Acordei na manhã seguinte da nossa briga e instintivamente olhei para o relógio. Era raríssimo eu acordar antes da hora que eu normalmente acordaria, mas naquele dia eu estava funcionando bem. Tudo o que tinha acontecido entre Harry e eu me deixou sobrecarregado. Eu precisava de um alívio.
Com Harry aqui em casa, eu não tinha ido mais com tanta freqüência nos estábulo. Guinevere estava desesperada por um pouco de atenção. Ela empurrou minha mão com o focinho. Sorri, e a acariciei. Ela era uma das poucas "pessoas" que podia ser teimosa e persistente como eu. Vai ser só nós dois por enquanto, menina, sinalizei.
Na minha primeira volta na arena, fui devagar. Quando eu era pequeno, sempre quis mais do que nunca participar dessas competições de saltos, mas minha mãe sempre tinha medo que eu me machucasse. Ela nunca realmente me viu cavalgar do jeito que gosto. Quando estava cavalgando com Guinevere, parecia que dividíamos o mesmo cérebro. Ela percebia qualquer mudança no meu humor. Acho que é por isso que ela é tão especial para mim. Eu não precisava dar satisfações. Estranho como meu cavalo me entende melhor do que as pessoas.
Tinha acabado de deixar Guinevere de volta no estábulo, quando senti uma mão no meu ombro. Meu pai parecia deslocado lá, vestindo um terno Armani. "Acho bom você ter uma boa razão para isso, Draco."
Confirmei que sim, inconfortável. "Vamos para dentro?"
Meu pai possuía a habilidade de me deixar no limite como ninguém. Talvez porque parecia que eu sempre estava debaixo de um microscópio com ele. O que quer que fosse, eu nunca superei. Enquanto andávamos em direção à casa, estava ciente do jeito que ele olhava para minhas mãos sujas e meu jeans. Estava tudo debaixo dele. Sempre estive debaixo dele.
Por esses motivos, estava começando a duvidar da sabedoria de meu plano. "Não sabia que você viria tão rápido," Eu disse, nervoso.
Ele levantou uma sobrancelha. "Draco, não tenho tempo para jogos. Se há um problema, resolverei. Agora, o que era tão importante a ponto de você me fazer vir aqui?"
"É o Harry," comecei. "Eu li o que você tinha na pasta, sobre ele."
Um pequeno sorriso se formou em seus lábios. "Leu? Sabia que sua mãe lhe daria a pasta."
Merda. Me lembrei tarde de mais que tinha traído a confiança de minha mãe. "Não, achei por minha conta," menti. Posso te contar que ele não acreditou, mas isso não importa.
O sorriso do meu pai apenas aumentou. "Eu queria que o lesse, Draco. Você já é bem grandinho para saber das coisas, e formar suas próprias opiniões. O que achou?"
Minhas mãos estavam loucas para sinalizar, mas isso não me levaria a lugar nenhum. "Só posso pensar em uma coisa, e espero estar errado." Eu parei. Mesmo sinalizando, acho que não conseguiria achar símbolos naquele momento.
"Eu se não estiver? E se eu concordar com você? Não é o que está naquele arquivo, Draco, mas sim o que não está, que é importante. Tenho certeza de que captou o que eu quis dizer." Seus olhos me disseram que tinham concluído o mesmo que eu.
"Eles querem que ele se mate."
"Muito bem, Draco. Sabia que iria descobrir." Sua expressão mudou. "Os Dursley são doentes. Não suportam não poderem tocar na fortuna de Harry. Se ele morrer de modo suspeito, não iria lhes cair bem, mas se fosse suicídio..."
"Não há mais ninguém para receber o dinheiro além deles." Meu estomago estava revirando. Tudo fazia sentido agora. Cada insulto era planejado para atacar a sanidade de Harry. Ele se achava uma aberração porque foi desse jeito que eles o ensinaram a pensar. Harry foi apenas criado por eles para que pudesse se matar.
"Harry é um garoto interessante," meu pai começou. "Estou realmente surpreso que tenha agüentado tanto tempo. A pasta que dei para sua mãe está incompleta. Sabia que ia ler, e tinha algumas coisas que eu mesmo estava tentando entender, mas não vejo o motivo de te esconder isso. Os Dursley estão brigando para o tirar de Hogwarts. Dizem que a culpa da sua depressão é a escola. Petúnia deu um testemunho convincente para o juiz na última sessão, mas Dumbledore interviu. Ele parece ser um velhinho bom, mas já perdi a conta de quantas pessoas não o querem ter como um inimigo. Mas pelo que sei, ele ama Harry como se ele fosse seu filho."
"Mas porque você se importaria se eu soubesse disso?" perguntei.
"Dumbledore é exatamente o tipo de pessoa que os Dursley não querem perto de Harry. Você também é esse tipo. Recebi um telefonema de Valter semana passada, me dizendo em quantos problemas Harry tinha se metido desde que ele te conheceu. Ele queria Harry de volta em casa."
Fiquei tomado de raiva. "Você não vai mandá-lo de volta!" gritei.
Sorrindo, meu pai sacudiu a cabeça. "Claro que não, tenho outros planos para o afilhado de meu primo."
"Vai ajudar Sirius a ficar com Harry? Mas e os escândalos?"
"Inevitáveis, suponho. E Sirius fez muitas coisas para compensar – como eu poderia virar minhas costas para a família... especialmente depois de sua?"
Eu estava...realmente... realmente... abismado. "Você sabia disso?"
"Eu sou dono destas paredes. O que o faz pensar que eu não sei o que acontece dentro elas?" Então, eu sabia que o problema alimentar de Harry não era segredo. Não sabia como ELE sabia, mas acho que sabia de tudo que fizemos no verão, mas claro, com algumas exceções.
"Então, você sabe que Harry está doente?" perguntei.
Meu pai disse que sim. "Você precisa confiar mais em mim, Draco." Ele endireitou a gravata, e pude notar que esse era o fim do assunto. "Levarei sua mãe para nós dois almoçarmos fora," acrescentou.
Nossa conversa me deixou um pouco mais relaxado. Sabia que meu pai nunca iria falhar com alguma coisa dessas. Não, havia muito a ser ganhado de Harry. Eu não era ingênuo para confundir a preocupação e compaixão do meu pai, mas pelo menos Harry estaria livre daqueles urubus.
O achei sentado na escrivaninha. Na sua frente estava um desenho de Ron e Hermione. Mesmo que eu não suportasse a dupla, tinha de admitir que gostei. "Sente saudades deles?"
Harry se virou e sorriu para mim. "Sim. Sei que você odeia o Ron."
Ri porque Harry tinha usado o sinal que eu tinha dado para Ron. "Odeio," concordei. "Hermione não é tão ruim."
Harry deu de ombros. "Eles continuam sendo meus melhores amigos... não contando você," ele completou. "Passei uma semana na casa de Ron no verão passado. Valter ficou nervoso quando o Sr. Weasley mencionou que era do FBI. Os outros Weasley são ótimos... bem, menos Percy. A Sra. Weasley até fez um suéter para mim no natal."
Já no fim da nossa conversa, eu começava a ter uma idéia do que fazer para o aniversário de Harry. De noite, entrei na internet usando a senha dele (descobrir que sua senha era "Gretzky" não foi nada difícil). Só tinha dois endereços de e-mail lá, isso não me surpreendeu nem um pouco. Decidi que era melhor Granger falar com o Weasley sobre meu plano. De alguma forma, não achei que ele concordaria se fosse eu que desse a sugestão.
No fim das contas, eu estava certo. Na manhã seguinte recebi um e-mail da Granger:
Draco,
É bom saber que você e Harry estão se dando bem. Estava preocupada quanto a isso. Eu adoraria fazer parte disso. Ron pode não concordar de primeira, mas sei que posso convencê-lo dizendo que é para o bem de Harry. Apesar do que você acha, Ron não é uma má pessoa.
Te vejo então,
Hermione.
O dia trinta e um veio num piscar de olhos. Ainda não tinha dito para Harry que eu sabia que era o seu aniversario naquela manhã, e ele não parecia incomodado com o fato. Ele estava sentado em cima do feno no celeiro desenhando Guinevere quando o encontrei. "Onde você estava?" ele me perguntou quando me viu entrando.
Eu estava lá dentro resolvendo os últimos detalhes. Dei de ombros. "Falando com o Blaise. Ele quer que a gente passe o dia na casa dele."
"Você se importaria se eu ficasse aqui?" ele perguntou, franzindo.
"Você tem de ir. Blaise acha que você o odeia."
"Não odeio!" Harry disse. Ele colocou o caderno de lado e passou uma mão nos seus cabelos. "Só não quero sair hoje."
"Não vamos demorar." Eu disse.
Finalmente, ele cedeu. Suspirou, e podia ver relutância em seus olhos. "Ok."
"Então vamos. Quero ir embora pela hora do almoço." Eu disse casualmente. Isso era mais difícil do que eu tinha imaginado.
No caminho, fiquei dando uns relances. Harry parecia triste, e era difícil para mim fingir ignorar. Sei que ele pensava que eu não tinha reparado, mas como não podia reparar na dor em seus olhos? Esperava que a minha surpresa banisse aquele olhar. Queria compensar pelo desapontamento que ele já tinha sentindo nos outros aniversários. Queria que Harry percebesse que eu estava feliz por ele ter nascido.
Alcançamos a casa de Blaise mais rápido do que gostaria. Avisei a Blaise para segurar a barra toda a vez que Harry desviasse o olhar. Mas como sempre, estar razoavelmente atrasado é o forte dele. Ele conseguiu, por milagre, não se atrasar, e dei um suspiro de alívio quando entramos no restaurante.
Tinha escolhido um lugar asiático para a ocasião. Sabia que Harry não iria gostar da comida tanto quanto a atmosfera do lugar. Logo quando entramos, a atenção de Harry instantaneamente se voltou para um papel antigo com escrituras, pendurado na parede. Não deu como não sorrir. Blaise praticamente teve de arrastá-lo para o fundo do restaurante.
Todo o fundo estava cheio de amigos. O clã Weasley tinha vindo, como Hermione, que ficou responsável pelo resto da lista de convidados. Neville Longbottom, Luna Lovegood, Seamus Finnegan, Angelina Johnson, Colin Creevy, e Dean Thomas. Apesar do fato de que nenhum deles eram meus amigos, eu não podia estar mais feliz. Por um momento, acho que Harry não entendeu direito o que tinha acontecido. O seu olhar de choque era o suficiente para me fazer querer chorar. Ele não entendeu que isso tudo era para ele. Então, uma mulher ruiva – nenhuma outra do que a senhora Weasley – abraçou Harry. Nem tentei descobrir o que ela estava dizendo, mas fez Harry sorrir. Acho que foi quando a ficha de Harry caiu. De que todas as pessoas estavam lá por causa dele.
Hermione veio em minha direção com um grande sorriso. "Bom trabalho."
Dei de ombros. Você também. Olhei para Ron que estava dizendo alguma coisa sobre mim do outro lado. Não creio que foi fácil o trazer para cá.
Não foi tão ruim o quanto pensa. Ele é o melhor amigo do Harry, e acho que isso nem você pode mudar, ela me disse.
Olhei ao redor para ver Harry mergulhado num mar de Weasleys. Eu tinha, claro, reconhecido Ron por causa da escola, e reconheci a mais nova, e também os gêmeos e Percy. Atrás deles tinham dois rapazes de uns vinte e pouco e um homem com mais ou menos a idade do meu pai. Estudei o grupo com uma certa distância, até Harry me chamar. Ele me apresentou cada um, sinalizando.
Ron me ignorou. Dei uma desculpa para encontrar Blaise.
No caminho, fui chamado por um pequeno homem asiático que tinha montado a festa. Ele parecia preocupado, e eu sabia que alguma coisa estava errada. Demorou apenas algumas palavras para perceber que esse idiota não sabia o conceito de falar devagar, e me virei para Blaise, que estava rindo. Parece que a Sra. Weasley os proibiu de usar o bolo da padaria, ele sinalizou. Ela trouxe o que ela fez.
Segurando a minha raiva, segui um garçom em direção a cozinha para inspecionar o bolo. Para o meu horror, era um grande bolo de chocolate, com um "Feliz Aniversário Harry" escrito nas cores da Grifinória, vermelho e dourado. Até agora, tudo o que Blaise tinha feito era rir. Coloquei minhas mãos no meu rosto. Respirando fundo, recuperei minha compostura.
Diz para eles trazerem essa... coisa para o parabéns, e trazer o bolo depois, sinalizei meio irritado. Na minha cabeça, isso tinha estragado a minha perfeita visão que eu tinha da festa.
Quando a coisa saiu, os olhos de Harry brilharam de alegria. Nem acreditava. Enquanto as luzes diminuíam, eu me mexia. Todos em minha volta estavam cantando, e Blaise me disse que era nessas ocasiões que eu devia dar graças por ser surdo. Observei os olhos de Harry refletindo a chama da vela. Ele estava feliz. Talvez mais feliz do que aquele dia com Sirius. A Sra. Weasley ficou ao seu lado, deu um beijo em sua testa depois que ele soprou as velas. Então me ocorreu o pensamento de que talvez era isso que ele sentia falta. Minhas dúvidas sobre a festa desapareceram.
Harry abriu os presentes. Ele estava realmente agradecido por cada um, não apenas fazendo uma cara bonita. Até o livro que Hermione lhe deu ele gostou. Eu mal podia esperar até dar o meu, mas isso iria ser mais tarde.
Me distancio da multidão na maioria das festas. Sempre me sentia uma aberração nesses momentos. Minha surdez me deixava meio deslocado do grupo. Mesmo estando muito feliz, uma parte de mim desejava que as coisas fossem diferentes. A maioria dos meus amigos surdos só namoravam outros surdos, eu entendia o porque. As coisas eram mais fáceis quando não haviam desentendimentos ou barreiras entre as pessoas, mas sabia que não trocaria Harry por ninguém no mundo.
A festa durou até a tarde, e eu estava feliz de o ter para mim de novo. No carro, eu o observei até ele se aproximar mais. Obrigado.
Eu sorri. "Feliz aniversário, Harry."
"Draco, eu... Ninguém nunca fez isso por mim. Como sabia?" ele perguntou, corando levemente.
"Hermione" menti. Não queria que ele soubesse sobre aqueles arquivos. Nem imagino o que diria se soubesse de tudo que meu pai estava fazendo. Gostaria? Alguma coisa me disse que o seu orgulho não permitiria isso. Mas por enquanto achei melhor ele saber que tinha sido Hermione que tinha me contado.
Ele balançou a cabeça. "Draco, eu..." seu rosto agora era vermelho vivo.
Ri. "Você nunca vai terminar essa frase?"
Sem dizer nada, ele se inclinou e me beijou. Eu estava tão surpreso que mal registrei sua língua passando por meus lábios até que eu o estava puxando para mais perto. Deus, eu estava esperando por isso! Que se foda a paciência, todo pensamento saiu de minha cabeça. Beijar Harry era muito melhor do que eu imaginava. Nunca quis mais me soltar dele, mas senti o carro parar. Nenhum de nós dois percebeu que nos beijamos durante todo o percurso.
Nos separamos, e fizemos o melhor para fingir desinteresse. Agora, eu penso como achávamos que estávamos sendo discretos? Eu não conseguia tirar aquele sorriso de o-gato-comeu-o-pássaro. Minha mãe devia ter percebido. Ela seria cega se não percebesse como subíamos rapidamente para o meu quarto.
Harry era tímido novamente quando estávamos lá. Dessa vez, era o meu turno de dar o primeiro passo. Eu o puxei mais para perto. Meus hormônios estava agindo de um jeito que eu nunca tinha sentido antes. Eu queria tirar suas roupas aqui e agora, mas não podia... ainda. Até minha cabeça cegada por testosterona podia mudar isso. Eu parei de beijá-lo. "Porque você esperou tanto?" perguntei.
"Estava com medo que você não me quisesse," ele disse. Sabia que ele estava lutando para não desviar o olhar.
"Você está de sacanagem? Porque eu não iria te querer?" Ele levantou uma sobrancelha, e me deu aquele olhar: Não é obvio? "Harry, eu sempre te quis."
Ele riu. "Antes de você parar de me odiar!"
"Bem, Potter, olha com quem você anda."
Nós rimos. Era ótimo ser apenas a gente, e melhor ainda o beijar. Imaginei até em que ponto iríamos, mas afastei esse pensamento. Decidi que era a hora de uma distração. "Não te dei o seu presente ainda."
"Mas a festa..."
"Não era," eu disse, o cortando. Eu tirei uma caixa larga do meu armário.
Ele olhou-a por um momento, e então começou a desfazer o laço dourado. Até embrulhei a caixa num papel vermelho e dourado que eu odiei, mas sabia que ele iria gostar. Agora, eu queria ver ele rasgar o papel, mas foi muito cuidadoso para não rasga-lo. Finalmente, o papel tinha-se ido, a caixa estava aberta, e ele tirou de dentro uma das várias caixas menores. Pelo menos, ele foi mais rápido nessa parte. A primeira era um livro de arte que eu o vi observando na livraria na parte dos impressionistas. Ele sorriu para mim, e falei para continuar abrindo as caixinhas. Na próxima caixa tinha coisas de arte, tintas, lápis, pincéis. Com duas caixas faltando, ele escolheu a menor. Era a caixa cheia de DVDs, e isso pareceu o intrigar. Eu sabia que ele não poderia assistir em casa. Sorri enquanto ele abria a outra. Ele tirou um laptop parecido com o meu.
"Draco, tem certeza? Isso é muito caro."
Ri. "Meu pai parou de olhar a conta do meu cartão a muito tempo."
Ele revirou os olhos. Harry tinha estado comigo em uma das minhas viagens a Neiman Marcus. "Nem sei o que dizer. Obrigado."
Não resisti a tentação de beijá-lo novamente. De agora em diante, sabia que as coisas iriam ser diferentes entre nós.
(Se escondendo na cabaninha feita por mim de guarda-chuvas para não ser atingida pelos patinhos de borracha que estão sendo jogados na tradutora!)
Vocês devem estar putos comigo! hehehe
Desculpa a demora, eu estava toda enrolada com fim de ano, escola, recuperação, todas aquelas chatices... mas agora estou livre para traduzir o quanto eu quiser já que estou de férias! Então eu não vou demorar mais para postar. Só me dêem 2 semanas para cada post.
Passei a barreira de 100 comentários, que emoção! Isso nunca aconteceu hehehe Agradeço a todos por terem paciência comigo, e por estarem me acompanhando desde o primeiro capítulo! Agora agradecimentos, claro:
Nanda Lilo: Morreu? Espero que esteja viva ainda, porque se você não tiver, vai perder esse capítulo aqui! Desculpa a demora! Como eu falei lá em cima eu estava atrapalhada com final de ano, colégio, todas essas porcarias. Espero que goste desse capítulo. Beijos!
Dark Wolf 03: Meu Harry, tadinho...Mas o Draco vai dar toda a auto-estima que ele precisa! Ele é lindo hehehe
Simca-chan: Draco fofo? Ele é mais que isso! Estou feliz que tenha gostado da tradução, eu tava meio com medo dela no início... Minhas paranóias!
HannaSnape: Eu devo uma desculpa tamanha para você por não ter atualizado! Mas eu tava muito enrolada e sem tempo, prefiro fazer tudo com calma porque vejo com menos pressa se errei alguma coisa, etc. Mas não abandonei essa fic aqui não! Caso isso aconteça, o que não vai, eu vou colocar um aviso aqui. Mas relaxa quanto a isso! E sim, o meu Draco é um doce! hehehe Espero que goste desse capítulo! E desculpa de novo a demora! (Se protegendo com o guarda-chuva!)
Rapousa: Estou feliz que tenha gostado dos dois capítulos de uma só vez! E valew pela boa sorte com a química! Eu passei de cagada... mas passei! hehehe Beijos!
Tety Potter-Malfoy: Bem, prometer final feliz eu até queria, mas eu não sei como a fic acaba. A autora nunca terminou, infelizmente... Mas até onde ela escreveu, eles não morrem não. Relaxa! Estou feliz que tenha gostado da fic! E vicie-se nela do mesmo jeito, ela é boa! heheh Beijos!
Sy.P: Dramático é pouco para a declaração! Acho que você vai gostar desse capítulo aqui. Desculpa a demora para atualizar! Beijos!
Sophia.DiLUA: Estou feliz que você tenha gostado da tradução! Os beijos... quando...? Leia esse capítulo de hoje!
Lis Martin: Poxa, infelizmente não deu para atualizar rápido, desculpa. Mas a partir de agora vai dar sim! Espero que goste desse capítulo!
Lua Mirage2: Essa fic é uma de minhas preferidas! Fico feliz que tenha gostado! Me dê mais ou menos duas semanas para atualizar! Beijos!
Srta Potter: Poxa, desculpa por não ter consiguido atualizar rápido. Mas agora vai dar para atualizar com mais freqüência sim! Fico feliz por ter gostado da minha tradução! Vou tentar ser menos neurótica. Não seja despedida por minha culpa hein! XD
Ploc: Vou continuar essa fic sim! Espero que goste desse capítulo!
TONKS BLACK2: Um pontinho feliz para você também! XD
Gabri Chaplin: Ai , que feliz! Você gostou da minha tradução! Ron nessa história é um idiota completo... Espero que goste desse capítulo!
E LEMBREM-SE: O quadrado feliz continuará um quadrado feliz se você se tonar um quadrado feliz! XD
