Personagens de Stephenie Meyer. História de Tessa Dare.
CAPÍTULO DOZE
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"Você é exatamente o que eu preciso..."
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- O que Lorde Cullen está fazendo lá em cima? - perguntou Charlotte, apontando para a falésia. - Espiando-nos? Onde estão as roupas dele?
- Eu não sei. - Aguçando a vista, de onde se encontrava, na borda da água, Isabella viu Edward, descalço, aproximar-se da beira da falésia.
- Ele parece tão triste e sério...
- Ah. Ele está sempre assim. - a morena deu de ombros.
Lá de baixo, ela ouviu Lorde Jasper Hale gritar:
- Não faça isso, Edward! Você ainda tem muito pelo que viver!
As moças gritaram quando Rycliff-Cullen, aparentemente ignorando seu primo, flexionou as pernas... e pulou.
- Oh, meu Deus! - Horrorizada, Bella assistiu ao longo e perigoso mergulho no mar. - Pulou! Ele percebeu que aqueles homens não têm jeito e isso o levou ao suicídio.
Um enorme borrifo de água anunciou seu impacto no mar. Ela só pôde rezar para que aquele não fosse o prelúdio de um impacto com algo mais. Aquele local era rochoso. Toda a enseada era rochosa. Era provável que ele batesse a cabeça em uma pedra e nunca mais emergisse.
- Vá buscar ajuda! - disse ela à Charlotte e levantou as saias de seu traje de banho. - Chame os homens lá em cima e diga-lhes que sigam a trilha até a praia.
- Mas... eu não estou vestida. O que minha mãe vai dizer?
- Charlotte, está não é hora de melindres. É questão de vida ou morte. Faça o que eu digo.
Isabella se jogou no mar e nadou até o lugar em que ele parecia ter mergulhado. Ela cortou as ondas com braçadas rápidas e confiantes, mas seu progresso foi dificultado pelo traje de banho cheio de saias, que elas usavam pelo bem do pudor. O tecido arrastava-se ao redor de seus tornozelos, pesado e enrolado.
- Lorde Rycliff! - chamou Isabella, aproximando-se do local de onde ele havia pulado. Ela aprumou-se e começou a bater as pernas, olhando para um lado e para outro, mas em vão. Ela viu muitas pedras, mas nenhuma delas parecia-se com uma cabeça. - Lorde Rycliff, você está bem?
Nenhuma resposta. Sua saia prendeu em um obstáculo, e o puxão repentino a levou para baixo. Isabella engoliu água do mar. Quando emergiu, ela cuspiu e tossiu.
- Edward! - gritou ela, começando a ficar desesperada. - Edward, onde está você? Está ferido?
Ele irrompeu a superfície da água a cerca de meio metro dela encharcado, com o olhar sombrio e perigoso.
Ele estava vivo. A explosão de alívio foi tão visceral, tão repentina, que quase a dominou.
- Edward, o que é que você estava pens...
Ele a ignorou por completo enquanto virava a cabeça para todos os lados, esquadrinhando a enseada.
- Onde está ela!?
- Quem?
- A número doze. - Enchendo os pulmões de ar, ele desapareceu novamente sob a superfície, e Isabella ficou batendo as pernas para não afundar, totalmente desnorteada.
Número doze? Aquilo não fazia sentido. Céus, aquilo parecia com o ridículo bombardeio de ovelhas. Ele reapareceu na superfície e passou a mão pelo rosto para afastar a água.
- Preciso encontrá-la. A garota de cabelo escuro.
Alice! Agora fazia sentido. Ele estava procurando por Alice Brandon! Ele mergulhou do penhasco para salvá-la. Aquele bravo, heroico, temerário e desorientado idiota.
- Vou procurar ali. - Ele saiu nadando e circulou um grupo de rochas.
- Espere! - Bella gritou, nadando atrás dele. - Edward, eu posso explicar. Ela não se afogou, eu juro.
- Ela estava aqui e não está mais.
- Eu sei que parece isso, mas se você...
Ele encheu novamente os pulmões de ar e mergulhou. Uma eternidade pareceu passar antes que ele reaparecesse. O homem tinha a capacidade pulmonar de uma baleia. Quando finalmente voltou para respirar, Bella se jogou sobre ele para impedi-lo de afundar novamente.
- Espere!
Ela o pegou por trás, como uma criança brincando de cavalinho, passando os braços pelos ombros de Edward, e as pernas – tanto quanto permitia o traje de banho –, por sua cintura.
- Ela está bem! - gritou uma Isabella aborrecida em sua orelha, balançando-o para trás e para frente. - Escute-me. A número doze. Alice Brandon. Ela está viva e bem.
- Onde? - perguntou ele, sem fôlego. Ele se chacoalhou, e água do mar espirrou no olho dela.
- Tem uma caverna. - ela pegou a cabeça dele entre suas mãos e fez com que ele a virasse. - Ali. A entrada fica submersa quando a maré está alta, mas eu mostrei para ela como nadar até lá. Alice está viva, bem e à procura de rochas. Geologia, lembra?
- Geologia...
Eles ficaram em silêncio durante algum tempo. Ela subia e descia enquanto ele respirava com dificuldade, tentando recuperar o fôlego.
- Você foi bondoso. - disse ela, pressionando seu rosto contra a nuca dele. - Você foi bondoso ao tentar salvá-la.
- Mas ela está bem.
- Está. - E você também, graças a Deus.
Algumas inspirações profundas depois, ele disse:
- Acredito que você pode me soltar em segurança. Aqui já dá pé.
Foi então que ela percebeu que Edward não tinha se movido, apesar de toda a agitação dela. Isabella espiou por cima do ombro dele. A água estava na altura do peito de Edward, colando a camisa aberta a seu corpo. O colarinho aberto revelava gotículas de água agarradas aos pelos escuros de seu peito, que brilhavam sob a luz do sol. Ondas pequenas lambiam seus escuros mamilos masculinos, perfeitamente delineados pelo tecido molhado.
E ela estava colada nas costas dele, com seus membros esparramados, como um polvo maluco.
- Oh. - Mortificada, ela escorregou das costas dele. Esticou as pernas e alcançou o solo firme. - Ora, isso é muito constrangedor.
Quando ela finalmente arrastou seu olhar para o rosto dele, percebeu que Edward estava olhando para os mamilos dela. Que previsível. Típico de homem. Ela se preocupou que ele pudesse ter morrido, e ele tinha a ousadia de estar vivo. Ultrajante, decididamente viril, forte e vivo. Como ele ousava? Como ele ousava?
Com toda a agitação daquele resgate aquático, culminando diversos dias de tensão não manifesta, um corte de cabelo revelador e, não menos importante, aquele beijo explosivo... Havia emoção demais crescendo dentro dela, o que só poderia ter dois motivos: raiva irracional ou... Ela nem iria considerar o "ou". Seria raiva irracional, então.
- Seu imbecil descuidado! - exclamou ela. - Seu cérebro de molusco podre. O que estava pensando, mergulhando daquele jeito? Você não viu as rochas? Podia ter se matado!
O queixo dele estremeceu.
- Eu também poderia perguntar o que você estava fazendo, nadando nesse traje medonho. Você podia ter sido arrastada para baixo da água, como Ofélia, e morrido afogada.
- Eu nadei até aqui para salvar você, seu animal. Sou uma nadadora muito boa, com licença!
- Eu também sou bom nadador. Não preciso de resgate.
Ela virou a cabeça e cuspiu mais um tanto de água marinha.
- Vai precisar quando eu acabar com você.
Abaixo da superfície da água, algo tocou sua cintura. Um peixe? Uma enguia? Ela bateu no ser, rodopiando.
- Calma. Sou eu. - O braço dele envolveu sua cintura e a puxou para perto. Os dois afundaram na água até o pescoço. Nadando com apenas um braço, ele a puxou para entre duas rochas.
- O que você pensa que está fazendo?
Ele olhou para o alto da falésia.
- Conseguindo um pouco de privacidade para nós. Precisamos conversar.
- Aqui? Agora? Não poderíamos conversar em lugar e momento mais apropriado?
- Esse é o problema. - Ele passou a mão por seu cabelo escuro e molhado. - Não consigo parar de pensar em você. O tempo todo. Em todos os lugares. Eu tenho um trabalho a fazer aqui. Homens para treinar. Uma vigília para organizar. Um castelo para defender. Mas não consigo nem mesmo me concentrar, por que fico pensando em você.
Ela olhou para ele. Como? Era essa a conversa que ele queria ter. Bem, Isabella entendia por que ele não podia ir visitá-la em casa e puxar o assunto durante o chá. Seu coração falseou uma batida dolorosa.
- Diga-me o que é isso, Isabella, mas lembre-se de que está falando com um homem que pode marchar duzentos quilômetros a mais só para evitar um envolvimento romântico.
- Envolvimento? - Ela forçou uma risada casual, uma fileira de "ha ha has" nada convincentes. Ele estragou tudo, típico dos homens. - Um barril de piche quente não bastaria para me envolver com você.
Ele balançou a cabeça, parecendo perplexo.
- Eu gosto até mesmo quando você me ataca.
- Você me viu com a arma. Se eu realmente atacasse você, prometo que iria doer. E você não gostaria nem um pouco. - Tinha de escapar daquela situação e também dos grandes e musculosos braços de Edward. Ela se debateu, mas ele apenas a segurou mais apertado.
- Você não vai escapar. Ainda não. - A voz grave dele enviou vibrações através da água. - Nós vamos resolver isto agora, você e eu. Bem aqui... Agora... Vou lhe contar cada pensamento maluco, erótico, depravado que você me inspirou, e então você vai voltar para casa correndo, assustada. Vai trancar a porta do quarto e ficar lá por um mês, para que eu possa me concentrar e fazer meu maldito trabalho.
- Esse parece um plano muito mal pensado.
- Ultimamente pensar não tem sido meu ponto forte.
A percepção daquele clima sensual... oh, era perigoso. Ela podia aprender a gostar daquela situação. Para ser honesta, já estava gostando, mas podia aprender a desejá-la, o que tornaria difícil seu futuro solitário. Ela sabia que Edward precisava de um pouco de contato físico, o que devia ter lhe faltado durante muito tempo, talvez devido à guerra. Mas no máximo ele tinha em mente um enlace frenético de corpos, não uma fusão de corações e almas.
- Eu quero você. - disse ele, simples, clara e descontroladamente.
Está vendo?, ela disse para si mesma. Ele não pode ser mais claro do que isso.
- Eu quero você... Eu sonho com você... Fico desesperado para estar perto de você. - disse Edward, provocando um novo arrepio que escorreu pela coluna de Isabella. - Para tocar você inteira... - As mãos dele passearam por suas costas e seus braços. - Ai. O que é essa coisa horrível que você está vestindo?
- É um traje de banho.
- Parece uma mortalha. E é opaco demais.
- Claro, ora. Esse é o objetivo. Opacidade. - A respiração dela ficou rápida; as palavras, tolas.
Uma das mãos de Edward deslizou para capturar seus dedos. Ele os ergueu acima da superfície da água, chacoalhando-os como se fossem um tipo de evidência contundente.
- Quem usa luvas no oceano?
- Eu uso. - Ela engoliu em seco.
- Essas suas luvas, elas me deixam louco. Eu quero arrancá-las de suas mãos. Beijar esses punhos esguios, chupar cada um desses dedos delicados e longos. E esse seria só o início. Eu também quero ver o resto de você. Seu corpo foi feito para dar prazer a um homem. É um crime contra a natureza escondê-lo.
[N/A: Naquela época, seria um elogio e tanto esse "você foi feita para dar prazer a um homem". Hoje, um puta close errado do cara non sense... Ainda bem que evoluímos!]
Aquilo não podia estar acontecendo. Não com ela. Isabella fechou os olhos com força, depois os reabriu.
- Lorde Cullen, está se esquecendo de sua posição.
- Não, não estou. - Seus olhos verdes estavam quase azuis com o reflexo da água e a aprisionaram, como sempre faziam. - Eu sei exatamente quem sou. Tenente-coronel Edward Anthony Masen Cullen, Conde de Rycliff há alguns dias. Você é Isabella Marie Swan e eu quero vê-la nua. Nua, branca e encharcada até a raiz dos cabelos, com gotas de água do mar brilhando ao luar. E Eu vou lamber o sal do seu corpo.
Ele passou a língua pelo rosto dela. Susanna se sentiu sem ar. Os bicos dos seios endureceram, projetando-se contra o tecido grosso e molhado.
- Você é louco. - ofegou ela.
Os lábios de Edward roçaram sua orelha.
- Estou perfeitamente lúcido. Quer testar minha memória? Às segundas-feiras vocês caminham pelo campo. Às terças-feiras tomam banho de mar. Amanhã talvez eu encontre você no jardim e a arraste para trás de algum arbusto.
A sugestão a enfraqueceu. Ela imaginou o corpo dele sobre o seu. O calor dele, contrastando com o solo frio e úmido. A imaginação de Isabella invocou os aromas da grama e da terra.
- E às quintas... - Ele se afastou e olhou estranho para ela. - Isso é interessante. Nós nunca chegamos à quinta-feira. Por favor, diga-me que às quintas vocês passam óleo no corpo e lutam ao estilo grego.
Ela bufou.
- Você é horrível e ridículo.
- E você adora... Essa é a pior parte. Você me quer com a mesma urgência que eu sinto, porque sou exatamente o que você precisa. Não existe outro homem nessa vila que seja forte o bastante para tomá-la. Você precisa de um homem de verdade, que lhe mostre o que fazer com toda essa paixão que borbulha abaixo da sua superfície. Você precisa ser desafiada, dominada.
Dominada?
[N/A: Como eu disse... hahaha Tá, parei.]
- E você precisa ser enjaulado, seu animal!
- Um animal é exatamente o que você quer. Um bruto medieval, grande e sombrio, que jogue você no chão, arranque as roupas do seu corpo e faça o que quiser com você. Eu sei que tenho razão. Não me esqueci de como você ficou excitada depois daquela explosão.
A ousadia dele!
Como ele poderia saber?
Isabella ergueu o queixo.
- Bem, eu não me esqueci do som que você fez na primeira vez em que toquei sua testa. Não foi nem mesmo um gemido, foi mais um... choramingo.
Ele fez um som de pouco caso.
- Ah, foi sim! - continuou Bella. - Um choramingo carente, solitário. Porque você quer um anjo. Uma virgem doce, terna, que o abrace, faça carinho, sussurre promessas no seu ouvido e faça você se sentir humano novamente.
- Isso é absurdo. - zombou Edward. - Você está simplesmente implorando para receber uma lição nua e crua sobre o que significa dar prazer a um homem.
- O que você quer mesmo é deitar a cabeça no meu colo e sentir meus dedos em seu cabelo.
Apelando para o lado carente que nenhum homem se ousava a admitir possuir, Bella sabia que aquela era uma das poucas formas de rebaixá-lo, ferindo sua virilidade e masculinidade que, diferente do que todo homem pensa, é mais frágil que uma pétala de rosa na ventania.
Ele a encostou na rocha.
- Você precisa ser descoberta.
- Você, - ela ofegou. - precisa de um abraço.
Eles ficaram se encarando durante um longo e tenso momento. Primeiro, nos olhos. Depois cada um olhou para os lábios do outro.
- Sabe o que eu acho? - perguntou ele, aproximando-se. Chegando tão perto, que Isabella podia sentir o hálito dele aquecendo sua face. - Acho que estamos tendo, de novo, uma daquelas discussões exasperantes.
- Do tipo em que os dois lados têm razão?
- Ah, sim.
Dessa vez, quando se beijaram, os dois produziram aquele som. Aquele profundo gemido e ansioso som.
Aquele som que dizia sim.
E finalmente...
Você é exatamente o que eu preciso...
Ela conseguia sentir a tensão e a urgência represadas nos músculos de Edward, mas seu beijo era a expressão da paciência. Sua boca tocou a dela, abrindo-lhe os lábios. O pulso de Bella martelou quando Edward fez a primeira investida com a língua.
Oh, céus. Oh, céus. Oh, céus.
Havia paixão estocada dentro dela. Ele tinha dito que Isabella era um barril de pólvora, mas aquilo era um eufemismo. Ela entendia, agora, e podia enxergar dentro de si. Grandes armazéns, paióis inteiros. Havia caixas de beijos nunca dados. Tonéis de doces carícias, mantidos selados para não tomarem chuva. Fileiras e fileiras de gemidos e suspiros, todos cuidadosamente engarrafados e arrolhados.
Ele destampava uma daquelas garrafas agora, com um toque habilidoso de sua língua. Ele pressionou o polegar na articulação do queixo de Isabella, liberando ainda mais desejo. Ele a beijava profunda e lentamente, dando-se tempo para explorá-la.
- Edward... - ela se ouviu sussurrar e passou as mãos pelo cabelo curto e macio dele. - Oh, Edward.
Quanto mais ele avançava, mais perto chegava dos outros aposentos. Aqueles quartos sem uso e empoeirados do coração de Isabella. Ele ousaria se aventurar por ali? Ela duvidava... Pular de um penhasco era um tipo de coragem vistosa, mas um homem precisava de força e bravura verdadeiras para pôr abaixo aquelas portas trancadas. Havia lugares escuros e desconhecidos dentro dela, que foram construídos para abrigar amor, mas até Bella tinha receio de explorá-los. Ela ficou aterrorizada ao perceber como aqueles lugares eram imensos e dolorosamente vazios.
E seu coração não era o único lugar vazio e dolorido. Entre suas pernas ela sentia o mesmo. Enquanto se beijavam, Edward levou as mãos até suas costas e a ergueu, trazendo sua pelve de encontro à dele. A excitação de Edward, quente e saliente, foi apertada contra seu sexo. Ela gemeu dentro do beijo, um pedido sem palavras por algo mais. Claro que ele saberia como responder. E ele o fez.
Bram mordeu seu lábio. Forte.
- AH! - Edward retraiu-se, rompendo completamente o abraço.
Bella abriu os olhos e viu Edward com a mão na cabeça e uma careta de dor.
- MAS QUE DIABOS? - exclamou ele.
- Tome isso, seu bruto! - Mary Alice Brandon colocou-se entre os dois, absolutamente encharcada e segurando um saco pesado.
- Allie? - Recuperando-se da interrupção abrupta, Isabella levou o dedo ao seu lábio, para ver se estava sangrando.
- Não se preocupe, Srta. Swan. Estou aqui, agora.
Ela devia ter saído da caverna e... visto os dois! Oh, Deus!
- Estou bem... de verdade. - Bella olhou para o saco que Alice empunhava. Parecia feito de lona. - O que tem aí?
- Pedras. O que mais?
Pedras! Bom Deus. Isabella olhou preocupada para Edward. O homem acabava de levar uma cacetada na cabeça. Era de espantar que não tivesse caído inconsciente. Ela se aproximou dele, mas Alice deu um gritinho e jogou seu corpo na frente do de Isabella.
- Segurem-se. Lá vem ele novamente, o... o Zeus vingador.
Edward continuava nitidamente atordoado, esfregando a cabeça com a mão. Com um grunhido de dor e um movimento repentino, ele se pôs em pé – tirando da água a cabeça, os ombros e o tronco magnificamente esculpido. Gotículas de água foram borrifadas para todo lado, capturando os raios de sol e brilhando como pequenas fagulhas.
Zeus Vingador, de fato. Ele parecia um deus grego envolto em sua túnica, transbordando potência masculina e um ar divino de domínio. Aquela visão tirou o ar de Isabella, que, por um instante, pensou que ela havia sido a pessoa atingida na cabeça por um saco de pedras. Ele era lindo! Deslumbrante em sua perfeição masculina.
- Não se preocupe. - Alice subiu em uma rocha próxima, preparando seu saco de pedras. - Vou salvá-la, Srta. Swan.
Isabella tentou segurá-la.
- Alice, não! Não precisa. Ele não estava...
TCHIBUM!
HAHAHAHA Lembrando que a Alice é uma adolescente e só mais uma garota criada entre homens que impunham seus desejos sem restrições, forçando mulheres a aceitá-los.
Pessoas, sei que não tem perdão o atraso de duas (ou três?) semanas, mas em minha defesa digo que a única coisa que me impediu é a única coisa que afasta uma mãe dos compromissos: filho dodói. A recém-nascida virando noites e mais noites com cólicas e dor e eu só o pó DO bagaço. Uma nhaca. Desculpem novamente e, com os capítulos todos adaptados, prometo que não acontecerá mais.
Até sábado agora e de volta à nossa rotina. Beijos!
