Outro capítulo recém saído do forno para vocês! ^-^
Espero que gostem dele.
Ps.: Para os fans de Inuyasha... A continuação do Anime está confirmada e começou a ser postada semana passada! Não tenho idéia de como será a continuidade dos posts no site em questão, mas estou tão feliz que isso vai ter um final, que nem me preocupo com isso. :P Assisti o primeiro capítulo e devo dizer que o que mais gostei foi o final da música de encerramento. :P Sério ainda quero saber como eles vão fazer tudo aquilo em apenas 28 capítulos... mas... a única coisa que eu quero... é o beijo dos dois... e nada mais. Espero que no anime saia.
Bem...
Obrigada pelas reviews: Acdy-chan / Sarah / Hp / Nami-chan Vampire / Srta. Ka / Bielawest / Pitty Souza
Amo vocês! :D
Boa leitura e até o próximo capítulo!
T.B.
'·.¸.ღ Lady Mine ღ.¸.·'
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\Capítulo Doze\
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# Deseja mais alguma coisa, Sesshoumaru-sama?
Sesshoumaru negou silenciosamente e com um gesto das mãos, ordenou para que o criado abandonasse a sala e o deixasse sozinho. E assim que a porta se fechou, ele se levantou da cadeira e parou diante da grande janela que existia atrás de sua mesa.
Iria demorar a se acostumar com aquilo. A empresa de Tóquio era extremamente majestosa, assim como a de Miura, e o trabalho que iria fazer ali não era em quase nada diferente do anterior, mas ainda não se conformava. Além de ali também trabalhar mais de uma dúzia de humanos, ainda havia o fato – e para ele o pior – de que aquela empresa era filial; De que seu meio-irmão Hanyou era, de certo modo, seu chefe. Por anos se dedicara a Miura, não merecia que seu pai tivesse lhe tirado o que tanto almejava. Especialmente para entregá-lo nas mãos inexperientes e incompetentes de Inuyasha. O Hanyou nunca fizera questão de ter aquele cargo. Ele não era digno daquele cargo. Nunca foi e nunca seria.
Este Sesshoumaru deve se importar em conquistar sua Companheira. Não com outras coisas. - ouviu seu Youkai reclamar em sua mente. E irritado, tratou de trancafiá-lo antes que ele travasse um conflito consigo mesmo, no meio do trabalho.
Sim, já havia aceitado cortejar a Humana para poder ter livre acesso ao corpo dela todas as vezes que almejasse. Mas não necessitava ser lembrado por sua consciência sobre aquilo a cada segundo que se passava.
Olhou para baixo. A rua estava tomada de Humanos a passarem de um lado ao outro, mas no meio deles, ele pode notar alguns Youkais. Youkais que haviam sobrevivido a transformação e aceitaram de bom grado viver entre a raça que eles condenavam. Uma união que ele sempre acreditara ser hipócrita. Uma união que ele sempre condenara e tinha certeza de que muitos ali também o faziam: afinal, mesmo naquele tempo, era difícil se ver um casal misto. Era difícil se ver Hanyou nascendo.
Podiam negar, mas ele sabia, que mesmo convivendo e trocando sorrisos, muitos humanos odiavam os Youkais e muitos Youkais odiavam os Humanos. Não sabia como poderia sobreviver a tudo aquilo.
Voltou a atenção para os papéis sobre sua mesa. Ali estavam os informativos sobre uma festa que aconteceria naquele final de semana. Uma grande Festa de caridade que a empresa fazia todo o ano em Tóquio, afinal, doavam fundos para duas instituições que ele nunca havia se interessado em conhecer ou pesquisar. Festa onde os repórteres ou qualquer um ligado a mídia era proibido entrar para manter o anonimato das pessoas beneficiadas por aquilo.
Festa onde ele teria a obrigação de ir, e sorrir para os Humanos que se encontrariam ali. Assim como alguns Youkais que trabalhavam ali e outros tantos que seriam convidados. Festa onde, descobriu, seu pai iria chegar atrasado, pois estaria retornando de uma viagem para o exterior, na companhia de sua esposa Humana e do Hanyou, a fim de resolver assuntos importantes para a Empresa da família.
Fechou o punho com força. Ele era quem deveria ir fazer essa viagem, e não Inuyasha. Ele deveria ir ao exterior resolver os interesses da Empresa que seria sua quando seu pai viesse a se aposentar ou falecer. E não o iria por causa da Humana. Não tinha mais direitos sobre Miura por causa do erro que cometera ao tomá-la como Companheira.
Ouviu o toque baixo do telefone de sua sala, e saiu de seus devaneios. Não estava a fim de falar com ninguém, mas talvez fosse bom falar com alguém. Assim seus pensamentos se afastariam, por alguns momentos, dos problemas de sua existência.
Apertou o botão que atendia, e ligou o viva-voz.
# Diga! - falou em tom baixo e sério.
# Senhorita Kagura Danna está na linha e deseja falar com o Senhor.
"Kagura..." ele repetiu o nome em pensamento com desagrado.
# Diga que estou ocupado. - rosnou desligando o telefone antes que a secretária lhe dissesse algo.
A mulher Youkai havia passado os últimos dias ligando para ele com bastante insistência, obviamente para lhe exigir explicações a respeito do que estava vendo nos jornais e na televisão. E ele estava sem paciência para lidar com ela.
Conhecia Kagura há anos. Ela era a filha mais velha do dono de uma empresa que trabalhava para a empresa Takahashi. Um Youkai ambicioso que sempre almejara - e nunca escondera isso de ninguém - em ver a filha casada com ele. E embora ele se sentisse atraído por Kagura e houvesse tido relações com ela por mais vezes do que com qualquer outra, jamais havia desejado tê-la como esposa. Sempre lhe deixara claro que com ela apenas almejava prazer, que seu Youkai nunca a havia visto como Companheira. Mas Kagura parecia ignorar aquele fato, uma vez que sempre levantava aquele assunto quando tinha a oportunidade.
Se lhe falasse naquele momento seria capaz de ser absurdamente rude com ela. Afinal, as quase cem ligações que seus telefones registravam apenas deveriam significar que ela estava querendo satisfações. Satisfações que ele não era obrigado a dar a ela.
Esta vadia não é nada em comparação a mulher deste Sesshoumaru. - sua consciência Youkai tratou de falar. Mas Sesshoumaru não tinha nada a dizer contra aquilo. A Humana realmente era melhor que Kagura. - Se ela é melhor mesmo quando estava absorta em odiar este Sesshoumaru, imagine quando ela aceitar este Sesshoumaru em sua cama, com boa vontade.
O Youkai sentiu um calafrio percorrer-lhe a coluna ao se lembrar da noite que possuíra Kagome Higurashi. E se maldisse, quando sentiu o corpo esquentar e tremer em antecipação apenas com a imagem de como seria possuí-la novamente. Com a imagem dela retribuindo e aceitando suas carícias, e os lábios dela sussurrando seu nome e seu agrado enquanto a tomava e a levava ao limite do prazer.
"Maldição!" rosnou, enquanto tentava afundar sua mente em qualquer que fosse a coisa para se esquecer do desejo que tinha pela menina Humana. Sua pele se arrepiando em resposta aquele desejo. E como se houvesse ouvido seu chamado, a batida na porta veio para socorrê-lo.
Este Sesshoumaru não devia estar deixando de lado os pensamentos sobre sua mulher. - sua consciência reclamou assim que ele sentou e ordenou para que entrassem.
# Aqui estão os documentos que pediu, Sesshoumaru-sama. – Jaken disse, colocando uma pasta sobre a mesa dele.
Pasta que Sesshoumaru imediatamente tratou de pegar para ler e verificar todos os documentos que estavam ali dentro. Mas como era de se esperar, estava tudo como se devia. Embora vez ou outra o irritasse com suas tagarelices, Jaken sempre fazia tudo de forma que o agradava e correta.
# O pai do Senhor ligou, Sesshoumaru-sama. – ele anunciou, assim que ele largou os documentos de lado. – Anunciou seu desejo de falar com o Senhor assim que o Senhor pudesse. Foi uma ligação rápida, pois anunciou que estava terminando uma reunião. – acrescentou imediatamente, antes que o Youkai pudesse reclamar por causa da demora do aviso. – Mas parece que era urgente.
Sesshoumaru viu-se coçando a têmpora em cansaço enquanto fazia um gesto com a mão, dispensando Jaken. E assim que o pequeno Youkai desapareceu ficou a pensar no que seu pai deveria estar querendo com ele. Obviamente não seria nada relacionado a Empresa de Miura. Inu no Taisho deixara evidentemente claro que o queria longe daqueles assuntos.
E enquanto esperava a secretária transferir a ligação para seu pai, viu-se pensando que o assunto deveria ser a sua união dele com a menina Humana. Apenas esperava que não fossem mais reclamações. Estava tratando a mulher da melhor maneira possível de acordo com as circunstâncias. Ao menos um pouco de crédito ele merecia.
# O que houve, Chichi-ue? – questionou assim que ouviu a voz do progenitor do outro lado da linha.
# O colégio de sua Companheira ligou… - ele informou com a voz séria. – Parece que ela teve um mal estar na primeira aula. Está na enfermaria desde então.
Sesshoumaru inalou o ar com força ao sentir seu Youkai reclamar. Afinal de contas ele era o Companheiro dela. Era ele quem deveria ficar sabendo dessas coisas, primeiro. Não era para ele descobrir através de terceiros.
# Por que ela não ligou para este Sesshoumaru? – questionou, sem deixar de mostrar a irritação que sentia por isso.
# Parece que ela ainda não sente tanta confiança assim em você, Sesshoumaru. – seu pai respondeu como se aquilo fosse absurdamente óbvio. – E você não pode culpá-la por isso. Isto é evidentemente compreensível. De qualquer forma… - ele acrescentou antes que o Youkai pudesse dizer alguma coisa. – Acho melhor você largar o que quer que esteja fazendo neste momento para ir buscá-la.
# Vou mandar um motorista fazer isso. – Sesshoumaru o cortou. Tinha muitos assuntos para resolver ainda. Sair mais cedo do trabalho, resultaria em mais assuntos para resolver no dia seguinte. Sua agenda ficaria completamente desorganizada.
# Não mande o motorista, Sesshoumaru. – Inu no Taisho disse, obviamente irritado e incomodado com aquela decisão. – Vá você mesmo buscar sua Companheira. – ordenou, deixando evidente em seu tom de voz que não toleraria ser desobedecido. – Embora eu e Higurashi tenhamos tentado evitar, há repórteres espalhados pelos arredores do Colégio, loucos para conseguirem agarrá-la em uma entrevista. Se ela está passando mal, irá piorar por causa deles. E já lhe disse uma vez e você sabe disso há anos, Sesshoumaru… - enfatizou, apenas para ter certeza de que ele não se esquecera. – Uma vez que um Youkai se compromete, a prioridade dele passa a ser a Companheira. Todo o resto fica em segundo plano. E agora, sua Companheira precisa de atenção. Juntamente ao filho que ela espera de você.
A Companheira deste Sesshoumaru precisa dele. – Seu Youkai gritou em sua mente.
# Qual seria o problema de ela vir com o motorista? – questionou irritado.
# Espero que não esteja tentando testar minha paciência, Sesshoumaru. – Inu no Taisho disse. Sua voz deixando transparecer o desagrado por ter ouvido aquela pergunta. – Você é o Companheiro dela e não o motorista, Sesshoumaru. E neste momento o que realmente é certo, é você, seu Companheiro ir até lá buscá-la. Você, deve estar perto dela sempre que ela necessitar. Especialmente enquanto ela estiver grávida. Sabes disso.
Sesshoumaru revirou os olhos, em tédio, ao ouvir aquelas palavras. Sim, ele deveria estar perto de sua Companheira sempre que ela necessitasse dele. Esta era uma das funções do homem no relacionamento: Proteger sua mulher, prezar pela segurança e saúde dela. Fazer com que ela seja feliz. Dar-lhe prazer e satisfazer seus desejos.
Mas ele sentia, estranhamente, que a Humana iria necessitar dele mais do que o normal. E o fato de ela estar passando mal no primeiro dia que saia de casa, confirmava isso. Significava que ela não era tão forte quanto seu Youkai acreditava ao escolhê-la como Companheira e a mulher que deveria ser a mãe de seus filhos.
# O que ela tem?
# Pelo que me disseram ela está na enfermaria tomando soro depois de passar mal na aula de educação física. - Inu no Taisho, disse e Sesshoumaru estreitou os olhos.
A Humana era louca? Praticando exercícios físicos durante a gravidez? Ela estava pedindo para sofrer com algo como aquilo por praticar tal insensatez.
# A pressão dela caiu muito, antes mesmo do inicio das aulas, mas ela já foi devidamente medicada e está melhor agora. - explicou seu pai, como se houvesse ouvido suas perguntas.
Se a Humana já estava melhor não havia necessidade de ele deixar o trabalho para trás para ir buscá-la e levá-la para casa. E ele não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Todo aquele ataque violento de seu pai, apenas porque a pressão da humana havia sofrido uma queda? Até onde ele sabia, isso era normal para os humanos. Por que para sua companheira, seu pai tinha de lhe fazer aquilo?
O Herdeiro deste Sesshoumaru pode ser afetado por isso! - seu Youkai rosnou. Sua raiva pela demora em ir ao socorro da Humana, era evidente. - O filho deste Sesshoumaru pode morrer por causa disso!
"Como se eu me importasse com este Hanyou!" Sesshoumaru pensou, olhando furioso para o telefone. "Se ele morrer, terei alegria... meu sangue não será sujo por um Herdeiro Hanyou."
Não! O Herdeiro deste Sesshoumaru não pode morrer. – gritou a consciência. – Nem o Herdeiro e muito menos a Companheira…
"Pois se a mulher morrer, este Sesshoumaru apenas saíra no lucro!" Lembrou-se da dificuldade que era o parto de um Hanyou. Lembrou-se da expectativa que havia sido o nascimento de seu meio-irmão Hanyou, que quase morrera no nascimento juntamente a sua mãe Humana. "Talvez ela não tenha a mesma sorte que Izayoi… e o pirralho a mesma de Inuyasha."
Havia concordado em conquistá-la para poder possuí-la sempre que almejasse, mas se ela morresse, ele estaria livre da vergonha que ela o era para sua reputação. Estaria livre para outra Companheira.
Sesshoumaru quase urrou com a dor que queimou em seu punho e o grito de ódio de seu Youkai ecoou em sua mente. Segurou com força os braços da cadeira e viu tudo a sua frente começar a ficar avermelhado, enquanto seu Youkai lutava para tomar controle por suas ações. Fechou os olhos e trincou os dentes lutando contra ele.
E depois do que pareceu ser uma eternidade, sentiu seu corpo acalmar, enquanto sua consciência Youkai se acalmava em seu íntimo. Respirou profundamente, sentindo um cansaço que jamais havia sentido antes, e praguejou. Soltando os braços da cadeira, sentiu o material caro estalar devido o estrago que seus dedos haviam feito.
Todo Youkai possuía um lado obediente e um dominante. A consciência normalmente mantinha-se obediente, silenciosa, até o momento em que aquela que ele julgava ser sua futura Companheira aparecia diante de seus olhos. E quando isso acontecia, e o dominante se negava a ela, um grande conflito se travava. Um conflito que apenas acabava quando ambas as partes entrassem num consenso. Ou melhor, quando o corpo cedia aos desejos da consciência.
Algo que Sesshoumaru tinha certeza, nunca iria acontecer. E assim estaria fadado a uma luta constante consigo mesmo. Luta onde ele tinha de admitir, sua consciência poderia levar a vantagem por mais de uma vez. Assim como havia sido na noite em que sua vida fora destruída pelo desejo de sua consciência.
# Por que eu preciso ir buscá-la então? - questionou com cuidado para não mostrar ao seu pai que estava em guerra com sua consciência.
# Não me faça ter de me repetir, Sesshoumaru. - Inu no Taisho mostrou estar sem paciência. - Espero que faça o que disse. - E sem esperar respostas, desligou.
O Youkai inalou o ar com força, controlando seu temperamento, antes de apertar o botão do telefone que o desligava. O barulho da linha ocupada nunca o havia irritado tanto. Apoiou os cotovelos na mesa e pressionou a ponte do nariz com os dedos, tentando recobrar sua compostura, antes de se levantar para ir buscar a Humana no colégio.
Se saísse dali irritado, obviamente acabaria por estraçalhar o volante do carro. Ou talvez assassinasse o primeiro humano que surgisse a sua frente e não fosse sua Companheira.
# Jaken! – chamou o Youkai, assim que se acalmou o suficiente para poder discar o número dele, sem destruir o aparelho. – Mande o motorista preparar o carro para mim. E diga para a secretária cancelar todos os meus compromissos.
Jaken cumpriu suas ordens exatas, sem reclamar. Ao descer, Aishu já o aguardava segurando a porta do banco de trás aberta para que ele entrasse. E tão logo terminou de se acomodar no banco, sentiu o carro arrancar em direção, e analisou o lado do banco onde a menina Higurashi obviamente estivera sentada. O cheiro dela estava forte demais ali dentro, deixando evidente à ele a ansiedade que ela sentira. Fechou os olhos, espantando as sensações agradáveis que o cheiro dela lhe trazia. Realmente não podia negar. Nenhuma outra humana possuía um cheiro tão perfeito e atraente quanto o dela. Cheiro que parecia dez vezes mais agradável ao seu olfato uma vez que estava misturado ao dele.
Trincou os dentes. Sentia o desejo aumentar em seu corpo, mas se controlou, antes que sua consciência Youkai saísse da prisão em sua mente, ou Aishu sentisse o cheiro de sua excitação. Assim que o carro parou diante da escola onde sua Companheira estudava, ele pode sentir o cheiro da ansiedade dos repórteres e as vozes deles a sussurrar. Estavam frustrados por não terem conseguido uma palavra sequer da menina Higurashi. Imaginam ter a chance de conseguir fazê-lo quando ela saísse no final das aulas. E se surpreenderam quando o carro do motorista parou na entrada. Imediatamente ficando ansiosos com a possibilidade de verem mais um pouco da Humana antes do tempo.
Erguendo a mão, Sesshoumaru impediu que Aishu saltasse do carro para abrir a porta para ele. E assim que abriu a porta, viu os alunos voltarem os olhares para ele, interrompendo o que quer que estivessem fazendo; e ao menos tempo, os repórteres surgiram de seus esconderijos, as câmeras a postos enquanto fotografavam, temendo se aproximar dele. Afinal, seu repúdio por eles era conhecido.
Ignorando os repórteres e os alunos que sussurravam entre si, surpresos com sua presença, atravessou o pátio escolar e entrou no prédio. Almejando encontrar sua Companheira o mais depressa possível. Assim, podia deixar rapidamente aquele lugar infestado pelo cheiro dos hormônios dos Humanos.
