Capótulo 11 - Amor em Paris

Harry chegou a casa de Cedric naquela noite fria e turbulenta de começo de inverno. Havia acabado de sair da delegacia. Apertou na campainha e uma senhora lhe abriu a porta, a expressão tão devastada o quanto poderia.

- A Cho está? – Perguntou pesaroso, passando a mão pelos cabelos bagunçados.

- Sim, está lá na varanda. – Ela lhe indicou a varanda distante depois da sala de televisão.

Cho estava com uma calça de pijama normal e usava uma blusa duas vezes do seu tamanho. Engoliu em seco quando reconheceu a blusa vermelha do amigo. Ela estava esparramada em uma grande e acolchoada preguiçosa, um cigarro entre seus dedos finos e compridos. O vento da noite parecia não lhe incomodar e batia com violência em seus cabelos longos. Seu olhar estava opaco e em lugar algum e o sentimento de pena alcançou o peito de Harry com uma força quase humanamente incapaz de suportar, ao longe o choro de uma criança o abalou ainda mais...

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Gina leu os últimos materiais que Harry tinha a respeito da morte de Cedrico atentamente. Ele estava em sua mesa, ao telefone com algum de seus clientes. Ela guardou os papéis dentro da pasta marrom de couro e a pôs de lado da sua mesa. Os olhos dos dois se cruzaram e assim permaneceram até que Harry desligou o telefone.

- Finalmente?

- Finalmente! – Ela pousou a mão sobre a pasta e pensou um pouco. – Harry? O que você realmente planeja fazer?

- Eu preciso infiltrar alguém de confiança na equipe do Sr. Riddle. Preciso convencê-lo de que você é a melhor advogada que tenho e oferecer meus serviços. Este é meu plano A.

- Ok! Essa parte eu já sei. – Gina revirou os olhos e balançou a cabeça. – E se ele recusar, já pensou num plano B?

- Não exatamente, mas Sirius está tentando ao menos entrar nos sistemas de computação da empresa. Qualquer informação é bem vinda. – Ele suspirou e sorriu em seguida - Como está se sentindo. Afinal, amanhã iremos a França.

- Nem me fala! Mesmo que por motivos ruins, esse vai ser mais um sonho realizado.

- Que bom para mim. Assim você vai ficar me devendo vários pontos.

- O que quer dizer com isso?

- Bem... Gosto de pedir favores em retorno.

- Ah! – Gina fez-se de decepcionada. - E eu pensando que você não era um homem tão egoísta quanto os outros.

- Posso ser quando quero... – Ele deixou a frase em suspenso e lhe lançou um olhar safado dos pés a cabeça.

- Não faça isso, Harry! – Gina corou um pouco. – Não aqui.

- O quê? – Lançou a ela um olhar de desentendimento.

- Você sabe...

Alguém bateu com força na porta de Harry e mesmo antes que ele pudesse responder, Sirius entrou na sala feito um furacão, com um notebook na mão e a expressão tão surpresa e áspera. Fitaram-no fechar a porta com a chave. Quando virou-se deu um longo suspiro e olhou para Harry.

- Nem tive tempo de ligar, Harry. – Ele encaminhou-se até a mesa de Harry. – Fiquei tão surpreso que tive de mostrar isso a você imediatamente.

- O que aconteceu? – Gina perguntou, levantando-se de supetão da cadeira. Somente naquele momento Sirius deu-se conta de sua presença.

- Gina! Desculpe não ter falado com você, não havia ti visto aí.

- O que aconteceu, Sirius? – Harry perguntou preocupado.

- Lembra que você me pediu para tentar infiltrar alguém na segurança?

- Claro! Por quê? – Sirius ligou o notebook no momento que Gina chegava ao lado de Harry. – Você descobriu alguma coisa?

- Pode não ser nenhuma prova. Mas pode ser tudo.

Sirius pôs a senha em seu computador e esperou a área de trabalho carregar, depois abriu na pasta um arquivo de vídeo. Harry olhou atento enquanto carregava rapidamente. Era a filmagem de uma câmera de segurança e apesar de não estar em boa qualidade Harry e Gina ficaram surpresos ao reconhecerem Cedrico passar por uma grande recepção, porém antes de bater na porta ele para e fica com a cabeça encostada a mesma, e algum tempo depois, ele desencosta e quando vira-se bem de frente para a câmera, sua expressão parece estar em pânico, mas não se pode dizer com certeza devido a qualidade ruim da filmagem. Antes que o vídeo acabe, pode-se ver Tom Riddle aparecer a porta acompanhado de Peter Pettigrew, e os dois fitam Cedrico que acaba de entrar no elevador.

O vídeo se fecha e Harry continua estático em seu lugar, as suas íris estão largas. Gina passa a mão por seu ombro e o abraça, sentindo-o tenso. Na verdade, ela mesma sente uma inquietação por dentro. Sirius os encara com a expressão séria e suspira.

- Prestem atenção na data. 11 de junho de 2009, uma hora e vinte e três minutos antes de tudo acontecer. Percebam que o Cedrico escuta algo á porta e, apesar de ser uma imagem ruim, pode-se ver uma expressão preocupada na face dele. E antes que o elevador se feixe, Pedro Pettigrew e Tom Riddle saem da sala e o veem. – Sirius cruza os braços e olha atentamente para Harry. – E todos pensavam que Pettigrew só havia sido contratado depois da morte de Cedrico, o que deixa as coisas duvidosas.

- Eu não acredito que ele tenha deixado passar isso. – Harry falou abismado.

- Com certeza, foi uma falha imensa. – Ponderou Gina ao seu lado.

- Nem me falem. Quase não acreditei quando Simas me ligou dizendo isso.

- Ele era seu homem de confiança lá dentro?

- Sim. Eu pedi que ele desse uma checada na data só pra ter certeza e olha o que ele encontrou? – Sirius sentou-se espaçoso no sofá e sorriu. – Devo dizer que se ele realmente fez alguma coisa com Cedrico, foi uma falha terrível.

- Então... – Gina começou. - Supõe-se que Cedrico estava indo para uma conversa com o Sr. Riddle e antes de bater a porta ele escuta alguma coisa grave. Provavelmente a conversa entre o Pettigrew e o Riddle. E então, antes que ele possa sumir, os dois homens o veem entrando no elevador. – Os dois olham para Gina, cada um fazendo sua análise. – Então, se era uma coisa muito grande seria um motivo para mandar matá-lo. Mas o que foi que ele escutou?

- Ele ligou para mim, mas meu celular estava desligado. Só fui ver sua mensagem de voz muito depois de eu saber sobre o acidente. Por isso eu fiquei desconfiado. É muita coincidência. – Ele sentou-se na cadeira pesadamente e cruzou as mãos, olhando-as. – Naquela manhã Cedrico estava ótimo. Ele ligou para mim alguns minutos depois dessa filmagem e a sua voz estava abalada. – Harry ficou ereto na cadeira. – Não tem pra onde correr. Eu tenho certeza de que foi o Riddle que mandou matá-lo.

- São provas incontestáveis demais. – Confessou Sirius. – E no meu ramo já estou muito acostumado a coincidências, mas isto. É incontestável demais para mim.

- Também acho. – Suspirou Gina. – O que você vai fazer agora, Harry?

- Preciso achar um jeito de convencê-lo a falar.

- Tenho algumas ideias, mas isto seria muito arriscado.

- Que ideias? – Harry perguntou com interesse. – Qualquer coisa Sirius, por favor.

- Colocar aparelhos de escuta em seu escritório e no de Pedro. Ou talvez... Bem, posso pensar em outra coisa.

- A ideia da infiltração ainda é válida. – Falou Gina. – Caso eu conseguisse o emprego, seria mais fácil. Eu poderia passar informações sobre a rotina dele e da empresa.

- Essa é uma boa ideia. – Disse Sirius, passando a mão pela barba. – Mas seria arriscado demais. Afinal, estamos falando de um assassino. Você deveria ter muito cuidado.

- Mas ninguém vai se descuidar.

- Preciso pensar a respeito. – Declarou Harry. – Vamos a França e veremos o que acontece. Estou disposto a fazer muita coisa por isso.

- Nós também. Ah... Harry, antes que eu esqueça. A secretária de Riddle ligou para o hotel e para o aeroporto desmarcando a reserva e a viajem. Isso tudo hoje pela manhã. – Sirius pegou o seu notebook e o fechou. – Bem. Eu tenho hora marcada com o Dr. Peverell. Tenho que ir agora. O que vai fazer?

- Porra! – Harry bateu a mão na mesa com força. – Eu não acredito nisso. Ele nem remarcou?

- Nada. Só cancelou tudo, vi pela manhã.

- Obrigada Sirius. – Falou Gina, enquanto massageava os ombros de Harry. – Harry pensará a respeito.

- Tchau Sirius. – Falou Harry, os olhos se fechando devido ao contato das mãos de Gina com seus músculos tensos, suspirou. – Ah! Isso é bom. Se você já não fosse minha secretária particular lhe contrataria como minha massagista particular.

Gina sorriu de leve com a piada, mas pode sentir o tom preocupado em sua voz.

- Harry? – Gina escorou-se na mesa a sua frente e o olhou. – Eu ainda não perguntei, mas... Você já perguntou algo a Cho sobre o assassinato dele.

Harry abriu os olhos instantaneamente ao ouvir aquilo. Ele pareceu surpreso e pensativo.

- Ela foi interrogada milhares de vezes, Gina. – Sua voz saiu pesada. – Não quero envolver a Cho nisso, nem machucar antigas feridas.

- O que ela disse quando foi interrogada? –Insistiu novamente. – Ela deve ter dito alguma coisa pra você.

- Ela falou que se despediu dele com um beijo no começo do dia antes dele sair para o trabalho. E disse que depois disso ela não falou mais com ele o resto do dia.

- E você perguntou de novo? Ele ligou para você primeiro. Por que não pode ter ligado para ela?

- Gina. Se ele tivesse ligado e dito alguma coisa ela teria contado. Ela queria vingança tanto quanto eu.

- Você deveria perguntar a ela. – Disse Gina pensativa. – Só pra garantir.

- Vou tentar uma abordagem menos pesada com ela. Mas só depois.

- Tudo bem. E quanto a Paris?

- Ah... O que você acha? – Ele retirou os óculos e esfregou o rosto com exasperação. - Estou mesmo precisando de alguns dias longe daqui. O que me diz?

- Bem... Se você quiser. E já está tudo marcado mesmo. – Gina torcia por dentro para que ele fosse. Queria muito ir a Paris.

- Tudo bem, então vamos.

Gina o abraçou, mas rápido o soltou, voltando a sentar em sua cadeira e dar continuidade ao seu trabalho. Naquela noite Harry a levou para casa e foi com ela até o seu apartamento apenas para combinar mais algo sobre a viajem do dia seguinte.

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Gina já estava sentindo-se uma completa retardada por não conseguir fechar sua boca. Seu queixo havia aberto uns trinta centímetros desde que pisara fora do aeroporto já em solo Francês. Suas orbes quase saíram do rosto ao deparar-se, mesmo que de longe, com a torre Eiffel, perfeita e glamourosa em todas as suas luzes penetrantes. Haviam pegado 6 horas de viagem e haviam chegado quase doze horas da noite.

Harry ao se lado parecia tão tranquilo, e parecia encaixar-se naquele país luxuoso muito mais do que ela, já que sustentava aquele sorriso tranquilo e zombador nos lábios. Ele tinha a expressão serena enquanto saia do carro e a esperava para poderem entrar no hotel crillon. Só a fachada do prédio já a estava intimidando.

Rapidamente o manobrista surgiu assim como o carregador de malas. Os dois deram as mãos e Harry lhe sorriu assim que passaram pela porta giratória, adentrando no imenso hall branco e indo ao balcão da recepção. Gina suspirou. Tudo estava tão lindo ali.

Ela usava um vestido de tecido azul marinho, um colar de ouro e um par de brincos que sua mão lhe dera em seu aniversário de 20 anos, e salto alto preto. Estava usando o cabelo vermelho amarrado em coque e usava os óculos de leitura. Queria chegar com uma aparência de rosa inglesa chique e inteligente, além do mais, estava na companhia de Harry que usava um sobretudo preto de botões transpassados por cima de uma blusa social e calça jeans preta com aqueles sapatos sociais que brilhavam. Os cabelos revoltos dele, junto do seu belo par de olhos esmeraldas por trás das lentes do óculos fez Gina quase babar.

Não sabia dizer exatamente o que a fazia sentir-se assim. Quando o observou preencher os cadastros em sua postura séria e sensual, talvez, a sua animação por conta de estar em Paris a estava deixando com uma excitação que nunca sentira antes. Tinha a certeza de que se Harry insistisse em fazer amor com ela, certamente ela não o dispensaria e se entregaria a ele como já estava querendo a algum tempo.

- Vamos? – Harry sussurrou em sua orelha quando ela virou-se para contemplar o recinto. Ela arrepiou-se toda e sorriu, passando o braço pelo dele.

- Sim.

Quando entraram no elevador, ele a abraçou e sorriu.

- O que está achando de tudo?

- Eu nem sei o que dizer, Harry. É um sonho e eu sei que nem vi um par de coisas ainda.

- Se não fosse tão tarde eu a levaria em um tour por Paris, mas nem preparei nada.

- Não se preocupe com isso. – Gina estava com um magnetismo irrefreável por Harry, por isso passou as mãos pelos cabelos dele e o beijou com ardor. – Já está ótimo.

- É? – Ele a olhou sério e passou a mão pela sua face. – Não me olhe assim Gina Weasley ou...

Gina sorriu e beijou-o mais uma vez, sentindo a língua macia acariciar a sua com sensualidade.

- Ou o quê? – Provocou-o.

- Você não vai querer saber. – Harry fechou os olhos e a beijou com brutalidade. – Prometi que não lhe apressaria a nada, não é?

- Ah! Que pena. – Exclamou ela, soltando-se dele que a olhou confuso. – Logo hoje que eu estava pensando em algumas coisas mais... vergonhosas.

- O quê? – Harry perguntou surpreso e chocado, e quando Gina o olhou, seu pescoço estava quase vermelho e suas maçãs do rosto também. Gina sorriu internamente. Havia feito Harry corar. – O que quer dizer com isso?

- Vai dizer que não entendeu? – Ela levantou a sobrancelha e virou o rosto para o lado, sorrindo.

Neste instante o elevador parou e as portas de vidro se abriram para o andar amplo e chique da suíte. Gina olhou ao redor, ainda dentro do elevador, e observou a grandeza do corredor. Ah! Como seria o quarto então...? Harry moveu-se para fora, estendendo a mão para ela e puxando-a para si com força.

- Oh, Gina Weasley! – Ele a colocou nos braços e ela sorriu surpresa. – Você está sensualmente fatal com esses óculos. – Harry começou a andar em direção a porta do quarto deles e sussurrou em seu ouvido ao mesmo tempo. – Eu quero amar você até perder as forças.

Gina arrepiou-se e deleitou-se com aquele tom sensual e sem vergonha dele. Algo dentro dela despertou e a dor do desejo lhe atravessou como um relâmpago, forte e preciso. Ela beijou Harry com ardor, enroscando sua língua na dele e abraçando-o pelo pescoço, entrelaçando os dedos aos cabelos dele. Gemeu de infelicidade quando ele teve de separar-lhes para abrir a porta.

Mal se encontraram a sós no quarto fechado e começaram a se agarrar com selvageria. Gina o abraçou pelo pescoço, beijando-o novamente enquanto a imprensava contra a parede e a fazia rodear seu quadril com aquelas pernas brancas, macias e esguias. Enquanto se beijavam, Harry levou a mão até as coxas de Gina, totalmente descobertas devido ao vestido que levantara e fazia os movimentos sexuais contra seu quadril, deixando-a louca e insaciável.

Gina queria muito despir-se a si e Harry, mas no momento tudo o que mais queria era Harry pulsante dentro de si, e com esse pensamento levou aos mãos até seu sexo e começou a acariciá-lo por cima da calça. Harry gemeu com aquilo e deu mais uma investida de quadril contra ela, que sorriu convencida.

De repente, Harry a colocou de pé e rapidamente tirou sua calcinha abaixando-se para fazer isso e quando jogou a peça para um lugar qualquer, rapidamente deslizou as mãos pelas pernas dela e subiu seu vestido, até tirá-lo totalmente por cima. Gina sorriu, ainda bem que colocara um vestido folgado que não colasse na pele.

Harry ofegou de prazer ao ver que ela não usava sutiã, e levou a boca faminta de encontro a eles, lambendo-os e chupando-os até que ficassem levemente doloridos, mas Gina não ligava, na verdade, achava que seus gemidos pudessem ser ouvidos do corredor e não verdadeiramente se preocupou com isso, a única coisa que importava era Harry ali, lhe dando prazer como nunca nenhum outro fizera.

Quando sentiu-se minimamente satisfeito com o desejo pelos seios quentes e deliciosos dela, começou a retirar o sobretudo e jogou-o ao seus pés, para logo depois abrir o cinto, e o botão e descer o zíper da calça, deixando-a cair também aos seus pés com sua cueca Box cinza da Calvin Klein. Sorriu pretensioso quando viu o olhar de satisfação que Gina lançava para sua ereção, e mais ainda quando a sentiu envolvê-lo com aquelas mãos quentes e firmes e fazer pequenos movimentos.

Mas não a deixou continuar por muito tempo, se não sabia que logo explodiria, e quando isso acontecesse queria estar inteiramente dentro dela, fazendo-a delirar junto dele. Gina o puxou para si e subiu uma de suas pernas pelo quadril dele, lhe passando uma mensagem mais clara, não aguentava mais, queria-o, e ele a estava torturando. No entanto, apesar de também estar quase louco para estar dentro dela, queria livrar-se daquelas roupas e ficar pele a pele com ela.

Ele a ergueu de frente para si novamente, fazendo com que suas intimidades se chocassem, ambos gemeram. Harry caminhou com ela ás cegas até a cama e a depositou com cuidado, retirando sua blusa correu até sua calça, pegou-a e correu de volta para cama. Tremendo com ela embaixo de si, procurava com exasperação a camisinhas em um dos seus bolsos. Encontrou-as finalmente e jogou a carteira e calça ao chão, queria apenas Gina sobre aqueles lençóis brancos e macios.

Gina o observou sofregamente com a camisinha na mão e mordeu o lábio com expectativa, mas antes que ele rasgasse o pacote e o colocasse sobre si, assim como pensava que ele faria, ele deitou-se por cima dela e sussurrou:

- Tem certeza disso? – Gina podia ouvir o esforço tremendo em sua voz, ao fazer aquela pergunta e sorriu, respondendo com igual esforço.

- Com todo o meu desejo, Harry. – Ela arranhou as costas dele, e beijou seu pescoço. Ele praticamente grunhiu e movimentou-se sobre ela com força, mas sem penetra-la, ambos gemeram.

Em menos de dez segundos Harry colocara a camisinha e voltava a acomodar-se entre as coxas macias e deliciosas dela. Gina sorriu e gemeu profundamente quando o sentiu duro a lhe penetrar com força e total virilidade. Ele também gemeu, e não esperou nenhum segundo após estar dentro dela para se movimentar com força.

A cama sacudia com os movimentos, vai e vem, vai e vem... Gina arranhava as costas de Harry e gemia seu nome no ouvido dele, fazendo-o querer mais e mais. Ele movia-se com força contra ela, sugava seus seios, apertava suas nádegas de encontro a si, e lhe chupava o pescoço com força, sempre gemendo ou dizendo seu nome.

- Ah, Gina... Você é gostosa demais... – Aquilo teve efeito forte sobre ela, que deliciou-se mais ainda. Sua língua clamou pela dele.

- Você também... é... gostoso... – Ela lhe deu um beijo molhado e intenso.

Gina fechou os olhos e se pôs a sentir cada investida maravilhosamente intensa que Harry lhe dava. Seu baixo ventre contraia-se com o desejo intenso. Em certo momento, Harry puxou-a para cima de si. Ele ficou deitado e pegou com vontade em suas nádegas, fazendo com que os movimentos dela contra ele fossem mais intensos. Gina tinha passado os braços ao lado do pescoço dele e o cavalgava firmemente.

Os dois ficaram assim por mais algum tempo, Harry sentou-se e começou a sugar os seios dela e a tocar na sua intimidade quando percebeu que iria explodir a qualquer momento. Gina ofegava e gemia rouca de prazer, deliciada com todas as carícias e movimentos dele. Já estava chegando ao clímax quando ele levou a mão até seu sexo e a acariciou.

Pendendo a cabeça para trás, enquanto o sentia lamber seus seios intumescidos, finalmente gozou com uma intensidade que nunca sentira antes na vida e com nenhum outro homem. Ela quase gritou roucamente se tivesse forças para isso. Harry continuou a movimentar o quadril dela contra o seu com mais força e logo também gritava seu nome, culminando no prazer até a última gota.

Ele pendeu seu peso para trás, enquanto Gina caia sem forças sobre seu peito. Ambos estavam suados e ofegantes. Harry passou os braços pela cintura dela e ficaram por muito tempo assim, ainda intimamente conectados, até que tivesse algum resquício de força para se mexerem novamente.

Depois de algum tempo, Gina sorriu em seu peito. Harry, feliz como estava, também a acompanhou sem saber direito do que ela ria.

- O que foi? – Perguntou sem olhá-la.

- Eu sabia que seria bom. – Ela debruçou-se sobre ele, seu cabelo caindo como uma cascata sobre seu rosto. – Mas não imaginei que seria tanto.

Harry sorriu com aquilo e a beijou lentamente.

- É. – Concordou ele. – Nunca duvide da minha capacidade. – Ambos riram. – Nem da sua imaginação ao pensar em coisas vergonhosas.

Gina riu ainda mais com essa e enterrou o rosto em seu peito másculo, com alguns fios de cabelo macios. Ela o abraçou e beijou aquela região, fazendo-o reacender-se.

- Você quer me matar, não é? – Perguntou ele.

- De novo? – Perguntou Gina surpresa. Não esperava que ele se recuperasse logo do ato de amor.

- Você não quer? – Perguntou matreiro.

Gina sorriu e segurou seu membro entre as mãos, lambendo o seu pescoço.

- O que você acha...?

E assim eles passaram a noite quase inteira. Só dormiram quando não conseguiram mais se mover no colchão. Gina dormiu sobre o peito de Harry... As pernas entrelaçadas, abraçando-o pela cintura. Aquela com certeza fora uma noite mais que memorável para ela.


N/A: ALELUIA! ? Tem alguém aí?

Finalmente outro capítulo, curtinho, mas escrito com carinho. Desculpem a demora.

Gostaria de agradecer a todas as reviews e a todos que favoritaram a história.

Me digam o que estão achando, e repito: Eu sei que demoro, mas não vou desistir da fic.

bjs!