— Uma maldição Steve? Sério que você e Kono acreditam nisso? Já não me bastava aquela vez do cemitério.
— Só não se esqueça que viu um fantasma depois.
— Mas fantasmas existem querido diferente disso. Eles são como aquele jeque que a gente nunca espera ver na rodovia mas aparece de repente para destruir nossa alegria de condutor.
— Para de reclamar Daniel, nos fomos amaldiçoados.
— Eu acho mesmo que a única coisa que está ocorrendo aqui Steven – enfatizou o nome com força – é a sua consciência pesando-se por ter quebrado a perna daquele pobre professor de teatro, pensando que assim me ajudaria.
