"Wow, você está terrível."
Regina revirou os olhos enquanto ela ajeitava Henry em uma cadeira no restaurante antes de cair na cadeira em frente a Vivian. "Às vezes, eu tenho que me lembrar que eu te amo."
Rindo, Vivian se inclinou para beijar o rosto de Henry e colocou um pequeno livro de colorir e giz de cera sobre a mesa na frente dele. "Obrigado!" Ele travou o dedo dela com seu dedo, segurando bem forte com uma mão assim como ele usou sua outra para pegar o giz verde e começou a desenhar por todo o papel.
"De nada, ervilha doce." Vivian puxou seu dedo indicador de seu enlaço assim como ela riu para ele. Ela viu como Regina correu uma mão através de seu cabelo e estendeu a mão para o menu. "Então, você vai me dizer por que você parece como se estivesse ido em uma festa selvagem ontem à noite e acordou festejando ainda mais?"
Regina olhou. "Bem, obviamente, eu não fui a uma festa selvagem."
"Obviamente. Assim, fale."
"Eu estava fora," Regina disse. "Mais tarde do que eu esperava estar."
"Oh, sério?"
Regina ignorou o tom provocativo de Vivian, elevando uma sobrancelha e disse, "E, em seguida, é claro que minha mãe me ligou às seis da manhã e colocou Henry no telefone." Ela se virou para Henry. "E o que você disse muito alto na orelha da mamãe, munchkin?"
"Mamãaae!" Henry citou a si mesmo. "Eu estou acordado! Onde você está?"
"É isso mesmo," Regina disse e Vivian riu. "Muito alto."
"Uh-Huh," Vivian disse. "Vamos voltar para a parte do 'estive fora'. Onde exatamente você estava, Regina? "
Regina limpou sua garganta e endireitou seus ombros assim como manteve os olhos fixos em seu menu. "Eu estava na NYU com Emma."
"Emma!" Henry nem levantou o olhar do papel onde sua mão pequena ainda estava escrevendo animadamente.
"Emma, hein?" Vivian perguntou, sorrindo.
"Sim, Vivian," Regina repreendeu. "Emma, a babá. Qual é a grande dúvida? Você que me disse para levar a mochila para ela."
"Sim, mas entregar a alguém uma mochila leva em torno de cinco segundos."
"E?" Regina perguntou. "Eu não tenho permissão para fazer amigos?"
"Bem, eu não sei por que você precisa fazer novos amigos considerando o fato de que você já tem a mim e eu estou incrível." Regina revirou os olhos, mas sorriu. "Mas sim, eu suponho que você está bem-vinda a fazer novos amigos."
Vivian não necessariamente referiria o brotamento da relação entre Regina e a babá como estritamente amizade. Mas o fato de que Regina estava completamente alheia ao desenvolvimento da química entre elas, não surpreendia Vivian.
A conversa foi colocada em espera quando o garçom trouxe seus pedidos.
Regina procurou na grande bolsa que ela levava em seus passeios com Henry e puxou uma pequena caixa de suco de maçã orgânico. Ela puxou o pequeno canudo do lado e furou com ele através do orifício na parte superior da caixa antes de colocar na frente de seu filho. "Aqui, munchkin."
"É de maçã?" Henry perguntou, olhando para o suco.
"É claro." Regina apontou para a imagem de maçã fatiadas na parte frontal da caixa. "Viu a foto?"
"Oh." Henry assentiu assim como seu dedinho rastreou sobre a imagem. "Obrigado!" Ele trouxe o pequeno canudo até sua boca para beber.
"Mais que de nada, querido."
"Então," Vivian disse. "O que você e Emma fizeram na noite passada?"
"Ah nada." Regina sacudiu sua mão no ar.
"Ah, entendi." Vivian riu. "Então, você esteve fora não fazendo nada afinal. O que faz todo sentido. Nada é um dos meus passatempos favoritos também. Cara, se eu pudesse contar todas as vezes que nada manteve-me fora tarde da noite."
Regina suspirou. "Você tem que ser sempre tão frustrante?"
"Você tem que sempre dar respostas vagas?"
"Nós vimos um filme! Pronto, você está feliz? Vimos um filme e, em seguida, eu fui para casa. Eu não tinha intenção de se hospedar quando eu levei para Emma sua mochila, mas ela me convidou até seu dormitório. Ela não tinha planos para a noite, e obviamente, nem eu; assim, ela perguntou se eu gostaria de ver um filme com ela e eu concordei. Fim de história."
Vivian mordeu um pouco sua língua para manter abafados os ambos chiados de emoção e risos do, obviamente, perturbado estado de sua melhor amiga. Quando ela foi capaz de controlar ambos, ela limpou sua garganta. "Então, vocês realmente estão se tornando amigas, né?"
"Sim, eu suponho que estamos." Ela sorriu para Vivian. "Eu tenho que ter alguém que eu possa reclamar sobre você."
"Ah por favor," Vivian disse desconsiderado com um aceno de sua mão. "Então, qual filme vocês assistiram?"
"Ugh, algum sórdido filme de terror que caracteriza um canibal e um homem psicótico com uma propensão para loção e vestindo as peles de outras pessoas."
"O silêncio dos inocentes."
"Você já viu isso?"
"É claro. É um clássico." Vivian riu da expressão de nojo de Regina. "Como é que Emma te convenceu a assistir esse filme?"
"Ela simplesmente me perguntou," Regina disse com um leve encolher de ombros. Ela tomou um gole de sua água e correu uma mão através de sua curta, escura mecha. "Eu posso ser aventureira, Viv."
"Uh-Huh. Certeza de que você pode, Babe."
O olhar penetrante que ela recebeu apenas fez Vivian rir mais ainda. Ela alcançou o outro lado da mesa e bateu de leve na mão de Regina. "Ah relaxe. Eu só estou provocando."
"Eu sei." Regina apertou a mão. "Parece que é algo que você e Emma têm em comum."
"O quê? Provocar você?"
"Provocar em geral. Ela tem muito senso de humor. Na verdade, ela é incrivelmente divertida se você passar um pouco de tempo com ela."
"É tanto assim?"
"Sim. Eu posso ver por que Henry ama passar o tempo com ela. Raramente há um momento maçante."
"Então, você gosta dela?" Vivian deslizou a questão, esperando que não soasse muito sugestiva.
Regina franziu a testa. "Sim, eu suponho que eu goste muito dela. É estranho, realmente. Você não acha?"
"Por que seria estranho?"
"Ela é tão diferente de mim, de modo livre e relaxado."
"Mm," Vivian disse, assistindo sua amiga de perto.
"Ela não é refinada e às vezes tem a boca 'suja', e ela usa jaquetas jeans e meias felpudas."
Vivian sorriu enquanto via como o olhar de sua amiga derramou-se sobre toda a superfície da mesa, como sua respiração acelerou quando ela falou, isso fez o coração de Vivian derreter. Isso é ridículo, ela pensou. Mas a cegueira de Regina para seu crescente sentimento foi esmagadora e se Vivian estava sendo honesta, um pouco adorável.
Isso fez Vivian se sentir como uma adolescente de novo, apenas observando-a a fez querer sacudir Regina e gritar: beije-a já! Ela não poderia trazer-se para pertubar a orgânica do desenvolvimento do que parecia ocorrendo entre as duas mulheres, no entanto. Com certeza, ela faria tudo o que ela pudesse para ajudar a deslocá-las na direção certa, mas ela não interviria em grande escala. Ela sabia que isso teria que ser natural, e Vivian honestamente não tinha dúvidas de que ele viria por conta própria. Ela só esperava que fosse acontecer, mais cedo ou mais tarde.
Se alguém merecia felicidade e amor, era Regina. Vivian acreditava nisso.
"Nós não poderíamos ser mais opostas, mas sim. Eu não posso explicar isso, mas eu me dou muito bem com ela. Ela me faz rir. Ela me faz rir o tempo todo."
"Isso é legal," Vivian sussurrou. Era um momento importante, um momento em que Regina Mills começou a abrir seu coração para alguém que era lindamente ambas, completamente errada e completamente certa para ela. Era um momento em que Vivian sabia que mudaria tudo.
"Sim," Regina murmurou. "É mesmo."
Ela olhou para Vivian, em seguida, e sorriu calorosamente. "Eu acho que eu vou gostar muito de ser amiga dela."
Vivian voltou seu sorriso. "Bem", ela disse. Mas, em seguida, ela não podia resistir mostrar sua língua para ela. "Apesar de eu estar totalmente com ciúmes do brotamento da sua nova amizade, é verdade que você pode nunca ter muitos bons amigos. E eu, por um lado, acho que é maravilhoso que vocês sejam tão diferentes. É bom para você ramificar-se um pouco. Toda a sua vida gira em torno de ser adequada. Talvez Emma vá soltá-la um pouco."
"Emma!" A boca de Henry manteve-se ainda a meio caminho envolvido em torno de seu canudo, enquanto ele escrevia com seu giz.
Os ombros de Vivian saltaram com sua risada, e Regina apenas sacudiu a cabeça e correu uma mão através do cabelo de seu filho.
"É isso mesmo," ela disse. "Emma."
"Emma gosta de dinossauros."
"O que mais Emma gosta, amigo?" Vivian perguntou.
"Hm ..." Seus olhos se arregalaram e um sorriso esticou em seus lábios. "Mim!"
Emma atirou-se através da porta de seu dormitório, tropeçando sobre seus pés e caindo no chão. Grunhindo com a força da queda, ela arrastou-se de volta para seus pés. Ela foi imediatamente recebida pela expressão confusa de sua companheira de quarto e melhor amiga enquanto a outra menina estava deitada na cama, bebendo uma cerveja e vendo televisão.
"Hum, alguém morreu?" Macy perguntou em seu sotaque australiano espesso.
"Não, por quê?" Emma lançou sua mochila ao chão e começou a tirar sua roupa.
"Porque você acabou de voar pela porta como se alguém tivesse colocado fogo na porra da calça? Ou eu fui a única de nós que percebeu isso?"
Emma riu enquanto girava sua camisa sobre sua cabeça, deixando apenas seu sutiã verde e cueca samba canção azul brilhante. "Estou apenas com um pouco de pressa. Tenho que ficar de babá hoje à noite."
"Aaaaah, isso explica tudo, então." Macy sorriu. "Ligações quentes, ricas e fabulosas, e você não pode esperar para estar fora daqui. Ela sabe sobre a sua obsessão por alimentos estranhos? Eu esperaria um pouco até que ela caísse totalmente por você."
"Olha quem fala." Emma revirou os olhos. "Eu estou surpresa que seus encontros não saiam gritando quando eles descobrem sobre a sua obsessão com Vincent Price. Além disso, não é assim. Regina e eu somos apenas-"
"O que? Apenas amigas?"
"Sim, nós somos amigas." Emma vestiu um jeans colado e uma camisa de botões azul e manga três quartos. "E é um trabalho. Você sabe que eu preciso do dinheiro."
"Uh-Huh." Rindo fortemente, ela tomou outro gole de sua cerveja. "Claro que é isso."
"É." Emma recheou sua mochila com alguns snacks e removeu alguns de seus livros.
"Diga o que quiser, colega. Embora, uma dica: Quando você finalmente levá-la para cama, não esteja usando meias felpudas. Isso é estraga prazeres."
"De qualquer maneira," Emma sibilou. "Eu estou atrasada, é por isso que eu estava correndo. Eu tive aula com a professora Rockford, e você sabe que ela fica divagando."
"Esse é o eufemismo do ano." Macy bufou. "O maldito assunto é ficção americana do século XXI, mas a mulher fala sobre os quinze gatos dela na metade do tempo assim como eles saltam no topo do paddock, se você sabe o que quero dizer."
"Não, na verdade." Emma riu. "Eu não faço idéia do que você acabou de dizer, mas sim, ela enrola." Ela jogou sua mochila, que estava muito mais leve agora, sobre seu ombro e dirigiu-se para a porta. "Eu estou saindo, mas eu não devo estar em casa muito tarde."
"Bem, sim. Melhor se apressar então. Você não quer deixar a (1)fancy-pants te esperando."
Emma revirou os olhos e acenou antes de ir para o elevador.
(1) Fancy Pants: Literalmente Calça Chique. Macy apelida Regina com esse nome, referindo-se ao status social e as maneiras refinadas de Regina
"Uh, Regina?"
Emma tinha batido na porta de Regina várias vezes, mas não recebeu resposta, então finalmente girou a maçaneta e viu que abriu facilmente. Empurrou a porta da frente apenas um pouco e enfiou a cabeça dentro.
Ela deslizou para dentro e fechou a porta atrás dela. "Regina?" Ela chamou novamente enquanto dava passos hesitantes através da casa. "Sua porta estava aberta, por isso estou tipo, dentro de casa e tal."
Ela caminhou cuidadosamente pelo o corredor, balbuciando. "Por favor, não ache que eu sou um ladrão e pule de algum canto e me dê um tiro ou algo assim."
Andando pelo corredor em direção ao quarto de Regina, Emma bateu na porta. "Regina?" Ela chamou através da madeira, mas ainda ouviu nada em resposta. Ela lentamente abriu a porta e enfiou a cabeça dentro.
Com uma onda de alívio, ouviu o som da água de um chuveiro correndo. Ela estava prestes a fechar a porta e voltar para a sala de estar para esperar por sua empregadora quando algo pegou seu olhar. Ela riu quando percebeu o que era.
Henry estava dormindo e deitado sobre a barriga na cama de Regina, metade abaixo dos cobertores e metade abaixo de um dos travesseiros de Regina. Emma sorriu enquanto se aproximava mais para a cama e sentou-se. Ela curvou sobre ele para esfregar pequenos círculos nas costas do menino.
Depois de alguns minutos, Emma lentamente levantou-se novamente e se curvou, pressionando um beijo para o pouco da cabeça de Henry que estava saindo sob o travesseiro.
No momento exato, Regina saiu de seu banheiro envolta em nada mais do que uma macia toalha vermelha. Seus olhos arregalaram-se, e um grifo brusco escapou quando ela viu alguém se curvando sobre sua cama. Ela agarrou a coisa mais próxima a ela, um frasco de perfume da prateleira do banheiro e lançou-o no intruso. "Merda!" Regina exclamou, batendo a palmas de uma mão em sua boca. O pequeno, mas pesado frasco de perfume, estalou entre os olhos de Emma com um baque doentio.
"Unnh," Emma gemeu, sua mão atirou-se até a testa assim como seus olhos reviraram e ela caiu para o chão do quarto, inconsciente.
Cílios louro escuro tremularam lentamente em aberto, e Emma soltou um profundo suspiro, sua cabeça latejava com fúria. Ela mal teve seus olhos abertos antes que ela sentisse umas mão pequenas imprensas em seu rosto e, em seguida, viu amplos olhos cor de mel que pairavam sobre seu rosto, perto o suficiente para fazê-la cruzar seus olhos.
"Oi!" Henry gritou em seu rosto.
Emma tentou rir, mas apenas causando um latejamento em sua cabeça, mais forte. "Oi," ela croachou. Ela sentiu seu lado úmido. Tinha Henry feito xixi nela?
Ela suavemente o alcançou e mudou Henry um pouco do caminho. Ela então percebeu que estava através do colo de Regina, seu lado direito pressionado contra o corpo da mulher, que ainda estava envolvida em uma toalha de banho. Isso explicou a umidade.
"Oi." Ela olhou para cima nos brilhantes olhos de Regina.
"Sinto muito." Alisou suavemente o espaço entre os olhos de Emma. "Já está começando a inchar."
Emma franziu a testa, que é claro, doeu como o inferno. "O que, uh, o que aconteceu?"
"Mamãe tacou você uma garrafa de cheirinho!"
"Henry, não soe tão contente com isso." Mas um sorriso puxou-se nos cantos dos lábios de Regina.
"O que?" Emma sorriu de volta para ela. "Você me atacou?"
"Infelizmente, sim. Eu não sabia que você estava aqui. Eu vim para fora do chuveiro e havia uma pessoa inclinando-se sobre o meu filho. Acho que eu agi só por instinto."
"E fez o que exatamente?"
"Joguei um frasco de perfume em você." Uma grande quantidade de vermelho inundou o rosto de Regina. "Eu aparentemente tenho uma terrível mira, porque eu estava mirando nas suas costas na medida em que você estava curvada, mas, em seguida, você se virou e de alguma forma atingiu-a no rosto. Você apagou."
"Se você pensa que eu sou fedida, Regina, você poderia ter apenas me oferecido um pouco de perfume, você sabe né? Você não tinha que jogar a garrafa toda em mim."
Regina riu e cutucou o lado de Emma. "Sempre fazendo piadas."
Fazendo uma cúpula com a mão, Emma coloco-a em torno do rosto de Regina. "Mantém as coisas divertidas, você não acha?"
A respiração de Regina engatou em sua garganta ao olhar nos olhos de Emma, e ela assentiu contra a mão da loira. "Certamente."
Emma, percebendo o que estava fazendo, limpou sua garganta e rapidamente deixou cair a mão. Ela tentou sentar-se. Regina mudou-se para ajudá-la, embora ela tivessem que manter uma mão bem pressionada em sua toalha para impedi-la de abrir. Emma cambaleou um pouco, mesmo estando apenas sentada.
"Uau." Ela gemeu. "Tonturas."
Regina franziu a testa observando-a. "Talvez devêssemos fazer uma viagem para a sala de emergência?"
"Não, sem chances." Ela odiava hospitais. "Eu estou bem. Ficou só um pouco de dor de cabeça." O que foi um enorme eufemismo, mas Emma não queria fazer Regina se sentir pior sobre o que aconteceu, uma vez que foi realmente culpa dela por bisbilhotar no quarto da mulher sem ela ter o conhecimento. Além disso, ela não queria que Regina se preocupa-se muito com ela.
"Você tem certeza?"
"Sim, eu tenho certeza que." Emma acenou. "Eu poderia ter apenas alguma aspirina ou algo assim?"
"É claro, sim." Regina saltou para seus pés. Emma não podia deixar de olhar para a mulher. Gotas de água deslizaran sobre seus ombros nus e para baixo até que perderam-se no material macio da toalha vermelha. Qualquer pessoa com olhos em funcionamento seria incapaz de olhar para outro lado, se não este.
"Vamos levá-la para a cama, e em seguida, eu vou pegar alguma aspirina para você," Regina disse, ajudando-a ficar de pé. Emma cambaleou novamente e rapidamente desceu para a cama de Regina. Cobertores foram todos puxados de onde Henry tinha dormido, de modo que Emma não podia deixar de respirar o cheiro do lençol exposto.
Regina voltou do banheiro com um pequeno pote de comprimidos situado entre os dentes e um pequeno copo com água na mão livre. Emma ingeriu dois comprimidos e drenou o copo. "Obrigada."
Henry arrastou-se na cama e praticamente estabeleceu-se em cima de Emma. "Deixe-a respirar, munchkin."
Henry olhou para Emma. "Você pode respirar, Emma?"
"Sim, homenzinho. Eu posso respirar."
Mostrando a língua para sua mãe, ele colapsou em cima de Emma mais uma vez.
A mão de Emma mudou-se para as costas de Henry quando ele colocou a cabeça em seu peito. Seus olhos, em seguida, travaram-se com os de Regina, que estava assistindo os dois. Silêncio e calmaria encheram o quarto enquanto elas olhavam uma para a outra por um longo momento, antes do olhar de Emma deslizar para baixo, para a toalha fofa vermelha e voltar novamente para cima.
Coranso carmesim, Regina limpou sua garganta bruscamente. "Bem, suponho que eu deveria me vestir."
Emma sorriu. "Sim, eu suponho que você deve. Você não vai querer deixar seu encontro esperando."
"Ah Emma, não. Eu não posso continuar com a noite como planejado. Eu deveria cancelar e ficar aqui para monitorar você. Você pode ter uma concussão, por tudo que nós sabemos."
Formigamentos tomaram levemente a pele de Emma com o tom de preocupação de Regina, mas ela só sacudiu a cabeça em resposta. "De maneira nenhuma. Estou bem. Você não pode perder esse encontro."
"É?" Regina perguntou. "E por que isso?"
"Porque e se esse cara acabar por ser o seu príncipe encantado ou algo assim?"
Regina bufou para isso.
"Ele poderia varre-la fora de seus pés e tipo, eu não sei, acordá-la de uma maldição do sono ou algo assim."
"Emma, realmente. Eu acho que eu deveria ficar. Estou preocupada, que possa ser necessário você ir ver um médico."
"Regina, eu estou bem. E você vai. Fim de discussão. Além disso, a reclamação pós-encontro é a minha parte favorita."
Na verdade, Emma estava um pouco em conflito. Ela queria que Regina fosse ao encontro, mas ela também queria que ele fosse cancelado. Regina realmente merecia encontrar a felicidade, o amor e toda essa bagunça, mesmo que Emma nunca tivesse imaginado algo assim para si mesma. Mas, por algum motivo, o pensamento de Regina indo a encontros nem sempre parecia certo para ela.
No entanto, ela também estava um pouco preocupada que, se Regina cancelasse o encontro, ela iria acabar indo para casa muito mais cedo do que de costume. Ela realmente sentiu a falta de Henry, mesmo que tivesse sido apenas alguns dias atrás. Ela queria gastar tanto tempo com ele quanto possível, mesmo que ela tivesse uma furiosa dor de cabeça.
"Vá em frente", disse ela. "Vá ficar chique."
Regina revirou os olhos e desapareceu em seu armário.
