Disclaimer: Naruto-kun nem os personagens do Animê me pertencem, mas eu queria o Sai-kun só para mim...

Negrito: Pensamentos dos personagens.
Normal: Coisas que estão acontecendo no presente.
Itálico: Coisas que aconteceram no Passado.

Sentimentos Separados

No Capítulo anterior de Sentimentos Separados:

"- Sai-kun... Não vá..."
"- Como eu pude esquecer? Já faz tantos anos que eu convivo com ela... Tantos anos..."
"- Por que, naquele momento, você me protegeu?"
"- Ahh, só mais cinco minutinhos..."
"- Eu quero dormir e você vai dormir junto comigo!"
"- Estou voltando para casa... Obrigada..."
"- Não sabemos, Fet-kun, mas devemos ajudar Sakura, enquanto não vamos embora"
"- Eu vou ser seu guarda-costas Sakura."
"- Eu te amo, Sakura-chan... "


Capítulo 11: Tristeza e Arrependimento

Sakura já não sentia mais vontade de ir trabalhar, mas sabia que tinha de ir... Estava em falta com o hospital fazia mais de uma semana e provavelmente lá estaria um caos sem a presença dela. Mesmo quando o hospital tinha outra diretora, era Sakura quem refazia os pedidos de estoque e ensinava os novos médicos e enfermeiros a cuidarem dos pacientes. Era uma mulher extremamente necessária e por causa disso que Tsunade havia proposto essa promoção.

Já estava total e devidamente trajada na cozinha de sua casa, preparando o desjejum de Sai, e do Surpresa. Afinal, ela tinha de agradecer aos dois por tê-la ajudado ao menos se acostumar com a idéia de que não teria mais a Solidão e a Medo em sua casa,"atormentando-a" com suas ideias mirabolantes e necessidades infindáveis.

Lembrou-se repentinamente de quando elas chegaram e se surpreendeu ao sentir lágrimas deslizarem por sua bochecha. Não teve tempo nem de levantar a mão para secá-las, pois alguém já havia o feito. E novamente ficou surpresa ao ver que quem fez aquele ato tão inesperado, era o próprio sentimento que havia chegado naquela manhã. Ele a abraçou e com uma face que Sakura ainda não havia visto, a de preocupação, ele sussurrou:

- Não fique assim, Sakura... Elas estão felizes por você. E além do mais, depois de receber todos os sentimentos que você tem para receber, elas poderão voltar a qualquer hora que quiser.
- Obrigada, Pres-kun... -respondeu, sorrindo fracamente, mas ainda assim sorrindo, mesmo estupefata pelo que ele havia acabado de falar à ela.
Soltou-se de Surpresa vagarosamente, aproveitando os últimos momentos de consolo em seu abraço, antes de dar um beijo bem rápido em sua bochecha* para depois voltar a cozinhar o café-da-manhã de todos. Sai adentrou o recinto e andou silenciosamente até Sakura, para depositar um beijo na maçã-do-rosto da rosada e depois sentar-se à mesa junto ao mais novo integrante da "família" da Haruno.
- Sai-kun! Você deve parar com isso -a jovem moça repreendeu-o ao sentir os lábios dele em sua bochecha- É uma coisa muito feia, beijar uma menina que você não está comprometido!
- Só não estou comprometido porque ela acha que estou enganado com ralação aos meus sentimentos que você jurava não existir -ele respondeu com um sorriso singelo e verdadeiro.

Sakura abriu e fechou os lábios, tentando formular um contra-argumento digno, mas ao não encontrá-lo, apenas se virou para voltar a fazer o desjejum, e Sai, percebendo sua vitória, sorriu ainda mais. E enquanto a ruiva preparava o desjejum, Sai apenas observava o gracioso mover do corpo dela, perdido em suas curvas de proporções perfeitas e no não tão pequeno desejo de beijá-la até se cansar.

- Ei, Sai-san... A Sakura é mesmo linda não é? -o garoto de olhos prateados perguntou.
- Sim, divinamente linda.
- Por que não a convida para sair? Ela pode aceitar... -ele novamente perguntou- E não custa nada tentar.
- Eu sei, mas... -Sai olhou para baixo enquanto falava- Eu não tenho experiência nesse negócio de encontros -de repente, olhou para a ruiva que ia para a mesa. Levantou-se imediatamente para ajudá-la a arrumar a mesa e esperou ela sentar para depois repetir o gesto- E não acho que ela vá aceitar -terminou.
- Aceitar o quê? -Sakura perguntou curiosa.
- Quem não arrisca, não petisca -Surpresa argumentou.
- Quem? -sakura novamente perguntou.

E a mesa ficou em silêncio. Seus integrantes do sexo masculino se entreolhavam para entender tentar continuar a conversa por meio do olhar, mas isso era impossível. Enquanto comia suas frutas, Sakura deu-se por vencida e anotou uma observação em sua mente para "torturar" Sai com cócegas -- que sabia que ele as temia -- para que ela possa ter conhecimento da conversa que ela quase presenciou. Ao terminar o pequeno-almoço, colocou as louças sujas dentro da pia e grudou uma anotação na geladeira com um imã para quem estivesse lá, lavar e deixar a louça arrumada e tudo em seu devido lugar.

Estava quase para sair de casa quando lembrou que havia deixado sua bolsa em cima de sua cama e voltou para seu quarto para pegá-la. Quando voltou, Sai a estava esperando do lado de fora da casa, de costa para a porta, extremamente pensativo. Sakura se lembrou de seu sonho assim que o olhou daquele jeito e sentiu um pesar em seu coração, como se estivesse com medo do que viria a acontecer se Sai a deixasse. Mas ela sabia que não importa o que acontecesse no futuro, Sai não sairia do seu lado por ser seu amigo fiel e extremamente cuidadoso. Começou a andar para alcançá-lo, quando ele a chamou, dizendo que se demorasse mais, eles chegariam atrasados.

Lembrou-se quando chegou ao hospital, que deveria ter ido à Torre Central para falar com a Hokage sobre o jutsu criado por ela, mas relembrou-se de uma conversa que tivera com Tsunade pouco antes de começar seu treinamento como médica: Não importa o que aconteça, se não for médico e de extrema importância, não crie jutsus. E ela havia desobedecido parcialmente essa ordem. Parcialmente por que, analisando bem, o justu era médico. Acabaria com todo e qualquer tipo de depressão causada por solidão, mas também tinha a parte que já existia remédios que cuidassem disso, que a deixava totalmente enrascada.

Durante toda a parte da manhã e um pouco da parte da tarde, Sakura ficou "trancafiada" em seu escritório, revendo pedidos, assinando contratos e organizando tudo o que estava em cima de sua mesa, antes de se deparar com um papel jurídico. Alguém estava tentando processar o hospital por falta de cuidados com os pacientes! Não era possível. Com uma ruga singela entre as sobrancelhas, Sakura leu todo o documento antes de entrar com a conclusão de que esse tal de Juusen Akiro estava totalmente errado diante de sua constatação.

Decidiu que mais tarde iria procurá-lo no hospital e o trataria bem, para depois perguntar o porquê de ele querer processar o hospital. Ouviu uma batida em sua porta e pensou que fosse Shizune. Já a havia chamado fazia algum tempo e a morena ainda não havia vindo até sua sala. Levantou-se de sua cadeira, atravessou o recinto e abriu a porta, começando a falar o nome da primeira discípula de sua mestra quando foi interrompida na metade do nome por um par de lábios que a impedia de pronunciar qualquer palavra inteligível.

Tentava expulsá-lo de seu espaço pessoal, mas o homem a havia abraçado e levado-a para dentro do escritório, fechando e trancando a porta para que ninguém pudesse estragar o "momento". Sakura tentava se livrar do abraço forte do moreno, mas parecia que ele havia aprendido a controlar seu chakra melhor, utilizando dessa força contra ela. O homem tentou aprofundar o beijo, mas Sakura, num ato quase desesperado, mordeu sua língua fortemente, fazendo com que ele sentisse o gosto ferroso de sangue*.

- Ai, Sakura. Isso doeu muito -ele comentou, soltando-a- Para quê tudo isso?
- Ryuuki, já disse que não sou sua. Para que a insistência? -Sakura retrucou, dando alguns passos para trás.
- Eu não estou sendo insistente querida. Só estou tomando o que é meu por direito... -o moreno argumentou falhamente, não se preocupando mais com a língua que alguns segundos antes, estava sangrando- Por isso estou aqui. Sabia que você não é tão fácil de achar? Principalmente quando você não está mais na ala pediátrica. As crianças estão sentindo muito a sua falta.
- Ryuuki, saia de meu escritório agora -mandou- Se você não o fizer, vou chamar um segurança.
- E quem você vai chamar? Eu consegui passar pela sua secretária dizendo que sou seu namorado e que qualquer grito que você desse seria por causa de outra coisa -disse, sorrindo maliciosamente.

E então Ryuuki ouviu novamente o pio daquela ave insuportável. Só que estava mais forte e cada vez que relutava em sair da sala de sua amada, o barulho se tornava mais forte. Ele temia que se ficasse por muito tempo ali, tornar-se-ia surdo, portanto decidiu que depois surpreenderia Sakura e a tomaria para si. Ao vê-lo sair, Sakura ficou aliviada em saber que alguma coisa a estava protegendo e quase se assustou ao perceber o pequeno falcão-lanário novamente em seu ombro. Acalmou-se ou perceber que ele não havia mudado nada, apenas crescido um pouco.

- Atsui! Por onde você andou? -conversou com o pássaro, enquanto decidia se ia ou não ao escritório de sua mestra- Foi caçar? -perguntou, recebendo um piado como resposta.

Olhou o corredor pela porta de seu escritório, temendo encontrar com duas pessoas: Sai e Ryuuki. Temia Ryuuki por ele ser muito estranho, maléfico e possessivo, mas temia Sai por ele dizer que estava completamente apaixonado por sua pessoa. Suspirou e voltou com a cabeça para dentro de sua sala quando viu Sai sentado à frente de sua mesa, olhando-a como se estivessem em uma reunião. Assustou-se, claro, deixando cair alguns documentos que estavam em sua mão.

Sai prontamente a ajudou a recolher os papéis. Recolheu o máximo que pode antes que Sakura o fizesse e colocou todos os documentos, inclusive os que estavam na mão da ruiva em cima da mesa da mulher. Caminhando em direção à ela, Sai aproveitou e fechou a porta, enquanto a prendia contra a parede. Sorriu ainda mais quando viu que ela estava ficando vermelha e tentava sair de seu olhar analisador, baixando os olhos.

- Sakura... -chamou.
- Sim, S-sai-kun?
- Sakura, você quer sair para jantar comigo? -ele perguntou, aproximando-se perigosamente do pescoço de Sakura- Só nós dois?
- S-sai-kun... V-você quer s-sair comigo?
- Sim... E então, aceita? -perguntou novamente, distribuindo pequenos beijinhos no pescoço da ruiva.
- T-tudo bem, m-mas só se v-você prometer p-parar c-com isso... -ela pediu e ele se afastou prontamente. Calmo, sorridente e com a certeza de ter achado o ponto fraco de Sakura, ele concordou com os termos.

Os dois saíram do escritório da jovem e foram direto à Torre Central, dar a devida explicação para Tsunade sobre esses "parentes" que Sakura tinha. Na metade do lance de escadas que levava ao escritório de Tsunade, Sakura parou e chamou a atenção de Sai por causa disso. Sakura olhava para baixo e sentia uma forte sensação que não sabia identificar direito. Parecia com a sensação da culpa, mas era um pouco diferente. Tinha de ser.

- Sai-kun... Por que você está fazendo tudo isso? -ela perguntou com a voz baixa, quase como um sussurro.
- Tudo isso o que Sakura? -ele perguntou, descendo alguns degraus para ficar na mesma altura de Sakura.
- Tudo isso... Proteger-me, consolar-me, beijar-me... Tudo isso...
- Sakura, só faço isso porque te amo... Você não quer que eu te ame? -ele perguntou com um pouco de receio e de medo na voz.
- Não é isso, Sai-kun... É que, por que você me ama, se tudo o que eu fiz até agora foi te rejeitar? -ela levantou os olhos para encará-lo, mas ele estava sorrindo.
- Você não está me rejeitando, Sakura. Você só está com medo de se machucar de novo -ele pousou sua mão sobre a face dela- Isso é normal, mas eu não faria nada para te machucar...
- Obrigada Sai -ela o abraçou fortemente- Muito obrigada... -e voltou a subir as escadas mais rapidamente, com um Sai estupefato atrás.

Entraram na sala de Tsunade juntos após pedir a permissão da mesma para isso. E cumprimentaram devidamente a Hokage, sua conselheira Shizune e sua guardiã, Raiva. Esperaram que Tsunade terminasse de ler o importante pergaminho e assinar alguns documentos de igual importância, antes de começar a contar a história dos "parentes" de Sakura. Após o término do relato, Tsunade apoiou seu roto em suas mãos entrelaçadas e então Sakura percebeu que teria problemas.

- Sakura, querida... -ela começou num tom de voz calmo- O que eu te disse sobre criar jutsus? -ela terminou gritando.
- Desculpe-me Tsunade-sama, eu sei que desobedeci a senhora, mas espero poder me reparar -Sakura desculpou-se sentindo novamente a mesma sensação que sentiu enquanto subia as escadas- Mas eu não pude evitar! E o jutsu é inofensivo... Bem, para as outras pessoas pelo menos -terminou a frase em seus pensamentos.
- Mas esse não é o problema Sakura -Tsunade continuou, mais calma- E se o jutsu desse errado? E se tivesse efeitos colaterais? -Sakura desviou o olhar, enquanto Tsunade atravessava o escritório para poder abraçá-la- Você sabe que desde que seus pais morreram eu sinto como se fosse sua mãe... E o que me aconteceria se você morresse Sakura? Você já pensou nessa possibilidade? -Tsunade apertou o abraço, Sakura retribuiu, começando a chorar.

Até que Sakura sentiu um nó na garganta e uma dor imensa no peito. Afastou-se de Tsunade para logo depois cair de joelhos no chão. Tsunade abaixou-se para tentar socorrê-la, mas Sai a afastou ao abraçar Sakura. Raiva se aproximou e como se fosse um mantra repetiu as orientações para que o sentimento que a apossava pudesse fluir. Dois espectros saiam vagarosamente pela boca de Sakura. O primeiro tinha uma cor muito clara, como se fosse um laranja. E o segundo, tinha também uma cor clara, porém mais escura que o anterior.

Raiva e Sai arregalaram os olhos ao ver que dois espectros saiam de Sakura. Isso não tinha acontecido antes. Tsunade se aproximou da discípula quando percebeu que ela não respirava e pediu ao Sai para que fizesse a respiração boca-a-boca, enquanto ela fazia uma massagem cardíaca. Depois de alguns segundos e dos dois espectros terem saído completamente de Sakura, ela acordou como se nada tivesse acontecido.

- Sakura-san -chamou o primeiro espectro- Eu sou o Arrependimento. E esta é a minha companheira Tristeza -apresentou- Estamos esperando que você nos dê um nome. E eu estou muito arrependido por tê-la apressado.
- E eu -Tristeza começou com sua voz melodiosamente triste- Estou muito triste por você estar nesse estado para nos receber.
- Tudo bem, Tez-chan, Pen-kun, eu estou bem agora -Sakura falou, esboçando um breve sorriso.

Sakura se levantou com a ajuda de Tsunade que ficou surpresa ao perceber que os dois sentimentos de Sakura eram totalmente de suas devidas cores: laranja-claro para Arrependimento e rosa para Tristeza. Depois do susto, Sai abraçou Sakura ali mesmo na frente de todos, não se importando com a presença deles e deu beijos rápidos em todo o rosto de Sakura, demorando-se um pouco mais nos lábios e sussurrou:

- Eu pensei ter te perdido...
- Vaso ruim não quebra, Sai. Vaso ruim não quebra -falou, retribuindo o abraço antes dele se soltar.

Tsunade passou mais alguns minutos de sermão para Sakura, Sai, Raiva, Tristeza, que começou a chorar e também para Arrependimento, que se desculpou até que Tsunade os expulsasse da sua sala. Sakura, Sai e os sentimentos foram para a casa da primeira, por não terem almoçado ainda e também por terem recebido o resto do dia de folga.

Mas mal sabia Tsunade que aquilo, era só o começo de uma grande aventura, cheia de dor, sofrimento, tristezas e alegrias. E também, muito provavelmente o amor.

Assim eu me desculpo.
Rezo para que me perdoe,
Respiro para que me ofereça o perdão.
E sem saber que
Perdoado já estou,
Estendo a mão ao teu coração,
Nado nas piscinas de seus olhos,
Dou meu rosto a tapas e
Inevitavelmente,
Morro por você.
E tudo isso, você sabe,
Não fiz por querer.
Tudo o que eu fiz,
O fiz por você. Sou o Arrependimento, muito prazer.

Tento parar de chorar, tento
Rir, esquecer que você existe. Mas é
Inevitável, já me machuquei de novo e
Sozinha tenho que ficar, porque
Tudo o que você fez
E falou me fez chorar, mas mesmo assim,
Zelo por você, que me fez te
Amar. Sou Tristeza e assim tenho que ficar.


Explicações:

*Bochecha: Na verdade, toda e qualquer pessoa NÃO pode dizer que dá um beijo na bochecha de outra pessoa. Ele dá um beijo na maçã-do-rosto. Bochecha é a parte de dentro da boca que ficaria localizada as maçãs-do-rosto.
*Ferroso de Sangue: O sangue, se você prestar bem atenção, tem gosto de ferro. Da próxima vez que você cortar o dedo, coloque-o na boca e experimente o seu sangue, ele vai ter gosto de ferro.



Olá pessoas queridas do meu coração -sai voando com a super-ultra-mega-giga-power pedra que veio na minha direção-

Perdão por não ter postado!! Culpem a minha parte sentimental! Há cinco meses, eu comecei a namorar, só que não deu muito certo e nas férias eu terminei com ele... E também teve as minhas notas no começo do ano: eu tive a primeira nota vermelha em SEIS anos de escola. Ah! E não se esqueçam do blecaute.

Eu não matei ninguém lalalalalá e ainda fiz o Sai pedir para a Sakura sair com ele hohohó. Eu sou demais! xD Brincadeira gente

Capítulo dedicado à: L. A. Wentz, Liana, taliane, rgfbhdz rthb rf, _Bb_, Isabeely, Miuky, Paulinha, Yami-kanashii, Yume Nakagawa e Kazuhiro Aki.

Ah e que por sinal algumas pessoas esqueceram da tia aqui e não me deram mais reviews, assim eu para a fic... Vamos mobilizar todo mundo: Se eu não tiver um review de pelo menos quatro pessoas que liam a fic, eu paro ela de vez hein?!?

Obrigada pelas reviews!

"Atenção, o Ministério da Saúde adverte:
Deixar reviews ajuda a garantir a sanidade da ficwriter."

Beijos e até o próximo capítulo!
Ai no Yume no Tenshi