Olá, meus lindos! Mais um cap fresquinho p vcs! Obrigado por quem continua acompanhando e sejam bem vindos os novos leitores!

E obrigado por todos os reviews, vcs são uns fofos!

Beta: A sempre linda, eficiente e perfeita, Pérola!

CAPÍTULO DOZE

- O que está acontecendo? – Tom alternava seu olhar confuso entre Jared e Jensen.

- Nós vamos explicar tudo Tom, só nos deixe pôr nossas roupas ok? – Jensen disse já se levantando.

Welling não disse nada e foi para a sala, passando as mãos pelos cabelos.

- Cadê minha cueca? – Jared se levantou, observando o loiro pegar as roupas no chão.

- Tá aqui... – Jensen jogou a cueca, que bateu no rosto do moreno. Jared riu alto e enquanto a vestia, sentiu seu corpo ser empurrado novamente na cama.

- Jensen! O Tom está...

Jared foi calado pela boca do loiro, que possuiu a sua de maneira obscena.

- Não precisa ficar com ciúme. Eu sou só seu... – Jensen interrompeu o beijo e encarou o moreno. – Só queria que soubesse disso, ok?

- E precisava me deixar de pau duro? – Jared ainda ria. – Era só ter dito...

- Será que ele se incomoda de esperar um pouco? – Jensen começou a deslizar sua mão pelo corpo do moreno.

- Jensen! – Jared revirou os olhos e empurrou o loiro, se levantando em seguida.

- Quero ver agora como você vai guardar isso tudo dentro da cueca. – Jensen disse de maneira divertida enquanto se vestia também.

- Da mesma maneira que você vai guardar o seu. – Jared passou a língua nos lábios enquanto encarava a ereção do loiro.

- Não olha pra ele assim... Não me provoca, Dallas. – Jensen brincou.

- Jensen... – Jared se aproximou, ficando a milímetros do rosto do loiro. - Eu ainda não estou te provocando.

O moreno se afastou antes que Jensen respondesse alguma coisa e foi terminar de se vestir.

- Vamos terminar essa conversa quando o Tom for embora. - Jensen tinha a voz rouca.

- Claro que vamos... – Jared o comeu com os olhos e saiu do quarto, deixando Jensen com um sorriso bobo nos lábios.

Tom estava parado olhando pela janela e quando ouviu a voz do moreno lhe chamando, se virou, sendo surpreendido por um forte abraço de Jared.

- É bom te ver novamente Tom. – Padalecki disse com sinceridade.

- Jared... – Welling retribuiu o abraço. - Será que agora você pode me explicar o que está acontecendo? – Ele tinha a voz emocionada.

- Acho melhor você se sentar. – Jared se afastou.

Jensen chegou à sala e sentou no sofá, puxando Jared para perto dele.

- Nossa! Isso é surreal cara! - Welling levou a mão à boca, ainda confuso.

- Surreal é o que você vai ouvir agora Tom. – Jared começou a relatar a sua parte na história para o amigo. Contou sobre as cinzas falsas e sobre o quadro que ele vira na casa de Misha em LA.

- Alguém quer uma bebida? – Jensen se levantou e entrou na cozinha.

Tom encarava o chão, sem acreditar que aquilo tudo tinha realmente acontecido. Que tipo de pessoa era a mãe de Jared?

Ele havia presenciado todo o sofrimento do loiro, e imaginou que Jared passou pelo mesmo.

- Por que nunca nos procurou Jared? A mim ou ao Chris? – Welling perguntou. – Isso tudo pod...

- Poderia ter sido evitado, eu sei. – O moreno interrompeu e deu um longo suspiro antes de completar. – Eu simplesmente acreditei nela Tom... Nunca me passou pela cabeça que ela estava mentindo e eu acabei me fechando no meu mundo de sofrimento e dor, querendo apenas morrer e mais nada.

- E você sabe por quê ela fez isso com vocês? – Ele quis saber.

- Ainda não, mas eu vou descobrir...

Jensen voltou a sala e ofereceu uma latinha de cerveja para Jared e outra para Tom. Depois de abrir a sua, ele propôs um brinde.

- Até algumas horas atrás eu era um homem morto, literalmente... – Jensen fez todos rirem. – Na verdade eu estava mesmo morto por achar que nunca mais veria o homem que eu amo.

– O loiro olhava para Jared que o encarava com o olhar totalmente apaixonado. – Um brinde à vida. – Ele levantou sua lata.

- E um brinde ao amor. – Jared levantou a sua e puxou Jensen, o beijando, sendo interrompido por Tom, que limpou a garganta e sorriu sem graça.

- Bom, acho que estou indo... - Welling não pode evitar sentir ciúme, mas disfarçou.

- Jensen, eu vou dar aqueles telefonemas ok? - Jared disse vendo que eles precisavam conversar em particular. – Até mais Tom. – O moreno abraçou o amigo e foi para o quarto.

- Tom, eu... – Jensen começou.

- Jensen, tudo bem. Eu sempre soube que você amava o Jared. Mesmo quando ele estava morto você nunca deixou de amá-lo. E agora mesmo que eu não ... – O moreno olhou na direção do quarto. – Eu não tenho como competir com ele não é? – Tom riu sem vontade. – Você contou pra ele?

- Contei. – Jensen respondeu.

- Ele ficou com raiva de mim? – Tom quis saber.

- Não! – Jensen sorriu fracamente. – Ele ficou com ciúme, mas acabou entendendo. – O loiro suspirou pesadamente. - Tom, espero que continuemos a ser amigos. Você sabe como a sua amizade é importante pra mim. E eu te devo muito. O que você fez por mim não tem preço.

- Você não tem que me agradecer nada Jensen. Eu sei que você faria o mesmo por mim. - Welling abraçou o loiro. – E eu realmente estou feliz por você. – O moreno disse no ouvido do amigo, que não percebeu que ele limpou os olhos molhados antes de se desfazer do abraço.

Jared ligou para seu assistente em Dallas, e mentiu, dizendo que ele estava em LA, mas que havia perdido a inauguração da filial, sem se aprofundar no motivo. Disse também que se alguém precisasse falar com ele, que o procurasse no celular. Deixou instruções para que passasse essa informação ao seu gerente.

A próxima ligação foi para Misha Collins.

- Sr. Collins? Padalecki falando.

- Sr. Padalecki? O senhor está bem? – A inauguração já tinha terminado e ele tinha preocupação em sua voz.

- Sim, estou bem. – O moreno pigarreou. – Gostaria de lhe pedir desculpas por ter perdido a inauguração e por ter saído daquele jeito da sua casa.

- Eu liguei para o senhor várias vezes. Como está sua cabeça?

- Está bem Misha. Estou em São Francisco.

Jared explicou que aquele pintor era um amigo muito querido que ele achava que estava morto, por isso a sua reação ao ver o quadro.

Misha disse que ele não lhe devia desculpas e nem explicações. Que lamentava muito o fato dele ter perdido a inauguração, mas que com certeza outras oportunidades surgiriam para que Jared conhecesse a filial de sua empresa.

Jared prometeu que em breve faria uma visita e após desligar, respirou fundo, fechando os olhos. A próxima ligação seria a mais difícil de todas. Discou o número do hospital em que sua mãe estava internada, sendo transferido imediatamente para o quarto dela.

- Meu filho! Estava preocupada com você! Está tudo bem? – Sharon disse com a voz um pouco mais alta que o normal, e Jared sentiu seu estômago embrulhar.

"Ele não sobreviveu ao acidente, Jared."

"E eu espero que um dia você possa me perdoar meu filho. Se eu não tivesse sido tão preconceituosa... Se eu tivesse te aceitado meu filho..."

- Estou bem mãe. – As palavras saíram com um pouco de dificuldade e ele tossiu. – Como a senhora está? – Ele tinha que disfarçar.

- Estou melhorando... O Dr. Fuller ainda não sabe quando terei alta. – Ela riu. – E como foi seu voo? E a inauguração? Achei que você fosse me ligar mais cedo.

- Desculpa mãe, mas não deu para ligar... Assim que cheguei aqui tive que tratar de vários assuntos com o gerente e só tive tempo de ligar agora. – Jared mentiu.

- E quando você volta? Já estou com saudade... – Ela fez uma voz melosa e ele sentiu vontade de vomitar.

"Eu matei um homem inocente! E agora vou conviver com essa culpa pelo resto de meus dias."

- Eu terei que ficar mais alguns dias por aqui mãe. Ajudar com alguns erros que percebi que estão cometendo. Não podemos comprometer o nome da empresa não é? – Ele riu sem vontade, sabia que se tivesse algum problema que envolvesse a empresa, ela não iria reclamar.

- Quantos dias? – Ela engoliu em seco.

"Você se importaria se eu fosse com você a Los Angeles para a inauguração da nova filial?"

- Ainda não sei mãe, mas assim que souber, eu lhe aviso ok? Agora tenho que desligar. Eu ligo para a senhora amanhã. – Jared estava enjoado.

- Promete? – Ela perguntou disfarçando a preocupação por Jared ainda estar em LA.

"As cinzas do Jensen estão comigo meu filho..."

Jared sentiu uma lágrima descer pelo seu rosto. A raiva tomando conta de seu ser.

- Prometo.

Ele se despediu e largou o telefone, se deitando na cama, deixando o choro descer livre. As piores dores que ele sentira em sua vida haviam sido infligidas pela própria mãe.

Jensen se despediu de Tom e entrou no quarto, se assustando ao ver o moreno chorando deitado na cama.

- Hey... O que foi? – Jensen se deitou e o abraçou.

- Ela... Eu liguei pra minha... Como ela pôde Jensen? - Jared convulsionava. – Como ela pôde mentir desse jeito pra mim?

- Não sei meu amor. – Jensen teve vontade de dizer que Sharon era um monstro, mas se controlou. – Não sei como ela foi capaz de fazer isso com você, mas eu estou aqui agora ok?

O loiro se sentou, puxando Jared para seu colo e fez carinho nele até ele se acalmar e parar de chorar.

- O Tom já foi embora? – Jared perguntou.

- Sim e deixou um abraço pra você. – Jensen respondeu. – Tá mais calmo?

O moreno balançou a cabeça em negativa.

- Preciso de mais carinho.

- É? – Jensen riu da voz que o moreno fez e beijou seu cabelo. – O que acha da gente terminar aquela conversa no chuveiro? Eu tô todo grudando.

- Que conversa? – Jared se fez de desentendido, escondendo seu sorriso do loiro.

- Aquela que ficamos de ter quando Tom fosse embora.

- Não faço a menor ideia do que você está falando. – Jared levantou o corpo e encarou Jensen.

- Jensen... – Jared gemeu.

Jensen o prensava na parede do box com o próprio corpo, enquanto beijava, lambia e mordia seu pescoço, louco de desejo.

Jared apertava e arranhava as costas do loiro, gemendo, sentindo suas ereções se roçarem.

- Deixa eu te marcar Jared... Quero que todo mundo saiba que você é todo meu. – Jensen tinha a voz baixa e rouca.

- Me marca Jensen... – O moreno pediu.

Jensen sugou a pele do pescoço dele, até ficar arroxeada, fazendo Jared gemer alto de dor e prazer.

- Só meu... – Jensen o encarou, antes de atacar seus lábios de maneira urgente, suas línguas brigando por espaço dentro de suas bocas.

Jared segurou o loiro com força e trocou de posição, sem interromper o beijo, encostando Jensen na parede. O moreno afastou um pouco o corpo, e segurou suas ereções com a mão, massageando-as juntas, fazendo Jensen ir ao delírio com aquela carícia.

- Oh Jared, você sabe que eu adoro quando você faz isso, não sabe? – Jensen gemeu quando Jared abandonou seus lábios e passou a se concentrar em seu pescoço.

- Eu sei... – O moreno sussurrou voltando a beijar seu amor.

Mesmo sendo abafados pelas suas bocas, os gemidos começaram a tomar conta do banheiro, indicando que seus corpos estavam chegando ao limite da excitação.

Jensen guiou a mão do moreno, tentando aumentar o ritmo, mas Jared retirou sua mão e afastou a de Jensen delicadamente de seus membros. Antes que o loiro pudesse protestar, o mais novo aproximou sua boca de seu ouvido e disse com voz provocativa.

- Me faz gozar da maneira que só você sabe fazer Jensen...

Aquela voz e aquele pedido atingiram o loiro como um raio. Jensen encostou o moreno na parede de costas para ele, e cuspiu em seus dedos, os levando a entrada de Jared, que gemeu alto, deixando o mais velho ainda mais alucinado.

- Isso, Jared, geme bem alto... – Jensen pediu enquanto introduzia seus dedos, alargando e preparando Jared para recebê-lo.

Jared obedeceu, gemendo alto e praticamente gritou quando sentiu os dedos de Jensen encostarem em sua próstata. Sem conseguir se controlar mais, o loiro tirou os dedos e forçou seu membro devagar.

- Puta que pariu Jared, assim eu vou gozar antes mesmo de meter tudo em você... – O loiro disse ao constatar o quanto Jared estava apertado.

- Eu te mato se você fizer isso... – Jared brincou e arfou quando se sentiu preenchido pelo loiro.

- Eu estou te machucando? – Jensen beijou as costas do moreno, esperando ele se acostumar com a invasão.

- Não... – Jared gemeu e jogou o quadril para trás, fazendo Jensen gemer também.

O loiro agarrou seu quadril, enquanto metia e tirava seu membro lentamente de Jared, que pediu com a voz urgente para que Jensen o fodesse com vontade.

Jensen o segurou com força e passou a investir mais rápido e mais fundo, massageando repetidamente a próstata do moreno, que gritava e pedia por mais, levando o loiro a loucura.

Jensen sabia que eles não aguentariam muito tempo, e bombeou a ereção do moreno, que jogou a cabeça pra trás e gozou, gemendo alto o nome dele.

Jared se contraiu forte, fazendo Jensen revirar os olhos de prazer para logo em seguida se jorrar demoradamente dentro do moreno.

Jensen tirou seu membro de dentro do outro e o abraçou forte embaixo do chuveiro.

- Eu ainda não consegui matar toda a saudade que eu senti de você... – O loiro disse ofegante. – Só pra esclarecer...

- Que fique bem claro que eu também não... – Jared riu.

- Jared você trouxe alguma mala? – Jensen perguntou quando voltaram pro quarto.

- Eu... – O moreno tentou se lembrar. - Deixei no hotel em Los Angeles.

- Por quê?

- Você acha que depois que vi seu quadro, depois que o Misha disse que tinha te conhecido, eu realmente me lembrei de passar no hotel pra pegar alguma mala Jensen? – Ele riu.

- Pode usar minhas roupas se você quiser... - O loiro o abraçou beijando seu pescoço.

- Falando nisso, vou ligar pro hotel, cancelar minha reserva e ver se eles entregam a mala aqui, mas tem tão pouca coisa que nem sei se vale à pena. – Jared se sentou na cama, observando Jensen pegar as roupas na gaveta. – A coisa mais importante da minha vida está bem na minha frente e é só dela que eu preciso nesse momento.

Ao ouvir aquela declaração, o loiro parou o que estava fazendo e se aproximou de Jared com os olhos marejados.

- Eu te amo tanto Jared... – O loiro passou a mão pelo rosto do mais novo, que a beijou. – Você também é a pessoa mais importante da minha vida. – Jensen o beijou apaixonadamente.

Após se afastar do moreno, Jensen separou uma calça de moletom e uma camisa para Jared, e ambas ficaram curtas.

- Eu to ridículo com essa roupa Jensen. – Jared se olhava no espelho.

- Tira ela e fica pelado... – O loiro o abraçou por trás e disse brincando. – Eu vou adorar.

- Como a gente sai pra comer, eu estando vestido assim? – Eles haviam combinado durante o banho, de saírem para jantar. Após se amarem embaixo do chuveiro, a fome veio com força.

- Coloca a roupa que você estava então... – Jensen sugeriu.

- Eu não quero ir com aquela roupa social. – Ele fez beicinho.

- Pois eu achei que você ficou muito sexy com ela. – Jensen apertou a bunda do moreno. – E mais tarde, quando voltarmos eu quero que você a coloque ok?

- Pra quê? – Jared riu.

- Pra gente brincar de escritório...

- Brincar de escritório? – O moreno riu alto. – Seu tarado!

- Não quer brincar de escritório comigo Sr. Padalecki? – Jensen passou a mão pelo membro do moreno, por cima da calça. – Eu posso ser seu assistente.

- Jensen, não começa, a gente acabou de transar... – Jared disse sem muita convicção.

- E daí?

- E daí que quando a gente conseguir sair pra jantar, já vai estar de manhã!

- Eu tive uma ideia, quer ouvir? – Jensen colou seu corpo no do moreno, sem interromper a massagem.

- Quero... – Jared respondeu com a voz rouca.

- A gente pode pedir a comida e enquanto esperamos, eu te mostro o que um assistente eficiente pode fazer pra deixar seu chefe feliz e merecer um aumento.

- Seu passaporte está em dia, Jensen? – Jared perguntou enquanto tomavam café na manhã seguinte.

- Acho que sim, por quê? Vamos viajar? – Jensen piscou perguntando em tom de brincadeira.

- Sim, vamos para o Canadá. – Jared respondeu calmamente.

- O quê? - Jensen quase cuspiu o café dentro da xícara.

- Falei com meu advogado e... – O moreno começou.

- Você falou com seu advogado? Quando? – Jensen interrompeu.

- Hoje, enquanto você estava no banheiro. Ele me aconselhou a casarmos em Vancouver se estivermos com pressa. E eu estou com pressa. – O moreno disse com a voz firme.

- Você falou de mim para o seu advogado? – Jensen ainda digeria as palavras.

- Jensen, ele é meu advogado, não da minha mãe ou da Lone Star... E eu não vou e nem quero mais esconder você de ninguém. – O moreno explicou.

Jensen estava boquiaberto. Jared realmente havia mudado, estava mais decidido e confiante.

- Vamos para o Canadá, nos casamos e quando voltarmos, iremos diretamente ter uma conversa com a senhora Padalecki.

- Mas Jared, eu não sei se tenho dinheiro para viajar ao Canadá agora... – O loiro disse um pouco constrangido.

- Isso não será problema, Jensen. Pode deixar por minha conta as passagens, o hotel e todo o resto. – Jared respondeu de forma amável, sem ser arrogante.

- Então isso significa que eu sou a noiva? – Jensen perguntou sério. – E o noivo vai pagar tudo?

- Se você quer ver por esse lado, então sim, você é a noiva. – Jared disse divertido e o loiro levantou, se afastando.

- Isso não está certo Jared. – Jensen entrou no quarto.

- Jensen, estou brincando! – O moreno o seguiu. – Não interessa quem vai pagar o quê, o que interessa é que vamos ficar juntos!

- Tá errado... – Jensen balançava a cabeça. – Tá tudo errado!

- O que está errado meu amor? A gente se casar? Não é isso que você quer? – Jared perguntou confuso.

- O que está errado Jared... – Jensen o encarou, continuando sério. – É que você está resolvendo tudo, inclusive o lugar onde quer se casar comigo, mas até agora... – O loiro fez uma pausa.

- Até agora o que Jensen?

O loiro cruzou os braços, querendo rir.

- Até agora você não me pediu em casamento Jared... Você disse que queria se casar comigo, mas não me pediu. Isso está certo?

Jared gargalhou jogando a cabeça para trás, e em seguida, se ajoelhou na frente do namorado, pegando em sua mão.

- Jensen Ross Ackles, amor da minha vida... – Jared sorriu todo cheio de covinhas. – Você aceita se casar comigo?

Continua...