Olá queridos. Os próximos Capítulos da história serão mais agitados, por isso espero que gostem. Sorento e June viverão momentos muito especiais neste capítulo. Boa leitura.

Capítulo 12 – Confissão

Na casa de Áries, Julian estava sentado com as pernas cruzadas meditando. No topo da escadaria, de costas para a entrada do primeiro Templo, a encarnação de Poseidon treinava sua mente arduamente, tal como o Santo de Ouro lhe ensinara. Sentia a brisa suave esvoaçar os longos e belos cabelos azulados. O canto dos pássaros acariciava seus ouvidos e tudo isso o trazia paz. O corpo dele começava a emanar seu Cosmo humano sem que percebesse, à medida que meditava. De dentro da Casa de Áries, Shaka pôde sentir o poderoso Cosmo que Julian estava desenvolvendo e sorriu. Desde o sequestro de Mu, e a tentativa de Kanon de matar Atena através de Poseidon, Saori não via nem falava com seu amado. Ele temia ser dominado novamente pela vontade da divindade, por isso pediu distância a ela. Depois de tempos, Saori desceu até a casa de Áries, mas antes que pudesse se aproximar do concentrado jovem, foi contida por Shaka, que a chamou para a parte mais reclusa do Templo.

— Atena, perdoe minha impertinência, mas não acho prudente se aproximar do Julian-san por enquanto.

— Eu sei que desde aquele dia, o espírito de Poseidon não voltou a se apoderar do Julian, então acho que não preciso me preocupar.

— Minhas desculpas, mas eu discordo. Atena... Mesmo meus olhos estando fechados, você não pode engana-los. Você tem medo de Poseidon, estou certo?

Saori hesitou. Suas pernas tremeram com a afirmação do virginiano, e ficou surpresa por ele estar dizendo a verdade.

— Shaka... Eu tenho pavor de Poseidon. Sei que me entende, por isso serei sincera com você. Eu só venci a última Guerra Santa contra Poseidon por que ele não estava completamente despertado. Se Kanon não tivesse interferido no despertar de Poseidon... Com certeza nenhum de nós estaria aqui agora. – Revelou.

— É... Tivemos sorte quanto a isso. Mas acho que agora que Mu foi levado pelo inimigo, Kanon certamente não irá visar mais o Julian-san.

— Então eu posso vê-lo agora?

— Melhor não. Ele está em profunda meditação. Seria bom não o interromper agora. Sinto que o Cosmo humano do Julian-san será necessário futuramente.

— O que quer dizer com isso?

— Lembra das palavras de Sorento? Ele disse que Julian-san nunca vai deixar de ser Poseidon, por isso acho que de alguma forma, por mais que tente, Kanon não irá conseguir obter os poderes do Deus dos Mares como deseja. Ele já falhou uma vez e falhará de novo.

— Shaka... Rezarei para que você esteja certo. – Atena disse conformada.

Saori voltou para o seu Templo um pouco mais tranquila. As palavras de Shaka acalmaram o coração da Deusa de alguma forma, embora o problema estivesse longe de ser resolvido...


[Palácio Valhalla – Asgard]

Alberich estava na Sala do Trono de Hilda. O ruivo observava atentamente todos os movimentos de Freya com seus belos olhos verdes. A loira ainda estava muito preocupada com sua irmã mais velha, e andava de um lado para o outro pelo salão. Em certo momento, a jovem fitou a Estrela Delta ajoelhada, em respeito que devia a ela, e num movimento brusco, puxou o ruivo para um abraço. Pressionava com força a esbelta cintura masculina, sendo retribuída com afagos nos dourados cabelos. Freya se separou, olhando diretamente para o único olho que não estava coberto pela franja ruiva. Ela suavemente posicionou seus dedos pela franja, deslocando o cabelo para contemplar tão belo olhar. O Guerreiro Deus fazia o mesmo, olhando fixamente para os iguais olhos verdes de Freya, mas para a moça, os olhos dele eram ainda mais belos, mais verdes e mais brilhantes. Eram tão absurdamente lindos que Alberich parecia ostentar duas esmeraldas no lugar dos olhos. Perdeu-se neles. Achou que poderia esquecer todos os seus problemas se apenas permanecesse olhando para aqueles olhos.

— Vai ficar tudo bem. Hilda-sama voltará sã e salva. Acredite e tenha fé em Odin.

Assim que a Estrela Delta terminou a frase, uma agitação tomou conta do lado de fora do palácio. Camus finalmente chegou até a porta do Palácio com Hilda nos braços. Vários soldados da guarda real se aproximaram para atacá-lo, achando que o Dourado havia machucado a Governante de Asgard, mas quando uma imensa energia se fez presente, todos eles se enfileiraram de ambos os lados do imenso portão, dando passagem ao Santo de Ouro, que emanava seu Cosmo Dourado e imponente, deixando os soldados praticamente paralisados diante de seu poder. Hilda também ficou sem ação. O Cosmo de Camus era nobre, acolhedor, quente e muito poderoso. Estava se sentindo revigorada, e não se importaria em ficar nos braços daquele belo homem por toda a sua vida, se necessário. Aquário entrou na Sala do Trono, e se deparou com Freya e Alberich, que ainda se entreolhavam. Mime estava em um canto, presenciando a tão íntima "amizade" entre o Guerreiro Deus e a irmã da governante daquela terra gelada. Eles ficaram espantados, assim como Mime, ao verem Camus colocar Hilda cuidadosamente em seu trono.

— Ei, estranho! O que pensa que está fazendo com a Hilda-sama? – Disse Mime indignado ao adentrar totalmente no local.

— Fique calmo, Mime.

— E justo você me pede calma, Alberich? Não está vendo que esse estranho chegou aqui carregando a Hilda-sama? Ela está machucada.

— Não é hora para isso agora. Onee-sama, o que aconteceu com você? – Perguntou Freya preocupada.

— É uma longa história, querida irmã. Desculpe por tê-la preocupado. – Respondeu serena.

— Não importa. O importante é que você está bem agora.

— E quem é este homem? Ele não parece ser daqui. – Questionou Alberich intrigado.

— Está tudo bem. Este homem é um Santo de Ouro do Santuário. Ele veio até aqui por ordens de Atena.

Enquanto todos conversavam e esclareciam tudo, um dos soldados invadiu a sala gritando de repente.

— Alberich-sama! Alberich-sama! Temos grandes problemas.

— O que aconteceu?

— O Oceano Ártico está agitado. Ondas enormes estão prestes a emergir, e grandes blocos de gelo estão quebrando. – Explicou.

— Mas como isso é possível? – Perguntou apreensivo.

— Não sabemos, senhor.

— Isso é mau... precisamos fazer alguma coisa.

— Era justamente isso que eu temia que acontecesse, por isso saí escondida em busca de Atena. Somente ela e seus Santos poderão nos ajudar.

— Atena já está ciente do que está acontecendo, por isso mesmo eu estou aqui. Posso levá-la em segurança até a presença de Atena agora mesmo.

— Isso é ótimo. Muito obrigada. Não saberia o que fazer sem você.

— Não precisa agradecer. Esta foi a missão que Atena me deu.

— Mime, preciso que você venha comigo para o Santuário. Não sabemos o que pode acontecer. Quanto a você, Alberich, quero que cuide de Asgard na minha ausência.

— Hilda-sama, desculpe a minha imprudência, mas não acho que seja confiável deixar a Alberich cuidando sozinho de Asgard. – Interviu Mime.

— Mime, eu já expliquei milhares de vezes que o Alberich se arrependeu de suas más intenções do passado e foi perdoado. Agora ele é um guerreiro Deus leal assim como você e todos os seus falecidos companheiros. Por favor não seja injusto com ele. – Rebateu Hilda.

— Como desejar, Hilda-sama. – Disse ao curvar-se.

— Onee-sama, posso ir com você? – Pediu Freya.

A Governante de Asgard consentiu, e o Santo de Aquário não se opôs. Todos decidiram partir imediatamente rumo à Grécia.


No Santuário, Shion estava deitado em sua cama. Tentava dormir, mas não conseguia, pensando no que acontecera com seu discípulo Mu há pouco tempo. Não conseguia entender como um Santo de ouro tão poderoso quanto ele pudesse ter sido levado daquele jeito. Incomodado, o Grande Mestre foi até a cozinha de sua casa, e preparou um macarrão instantâneo. Sempre que se sentia inquieto, Shion gostava de comer um miojo para acalmar seus nervos. Ele estava decidido a ir pessoalmente até o Templo de Poseidon, caso as coisas não se resolvessem o mais rápido possível.

Enquanto o Mestre degustava sua refeição nada saudável, Atena encontrava-se em seu quarto apenas pensando em Julian, e no grande esforço que ele estava fazendo para desenvolver o seu Cosmo. Estava angustiada pelo fato de não poder ficar perto de seu amado, mas sabia que isso era necessário.

E assim, enquanto todo o Santuário adormecia, uma longa noite de insônia aguardava Atena e o Grande Mestre...

[Hospital geral de Viena - Áustria]

Sorento seguiu para seu laboratório para continuar o andamento de sua pesquisa. Como imaginava, os resultados ainda demorariam a ficar prontos, e já estava caindo à noite. Ele decidiu voltar para o seu consultório e continuar sua pesquisa no dia seguinte. June ainda estava à espera do músico, admirando o bonito consultório do jovem. Sentou-se em cima da mesa com as pernas cruzadas e apenas olhou ao redor da sala. Pouco depois, Sorento chegou e olhou intrigado pelo fato de ela estar ali.

— Por que está em cima da mesa?

— Porque é mais confortável. Estava te esperando. Você demorou bastante.

— Desculpe. É que eu estava muito ocupado.

— Sou eu que te devo desculpas. Vim até aqui sem avisar. Não posso exigir a sua atenção, por que sei que você veio para cá para fazer algo importante.

— É. De qualquer forma, você ainda não me disse por que veio atrás de mim. Eu falei que não ia demorar.

— A verdade é que... – disse, fazendo um gesto para que ele se aproximasse. – Eu implorei à Atena para que me deixasse vir aqui te ver.

— Isso não explica muita coisa. Na verdade, estou preocupado. Não entendo todo esse seu desespero para me ver.

— Eu também não entendo. É algo que está me consumindo por dentro. Eu simplesmente não consigo parar de pensar em você. Não consigo ficar longe de você.

Sorento se aproximou como ela havia pedido, mas não estava gostando do rumo que a conversa estava tomando. Ficou de frente para ela, e como ela estava sentada sobre a mesa, suas faces estavam no mesmo nível de altura. Inquieto com a última frase dela, o General do Atlântico Sul nada disse, apenas aguardou apreensivo a próxima atitude da Santa de Camaleão. Ela olhou fixamente dentro dos olhos róseos e prosseguiu...

— Você lembra que eu disse que não era boa em cumprir promessas, por que tinha prometido a mim mesma que nunca iria me apaixonar?

— Lembro. Mas o ataque de uma onda te interrompeu.

— Me beije. – Pediu ela, sem hesitação alguma.

— Não.

— Por que não? O seu rosto não sai do meu pensamento, e o gosto do seu beijo não consegue sair da minha boca. Eu quero te beijar.

— June-san... quer cometer o mesmo erro? Pois saiba que amigos não saem por aí trocando beijos. Isso é para... como direi... Namorados, casais, amantes... E não para os amigos.

Ignorou completamente os argumentos dele, descruzou as pernas e as envolveu em volta da cintura dele, fazendo com que sua intimidade quase encostasse no corpo do rapaz. Ele ficou nervoso, mas não conseguia sair daquela situação. Parecia paralisado. Sentiu um arrepio percorrer sua espinha e seu corpo tremer de nervosismo. Fazia tempo que não se sentia assim perto de uma mulher, e estava fazendo um esforço enorme para se controlar, mas foi inútil... sentiu o chão se esvaindo embaixo de seus pés, quando June afundou seus dedos nos lisos cabelos roxos, e puxando-o pela nuca, uniu seus lábios ao dele em um quente e necessitado beijo.

— Pára! – Separou-se rápido dela.

Olhou por poucos instantes para o rosto lindo e cheio de pureza da loira. Olhou bem no fundo dos olhos azuis e ficou em silêncio, despertando inquietação em June.

— Todo esse seu autocontrole é admirável..., mas agora é completamente desnecessário. Perca o controle, e faça como eu estou fazendo agora. Siga o seu coração e faça o que tiver vontade.

— Por que está me provocando assim? Eu não quero fazer nada que nos faça se arrepender depois.

— Se eu tiver que me arrepender de ter sido feliz, então valerá a pena. – Rebateu.

— Parece um argumento muito válido para mim. – Respondeu vencido.

Sorento olhou para a perna esquerda de June. Ao enlaçar suas pernas sobre a cintura dele, o zíper lateral de sua saia acabou abrindo uma fenda na coxa da garota, revelando a renda de sua meia 7/8. Olhou-a com excitação, e finalmente não se conteve, colocando sua mão sobre a cintura dela, e pegando a nuca dela com a outra mão, depositou um fervoroso beijo sobre seus lábios, fazendo com que ela arfasse a cabeça para trás, seguida dele. Retomaram o beijo. Estavam extasiados por sentirem tamanho prazer das sensuais bocas. Puxou a cintura dela para mais perto de si, fazendo com que os corpos ficassem colados. Sentiu os seios dela em seu tórax e seu corpo esquentou. Ele desceu sua boca, beijando o pescoço dela. Afastou um pouco a gola da blusa, encontrando a alça do sutiã com seus dentes. Soltou logo em seguida, fazendo a alça bater na pele dela, arrancando-lhe um gemido de prazer que foi correspondido pela respiração ofegante dele. Desceu sua mão até a perna esquerda dela. Sentiu a maciez da meia, o relevo da renda da meia sobre seus dedos... seu corpo esquentou. Ele sentiu que ficaria excitado, mas tentou se controlar ao máximo.

— O que você fez comigo? – Perguntou ofegante no ouvido dele enquanto recebia beijos no pescoço.

— Nada.

— Está enganado... – disse, ela, afastando o músico de si com delicadeza, apoiando as mãos sobre os ombros dele. — Não é verdade que você não fez nada. Você fez algo muito importante. Algo que eu nunca pensei que sentiria antes por ninguém. Acho que você me ensinou... essa coisa que chamam de "amor".

— Eu não fiz nada. – Respondeu calmo, acariciando o belíssimo rosto da loirinha. — Você despertou em mim algo que eu já tinha esquecido há muito tempo. Você me fez perceber que eu estou vivo.

— Você queria saber por que eu vim atrás de você. Eu vim por que te amo. Eu já devia ter dito isso há muito tempo. Eu vim aqui... por que te amo.

Olharam-se brevemente, e June beijou Sorento de novo. Entre beijos molhados e selinhos, ela falava.

— Seus beijos são... viciantes. Sua boca é uma delícia...

— Não... aqui não. Estamos em um hospital. Eu respeito muito este lugar.

— Então nos tire daqui com o teletransporte.

— Vamos para a minha casa.

— Não. Me leve direto para a sua cama. – Disse ousada.

Foram envolvidos por um forte feixe de luz dourada e em poucos instantes reapareceram dentro do quarto de Sorento. Apareceram de pé ao lado da cama do rapaz, de frente para o outro e ainda abraçados. Separaram-se, e June sentou na cama, tirando o par de botas de seus pés. Sorento também tirou os sapatos. Tirou o estetoscópio do pescoço colocando em cima da cômoda. Tirou o jaleco e também a gravata. June olhou para Sorento com ternura, e lentamente começou a desabotoar sua blusa branca. Revelou o belíssimo sutiã Preto rendado com uma leve transparência. O coração de Sorento acelerou ao ver aquilo. Estava realmente se sentindo muito provocado. A loira se aproximou. Colocou suas mãos sobre o colete que o rapaz usava, e começou a desabotoá-lo. Tirou a peça de roupa dele com as próprias mãos, e o mesmo fez com a camisa que o músico usava.

June deu dois passos para trás. Contemplou com riqueza de detalhes tão belo corpo masculino. Sorento fez o mesmo, admirando aquele lindo corpo feminino. Ambos com suas peles alvas, macias, corpos esbeltos e perfeitos. Percorreu seu olhar pelas curvas da loira. Admirou cada centímetro do corpo escultural, passeando seu olhar pela cintura até chegar nos redondos e perfeitos seios convidativos. Parou o olhar neles e puxou a mulher para um abraço. Sentiu o corpo dela estremecer diante do contato. Ela, por sua vez, quase delirou ao ouvir as batidas aceleradas do coração do jovem músico. O quarto, assim como o resto da casa estava gelado devido ao clima da Áustria, então Sorento se atreveu a perguntar...

— Quer que eu ligue o aquecedor?

— Não precisa. O calor do seu corpo já é mais do que suficiente para mim.

June estava tranquila. Se sentia em paz abraçada a ele. Colou seu rosto a pele macia aspirando o cheiro que vinha dela. Era vidrada no cheiro dele.

— Isso é muito melhor do que dormir abraçada a um paletó. – Disse sem perceber.

— O que? – Ele perguntou sem nada entender.

— Lembra do paletó que você deixou comigo na noite em que nos conhecemos?

— Agora que falou... eu acho que não o peguei de volta.

— Eu o guardei esse tempo todo. Inúmeras vezes o peguei para sentir o seu cheiro, e acabei adormecendo com ele sem perceber.

— Não importa. Considere-o seu.

— Eu já considerava.

Sorento passou a mão pela testa de June, e colocando a cabeça dela para trás, beijou seus lábios novamente. Aos poucos ele a deitou cuidadosamente em sua cama. Estava por cima dela, mas logo June inverteu a posição e ficou por cima dele. Passou suas mãos pelo peito e depois pelo abdome dele. Arrepiava-se com tal contato, e ainda mantinha seus lábios colados ao dele. Sentia as mãos quentes dele passando por sua coxa, chegando por baixo de sua saia. Aquelas carícias causaram nela uma reação que jamais sentiu em sua vida. Sua intimidade latejava e ela se sentia cada vez mais molhada. Sorento abriu o resto do zíper, e a saia foi parar diretamente no chão. Ao passar a mão no final das costas da jovem, pôde sentir as formas da lingerie que ela usava.

Percorreu suas mãos pelas nádegas e seguiu pelas costas até encontrar o pescoço, onde estavam amarradas as alças do sutiã. Sem hesitação, desamarrou a peça de roupa, deixando exposto os perfeitos seios. June soltou a outra parte de trás, livrando-se totalmente da peça de roupa incômoda. Ficou extasiado ao ver a perfeição daqueles seios, e sem demora começou a apreciá-los. Arrancou gemidos da loira quanto chupou, mordiscou e beijou seus seios. Os gritos de prazer estavam sendo abafados por ela, por medo de que alguém nos ouvisse. O toque dos lábios e mãos quentes do Austríaco sobre o corpo de June a faziam enlouquecer em um prazer exasperado. Após os corpos começaram a suar. Calmamente Sorento levantou da cama, pegou June pela cintura e a colocou em cima do criado mudo, fazendo-a derrubar o que havia em cima dela, e um dos objetos era um porta-retratos. Abriu o cinto e retirou a calça e todo o resto da roupa, ficando completamente nu diante dela. A garota ficou impressionada com tanta beleza, mas apreensiva ao mesmo tempo. Sentiu-se atraída e praticamente hipnotizada, desejando fortemente que ele a fizesse sua logo. Com as pernas abertas, desamarrou as tiras laterais da calcinha que tanto atrapalhavam, e logo a mesma deslizou pelas sensuais pernas da jovem chegando ao chão, sobrando apenas o resto da cinta liga em sua cintura e as meias. Aproximou-se e beijo June novamente. Os Beijos molhados ficavam cada vez mais intensos e cheios de luxúria. June deu selinhos no rosto até chegar na orelha direita de Sorento, onde deu uma pequena mordida, deixando o músico ainda mais excitado. Ergueu novamente o corpo da jovem e seus braços colocando-a de volta sobre a cama.

— Não se assuste. Confie em mim. Você vai se sentir ótima.

Ela nada respondeu. Apenas consentiu com a cabeça. Estava ansiosa para saber o que ele faria a seguir. Pegou pé esquerdo dela e passei ou suas mãos pelas torneadas pernas até chegar na coxa, Em seguida beijou sua intimidade. Ela sentiu sua genitália inteira entrar em chamas com determinado contrato, e não pôde segurar o grito de prazer.

— Abra as pernas.

Obedeceu, e ele rapidamente a penetrou. A sensação de unirem-se os corpos foi tão extasiante que ambos de miro feito loucos de tanto tesão ao virarem seus olhos. June levantou apoiando as mãos sobre os ombros de Sorento, fazendo com que ele deitasse. Apoiando-se no joelho dele, começou os movimentos de vai e vem em uma sensual dança prazerosa que os levou ao gozo simultâneo e imediato. As respirações ofegantes e os gemidos prazerosos foram simultâneos e Sincronizados quase como se os dois fossem um único ser, unidos em todo o amor e paixão que sentem um pelo outro. Separaram-se depois do gozo, June se sentia plena, realizada de tanta excitação. Deitaram-se cansados, e June começou a beijar o abdômen definido e o peitoral de Sorento. Beijava e acariciava com ternura o belo corpo do músico. Amava o cheiro e a pele dele. Para ela era simplesmente delicioso. Ele correspondeu acariciando os sedosos cabelos dourados com os dedos e beijando o topo da cabeça de sua amada.

— E agora? O que vai ser daqui para a frente? – Perguntou o músico para si mesmo em pensamento com certa preocupação.

Em meio a carícias, e com a mão entrelaçada na do outro, ambos adormeceram à espera do dia seguinte...


No templo de Poseidon, Mu permanecia com sua mente completamente selada pelo poder maligno de Kanon. Thethis o visitava sempre que podia, e Kanon ficava escondido por detrás da pilastra ouvindo tudo o que é loira dizia. Fazia declarações sórdidas ao Santo de Áries, dizendo que queria ser dele. No instante seguinte, o general de Dragão Marinho invadiu a sala assustando a Sereia.

— Kanon? Desde quando estava aí? – perguntou nervosa.

— Cheguei neste exato momento. Porque pergunta?

— Por nada. Apenas me assustei.

Kanon se aproximou do corpo inerte de Mu sobre o altar, e invocou o espírito de Poseidon. O corpo de Mu se ergueu e ele os olhos verdes se abriram, assumindo um brilho avermelhado cheio de maldade.

— Por que me acordou? O que quer de mim, humano?

— Use os seus poderes e controle o Oceano Ártico para que destrua completamente a terra de Asgard com suas ondas gigantes.

— O que acha que está fazendo, Kanon? Por acaso ficou louco? Pretende destruir toda a terra? – Questionou Thethis.

— Vou me vingar de todos os meus inimigos, começando pelos inúteis de Asgard que nem sequer conseguiram derrotar os Santos de Atena quando Poseidon os controlou pela primeira vez. A Fúria do Oceano Ártico cairá sobre eles, e saberão quem eu sou. Eles irão pagar caro por terem me atrapalhado.

— Você não está pensando! O que vai ganhar governando uma terra destruída?

— Cale essa boca! Agora venha, por que nós dois iremos ter uma conversinha. – Disse aos gritos, puxando Thethis pelo braço até a Sala do Trono do Deus dos Mares.


つづくcontinua...

E aí, meus amores, gostaram do capítulo?

Nossa, acho que o Cosmo humano do Julian vai servir para alguma coisa muito importante. Parece que todo o treinamento com o Shaka valerá a pena. Ansiosa pelo reencontro entre Atena e Hilda, e o Mime ainda está com o pé atrás sobre o Alberich.

Finalmente June e Sorento saíram da zona do ata nem desata. Gostei de ver a mulherada tomando atitude. June finalmente confessou seus sentimento por Sorento e nossa... sem comentários para esses dois rsrs

Kanon já deu o primeiro passo de sua vingança e o seu primeiro alvo será a terra de Asgard. O que irá acontecer com eles e o que Kanon teria para falar com Thethis? E o mais importante, o que Sorento irá descobrir com suas pesquisas no hospital? Fiquem à vontade para comentar. Até o próximo capítulo. Beijinhos!