Aqui estou eu, com o capítulo 12! solta fogos Sim, eu demorei novamente. Perdão, mas vocês já sabem como a tia aqui é atrasada, não é? Enfim, a fanfic está acabando! Sim, my lovers, provavelmente este aqui é o penúltimo capítulo, está, enfim, terminando.

Para alegria de alguns e infelicidade de outros, este é o 12º capítulo, oferecido pela fic-writter preguiçosa Sango-Web. Aproveitem!

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Cap.12.: O baile formal

A menina de cabelos castanhos olhou para os lados nervosamente, os olhos trêmulos e desconfiados, como quem fazia algo errado. Passou os dedos sobre o tecido azul e macio do vestido que usava, enquanto enrolava uma mecha de cabelo num dos dedos, sentindo-se deslocada por estar prestes a entrar pelo portão de ouro maciço do palácio em que, durante toda a sua função como empregada, nunca havia sequer tocado.

Rin soltou um suspiro culposo, por estar se prestando àquele papel. Não era nobre, não era convidada e, apesar das adversidades, descumpria regras e quebrava os tabus de sua própria mente.

-Eu não devia estar aqui. – gemeu, arrependida, enquanto seus olhos castanhos observavam os pés descalços, que felizmente haviam sido cobertos pelo vestido, um pouco comprido para a sua baixa estatura, que não chegava aos 160 centímetros.

Inspirou profundamente, sentindo o suave cheiro de pinheiros e orvalho adentrar suas narinas. Não podia desistir agora, depois de Sesshoumaru haver-lhe dado um traje fino como aqueles, de ter feito Kikyou – que se revelara uma boa companhia – arrumar-lhe os cabelos desajeitados e ressecados que uma nobre nunca teria e, para completar, havia pegado escondido o extrato natural de ervas que sua companheira de quarto, Kanna, usava como maquiagem.

-Não tem volta agora! – exclamou baixo, para que apenas ela pudesse ouvir, enquanto endireitava a postura e erguia o queixo, os olhos semicerrados, tentando passar a idéia de que qualquer um que não fosse como si, era escória. "Como uma dama esnobe e rica faria", de acordo com o conselho de Kikyou.

Porém, ao chegar ao topo da escadaria onde se apresentava um senhor de bigodes longos e brancos, vestido com as roupas da comissão real de recepção, sentiu as pernas tremerem.

O homem parou seu olhar em Rin e analisou-a da cabeça aos pés, fazendo um som de quem estava satisfeito.

-Qual o nome da dama? – ele inquiriu, voltando seu olhar ao pergaminho amarelo entre as mãos, girando a pena entre os dedos.

-Meu nome? – ela repetiu, sorrindo nervosa.

O recepcionista arqueou as sobrancelhas, passando os dedos no bigode branco, reconhecendo a resposta como a insegurança de alguém que tentava entrar de penetra no baile.

-Sim, seu nome, senhorita. – ele repetiu, observando os olhos assustados da jovem, que sumiam momentaneamente por entre as pálpebras que batiam rápido, como um tique nervoso. Ele pigarreou, chamando a atenção de Rin, que piscava rapidamente.

-Sabe, meu nome... hn... Bem, é uma história engraçada. – ela disse, como se ainda houvesse alguma esperança.

-Mesmo? Pois eu acho que a senhorita não está na lista de convidados. – disse, simplesmente, observando os nobres atrás de Rin que ainda não haviam entrado no palácio, curiosos com a demora de suas excelentíssimas existências no antro real.

Rin suspirou, sabendo que não havia desculpa alguma para a sua evidente mentira e seu disfarce. Não havia pensado que haveria lista de convidados.

"É tudo culpa do Sesshoumaru-sama!". – pensou, engolindo em seco, enquanto ouvia o senhor bigodudo dizer-lhe para sair do caminho e colaborar com o seu trabalho.

-Senhorita, está me ouvindo? – o homem disse, impaciente, vendo que Rin não dava atenção ao que ele dizia. – Vá embora, você não é bem-vinda aqui.- concluiu, autoritário, apontando com seu dedo gordinho para escada abaixo.

-Sou eu quem decide isso.

-Sesshoumaru-sama? – o homem gritou, assustado, com a repentina aparição. – Mas... O que está dizendo? A garota não é convidada!

-Ela é a minha convidada, no baile de noivado do meu irmão, organizado pelo meu pai. – falou, com o típico ar glacial. – Acho que isso é o bastante.

-Eu... Sim senhor... – ele disse, acuado, enquanto baixava os olhos para sua lista amarela e recepcionava as outras pessoas.

Rin abriu e fechou a boca várias vezes. Ele pretendia fazer isso o tempo todo? Segurou um gritinho satisfeito e puxou de leve o vestido para cima, revelando os pés desnudos, pela falta de algum sapato. O recepcionista e os nobres atrás de si apenas olhavam, alternando de chocados para intrigados. Sesshoumaru observou-a de relance, parando o olhar nos pequenos pés que batiam de leve e insistentemente.

-Venha, Rin, não fique me olhando com essa cara de tonta. – o youkai disse, seguindo novamente para dentro do palácio.

-Como quiser, Sesshoumaru-sama. – concordou Rin, sorrindo desajeitada, enquanto alcançava seu mestre, que não se importava se estava correndo até ele com os pés descalços e calejados de uma serva.

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-Sango, eu não tenho certeza se quero mesmo fazer isso. – gemeu Kagome, descendo a escada em espiral que levava ao salão principal, como se estivesse indo à guerra.

-Besteira. – foi a única palavra da cigana que, ao contrário da amiga, demonstrava excitação e curiosidade.

-Você por acaso se importa comigo?!? Veja só, falou "besteira" sorrindo! – reclamou a morena, escandalizada, enquanto ajeitava uma mecha de cabelo que caiu sobre os olhos. Suspirou, em seguida. – Escute, Sango, se por acaso, você me vir caindo desacordada no meio do salão, com uma poça de sangue ao meu redor, é tudo simulação! Por isso, socorra-me prontamente, e me ajude a fugir, até chegarmos à fronteira!

-É... Certo, eu acho. – confirmou a jovem, não tendo ouvido sequer uma palavra, ocupada em procurar alguém com o olhar. – Vamos, vá dar umas voltas por aí, cumprimentar seus parentes. – disse, puxando a mão trêmula de Kagome até o último degrau. – Enquanto estiver ocupada, não precisará encontrar o InuYasha, certo?

Kagome sentiu-se empurrada até o centro do salão, caindo desajeitadamente sobre os próprios pés no frio chão de mármore. Odiou Sango desde aquele instante.

-Ah, não... – falou para si mesma, depois de ver que havia atraído a atenção de todos no salão. Ergueu-se rapidamente, acenando para todos sorrindo. – Estou bem, só tropecei, voltem a fazer o que faziam.

Foi o que decidiram fazer, voltando a dançar, conversar ou comer. Kagome olhou satisfeita para os lados e começou a andar em direção ao pai. Parou.

-Esperem! – falou, correndo de volta para o centro do salão e atraindo novamente o olhar dos convidados. – Mudança de planos. Venham cumprimentar-me. – todos se entreolharam confusos, como se perguntassem se aquilo era uma ordem.

E assim a morena sentiu-se bombardeada por palavras de congratulações e cumprimentos. Era agonizante ter que ouvir tantas vozes falarem ao mesmo tempo, tão próximas de seu ouvido, mas graças aquilo era impossível encontra-la em meio à massa de pessoas.

Suspirou aliviada, tendo evitado que o outro membro importante da festa lhe visse.

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-Veja, InuYasha, já é a quinta vez que ela despista você.

-Cale a boca, Miroku.

-Essa de agora foi esperta. Eu nunca pensei que ela tiraria seu irmão para dançar só para você não chegar perto.

-Quieto! – resmungou o hanyou, chutando a perna do amigo.

-Você é tão agressivo. – lamentou o rapaz, estreitando os olhos azuis. Bocejou, olhando-o diretamente nos olhos. – O que pretende fazer? Ela não parece disposta a conversar.

-Eu odeio as mulheres. – disse, apenas, com um ar inconformado.

-Me admiraria se gostasse.

-Dispenso seus comentários. – bufou InuYasha, observando Kagome e Sesshoumaru dançarem. – Ela não pode fugir a noite toda. –afirmou, convicto, mirando-a com os afiados olhos âmbar. –...Não é?

-Nunca subestime uma mulher, meu amigo. – falou Miroku, dando tapinhas de consolo no ombro do rapaz e começando a andar em direção as jovens moças, deixando o meio-youkai com aquela sua expressão pensativa e o cenho franzido, de quem tenta solucionar um mistério.

Suspirou, o amigo não tinha nenhum jeito com as mulheres. Desde pequenos, InuYasha nunca se dera bem com a raça feminina. E nem fazia questão de se entrosar.

"Fazer o quê? Nem todos nascem irresistíveis como eu!" – pensou, com aquele tolo ar de altivez, enquanto puxava habilmente uma rosa branca de um dos belos e adornados vasos de porcelana que se encontravam no salão, e rumava até o formigueiro de jovens que fofocavam.

-E então? – falou, instigado, curvando-se em direção a atraente donzela a sua frente, que o mirou com descrença. – A senhorita me concede a honra dessa dança? –sorriu, matreiro, estendendo-lhe a rosa.

Ela apenas sorriu, aceitando a flor e deixando-se guiar pelo ritmo da música e os movimentos experientes de Miroku.

Afinal, Sango não se recusaria a passar uns poucos instantes com ele.

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Rin olhou, interessada, para uma bandeja de petiscos sobre a mesa, engolindo em seco, procurando ocupar-se com qualquer coisa que não lhe exigisse socializar-se. Por mais que tentasse aparentar naturalidade – o que, obviamente, não estava conseguindo – ficava cada vez mais difícil fingir que era "um deles", já que se sentia como uma ratazana entre as serpentes. Procurou ostentar uma natureza que não lhe era familiar. Riqueza, luxo, altivez. Porém, só o que havia conseguido era atrair mais e mais olhares de reprovação para si.

E, agora, Sesshoumaru havia sido tirado para dançar pela senhorita Higurashi (o que achou um tanto engraçado, vale ressaltar), por isso, infelizmente, estava sozinha. E, conseqüentemente, mais nervosa.

-Nova por aqui? –ouviu a voz intensa perguntar, atrás de si, fazendo com que Rin se virasse rapidamente, no ímpeto.

Riu na garganta, num som agudo, a dona da voz. Abriu o leque que segurava num suave menear do pulso, posicionando-o em frente ao rosto. Os olhos rubros fitando-a com extrema inquietação, como quem poderia desvendar todos os segredos que a pequena servente escondia.

A moça observou-a da cabeça aos pés, com velada desconfiança, e não ousou abrir a boca para fazer perguntas, nem para responder a lady que lhe dirigira a palavra.

-Ora, por que esse olhar? – a mulher indagou, com malícia. – Sou Kagura. Condessa das terras do Leste.

Rin apenas piscou.

-De onde vem, menina? – perguntou, após um suspiro arrogante, devido à indiferença da garota ao dize-la o título que ocupava na sociedade. Novamente, não obteve resposta alguma. Insistiu. – Esse é um vestido muito elegante. Tenho certeza já tê-lo visto.

-... – e Rin apenas engoliu em seco, querendo escapar dali.

-Era da falecida mãe do primogênito dos Inutai. – falou, abanando de leve o leque, enquanto buscava Sesshoumaru com o olhar, sem sucesso. – Como o conseguiu...? – aproximou-se devagar, alcançando a orelha esquerda de Rin e sussurrando a ela. – Como o roubou, criada?

Rin não recuou, ainda atônita, mesmo após sentir a ponta do salto-agulha de um dos altos sapatos de Kagura pressionarem-se em um de seus pés descalços.

-Kagura, o que está fazendo?

-Sesshoumaru! – ela gritou, afastando-se rápido de Rin, curvando os lábios pintados de vermelho num sorriso. – Eu estava a sua procura.

-Hn. – foi o único som que proferiu, observando-a impassível, como uma fera que calcula a distância entre ele e sua presa. – Rin, o que eu falei antes, sobre não conversar com pessoas estranhas?

Kagura torceu o nariz, notando a ambigüidade da frase do youkai, insatisfeita.

-Desculpe-me. – ela disse, apenas, mesmo sabendo que não havia trocado sequer uma palavra com a mulher de cabelos negros. Sentiu-se ser puxada por ele, como quem diz que é para ficar longe da desconhecida.

-Quem é ela, Sesshoumaru? – perguntou, áspera. – O que ela faz com esse vestido?

-Isso não lhe diz interesse, Kagura. – respondeu, curto.

-Mas...! – ele virou-se para ela, com uma respiração carregada de impaciência.

– Ela é minha, mulher, é tudo de que precisa saber.

Observaram-se por longos cinco segundos.

E Rin continou com aquele ar embasbacado, de quem não acreditava no que ouvia.

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Um... Dois... Três...

Kagome contava mentalmente, inspirando o ar com força, preenchendo os pulmões de tal forma que sentia vontade de tossir. Estava nervosa, e muito. O coração parecia querer desprender-se do peito de angústia, tanto por temer olhar para InuYasha e ver os olhos claros embebidos de asco, quanto no momento em que seria envolta por arquejos chocados, no momento em que sabiamente recusaria a pena molhada de tinta preta, instrumento que oficializaria o compromisso que assumiria com o Inutai mais novo, ao rabiscar o nome no pergaminho.

Mas enganar seus sentimentos parecia tão errado...

-Kagome! – a voz áspera cortou seus ouvidos, assim como sua linha de pensamento. Teve alguns momentos para reagir, antes de puxar a barra do vestido e procurar o primeiro lugar escuro e inabitável que encontrasse do salão. Era InuYasha, e a garota não estava disposta a trocar mais que uma sílaba, com ele.

-Estou ocupada, agora! – diz, sorrindo e acenando para um alguém no fundo do salão, com ar de quem não tinha tempo para ele – Nos falamos mais tarde, sim?

Kagome girou nos calcanhares, soltando um suspiro carregado epronta para correr dali o mais depressa possível.

Talvez tivesse dado certo. Talvez, se o meio-youkai não tivesse agarrado-a pelos ombros e a empurrado contra a parede, fazendo com que as costas da moça se chocassem contra a superfície maciça com um baque silencioso.

Quatro... Cinco... Seis...

Ele estava bravo... E isso não parecia nada, nada bom.

-InuYasha! Eu já disse, estou ocup –

-Não se incomode. Acho que sua amiga imaginária pode esperar – cortou-a, pressionando-a pelos ombros de forma que não pudesse escapar dele.

Engoliu em seco, evitando olhar diretamente para o hanyou.

-Seja breve. Eu não tenho tempo a perder – falou ela, tentando sorrir afavelmente, o que só acabou por causar uma má impressão, já que o aperto das unhas longas aumentou em sua pele. – Pára com isso, está me machucando e...

-Passei a porcaria da noite inteira tentando ter uma conversa civilizada com você. – ele iniciou, num tom de voz arisco. – E como a boa garota mimada e estúpida que você é, ficou fugindo de todas as maneiras ridículas possíveis! Agora, eu te peguei, e vai ouvir tudo que eu tenho a dizer, sua pirralha irritante.

"Oh, parabéns" – Kagome pensou, semicerrando os olhos. – "Você acabou de usar metade do seu dicionário de insultos em mim. Que tal eu te dar uns tabefes e ficamos quites?" – elaborou prontamente a resposta mal-educada, abrindo a boca para cuspi-las da forma mais "não tente me subjugar, seu sem-moral".

-Não me importa que diga que "está num momento delicado", ou que está com toda aquela babaquice de garotinha apaixonada que se declara e depois vai embora correndo, sem nem se importar com alguma resposta – InuYasha não parecia disposto a deixa-la dar um pio, por isso prosseguiu com o que dizia. – Se disse tudo aquilo, para depois não querer me encarar e ouvir o que eu penso a respeito, nem deveria ter falado nada.

-InuYasha...

Ela não queria ouvir.

-Não, cale a boca, Kagome. – falou, aproximando-se dela até sentir a respiração morna e violenta da garota chocar-se contra seu rosto, num ritmo nervoso. – O que estou querendo dizer é...

E agora, damas e cavalheiros, sem mais delongas, daremos início ao ápice da festa pelo qual estamos reunidos aqui, hoje!

Sete... Oito... Nove... Dez.

E, tão de repente quanto um raio, todos pareciam adivinhar onde Kagome e InuYasha estavam, todas as cabeças se voltando para eles. A música que tocava no salão se extinguiu, em respeito à ocasião.

InuYasha largou-a, à contragosto, olhando para o pai da noiva e o seu próprio postarem-se lado a lado, diante do pergaminho longo e acastanhado que um servo havia disposto sobre um suporte, em cima de um pedestal.

"Com este documento, damos início a uma Era de novos momentos. Não um simples tratado de trégua, ou um infame acordo selado com palavras sem valor. Hoje, o que unimos aqui, são dois mundos que nada tem de diferentes...".

Enquanto o rei Higurashi lia o extenso pergaminho para todos os convidados ouvirem, Kagome apenas rezava silenciosamente, pedindo para que os Deuses lhe dessem forças a estragar todo um novo mundo que poderia vir. Estava tão compenetrada em sua reza, que não havia se dado conta de que seu progenitor falava em alto e bom som seu nome e o do rapaz ao seu lado.

-Hoje, Higurashi Kagome, do reino ningen – ele chamou-a com a mão, um sorriso ameno despontando em sua face. – Irá unir-se a Inutai InuYasha, do reino youkai.- e chamou-o com a outra mão.

Os dois, mecanicamente, seguiram até seus pais, que prontamente abriram espaço para eles ficarem frente a frente com o pergaminho – que constava dois espaços para que escrevessem seus nomes – e uma pena postada languidamente dentro do tinteiro.

Kagome sentiu um bolo formar-se na garganta, as mãos entrelaçadas atrás do corpo, sem dar margem alguma de que iria mover-se para pegar a pena e fazer o que tinha de ser feito. Todos estavam no mais sepulcral e ansioso silêncio, o que tornava aquilo mais difícil para ela. Olhou para os humanos, olhou para os demônios... E olhou para InuYasha.

Inspirou, como quem havia decidido o que fazer. Abriu a boca, hesitante, erguendo a cabeça para o pai.

-Escute, papai, eu não irei... – e parou. Simplesmente... Parou.

Pois InuYasha acabara de erguer a mão até a pena manchada de tinta e escrito, sem delongas, seu nome, em letras rudes e cursivas, no documento.

Piscou várias vezes, sem discernimento algum da situação.

-Como eu dizia, Kagome, antes de ser interrompido... - os olhos efusivos a encararam, largando a pena no tinteiro – Talvez eu queira ter que te aturar um pouco mais.

O corpo dela retesou-se ao contato das mãos grandes e espalmadas dele, que deslizaram pelos seus quadris e apuxaram de encontro a ele, cravando os caninos no ombro dela, clara demonstração youkai para demarcar posse.

Ele havia assinado, coisa que, nem em um milhão de anos, Kagome apostaria.

A, agora, oficialmente noiva, não poderia estar mais embasbacada.

Continua...

OOoOoOo

Consegui! Com muito alívio, finalmente posso dizer que consegui chegar onde eu queria. Definitivamente, acho que consegui deixar o capítulo como eu queria (ou quase).

Talvez não saibam, mas o rumo da fanfic, de alguns capítulos atrás para cá, mudou bruscamente. Eu ia fazer muitas outras coisas, e muitas outras coisas agora na fic eu não ia fazer. Ô vidinha imprecisa...

Enfim, eu sinto muitíssimo por todos os meus atrasos, e por nunca cumprir os prazos que estipulo! xD Por causa disso, eu acabo perdendo leitores, isso não pode acontecer, minha gente! No way òó

Parando com as notas bobas, gostaria de agradecer a todos que deixaram reviews; espero encontrar o apoio de todos vocês com a reta final da Yuki no Haru! n.n

Obs: Por incompetência minha, o blog onde eu respondia os comentários foi deletado do servidor ç-ç É isso que dá falta de atualização... suspiros e mais suspiros

Agradecimentos àqueles que comentaram no cap.10 e 11 :3 :

SraKouga

Yejiniii KiNdIm

CyberTamis

Has-Has

Ana Spizzioli (saudades ;-;)

Naty

Mylena

Sabaku no Inferi

Bruna-yasha

Mila Himura

Anamim

Nee-san

Nanda Yukimura

Dama da Noite

Satsume

NiCkÿ-chan

Haki-chan

Duda drumm

Bru-chan

Kagome love Inuyasha forever

Agome chan

Kassie S.Black Higurashi

Clarice

Angel Links Matsuyama

Lisachan

Nadeshico

Jack – chan

É isso, minha gente! Espero que não tenham se decepcionado com mais um capítulo da novela mexicana "Yuki no Haru" :D

Colaborem com a pesquisa ibope da nossa emissora e dêem um clique no "go"!

Kisu Kisu

Ja ne ;3