Capítulo 11 – Vasculhando
Hermione não sabia o que estava para acontecer, mas percebeu que Dumbledore queria mostrar a ela algo extremamente importante, por isso ficou alerta. Começou a olhar em volta para tentar saber onde poderia estar, mas não reconheceu nada. Estava em uma sala grande e escura, com uma lareira acessa, mas aparentemente ninguém estava lá. Um grande ruído e alguém saltando da lareira. Era Severo.
- Alvo! Alvo! – gritava o homem que estava totalmente desalinhado. Era a primeira vez que Hermione o virá daquele jeito.
Uma figura de trajes avermelhados se levanta de uma poltrona no fim da sala.
- Estou aqui Severo, o que houve. – diz Dumbledore, com um som de surpresa na voz, se aproximando daquele resto de homem.
- Eu a encontrei, Alvo, mas está muito ferida, vamos logo. – disse puxando o ancião pelas vestes em direção a lareira.
Quando Hermione deu por si, já estava em outro local, parecia uma biblioteca, mas decidiu acompanhar os dois homens que saiam quase que correndo pela porta do cômodo. Ao passar pela porta escutou gritos que vinham do chão e olhando viu uma mulher maltrapilha e bastante machucada, pode perceber que sentia muitas dores, pelo gemer e pela respiração. Os dois homens se aproximaram da pobre mulher, então Hermione viu o que a fazia sofrer, ela estava grávida.
O semblante de Dumbledore mudou. Ele era a preocupação e o horror juntos. Severo era o cansaço e a impotência completa.
- Minha querida, está tudo bem agora. Estou aqui. Nada mais vai feri-la.- Disse um Alvo Dumbledore meigo e sensível que passava a mão entre os cabelos da mulher que sorriu ao encontrá-lo ao seu lado, mas que ainda sentia dores.
- Eu disse que a traria de volta, não disse Navra? Agora tudo ficará bem! – Era um outro Severo ali, que limpava com um pano o suor e a sujeira do rosto de Navra.
- Eu lutei. – e respirava com dificuldades. – Eu fiz o que pude, mas eles eram muitos. – um gemido. – Mas ... a impérium... não conseguia mais. Desculpem-me...
- Sshhh, minha querida, não fale mais tolices. - disse Alvo colocando seus dedos na boca da jovem. – Não se canse. Agora vamos levá-la para o quarto e ajudá-la a melhorar.
- Severo. Traga-me Anúbis prugis, Cravus córneo, Muns moscarel, Camelis e sangue de dragão.
Severo não esperou mais nada e saiu correndo da sala, enquanto Dumbledore levitava a jovem e a levava em direção as escadas. No tapete em que estava deitada, uma poça de sangue marcava o local.
Hermione seguiu Dumbledore. Com todo cuidado, ele a colocou numa larga cama. As luzes do quarto acenderam com o aceno da varinha do bruxo. Hermione se aproximou da jovem. Por mais maltratada que estava e pela dor que a afligia, a jovem Navra ainda mantinha os traços belos de uma jovem de vinte e pouco anos. Olhos claros, azuis profundos, pele alva e cabelos pretos.
Severo chegou rapidamente com as poções pedidas por Alvo, que ofereceu para que Navra as bebesse. As dores pareceram aumentar.
- O bebê...Está vindo...Dói muito...AHHHHHHHHH. – era o grito que Navra lançava, o único som que se escutava não quarto.
Severo não falava nada. Hermione o via do outro lado da cama olhando para Alvo e Navra, um segurando a mão do outro. Ele estava de guarda, mas seus olhos mostravam que desespero queria tomar de conta. Sua máscara estava caindo. Alvo então se posicionou para receber a criança que nascia naquele momento. Severo então pegou alguns panos e tentou ajudar. Hermione olhava toda aquela situação quase não acreditando no que via. Escutou-se o choro de um bebê.
- É uma bela menina, Navra. Uma linda menina. – disse Alvo que já a limpava e enrolava nos panos que Severo havia pego. Levando-a para junto da pobre mulher disse. – Tome. Veja como ela é linda, tão rosinha. Pegue-a. É sua filha.
Navra estava suada, cansada, mas ao ver aquela coisinha fofa chorando seu coração deu forças para segurar a trouxinha de gente. Seus olhos ficaram fitando aquele pequeno ser que se acalmavam com o som da voz da mãe. Alvo estava sentado ao lado sorrindo como que satisfeito de presenciar toda aquela cena. Hermione sorria. Parecia que tudo estava bem, que tudo ficaria bem. Navra pediu que Severo a ajudasse a ficar sentada na cama. Ela pegou novamente a criança e a colocou nos braços.
- Olhar pra ela é como olhar para um milagre. – disse Navra. – Ela é tão calminha.
- Agora que parece que tudo vai ficar bem, eu vou voltar. Devem estar querendo saber onde estava. – disse Severo indo em direção a porta.
- Espere, Severo. Quero falar com você rapidamente. – Falou Alvo dando as costas para a cama onde estava Navra e o bebê.
Naquele mesmo instante, Severo saiu em direção a cama de Navra. Hermione quis ajudar mas não poderia. Navra estava caindo para o lado e deixando a criança cair de seus braços. Severo conseguiu segurar ambos. Alvo ajeitou Navra na cama, pegou a criança e a entregou a Severo, que meio sem jeito a pegou nos braços.
- Minha querida o que foi, o que esta sentido, fale Navra. – questionou Alvo que a arrumava na cama.
A respiração de Navra piorava, não conseguia falar direito, seu corpo contraia de dor. Alvo tentava inutilmente, posicionando sua varinha no corpo da mulher, fazer alguns feitiços que pareciam não fazer efeito algum no sofrimento da enferma. Severo balançava a criança tentando fazê-la para de chorar e estava conseguindo. Mas seus olhos não desviavam do que acontecia na sua frente. Colocou a criança num berço transfigurado e foi tentar ajudar. Navra estava sucumbindo. Seu olhar já era como o de um vidro. Sua respiração era longa e ruidosa.
- Severo! – Chamou como um sussurro.
- Estou aqui. Fale. – Disse segurando uma das mãos de Navra.
Hermione estava em lágrimas. Ver aquela cena onde um homem frio e calculista se dobrava e retirava sua máscara, a fez compadecer.
- Eu...Eu preciso que você jure ... jure pra mim. Jure que irá proteger nossa menina. Por favor, jure pra mim... Que não deixará que ela se machuque... jure pra mim Severo...- disse Navra tossindo
- Sim, Navra...Eu juro. Juro que darei minha vida pra mantê-la segura. – disse com a voz embargada. Beijando do dorso da mão de Navra, que segurava dentro das suas.
- Então... Eu acredito...eu confio em você Severo. ...Eu acredito em você, meu amor. – disse com lágrimas que teimavam em sair dos olhos azuis quase fechados.
- Por favor, Navra, lute, não me deixe assim, novamente sem nada, sem ninguém.
- Eu te deixo minha filha...ela é a melhor coisa que eu posso deixar pra você de mim..- tossiu de novo.
- Alvo...
- Estou aqui, minha criança!
- Cuide, como sempre cuidou de mim, pra que ela seja feliz!(tosses) Promete ...promete pra mim, pai!
Ao escutar isso o coração e a mente e Hermione tomara um baque. Aquela jovem era filha de Alvo Dumbledore.
- Sim, minha menina. Sabe que isso não precisa pedir. – disse repousando um delicado beijo na testa da filha.
- Pai...
- Fala Navra, o que quer?
- Não deixe "ele" chegar perto dela, nunca!
- Farei o impossível, minha filha. Agora fique tranqüila.
A respiração de Navra foi diminuindo. Seu olhar buscou o de Severo ao seu lado. E fazendo um ultimo esforço disse.
- Me beije, Severo... Quero me lembrar de você pela eternidade...
Severo se aproximou. Com uma das mãos limpou as lágrimas do rosto de Navra e a beijou ternamente, sentindo e expondo tudo que sentia naquele momento. O rosto da jovem se desviou para o lado. Hermione pode ver uma lágrima cair dos olhos de Severo Snape, que em seguida, afundou sua cabeça nos ombros de seu amor.
Alvo estava estático. Havia lágrimas em seus olhos, mas seu rosto não manifestava qualquer sentimento. Estava ali com sua única filha, morta,e sua única neta. Hermione, em lágrima queria consolá-los, fazer alguma coisa. Jamais imaginou ver ambos daquele jeito. Não tinha mais reação. Viu Alvo deixando a mão que segurava em cima do colchão arrumando os lençóis, cobrindo o corpo. Severo ainda mantinha sua mão presa a de Navra.
- Eu vou destruí-los Alvo! Isso eu te prometo! Eu acabarei com todos eles.
- Não é hora pra pensarmos nisso Severo, eu quero um pouco de paz. Paz para mim, paz para você, paz para essa criatura linda que ganhamos de presente...
- Paz! Alvo isso, se você não percebeu é uma guerra, onde eu acabei de perder a única pessoa que amei na vida. A única coisa que era importante pra mim não respira mais. – Disse Severo já de pé quase gritando nas costas de Dumbledore.
- Eu sei o que você sente, mas não vai adiantar. Precisamos esperar para termos nossa vingança. Com a cabeça quente e com os nervos a flôr-da-pele não iremos racionalizar direito. Por nós e pelos outros, Severo, vamos esperar.
Hermione sentiu como que um solavanco e no mesmo instante estava de volta a sala da diretoria. Deixou-se cair no chão não conseguindo parar de chorar. Sua mente dava voltas.
- Você agora consegue entender, minha jovem, a verdade sobre tudo isso, não entende? – Perguntava a pintura do diretor.
No mesmo instante, Minerva entra sem cerimônia e vê Hermione jogada ao solo, em lagrimas.
- Mas o que é isso? O que aconteceu aqui, Srta. Granger?
Hermione não poderia falar nada do que tinha acontecido. Saiu correndo da sala, descendo as escadas às pressas, pegando o primeiro corredor que apareceu a sua frente. Queria parar pra, como disse o quadro, entender toda a verdade que vira naquela noite.
Enquanto isso, três jovens bruxos andavam de um lado para o outro numa pequena sala de um corredor deserto. Já havia passado quarenta minutos e nada de Hermione chegar. A preocupação começava a tomar conta dos três.
- Harry, você não acha melhor deixarmos isso pra manhã. A Mione pode estar encrencada. Talvez não venha mais! – disse uma cansada Liane, próxima a janela.
- Eu não sei não, Harry, mas a Mione nunca deu cano na gente. Realmente acho que deve ter acontecido alguma coisa pra ela não estar aqui! – Disse Ron que se acomodava em um sofá no meio da sala.
- Eu também não tenho idéia do que pode ter acontecido. Marcamos depois da reunião dela com a McGonagall e ela já deve está lá á quase três horas. Isso é demais pra uma bronca ou pra um castigo. A Mione não fez nada demais pra tá lá até agora. – Disse um Harry "levemente" preocupado.
- Assim eu espero! – falou Liane se levantando e abraçando Harry. – Mas, ...Então... O que é que aconteceu pra ela não vir?
Todos começaram a pensar e o silêncio dominou o local. Harry sabia que Hermione não esqueceria do encontro por nada. Liane tentava entender a preocupação de Harry por Hermione. E Ron. Como sempre pensava que algo ruim pudesse ter acontecido com sua namorada. Isso fez com que ele se levantasse e fosse em direção à porta. Liane e Harry tentaram impedi-lo só que a porta abriu antes que Ron a abrisse e os três gritaram com o susto. Da porta entrava um alguém, com uma capa escura, que não dava para ver o rosto. Harry sacou sua varinha e devido ao susto a apontou para o desconhecido. Liane e Ron seguiram o instinto de Harry.
- Identifique-se!- gritou Harry. – Retire sua capa!
- O que fazem aqui, senhores. Não sabem que não é permitido passeios e reuniões noturnas depois do horário de recolher. – disse o estranho que não se revelou.
- Eu já disse. Não se aproxime. Mostre quem é. Não vou obedecer ordens de ninguém que não conheça e que está todo camuflado.
- Ande mostre-se! – disse Ron
Liane estava atrás dos dois jovens. Mesmo empunhando sua varinha sentia que conhecia aquela voz e sentia que ele não faria nada de mal com eles. Mas seu medo não a deixou falar.
- Já estou perdendo a paciência com vocês três. Expelliarmus! – gritou o ser com a capa, desarmando Liane e Ron.
- Protego! – Disse Harry, lançando rapidamente outro feitiço. – Vultus!
A capa caiu e mostrou o rosto do Novo professor Norton Seaymon.
- Muito bem Senhor Potter, acho que as aulas de desafio estão melhorando seus reflexos. Mas isso não livrará os três de uma punição por não estarem em suas salas comunais neste horário.
As caras dos três foram ao chão. Foram pegos. Estavam errados e não havia nenhuma história pronta pra se defenderem. Norton percebeu que sua vitória fora completa. Um leve sorriso cínico atingiu seu rosto.
- Amanhã, depois da última aula do dia compareçam a minha sala para receberem suas punições. Mas, agora, voltem em silêncio (frisou a palavra cerrando os dentes) para suas salas comunais e não saiam de lá até amanhã de manhã. Ouviram-me? Agora vão.
Os três saíram derrotados. No fim do corredor olharam para trás e viram os borrões do corpo do professor os espiando. Harry deu um beijo na testa de Liane e ambos seguiram para seus destinos. Norton voltou a sala. Percebeu que faltava mais um do grupo que, caso aparecesse adoraria pegá-la de surpresa.
Hermione andava por entre os corredores na escuridão. Estava pensando e por isso não se importava por onde andava ou por onde iria.
- Mas como isso pode acontecer. Como que ninguém soube ou falou sobre esse assunto até hoje!
E continuava a andar. Tudo que havia visto vinha em sua cabeça como flash.
- Então ele realmente deixou tudo...
O rosto de Snape e Alvo Dumbledore vinham a sua mente. A lágrima solitária de Snape pela morte de Navra as palavras duras de Dumbledore.
- Eu não estava preparada pra saber de tudo isso, diretor. Mas por que eu?
Quando Hermione deu por sim estava só num corredor pouco iluminado. Começava a lembrar que tinha mais alguma coisa a fazer naquela noite.
- Droga! A reunião na sala precisa! Droga me esqueci!!!!
Saiu correndo. Percebeu que estava no mesmo andar da sala, só mais alguns corredores e chegaria rapidamente. Viu que a porta da sala estava aberta e entrou.
- Oi pessoal! Cheguei.
Mas o que encontrou foi o nada. Não havia ninguém na sala, apesar de a lareira estar acessa.
- Droga! Já foram. Eles não vão me perdoar por ter esquecido. – reclamou consigo própria.
- Mas depois de tudo que aconteceu essa noite, a mente que selecione o que deve fazer ou não – disse caminhando pela sala semi-escura.
- Como que eu gostaria que tudo fossem coisas da minha cabeça e não uma realidade dura, porém verdadeira. – disse chegando próximo à janela. – Como eu pensei... Como eu...
- Como você o que, Srta Granger?:
A voz veio de suas costas, tão próximo que não houve tempo de retirar a varinha do bolso, só conseguiu virar o corpo e encontrar dois pares de olhos verdes em cima de si. Assustada, Hermione trombou com o homem a sua frente, que de alguma forma se desequilibrou e a segurou pelos ombros, se aproximando mais ainda.
Seus olhares se cruzaram. Ambos puderam sentir a respiração descompassada um do outro. Nenhum conseguiu desviar os olhos. Estavam estáticos. Norton recobrou a razão antes, depois do susto e se afastou rapidamente da aluna a sua frente que continuou petrificada no mesmo lugar.
- O que faz a essas horas aqui, Srta Granger? Sra que posso saber? – Disse tentando recobrar sua postura austera e inquisidora. – Não vejo motivos para a senhorita vagar por esses lados do castelo. Até por que o horário de monitoria já passou faz tempo, não é mesmo? – a questionou como se nada tivesse ocorrido.
- Me desculpe professor. – Disse recobrando a consciência. – Sei que não deveria estar aqui, mas precisava pensar, coisas que...
-E quem disse que você, Srta, precisa pensar saindo do seu dormitório a essas horas e vindo para cá? – Disse Norton cortando todo o raciocínio de Hermione.
- Mas professor, eu não estava no meu alojamento. Eu estava na sala da diretora. – Disse pra tentar melhorar sua situação. Um plano começava a se formar em sua cabeça.
- Eu não quero saber onde estava, Srta, eu quero saber o que faz aqui! Sua Sala comunal fica a seis corredores daqui, e a sala da diretora fica a três andares acima e do lado leste daqui. Não venha me dizer que se perdeu. – Cheque –mate, pensou.
- Está tudo escuro, professor, e eu deixei minha varinha no meu quarto. Realmente me perdi. – disse enfática como se fosse a maior verdade de sua vida.
- Então, Srta. Granger. Amanhã verificarei sua passagem pela diretoria e, vou acompanhá-la a entrada de sua sala comunal para ter a certeza (disse enfaticamente) de que não irá se perder novamente. Agora vamos. – disse tomando as costas de Hermione com a palma de sua mão, a levando em direção a saída da sala.
Chegando a frente do quadro a senhora gorda, Hermione disse a senha e a passagem foi aberta. Quando virou-se, viu apenas o vulto do professor seguindo o corredor.
Entrando na sala só viu uma pessoa, Harry Potter, que vinha em sua direção.
- Mi, onde você estava? O que aconteceu?
Ron acordou e levantou do sofá indo em direção aos dois
- Por Merlin, Mione, Onde você se enfiou? Nós te esperamos, mas o enjoado do professor Norton nos pegou e tivemos que voltar pra cá.-Falou Ron como se fosse uma matraca quebrada.
-Não foi nada, somente o mesmo papo de sempre da Minerva. Que eu preciso melhorar, que os Niem´s estão chegando, que eu tenho que estar mais atenta a aula, essas coisas. – mentiu pois não sabia se deveria falar sobre o que tinha descoberto. – Mas depois eu fui ver você e fui pega pelo professor Norton quando entrei na Sala precisa.
- Xiiiiii, você também. – disse Ron.
- Vocês foram pegos também! Que droga! Ele me trouxe até aqui, pra ter certeza que eu não ia pra outro lugar.
- Então ele percebeu que viria mais alguém e ficou pra tirar a prova. Até que o cara é inteligente! – disse Harry.
- Não podemos mais dar mole desse jeito. Temos que procurar outros lugares pra nos escondermos e para fazermos nossas reuniões. – disse Mione.
- Vamos fazer o seguinte. Cada um procura um lugar e testamos pra ver se é bom, daí decidimos. – falou Harry.
- Então, vamos. Já tô com sono. Amanhã terminamos de ver essas coisas. – disse Ron quase bocejando.
- Então boa noite, gente. Até amanhã – disse Mione já subindo as escadas.
- Boa noite Mi – disse Harry e Ron em conjunto.
Kika Martins: Valeu pelo coments, vc é mais uma que me faz feliz em escrever está história. Continue acompanhando. Pode falar bem e mal.
Carla Rosa: Vc é especial por me acompanhar sempre. Obrigada pelos coments. Não vou deixar os mistérios acabarem. Mas o amor continua.
Patricia Batista: bem vinda a fic. Espero que goste da história. Cap especial pra vc, que pediu nosso querido prof. Ehehehe
N/A Queridos leitores. Infelizmente, não pude postar antes devido a problema no computer, mas está tudo resolvido. Por isso vou tentar mandar o cap 12 ainda essa semana. Outra vez peço desculpas por não postar o cap onde eu coloquei aquele treichinho, no cap passado, vai estar no cap 12. Prometo. Bem, um dos mistérios resolvido. Agora, será que Hermione vai contar pro amigos? E como eles vão reagir? Onde será que está Severo Prince Snape? E onde está a neta de Dumbledore? E o que foi aquilo com a Mione? Por que o quadro de Dumbledore mostrou a lembrança pra Mione e não para o Harry?
Pensem... Mais mistérios...
No próximo cap, mortes... brigas...vc´s vão ver!!!!
Beijos
O comentário da Ci vem depois!!!
Valeu Ci pela betagem...
