Regina deslizou sobre os calcanhares e tomou um último olhar de corpo inteiro no grande espelho que estava pendurado em seu armário. Ela usava um vestido cinzento com um círculo no pescoço e um cinturão espesso negro em torno da cintura. Suas madeichas escuras estavam perfeitamente penteadas e estabelecidas com cuidado ao redor de seu rosto, e os saltos pretos que ela usava acentuaram suas pernas tonificadas.
"Que tal assim?" Ela perguntou quando deu um passo através da porta de seu enorme closet, para fora, para a parte principal de seu quarto. "Emma?"
Ela deu um passo mais perto da cama onde a loira estava com Henry ainda no topo de seu peito. Emma fazia um som de dormindo assim como o menino que encontrava-se ainda sobre ela. O queixo descansou no topo da cabeça de Henry e um de seus braços estava firmemente em volta dele.
Regina não poderia mover-se. Ela estava ao lado de sua cama e olhou para as duas pessoas dormindo liquidadas em seus lençóis. Algo dentro dela aqueceu-se ao ver isso, pequenas chamas acenderam-se em seu estômago e peito.
Seu olhar vagueou por Emma, cujos lábios estavam ligeiramente separados e moviam-se com cada respiração profunda. Ela riu quando o nariz de Emma contraiu e contorceu em cócegas principalmente por causa dos cabelos da cabeça de seu filho. Mas, em seguida, ela focou na contusão escurecida que agora quase cobria toda a testa de Emma.
Culpa roía seu interior, causando um solavanco em seu estômago. Ela poderia falcimente culpar Emma por suas ações, mas certamente isso não a faria sentir-se nenhum pouco melhor sobre o resultado. Ela aproximou-se e antes que pudesse parar, ela ralou suavemente suas digitais sobre a inchada pele roxa.
Regina podia sentir o fluido abaixo do ferimento, uma vez que espremida sob seu alcance, a pele inchada e flexível, só fez com que a sensação desconfortável em seu intestino aumentasse. Ela puxou sua mão de repente, consciente de estar trazendo à jovem mulher mais dor.
Quando ela fez isso, foi recebida por dois pesados, quase fechados, mas com certeza olhos abertos. "Oh." A palavra não era mais do que um sussurro entre os dentes. "Eu sinto muito. Eu te machuquei?"
Emma sacudiu a cabeça, o queixo esfregando através do cabelo desarrumado de Henry.
"Você gostaria de uma bolsa de gelo?"
A testa de Emma franziu-se e ela sussurrou em dor. "Ah, certo", Ela croachou, "Para minha cabeça." Ela riu. "Claro, obrigada."
"Tudo bem." Regina virou-se para deixar o quarto, mas a voz grogue de Emma chamou por ela novamente.
"Nós, eu e o homenzinho ..." Ela franziu a testa. "Nós estivemos dormindo todo este tempo? Quero dizer, já está de volta do seu encontro?"
Regina bateu de leve em seu braço. "Não, Emma. Eu não saí ainda."
"Wow. Eu acho que o golpe na cabeça realmente me tirou de mim."
A expressão de Regina amarrotou-se, e Emma rapidamente mudou o corpo de Henry para pegar a mão de Regina e entrelaçando seus dedos em conjunto. "Ei, ei, eu não disse nada mais além disso."
Assentindo, Regina apertou os dedos de Emma, em seguida, puxou sua mão livre e virou para a porta de novo. "Eu vou pegar uma bolsa de gelo para você."
Ela tinha apenas tomado um passo, no entanto, quando a campainha tocou através da enorme casa, capturando ambas as mulheres desprevenidas.
"Eu suponho que meu encontro esteja aqui."
"Sim." Emma estalou seus lábios e lentamente empurrou-se. Ela cuidadosamente mudou Henry para fora de seu peito e colocou-o com cuidado de volta contra os lençois. "Vou pegar o gelo eu mesma."
Elas andaram pelo corredor em conjunto, seus ombros ocasionalmente se esbarrando. Antes de chegarem ao Hall, onde o caminho se dividia para levar em mais de uma direção dentro sa casa, Emma cutucou o braço de Regina com seu cotovelo. "Então, o que você acha que você vai ter desta vez?"
Regina arqueou uma testa perfeitamente esculpida. "O que quer dizer?"
"Ah, você sabe," Emma disse, seu sorriso apenas a crescer. "Pode ser outro cara com problema intestinal."
"Muito engraçado." Regina bateu no cotovelo de Emma com o seu próprio.
"Poderia ser um homem das neves cabeludo. Ou então, um cara com uma fala tão ruim que você não pode nem mesmo entender o que ele está dizendo, e cada vez que ele te pergunta algo, ele acidentalmente cospe em você. Ah, ou ele poderia ser totalmente sexista ou algo assim. Que seria uma maneira rápida para dar o fora. Ah, e se for como um daqueles homens de meia-idade que ainda vivem com sua mãe e fala sobre ela ao longo do jantar inteiro? Você tem problemas com graves casos de meninos da mamãe? E se o Henry acaba por ser um? E se o cara é como um grande cachorrão e apenas faz comentários lúbricos o tempo todo ou dá em cima de outras mulheres durante o encontro? Você p-"
Regina atirou uma mão contra a boca de Emma, fechando-a. "Isso já é o bastante, querida. Eu nunca irei sair pela porta a fora se você continuar a plantar tais cenários horríveis em minha mente."
Emma riu contra a palma macia de Regina.
"E se não for nem mesmo uma pessoa?" Ela disse quando Regina tirou sua mão. "E se ele for um alien em pele de homem e tentar te abduzir e levá-la de volta para a sua nave mãe e implantar microchips em seu cérebro e óvulos de bebês aliens em seu út-"
A palma de Regina estava de volta mais uma vez na boca de Emma. Regi
na virou Emma contra parede, encorpando-a quando a abordou, ambas embrulhadas em seu riso compartilhado. O riso melódico de Regina flutuando através do ar e o riso abafado de Emma contra o calor da palma de Regina.
"Calada," Regina disse. Emma foi pressionada de volta contra a parede do corredor, com uma de suas mãos segurando o pulso de Regina e outra espalmada em toda a sua cintura. Seus olhares estavam trancados.
"Você vai parar agora?" Regina perguntou.
Os ombros de Emma balançaram com risos silenciados, mas ela assentiu com a cabeça para mostrar sua entrega. Quando a palma de Regina caiu de sua boca, ela deslizou para baixo para descansar em seu ombro. Elas continuaram a olhar uma para a outra, o seu riso lentamente desaparecendo, quando a campainha tocou novamente, e ambas as mulheres praticamente saltaram para fora de suas peles. Elas se separaram assim como suas carnes estavam elétricas e elas tinham acabado de eletrocutar o inferno para fora uma da outra.
Elas sorriram sem jeito uma para a outra e Regina apontou para a entrada. "Eu deveria atender a porta."
"Sim." Emma assentiu. "E eu deveria ir pegar uma bolsa de gelo."
"De fato."
Demorou outro momento antes que ambas as mulheres sem palavras fizessem alguma ação. Regina dirigiu-se para a entrada e Emma para a cozinha, acelerando como relâmpago para o congelador, e arrancando uma pequena bolsa de gelo da parte traseira. Era em forma de um dinossauro. Um pouco embaraçoso, mas deveria servir.
Emma cantarolou em prazer quando pressionou o plástico frio em sua testa. "Isso" Por um momento, ela esqueceu de tudo além do frescor de alívio que este dinossauro congelado lhe ofereceu, mas em seguida, ouviu o riso de Regina derramando-se da sala de estar.
Ela saiu da cozinha para obter uma vista melhor, parando na abertura do corredor e apoiando-se na parede quando se recostou para ver. Ela podia ver Regina em pé ao ar livre na porta de entrada, sua mão gesticulando com algo que ela estava dizendo, mas Emma não podia ver a pessoa do outro lado. Uma vez que ela não poderia nem mesmo ver a cabeça do homem um pouco acima da de Regina, ela assumido que a mulher iria sair com outro baixinho, mas em seguida, Regina mudou-se: Ela se virou para pegar suas chaves na mesa do sagão, e a pessoa, finalmente, entrou em vista.
A mandíbula de Emma praticamente caiu sobre seu peito. Não era um homem baixo afinal. Era uma mulher.
"Mas o que-merda!" Emma sibilou, sendo pega desprevenida pela presença de uma 'quente' senhorita na porta de Regina Mills. Ela momentaneamente saiu da parede e tentou pegar a si mesma, mas não havia nada para ela segurar. Ela caiu de costas na boca do corredor com um alto grunhido.
Logo ouvido o som de clicar dos saltos vindo rapidamente para ela, e em seguida, as mãos de Regina correram em seus braços para ajudá-la. "Emma? O que aconteceu? Você está bem? É sua cabeça? Você está tonta?"
"Uau, vinte perguntas." O olhar de Emma passou com um tiro direito por Regina e de volta para a mulher que ainda estava na porta ao ar livre e agora olhando para trás, para ela com uma expressão curiosa.
Puxando Emma a seus pés, Regina sussurrou, "Você está bem?"
Olhos verdes brilhantes saltaram de forma rápida entre Regina e a mulher na porta, e antes que ela pudesse parar-se, ela soltou, "O que é isso?"
"Desculpe?" Regina perguntou.
"Eu quero dizer, quem, quero dizer que ... o que é-" As palavras enrolaram assim como Emma não foi capaz de colocar seus próprios pensamentos velozes em ordem. "Isso é uma mulher," ela finalmente conseguiu cuspir para fora.
Regina olhou sobre seu ombro e ofereceu um sorriso ao seu encontro, mantendo o seu dedo indicador para indicar que era apenas necessário mais um minuto. Ela se virou para Emma, seus olhos travando fortemente com os dela. Ela embaralhou-se um pouco sob o olhar de questionamento de Emma, mas sua voz era clara e confiante. "Sim. Bem observado, querida."
"Você está indo sair com uma mulher?" Emma sublinhou a palavra novamente como se ela simplesmente não pudesse digerir a chegada chocante de uma pessoa do seu próprio sexo na porta. "Como em um encontro? Um encontro encontro?"
"Sim, Emma. Por que uma mulher estaria vestida assim e estaria na minha porta?" Seu olhar, em seguida, cresceu em conflito. Ela baixou sua voz a um sussurro. "É que ... você tem algum problema quanto a isso?"
"Hã? O que você quer dizer?"
"Com o meu encontro com uma mulher. Você tem algum problema com a minha sexualidade?"
"O quê?" Emma balbuciou, asfixiaando com sua própria saliva. "Regina! Não!"
Regina soltou um suspiro óbvio de alívio. "Oh," ela sussurrou. "Tudo bem, então. Maravilhoso."
"Eu estou um pouco chocada," Emma admitiu. "Mas não, é claro que eu não tenho um problema com isso. Eu só não sabia que você estava interessada em mulheres."
Eu me interesso por mulheres, Emma queria dizer. Queria gritar isso, mesmo. Exclusivamente por mulheres! As palavras estavam na ponta da sua língua, mas Regina falou antes que pudesse colocá-las em voz.
"Nem eu por muitos anos." Ela bateu de leve no braço de Emma. "Agora, você tem certeza que eu não deveria ficar?"
"Não, não," Emma disse. "Vá. Você definitivamente deve ir."
Regina estreitou os olhos por um momento antes de assentir. "Muito bem. Então, você deve provavelmente acordar Henry para alimentá-lo. Mas se ele quiser voltar para a cama em seguida, tudo bem."
"Oh certo, sim," Emma disse. "Entendi."
"Tudo bem." Regina sorriu e assentiu. "Eu não vou estar em casa tarde demais." Ela se dirigiu para a porta, deixando uma totalmente surpreendida Emma para trás.
Alexis eram uma mulher linda. Sua trança escura caiu sobre seus ombros expostos como uma linda onda, e sua pele castanha clara era impecável, do que Regina podia ver. Ela tinha olhos castanhos e eles eram luz quase âmbar e positivamente hipnotizantes. Ela estava simplesmente esplêndida.
A mulher também praticamente exalava dinheiro, do seu Jimmy choos até seus brincos Cartier de diamante. Ela levou Regina em sua nova Ferrari a um dos mais caros restaurantes em Manhattan.
"Eu espero que você goste de sushi," Alexis disse enquanto abria a porta para Regina, deixando-a entrar primeiro no recinto.
"Eu gosto," Regina disse, olhando o design do interior do restaurante.
Uma vez que elas se sentaram, Alexis perguntou sobre seu dia e sobre seu filho, e Regina fez algumas de suas próprias perguntas. Enquanto a mulher respondia, Regina não poderia evitar de verificar o seu telefone debaixo da mesa. Ela o manteve bem seguro em sua mãs, o segurando bem firme todo o caminho até o restaurante, caso ele vibrase. Apesar de Emma ter a tranquilizado, Regina estava aflita que ela pudesse ter uma concussão. Ela poderia estar sentindo dor. Ela poderia passar mal e ninguém estaria lá para ajudá-la, e não haveria nenhum jeito de Regina saber disso. Tais possibilidades estavam a deixando louca.
Alexis limpou sua garganta explicitamente e Regina atirou seu olhar para cima. "Mil desculpas," Regina disse, deixando seu telefone em seu colo e forçando as mãos para ficarem distantes do dispositivo. Alexis parecia um pouco perturbada, seus lábios franziram por um momento, mas ela em seguida colocou um sorriso e assentiu. Elas fizeram seus pedidos, e Regina fez seu melhor para não deixar sua mente vagar de volta para a babá.
Quando seus sushis chegaram, Alexis sorriu para Regina. "Então, como estou indo até agora?"
Regina estendeu a mão para seu hashi . "Muito bem."
"Fantástico. Porque eu estou muito interessada. Eu simplesmente queria ter certeza de que você estava desfrutando também."
"Eu estou, obrigada."
"Então," Alexis disse, tendo um gole de seu vinho. "Qual é o seu tipo? Ou, eu suponho que uma questão melhor seria perguntar o que você está procurando em um relacionamento. Você está em busca de um relacionamento?"
Regina tomou um gole de seu vinho e suspirou. "Vamos ver."
"Eu quero dizer, eu só estou assumido que uma pessoa como Regina Mills nunca se interessaria por mulheres, você sabe?" Emma divagava enquanto ela tamborilava os dedos contra a bancada da cozinha. "Ela só parece assim, eu não sei, tradicional? Conservadora?"
"Agora eu estou apenas fazendo suposições, hein?" Emma sacudiu a cabeça. "Obviamente, que é uma coisa burra a se fazer, porque obviamente, eu estava completamente e totalmente errada, certo?"
Amplos olhos cor de mel piscaram para ela quando Henry de forma descuidada, sugava e mastigava um nugget de frango em formato de dinossauro. Ketchup manchava seu rosto e boca, do lado que ele usou para alimentar-se. Ele sorriu ao redor do nugget e assentiu.
"Sim, você está certo. Eu nunca mais farei suposições novamente." Ela jogou alguns de seus próprios nuggets de dinossauro em sua boca. "Mas por que ela não me disse que gostava de garotas também? Nós somos amigas, certo? Eu acho que isso seria algo que você diria para sua amiga."
"E aí então, eu não disse a ela que eu gosto de mulheres, então eu acho que eu realmente não tenho nada para reclamar, né?"
"Nada!" Henry mergulhou um nugget em seu ketchup, espirrando-o, e Emma riu do garoto.
"Você nem mesmo sabe nada sobre o que eu estou falando?"
Ele sacudiu a cabeça e estendeu a mão para o seu copo de suco. "Nada!" Ele repetiu, e Emma riu mais ainda.
"Eu só ..." Ela começou novamente. "Eu normalmente tenho um gaydar impressionante, mesmo em mim mesmo. Quero dizer, eu sabia que eu era gay no momento em que eu estava com quatro e Olivia Marks me deu suas meias quando as minhas tinham buracos. Eu totalmente adorei o fundamento que aquela criança deixou em mim."
"Eu sou uma criança!" Henry exclamou.
"Você é totalmente," Emma disse, sorrindo para o menino feliz. Ela suspirou retirando para a pia, agora seu prato vazio, e começou a lavá-lo. Emma secou suas mãos molhadas em um pano e caminhou para limpar o rosto de Henry. Ele riu quando o pano fez cócegas em seu pescoço, e Emma pressionou um beijo em sua testa.
"Você é um bom ouvinte, garoto."
"Eu honestamente não sei se estou procurando por um relacionamento sério neste momento." Regina disse. "Eu tenho estado fora do jogo do namoro por um bom tempo agora, e o meu filho e minha carreira são as minhas prioridades."
"Isso é compreensível." Alexis assentiu. "Eu terminei uma relação de quatro anos a um pouco mais de seis meses atrás, então eu não tenho certeza se eu estou procurando algo extremamente sério no momento, também. Mas, novamente, nunca se sabe. Se algo acontece, ele acontece. Eu acho que ..."
O telefone de Regina vibrou em seu colo e ela se contorcia, seus dedos coçando para agarrá-lo. Ela tentou forçar seu foco para Alexis enquanto a mulher continuava a falar sobre como ela estava principalmente à procura de um pouco de diversão, mas ela não podia fazer isso. Sua mente mantinha-se corrida com pensamentos de Emma. E se ela estivesse sentindo tonturas ou dor? E se ela precisasse de Regina para levá-la para o hospital? Ela estendeu a mão para o seu telefone e sutilmente tentou olhar para ele por debaixo da mesa.
Quando viu era apenas uma notificação de email, Regina sentiu seu estômago piar em decepção, embora ela não tivesse certeza do por que. Por que ela se decepcionaria de não receber um texto de emergência de Emma? Não era como se ela quisesse que a mulher estivesse ferida.
Levou um momento para Regina perceber que seu encontro não estava mais falando, e em seguida, o silêncio de repente, parecia muito difícil. Ela ergueu os olhos para encontrar Alexis observando-a, a mandíbula definindo seus lábios tensos com um apertado e, obviamente, sorriso forçado.
"Há algum problema?" Alexis perguntou.
"Não, não há problema," Regina disse. "Eu estava apen-"
"Verificando seu telefone." Alexis colocou seu hashi para baixo em seu prato, caiu as mãos para seu colo e recostou-se em sua cadeira. "Novamente."
Regina soltou um longo suspiro e assentiu. "Eu sinto muito, Alexis. Estou preocupado com a babá do meu filho."
"Posso perguntar por que?"
"Nós tivemos um pequeno acidente mais cedo," Regina explicou, "E ela machucou sua cabeça. Eu simplesmente queria ter a certeza de que ela está bem."
"Entendo." Alexis assentiu.
"Eu sinto muito," Regina disse novamente. Ela podia sentir o calor aumentando em seu rosto. Ela estava envergonhada por seu próprio comportamento. "Eu não queria ser rude. Por favor, volte para o que você estava dizendo."
"Você sabe o que eu estava dizendo?" Alexis perguntou, pegando seu vinho, e Regina sentiu seu peito inundar-se com culpa. Deve ter mostrado no rosto porque Alexis assentiu e disse, "Eu pensei que não."
Regina mudou-se em seu lugar, cruzando e descruzando suas pernas debaixo da mesa. "Alexis-"
"Está bem, Regina." O tom ligeiro e cortante fez parecer que certamente não estava nada bem, mas Regina não argumentou. Ela simplesmente assentiu e deixou Alexis assumir a liderança. "Vamos começar de novo."
Regina deu-lhe um pequeno sorriso, e ela apreciou o esforço que Alexis fez para por um sorriso em sua própria boca, apesar do fato de que as coisas se tornaram um pouco tensas entre elas. "Muito bem."
"O que você está procurando em um relacionamento?" Alexis perguntou novamente.
"Eu não coloquei muito peso sobre isso," Regina disse. Ela girou seu vinho suavemente em seu copo antes de tomar um longo gole. "Eu suponho que haveria uma série de coisas que faria com que uma pessoa me favorecesse."
"Como?"
"Bem, ele ou ela, obviamente, tem que ser bons com crianças. Henry teria que aprovar, é claro."
"É claro." Alexis disse. "Continue."
"Boa higiene é uma obrigação." Regina sacudiu a cabeça. "E, certamente não falar sobre as suas atividades de toalete."
Os lábios de Alexis se separaram assim como ela olhou para ela. "Desculpe. O quê?"
"O meu encontro anterior," Regina disse, e Alexis franziu a testa.
"Isso é lamentável."
"Sim." Regina assentiu. "Ele fez uma conversação completa sobre a sua SII com a garçonete. A pobre menina estava obviamente desconfortável."
"Espero que você não tenha planejado um segundo encontro."
"É claro que não." Regina riu. "O primeiro já foi o bastante, apesar do discurso histérico de Emma, a noite pelo menos terminou em risadas."
"Emma?"
Regina piscou. Ela não tinha a intenção de trazer Emma para a conversa, mas ela deslizou para a conversa independentemente. Regina lambeu os lábios e limpou sua garganta. "Emma é a babá que eu mencionei."
Ela ficou surpresa quando Alexis soltou um suspiro que limitava um riso. Parecia duro para um riso, talvez um riso irritado, e Regina endureceu em sua cadeira.
"Tem algo engraçado?"
Alexis sacudiu a cabeça. "Eu sinto muito, Regina," ela disse. "Só parece que você está mais interessada na sua babá hoje à noite do que você está em mim."
As palavras acertaram Regina como um soco no estômago. Seu coração começou a esmurrar contra as costelas, e um nódulo formou-se em sua garganta. Sua cabeça inundou-se com pensamentos de Emma, com aparência e risos e poucos toques, e de repente, era como se uma luz tivesse acendido e Regina não podia respirar.
"Eu ..." Ela empurrou-se para fora de seu assento, a mão travando ao redor do telefone e da bolsa.
"Regina?" Alexis olhou para ela, sobrancelhas erguidas em confusão.
Regina sentiu sua garganta apertada e seca, e seus olhos estavam marejados. Ela podia sentir o calor em seu rosto e sabia que deveria ser visível. "Eu preciso ir", disse ela. "Eu, eu sinto muito. Eu preciso ir."
Alexis ficou boquiaberta para ela e Regina fez um trabalho rápido de puxar várias notas de alto valor de sua carteira e colocou-as sobre a mesa. "Eu vou pegar um táxi. O jantar é por minha conta. Obrigada pela noite adorável, Alexis, e mais uma vez, eu estou terrivelmente pesarosa sobre isso."
Ela não pode esperar por uma resposta antes de sair com pressa, saltos clicando em voz alta com todos os passos frenéticos.
