Horas antes de Keitarô de ir para Toudai e ser seqüestrado quando ainda sequer estava acordado. Dormia tranqüilamente deitado no seu futor, coberto do pescoço para baixo, com os óculos de lado mesmo sabendo que não precisa mais deles (costume de usá-los tanto tempo). Dorme tranquilamente deitado de barriga para cima, com os cabelos bagunçados sendo que alguns fios espalhado na testa, uma respiração calma típico de um sono tranqüilo e a boca quase fechada sendo aberta praticamente milímetros.

Nesse quarto só encontra Keitarô dormindo até quando uma conhecida figura entra discretamente como uma sombra, abrindo a porta de um jeito silencioso como se ainda permanece fechada, pisando no chão de um jeito como se nada está movendo, aproximando mesma receosa de uma face bastante conhecida que conhece há anos, mas alguns anos que não via novamente.

A figura senta sobre as pernas ajeitando o seu longo e exótico vestido negro e ficando no lado da amistosa pessoa que está dormindo.

Fica parada admirando os traços suáveis e delicados daquele homem que tanto ama! Daquele homem que tanto deseja! Daquele homem que tanto quer bem! Daquele homem que ver o sorriso dele só para ela.

Não são traços extremamente suáveis como de Kouta chegando o perfeito traço de uma mulher, traços que muitas mulheres japonesas almejam a ter em um rapaz. Também não é um traço masculinizado de Guilherme que demonstra a firmeza e a imponência de um homem, capaz de garantir toda segurança que uma mulher deseja e sonha ter.

Não! É um traço especial, um traço que mesmo que passe o tempo ainda mantêm traços de uma criança pura e carinhosa, mas porem firme como um homem decidido. Chega até despertar o lado maternal de uma mulher, de dar todo carinho o possível.

Esse foi o triunfo que garantiu a simpatia de todas as moradoras da pensão Hinata e também foi a arma que, mesmo Keitarô não querendo ou não tenha planejado disso, que a cativou, que a fez se apaixonar por Keitarô.

Claro que não é só a beleza que agrada. Afinal isso só foi o rotulo a ajudou buscar o conteúdo (pode-se dizer que deu um empurrãozinho), já que a convivência a fez que o amor que sente por ele aumentar mais e mais.

Não deixa o prazer de toca gentilmente, tendo o cuidado para não acorda-lo, na face de Keitarô, desfrutando do prazer sentir a maciez da pele daquele homem.

Em certo momento ela não se sabe se foi por acidente ou por querer no seu intimo que passou os dedos nos lábios daquele homem. Independendo isso não deixa que os dedos deslizem daquela carne tentadora de usar os seus lábios para sugar a essência do sabor daquele homem.

Não seria muito difícil, basta inclinar um pouco para isso, mas tem o risco de ele acordar, não queria estragar todo o relacionamento que ela tem com aquele homem. Para tentar saciar aquele desejo de cometer esse digamos daquele 'pecado', ela toca os próprios lábios com os mesmos dedos que passou do lábio do rapaz.

Mesmo esse contato indireto dos lábios ela não deixa de emocionar com aquele toque, seu coração dar até uma pequena acelerada e seu corpo arrepiar.

Não pode dar bobeira mais.

Keitarô pode acordar a qualquer momento.

Então ela sai como ela entrou, num total silêncio.

Nessas horas ela queria ser Naru Narusegawa. Porque é nessa mulher que sabe que o coração daquele homem bate (ou pelo menos acha disso), mas não vai desistir de conquistar aquele homem. Senão era recusa a ter o sobre nome de Urashima.

Capítulo XI: Aquela que cuida e Aquele que protege

Kitsune se encontrar no seu quarto planejando como vai sair hoje da pensão para evitar aquele dia. Esse dia agora é um tormento dês quando chegou à irmã de Keitarô. O dia que ela nem se preocupava quando era na época que só Keitarô exercia. Esse dia ela precisa, precisa sobreviver o "dia D".

A porta se abre para o susto de Kitsune. Ela teme que seja uma pessoa que justamente está querendo evitar, mas para a sua sorte é a sua melhor amiga na sua época de colegial: Naru Narusegawa.

- Naru-chan, o que você ta fazendo aqui? – ela respirando profundamente aliviada recuperando do susto.

- Bem eu sair mais cedo da faculdade hoje, então resolvi passa aqui – sorrindo – mas o que você ta fazendo?

- Olha Naru – olha para os dois lados para ver se não tem ninguém espionando – bem eu quero fugir na irmã do Keitarô hoje, sabe... quero usar o dinheiro hoje para outros fins.

- Hum sei... vamos fazer o seguinte: você me passa o dinheiro e sai de fininho, aí se a Kanako te pegar não vai perder o dinheiro. O que acha?

- Ótima idéia Narusegawa – pega a sua carteira que está do bolso de trás de sua calça jeans – ta aqui, Naru-chan, todo dinheiro que tenho – da para Naru a carteira - O engraçado que é o dinheiro contado para pagar a mensalidade – rir com a situação.

- Ótimo, então não vou precisar ter trabalho de pega o restante – de repente a voz da suposta da Narusegawa muda.

- Espere aí...- Kitsune arregala os olhos – n-não m-me di... diga que você é... – gaguejando.

- Isso mesmo - diga a mascara facial revelando sua verdadeira identidade – não sou a Naru – diz com sua expressão fria de costume junto com sua face inexpressiva – agradeça agora que não vou cobrar o aluguei nesse mês mais.

- Poxa isso é injusto, será que não posso atrasar uns dois dias?

- Se você fizer isso é bem capaz de perder todo o dinheiro no jogo nas corridas de cavalos.

Kitsune fica com aquela cara de espantada como se dissesse "Você acertou".

- Agora seja uma boa inquilina e pague o aluguel normalmente como uma... – Kanako não completa a frase porque subitamente desmaia sem nenhum motivo aparente.

Só deu tempo para ter uma Kitsune desesperada correndo para pegar o corpo da irmã de Keitarô.

----------------------------------------------------------------------------------------------------------

Em um local da mente guarda uma gostosa lembrança que teve hoje de manhã.

Kanako estava de manhã de frente da entrada da pensão Hinata varrendo. Mesmo não estampado no seu rosto ou sua face demonstrando alguma animação, ela estava feliz.

Feliz – mesmo não admitindo - de ter conseguido amigas na pensão!

Feliz de está de volta para antiga hospedaria Hinata.

Feliz de está mais uma vez perto do seu irmão.

E por falar na terceira felicidade, ela está vindo na sua direção.

- Bom dia Mano- sama – Kanako cumprimenta o seu querido irmão que estava só (vai para a casa de chá para ir junto com Mutsumi e Kouta).

- Bom dia Kanako – da um sorriso que faz Kanako sorrir também o que é raro de ver no rosto dela mesmo discreto e ainda mais um jeito de uma menininha como ela acabou de sorrir.

- Vai para Toudai hoje mano?

- Hai. Vou passar na casa de chá para ir junto com Kouta e Mutsumi para a faculdade. Já a Naru ela já foi à frente – ele lembra que mesmo com aquele fato que ele teve com ela, praticamente nada mudou, parecem que a briga nunca existiu, igual à Mutsumi, ambos tiveram uma noite de amor, mas ambos se tratam normalmente como se aquela noite nunca existiu. A única coisa que percebe é o seu primo se entumar mais principalmente com Narusegawa.

Kanako fica calada, tendo uma pontada no coração quando ele falou o nome Naru Narusegawa.

- Bem Kanako! Então já vou indo, thau – acena e começa a se afastar.

Com os lábios se abrindo aos poucos como quisesse falar, mas uma onda de receio parece que costura a boca. Mas juntando toda a coragem e a força de vontade as palavras saem de sua boca.

- Mano, posso te abraçar? – pergunta com uma voz tímida.

Keitarô é pego de surpresa com esse pedido, afinal não é anormal Kanako pedir carinho, mas nesse exato momento, naquele lugar onde as únicas pessoas naquele cenário exótico de Hinata. Para visão da Kanako parece uma cena de um filme de um casal apaixonado a preste a consumar o amor. Para Keitarô uma cena linda de carinho família.

- Ta bem, vem pra cá – Keitarô aceita a ser abraçar sua irmã.

- H-hai – toda sorridente Kanako se joga aos braços de Keitarô.

Ele firmemente conseguiu segurar a sua irmã e ao mesmo tempo retribui o abraço.

- Eu te amo mano – Kanako fala com emoção.

- Eu também de amo, Kanako. Você sempre será a minha irmãzinha querida.

Aquilo não foi bem o que Kanako gostaria de ouvir, mas ela não quer estragar. Hum dia quem sabe ela não consegue conquistar o coração do seu irmão de criação. Ou quem sabe um dia vem algum homem corajoso que conquistará o coração dessa mulher.

Onde ela pensou isso? Ela será eternamente apaixonada pelo seu irmão como sempre foi na sua vida toda.

"Como se existisse um homem suficiente doído que vai tentar eu mudar de idéia" pensa Kanako enquanto aproveita o 'gostoso' abraço.

----------------------------------------------------------------------------------------------------------

"Kei-kun, onde você está...".

"Kei-kun, por favor, não sofra nada...".

"Kei-kun, saia do perigo, por favor...".

Todos esses pensamentos acontecem mente de uma certa Urashima que está inconscientemente.

----------------------------------------------------------------------------------------------------------

Kitsune pegou Kanako quando ela desmaiou e fê-la deitar no seu futor. Ela pegou um pano úmido e colocou em cima da testa da Urashima.

Se fosse Mutsumi entenderia o motivo do súbito desmaio, mas foi Kanako, uma pessoa aparentemente bastante saudável. Kitsune verificou pulso, respiração, batimento cardíaco, pressão... e nada. Parece que ela entrou em transe de uma hora para outro.

Coincidentemente ou não Kanako desmaiou justo no momento que Keitarô foi seqüestrado.

Kitsune dar um pequeno pulo de susto ao perceber que Kanako começou abrir os olhos. Não que ela seja contra a Kanako, mas ela sente certo medo pela aquela essa pessoa.

- Onde é que estou? – pergunta Kanako com sua expressão de voz habitual, inexpressivo, ainda se encontrando deitada.

- Você ta no meu quarto – responde Kitsune calmamente – não se lembra que desmaiou?

- Não – se levanta – a única coisa que me lembro foi ter sentido o meu irmão está em perigo – coloca a mão na testa.

- Hum será que não foi só impressão não?

- Essa sensação foi muito forte, parece que estava na pele dele.

- Mesmo se ele entrasse em perigo com certeza sobreviveria.

- Que história é essa! – pode ver alguns fragmentos de raiva na voz de Kanako – Por acaso deseja tudo de ruim para o meu irmão?

- Não é bem isso que quero dizer, mas se existe um homem que consegue suportar os socos megatonicos que parece que saiu do Dragon Ball Z, técnicas mortais de uma arte primitiva, objetos sendo remessados em contra ele, inversões com alto poder de destruição, carros que tentam atropela-lo; então não importa que tipo de perigo Keitarô possa se meter, mas sua imortalidade garante sua segurança.

Kanako fica com uma gota atrás da nuca, mas não deixa de concorda com Kitsune. Ela lembra de quando o seu irmão se acidentava, parecia que era indestrutivo.

- É claro que também pode ser um perigo sexual, mas isso não vem ao caso – Kitsune brinca.

A raposa só não esperava por dois murros que acertaram a sua cabeça, dois murros que foram suficientes para deixar dois calos em cima da cabeça.

- Só não te expulso da pensão porque pagou o aluguei –sai do quarto meia nervosa.

Kitsune fica se remoendo de dor, mas não deixa de reparar mais uma vez Kanako Urashima. Uma mulher fria que raramente se abre para as pessoas. Lembra que quando ela chegou pela primeira vez na pensão Hinata, era mais fria ainda. Incrível que mesmo ainda mantendo aquela posse de difícil pouco a pouco está se habituando por as inquilinas.

Seu foco ainda é o Keitarô, a irmãzinha apaixonada que está disposta a dar tudo para esse amor seja consumado. Keitarô é a única pessoa que consegue ver o jeito meigo dela, isso porque Kanako só permite isso para ele.

Kitsune não esquece do dia que levou Kanako junto com Naru e Mutsumi para se divertir em um lugarzinho simples como um bar universitário. Viu um homem até que bonito querendo puxar amizades com Kanako. Só foi um toque no ombro para fazê-la chutar na genital do coitado.

Um homem precisa ser muito corajoso e persistente para ver se consegue a simpatia de Kanako e se brinca esse individuo precisa ter uma determinação dobrada -em relação do Keitarô para passar para Toudai - para investir da Kanako, isso Kitsune pensa.

----------------------------------------------------------------------------------------------------------

Retornando no cenário do galpão do porto estão dois homens frente a frente. Um bom e outro mau. Um herói e outro vilão. Um com um pedaço de um metro de bastão e outro com o resto de um bastão de três metros. Keitarô e Bunta.

- O QUE VOCÊ PRETENDE FAZER COM UM PEDAÇO DE PAU, VOCÊ NADA PODE FAZER! – grita com raiva Bunta.

- Eita, você não pode fica mais calmo?

- COMO VOU FICAR CALMO, SEU INFELIZ, VOCÊ QUEBROU O MEU BASTÃO!!!!!!!!!!!!!

- E você quer que eu ficasse como? Sem reagi? Apanhando de graça... o único local que apanho de graça é uma certa pensão.

Bunta ficou com uma gota atrás da cabeça.

Keitarô fica pensando o que fazer. Claro que com um pedaço de bastão humanamente meio difícil de fazer uma boa ação sendo que alguém está com uma arma melhor, entretanto alguns trunfos na manga. Ele mesmo não sabe se não rir ou chora de como conseguiu esse trunfo. Tudo isso graças uma certa moradora samurai que tentou mata-lo muitas vezes usando diversas técnicas mortais, mas que foram úteis para aprender algumas delas.

Bunta vai para cima de seu adversário para mais uma vez atacar. Keitarô fica parado esperando e segurando o pedaço de bastão como se fosse uma espada. Quando Bunta está muito perto, pronto para atacar é a brexa que Keitarô estava esperando.

- TECNICA SHIMMEI – ESPADA DESTRUÍDORA DE ROCHA – faz um ataque digno de Motoko que acerta em cheio Bunta mandando ele pelos ares.

O impacto foi tão grande que o corpo de Bunta atravessou umas grandes caixas de madeiras.

-------------------------------------------------------------------------------------------------

Chang continua sendo pressionado pelos ataques rápidos pelo seu adversário, Kouta Urashima. O máximo que consegue fazer é da passos para trás, tenta se defende e receber golpes em cima de golpes. Chutes e socos parecem chuvas que caem no grandalhão.

- Corkscrew – aplica um poderoso soco no Chang que faz literalmente voar pelos ares.

O corkscrew (saca rolha) é a soma da dobra da direita e da rotação do ombro, do cotovelo, e do pulso, que amplifica o poder no ponto do impacto. É um soco de nível muito elevado, permitindo uma seqüência destruidora. Entretanto, a técnica necessita "de uma pausa longa", sendo certamente seu único defeito para usuários normais. Mas Kouta conseguiu agilizar o golpe fazendo ser o melhor golpe dele.

Chang para uns setes metros de distancia de Kouta. A raiva e a dor misturam no intimo de Chang, então utiliza um ultimo recurso que estava guardando, uma arma de fogo (o famoso trinta e oito).

- TU TÁ FERRADO – aponta para Kouta.

Já a vitima não sabe o que fazer, não estava preparado para isso. Só resta deixa tudo nas mãos de Deus para ver o que vai acontecer;

Mas parece que Deus sorriu para Kouta, porque veio uma ajuda inusitada de um inimigo. Ou melhor, Bunta que foi arremessado pelo golpe de Keitarô atravessa as caixas de madeira e chega acertando o Chang, fazendo os dois marginais serem nocauteados.

Kouta ver isso e nem acredita. Quem será que fez isso?

A resposta não demora a aparecer.

- Kouta –san! – aparece Keitarô pelo caminho feito pelo corpo de Bunta nas enormes caixas de madeiras – que bom que você está bem.

- Keitarô-san – sorri – não esperava você aparecer aqui, mas arigato pela ajuda.

- Ok – disse sem meio entender muito o agradecimento de seu primo – mas afinal o que ta acontecendo?

- Hum parece que nos usaram para um tipo de armadilha e vingança ao mesmo tempo.

- Ué armadilha? Como assim?

- Parece que nos usaram para atrair alguém que se interessa pelas nossas pessoas. Mas vem uma pergunta, quem seria?

- Será que queriam pegar a tia Haruka?

- Pouco provável afinal! Garanto que esses dois nunca viu ela.

- Será que foi para atrair Narusegawa e Mutsumi-san?

- Fora de cogitação. Senão teriam levados elas diretamente.

- Será que foi para atrair Guilherme-san?

- Isso não sei! mas por que logo nos usariam para isso?

- Somos amigos dele, é meio natural usamos como isca.

- Hum tem razão, afinal vendo agora parece mais lógico. Falando nisso tenho uma impressão de uma coisa.

- O que?

- Parece que já vi o senhor Mishima em algum lugar antes de a gente conhece-lo.

- Eu tenho essa sensação, mas aonde?

- Não sei, parece que foi na infância, quem sabe, sei lá...

- Bem o único menino que me lembro que ter tido amizade foi aquele da foto nossa, da equipe Ragnarok, mas não sei não... aquele menino é muito diferente do Guilherme atual. Como posso dizer daquele menino é... – tentando achar umas palavras certas.

- Feio?!?

- Bem não queria admitir isso, mas aquele menino era sim.

- Entendo. Veja o senhor Mishima, tão elegante e tão firme, que me arrisco a dizer que ele é bonito. Diferente daquela criança na foto que é bastante feia exceto nos olhos.

- Tem razão.

- Melhor a gente se preocupar em achar a saída desse lugar, do que fica conversando do passado.

- Hai, tem razão – Keitarô joga o pedaço de bastão para o lado que ainda estava segurando.

----------------------------------------------------------------------------------------------------------

- Vejo que palavras não vão ter efeito. Sendo assim – concentra Negi chegando até levantar poeira mesmo parado – Vou mostrar o que um Negi puro e verdadeiro consegue fazer – uma onda de Ki azul começa a ser formar na mão direita dele -Técnica secreta! Código 2 – Reikou –dan – uma tipo de esfera de cor azul se forma na mão direita.

- Pensa que isso vai me intimidar? – encara Ninfa sem se impressiona.

De repente acontece um barulho (momento exato quando Keitarô aplicou um dos golpes do adversário) isso faz desviar atenção de Ninfa deixando uma boa brexa. Guilherme aproveita a oportunidade. A esfera de Negi entra na sua mão, depois Mishima parte para cima. Ninfa quando percebe a aproximação do brasileiro é tarde demais. Guilherme da um soco de esquerda em direção do estomago tento total sucesso do golpe. Chega que levanta um pouco. Guilherme vira o corpo para da um chute de direita que novamente tem sucesso. Faz Ninfa anda uns cinco passos para trás. Guilherme retorna com sua perna para o chão, da um grande passo para direita e coloca para trás a palma da mão direita.

- LIBERAR – grita Guilherme dando uma palmada frontal no tronco do adversário. Faz que seu adversário seja arrastado uns oito metros.

Ninfa sentiu os fortes golpes, mas nada que deixa inconsciente.

- Já venci – diz Guilherme calmamente.

- Mas como na cara de pau você d... – Ninfa não tem tempo de falar, porque dentro dele sai uma espécie de onda que é o próprio Ki, sai de um jeito que esgota o corpo dele – mas o que aconteceu comigo? – está com o corpo totalmente desgastado e prestes a perder os sentidos.

- Esse é um golpe que concentra o Negi na palma da mão. Após isso posso usa-lo como quiser, simplesmente coloquei dentro no seu corpo no ultimo golpe que dei e aquela esfera explodiu, fazendo que você libere uma grande carga de Negi e Ki rapidamente. Isso desgasta o corpo de qualquer um.

- Maldito... – desmaia.

Guilherme coloca as mãos no bolso e respira fundo. Tudo acabou finalmente, ele está em paz.

Ele nem gostava de luta antes na sua infância. Ele pegou gosto ainda mesmo quando estava no trauma, graças a um grupo de amigo.

Guilherme tira as mãos no bolso uma antiga foto para da uma olhada dos seus melhores amigos de infância, a época de ouro na sua vida.

A foto era de três crianças: A criança do lado esquerdo de estatura media tinha um short verde com uma listra branca, camisa amarela, também tinha um caractere escrito em Kanji que dizia 'tigre' e tinha outro dizendo 'Kei'; a criança da esquerda era de estatura baixa, magra, cabelos longos, calça negra, camisa listrado com vermelho e branco, seu físico podia muito bem fazer alguém confundir se é menino ou menina tinha um caractere dizendo 'serpente' e outro dizendo 'Ko' e a terceira criança era mais alta e mais cheia, só tinha um macacão jeans, estava descalço, cabeça raspada, sua aparência para quem olhar era de uma criança feia, tinha um caractere escrito 'dragão' e uma letra do alfabeto romano 'M'. O fundo do cenário a antiga hospedaria Hinata.

A criança feia era ele antigamente. Pode-se dizer que ele foi o patinho feio quando era pequena, mas isso é uma outra historia.

- Guilherme-san!

- Senhor Mishima!

Disse duas vozes conhecidas, justamente às vozes que almejava encontrar.

- Keitarô –chan e Kouta –chan, que bom que vocês estão bens – coloca a foto no bolso da calça e sorri.

- Então minhas teorias estavam certas. Fomos levados para cá!

- Sinto muito por vos te envolvidos nessa confusão toda, gomenasai – faz a tradicional curvatura mais um pouco mais curvada no normal em forma de pedir desculpas.

- Sem problemas – diz Keitarô animado – não foi nada de mais, já passei por lugares piores.

- Estamos inteiros e ainda intactos, mas me diz uma coisa, porque veio atrás da gente? Afinal o mais sensato era ter deixado o resgate para a policia e ainda você nos conhece há pouco tempo ainda.

- Ora a ora – Guilherme fica de lado a lado de Keitarô e Kouta, laça os seus braços na nuca deles junto e também fazem eles ficarem meio que inquinados – acha mesmo vou deixa meus dois melhores amigos e membros mais forte do clube sofrerem? Estão enganados.

Nessa brincadeira aquelas trinta pessoas que eram comandadas por líder de gangue aparecem. Os três que estavam na brincadeira rapidamente ficaram sérios e ficam na sua base de lutas.

- De onde apareceram esses tantos? – pergunta Keitarô.

- Eu derrotei todos eles antes de encontrar com o líder. Deixe isso comigo. Pra mim vai ser mole, mole – disse Guilherme todo confiante.

- Acha que vamos deixa você se diverti sozinho – sorriu Kouta.

- Nem pensa – concordou Keitarô.

- Estamos parecendo os três mosquiteiros – brinca Guilherme.

- Vamos espancar esses chineses todos – diz o Kouta entrando no espírito.

- E tem chineses no meio? – Guilherme olha para todos os trintas, tudo parecendo muito iguais os outros. Até hoje ele se pergunta, o tanto tempo que mora no Japão e até hoje não sabe a diferença de Chinês e Japonês.

Os trintas partem para cima. O trio Touda que ia parti para cima dos trinta o vulto, o mesmo que estava acompanhando de longe Mishima. Aparece e vai à frente dos trintas. Esse ser coloca as mãos no chão ficando de ponta a cabeça e com as pernas aberta num ângulo quase 180º, gira-as como se fosse uma hélice, acertando todos os trintas e nocauteando todos.

Keitarô e Kouta vêem o ser que é uma mulher muito bonita e alta (tem uns dois metros), pele morena clara, com um corpo bastante sexual (88 de busto, 58 de cintura, 87 de quadril), olhos azuis, cabelos longos e lisos, aparentemente tendo uns trinta e cinco anos e uma fisionomia totalmente ocidental assim como Guilherme. Estava vestindo uma calça branca confortável, um tamanco de madeira de baixa altitude, uma camisa vermelha sem manga de um decote discreto (suficiente para destacar os belos e maravilhosos seios). A súbita mulher aproxima dos três. Só Guilherme que não teme a aproximação da mulher porque conhece muito bem.

- Não precisávamos de ajuda, sabia – disse Guilherme quando a mulher se aproximou.

- Você se acha demais! Estava vendo a sua luta com o líder da gangue, quase te pegaram de jeito.

- Não quis usar toda as minhas habilidades para isso, queria lutar de igual para igual.

- Até quando você vai para de ser o mais forte?

- Isso não sei – rir.

- Guilherme –san, quem é essa mulher? – pergunta Keitarô.

- Ela é a... – iria responde mais foi interrompido na mulher.

- Posso responde isso eu mesma: sou uma pessoa muito intima do Gui –kun, até tomamos banho junto – diz na maior simplicidade.

Keitarô fica de boca aberta, já Kouta fica inexpressivo, mas pensando que seu amigo brasileiro tem um gosto por mulheres bem mais velhas.

- Isso já foi muito tempo, deixe disso de lado – Guilherme com o rosto meio vermelho.

- Deixa de lado? Eu acho que não, você era tão meigo, queria retornar naqueles tempos – diz ainda na maior felicidade.

Guilherme fica mais vermelho ainda, fecha os olhos e cerra os punhos para se controlar, depois abri os olhos e diz:

- Então você quer me envergonhar na frente dos meus amigos, mãe.

- Mãe?!?!?!?!?!?!?!?! – disseram Kouta e Keitarô juntos.

- Prazer os dois sou Vanessa Mishima as suas ordens – faz o tradicional cumprimento japonês.

- Prazer Keitarô Urashima – retribui o comprimento.

- Sou Kouta Urashima, muito prazer – faz o mesmo.

- Bem Kei-kun e Kou-kun, me dão licença, mas quero falar com o meu filho, ele precisa me ajuda nos negocio da família.

- Tudo bem – responde Kouta – mas mudando de assunto, o que vamos fazer com toda essa gente – se refere dos membros da gangue.

- Eu já chamei a policia, por isso pode fica despreocupados.

- Tudo bem então – disse Kouta sem se preocupar mais.

- Keitarô – Mishima aproxima dele – como vou vota em casa junto com a minha mãe então vou te entrega à chave na minha moto que ta lá fora.

Keitarô se espanta.

- Tem certeza disso?

- Eu acredito em você – Mishima responde com confiança.

Todos os três amigos se despediram e cada um pegou o seu caminho. Keitarô e Kouta voltam para Hinata com a moto emprestada de Mishima. Guilherme e sua mãe ficam no porto.

- O que veio faze aqui mãe?

- Bem vim aqui a negócios mesmo, estava vendo uma carga que chegou para o seu pai, mas de longe vi você chegando. Achei estranho a sua vida aqui, portanto estava te vigiando de longe.

- Você não perde esse jeito de mãe coruja.

- E você não perde esse jeito de se arrisca, já pensou dos riscos que você corria?

- Pensei, mas a vontade de ajuda os meus amigos foi mais alto.

- Ora, ora, foi por isso que te coloquei o nome Guilherme, que significa aquele que protege. Com certeza o meu bebê é digno desse nome – toda sorridente.

Guilherme não diz nada só escuta que a sua mãe está falando.

- Agora deixando de esse sentimentalismo todo – diz Vanessa – quando você vai acha uma nora para mim filho?

Guilherme engasga, não esperava por essa pergunta.

- Quando eu achar uma mulher certa pra isso.

- Mas você demora muito pra acha, só pensa em luta, trabalho e motos. Desse jeito você vai fica solteiro.

- Bem e aquelas namoradas que já tive não foram suficiente para te convencer que arranjo alguém quando quiser?

- Mas você não mantém curtas relações, até hoje não te vi você pegando sério com alguém.

- Olha até hoje não encontrei nenhuma que me valesse a pena, só isso.

- Pelo menos ta conhecendo novas garotas?

Guilherme para um pouco e pensa de sua atual situação do sexo feminino. Lembra da pensão Hinata e de suas inquelinas, mas não sabe o porquê de todas elas uma certa samurai veio primeiro na sua cabeça.

- Bem tenho sim, algumas são bastantes interessantes, tem uma que conheci que é irmã mais nova da Tsukuro.

- Ora, ora não sabia que Tsuku-chan, tinha uma irmã mais nova e como era é?

- Bem ela é bonita, tem uma expressão mais angelical que a irmã mais velha, determinada e tem um grande potencial para lutas.

- Por acaso está interessado nela?

- Ora mãe não sei pra que tantas perguntas de minha vida sentimental – mudando de assunto – que sabe que eu acho. Acho que meu pai ta de deixando te 'comer' de jeito.

Vanessa fica vermelha que nem um pimentão.

- ISSO SÃO MANEIRAS DE FALAR ASSIM COM A SUA MÃE? – vai atrás do Guilherme enquanto o mesmo sai correndo para não sofrer pelas pancadas de sua mãe (que alias são muito fortes).

Ele pensa um pouco na sua vida sentimental, pensa das decepções amorosas que teve, pensa dos traumas da sua vida que ele teve. Então pra que a pressa de encontra alguém?

"Seja que garota for, mas estarei guardando o meu coração só pra você" pensa o brasileiro enquanto foge da sua mãe.

CONTINUA

----------------------------------------------------------------------------------------------------------

Bem mais um capitulo feito. Foi especial para Kanako, já que só vi poucas fics que promete a investir nessa personagem. Também terminei esse grande seqüestro, era uma idéia de uma fic separada, mas estava com meio de preguiça de elabora uma ai coloquei ela nessa fic.

Batizei de Dimension Hina, porque é um conjunto de cinco idéias diferentes de fics de Love Hina. No total tive umas setes idéias diferentes, duas fora separadas (uma é a minha fic songfic e outra ainda vou posta).

Sobre os golpes poucos são criação total de minha autoria, boa parte são golpes onde tiro os nomes de outros golpes de animes ou artes marciais.

O golpe do Kouta é um golpe real usado no boxe (é claro que o efeito é totalmente diferente na vida real). O golpe de Guilherme queria chamar de Raisegan, mas acho que todos estão meio saturados a um certo anime de ninjas.

O próximo capitulo vai ser muito diferente, vai mostrar LH hum jeito muito diferente. Aguardem.