Bem, como eu posso dizer...
MEU PC DEU TILT!! -se afoga em lágrimas-
Enquanto eu fazia o backup dos meu dados pra que o meu irmão formatasse a máquina ele travou definitivamente!
Resultados?
Bom, primeiro, eu perdi minha coleção de 500 mangás yaoi. Triste, não?
Segundo, meu irmão não tem o CD do office, ou seja, meu pc está SEM o WORD, e por isso eu não posso escrever em casa.
Deu pra sentir meu drama?
Tenho que vir postar minhas coisas no pc da casa da minha vó, e graças a Deus em dois dias eu consegui terminar o cap 13 sem que ele ficasse uma merda, então é só betar e não devo demorar pra postar!
Desculpe a demora, mas sinceramente, eu não devo ter mais leitores então nem tem pra quem me desculpar
Our Kingdom – Quando tudo fica pior...
Itachi acordou atordoado, como se não tivesse dormido, o que era tecnicamente verdade. Há noites não conseguia conciliar o sono, enquanto um tsunami de problemas lavava a sua mente e a deixava alerta e ao mesmo tempo em branco.
Vestiu-se e saiu. Dobrou os corredores sem cuidado e a certa altura teve um choque brusco com alguém. O corpo menor foi ao chão, chocando suas costas contra a parede, e soltou uma pequena exclamação de dor.
Sai: Itai...
O menor passou a mão sobre a cabeça em um ato automático enquanto Itachi o olhava preocupado.
Itachi: Tudo bem?
Sai: Sim.
Itachi: Desculpe.
E o moreno estendeu a mão, ajudando o outro a pôr-se de pé.
Sai: A culpa foi minha, não estava olhando por onde andava.
Itachi: Nem eu, não posso me concentrar em muitas coisas nesses últimos dias.
Sai: Sei como é...
Itachi: E você? Estava indo ao meu quarto?
Foi como se algo estalasse na cabeça de Sai, como se lembrasse de algo que não deveria ter esquecido, o que de fato aconteceu.
Sai: Ah, sim. Mikoto-sama está te chamando no quarto dela. Disse que está indisposta e não sairá de lá por enquanto e é para você ir o quanto antes.
Itachi: Obrigado, eu falarei com ela e depois irei até o escritório.
Sai: Não vai tomar seu desjejum?
Itachi: Faz tempo que não consigo fazer isso.
E com essas palavras, deixou o jovem no corredor, dobrando para o lado inverso ao qual percorria anteriormente, seguindo por um caminho labiríntico até a frente das grandes portas do quarto real.
Entrou no aposento e pôde ver a silhueta feminina por trás dos véus opacos que rodeavam a cama. Aproximou-se e afastou-os devagar, observando sua mãe que estava deitada com uma cara apática.
Itachi: O que houve mãe? Queria falar comigo?
Mikoto: Bom dia filho. Sim, mandei que Sai te chamasse.
Itachi: Você está bem? Está pálida...
Mikoto: Não se preocupe, Tsunade-sama já me examinou e disse que é um mal estar passageiro.
Itachi: É um alívio. O que queria me dizer?
Mikoto: Itachi, você e Sai...
A mulher olhou significativamente para o filho, não querendo transformar em palavras algo tão pessoal.
Itachi: Sim. Você percebeu?
Mikoto: Faz muito tempo. Mas tenho plena confiança que vocês sabem o que pode acontecer caso...
Itachi: Nós sabemos. Nós não estamos mais...
E parou de falar, abaixando um pouco o olhar. O semblante de sua mãe carregou-se de pesar.
Mikoto: Dói-me dizer isso, mas não seria melhor para Sai, que ele saísse daqui?
O Uchiha se voltou para ela, surpreso.
Itachi: Ir... Embora?
Mikoto: O Kazekage irá amanhã, ele adiou em dois dias a sua partida a pedido meu. Itachi pense seriamente nisso e converse com Sai, não é para sempre, só até resolvermos tudo, de algum modo.
Os olhos do homem não se elevaram, mas sua voz soou firme.
Itachi: Tudo bem.
Levantou-se e retirou-se do cômodo sem mais palavras, fazendo a rainha encarar as portas fechadas com o rosto contornado por feições entristecidas e uma lágrima silenciosa escorrer pra salgar-lhe a boca.
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Abriu a porta de seu escritório e percebeu que ele lhe esperava ali. Por um momento estancou, o encarando, mas não conseguiu dizer nada. Sentou-se diante da pilha de papéis, de costas para Sai, e não dirigiu-lhe mais seu olhar.
Encarava fixamente as folhas á sua frente e corria os olhos pelas palavras, sem absorver nada. Ao chegar à última frase do documento não lembrava nem do que se tratava. Coçou a cabeça, incomodado.
Itachi: Sai, você está livre por hoje.
Sentenciou, empurrando para trás sua cadeira e se pondo de pé.
Sai: Como?
Itachi: Você ouviu.
Seu tom era frio, o que causou uma profunda surpresa no garoto. Retirou-se a passos firmes do local, sem olhar para ele. Sai ficou paralisado por um tempo, olhos arregalados, sem entender. Logo depois acordou do seu transe e seguiu os passos que o primeiro príncipe provavelmente havia feito.
Quando chegou aos jardins, ouviu um relinchado alto e apressou o passo. Quando chegou ao início da descida do monte, pôde ver Arow galopando rapidamente e deixando um rastro de poeira para trás. Sabia para onde ele estava indo.
Olhou para os lados, atônito. Não sabia bem o que fazer. Sentiu-se observado por todos os lados, como se pessoas seguissem seus passos todo o tempo e nenhum dos seus movimentos passasse despercebido. Não conseguia tomar uma decisão, pois temia tomar a errada e colocar tudo a perder. A pressão sofrida desde a volta do Conselheiro Mor havia restringido cada ato seu, pois antes de fazer qualquer coisa precisava pensar e repensar nela.
Voltou para o castelo pela porta dos fundos e para seu alívio apenas Chouji estava na cozinha. Largou-se pesadamente no banco e apoiou os cotovelos na mesa, enterrando o rosto nas mãos.
O cozinheiro apenas observou a sucessão de atos incomuns, quieto e atento, até o momento em que duas moças entraram na cozinha falando alto e em tom estridente, fazendo o moreno se levantar e passar por elas sem dirigir-lhes o olhar ou a palavra, ao menos.
As duas encararam o lugar por onde ele havia sumido com ar de dúvida.
Ino: O que houve?
Chouji: Algo está acontecendo com o Sai. Há muito tempo ele não é mais o mesmo.
Sakura: Isso mesmo, ele está estranho. E o Itachi também, agora mesmo ele saiu voando do castelo em direção aos estábulos.
Ino: Poderia ser algo sobre aquilo que você disse há algum tempo atrás?
Sakura: Sobre eles estarem juntos? Será mesmo possível?
Ino: É a alternativa mais plausível no momento. Isso tudo começou quando Orochimaru-sama chegou, então, faz sentido.
Houve apenas uma troca de olhares significativos entre os três. A volta daquela cobra asquerosa havia pesado sobre a cabeça de todos de modo quase insuportável. Até o ar parecia mais denso que o normal e a tensão era lida a cada segundo de silêncio, o temor em cada letra pronunciada.
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Sai deitou em sua cama, deixando-se inundar pela exaustão mental que o consumia gradativamente. Tentou não pensar em nada e conseguiu, a custo de uma pressão muito forte em sua cabeça, como se os pensamentos estivessem se forçando a saírem.
Não sabia o que havia acontecido, mas Itachi tinha ido, muito provavelmente, àquela casa e estava estranho. Somando tudo, chegava à conclusão de que algo grave estava acontecendo ou pelo menos mais grave do que já estava.
Ouviram-se batidas na porta.
Sai: Entre.
O rapaz loiro entrou no quarto com cara de preocupação. Observou o amigo estirado na cama e essa expressão salientou-se em seu rosto. Sentou-se na beirada da cama.
Naruto: O que houve?
Sai: É o que eu gostaria de saber.
Naruto: Olha, eu sei que é difícil, mas ajuda pelo menos um pouco se você se abrir com alguém.
Sai: Acredito que você já saiba ou pelo menos tenha deduzido o que acontece.
Naruto: É, por isso conte o que minha mente lenta ainda não permitiu que percebesse.
Sem ânimo algum pra discussão, o moreno rendeu-se e contou ao loiro o pouco que ele desconhecia.
Naruto: Você não deveria ir atrás dele?
Sai: Não sei se ele iria querer isso.
Naruto: Mesmo que ele não diga, sei que é o que mais quer.
Sai o olhou intrigado enquanto um sorriso sincero brotava na face do outro.
Naruto: Vá, homem, por que ainda está aqui?
O sorriso se alargou e Sai decidiu que não era hora de pensar muito, se ele era fraco com emoções, Naruto era o mais forte no ramo, seguir suas palavras, no mínimo, ajudaria mais do que o processo de fusão com seu colchão que havia iniciado.
Virou corredores e desceu as escadarias do castelo apressado. Saiu de suas dependências e foi cegado momentaneamente pelo sol ofuscante de um quase meio-dia, por que provavelmente era quase meio-dia.
Assim que seus olhos se acostumaram, rumou para o estábulo. Um empregado solitário enchia de feno as coxias dos animais. Com a ajuda dele, encilhou um deles, de propriedade real. Cavalgou mais lentamente do que quando usara Arow, pois não tinha ainda muita confiança no cavalo em que montava.
Queimado pelo sol forte, chegou ao local onde o caminho, quase uma trilha, cortava a lavoura. Puxando com um pouco mais de força do que devia, fez o animal inquietar-se. Dominou-o novamente e continuou seu caminho. Estava perto.
Quando chegou a frente da imponente construção viu pastando solto pela grama em frente ao local, o cavalo do primeiro príncipe. Prendeu em um tronco destinado a isso o animal que montava e postou-se em frente à porta.
Tocou a maçaneta tão levemente que mal conseguiu empurrar a porta. Olhou para os lados e constatou que ele não estava ali. A passos leves, sem emitir qualquer som, subiu a escadaria chegando ao corredor das quatro portas. Entrou na que correspondia ao quarto em que havia estado anteriormente, mas ele não estava lá. Tentou a segunda porta do mesmo lado, que era um cômodo pequeno e claro, com uma cama simples e um armário apenas. Seguindo a ordem lógica, passou a segunda porta do lado o posto e ao abri-la encontrou finalmente quem queria.
Ao lado de uma grande varanda, muito semelhante a do primeiro quarto, encontrava-se uma grande mesa redonda rodeada por duas cadeiras, em uma delas o moreno descansava, cabeça inclinada podendo assim enxergar o que se passava lá fora, ao contrário do outro quarto, essa sacada tinha vista tanto para um pedaço da estrada quanto para a frente da casa.
Parou uns instantes, em um incômodo silêncio até que o Uchiha quebrou-o.
Itachi: Te vi chegar
Sai: O que houve? O que está acontecendo?
Itachi: Você não deveria ter vindo.
Os olhos não se encontraram, o mais velho evitava o contato visual.
Sai: Eu não sei o que está acontecendo, mas eu não estou gostando disso!
Itachi: E te parece que eu estou?
Sai: ...
Itachi: Se você não tivesse vindo, eu não precisaria falar nada.
Sai: Falar o que?
A primeira troca de olhares fez-se, revelando ao jovem, o rosto dolorido do príncipe. Sai sentiu seu coração encher-se de medo. Extremamente rápido se aproximou de Itachi e contornou seu pescoço com os braços, por trás da cadeira. Fechou os olhos com força e sentiu a mão do moreno tocá-lo, como se não soubesse direito o que fazer.
Sai: É algo grave, não? É sobre nós, não é?
Sussurrou quase inaudivelmente, como se não quisesse ouvir a resposta. Usando apenas o jogo de corpo, o Uchiha trouxe o outro para a sua frente, apertando-o entre seus braços, um tentando acalmar as dores do outro.
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Sai agora se sentava na cadeira em frente à que o moreno ocupava. Seus olhos estavam abaixados e melancólicos. Acabara de ouvir de Itachi toda a situação.
Sai: Então... Amanhã... Com o Kazekage... Isso é repentino.
Itachi: Ninguém te obriga a ir, você sabe.
Sai: Eu vou.
As palavras soaram determinadas e firmes, bem como o olhar que foi dirigido ao Uchiha, surpreendendo a este. Sai empurrou sua cadeira e aproximou-se perigosamente do outro, fazendo com que os olhos do primogênito da família real se arregalassem.
Uniu seus lábios apaixonadamente, em um misto de desejo e paixão alucinantes. Saborearam os lábios um do como se fosse a primeira vez que o faziam e também foi melancólico como se fosse a última. Separaram-se e Sai deu as costas ao moreno. Quando chegou à porta, antes de fechá-la novamente, se pronunciou.
Sai: Eu não quero te ver mais. Se eu vê-lo, não sei se serei capaz de partir.
E a porta se fechou, separando talvez pra sempre aquelas duas pessoas.
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Sai entrou no castelo como uma rajada de vento. Enquanto andava pelos corredores cruzou com Naruto e Sasuke, ignorando a ambos ou nem mesmo os vendo devido à pressa. Foi até o antigo quarto de seu pai.
Abriu uma das portas do enorme guarda-roupa e constatou que tudo que havia sido dele ainda estava lá. Pegou a bolsa de viagem e levou consigo para seu quarto.
Colocou suas roupas e acessórios que poderiam ser necessários, arrumou o que não ia levar impecavelmente, como se o quarto sequer fosse habitado. Debruçou-se na janela e percebeu que, ao longe, podia ver tremeluzindo ante aos fortes raios solares, a silhueta da casa de que acabara de sair.
Uma dor preencheu seu coração ao correr os olhos por todo o lugar, e ver nos jardins do castelo Sasuke e Naruto conversando amigavelmente e perigosamente perto um do outro.
Pensar que não mais veria tudo aquilo, nem Mikoto que era quase sua mãe e até mesmo o rei Fugaku que lhe machucava. Não demonstrava, mas aquelas eram pessoas importantes e queridas. Para não mencionar Itachi.
Deixou-se perder em pensamentos, para logo depois deitar-se, jogando a bolsa com suas coisas em um canto ao lado da porta. Ignorou as batidas na porta de Sakura avisando sobre o jantar e logo pegou no sono, vencido pela exaustão.
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A certa altura da madrugada o moreno acordou ao ouvir a porta de seu quarto ranger. Abriu os olhos e lentamente, temendo um pouco, acendeu a vela e viu, parado em frente à porta agora fechada, o Conselheiro Mor.
Orochimaru: Ora, ora...
Ele abaixou-se e analisou as coisas que Sai havia separado para a viagem.
Orochimaru: Pretende ir a algum lugar, rapaz?
O garoto não soube o que responder, ficou olhando fixamente para o homem sem esboçar expressão nenhuma, e nesse caso não foi nem pelo costume e sim por não saber qual delas usar.
Orochimaru: Acho que não... Acompanhe-me.
Sai: E se eu não for?
Orochimaru: Os dois guardas que estão esperando aqui fora ficariam felizes em ajudar.
Diante de tal afirmação achou mais sensato fazer o que o homem mandava. Saiu do quarto com ele e de fato dois guardas esperavam do lado de fora. Saíram em comitiva para um lugar que logo percebeu ser a sala do trono do rei. Seu estômago revirou-se. Estava perdido.
Não sei se é por que as pessoas não estavam conseguindo mandar reviews, como a reneev que me mandou uma MP, comentou, ou se é por que a fanfic está uma bosta, mas eu recebi dois reviews e uma mensagem privada
Não sei, estou realmente desanimada
Dois review? Bom, é no mínimo brochante.
Eu não vou parar a fanfic, por quê vai contra os meus príncipios, mas não posso garantir nada no tempo de postagem
Como eu posso dizer... Eu tive vários problemas pessoais que me impediram de postar, não foi negligência nem nada do tipo
E eu sempre deixei isso bem claro, então, se os meus leitores cairam tanto a culpa é da qualidade do que eu escrevo
Sendo assim, perdi completamente a vontade e as idéias ficaram fracas, talvez por falta de empenho
Vou continuar escrevendo como escrevo hoje, por que apesar de tudo é meu jeito, não vou negligenciar a fanfic de jeito nenhum, não o fiz até agora e não o farei, mas eu realmente estou mal por causa dos números
Nem vou mais pedir reviews, apartir de agora seria irrelevante, então...
Agradeço de coração a reneev, a yeahrebecca e a Lety que comentaram o cap anterior o/
Enquanto isso na floresta...
MP da reneev
Infelizmente nós perdemos o jogo
Mas de qualquer jeito, ficamos em segundo lugar
A minha medalha pesa 50 toneladas e.e
Meu números teremcaído é ser generosa, perdi a vontade, estou completamente desiludida...
Mas realmente muuuuuuuuuuito obrigado por comentar
Lety
Bem, bem, nem sei o que responder nos reviews...
Até pra isso minhas idéias foram pro espaço ;/
Mas agradeço muito que tenha comentado
Realmente muito...
yeahrebecca
Você descobriu o segredo do Orochi
Hehehe, o Sai sofrer? Não sei...
Mas de qualquer maneira, esperemos pra ver
Muito obrigado por comentar \o/
Muito mesmo!
Espaço disponível para venda --
