Ginny sobrevoava o campo em sua vassoura vestindo a camisa do Harpias de Holyhead. Não lembrava da última vez que havia voado em uma vassoura e por isso sorria abertamente. Abriu os braços para poder sentir plenamente o vento contra o seu corpo, era maravilhoso. Estava ainda de olhos fechados quando uma rajada de vento passou pela sua orelha e a fez abrir os olhos assustada. Era um balaço, alguém estava tentando derrubá-la da vassoura. Quando olhou ao redor percebeu que não estava ali sozinha, havia diversas outras pessoas com ela no campo. Ainda estava procurando entender o que estava acontecendo quando outro balaço veio voando em sua direção e por pouco não lhe acertou no rosto. Ao olhar bem quem estava no campo com ela, percebeu que aquele não era um jogo de quadribol comum. Era a única a vestir a camisa do Harpias, os outros vestiam camisas vermelhas cor de sangue e todos possuíam tacos em sua mão. Mais um balaço em sua direção, dessa vez antecipou a vinda dele e conseguiu se desviar rapidamente. Mas, quando ainda estava retomando a posição outro balaço lhe acertou em cheio no estômago e a fez perder do equilíbrio. Ginny começou a cair pelo campo em queda livre e nem ao menos conseguia gritar, pois estava sem ar. O tempo até sua colisão estava se aproximando e ela já esperava sentir todas suas costelas doendo, mas ao tocar no chão Ginny havia se transformado em uma cobra e quase não sentiu o impacto da queda. Começou a rastejar pelo gramado, a sentir o cheiro fresco da grama e se sentia feliz novamente. De repente, jatos de luz vermelha começaram a passar a atingir a grama ao seu redor e fez queimar a grama.
Ginny acordou com um cheiro de fumaça forte, algo definitivamente estava pegando fogo. Teria Rebecca tentado cozinhar mais uma vez? Mas ao olhar ao seu redor viu que Rebecca não estava lá e o fogo não estava dentro de sua tenda. Levantou rapidamente, ainda vestindo a roupa da noite anterior. Ginny havia passado a madrugada toda acordada escrevendo a matéria e nem viu quando caiu no sono na escrivaninha. Havia muito barulho lá fora. O que diabos está acontecendo? Calçou os mesmos sapatos da noite anterior e foi até a abertura da tenda para verificar o que poderia ser aquilo.
Era o caos. Pessoas corriam por todos os lados, jatos de luz de várias cores atravessavam toda a área e diversas tendas pegavam fogo. Ginny correu para dentro ta tenda, guardou todos os seus pertences na bolsa e saiu com a varinha em mãos.
Precisava encontrar Harry, precisava saber o que estava acontecendo. Assim que deu o primeiro passo para fora da tenda foi violentamente derrubada por um grupo de pessoas que corria. Ginny caiu no chão com força e teve sua cabeça chutada por um dos rapazes que a derrubou. Levantou-se rapidamente sentindo sua boca inchada e o gosto de sangue invadir sua língua. Olhou ao redor e viu uma criança chorando desesperada alguns metros à frente, estava aparentemente sozinha.
Ginny correu até a criança e olhou ao redor para verificar se os pais não estavam ao redor.
"Não chore, pequeno." - Disse Ginny. - "Eu estou aqui para ajudar você, diga-me seu nome e quem são seus pais."
Mas a criança não parava de chorar e Ginny já não sabia mais o que fazer, não poderia deixar o garoto ali. Na hora que ia pegar a criança no colo, foi atingida por um feitiço que a jogou longe.
"Fique longe do meu filho" - Gritou um homem moreno.
Ginny não teve tempo de responder ao homem que estava tentando apenas ajudar, pois ele pegou a criança no colo e saiu correndo pelo campo, desviando-se dos jatos de luz e das pessoas que corriam por todos os lados.
Ginny levantou-se com cuidado e ficou sem saber para onde correr, precisava encontrar Harry, Rony e Jorge. Começou a correr em direção à entrada, tentando se desvencilhar das pessoas que corriam e dos feitiços que eram lançados. Várias tendas estavam sendo vandalizadas e queimadas. Tinham pessoas mascaradas que andavam com a varinha em mãos atingindo qualquer um que fosse. Estava assustada, verdadeiramente assustada. Como aquilo poderia estar acontecendo?
O caminho até a entrada nunca pareceu tão longo, nunca esperou ver novamente o caos que se passou na Copa da Inglaterra novamente. Mas aquela vez tinha sido diferente, não tinha nenhum bruxo das trevas atualmente causando medo no mundo mágico, não tinha nenhuma marca negra no céu. Tudo o que podia ver era o caos, pessoas correndo, feitiços sendo lançados por todos os lados e jornais. Foi quando finalmente ocorreu a ela que a resposta para aquela situação poderia estar escrito nas folhas de todos aqueles jornais espalhados pela grama. Pegou o primeiro jornal que ainda estava com as folhas inteiras e correu para dentro de uma tenda que ainda não estava em chamas.
Era um exemplar d'O Leitor manchado. Ginny mal pode acreditar na manchete da primeira página quando finalmente se agachou para ler.
CORRUPÇÃO NA COPA DA FRANÇA
A Copa Mundial de Quadribol é o torneio mais importante do mundo mágico. Bruxos do mundo inteiro se reunem para contemplar o mais famoso esporte bruxo. Desde 1473 um país é escolhido a cada 4 anos para sediar o evento. Neste ano o páis escolhido foi a França e, como não podia ser diferente, a França organizou uma belíssima festa, cheia de música, comidas típicas e, claro, uma estrutura de dar inveja! Como já esperado, milhares de pessoas deixaram seus países para lotar os acampamentos e torcer pelos seus respectivos países! Porém, essas pessoas não esperavam que, por trás dessa belíssima festa, pessoas estivessem conspirando para escolher quem levaria a taça para casa! Enquanto todos dormem eles se reunem para leiloar os três primeiros colocados da competição. Isso mesmo, quem paga mais leva o primeiro lugar! É triste pensar quem diversas famílias do mundo inteiro sairam de suas casas para apoiar sua seleção e ela é descaradamente comprada para perder!
Ginny não pode acreditar. Aquilo não foi obra de outra pessoa que talvez estivesse lá, aquilo era a sua matéria, era palavra por palavra tudo o que ela havia escrito até então. Mas como? Teria alguém roubado sua matéria enquanto dormia? Voltou seus olhos para o jornal novamente e viu a assinatura, Josh Darcy. O bastardo havia roubado sua matéria e nem ao menos teve coragem de mudar uma vírgula!
A Irlanda foi quem mais desembolsou para levar a taça. O segundo lugar foi dado aos anfitriões e o terceiro ao Brasil. Mas engana-se quem pensa que este acordo foi feito de forma pacífica. Santos, o treinador da seleção brasileira, não achava justo o time sul-americano ficar sem a taça por mais um ano, mas não conseguiu patrocínio suficiente para desbancar...
Ginny parou de ler ao ouvir vozes masculinas ao lado de fora da tenda e achou melhor sair dali o mais rápido possível ou poderia correr risco de cair nas mãos de pessoas mal intencionadas. Espiou a movimentação fora da tenda antes de sair e começou a andar rapidamente.
"Para a onde pensa que está indo, meu bem?" - Disse uma voz masculina por trás dela.
Antes que Ginny pudesse se virar, o homem a havia prendido em suas mãos. Ginny tentou livra-se das mãos do rapaz, mas ele era centenas de vezes mais forte que ela.
- "Você vem comigo." - Disse ele.
Ginny começou a ser arrastada pelo homem em direção a uma tenda que ainda estava intacta. Não, ela não permitiria que esse homem fizesse qualquer coisa com ela. Ela tentou não pensar o pior e começou a bolar um plano de se livrar das garras do homem assim que entrassem na tenda quando um jato de luz vermelha passou por eles e atingiu o homem em cheio.
Ginny não viu quem o tinha atingido, mas não demorou pouco para ver quem a tinha libertado. Era Malfoy. Ele tinha seus cabelos, normalmente impecáveis, bagunçados, as vestes rasgadas e o rosto manchado de fuligem.
"Vamos, Potter. Você vem comigo."
Não era possível, havia acabado de se livrar das garras de um para ficar nas garras de outro?
"Solte-me, Malfoy." - Disse com raiva.
Mas Malfoy não respondeu e começou a puxá-la pelo braço com força, atingindo quem tentava se aproximar com a varinha. Ele levou-a para o meio de umas árvores e não a soltou até chegar lá.
Aquela área, relativamente longe da confusão que estava acontecendo por todo o estádio, parecia ainda deserta, pois Ginny não viu ninguém ali além dela e do loiro.
"Por que me trouxe até aqui, Malfoy? Você quer terminar o serviço que o outro não conseguiu?" - Disse seca.
"É assim que você me agradece por ter salvo a sua vida, Potter?" - Disse Malfoy tentando arrumar os cabelos que caiam sobre seu rosto.
"Eu sei me virar sozinha."
"Não é o que parecia."
Ginny não tinha tempo para discutir com Malfoy, precisava sair dali e encontrar seus irmãos e Harry.
"Se é tão importante para você, obrigada, Malfoy. Agora eu preciso ir." - Disse virando as costas para ele.
Draco Malfoy a puxou pelo braço e a trouxe para perto de si, seus corpos estavam a centímetros um do outro.
"Você não vai a lugar algum além de sua casa. Não vou permitir que você volte para lá." - Ginny podia sentir o hálito fresco dele em suas bochechas. Estar perto dele assim a fazia se lembrar do dia que tinha sido envenenada. Pode perceber mais uma vez os olhos cinzas e frios que ela disse gostar.
"Por que você se importa, Malfoy?" - Perguntou.
O loiro não respondeu. Eles continuaram a se olhar sem falar mais nada, nenhum deles ousou a se distanciar um do outro.
"Estou esperando, Malfoy." - Disse.
"Devo ao seu marido, lembra-se?" - Disse de maneira fria
"Resposta errada. Nós dois sabemos que essa dívida está paga, Malfoy."
"Você é realmente estúpida ao ponto de acreditar que o fato de eu conceder entrevistas exclusivas ao seu jornalzinho pagaria a dívida entre Potter e eu? Pense um pouco, Potter! Uma dívida como essa só é paga se eu salvar a vida do seu marido ou de alguém que ele se importe."
Ginny ficou sem resposta. Ele estava certo. No que ela estava pensando? Uma dívida bruxa como entre a de Harry e Malfoy não seria simplesmente quitada com uma chantagem de trabalho. Então tudo aquilo teria sido em vão? Por que raios Malfoy aceitou a chantagem se ele sabia que não pagaria dívida alguma?
"Por que?" - Perguntou Ginny. - "Por que você aceitou a entrevista, Malfoy? Se você sabia disso tudo, por que?
Malfoy não respondeu e eles ficaram a se olhar por alguns segundos, seus corpos ainda colados um ao outro.
"Você me intriga, Potter." - Disse Malfoy, seus olhos cinzas não paravam de fitar os seus.
Ginny não respondeu, seu coração batia fortemente em seu peito, sua respiração estava pesada e ela sentia seus lábios tremerem. Ela não soube explicar como aconteceu ou quem tomou a iniciativa, mas quando deu por si, seus lábios estavam colados aos lábios frios do loiro. A mão de Draco Malfoy soltou o braço de Ginny e escorregou levemente até suas costas, mantendo-a perto de si.
"Ginny..." - Era a voz de Harry. - "Que merda está acontecendo aqui?"
"Harry?" - Ginny se afastou do loiro enquanto observava seu marido se aproximar.
Harry parecia fora de si. Não pensou duas vezes antes de acertar em cheio o rosto de Draco Malfoy com um murro.
"Seu pedaço de merda, quem você pensa que é? No que você estava pensando ao beijar minha mulher assim?"
Draco Malfoy foi pego de surpresa e caiu de joelhos com as mãos no nariz ensanguentado.
"Harry, por favor, não!" - Ginny nunca havia visto o marido tão furioso antes.
"Cala a boca, Ginny. Não pense que eu acho que você é inocente nessa história."
Ginny sentia seus olhos queimarem, nunca havia visto Harry tão furioso assim. Nunca Harry havia lhe dirigido palavras como esta para ela. Harry a pegou pelo braço e arrastou para fora da floresta, nenhum dos dois ousou olhar para trás ou trocar qualquer palavra.
Ginny deixou-se ser levada por Harry. A situação na área dos convidados estava ainda, ao que parecia, fora de controle dos aurores, mas ainda sim parecia menos perigoso do que quando ela acordou. Pararam em frente a uma velha tenda amarela e Ginny entrou acompanhada de Harry sem saber o por quê de estarem entrando ali.
A tenda não tinha nada dentro além de uma lareira e um jarro com pó de flu. Ainda em silêncio, Ginny se deslocou até a lareira, pegou o pó de flu e olhou para o marido na esperança que ele dissesse alguma coisa, mas ele não o fez.
"Acho que estão precisando de você lá fora, Potter." - Disse um bruxo moreno ao colocar a cabeça para dentro da tenda.
"Obrigado, Thomas." - Disse Harry ao bruxo. - "Vá, Ginny."
"A Toca" - Disse e uma fumaça verde tomou conta de sua visão.
Quando ela finalmente chegou à casa de seus, Molly já estava de prontidão em frente à lareira, provavelmente viu no relógio que ela estava à caminho d'A Toca,
'Ah, Ginny!"- Disse Molly com os olhos cheios de lágrima.
"Mãe!" Disse ela sem pensar duas vezes antes de se jogar nos braços da mãe e cair em lágrimas.
Seus pais sabiam que algo estava errado, por mais que Ginny insistisse em dizer que estava tudo bem. Não era fácil esconder tudo aquilo que estava dentro de si e ainda esboçar um sorriso. Nessas horas ela invejava Draco Malfoy, que com sua frieza habitual não demonstrava qualquer sentimento. Mas será que sequer ele deixava-se abalar com alguma coisa? Ginny supôs que não e evitou dali em diante pensar no loiro, pois pensar nele trazia recordações que arrepiavam todo cada centímetro do seu corpo.
Ginny não ousou escrever carta alguma para Harry, tampouco Harry deu notícias para ela. Aquele silêncio entre os dois só a deixava cada vez mais angustiada.
No dia seguinte estava na mesa tomando café junto aos seus pais quando uma coruja chegou com uma edição do Profeta. Ginny não teria dado bola se o seu pai não tivesse engasgado com a torrada que havia acabado de comer.
"Pai! Qual é o problema? Harry e Rony?" - Disse ao se levantar para ler a notícia.
COPA MUNDIAL
Os aurores conseguiram controlar a situação na França, mas o caos vai muito além da rebelião que se instalou no local. Alguns dos suspeitos de fazer parte do esquema de corrupção na Copa foram detidos para prestar depoimento. Além disso, outros nomes que não foram publicados na notícia podem estar envolvidos com o caso. Um informante nos contou que os suspeitos estão entregando os nomes de outros possíveis conspiradores e um dos nomes que foi dito foi o de ninguém mais, ninguém menos, que o do nosso Subsecretário Sênior Draco Malfoy. Muitos dirão que Draco Malfoy nunca trocou verdadeiramente de lado após a última grande guerra, mas a verdade é que ainda não há provas contra o Subsecretário.
Ginny não pode terminar de ler a matéria. Aquilo não era verdade, Draco Malfoy não tinha nada a ver com aquela conspiração. Caso contrário não teria vindo de livre e espontânea vontade querer deletar tudo para ela.
Angustiada para saber notícias sobre todos esse acontecimentos recentes, Ginny subiu correndo até seu quarto, arrumou-se rapidamente para ir até o Profeta Diário. Não acreditava que Draco Malfoy pudesse ser realmente acusado por algo que não fez, não era justo!
Ao chegar ao Profeta viu o quão grande foi a confusão causada pela notícia, Ginny nunca havia visto o jornal tão caótico como naquele dia. Ao escrever a matéria, não imaginou que poderia causar tudo aquilo e, pela primeira vez desde que descobriu que sua matéria havia sido roubada, ficou agradecida por não estar realmente envolvida com tudo aquilo.
"Potter!" - Era a voz de Barrick Brown. - "Que bom que está aqui! Quero que esqueça qualquer coisa que você tenha escrito essa semana. Preciso de uma boa matéria sobre esse escândalo o mais rápido possível!"- Barrick Brown suava mais que nunca naquele dia, sua careca nunca havia brilhado tanto.
Ginny confirmou com a cabeça e, antes que pudesse falar qualquer coisa, seu chefe virou as costas sem se despedir. Ela não precisava que Barrick Brown tivesse feito aquele pedido a ela, pois esse era o exato motivo que havia ido ao Profeta Diário. Precisava escrever algo que pudesse, de alguma forma, ajudar Draco Malfoy.
Antes que pudesse escrever qualquer coisa, dirigiu-se à central de notícias do jornal, lugar onde as cartas e jornais do mundo inteiro se dirigiram para compor o banco de dados do jornal. As notícias a respeito do escândalo de corrupção não paravam de chegar, mas Ginny sabia que mais da metade daquelas informações eram todas falsas. Pessoas chegavam ao absurdo de enviar notícias dizendo que Você-Sabe-Quem não havia realmente morrido e culpavam o Ministério da Magia inglês de incompetência e que o Mundo Mágico nunca estaria realmente seguro.
A boa notícia era que Draco Malfoy havia ido voluntariamente prestar depoimento e que a Corte Internacional dos bruxos nada havia contra ele, o que lhe permitiu voltar à Inglaterra sem ser acusado de qualquer coisa.
Ao chegar em sua sala, fechou todas as persianas de sua sala que permitiam que quem estivesse ao lado de fora pudesse vê-la e pegou pena e pergaminho para dar início a sua matéria. Foi estranho o modo como a matéria fluiu tão facilmente ao ser escrita, normalmente custava a ela bons rabiscos antes de ter um texto bom pronto, mas dessa vez não precisou escrever mais de uma vez para ficar satisfeita.
O OLHAR DE UMA TESTEMUNHA
Os últimos acontecimentos na Copa Mundial de Quadribol na França viraram o Mundo Mágico de cabeça para baixo. Não falo isso com apenas uma perspectiva de colunista, mas com uma perspectiva de uma testemunha. Ao acordar na manhã de domingo, não fazia ideia do que estava acontecendo, apenas ouvi gritaria, choro, feitiços e senti cheiro de fumaça. Ao sair da tenda vi que o caos estava dominando toda a área dos convidados e logo peguei minha varinha para estar preparada para o que quer que estivesse acontecido naquele momento. Fui atingida por um feitiço ao tentar ajudar uma criança que chorava e, ao me recompor, vi a notícia num jornal amassado no chão que explicava o porquê de tudo aquilo. Corrupção. Roubo. Egoísmo. Falta de caráter. Jogo de interesses. Ganância. Toda a notícia que eu li poderia ser resumida nessas palavras. Tentava procurar minha família no meio daquele caos e quase fui capturada por uns caras que provavelmente tinham as piores intenções possíveis. Fui levada em segurança para casa pelos aurores e sabia que eles iriam controlar toda a situação. Ao acordar esta manhã, descobri que o Subsecretário Sênior Draco Malfoy havia sido apontado como um dos conspiradores, logo quando achei que a situação não poderia ficar pior. Como todos vocês sabem, trabalho diretamente com Draco Malfoy e posso assegurar que o nosso Subsecretário Sênior é um homem íntegro e comprometido com o seu trabalho, o que seria incoerente dizer que ele se envolveria com qualquer arranjo de tal natureza.
Ginevra Potter, Colunista Sênior de política do Profeta Diário
Ginny passou o resto do dia que lhe sobrou esperando notícias vindas da França, mas nenhuma informação foi realmente importante até a hora que ouviu sua barriga roncar e ela se dar conta que não havia comido nada desde o café da manhã. Cansada voltou para casa de seus pais desejando que sua mãe tivesse feito uma refeição saborosa.
Ao chegar em casa teve uma surpresa: Harry estava de volta.
"Harry!" - Disse Ginny e correu para abraçar o marido.
Harry a abraçou de volta, mas sentia a frieza que o moreno tinha em seu olhar e em seu toque.
"Precisamos conversar, Ginny." - Disse segurando os ombros da esposa.
N/A:
Oi!
Gente, como poder pedir tantas desculpas a vocês? Eu sei que foram 4 meses sem atualizações, mas juro que nunca deixei de pensar sobre a estória ou sobre o quanto eu estava sendo uma péssima autora para vocês!
Esse capítulo tinha a metade dele escrito faz muito tempo, mas, infelizmente, o tempo que eu tive para escrever nesses últimos tempos foi quase zero! Aulas em fins de semana e MUITO assunto acumulado! Essa é a vida de um vestibulando de medicina!
Além disso, esse capítulo sofreu diversas alterações para depois voltar à ideia inicial! hahaha!
Sei que foi curtinho, mas se eu fosse escrever mais demoraria ainda mais tempo e eu não podia mais fazer isso com vocês!
Obrigada:
NatKing: obrigada por tudo! Seus comentários são sempre muito fofos e carinhosos!
RenataK: espero que as novidades desse capítulo tenham te deixado ainda mais curiosa! Obrigada por tudo lindona, beijossss
Lekatita: muito obrigada e espero que continue lendo! =)))
gustavotookie: espero que o "você nunca me decepciona" tenha se mantido apesar de todo esse tempo sem atualizar =((( beijao, querido! Obrigada por tudo!
LudiaA: suas reviews sempre se superam! obrigada por tudo e espero poder continuar ter surpreendendo! obs.: não esqueci da sua fic! Beijosss
WeasleyBR: Ai meu Deus! Eu fico tão sem graça quando vejo uma review como essa, é realmente motivador! Sem leitores como você minha estória não seria NADA! Muito obrigada! Beijaoo
Renato: Oláa! Sempre muito bom vê-lo por aqui! Esse Josh é safado demais, até eu tenho abuso dele hahahaha! Desculpa por ter feito você esperar tanto tempo! Beijao
Mariela: Também morro de dó do Harry, mas essa é uma fic DG, então temos mesmo é que torcer pelo Draco! Hahahahaha =)
Jennifer Malfoy Weasley: Espero que você não tenha esquecido a estória mais uma vez! Esse capítulo já um começo para o envolvimento entre Draco e Ginny, espero que tenha gostado! Beijaoo
Sibele: hahaha desculpa por ter deixado você tão curiosa! Espero que tenha gostado =)
DehDulcet: muito obrigada! seu pedido é uma ordem! Beijão!
Obrigada a LudiA, Luu Higurashi Potter, Debs Malfoy, bea . cavalvante . 5, acgsampaio e DehDulcet por favoritar a história
Obrigada marinadamaral, Debs Malfoy e acgsampaio por ter colocado a fic no alerta de histórias!
Obrigada Debs Malfoy, bea . cavalvante . 5 e DehDulcet por estar seguindo a estória!
Obrigada acgsampaio por me seguir!
Beijos e abraços,
PatyAnjinha Malfoy Potter
