O PIOR ENCONTRO, O MELHOR
Disclaimer: A história pertence a Mariale Sparkies que me deu a permissão de traduzir. Os personagens pertencem a Stephenie Meyer.
Sinopse: Edward Cullen é um mulherengo que se dedica a dar os piores encontro as mulheres. Um dia, seu melhor amigo o contrata. Mas o que vai acontecer quando ele começar a sentir algo por sua vítima.
Capitulo 11 – Vamos lá, Pró Edward
— Não posso acreditar. Jasper vai ver – bufou Alice, a qual caminhava de um lado para outro em frente ao sofá, onde eu me encontrava sentada, ainda com o vestido.
— Não se preocupe Al. Provavelmente não sabia que Ben era um fracasso com as mulheres. Mas que fracasso é! – Eu terminei com uma risada.
— Esqueça o mosquito. Já decidiu o que vai fazer com Edward? Realmente me pareceu tão bonito o que você disse! – Gritou com um sorriso. Eu levantei uma sobrancelha.
— Depois de quase quebrar a cara dele na porta do apartamento, agora me diz que 'pareceu tão bonito'? – perguntei levantando a voz, incrédula, e fazendo aspas no ar.
— Me parece bonito o que você disse, não significa que recomendaria que você tivesse um relacionamento com ele. – concluíu Alice com uma sobrancelha levantada. Eu suspirei.
— Eu acho que é melhor esquecê-lo… Quero dizer, ainda tem este trabalho desprezível. – Eu disse, com toda a dor do mundo. Odiava admitir, mas era verdade. Era melhor esquecer dele… embora me fosse impossível.
Alice assentiu.
— Não se preocupe Bella. Logo você vai encontrar o cara ideal. Embora este estivesse muito perto. – ela respondeu com uma risadinha. Eu revirei os olhos e, em seguida, sai e fui para meu quarto.
O maldito lado Anti-Edward estava ganhando. Tinha mais pontos a seu favor. Por mais que Edward fosse agradável, sensual e cativante, continuava sendo Cullen, que destrói as mulheres. O abominável homem dos encontros. E eu duvido que isso vá mudar.
Adormeci com estes pensamentos, e até acho que tive pesadelos.
I've had a little bit too much, much
All of the people start to rush, start to rush by
A dizzy twisted dance, can't find my drink, oh man
Where are my keys? I lost my phone, phone
Eu acordei com uma música irritante do meu ouvido. Abri os olhos pesadamente para encontrar meu telefone tocar no criado-mudo. De onde diabos saiu essa música? Ah, claro Alice. Obviamente. Eu não sei quem tem essa garota para mudar a música do meu despertador, uma e outra vez.
Suspirei lentamente. Hoje seria um dia longo e chato.
Era segunda-feira, assim que eu deveria ficar em casa a escrever. Atualmente o meu primeiro livro estava tendo muito êxito, então eu decidi fazer uma sequência. Agora eu estou trabalhando nisso, apesar de alguns inconvenientes (Começa com "E" e termina com 'D'), eu não poderia escrever muito ultimamente.
Eu preguiçosamente levantei da cama para ir ao banheiro e tomar banho.
Após meia hora, eu sai desse e fui para a cozinha. Ia preparar o café da manhã quando a campainha tocou.
Eu fiz uma careta, confusa. Quem viria à minha casa, segunda-feira, às dez horas da manhã? Jasper, obviamente, não é, ele sabe que Alice esta trabalhando. Nesse, um nome surgiu na minha cabeça e soltou um suspiro.
E se fosse… Jacob?
Oh Deus.
Eu não quero vê-lo!
Hesitante, eu me aproximei da porta na ponta dos pés. Infelizmente, não havia um maldito olho mágico na porta, assim que você deve abrir ou perguntar.
— Sim? – Eu tentei simular uma voz sonolenta.
— Senhorita Swan? – Oh, não.
Ele não poderia estar aqui. Simplesmente não podia.
— Eu tenho uma entrega para você, Senhorita Swan. – Disse a voz aveludada, com um tom de zombaria. Surpresa, eu abri alguns centímetros da porta, para que visse somente o meu rosto.
Ali estava Ewdard, com um pequeno sorriso, tão bonito como sempre, e com um cartão em sua mão. Eu fiz uma careta.
— O que você quer? – Eu perguntei confusa.
— Eu disse a você. Tenho uma entrega especial. – ele falou com o tom formal, levantando as mãos, onde tinha o envelope. Hesitante, abri mais a porta e com um olhar confuso, peguei o envelope da mão dele. Sem querer, meus dedos encontraram os seus e senti um leve formigamento. Eu puxei minha mão rapidamente.
O envelope, dizia 'Bella Swan' na frente, com uma letra incrivelmente sofisticada, e quando abri e tirou o papel de dentro, com certeza a minha cara devia ser indescritível, que Edward começou a rir.
Era uma foto. Uma foto de uma xícara de café. Abaixo, da foto tinha uma frase que dizia "Você tomaria um café comigo?"
Mas o que?
— Por favor, Bella. Conceda-me uma pequena saída a Starbucks, nesse mesmo momento – suplicou, fazendo um leve biquinho. Devo admitir que estava adorável, mas a surpresa e a confusão era tal que somente pude arquear uma sobrancelha.
Neguei com a cabeça.
— Você está mal da cabeça, Edward? Não… acho que não. E, além disso, tenho trabalho a fazer. – Eu disse, amaldiçoando-me mentalmente para rejeitar tão lindo convite.
Ele é o Cullen, Cullen, repetia uma e outra vez uma voz pequena em minha cabeça, em favor do anti-Edward.
— Bella, eu não estou pedindo para você ser minha namorada ou coisa parecida. Apenas uma xícara de café na Starbucks. Nós conversamos por um tempo, e depois a trago para sua casa. Nada mais. Apenas isso. Por favor. – ele pediu, olhando sério.
Tem razão. Que mal teria em uma pequena saída de apenas alguns minutos? Não é um encontro, apenas uma saída para um café. Finalmente, ele ergueu a voz de Pró Edward.
— Hm… bem, tudo bem. Eu acho. Mas só um café e me traga para minha casa. – Eu concordei. O sorriso de Edward foi tão brilhante e os olhos iluminaram de tal forma que não pude evitar sorrir também.
— Deixe-me pegar as minhas chaves e minha bolsa, já venho – Eu respondi, e caminhei até a casa, peguei minha bolsa e as chaves do apartamento, retornando para a porta.
Enquanto a fechava, não tinha idéia do que havia feito Edward rir tanto. No caminho para o elevador o garoto não deixava de soltar risinhos de vez em quando. Quando apertei o botão do elevador, estourei.
— O que há de tão engraçado? – gritei.
Ele apenas me olhou de cima e para baixo.
— Eu gosto da sua vestimenta. – depois se desdobrou em riso.
Eu corei furiosamente. Eu estava de pijama! E não qualquer, se não dos ursinhos carinhosos. Genial. Mais distraída eu não podia ser.
— Pare de rir! Eu disse, furiosa. Mas eu logo ri com ele. Devo admitir, a situação era muito engraçada. Entrei na minha casa, ainda rindo com Edward, enquanto ele estava atrás de mim. Virei para ele, quando Edward fechou a porta.
— Hum, fique à vontade. Você pode sentar no sofá, eu vou estar pronto em minutos. – eu disse um pouco nervosa. Foi a primeira vez que um cara alem de Jasper veio ao nosso apartamento.
Edward sorriu com simpatia e acenou com a cabeça, antes de voltar para o sofá e espalha-se nele.
— Argh! – gritei frustrada, removendo do meu corpo do terceiro conjunto que eu provava. Não sei porque tinha essa obsessão de estar bem. Nunca havia me preocupado pela forma em que me visse, e só procurava vestir-me bem quando Alice estava presente.
Acho que é por Edward… mas nunca iria admitir isso em voz alta. Nunca.
No final, me rendi por uma jaqueta Hollister, jeans desgastado e tênis esportivo. Desde que, estava indo apenas para uma lanchonete. Como toque final eu tinha um rabo de cavalo alto, em seguida, inspire e expire profundamente, eu deixei o meu quarto.
Quando atravessei o corredor e eu tinha a visão completa da sala de estar, meu coração pulou uma batida.
Edward estava parado na frente do sofá, mas ele estava virado para mim, de costas, e estava inclinado. Eu tinha uma visão perfeita do seu…
Espere… por que está agachado?
Naquele momento Edward sentou-se e vi que tinha um controle preto na sua mão. Claro. O controle da TV. Ele virou para mim e sorriu torto.
— Caiu debaixo do móvel – explicou, segurando o controle para que eu visse. Concordei, sentindo meu rosto ficar quente, e depois de Edward desligou a TV, nós dirigimos para a porta.
Quando entrei em seu carro, não pude deixar de lembrar o que tinha acontecido na última vez que eu tinha montado na Volvo. Voltei a corar.
— Eu também não posso evitar lembrar – disse Edward, enquanto ligava o carro. Como percebeu? Talvez seja verdade o que minha mãe diz que Renée disse sobre eu ser um livro aberto.
Fiquei surpresa quando Edward ligou o som, e em vez do som de rap explícito como da última vez, soava música clássica. Que diabos? Olhei para ele interrogativamente. Ele apenas riu um pouco.
— Eu sabia que você ficaria surpresa. Hip hop é apenas uma parte do meu trabalho. Não de mim. Este é o meu estilo. – Ele disse, e me olhou pelo canto do olho, provavelmente pensando que eu achava que ele era um fenômeno. Muito pelo contrário.
— Eu também gosto desta música. É relaxante. – Murmurei para o acalmar, observando a paisagem através da janela do passageiro.
Após cerca de cinco minutos, chegamos ao local de tamanho médio de cor cinza e verde com letras ressaltantes da cafeteria.
Edward estacionou em frente do local. Parecia um pouco hesitante e pensativo antes de sair do carro, olhando em direção a qualquer ponto em particular. Após alguns segundos de seu transe se virou para mim a sorriu e deixou o Volvo rapidamente para abrir a porta.
Isso foi uma grande surpresa para mim. O que eu menos esperava de Cullen era que fosse abrir a porta. E o mais estranho de tudo, parecia tão natural para ele… não como Jacob.
Olhei para ele com olhos bem abertos, e ele simplesmente encolheu os ombros, a mão na maçaneta da porta do passageiro. Com um suspiro, sai do carro e me dirigiu ao local.
Edward e eu caminhamos em direção ao caixa. Eu pedi o que acostumava comprar, um Caffé Mocha, e fiquei surpresa que Edward pediu a mesma coisa. Será que estava fazendo isso de propósito? Olhei para ele franzindo o cenho.
— Hey, eu não tinha idéia que você gostava da mesma coisa que eu. Se você perguntar a Jenny, sempre pedir ao Caffe Mocha. – explicou brincando, apontando para a menina na caixa. Após alguns segundos, a menina deu-nos as nossas bebidas quentes, e fomos a uma das mesas que estavam ao lado da janela.
Edward e eu começamos a falar sobre qualquer coisa. Ele começou a perguntar sobre alguns aspectos da minha vida, e eu dizia tudo o que ele queria saber. Sobre que eu vivi em Seattle toda a minha infância e adolescência, e depois da faculdade eu me mudei para Chicago com Alice.
Sempre encontrava algo engraçado em algo que eu dissesse, então eu não conseguia parar de sorrir em nenhum momento. As bochechas estavam começando a doer.
Eu também lhe perguntei sobre ele, e ele respondeu às minhas perguntas médias. Ele só me disse que deixou a Universidade de Chicago a meados do ano. Eu sentia que havia algo que ele não estava dizendo, mas estava bem. Certamente era uma coisa particular, e eu não era sua melhor amiga que devia confiar para dizer. Por acaso tinha a ver com sua reação ao meu apartamento? As palavras que ainda assombravam os meus pensamentos. "Não é de se admirar que faz isso, nenhuma mulher te queria!". E se o enganaram? Se ele se apaixonou e não corresponderam?, Não tinha idéia, a curiosidade estava me matando, mas não era o momento de perguntar sobre isso. Como eu disse, não tenho a confiança para confessar.
Por último, algo curioso aconteceu quando Edward me contou que tinha um irmão mais velho, chamado Emmett. O nome me soou estranhamente familiar, mas mais do que a registrava na minha memória, não conseguia me lembrar onde tinha ouvido. Depois de falar um pouco sobre isso, Edward me disse que Emmett foi para a faculdade, em Seattle, como eu. Não no mesmo ano, mas que foi suficiente para concluir que talvez você já ouvi falar lá. Eu esqueci que imediatamente. Não tinha importância.
A pequena saída sem dúvida foi cem vezes melhor do que o meu encontro com Cheney. Edward acabou por ser um cara legal, charmoso, sem qualquer vestígio do charmoso e arrogante Edward que eu conheci antes. Este aspecto oculto de Edward era certamente muito melhor do que a de Cullen.
Edward estava contando algumas de suas experiências bem-humoradas como uma criança, eu observei o relógio na cafeteria que era uma da tarde. Meu Deus! Nos passamos três horas conversando?
— Edward! Olha as horas! Devemos sair agora. – ao dizer isso vi como abaixava olhar para o seu relógio de pulso e com o rosto contorcido, também surpreso com a rapidez que o tempo tinha passado. Ele virou para mim com um sorriso.
— Eu acho que nós estávamos nos divertindo muito para notar. – Ele comentou. Corei.
Suspirei, preparando-me para dizer-lhe que me levasse pra casa, mas ele me parou. Ele colocou a mão na minha, em cima da mesa cor de creme.
— Bella nos saímos muito bem nessa… saída – sorriu – e gostaria que aceitasse sair comigo em um encontro de verdade.
Eu tinha vontade de fazê-lo! Mas não. Eu não podia. Eu balancei a cabeça, incapaz de falar. Ele olhou para mim com os olhos feridos.
— Por que não Bella? Por acaso não se divertiu? – perguntou confuso. Voltei a suspirar.
— Você sabe muito bem por que Cullen – enfatizei a última palavra, incapaz de olhar em seus olhos. Ouvi como ele exalou pesadamente.
— Está bem Bella. O que seja por você – exclamou firmemente. O que? O olhei desconcertada.
— Se eu precisar parar de ser Cullen com você, eu vou. Proponho algo… saia comigo, e deixo o meu emprego… pelo menos por um mês. – Ele ofereceu, e eu estava em choque.
— Mas… Edward… E como você vai ganhar dinheiro? – Eu perguntei, ainda paralisada.
— Não é para me gabar, mas… herdei metade da propriedade dos meus avós, e eles não eram o que dizem muito pobres. Então, tecnicamente não preciso trabalhar para viver. Só faço isso por… fazer alguma coisa. – Como se fosse possível, eu estava em choque mais do que já estava.
— Todos os habitantes masculinos de Chcago me conhecem Bella – continuou. – Eu não posso parar meu trabalho assim. Além de que, até recentemente, era muito engraçado para mim. Mas posso paralisar por algumas semanas. Então o que você diz, Bella? Eu não posso negar que eu gosto de você. E eu desejo que eu tenha um encontro comigo. – Ele sorriu largamente, e sentiu a batida do meu coração acelerar imediatamente.
Anti-Edward estava desesperadamente à procura de algo negativo neste novo lado de Edward. E, infelizmente, ele encontrou algo.
— E o Jacob? O que você vai fazer com seu melhor amigo? – Eu perguntei.
Ele parecia se lembrar desse pequeno problema, como se ele tivesse esquecido que existia. Parecia ter uma batalha interna, e finalmente abriu a boca para falar.
— É apenas um encontro, Bella… Nós não estamos em um relacionamento. Então não há problema. – Ele sorriu torto, e naquele momento, eu sabia que o Pró Edward estava ganhando a batalha. Para isso… era apenas uma nomeação. Nada mais. E assim seria.
