lagrimas. Desabei agarrada a ele, minhas lagrimas ensopando sua camisa enquanto eu soluçava. Tyler me apertou tanto quanto pode, sussurrando "eu sinto muito" e "tudo vai ficar bem", mas eu sabia que era só uma tentativa de me confortar.
Ele deu beijinhos por todo meu rosto, secando as lagrimas aos poucos.
- Vamos dar um jeito nisso, Mallie, eu prometo. Só mais um tempo e vamos resolver isso, de um jeito ou de outro. – ele me apertou em seus braços e encostou os lábios em minha orelha. – Não sei quanto tempo mais aguento sem você, mas ao mesmo tempo, me sinto perdido, confuso.
Não respondi. Eu sabia que era coisa demais para ele e não ia pressioná-lo.
- Boa noite, Mallie. Por favor, se cuide. É a única coisa que eu te peço.
- Você também. Se cuide... – nenhum de nós ia dizer "fique bem". Era impossível ficarmos bem agora.
Seus lábios deixaram um beijo suave em minha testa e eu suspirei.
- A proposito, eu durmo com seu cheiro todas as noites. Dói menos.
Sorri debilmente e fiquei olhando enquanto ele entrava no carro e virava a esquina.
Para longe de mim, mais uma vez.
Eu ainda chorava quando escorreguei contra a porta, envolvendo meus braços no joelho. Tinha mesmo que ser tudo tão complicado. Eu sempre imaginei que amor seria uma coisa simples, um mais um igual a dois. Ou nesse caso, um mais um, igual a um.
Mas tudo que ficou em mim era saudade com um pouquinho de dor. Eu não sabia se Tyler havia me perdoado completamente e era por isso que ele pedira um tempo ou se ele estava apenas tentando entender os sentimentos.
Carol ficou de pé em minha frente, esperando que eu me levantasse. Peguei sua mão e fomos para o quarto. Não troquei de roupa, seu cheiro estava todo em minha blusa e do mesmo jeito que ele, aquilo fazia a dor diminuir. Deixei que Carol fizesse cafuné em mim até que, cansada de chorar, dormi.
-xx-
Domingo se passou mais calmo. Lena e Leo vieram buscar Carol um pouco depois de escurecer e eu comecei a aprontar as coisas para o trabalho na segunda de manhã.
Tentei ler um livro para distrair antes de dormir, meu iPod carregava na tomada do outro lado do quarto. Estava bastante entretida na historia quando meu celular vibrou. E vibrou de novo. Continuava vibrando. Mas não era uma chamada.
Sms's chegavam initerruptamente. Meus olhos encheram de agua – nossa, eu estava uma merda com tudo isso. Era fodidamente irritante chorar a todo instante, eu parecia a porra de uma garotinha iludida – quando eu percebi o que elas formavam juntas.
Quando a ultima mensagem chegou, eu fiquei olhando por um longo tempo, sentindo a dor diminuir e a saudade sufocar.
"No one ever said it would be so hard... I'm going back to the start."
Sim, estávamos de volta ao começo.
-xx-
se eu contar pra vocês como eu chorei escrevendo esse capítulo, vocês não vão acreditar.
eu passei o dia escutando toda discografia do Maroon 5 para conseguir que ficasse do jeito que eu queria, eu espero que tenha passado para vocês exatamente a confusão deles. deu pra perceber que eles meio que se perderam neles mesmos né? agora vamos ver como eles vão fazer para se reencontrarem. principalmente o Ty.
gente, vocês não querem o outtake da Mallory não é? poxa, nada de chegarmos em 40 reviews. mas mesmo assim, muito obrigada a todas que comentaram e bem vinda Lu!
as vezes posto alguns picspoillers em meu tumblr e no twitter, então, sintam-se a vontade para seguir.
me deixem saber o que acharam, amo ler as reviews de vocês!
agora deixa eu voltar pro show da Tay. até quarta que vem bjsssssssssssssss
