Capitulo XI

a brisa noturna era muito boa fazia tempo que ele começou há admirar isso, desde que conhecera Connor há dois anos sua vida mudou. Ele conseguiu mais auto-confiança o que o deixou mais liberto. Graças há isso derrotou atá mesmo o lendário anjo do aço, Talos.

_ Esse cosmo – ele sente de longe o choque dos Vulcan – o Connor, ele ta lutando .

_ Sim e você vai ficar aqui moleque - um poderoso cosmo se faz sentir. Ele pertence a um homem alto com dois enormes martelos – mas não se preocupe. Vou te fazer companhia até sua morte.

_Você quem é?- pergunta o jovem de bronze meio no deboche

_ Sou Born, o Kere dos martelos atômicos - sua Beast é vermelha escura e incorporada. Sua estrutura é de um gigante.

_ É um Kere – um meteoro vem do céu reagindo ao cosmo de Kai, caindo nele e criando um clarão depois surge Kai com a armadura de pegasus- vamos lá Born.

_ Moleque arrogante – ele lança o martelo em alta velocidade, Kai se esquiva e o gigante surge de cima e o golpeia com força arremessando para o chão, o martelo lançado já esta em sua outra mão e ele golpeia Kai com os dois punhos cheios de cosmo – Impacto Atômico.

O poder destrutivo é imenso. O corpo de pegasus afundou numa enorme cratera, o peitoral e a camisa são arrasados.

_Feh, essa é toda a força do cavaleiro lendário - o Berserker se vira de costa quando sente algo e cospe sangue, são 6 golpes em seu corpo. Ele sorri, e sente um cosmo atrás dele.

_ Sinto muito, mas não sou esse - o jovem cavaleiro de bronze se levanta – Não sou o Pegasus lendário.

Longe dali, na casa de Sagitário, Zéfiro estava deitado no telhado de sua mansão zodiacal, suas mãos estavam atrás da cabeça e o chapéu cobria seu rosto . Então ele percebe a presença de alguém ao seu lado, ele levanta levemente o chapéu e reconhece.

_ Olá pai – o Papa retira seu pesado elmo, seu rosto era idêntico do cavaleiro de sagitário com idade bem mais avançada, seus cabelos ruivos estavam esbranquiçados pela idade.

_ Preocupado com os garotos? -pergunta o antigo cavaleiro de peixes ao seu filho.

_ Mais ou menos – o mais antigo dos cavaleiro sorri. Ele conhece bem o seu garoto. Em muitos aspectos eram muito parecidos, apesar de serem cavaleiros de signos diferentes a ligação dos dois era imensa.

_ É Pegasus que o preocupa? – a voz vinha de um homem flautando um pouco acima dos dois, ele era alto de pele negra, olhos vermelhos e longos cabelos brancos.

_ Não Iblis – ele sorri, ele conhecia bem o jeito demoníaco de seu mestre e melhor amigo de seu pai, aquele homem que é conhecido como o imortal. Mas acima de tudo isso ele conhecia o Pégasus.

_ Kai é aquele que vai superar a lenda apenas pelas suas próprias mãos – o sorriso maléfico de gêmeos se torna demoníaco. Samael sente a confiança de seu filho e sabe que é real.

Havia algo de errado, era o que o Keres pensava, como assim ele não era o Pegasus lendário? Não foi ele que derrotou o anjo Talos, aquilo só pode ter sido feito pelo matador de deuses.

_ Tá brincando comigo Pegasus - Kai sorri e queima o seu cosmo com mais intensidade.

_ Eric de Pegasus morreu há 15 anos – o seu corpo doía muito, sua proteção estava em frangalhos- ele deu tudo de si para selar dionísio, morreu como pegasus deve morrer.

_ Não vejo motivos para você mentir- ele queima seu cosmo com mais intensidade – você é apenas um moleque, vou acabar com isso de uma vez e te livrar do sofrimento.

_ Cai dentro – ele cerra os punhos com força e avança contra.

Born avança com toda a velocidade contra Kai atirando seu poderoso martelo, mas o cavaleiro de bronze salta por cima da arma atomica e da uma cambalhota chutando o gigantesco Kere que é enterrado no chão.

_ O que achou da força do moleque?- Born apena sorri- por que esta sorrindo?

_ Impacto Atômico - Kai recebe o impacto nas costas e é arremessado contra uma parede cai no chão, Born invoca o seu segundo martelo – vou acabar com você de uma vez, ainda quero ver a luta do Tommy.

_ Você pode tentar - Pegasus se levanta quase sem armadura, sua boca sagrando muito, suas costelas estavam partidas. Mas ainda sim ele estava confiante. Em seu sorriso estava estampado toda essa confiança.

_ A juventude é algo lindo – o Keres aperta os dois martelos- mas você esta morto! Vou dar um fim a sua vida, Impacto Atômico!

_ Flecha Estelar – Kai se torna uma linha reta na direção do gigante que é pego de surpresa e tem parte de seu peitoral partido - deu certo ehehe.

_ Foi um bom golpe - Ele sorri e pega seu martelo quando percebe que um deles racha e se esfarela, o Kere sorri, este sorriso logo se torna uma gargalhada - sim, era isso que eu queria, esse poder... Seu punho é cheio de coragem e liberdade.

_Graças a aquele cara – o jovem de bronze, lembra-se de quando recebeu o traje, como foi feito de chacota e tudo que passou. Uma guerra não era esperada mesmo assim ele se tornou o cavaleiro de pegasus. Com isso eles não tinham muitas missões a não ser uma de vigiar o jovem Vulcano. Por causa de suas personalidades diretas e de certo modo simples, os dois logo se tornaram amigos. Um dia ambos estavam conversando sobre algo que sempre os atormentava. Legados.

_O manto do cavaleiro lendario?- Comenta connor que estava encima de uma árvore - por que isso o incomoda?

_ Como assim, porque ?- ele fecha os punhos com força – O cavaleiro que sempre esteve perto de Athena, aquele desgraçado que matava deuses em nome da deusa... Como posso honrar essa droga de lenda?

_ Sei lá... Talves sua lenda seja ainda mais importante - o jovem de bronze olha para seu amigo

_ Minha lenda?- Connor afirma com a cabeça.

_ Você está preso ao nome, mas o poder de criar a nova lenda é sua – ele sorri pensando em si mesmo- eu entendo de legados, mas sinceramente estou cagando para eles quero contruir o meu com as minhas mãos.

_ O meu legado...- ele olha para as suas mãos. Agora novamente ele está fazendo isso diante de um poderoso inimigo, ele sorri.

_Tenho que tomar cuidado - Pensa o gigante segurando o martelo apenas com uma mão e acumulando o cosmo no seu martelo- esse ultimo ataque dele foi um soco , tão tapido e afiado que diante dos meus olhos só foi uma linha, mesmo assim um último ataque.

_ Vamos lá cosmo - o cosmo de Kai queima com muita força e um par de asas de cosmo surgem nas suas costas. Born não se intimida e acumula mais ainda o cosmo vermelho no martelo - Flecha Estelar.

_ Impacto Atômico! – o poder destrutivo é enorme. Agora um está de costas para o outro. Kai cospe uma enormidade de sangue e sorri. Os olhos do Kere estão sem vida nenhuma e seu martelo vira pó e um enorme buraco surge no peito dele.

_ Vou construir a minha propria lenda- ele se senta e respira sorrindo.

No alto do porto Connor e Tommy estão lutando quando o keres da Estrela do Amanhã sente um aperto no coração.

_ Não … Pode ser... Born!- Ele olha para o irmão menor com seus olhos vermelhos – depois que matar você vou me livrar do que resta do seus malditos amigos.

_ Tenta , seu desgraçado – Seus olhos brilham num tom azul ainda mais incandescente – Lampejo Incandescente.

Perto dali os dois santos de prata estão correndo a toda velocidade em diração de Connor.

_ Não acredito – fala Tristão de Cruz – Pégasus realmente matou um Kere sozinho

_ Você não tem noção da força do meu irmão mais novo - Quando ela sente a sua visão turva, seu corpo começa a enjoar- o que está acontecendo comigo... Tristão?

_Eu...eu também- os dois santos de trajes reluzentes e brancos estão de joelhos – Sinto um cosmo poderoso.

_ Hehe, resistiram sem vomitar – o cosmo vermelho é sentido e uma figura com asas de borboleta, pele morena e olhos castanhos surge - sou Capitu, a Keres das Asas sônicas... Vai ser delicioso matar os dois antes de me vingar...


8 anos atras

Rússia, numa pequena província afastada de todos, dois homens estavam sentados perto de uma fogueira. Um de terno marrom com um grande casaco de pele, o outro estava com roupas de treino e Máscara.

_ Eros quero que vá para fora da cidade - O jovem aprendiz está calmo e apenas ouve - Quero que treine seu cosmo e refine sua técnica.

_ Vou para além das montanhas então- Anteros sorri.

_ Não acha exagero?- Eros se levanta e caminha para as montanhas.

_Não quero me arriscar ferir nenhuma pessoa - ele partiu para as montanhas caminhou devagar pensando, quando se vira – Pra onde o senhor vai Peter?

_ Vou a cidade vizinha. Quero comer algo - ele anda acende um charuto - quer uns Khinkali?

_ Sim – os olhos dele brilham por cima da mascara. Anteros bem sabe disso. Ele conhece seu discípulo e sabe bem do seu gosto culinário.

Sem demora Eros sobe a montanha, ele podia fazer isso em alta velocidade, mas não podia haver pressa ali. Seu treinamento nesse momento era para refinar sua névoa. Já havia se passado dois anos desde a sua luta contra os anjos. Já era hora dele dominar e amplia seu poder. Ao terminar a subida ele tira a Máscara e a sua camisa ele tinha que ter dominio total e para isso ele teria que passa uma situação extrema. Ar rarefeito, temperatura baixo de zero, nada disso deve afetar seu cosmo.

_ Porque estou fazendo isso?- Essa pergunta vem a sua mente – Por que estou lutando? Treinando?só para susceder meu mestre? Para ser digno?- aquelas perguntas vinham em sua mente, mas ele negava a unica que lhe trazia medo: porque ele estava matando?- eu quero mesmo proteger a humanidade?

Os minutos logo se tornaram horas, as horas, semanas. Um humano normal teria morrido, mesmo um cavaleiro, mas a temperatura do seu corpo estava normalizada, em sua volta a nuvem estava mais densa que nunca e ele sentia isso. Mas não abriu os olhos.

_ Quantos dias se passaram?- Era a primeira vez que ele pergunta isso a si mesmo – Será que estou mesmo mais forte? Nem fome eu sinto.

_ Eros – a voz de seu mestre vem em sua mente – Pare, agora!

Ele abre os olhos assustado e vê o céu da cor do crepúsculo, ao tentar sentir o cosmo de seu mestre, o jovem perecebe que os cosmos da cidade desapareceram totalmente.

_ O que houve ?- Nisso ele sente que seu mestre estava na cidade e deduziu que algo estava acontecendo - Estou indo Peter.

_NÃO VENHA!- Aquilo assuta ele ainda mais - Não se mova Eros.

_ Droga Anteros – Ele grita furioso fazendo a nuvem se mover mais rapidamente – o que está havendo?

_ Acalme-se ou vai piorar a situação – aquilo agora virou uma interrogação - Eros, você matou a cidade toda.

_ O … O que?- ele está pasmo- Do... Do que…

_ A densidade de sua névoa aumentou mais que eu pude prever – o Deus da ordem, olha a sua volta, todos os corpo de todas as pessoas e animais – Estou segurando ela para que não se prolonge pelas outras cidades.

_ Não... Não pode... Ser- as lágrimas descem pelo seu rosto, então ele lembra do seu mestre: " Eros o preço do cavaleiro de peixes é viver como uma rosa solitaria". Aquilo não podia ser verdade - eu sou um monstro.

_ Eros – fala o seu mestre- me escute não faça besteiras, se controle... Já estou ido até aí.

_geen borg, wil jy dit nie om te sterwe *i- agora quem se assutou foi o deus da ordem, era raro seu afilhado fala em sua lingua nativa. Mas que rapidamente ele se teleporta para onde ele está.

_ Eros … - O discípulo de peixes estava abraçando suas pernas catatonico.

_ Quantos foram?- Anteros não queria dar o numero, mas escoder não ajudaria ele a passa por aquilo.

_ 19 mil – aquilo o deixa mais abalado que nunca, sua mente viaja nas cenas das crianças na rua quando sua nuvem de morte disfaçada de perfume de rosas tirou suas vidas. Famílias em suas refeições e ele tirou suas vidas.

_ Athena ! Athena!- ele grita – o que eu fiz? Deusa oque eu fiz...

_ Coloque isso- Anteros coloca a camisa em Eros.

_ Não posso descer assim- ele olha para o deus- Me mate.

_ O que?- Ele não podia acreditar no que havia escutado- do que está falando moleque?

_ Eu matei aqueles que devia proteger- ele aperta os punhos até sangrarem- e pra que? Pra ficar mais forte?

_ Não vou te matar...- ele pensa bem- há outra forma...

_ Qual ?- Peixes pergunta sem muito ânimo.

_ Vou selar seu cosmo- Eros olha bem para o seu padrinho- Mas para garantir que a névoa não fuja a seu controle vou ter que selar mais da metade... Pode ser perigoso...

_Faça! - ele olha com fogo- Não importa, vou viver para pagar o meu pecado.

Com muito pesar nos olhos, Anteros corta seus pulsos e o se sangue sagrado cai pelo chão e assume a forma do simbolo de peixes.

_entenda bem esse alfa de peixes – o cosmo de eros começa a ser contido dentro do seu corpo, a dor impregnada no corpo de peixes é gigante – mas haverá uma chave e essa chave é sua , ela sera abissal como a dor de sua culpa .

_AH!- o grito é agonizante então o selo se completa.

_ seu veneno se tornou poderoso demais- ele pensa nos 3 meses de treino foram bons demais, mas a conseguemcia do seu poder se tornou a sua maior dor- mesmo com o selo o minimo toque humano em seu corpo pode ser fatal.

Na noite seguinte , o jovem aprendiz desce para a cidade gelada que antes houvera vida , agora é uma cidade morte e vazia, a dor nos olhos de eros é gigantesco. Anteros sente a dor de seu sobrinho e discípulo, por mais doloroso que seja ele aprendeu muito sobre seus poderes e a desposabilidade de sua força, agora o resto é com ele mesmo.

Continua ...

iNão venha padrinho , você não quer morrer – em africanes.