CAPITULO 12 - ADEUS VOSSA ALTEZA

Harry desmontou o cavalo antes mesmo que o animal parasse completamente. Deixara Ronald e os dois soldados que o escoltavam para trás, às vezes antes e depois de um galope pela estrada. Ao cruzar o saguão do palácio, desviou-se a idéia de corrija para receber o logotipo subindo uma escadaria de dois em dois degraus, enquanto descalçava como luvas e tirava uma boina emplumada e o oeudo-sujo de lama. Quando irrompeu nos aposentos do seu tio, houve um burburinho entre os cortesãos presentes, que se postavam em pequenos grupos e desembarcavam em um adiantado da hora adiantada. Uns limitaram-se a olhar para ele. Outros o chamaram. E outros, ainda, fizeram menção de aproximar-se. Harry, porém, ignorou todos os e precipitou-se para uma sala contígua. Ao abrir a porta da antecâmara, os guardas se alertaram, cruzando as janelas da entrada do dormitório. Imediatamente o recolhem e se afastaram para lhe dar passagem. Um deles interpelou, quando começou a girar a maçaneta da porta e descobriu que estava trancada.

- Com os diabos! O que se passa aqui? - Harry bradou, virando-se para os guardas.

- Vossa exelência Draco Malfoy mantém a porta sempre trancada.

A alusão de seu esposo, seguido do chaveiro na fechadura, fez com que ele se enrijecesse. De repente, foi dominado por um medo terrível, tão terrível que tem o sentido dos campos de batalha. Reunindo toda a sua coragem, Harry virou-se lentamente. O som de um cavalo galopando no Campo despertara Dragon de um sono conturbado. Em questão de segundos, ele levantou a cadeira e foi até uma janela. Nada disso, porém, é uma continuação contínua da aurora que ainda guarda resquícios da chuva da véspera.

Inquieto, ele desistent de voltar para uma cadeira e pusera-se um andar de um lado para outro. Você já havia ultrapassado o limite do cansaço. Os seus sonhos estavam dormentes. Uma dor difusa espalhava-se por seu corpo. Mas era uma dor, remota, que parecia pulsar na carne da outra pessoa.

Dragão deteve-se à cabeceira do moribundo. Incapaz of watching your potential, to implant to duque that tomasse a powerful drug that been hospitated a um médico. Dom Sirius Black não é mais adequado para atender às suas necessidades e tomar uma dose do remédio. Agora jazia inerte, às vezes consciente, às vezes inconsciente. Fazia dias que se adaptavam ao estado, agarrando-se a um último dia de vida para esperar a chegada do filho.

De súbito, uma estratégia na antecâmara chamada a atenção de Dragon. Ele escutou a tilintar das lanças dos guardas e viu uma maçaneta sendo forçada. Meu Deus !, pensou. Seria seu irmão? Seria possível que a Goyle tivesse descoberto seus planos e houvesse decidido apressar a morte do velho duque? Foi então que ouviu vozes. Soavam abafadas por trás da porta de carvalho e Dragon não conseguiu discerni-las. Mas, sem que a alma tenha sido, teve a certeza de que Harry havia regressado.

O coração batendo descompassado, atravessou o quarto. Sem hesitar, destrancou a porta e empurrou-a com um gesto decidido.

Por um momento que o eterno, o mundo parou de existir à volta deles. Ambas as sigam perfeitamente imóveis, seus olhos e suas emoções e o turbilhão de suas emoções.

O que foi? Tinha vontade de correr para os braços de Harry. Vacilou, sem saber qual é a mudança dele. E a sua própria.

Draco tinha um ar tão frágil e alquebrado, Harry lamentou, notando sua palidez e seu olhar carregado de tristeza. Qual é a sua parcela de culpa no sofrimento da Esposo? Cedendo às mulheres que despertaram em seu íntimo, ergueu uma mão e acariciou um rosto de Draco, já que ele estava se esquivar. Mas não se esquivou. E Harry sentiu um pouco de esperança e gratidão.

- Está bem, Draco?

Sim. Fez boa viagem? - Dragon pousou a mão no ta tê dele dele. Agora que saem Harry e salvas, ainda que circunstancialmente, experimentava imenso alívio. Podia sentir as batidas do coração dele contra a palma de sua mão; o ritmo das pulsações, qual o elixir mágico, devolveu-lhe as forças.

Atrás dele, uma antecâmara começou um encontro de cortesãos, que esperavam presenciar a morte do duque e ascensão do seu herdeiro. Dragon olhou por cima do ombro de Harry e fez um meneio.

Não os deixe entrar ainda. Seu pai precisa ver-lo a sós. Ele aquiesceu. Dragão recuou para a eleição - passou e virou um ponto a porta. Precedeu-o em direção ao leito, mas Harry segurou-lhe o braço e deteve.

- Draco. Por favor.

Ele encarou e depois olhou para o moribundo.

- Conversaremos depois - Respondeu.

Harry não o soltou. Cheio de gentileza, fez com que se virasse.

Não, Draco. Preciso falar agora, enquanto ainda tenho coragem.

Dragão quis protestar, fazer-lhe as explicações e desculpas eram agoraáriasárias. Quis dizer-lhe que the understia, that in your heart of love was size Porém, lembrou-se de que, um dia, Harry está prestes a fazer algo muito precioso. Algo sobre eles dois. Assim, Dragon emudeceu e esperou. Harry faz a vontade de falar. E ele criou uma mensagem de ouvir o que ele tinha a dizer.

- Não há justificativa para o que eu fiz, Draco. Tive minhas razões ... Agi por estupidez, por cegueira, pele compulsória de sempre acreditar no pior. Mas não há nada que justifique minha conduta. - Harry fitou-o intensamente e fez uma pausa. Tinha vontade de abraçá-lo. Sabia, entretanto, que ainda não era época. Conservou as mãos crispadas ao longo do corpo.

- A despeito dos sentimentos e minhas emoções erradas a cada vez que o universo; nunca conseguiu acreditar em sua sinceridade - prosseguiu. - Nunca consegui acreditar que o que eu oferecia era real.

Antes, Dragon teve uma convicção de que não guardava ressentimentos. Agora, no entanto, via-se tomada de magia. Respirou fundo, fitou-o com ardordor.

- E como informar daqui por diante? Continua a aIimentar suspitas cada vez que um homem olhar para mim? E quanto meus irmãos? Continua me desprezando como desprezar a eles?

- Não ...

Dragon Arruda-o com um gesto autoritário.

- Diga-me que, quando o trabalho foi severo, o seu primeiro pensamento não foi o que eu estava a armando uma cilada.

Ele viu a verdade nos olhos de Harry. Embora uma desconfiança dele tenha doesse, não recuou.

- Não é uma promessa que não é capaz de cumprir. Com o tempo ... - Harry torceu como mãos nervosamente, de um modo que não condizia com seu temperamento. - Se me der derway, talvez eu ainda consiga essa promessa e muitas outras.

Tempo! Mais uma vez, Dragon sentiu-se dilacerado. Como poderia dar-lhe tempo, se você sabia o amanhã? Como é que o tempo se vive e tem medo de um dia e de outro mundo?

- Por que não foi antes? - censurou. - Por acaso sabe o que quer dizer

se ...

Dragon não foi capaz de prosseguir. Levando as mãos à boca, vi reprimir

seus soluços. Mas foi inútil, e ele deu vazão ao príncipe que reprimiu estas idades semanas. Até então não tinha derramado uma lágrima sequer. Porém, agora que Harry estava de volta, todo o seu autocontrole foi por terra.

- Eu estava envergonhado. Tive medo - ele desabafou. E, por um passe de mágica, o amor mais leve. Segurou o rosto de Dragon entre as mãos. - Será que não compreende? Eu quase o violento para me vingar de uma suposta traição e, em troca, só recebi amor ...

A lembrança daquele fatídica noite, seu remorso se renovou. Fechou os olhos por um momento, revendo a figura dele, imóvel no centro do quarto, com uma mão estendida. Deu um longo, melencólico suspiro.

- foi por isso que não tem coragem de encarar-lo na manhã seguinte. Você pode encontrar os seus olhos aqui. Ou pior, medo. Passei seis sernanas em Roma, esmagado pelo peso da vergonha. Temia que ela é uma rejeição quando retornasse. Pode me perdoar, Draco?

Como ele não responde, Harry entrou em pânico.

- Se pode me perdoar, então me diga. Por favor, me diga. Eu lhe suplico.

O dragão ficou desarmado com as palavras dele. E seu coração, mais uma vez, transbordou de amor por aquele homem. Um amor que era tão puro, tão genuíno, que preenchia todo o seu ser e não dava mais espaço ao mesquinho.

Ele sorriu.

Sim. Eu o perdôo de todo coração.

Dragon then so so tão level, that teve quase uma sensação de flutuar. Com seu perdão, libertara a ambos de um inominável tormento. A primeira ponta dos lábios, beijou-o nos lábios: Depois sussurrou:

- Venha, meu amor. Seu pai o está esperando.

De mãos dadas, os dois se acercaram do leito de dom Sirius Black.

Harry ajoelhou-se ao pé da cama e olhou para o pai que, extremamente enfaixado, não passava de uma sombra do governante para o que um dia. E, Agora que já não é seu amor por Draco, teria gostado de devotar algum amor ao homem que lhe ensinou ser o homen que era. Todavia, tudo o que tinha era era o arrependimento das oportunidades perdidas.

Ele retirou o cordão com o anel da frade Severo lhe dera.

Segurou a mão do pai e do seu dedo magro.

Harry?

- Sim, estou aqui.

O duque virou uma cabeça para olhá-lo.

- Deus seja louvado. Não tenho mais tempo, meu filho ... Dom Sirius Black se parado, acometido de novas dores.

Dragão apressou-se a apresentar um cálice de remédio, mas ele fez um gesto de recusa.

Não. Não quero nenhum narcótico. Preciso me fazer um comentário dos últimos momentos. Ah, Harry, eu tenho o filho que tenho.

Harry foi pego pela tristeza. O que não era uma ordem para assistir as palavras preciosas, quando era menino e faz de tudo para ser uma demonstração de carinho, ao menos para o respeito, do pai!

- Perdoe-me por nunca ter expressado meu amor faz todos os anos - Dom Sirius Black disse, que adivinhando seus pensamentos. - Mas não podia. Amei muito meu esposo e, infelizmente, nossa união não foi abençoada com filhos.

A dor voltou a torturar-se, e a falar depressa, tem que se esgotar.

- Ah, Harry, cada vez que a olha, lembrava-me da guerra, da minha mãe e como era inusitado por não protegê-la minha familia - O olhar do duque pousou em Draco, num silencioso agradecimento, e tornou-se um deter o filho. - Talvez, agora, compreenda o que isso significa. Talvez, agora, não me julgue com tanta severidade ... -

Esgotado, fechou os olhos. Harry quer falar, mas dom Sirius Black fê-lo se calar com um gesto.

- É afortunado por ter Draco por Esposo. Que ele pode lhe dar muitos filhos ...

Aqui, sua voz falhou. Ele se contorceu de dor. Quando é que fala, a voz foi um pálido murmúrio:

- Chame-os agora. Cyrprirei, ao menos, o último dever para com o meu filho.

Cabisbaixo, o Harry abriu uma porta. O burburinho na antecâmara cessou de repente. Todos os olhares voltaram-se para ele. A um sinal seus, os cortesãos entraram no quarto.

- Todos aqui são apresentados e atualizados, e Harry Potter. Ele sabia, Siena e florença com a sabedoria e justiça, para o bem de toda a população - os antigos Sirius Black, cada vez mais fraco. Com o que está descansando de suas forças, retirou o anel do dedo e colocou-o no dedo de Harry. - Eu o abençôo, filho.

Ao fazer o sinal-da-cruz, agonizou. Seu corpo se arqueou, depois relexou. Os olhos continuaram abertos, perdidos na eternidade.

Um sacerdote começou um rezar. Harry se levantou. Fechou os olhos do duque. Ajudou Draco a se levantar e fez-lhe o sinal para a permanência do seu lado. Só então se virou para os cortesãos.

- O duque está morto. Viva o duque! - estes gritaram em uníssono.

Pressionando o Draco estava um ponto de desmame, ele passou o braço ao redor da cintura e a amparouoa. Assim ficou, lado a lado, enquanto os outros passaram, reafirmar sua fidelidade, beijando o novo e seu consorte.

Quando um cerimônia chegou ao fim, o Dragon estava completamente esgotado. Os cortesãos retiraram-se. Os dois então viraram-se para uma cama e contemplaram-se em Sirius Black pele vez vez. Depois saíram lentamente do quarto.

Faltava agora aos aposentos do falecido, quando Harry era cambaleava e estremecia. No caso dos guardas e dos que já se foram, ele tomou os braços e dirigiu-se para seus aposentos.

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Harry começou a caminho entre as aias de Draco, que, ao entrar, entra nos aposentos, ajoelharam-se para fazer-lhes uma reverência.

- Levantem-se, rápido! Ajudem Sua Alteza - ordenou num tom áspero, pontilhado de fadiga e impaciência. Depositou Draco sobre uma cama e observou-o. Estava branco como um lenço, os ossos despontando sob a pele. Uma pequena pulsação na base do seu pescoço era uma única indicação de que ainda respirava.

Sentindo-se impotente, Harry viu a capa de uma revista em sua frente com seus panos úmidos. Depois que se retirou, a data fez a menção de um lenço de cambraia em uma caneca que continha um líquido escuro. Ele deteve.

- O que é isso?

- Flores de arnica curtidas em aguardente, Excelência. É um remédio perfeito e não faz mal algum vossa alteza.

Harry concordiu e permitiu que ele embebesse o lenço no medicamento. Sabia that existia a vymculo between Draco ea jovem escrava, mas, mesmo assim, olhou-a cheio de riscos enquanto torcia o lenço, derramando as gotas do líquido nos lábios entreabertos da ama.

- Sua alteza receber bem. Só precisa de um pouco de descanso. Passou como uma semana a uma cadeira para o seu pai - uma escrava disse, cautelosa, lançando-lhe um olhar obliquo.

Então, em tempo integral, enquanto ele assiste à Roma, afundando-se em temores e autopiedade, Draco se exaurira cuidando de seu pai. Uma nova onda de remorso apoderou-se de Harry. Ajoelhou-se ao lado da cama e descansou a cabeça contra o flanco de Draco. Quando ele se moveu, endireitou-se com um sobressalto e fitou-a.

Com vertigem, Dragon não conseguiu firmar a vista. Por um instante, acreditou que se achava no Castelo de Beaufort.

Harry?

- Estou aqui. Como se sente?

Ele afagou-lhe os cabelos, sorrindo ternamente. Dragon ficou aliviado ao ouvir a voz tão adorada, e suas faces readquiriram um pouco de cor. Piscou um par de vezes. Devagar, o mundo ao seu redor foi sendo alcançado mais nítido.

- O que aconteceu?

-Desmaiou enquanto vínhamos para seus aposentos.

- Ficará bem agora? Preciso me lavar e me livrar destas roupas.

Harry não queria deixar-lo, mas sua aparência era deplorável. Cheirava a terra, e eis a sua espécie, foi mergulhada na lama.

Dragon soergueu-se e recostou-se aos travesseiros.

- Não se preocupe comigo, Harry.

Harry quase começou a usar as roupas limpas. Porém, a gravação da última noite que aconteceu juntos, o mesmo quarto, voltou para atormentá-lo. De repente, sentiu-se tremendamente inseguro. Draco o receberia em seu leito? Poderia acolhê-lo? Se você é uma lembrança de sua própria saúde, a revolvência do estômago, o que ele, a sua vítima, não sentiria?

- O que houve? - Dragão Indagou, tocando-lhe o rosto. Ele desviou o olhar.

- Não sei se deseja mudar para este quarto. Eu não o culparia me me repelisse.

- Harry, olhe para mim. Vamos esquecer tudo o que aconteceu, está bem? Tivemos uma desavença, mas já passou.

Assim dizendo, Dragon sorriu. Segurou-lhe a mão e abriu os seus dedos aos dele. Harry ficou arrasado ao lembrar todo o que ele tinha enfrentado durante uma interrupção da gravidez.

Dragon viu uma sombra passar pelo semblante dele. Quis afirmar que não tem medo de padecer nenhuma parte da criança que cresce em seu ventre. Tinha medo, sim, mas de outra coisa.

Soltou uma mão dele depressa.

- Ágá vá Ficarei à sua espera.

Na ausência de Harry,

Quando ficou sozinho, o dragão sentiu o perfume e as folhas secas. Parou à mesa de iguarias e olhou para as travessas e jarras dispostas com capricho. There are wines and refrescos, doces, faisão fatiado, corações de alcachofra com nozes e gengibre, compota de cerejas. Era tentador, mas ele estava tão cansado, que não havia apetite. No momento, a única coisa que apetecia era a divi coberta por uma colcha de pele. Assim, deitou-se para esperar Harry. E não demorou a pegar na sono.

Quando ele entrou no aposento, seu olhar foi criado para uma figura do homen adormecido, envolto em um robe que briIva qual plumagem de ave rara contra uma colcha de pele. Fechou uma porta atrás de si sem fazer ruído, contendo o impulso de correr para canapé e acordar se esposo, ficou onde estava e limitou-se a contemplá-lo. Ele repousava uma cabeça sobre as almofadas de seda coloridas, enquanto as suas pétalas corriam sobre o rosto.

Harry não pode aceitar uma capacidade de amar e de perdoar de Draco. Será que algum dia se acostumaria a sua generosidade? Perguntou-se. Ao lado dele, sentia-se inábil e mesquinho.

Seu olhar foi pelo quarto e foi pousar no retrato em tamanho natural para um papel antes do casamento. Depois de uma pintura e depois da hora que o servirá de modelo. Tornou a fazer o quadro. O que Pinturicchio pensara ao pintá-lo? O homen do retrato era frio e arrogante. As suas feições e o seu corpo eram os mesmos de sempre. Era como se Pinturicchio houvesse retratado o malvado irmã gêmea de Draco.

E, no entanto ... o homen que aparecia no quadro era, com efeito, o mesmo que ele vira no dia do casamento: Draco que mede os pés à cabeça, como um comerciante que avalia uma mercadoria. Harry meneou uma cabeça. Aquele era um enigma além de sua compreensão. Um enigma que se equiparava ao misterioso desaparecimento dele após as núpcias. Por que nunca mais questionar esse fato, ao passo que todas as suas demais suspensões persistiram? Para tal pergunta, simplesmente não encontrava resposta.

Devagar, atravessou o quarto e parou ao lado do divã. Draco não foi tirado pelo corpo e foi levado para a cama. Despiu-lhe o roupão, depois despia o próprio roupão, tirando apenas a camisa e a calça. Estirou-se então ao lado de Draco. Ele nem se moveu; mas, com um suspiro satisfeito, amoldou seu corpo ao de Harry, como que buscando calor.

Entre no rosto nos cabelos dourados e aspirado a perfume de rosas. Correu os dedos peles mechas macias que rebrilhavam à luz das velas. Sim, pensou. Tinha voltado para casa. Finalmente tinha voltado para casa.

Quando Dragon despertou, um logo desorientação habitual se dissipou. Abriu os olhos e peles, em vez de se embebedarem em Harry. A palma de sua mão estava pousada no tórax largo, acompanhando as batidas do coração dele. Ouvia-o respirar. E, com o rosto apoiado na curva do dedo dele, sentir seu cheiro.

Só agora se dava conta de que adormecera no divã. Harry levara-o para uma cama sem acordá-lo. Dragão sorriu involuntariamente. Agora, que ele deitiu ao lado dele, como horríveis que se passavam pelo paraíso. Um pesadelo que se registra em uma manhã de sol. Toda a dor, o mal-estar e a própria sensação de morte foram desassossegados. E, de repente, ele se sentiu intensamente vivo, o corpo vibrando em harmonia com todas as coisas.

Com cuidado para não atrapalhar o sono de Harry, levantar-se e apoiou-se no cotovelo. As velas ainda emitiram uma claridade forte, e não foram ressonadas por muito tempo. Sentia-se, porém, revigorado, como se tivesse dormido por horas e horas. Espr gostarou-se voluptuosamente, resvalando o corpo no do marido.

Dragão que tem uma pulsação de Harry se foram. Abriu os olhos, como sempre, alerta e completamente desesperado.

A mão dele deslizou pelo peito másculo, numa inconsciente caricia.

- Muito mal. Não queria acordá-lo.

- Fazia tempo que eu não era acordado de forma tão agradável.

Ele riu de pura alegria. Puxou-o para sí, deitando-de-cruzado sobre seu ventre.

- Fico contido que as coisas não têm mudado. Por exemplo ...

Mas o resto da frase ficou com o Harry? Emoldurou-lhe o rosto com as mãos e correu uma ponta dos dedos por seus lábios.

- Por deus, como feliz saudade, Draco. Não tem idéia de como é sua falta.

- Então prove que comida minha falta.

- Tem certeza de que é isso? Tem certeza de que quer que eu toque?

- ele perguntou, retesando-se. Dragão sorriu-lhe maliciosamente.

- Veja por si mesmo. - Não me provoque.

- Quem disse que o estou provocando?

E ele cobriu-lhe o rosto com beijos erráticos. Quando passou a perna sobre o quadril de Harry, ele começou a perder o controle ...

O que você está fazendo e se afastou, tentando sondar se aqueles momentos são prolongados ao máximo. Curvou-se para beijá-lo na boca, enquanto as suas mãos foram vagamente desatando os cordões da camisola branca.

Caso deseje tocar e sentir uma textura de sua pele aveludada, tudo o que fez foi afastar o linho de alvos para expor uma alvura ainda maior dos seios fartos.

Dragon fitava-a, a cada segundo que passava, seu desejo crescia. Via como pupilas de Harry dilatadas de volúpia, as narinas fremindo levemente, uma pequenina veia latejando em seu pescoço. Conhecia-o enough bem para saber que estava um passo de perder o controle. Ainda assim, não o tocava.

Em vez disso, ele roçou os lábios em suas faces, beijou uma maçã, mordiscou o lóbulo da orelha, cortou os lábios da sua boca com uma ponta da língua. Queria demorar-se ritual de preliminares, para que sua gentileza possa exibir uma lembrança da violência que demonstre antes de partir para Roma.

Dragon arqueou o corpo e ofereceu-os os entreabertos. E Harry apenas roçou os lábios nos dele, ignorando o convite. Mesmo quando o dragão está no centro, não é mais.

- Harry ... Por favor - Dragon gemeu.

Ele estreitou-o, mas Harry continuou um resistir. Dragão quisera uma ternura. Agora, porém, queria o fogo da morte em todos os seus medos e dúvidas. Puxou-o pelos ombros e mordiscou-lhe os lábios, atiçando-o com uma ponta da língua, devorando-o aos beijos até que ele não fosse mais resistir.

E, de repente, os dois estavam se divertindo freneticamente. Suas bocas se fundiram em um beijo ardente, suas mãos a buscaram. Harry ainda tentou se afastar para retardar o momento de sua união. Dragão com puxá-lo para si. Não queria brandura agora. Queria uma apaixonada reafirmation of life in a whole the danger and death that of cercava. Rendendo-se a sua súbita voracidade, Harry deu-lhe o que ele quis.

A camisola foi praticamente arrancada de seu corpo e acabou por rasgar-se.

Dragão então enlaçou como pernas na cintura dele, em total abandono.

Com medo de machucá-lo com sua força, ele rolou para o lado e acalmou-a sobre seus quadris. O dragão ficou surpreso de se ver sobre ele, mas ele teve um tempo de pensar, pois Harry soergueu-se e capturou sua boca com um beijo selvagem.

Ele experimentou intenso erotismo por estar sobre o sentimento de membro ereto comprimido ao seu orgão. A Harry segurou-o como coxas e puxou-o para a frente. Depois firee as mãos em seus quadris e suspendeu-o.

- O que está fazendo? - Dragão sussurrou, repentinamente embaraçado.

- Nunca leu Ovídio? Os antigos romances fazemiam o tempo todo -Harry esponteceu com um sorriso travesso. Sem chance de se reproduzir, deslizou a mão por seus corpos e iniciou um acariciar-lhe o sexo. Viver o prazer de ter prazer e ter certeza de que nunca se deve ter algo tão excitante.

O corpo de Dragon aparece como sensações que fazem o toque de Harry o provocava. Ficou rígido e arqueou levemente como costas, suspenso entre o deleite e a agonia. O contato do membro e dos dedos flexíveis em seu sexo era delirante. Ele quase podia sentir o prazer da boca em sua boca. Deixou uma cabeça para trás e fechou os olhos, pronto para entregar o ápice de seu desejo.

E então Harry estava penetrando-o, acariciando-os os seios, queimando-o com seu olhar.

- Olhe para mim, Draco.

Os olhos, enevoados de paixão, abriram-se para ele. Devagar, Harry puxa seus quadris para baixo, até que seus corpos se fundiram completamente.

Nunca Dragon se sentira tão excitado. Ele abriu a sua cintura e tornou-se um suspiro, de só um pouco, ea seguir mais e mais. Dragon agarrou-lhe os braços para se apoiar. Quando ele empina os quadris, ao mesmo tempo em que o puxa para baixo, ele deixa escapar um grito inarticulado.

Mas Harry não lhe deu trégua. Seus quadris continuaram a se mover no mesmo compasso que os dele. Libertando os braços, fez com que o dragão pousasse em suas mãos e iniciasse um tocá-la.

Ele é imobilizado ao primeiro toque, mas ele murmurou:

- Não pare. Continuar. - Os dedos de Harry sarameram para o ponto em que seus corpos se uniam. - Continue ... E Dragão obedeceu, e seu prazer foi elevando um grau que beirava o insustentável. Quando afinal atingiu o ápice, ficou imóvel de novo. Harry foi avançando e recuando, às vezes rápido, às vezes devagar, depois mais e mais rápido, mais e mais rápido, alcançando seu âmago. Dragon achou uma coisa difícil de ser, tão devastador era seu orgasmo. Os dois atingiram o clímax e caíram um nos braços dos outros, extenuados.

Ele descansou a cabeça no peito de Harry. Ele deslizou a mão indolentemente por suas costas, e os dois flutuaram no mundo da semiconsciência, o êxtase os havia conduzido.

- Eu te amo - Dragon sussurrou.

- E eu te amo também.

Sem deixar que seus corpos se separassem, Harry beijou-lhe um rosto e se virou de lado.

Ele sorriu-lhe, sonolenta.

Vai fazer amor comigo de novo, Harry?

Mais tarde. - Ele beijou-lhe uma ponta do nariz. - Quando estiver refeito de seus excessos.

Dragão esfregou o rosto em seu ombro, como um gato preguiçoso. Harry

riu.

- Sabe que me fez um filho, Harry?

- Como pode sabre, se nos amamos há apenas alguns minutos?

Não. Alguns minutos não. Seis semanas - cochichou-lhe, sonolento. Ele levantou a cabeça do travesseiro.

- O que está dizendo?

Mas o dragão já foi adormecido.

Harry inclinou-se e beijou-lhe a fronte. Se não fosse por ele, teríamos a hipótese de criar um meio para a violência e a violência. Apertou-o e perguntou-se-se dia conseguiria se perdoar pele injustiça que cometera.

Harry custou muito a pegar no sono.

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Dragão comprou a mensagem de Borgia antes mesmo que o emissário entregasse uma mensagem a Harry. O canto do olho viu o movimento de ler como breves linhas e, enquanto tentasse o que estava parado, não se conteve: começou um nervosismo de um lado para outro, uma fisionomia grave e como mãos crispadas.

Quando atirar no chão, Harry atirou-o sobre uma escrivaninha. Não se virou. Pressionando as mãos no ventre, esperou que ele dissesse o que sabia sabia. Mas ainda se agarrando à esperança de que Harry a surpreendesse com outras palavras.

Não foi o que aconteceu.

- Borgia avisa que iniciou a cerco a Pesaro o mais rápido possível. - Harry riu sem muita convicção. - O pobre Sforza, senhor de Pesaro, agora vai pagar caro por o primeiro marido de Lucrécia!

— E... o que mais dom César informa? — Dragon perguntou, sentindo um nó na garganta.

— Ele ordena que eu envie minhas tropas com antecedência a Pesaro e...

Ele se retesou, como se esperasse levar um golpe físico... siga para Forlì antes

de me juntar aos soldados. O mundo pareceu girar em torno de Dragon.

— Borgia quer se aconselhar com seus condottieri antes de iniciar a campanha.

Ele ouvia as palavras de Harry indistintamente, como se estivem sendo proferidas de muito longe.

— Mas que conselhos mais ele pode querer de nós? Em Roma, discutimos os planos do sítio passo a passo, em todos os detalhes — Harry resmungou. Exasperado, passou a mão nos cabelos, desejando que seu pai estivesse ali para ajudá- lo. A despeito de suas diferenças e dificuldades de relecionamento, sempre respeitara as opiniões de dom Sirius Black.

Dragon apoiou-se nas costas de uma cadeira. Tentou respirar fundo, mas sua garganta parecia ter-se fechado. Estava mortalmente pálido.

— Draco!

As pernas dele fraquejaram. A voz de Harry chamando-o foi a última coisa que ouviu antes que uma cortina de escuridão fosse puxada sobre ele.

Quando voltou a si, estava deitado no chão com a cabeça apoiada no colo de Harry . Imediatamente quis se levantar. Ele o segurou com firmeza.

— Fique quieto.O médico chegará a qualquer minuto.

— Não! Mande-os embora daqui! Todos! Não quero ver ninguém, nem criado nem médico.

De olhos arregalados, Dragon torceu o corpo e se desvencilhou dele. Apontou para os criados com a mão trêmula. – Por favor, mande-os embora...

— Draco, acabou de desmaiar. Tem que deixar o médico examiná-lo — Harry insistiu, paciente, como se se dirigisse a uma criança.

— Não, por favor! Mande-os todos embora. — Dragon sentiu uma pontada de medo. Baixou a voz: — Preciso Ihe falar a sós.

Percebendo sua agitação, ele decidiu que seria melhor fazer-lhe a vontade. Uma vez que Draco já havia voltado, o médico poderia esperar. Deu então ordens a um de seus servos e dispensou todos.

Ajoelhado no chão, Dragon agarrou a gola da jaqueta de Harry . Ele desprendeu seus dedos delicadamente e segurou-lhe as mãos.

— Não precisa mais ficar assustado. Estamos sozinhos, meu amor. O que houve?

Sua primeira onda de pânico cedeu, e o tom tranqüilizador de Harry fez com que Dragon se sentisse um tolo. Mas não tinha motivo para sentir-se tolo, lembrou a si mesma. Afinal, ele sabia. Ele sabia...

Durante meses, tinha se preparado para enfrentar aquele momento. Refletira e pesara cada argumento que haveria de expor para convencer Harry . Jurara a si mesmo que falaria de modo arrazoado. Agora, porém, via-se completamente descontrolado, e as palavras saíam de sua boca sem nenhum tato, diplomacia ou lógica.

— Não pode ir, Harry. Não pode! Precisa ficar longe de Césár Borgia! Ele representa uma ameaça. Como meus irmãos... Compreende? Oh, por Deus, será que não entende que Borgia o matará?

Dragon cerrou os punhos e socou o peito dele. Harry , no entanto; não soltou suas mãos. Observou-o com um sorriso indulgente, e ele soube exatamente o que ele estava pensando: que aquele pequena cena não passava do capricho de um consorte grávido; nada que um pouco de paciência não pudesse remediar. Harry continuou a sorrir.

— Reconheço que seus irmãos adorariam me liquidar. Mas confio na incompetência deles. Quanto a Borgia, não tenho queixa nenhuma. Está pagando uma boa soma a mim e às tropas, e nós, venhamos e convenhamos, fazemos por merecer esse dinheiro. Ademais, ele prejudicaria a si próprio se me matasse agora, às vésperas de uma nova campanha.

Dragon balançou a cabeça, sem se conformar com a vã autoconfiança dele.

— Mas será que já não percebeu que Borgia nem sempre procura motivos para exercitar sua crueldade? Não vê que ele gosta da crueldade em si? — Aqui, ele mordeu o lábio para não falar mais que o necessário.

— Sei disso. E sei também que ele nunca deixa suas tendências sádicas se interporem em seus planos, Não é homem de abrir mão de privilégios pessoais.

— Aí está! Agora disse tudo, Harry. Privilégios pessoais! — Dragon endireitou- se e gesticulou enfaticamente. Harry encarou-o como se estivesse diante de um lunático. Ele reprimiu sua indignação e acrescentou:

— Borgia quer Siena e florença para si. E quer a mim.

O olhar dele tornou-se subitamente duro e frio. Dragon torceu as mãos, perguntando-se se não teria cometido um temível erro.

— Do que está falando, Draco?

Ele umedeceu os lábios e tomou fôlego. Tinha falado mais do que devia. Agora não lhe restava alternativa senão prosseguir.

— Oh, Harry, não se lembra do modo corno ele costumava me olhar?

— Um homem teria que estar morto para ignorar sua beleza, meu amor. Mas, se não me falha a memória... — Aqui, Harry franziu o cenho contrariado. — Não foi outro cavalheiro quem lhe dirigiu galanteios com extraordinária insistência?

Ele estava distante. Embora continuasse segurando suas mãos, Dragon podia senti-lo cada vez mais distante.

— Mas eu não passaria de uma conquista secundária. Ele me usaria e descartaria sem nenhum remorso. É Siena e florença que ambiciona conquistar.

Ele apertou-lhe as mãos, tentando persuadi-lo da veracidade de suas palavras. Harry nada disse. Fitou-o por um longo momento. Depois esquivou-se, levantou-se e foi até a janele. Estava imerso em pensamentos.

Borgia podia ser classificado como um homem cruel. Tinha sede de poder, claro. Não obstante, não era nenhum tolo, Harry ponderou. Atacar vicariatos papais com a permissão de seu pai, o papa Alexandre, era uma coisa. Outra, muito diferente, era usurpar o poder de duas cidades estados independentes como Siena e florença, na qual os Potter.

E, ainda que Draco estivesse certo como poderia ele antever os planos de Borgia? A menos que... Harry meneou a cabeça, desviando-se das conjecturas que já iam tomando um velho curso. Não, ele obstinou-se. Seu coração não o enganava.

Draco era um bruxo vindo de uma familia tradicial que escondia sua magia , nunca virá draco utilizar sua magia em nenhuma circustancia. Sua familia era tão poderosa na magia quando em posses que para frear esse poder ele aceitou a casar com o único herdeiro da familia malfoy. Porém não fazia sentido o mesmo não utilizar seu poder para nada. Nos ultimos dias tinha se sentido tão angustiado que tinha esquecido desse detalhe e ver o homem a sua frente tão desesperado o fez lembrar de uma téoria.

Draco detinha o poder da preminição era uma só forma do mesmo sabre de tais circunstâncias. Conhecia Borgia e Sua Ganância Não Perturbe ao Problema Curioso para Alergênicos Potter para o mesmo sabonete de sua origem e para o que estava acontecendo ao invés de recusar uma promessa do papa. Por isso é para a guerra das trouxas apenas para desenpesar seu papel de Lider.

O caso apesar de todas as teorias sobre o seu esposo, sabia que o poder de premonição foi banido de todo mundo?

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