Capitulo XI

Sesshoumaru

Agora era a minha vez. Minha vez de me perder e enchê-la. Tão cheia, que o corpo dela não teria escolha, a não ser me dar o bebê que eu tanto queria.

Peguei-a e levei para o quarto. Eu gentilmente firmei-a enquanto a encostava contra a parede. Ela estava de pé, mas meio inclinada, ainda tentando recuperar o fôlego.

Segui para a cama e joguei as cobertas no chão. Deitei de costas e comecei a me tocar. Apenas olhando para ela. Olhando para o que eu tinha feito com ela. Como a tinha agradado. Como a tinha satisfeito, além de seus sonhos mais selvagens. E sorri, pois, o melhor ainda estava por vir.

Kagome

Eu não conseguia recuperar o fôlego. Eu já gozei algumas vezes, mas isso foi de outro mundo.

Tentei levantar a cabeça para olhar para ele, lá na minha cama. Como os tempos mudam. Apenas duas noites atrás, eu estava na cama com um litro de sorvete e um livro. Lendo sobre as fantasias que eu tinha certeza que nunca se realizariam. Quarenta e oito horas depois, exatamente no local onde eu tinha estado, o Capitão América aqui, estava esparramado e se acariciando na minha frente.

Como tive tanta sorte?

Seu pau parecia um pau de barraca, só que muito mais espesso. Um ângulo perfeito de noventa graus, quando ele deitou de costas, com a cabeça e os ombros apoiados nos meus travesseiros. Meus travesseiros, que geralmente cheiravam a amaciante perfumado, que agora cheiravam a um homem de verdade. E que estavam prestes a cheirar a brincadeira selvagem nos lençóis.

—Você parece um animal. Um que ainda está com fome.

—Meu apetite é insaciável quando se trata de você.

Porra, lá vai ele de novo. Sabendo exatamente o que dizer e quando dizer.

—Não é isso que você quer? —Perguntou.

Eu balancei a cabeça. Ainda sem fôlego.

—Diga. Diga que é o que você quer.

—Isso é o que eu quero.

—O que você quer?

—Eu quero você. Dentro de mim.

—Você me quer dentro de você, enchendo sua boceta bonita com minha porra.

—Sim.

—Você quer o meu sêmen fazendo um bebê em você. Quer levar meu bebê. Quer ter o meu filho. Nosso primeiro filho.

—Sim, eu quero ter o seu bebê. —Deus, me senti incrível apenas por dizer isso.

—Tire seu sutiã.

De alguma forma, minha camisa tinha saído, mas meu sutiã ainda estava. Nem sei por que, uma vez que não estava realmente fazendo seu trabalho.

Tirei meu sutiã, e em seguida, congelei.

—Brinque com seus peitos.

Abaixei minhas mãos e agarrei meus seios. Apertei forte, fazendo com que o meu rosto parecesse com raiva, e ficando mais intenso com a força.

—Agora traga esses belos peitos aqui para mim. Me dê o que é meu.

Era uma ordem que eu estava feliz de cumprir.

Eu já podia ver o pré-sêmen na ponta do seu pau, quando fui para a cama. Ou talvez seu membro ainda estivesse coberto de meu orgasmo.

Eu me arrastei para a cama e estava prestes a montá-lo, quando senti o aperto no meu pulso.

—É isso. Última chance, antes de atravessar a ponte para sempre. Vou colocar um bebê em você. Quero isso mais do que qualquer coisa. É isso que você quer também?

Gostei que ele perguntou, mas não havia necessidade. —Absolutamente. É o que eu quero também.

Este era o meu homem. E eu estava pronta para ter o seu bebê.