Capítulo 12. Fui enganada!

Acordei com a luz forte do sol entrando pela a minha janela. O dia estava estranhamente luminoso e sem aquela neblina rotineira das manhãs de Forks. Notei algo de diferente também em mim; meu humor. Estava contente, muito contente.

Me levantei em um salto e me dirigi ao banheiro, tomando um banho rápido e me enfiando nas minhas roupas antes de sair para o meu quarto. Coloquei uma blusa azul-marinha de manga cumprida, calça jeans e o meu All Star branco, peguei um casaco mais leve e a minha mochila e desci para o café.

Ao entrar na cozinha, escutei Alice e Esme conversando baixo. As duas me olharam de cima a baixo e voltaram a fazer o que antes, imagino, que estavam fazendo. Estranhei. Joguei a mochila na cadeira, fazendo-a cair, mas ignorei e me sentei para comer.

-O que houve com vocês? – perguntei às duas enquanto preparava as minhas torradas.

Alice retorceu o nariz.

-Nada. Só estávamos jogando conversa fora. – Respondeu-me ela.

-Humm... – Ela não me convenceu muito. Algo na minha cabeça gritava para eu desconfiar de Alice, como se ela estivesse aprontando alguma para cima de mim.

-Bella, - Esme me chamou, desviando o rumo dos meus pensamentos. – Vai fazer alguma coisa essa tarde?

-Não. – Fiquei em silêncio por um momento, observando Esme fazer alguma coisa, acho que era uma lista de compras. – Por quê?

-Não... Por nada, não. – Virou-se para mim e sorriu. – Bem, meninas, vou ao mercado. – Esme puxou sua bolsa e deu um beijo no topo da cabeça de Alice e contornou a mesa para fazer o mesmo comigo.

Ela já havia saído da cozinha quando Alice se levantou rápido, a chamando. Depois disso não ouvi mais nada, falavam baixo. Continuei comendo, tentando deixar a minha neura para lá. Não demorou muito para que a minha irmã voltasse e se sentasse na minha frente, continuando a comer.

Fiquei encarando-a e ela não me olhava, apenas ficava cantarolando.

-Ta legal... – Comecei e ela nem me olhou. Bati na mesa, fazendo um barulho alto.

Alice olhou para a minha mão e me olhou franzindo o cenho em confusão.

-Eu, eim, Bella... – Voltou a comer, desviando o olhar de mim.

-Alice, fala. – Ordenei.

-Falar o quê?

-Fala o que você está aprontando comigo. Pode desembuchar.

Ela riu.

-Não estou aprontando, Bellinha. – Me olhou com um sorriso simples. – Só estou te evitando um pouco, em troca da sua maldade comigo ontem à noite. – disse simplesmente.

-Maldade?! Maldade por eu ter recusado algo que me faria ficar envergonhada durante um enorme tempo?! Ah! Faça-me um favor! – Peguei meu prato e fui até a pia para lavá-lo.

-Faça-me um favor você! Saiba que eu só queria ajudar, mas você nem se quer se deu conta disso! Quer saber, Bella, quando estiver mais calma, fale comigo, só que agora não está nadinha! – Alice saiu da cozinha batendo o pé.

Ótimo. Acabei de brigar com a minha irmã.

-Alice! – A chamei, indo atrás dela. Subi até seu quarto e a encontrei mexendo no celular, com um sorriso suspeito. Quando me viu, virou-se rápido e seu sorriso sumiu, sendo substituído por uma carinha triste.

-O que quer?

Mordi o lábio, nervosa e fui até ela.

-Pedir desculpas. – Respirei fundo. - Desculpe por ter falado tão grossamente. Fui estúpida e você é a minha irmã querida que só quer o meu bem, mas... Realmente não quero isso, por favor. Então... Me desculpa.

Alice ficou preocupada e sorriu, parecendo um sorriso culpado.

-Claro, Bella. Está desculpada.

A abracei.

-Obrigada, Ali. Sabia que me entenderia, afinal, só você me entende.

Fomos para a escola. Fui no meu carro e Alice no dela, porque, de acordo com ela, teria que dar uma saidinha depois da aula. Concordei.

Ao chegar ao estacionamento, encontrei uma figura parada perto de um carro absurdamente brilhante e prateado. Estacionei na vaga ao lado, puxando a mochila e jogando-a no ombro antes de pular para fora do carro.

Olhei para Edward que me encarava e acenou de um modo simples e com seu habitual sorriso torto. Estava mais bonito que normalmente – se é que era possível -, usava uma camisa de um tecido leve, de manga cumprida e branca, com um pequeno decote em "V" e uma calça jeans rasgada nos joelhos.

Me aproximei dele, enquanto – meu tique nervoso – bagunçava o meu cabelo, jogando- para o outro lado. Esbocei um sorriso envergonhado ao vê-lo me analisar com seus olhos verdes.

-Oi. – Cumprimentei-o.

-Oi. – Sorriu. Ficamos em um silêncio constrangedor e seu olhar sobre mim estava começando a me deixar mais envergonhada, desviei meu olhar do seu e fiquei olhando as pessoas que por ali passavam e nos olhavam estranho.

-É... Melhor entrarmos... – disse sem olhá-lo.

-Por quê? Gosto de te ver envergonhada. – Olhei-o incrédula e ele sorriu mais ainda, dando de ombros. – Essa vermelhidão no seu rosto só o deixa ainda mais bonito.

Agora sim ele conseguiu me deixar vermelha até a raiz dos cabelos. Mordi o lábio com força e olhei para o outro lado. Fechei meus olhos, tentando me concentrar em não ter um treco ali mesmo, quando senti. Edward me envolveu pela cintura, delicadamente, e encostou seus lábios sobre os meus, rapidamente, fazendo-os se suavizarem.

Seu cheiro me invadiu e estava mais forte e mais gostoso que antes. Abri meus olhos assim que se separou de mim, em um toque rápido e o encontrei me olhando com seu sorriso torto. Sustentei seu olhar por um momento ao me lembrar onde estávamos.

Me afastei um pouco e sorri envergonhada, dando uma pequena olhada ao redor, constatando que não havia ninguém ali. Agradeci mentalmente.

Edward acompanhou o meu olhar;

-Não quer que ninguém nos veja juntos? – perguntou curioso.

-Não! – Soltei rápido demais ao pensar que ele talvez pensasse que eu estava com vergonha de ser vista com ele.

Sorriu abertamente e segurou minha mão, entrelaçando-as e puxando-as para si, beijando a minha, delicadamente, sem tirar os olhos dos meus. Era incrível como duas órbitas incrivelmente verdes eram capazes de hipnotizar...

Devolvi seu sorriso.

-Vamos para a aula, já está para bater o sinal. – Comentou ao me puxar pela mão.

Como Edward fez questão de me deixar na minha primeira aula, podia sentir vários olhares sobre nós. Me recusava a olhar para os outras, mas sentia que todos, sem exceção, nos olhavam. Edward chegou a soltar uma risada, murmurando:

-Parece que somos a nova sensação do colégio.

-Argh! Nem me fale disso. – Abaixei ainda mais meu rosto.

Ele riu e ergueu meu rosto enquanto andávamos, com um semblante divertido. Não pude deixar de sorrir ao ver o seu.

Chegamos a minha sala. Virei-me em direção a Edward, olhando-o antes de entrar e, mais uma vez, não sabia o que fazer. Ele me olhava sorrindo, antes de se debruçar em minha direção.

-Você vai se acostumar. – Olhei-o sem entender antes de ele se afastar um pouco. – Vai se acostumar com todos olhando e com nós. – Sorriu. – Boa aula. – Beijou-me levemente antes de dar as costas e se afastar, deixando-me completamente sem saber o que fazer.

-Bella! – Escutei uma voz esganiçada e alta surgir de trás de mim.

-Jessica. – Cumprimentei-a sem muita animação.

-Achei que nós tínhamos um trato! – Ergui a sobrancelha. – Eu queria o Edward! – Levou as mãos ao alto como se fosse óbvio.

Olhei-a com uma vontade enorme de rir de sua cara ou de falar umas boas poucas verdades do como: Edward nunca olharia para você, minha querida, mas respirei fundo e apenas encarei, sem falar nada.

-Ah! Você não vai dizer nada?! O gato comeu sua língua, foi? Pois sabia você-

-Olha, - A interrompi, respirando fundo logo em seguida, novamente. – Estou tentando, tentando mesmo, me controlar e não falar algo que vá fazer você sair correndo pelos corredores chorando, mas se continuar falando desse modo – Apontei para ela. – Vou ter que dizer e, eu posso te garantir que boas coisas não são, querida. Agora, por que não vai achar outra pessoa para amolar, ham? – Dei as costas a ela. – Boa sorte com isso. – disse por cima do ombro.

-Ora, sua! – Escutei ela dando patadas no chão, quando senti um puxão no meu cabelo para trás. – Sua maldita!

Girei o corpo, ficando de frente para ela que ainda segurava o meu cabelo com força e a empurrei. Jessica saiu quicando no chão, vermelha de raiva.

-O que está acontecendo aqui?! – Escutei a voz do meu professor de Geometria reclamar. – Swan?! Stanley?! – Olhou-nos.

Uma menina ajudava Jessica a se por de pé. Ela não desgrudava os olhos de mim, com a raiva tomando conta dos mesmos. Apesar de ela ter me atacado por uma coisa idiota, não sentia raiva dela, apenas pena. Uma enorme pena.

Me ajeitei, pegando a minha mochila que havia caído ao chão e ajeitei meu cabelo antes de me virar ao professor para me defender das acusações que Jessica começava a gritar. Acabou que nós duas fomos encaminhadas para a direção. Bem, sorte a minha que eu já conhecia bem a diretora.

Entramos na sala e nos sentamos de frente para a diretora Wade, que nos olhava com cara de poucos amigos. Seu olhar demorou um pouco mais sobre mim e, eu apenas desviei meu o meu, focalizando na minha mochila.

-Ora, se não é uma velha visitante nossa, senhorita Swan.

-Diretora Wade,... – Iniciou Jessica que foi cortada.

-Um momento, senhorita Stanley. – Voltou sua atenção a mim. – Fazia bastante tempo que não a via se metendo em encrencas, Swan. O que aconteceu agora? – Essa perguntas foi à nós.

Me virei a Jessica com um sorriso debochado nos lábios.

-É, Jessica, o que aconteceu? – Devolvi a pergunta.

Ela foi ficando ainda mais vermelha.

-Bem... A Isabella – Apontou para mim. – Foi grossa comigo e eu acabei não me controlando. Sinto muito, diretora. – Abaixou a cabeça, fingindo-se de inocente.

-Eu fui grossa?! Acho que está se esquecendo dos detalhes, Stanley. – disse seu nome com desdém.

-Swan! Acalme-se! – Repreendeu-me a diretora. – Vamos do início, o que a senhorita Swan te disse, senhorita Stanley?

Jessica começou a fungar e fingir falsas lágrimas. Bufei e rolei os olhos ao ver aquela cena ridícula.

-Nós havíamos feito um trato, mas ela descumpriu e nem ligou, falando grosseiramente como sempre! Ela sempre faz isso! – Colocou o rosto entre as mãos.

-Ah, por favor! Que drama!

-Swan! – Calei-me. – Sua vez, Swan.

Dei uma última olhada à Jessica, já sabendo que a qualquer momento ela iria se meter na minha versão, na versão .!

-Jessica veio me cobrar o fato de eu ter dito que ela podia ficar com quem quisesse, e isso envolvia Edward Cullen, agora, não agüentou me ver com ele. – Jessica ia se meter, como o previsto, mas a diretora ergueu o dedo indicador. – Começou gritando comigo e eu apenas lhe dei uma resposta à altura. Depois disso, quando me virei ela puxou meu cabelo com força e, para me livrar, eu a empurrei. – Dei de ombros. – Fim.

-Isso é verdade Stanley? – Olhou para ela. – Por um garoto? Brigou por um garoto?!

Jessica não sabia o que falar.

A diretora Wade se recostou na cadeira, soltando o ar pesadamente.

-Como as duas agiram errado, serão suspensas por um dia. – Decretou.

-O quê?! – Soltamos em uníssono.

-Me escutaram. Agora, podem ir. – Acenou para que saíssemos.

Estava com tanta raiva por ter sido suspensa por causa de uma idiota que, peguei as minhas coisas e saí da sala como um raio, sem olhara para trás, pois se visse o rostinho de Jessica, não me responsabilizaria pelos meus atos.

Fechei minhas mãos em punho, ao desviar das pessoas.

Achei estranho. Em geral não era uma pessoa de brigar fisicamente, somente respondia grossamente - isso admitia -, mas nunca fui de atacar alguém por ódio.

Saí para o estacionamento - estava garoando - puxei o meu capuz para cima da cabeça e marchei em direção ao meu carro. Nele, joguei a mochila para o banco do lado e respirei fundo, ao descer o capuz.

Devo ter respirado dez vezes para clarear a minha mente e me tranqüilizar. E, agora, com isso feito, pensava nas conseqüências... Esme ia me matar! Céus! Como não fui pensar nisso antes?! Se eu voltasse para casa agora, ela ia brigara muito comigo.

Pensa, Bella, pensa!, gritei internamente.

Como morava em cidade pequena e notícias se espalhavam rapidamente, decidi que, pelo menos, chegaria mais tarde em casa, aproveitando que Esme havia saído para fazer compras para casa. O único problema era o que eu ia fazer até mais tarde...

De repente senti meu celular vibrar no bolso da minha calça. Peguei-o.

-Alô.

-Hey, Bells! – Demorei alguns segundos para reconhecer a voz.

-Ah! Oi, Jake.

-E ai? Como andam as coisas?

-Bem, mas... Não deveria estar na aula essa hora?

-Oh! Sim, mas fiquei em casa para ajudar meu velho em algumas coisas em casa. E você? Pode atender?

Mordi o lábio, enquanto olhava para o estacionamento, vendo Jessica passar com os olhos vermelhos, entrar em seu carro e partir com pressa.

-Posso... – Uma idéia me veio à mente. – Hey, Jake, se incomodaria se eu lhe fizesse uma visita?

-Hum? Não, mas... E quanto a sua aula?

-Longa história. Depois conto, agora, me diga como chegar aí.

Não demorou muito para que eu chegasse em La Push e encontrasse a casa de Jacob. Não era difícil achar um cara com um metro e noventa, com mais alguns quebrados na frente de uma casa.

Parei diante da calçada da casa e desci sendo recepcionada por Jake. Ele me jogou um aceno junto com um sorriso.

-E ai, Bella!

Sorri de volta ao trancar meu carro com as minhas coisas dentro. Dei um abraço desajeitado nele e me indicou o caminho para sua casa.

-Matando aula? – perguntou ao caminho para dentro.

Soltei um riso baixo.

-Mais ou menos. – Declarei.

Entramos e dando de cara com um senhor em uma cadeira de rodas, me lembrei como sendo Billy, seu pai. Ele me olhou surpreso e logo esboçou um sorriso e outro com certa malicia para Jacob.

-Olá. – Cumprimentou-me – Jake, quem é a sua nova amiga?

-Bella, pai. Filha de Carlisle e Esme.

-Oh! – Arregalou os olhos. – A pequena Bella? – Olhou-me.

-Bem... Não mais pequena. – murmurei.

Eles riram.

-Bells, quer ver o carro que eu estou montando? – Jacob perguntou animado.

-Está montando um carro? – perguntei atônita.

Ele riu e me puxou para fora de casa, o acompanhei. Passamos pela lateral até chegar à garagem, onde tinha uma velha mesa de madeira cheia de ferramentas e aparelhos, ao lado algo sob um plástico cinza e do outro lado uma velha cadeira de pinheiro.

-Pode se sentar, se quiser. – Assim o fiz. Jacob começou a retirar o plástico e mostrar um carro, ainda em reparos, vermelho. – E este é o meu bebê! – Mostrou orgulhoso.

-Uau! – Chega me levantei para poder ver melhor, rodeando-o. Parei e olhei para Jacob, apontando para o carro. – Você que montou ele? Por inteiro?

Ele assentiu de nariz em pé. Ri disso.

-Nossa! Parabéns! É lindo. – Sorri.

Seu rosto se iluminou.

-Só falta, praticamente, colocar os pneus, mas isso é rápido.

Voltei a me sentar, enquanto ele ajeitava o plástico em um canto da garagem e voltava para o seu "bebê". Passou a mão na lataria do carro e abaixou o olhar para observar imperfeições.

-Se importa de irmos conversando enquanto vou mexendo nele? – perguntou.

-Não mesmo. – Garanti, olhando para os lados e vendo bastante bagunça. Tinha coisas espalhadas por todo o lado.

-E então, por que matou aula hoje? – Pegou uma ferramenta e começou a mexer no carro.

-Fui suspensa. – disse simplesmente.

Jacob ergueu o rosto e me olhou com confusão. Dei de ombros e ele riu do meu ato.

-Desculpa, mas, na boa, você não parece daquelas garotas que se metem em confusão. Ao contrário, na verdade. – Sorriu abertamente.

-Pois é... Não me conhece. – Rimos. – Não! Brincando, eu não sou de fazer isso, só que... Meio que pediram por isso. – Fiz uma careta.

-Rá, Bella! Você não existe. – Balançou a cabeça, sorrindo e voltando ao trabalho. – E qual foi o motivo?

-Uma guria me atacou e eu a empurrei. Só isso.

Jacob riu alto que foi impossível não rir junto.

Ta legal. Isso está sendo estranho.

Cá estou, conversando normalmente, sem brigas, sem discussões, sem nervosismo com alguém que conheço muito pouco, mesmo que seja amigo de família e que tenha brincado comido na infância. Era estranho, mas me sentia tão bem ao lado de Jacob quanto quando estou junto de Edward, mas o sentimento com o último é diferente que com primeiro.

Por Edward sinto um amor, uma paixão, um aperto no peito que chega a doer quando ele está próximo a mim, algo extremamente bom e gratificante. Agora, quanto a Jake, é um sentimento fraternal, ele me fazia bem também e isso não poderia me proporcionar melhores momentos.

Acho que agora estou começando a entender o real sentido da palavra "amizade". Essa, antes, não era muito bem entendida por mim, por somente ter a minha irmã de criação como verdadeira amiga, mas acho que, enfim, descobri.

Sorri.

-O que foi? - Jacob me analisou.

-Nada não. – Balancei a cabeça. – Quer ajuda?

-Hum... Não precisa não. Vai acabar se sujando toda, deixa para lá. – Piscou para mim.

-Certo... Mas e você?

-Eu o quê? – Mantinha-se com os olhos no trabalho.

-Em que tipo de coisas tinha que ajudar seu pai?

-Ah! Ele queria ajuda para despachar umas caixas com coisas que a minha irmã pediu para enviar para ela. Não demorou nada e eu já tinha acabado, por isso te liguei. Jogar conversa fora. – Sorriu, secando o rosto de suor.

-Ah... Belo motivo para faltar aula. – Rimos.

-E por que resolveu vir me fazer uma visita se foi suspensa?

-Se eu chegasse em casa agora, Esme, provavelmente, não teria voltado de suas compras e brigaria mais ainda comigo por ter conseguido essa proeza depois de tanto tempo sem encrencas...

-Ah! Então sempre se meteu em encrencas? Uau! – Fingiu falsa surpresa.

Revirei os olhos.

-Não... – Ergue a sobrancelha. – Ta bom! Um pouco, mas isso era antes de Edward... – Me calei.

-Edward... Conheço esse nome? – perguntou o nome a si mesmo e acabou desistindo, dando de ombros. – Não, mas, quem é Edward e o que ele fez?

-Humm, como posso explicar...? – Sem que eu fique ainda mais vermelha, completei mentalmente. Sentia que as minhas bochechas esquentavam.

-Ah! – Sorriu abertamente. – Peguei. É seu namorado. – Franzi os lábios. Tinha que me acostumar com isso. – E o que o seu namorado fez?

-Bem, pode ser estranho, mas eu sou estranha, então, lá vai... Eu sempre me fechei muito depois da morte dos meus pais e da minha avó materna, não tinha nenhum amigo além de Alice.

-A pequena Alice? – Ergueu a sobrancelha.

-Agora sim, a pequena Alice. – Rimos e Jacob pediu para que eu continuasse. – E depois da vinda de Edward para Forks... De algum modo ele me fez mudar a visão que eu tinha sobre me aproximar das pessoas em geral. – Encarava o chão ao contar. - Eu me retinha em mim mesma, sem deixar que os outros se aproximasse, usando muito a grosseria para que nem ao menos tentassem isso e, ele não.

Sorri ao me lembrar de nós.

-Não estava nem aí para as minhas "patadas". E isso me fez bem, me fez deixar de ter medo de perder aqueles com quem me relaciono, com quem sinto afeto e carinho. – Ergui meu olhar e vi Jacob me observar levemente surpreso. Ele havia parado o que estava fazendo para prestar atenção.

-Sério que você não tinha amigos? – perguntou e eu assenti. – Nossa! Se eu soubesse, acho que também tentaria abrir seus olhos quanto a isso... – Passou as costas da mão na testa, limpando-a.

-Está tudo bem, Jake. – Sorri.

-Não! – Calou-se por um instante antes de continuar - Pô, agora eu estou me sentindo mal por não ter ido te visitar muito antes...

-Que isso...

-Certo. – Jogou as ferramentas de lado. – Vamos te introduzir nessa vida de ter amizades. – Declarou e eu não entendi. – Vamos dar um passeio.

-Jake, não precisa parar o que está fazendo só porque te contei minha história ridícula. – Me levantei enquanto ia atrás dele.

Ele se virou rapidamente para mim e pegou a minha mão.

-Meu carro pode ficar para depois, você não. Ups... – Abaixou o olhar para as nossas mãos e afastou um pouco a sua da minha, mostrando uma mancha preta de óleo de carro. Me olhou como quem se desculpa. – Perdão. Antes de te introduzir na vida de amizades, vamos nos limpar.

Rimos.

Ele era tão espontâneo!

Seguimos para dentro da casa, onde nos limpamos e saímos novamente, mas dessa vez Jacob disse que íamos andar na praia. Reclamei, dizendo que aquilo não era realmente necessário, mas ele me contrario, novamente.

Passamos um bom tempo conversando sobre tudo, que chega perdi a noção do tempo. Ia apenas passar um tempinho ali, mas acabei passando demais, já havia passado da hora do almoço e a minha barriga reclamava de fome - apostava tudo que a de Jacob também estava.

Voltamos para a sua casa e Billy insistiu para que eu ficasse para o almoço, recusei dando uma desculpa de que Esme me esperava. Me despedi dele e fui ao carro acompanha de Jake.

-Então depois a gente se fala. – disse Jacob, me dando um abraço. – Se cuida.

-Eu vou. – Sorri, abrindo a porta e me jogando para dentro.

-Vê se também não se mete mais em confusão. – Dei um soco de leve em seu braço e rimos. – Não, sério.

-Certo. – Ergui as mãos para mostrar que não estava cruzando os dedos. – Prometo.

-Ótimo. – Fechou a minha porta. – Tchau, Bells.

-Tchau. – Dei a partida e saí, pegando a estrada.

Não demorou muito e escutei meu celular tocar dentro da minha mochila. Fui tateando até achar o bolso onde eu o guardava, sem tirar os olhos da estrada.

-Alô.

-Bella! Por Deus! Está louca! Mamãe está quase mandando a polícia atrás de você! – Berrou Alice. – Onde está?!

-Calma, Ali. Estou dirigindo e indo para casa.

-Ótimo! Venha logo que quase tivemos um treco! – Bufou e respirou fundo. – Certo. Era só isso, tchauzinho. – Desligou.

-Estranha... – murmurei, colocando meu celular de volta.

Ao chegar em casa, Esme já veio me bombardear de perguntas e já as emendou com a bronca por ter sido suspensa. Expliquei tudo e estranhei o fato de Alice não estar ao lado dela e concordando com tudo, como sempre fazia.

Subi depois de tudo e fui tomar um belo de um banho. Assim feito, me joguei na cama e peguei um livro para ler. Não levou cinco minutos para eu adormecer e acordar com conversas no corredor. Era a voz de Carlisle e Esme.

Ora, mas o que Carlisle está fazendo em casa a essa hora? Geralmente está fazendo plantão..., pensei.

Me levantei e fui ao meu banheiro, lavando o rosto para afastar o sono e dei uma ajeitada no meu cabelo.

-Bellinha! – Alice me chamou do andar de baixo.

Esfreguei meu rosto e saí do meu quarto, encontrando Carlisle. Ele sorriu para mim e me perguntou como foi meu dia, passando o braço por cima de meus ombros e nos fazendo descer as escadas juntos. Ao chegar no final, ele me largou e foi à cozinha.

Olhei em volta e franzi o cenho em confusão. A mesa de jantar estava posta, com seis lugares postos... Não... Não, não e não!

-Alice! – Gritei.

Ela apareceu ao meu lado com um sorriso culpado. Minha vontade era de pular naquele pescoço.

-Calma! Respira! Bella? – Me olhou preocupada.

Respirei fundo e fechei minhas mãos fortemente.

-Alice, por favor, me diga que isso só é um jantar para alguns amigos do papai, como Billy e Jacob.

Alice mordeu o lábio.

-Não..., mas é quase isso! – Sorriu tentando amenizar as coisas.

-Quem. Vem. Jantar. Conosco? – Perguntei pausadamente, sentindo a raiva me dominar.

-Edward e a mãe dele! – disse rapidamente e se encolhendo, protegendo-se de qualquer ataque meu.

-O quê?! – Gritei. – O que eu disse sobre isso?!

-Que não queria. – Foi voltando à posição normal.

-E por que ainda assim fez?! Você prometeu!

-Não. Não prometi nada, nem disse nada. Só não contrariei, mas também não concordei e, já que você não quis me dar ouvidos, fui falar com a mamãe e com Edward, combinado já tudo. – Ergueu as mãos. – Culpada.

-Você me enganou! Eu estava crente que tinha conseguido, finalmente, negar algo à você e que você iria desistir, mas não! Argh! Céus e agora?! Estou perdida!

-Não está não! Vai dar tudo certo.

-Se é que você chama de "tudo certo" uma noite extremamente vergonhosa! – Extravasei.

-Relaxa, Bellinha... – Tentou me acalmar, mas a campainha já havia tocado, deixando-me ainda mais tensa.

Não, eu não merecia uma irmã tão malvada com a baixinha da Alice! O que eu fiz?! Estava completamente perdida! Não fazia a menor idéia do que fazer, do que falar, como agir, para onde fugir...!

Respira, Bella...

Ao que parecia, céu e o mundo estavam contra mim hoje!

Alice abriu a porta com um sorriso encantador e eu apenas fiquei parada ali onde estava, nem ao menos sabia o que fazer. Talvez, pudesse ter uma falsa doença... Não ia dar certo!

-Senhorita Elizabeth! – Alice cumprimentou a mãe de Edward que estava ao seu lado.

-Como vai, querida Alice? – Elizabeth sempre muito bem educada.

Não demorou muito para que Carlisle e Esme aparecessem e fossem cumprimentar também, fazendo fila. Não conseguia me mexer até Alice passar por mim e dar um empurrão de leve e me fizessem cumprimentar igualmente.

Depois que todos já o haviam feito, era a minha vez. Olhei para Edward que me olhava divertido e depois olhei para a sua bela mãe, que me sorria gentilmente.

-Senhorita Elizabeth. – A cumprimentei.

-Como vai, Bella querida?

-Bem... – Mordi o lábio. Estava com muita vergonha. – Obrigada.

Todos passaram por nós, depois da indicação para que entrassem de Alice e eu fiquei para trás com Edward. Ele veio até mim.

-Como está?

-Com raiva e com muita vergonha. – disse simplesmente.

Ele afagou meu rosto gentilmente e sorriu.

-Não se preocupe, vai dar tudo certo. – Colocou as mãos nas minhas costas, me levando em direção à mesa de jantar, onde todos já estavam quase ajeitados em seus lugares e conversando normalmente. Ao que parece eu era a única que estava nervosa com a situação.

Respirei fundo antes de me pôr a sentar.

-Fico feliz que tenham aceitado o nosso convite de jantar conosco essa noite Elizabeth. – Comentou Carlisle que estava na ponta da mesa, mostrando claramente quem era o dono da casa.

Do lado esquerdo vinha Esme e Alice, do direito, Elizabeth e Edward. Me sentei na outra extremidade da mesa, de frente para Carlisle.

-Que isso, Carlisle. – Elizabeth sorriu. - É sempre um prazer visitar um velho amigo e sua maravilhosa família. – disse a última parte, olhando para todos nós, com seu olhar demorando mais sobre mim.

Abaixei meu olhar para o guardanapo em meu colo, enrolando-o com força. Mas uma coisa não me tinha passado despercebido. Não sabia que Carlisle conhecia Elizabeth e, se assim era, também conhecia Edward...

Alice sorriu abertamente a ela.

-É ótimo ter companhia. Então, poderemos começar o jantar? – Todos concordaram animadamente pelo jantar comentado e organizado por Alice.

Devia ter imaginado que aquela baixinha iria armar alguma e, de alguma forma eu sabia! Só que não havia raciocinado.

Ela não havia poupado dinheiro, podia-se dizer que só havia do bom e do melhor ali e estava tudo absurdamente gostoso. O jantar seguiu tranqüilo e sem comentar nada sobre mim e Edward, o que me deixava muito melhor. Conversávamos normalmente e de histórias engraçadas da época de faculdade de Carlisle e Elizabeth até Edward pedir licença, pois queria falar uma coisa.

Meu coração foi a mil quando lhe foi permitido falar e ele se levantou para melhor visão de todos à mesa. Olhei rapidamente para Alice que o olhava com um enorme sorriso e me olhou, piscando.

Mexi minha boca em um: "Eu te mato!" e isso só a fez sorrir mais ainda.

-Bem, Carlisle, - Edward começou e a minha vontade de sair dali correndo se tornou imensa. – Esme, gostaria de dizer o quanto gosto da filha de vocês, Isabella – Me olhou e eu pude sentir meu rosto em chamas muito intensas, o abaixei, tentando escondê-lo. – Não tinha a menor das intenções ao me aproximar dela além da minha mais pura amizade.

Me olhou sério.

-Mas o jeito da filha de vocês me fez cada vez mais sentir algo do que uma simples amizade... – Sustentei seu olhar, o que era fácil, pois suas órbitas verdes sempre me faziam esquecer quem estivesse envolta. – Bella é a pessoa mais importante para mim... Depois da minha mãe. – Completou, olhando com um sorriso para a sua mãe que lhe piscou. Voltou a olhar para Carlisle que o encarava com seu sorriso gentil nos lábios, assim como todos à mesa. – Por isso, peço a permissão de namorar com sua filha.

Todos ficaram em silêncio por um momento e, eu e Carlisle conversamos através do olhar, provando que ele poderia sim dizer que dá sua permissão.

-Logicamente ficaram claros seus sentimentos pela a minha filha, Edward. – Iniciou, desviando seu olhar do meu. De repente, não me preocupei mais com a minha vergonha. Estava me sentindo bem e à vontade. – Por isso, minha resposta não pode ser diferente de um simples e claro: sim.

-Oun!! – Todas as mulheres sorriram alegres.

-Ahhh, esse meu filho não é romântico? – Elizabeth, orgulhosa, apertou o rosto de Edward assim que ele se sentou e, por debaixo da mesa, segurou minha mão, fazendo um carinho. – Eu o ensinei bem! – Sorriu abertamente.

-É...,mãe. – Rimos da careta dele.

Todos começaram a conversar, enquanto eu e Edward estávamos presos no olhar um do outro. Apertou de leve a minha mão, antes de nos voltarmos a conversa da mesa.

Alice e Edward tinham razão, foi fácil e tranqüilo o jantar. A parte difícil não era a minha, era a de Edward de falar todas aquelas coisas em voz alta para todos escutarem seus verdadeiros sentimentos por mim.

Depois do jantar, todos nos sentamos na sala para continuar a conversa, enquanto eu e Edward saímos um pouco para andar. Andávamos na rua escura, com o céu já anoitecido, de mãos dadas.

-Soube que foi suspensa hoje. – Comentou.

-É... Esme brigou bastante comigo. – Sorri timidamente.

-Mas por quê?

-Jessica veio me cobrar o fato de eu estar com você, quando ela havia me dito que estava afim de você. – Dei de ombros. – Ela não agüentou e partiu para cima de mim.

-Sério? – Parou de andar e se virou de frente para mim. – Ela bateu em você? Ela é louca?!

-Não bateu em mim, só puxou o meu cabelo com força e eu, para me livrar dela, a empurrei. E quanto ao 'louca', imagino que sim.

Ele afagou o meu rosto, antes de me abraçar.

-Desculpe, acho que esse ataque dela, de alguma forma, foi minha culpa.

-Sim, sua culpa por ter tantas garotas loucas atrás de você. – Ri contra seu peito.

Edward nos afastou um pouco para poder me olhar com reprovação.

-Não me importa quem esteja atrás de mim, o que me importa, quem me importa, está na minha frente nesse momento. – Beijou minha testa e eu fechei meus olhos, enquanto ele fazia isso, sentindo seu perfume.

Foi descendo os beijos pelo meu rosto até chegar à boca. Passei minhas mãos para a sua nuca, puxando-o para mim e sem querer selar o beijo delicado e gostoso. Edward brincava com a minha boca, mordendo meu lábio inferior antes de me puxar para mais um beijo.

Suas mãos desceram para a minha cintura e me firmaram, devido a minha tontura momentânea por seus beijos de tirar o fôlego e me puxou para si.

Era encantador o modo como ficávamos juntos, ele era um perfeito cavalheiro, me beijava como se tivesse medo de que eu pudesse quebrar a qualquer momento - o que tornava seu beijo ainda mais especial. Porém, tinha uma enorme desvantagem, sempre que assim nos encontrávamos, esquecia completamente de quem estava ao redor, somente com o roçar de seus lábios sobre os meus.

Entrelacei meus dedos em seu cabelo e Edward subiu uma mão para segurar o meu rosto quente contra o frio que estava do lado de fora, mas de maneira alguma sentia frio naquele momento.

Nos separamos um pouco para recobrar o ar, com nossas testas encostadas uma na outra. Ergui minha cabeça para lhe roubar um breve beijo.

-Eu descobri que te amo. – murmurou e fez meu coração saltar. – Talvez eu tenha descoberto tarde, mas... – Controlava a respiração. Sorriu com malicia. – Não me arrependo... Isabella... – Enfatizou o "bella" de um modo sexy.

Sorri, umedecendo meus lábios antes de falar qualquer coisa e o encarei, observando a escuridão em que seus olhos se encontravam, mesmo no momento em que, através da pouca luz, via o quão intensos eram. Gostei do que via neles.

-Eu também te amo, Edward. – Sorriu, me abraçando com mais força e logo querendo olhara para o meu rosto novamente.

-Quem diria que nós íamos nos relacionar, hum? – Rimos baixo e abafado. – A Bella orgulhosa...

-E o Edward cabeça-dura e resmungão. – Sorriu torto e debruçou-se sobre mim, depositando um leve beijo seguido de um rosar de lábios.

Ficamos ali por alguns instantes, sem dizer nada, sem pensar em nada, sem querer nada, só ali... Só nós dois.

Sentia que o mundo poderia se explodir a qualquer momento que eu não me importaria, pois tinha quem queria ao meu lado. Alguém que me fez voltar a viver, pois até então, não vivia. Descobri que aquilo que chamava de vida, não era nada parecida com a que hoje tinha graças à ele.

Edward Cullen.

Garoto com o qual cheguei a declarar guerra por não suportá-lo, por nunca desistir de mim, por não me deixar em paz um segundo se quer... Agradecia por isso. E muito. Só o queria ali. O tempo todo, com seus braços ao meu redor, formando uma verdadeira fortaleza contra ameaças externas... O meu porto seguro.

-Edward. – O chamei em um sussurrou, enquanto meu rosto repousava em seu peito e seus braços me rodeavam.

-Sim? – Senti sua boca se mexendo no topo da minha cabeça.

-Obrigada. Por tudo... – Fechei meus olhos, apertando-o em um abraço mais forte, e inspirei seu perfume.

-De nada, minha Bella. – Retribuiu meu abraço.

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FIM DO CAPÍTULO!!!

Ounn que final mais cute, cute!! Chega me emocionei :') haha Mentira, ta? ;D

Pois é, people...

Finalmente as coisas estão se acertando, tudo andando as mil maravilhas e você já devem estar se perguntando quando eu vou acabar com esse conto de fadas e lá vai a minha resposta:... Não sei! :D hahaha Sério mesmo, acho que o futuro que vejo para essa fic, ainda haverá mais momentos cute deles, briguinhas, DR`s... E por aí vai. Deeeepoiiiiss eu penso em como acabar com o "conto de fadas" sem que isso se torne um clichê bem maior ;P

Eeeeee... Para quem ama o Jacob, dei um presente à vocês Team Jacob Ever ;) Notaram? ;D Boazinha? Não muito, porque o meu Jacob é legal ;) hahah Zoa! Eu até gosto dele, mas sem ele atrapalhar o meu casal favorito ;P (O que não acontece no livro...)

E, para quem comentou dizendo que: É mesmo! Finalmente alguém venceu da Alice!... Nããão, a Alice não tem nada de burra ;D Tadinha da Bella...

E ai? O que acharam deste capítulo nada pequeno?

Devo confessar que ia parar de escrever assim que o Edward e a Elizabeth chegaram na casa da Bella, mas aí resolvi seguir, já que não estava fazendo nada mesmo... :D

QUERO COMENTS!! ;PP

Ahh!! Lembram-se do sósia do Taylor? Pois é, uma amiga minha que é viciada no Taylor brigou comigo por eu ter contado para um bando de loucas por ele (Abafa...) que ele existe! Mas, meninas, que decepção... Olha que coisa! Ele tem namorada e a boa notícia, para quem está solteira, é que o guri é muiiito galinha e não presta :) Sei lá... Quem gosta de dar uns amassos... hahahhaha (Como eu falo merda, véiii)

AGRADECIMENTOS ESPECIAIS À:

*Pati Sousa* - Relaxa, garota do Taylor! Hahaha Só comentei... :D, mas quanto aos meus capítulos, véii, tu está sem mais tempo do que eu e olha que eu estou com a corda no pescoço aqui em casa, mas quero eles, viu? ;) É, Jake legal, e o bom é que eu posso adiantar que ele não será o filão ;P Não nessa, pelo menos ;D Beijinhos

* Priiiii* - Pois é, nesse capítulo, notamos que NÃO, que a Bella não conseguiu vencer da Alice, tudo uma pequena armação dela ;P Vixe, então você é das minhas, também não gosto do Jacob dos livros (ta... ele é legal, mas não gosto quando se mete no romance BellaxEdward :)) Concordo quanto ao "apreciar o ator" hahaha Beijinhos e até o próximo.

*Gibeluh* - hahaha Não sei... Também queria, se eu soubesse como ter O Edward lindo, maravilhoso... :x hahaha Que ótimo que gostou! Beijinhos

** - haha Pois é, a Alice venceu a Bella no final ;D haha Ainn que bom que gostou!! Beijinhos e até o próximo!

*Pixel* - MEUDEUS! Manda ele para mim! Hahahaha Robert na veia!!! :D Beijinhos

*bgsmeinterfona* - ARRASOU! Hahaha Edward é mil vezes melhor que o Jacob! Haha ;D Obrigada!! Fico MEGA feliz que esteja gostando da fic! ;P Beijinhos

*Marcela P.M. Pattinson* - Adeus dedos MESMO! Hahahaha Que isso... Até que eu postei rápido, não é? :P Beijinhos e até o próximo!

*Cris Turner* - Né?! Também queria um desse para mim!! (sonhandooo...) haha ;D Obrigada pelo o : "fic perfeita" :D Fico extremamente feliz!!!! Beijinhos e até a próxima!

*Vivi LeBeau* - hahah Nem imagino! :D As gurias Team Jacob, se vissem o guri... Meu Deus! CORRE! Hahahaha Ia ser tenso... :x E quanto a fic, que ótimo que esteja gostando, espero que eu continue no caminho certo para você poder continuar lendo ;P E o Jasper? Né?! Ninguém da falas para o pobrezinho :/ hihi Beijinhos!!

*MrSouza Cullen* - haha Nããão! A Alice não é burra não. Na verdade, nem me passou isso pela a cabeça, de ela contar a verdade e quanto a: "um dia ela vai descobrir" sim, ela vai, mas lá para frente, não agora ;] Agora vamos aproveitar os momentos EdwardxBella ;P Beijinhos e obrigada, obrigada, obrigadaaaa!! ;D

*Regina Swan Cullen* - hahah Ainn que vergonha... Tenho que aprender mais coisinhas de Portugal... :x hihi Mas que bom que "fixe" é uma coisa boa ;D Espero que continue sendo assim!! ;] Beijinhos e até o próximo cap!!

*Ginah* - Ounn você me desculpa? Juro que ia fazer um POV do capítulo só por causa de você, mas como eu tinha começado a escrever o próximo capítulo... Nem deu :/ Desculpa!! Mas ó, sempre que faço o POV de um e do outro também, faço isso em um mesmo capítulo, ta bom? ;P Beijinhos!! E me desculpaaa!

*Nara* - haha ADOREI! Me amarrei no seu comentário de: "chamar ele de cachorro" Arrasou! Hahaa ;D Pior que ele é mesmo... Não no sentido literal, lógico! ;P Vou continuar sim! Pode deixar! Beijinhos!

*Ana Alice Matos* - Ahh, na boa, eu entendo porque o povo não gosta do Jacob :] Ele, no livro, atrapalha demaaaiiis o meu casal favorito e acho que o povo também não gosta dele por isso, mas na minha fic NÃO! Hahah Ele será legal aqui ;P E também porque ele é chato que não desiste nunca. Já levou um toco e fica atrás de mais... Tadinho dele :x haha ;P E simmm, voltando para a fic: Ounn obrigada! ;D Fico realmente feliz que tenha gostado!! Muito mesmo! Beijinhos!!

*Naii* - Obrigada, obrigada, obrigadaaaa! Ounn que fofa você! :P Sério mesmo, obrigada! Beijinhos e até o próximo cap!

*Barbara* - Ounn obrigada! ;D Não demorarei! Beijinhos!!

*celly cullen* - haha Team Edward arrasa!!! :D Obrigada! É bom saber que estou agradando com o rumo da fic! ;P Beijinhos e até o próximo cap!

*Luluciana*- haha Obrigada! Beijinhosss!! ;D

*Anna S. Cullen* - Ainn que bom que gostou! :P Espero que tenha gostado desse também! Beijinhos!!

-

UFA! Terminei de responder todas!

Se eu me esqueci de alguém, por favor, me avise! :D

Então, gente... É isso!

Beijinhos e até mais ver!

Bye, bye!!

Lina Furtado.