N.T.1: Oi, malta!!! Aviso desde já: a autora apenas tem no DeviantArt (ainda não pôs aqui a fic no fandom - no meu perfil tenho lá o link da página dela nesse tal site -) até ao capítulo 13, por enquanto... não sei se já se aperceberam, mas este é o capítulo 12! Se, depois de eu ter postado o cap 13 não postar com intervalos tão curtos, não se preocupem. Basta que esperem um pouco até ela postar um novo cap e depois é a demora de eu o ler e traduzir ^^
O link da autora desta fic é (sem os espaços):
http : / / www . fanfiction . net / u / 1320192 /
o nick dela é saint . my . ass
Enjoy!!!!!!!!!
XII
Dumbledore analisava o livro que segurava. Não havia lá nada de novo.
Deixando-o cair para o chão, amaldiçoou o autor por não apresentar uma visão mais profunda da natureza dos Imps.
Ele precisava de alguma coisa, de alguma maneira de trazer Harry de volta às suas mãos. Não era suposto o rapaz apenas desaparecer assim.
Albus suspirou, colocando outro rebuçado de limão na boca. Ao menos agora sabia quem era o verdadeiro mestre de Severus.
Isto tanto podia significar que Harry seria morto por Voldemort, ou que Tom arranjara maneira de quebrar o encantamento de memória e lembrara-se de tudo.
De qualquer maneira, não augurava nada de bom para os seus planos…
Para estragar tudo, alguns dos seus outros peões estavam a começar a desconfiar.
Blasfémia! Onde raio desaparecera Hermione? E Fawkes, a sua velha e confiável Fénix?!
Admitindo, Fawkes não era originalmente dele.
Ele levara o pássaro no mesmo dia em que ele levara James e Harry Potter para fora da Mansão Riddle. O pássaro recusara-se a ser levado por ele com os outros, sendo super protector da família do seu Mestre.
Então, Albus enfeitiçara o pássaro também, e levou-os a todos com ele.
Olhando para o seu tabuleiro de xadrez, subitamente um pensamento apanhou-o desprevenido.
Um sorriso de malícia espalhou-se nos seus lábios.
Sim, isso poderia resultar…
~O~
Olhos negros estavam a olhar para os seus. Eles estavam vidrados completa e totalmente no desejo evidente que conseguia sentir contra a sua coxa.
Ele prendeu a respiração, assim que corpo acima dele se baixou e capturou os seus lábios.
A sensação das suas línguas a batalhar uma contra a outra era algo que ele sabia nunca poder esquecer.
"O que estás a pensar, meu amor?" uma voz grave perguntou contra os seus lábios.
"No jogo de Quidditch da semana passada, sabes, quando eu e o James batemos os aselhas dos Slytherin fazendo um…" Sirius começou entusiasticamente, tentando parecer sério, mesmo que fosse óbvio que era mentira.
"Muito engraçado…" disse o seu amante por cima dele.
Mesmo quando Sirius estava prestes a fazer uma espécie de réplica, o homem acima dele beliscou o seu mamilo direito, efectivamente reduzindo-o a um arfar.
"Estavas a dizer?" sorriu o seu amante para ele.
Assim que o homem de cabelos negros acima dele levou o outro mamilo à boca, Sirius nem sequer conseguia lançar um olhar de diversão.
"P-Por favor…" gemeu Sirius.
"Por favor o quê?" perguntou o seu amante arreliadoramente, sabendo exactamente o que ele suplicava.
"Toma-me. Faz-me para sempre teu."
Sirius sentou-se direito na cama.
O que raio fora aquilo?
Fora o sonho mais intenso que alguma vez tivera. E ele andava a ter muitos similares durante meses.
Olhando para o seu mamilo, ele viu as marcas de dentadas no seu mamilo esquerdo.
Falando de sonho intenso. Ele até tinha as marcas que recebera no seu sonho, no seu corpo real!
Saindo da cama, ele percebeu que aquilo não era a única coisa remanescente nele daquela noite.
Ele baixou o olhar para a sua erecção. Outra coisa com que lidar.
Dirigindo-se ao chuveiro, decidiu tentar e fazer mais pesquisa sobre isto.
Tanto quanto sabia, isto só era possível em ligações de Parceiros. Mês ele pensava que tinha perdido o seu parceiro na guerra, mesmo que não se lembrasse dele sequer.
Albus dissera-lhe que o seu companheiro morrera…
Alguma coisa picava na sua mente.
Alguma coisa acontecera antes disso…
Sacudindo a cabeça, ele decidiu lidar com isso tudo mais tarde.
Duche, encontrar Harry e aí pesquisar.
Primeiro, as coisas em primeiro.
~O~
"Então, deixem-me ver se percebi… Harry é um Imp, Draco é um Siren e é o seu parceiro. Voldemort é o pai do Harry, tal como James, que o teve. Você, Professor Snape, raptou o Harry da ala hospitalar, para o afastar do controlo de Dumbledore. Dumbledore é o mau da fita, não Voldemort. Dumbledore raptou Harry e James pouco depois do nascimento do Harry, e então quando Voldemort os encontrou, James estava morto. E quando ele tentava recuperar o seu filho, Voldemort estava bastante morto e Obliviado. Ele apenas recentemente recuperou a memória do seu filho e parceiro." Repetiu Hermione o que lhe haviam dito.
"Sim." Disse secamente Severus. "E Harry vai precis-"
"ENTÃO EU ESTAVA CERTA!" exclamou Hermione.
Severus tossiu. Ele não gostava de ser interrompido.
"Desculpe, professor." Disse Hermione, parecendo arrependida e embaraçada por perder a sua compostura.
"Em que é que estavas certa?" perguntou Draco, sentindo-se entediado e ansioso, onde se sentara em frente à lareira da biblioteca da Mansão Riddle.
Voldemort levara Harry para uma conversa já fazia uma hora. Draco estava com os nervos em franja por ter o seu parceiro longe de si, especialmente tão pouco tempo após o encontrar.
O facto é que Snape se sentara e explicara tudo a Hermione, que ainda parecia em negação em relação ao facto de onde se encontrava. Ou ele assim pensava.
"Em que Dumbledore é o mau da fita." Sorriu Hermione.
Tanto Snape como Draco olharam para ela.
"O que foi? Ele encaixa no perfil de mau e louco, com toda aquela sua manipulação." Disse-lhes ela, voltando à sua normal atitude de sabe-tudo.
Snape sorriu.
"Andando a estudar psicologia, agora?"
"É claro! Leu as teorias de Freud sobre o ma-"
"Ouça, menina Granger, eu tive um longo dia. Seria melhor que não ouvisse nada acerca das suas divagações (1)." Disse Severus, interrompendo-a.
Ele ergueu-se, dirigiu-se à mesa que detinha o Scotch (2) e Firewhiskey. Ele pegou num copo, e começou a derramar algum lá para dentro.
Mesmo quando o fez tocar nos lábios, o vidro rachou.
"Então, estás de volta." Disse ele, sem sequer se incomodar em se virar.
Harry sorriu de lado para ele.
"Sabes que há coisas melhores do que beber isso."
"Sim, Mãe." Snape rolou os olhos, finalmente virando-se para Harry. "Onde está Voldemort?"
"Ele tinha algumas coisas para tratar, mas vou voltar a encontrar-me com ele hoje à noite. Ele acha que será melhor se eu tiver algumas horas para digerir tudo." Suspirou Harry, passando por Draco e sentando-se no seu colo, para o extremo deleite do jovem Slytherin.
"Então como correu?" perguntou Snape.
"Muito bem… surpreendente bem, por acaso."
(1) – "I would rather not hear about your attic". Esta é a expressão original; "attic" significa 'sótão', e é certamente uma expressão típica que não é possível traduzir à letra; no entanto, creio que seja esta a intenção.
(2) – Scotch: é uma variedade de whisky escocês.
N.T.2: Então meus amores??? Como vai a vida??? Espero sinceramente que estejam a gostar, quer comentem quer não (atenção, eu NUNCA dispenso comentários, é claro! Adoro ouvir as vossas opiniões! - mesmo aquelas reviews que vêm por sms... né, sr. Nel Potter??? ò_ô ahaha).
Volto a avisar, para os mais distraídos: a autora só tem postado na net até ao cap 13. Se, depois de eu ter terminado a tradução ao cap 13 aqui, isto ficar um pouco mais lento, não se admirem nem entrem em pânico! Eu não vou abandonar a tradução, apenas vou estar à espera que a autora poste os próxios caps para depois os traduzir!!! ^^
E agora...... Reviews!!!!!!!!!!!!
