Capítulo 11

— E então o que você achou de minha família? — perguntou Edward. Era noite de quatro de julho e eles estavam deitados no quarto de hóspedes da casa de Esme, num dos bairros mais luxuosos de Los Angeles. Haviam voado para lá naquele mesmo dia e a noite houvera um jantar com toda a família.

Por fora, Isabella permanecera calma, mas por dentro chegara às raias do pânico. Mas a noite decorrera bem. Todos a trataram bem e pareciam aceitá-la como novo membro da família.

— Eles são muito simpáticos — respondeu.

— Acho que Jason ficou apaixonado por você — falou Edward, bem-humorado.

Isabella pensou no sobrinho de cinco anos de Edward, ele era filho do mais velho de seus irmãos. Os olhos eram azuis e o cabelo muito loiro, como o de Carlisle. Era um garoto muito vivo e simpático. Não desgrudara dela a noite toda.

— Ele é um encanto — respondeu Isabella. Pensando em como seriam as crianças que as duas cunhadas de Edward iam ter em breve. Uma preocupação que não sabia explicar, tomou conta dela.

— Meu irmão trouxe a família toda para a fazenda, no verão passado. Jason insistiu em ser colocado num cavalo e não deu mostras de medo ao sair comigo. Parecia que já tinha montado, é um vaqueiro natural.

Isabella não ouvia com atenção o que ele dizia. Nunca fora de ignorar seus problemas. Olhava para Edward, que tinha o rosto iluminado pela luz da lua que entrava pela janela.

— Você está muito desapontado?

Ele olhou para Isabella confuso.

— Do que você está falando? Achei que a noite foi muito bem.

— A noite foi, mas vendo aquelas grávidas e as crianças me lembrei de nosso trato. Eu devia te dar um herdeiro e até agora não consegui engravidar.

— Para dizer a verdade, eu prefiro ter você só para mim por uns tempos — falou, abraçando-a com ternura.

Gostaria de perguntar, o que aconteceria se não pudesse ter filhos? Mas o médico lhe garantira que estava tudo bem.

Edward já a acariciava de uma forma que todo pensamento racional sumiu de sua cabeça.

O dia seguinte amanheceu bonito e claro.

— Um dia perfeito para uma partida de golfe — falou Esme ao sentarem na mesa do café. Dando um sorriso de desculpas para Isabella.

— Espero que você não se incomode. Mas todo ano nessa data temos um torneio amistoso que vai para um fundo social. Carlisle preside o evento, estaremos fora por algumas horas. Usaremos o pretexto de ter de supervisionar os preparativos para a festa de hoje, para virmos para casa depois do almoço.

— Edward pode desfilar sua linda esposa — brincou Carlisle.

— Espero que você não se incomode, arranjamos um presente de boas-vindas da família para você — falou Esme.

— Não tinha certeza se você teve tempo de fazer umas compras antes de vir para cá. Tomei a liberdade de pedir a uma das butiques exclusivas em que compro, para mandarem uns vestidos para você escolher. Quero que escolha os que quiser, como um presente nosso.

Isabella não pôde deixar de apreciar a diplomacia de sua sogra. Esme deve ter adivinhado que Isabella não teria nada apropriado para vestir nesta noite. E tinha absoluta razão.

— Foi muito gentil de sua parte — falou Isabella.

— Estava contando com você para levar Isabella às compras amanhã. Achei que você saberia os lugares certos — falou Edward.

Esme sorriu, apertando a mão de Isabella sobre a mesa.

— Vai ser gostoso.

Isabella forçou um sorriso, não se sentia à vontade em gastar o dinheiro de Edward. Usaria o seu decidiu, relaxando.

Já eram quase dez horas, quando todos chegaram ao Golfe Clube. Molly, a irmã de Edward, saiu da sede para recebê-los.

— Estão todos jogando. Só vim dar uma olhada em como estava a mesa do almoço. Logo começarão a chegar os jogadores, e virão famintos.

As pessoas começavam a chegar e todos acenavam para Esme, Molly e Carlisle. Ficara óbvio que a família de Edward era bem ativa e aceita naquele clube seleto.

Molly desculpou-se, dizendo de tinha que supervisionar a comida.

O trio dirigiu-se para os campos. Esme ia apresentando as pessoas pelo caminho. Esse era o tipo de evento para os quais ela trabalhava, divagava Isabella, olhando a sua volta, todas aquelas pessoas elegantes. Mentalmente, agradecia a Esme por ter lhe dado aquele conjunto de seda. Não queria causar embaraços para a família de Edward.

Nem acabara de formular aqueles pensamentos quando uma voz familiar fez com que cada músculo de Isabella se retesasse.

— Ora, ora, se não é Edward Cullen e sua nova esposa — falou Tânia Denali, vindo por trás de Isabella.

Esperando que Tânia não lhe causasse problemas, Isabella forçou um sorriso e voltou-se para aquela direção.

Suas esperanças morreram na hora que viu o olhar maldoso de Tânia.

— Você está um pouco longe de casa, não? — falou Edward para Tânia. Sua voz era controlada e havia uma ameaça nela.

— Meu avô e eu estamos visitando os Bailey, foi seu neto Vince que nos convidou para vê-lo jogar — falou, sorrindo com uma doçura falsa.

Isabella sabia que Tânia não se sentiria ameaçada com a advertência de Edward, principalmente se queria vingança.

Talvez Edward a tivesse intimidado, pelo menos dessa vez, desejou Isabella com fervor. Tânia olhava para Isabella.

— Você está muito bem, era de se esperar. Você foi uma felizarda em fazer Edward se casar com você.

O pânico de Isabella começou a ceder, talvez ela se comportasse.

— Eu também acho — respondeu Isabella.

A atenção de Tânia ainda continuava nela.

— E como vai seu avô? — perguntou Isabella, achando que ainda precisava dizer algo.

Um sorriso malicioso surgiu nos lábios da outra. Parecia que só estivera esperando a deixa.

— Meu avô está muito bem, desde que a enxotou lá de casa. Não precisou mais se preocupar em trancar as pratarias da casa — Tânia falou bem alto, para que todos ao redor ouvissem.

— Sua moleca mimada e desprezível! — exclamou Esme.

— Que diabos está havendo, aqui? — falou uma voz masculina forte, vinda do lado.

Isabella olhou por cima dos ombros e viu John, o irmão mais velho de Edward. Ele e uma pequena multidão se aproximavam. Pelo olhar de seus rostos, Isabella sabia que haviam ouvido tudo. A loira escolhera perfeitamente a hora para desferir o golpe. Com tantas testemunhas, a notícia se espalharia entre os amigos da família de Edward em um minuto.

Isabella estava rígida, já enfrentara essa situação outra vezes. Não achava justo arrastar a família de Edward naquilo. Estava paralisada, deviam estar maldizendo a hora que entrara para a família.

Subitamente, o braço protetor de Edward a envolveu.

Esme virou-se, olhando para a multidão. Achando quem procurava gritou:

— Eleazar Denali, venha aqui imediatamente! — Passando o braço na cintura de Isabella, encarou Tânia.

— Bem, eu devo ir agora — falou Tânia, com voz melosa.

— Você vai ficar exatamente onde está, mocinha! — ordenou Esme. Um certo medo passou pelo olhar de Tânia.

— Estou com fome — falou Tânia, começando a sair. No mesmo instante, Emmett e John bloquearam sua passagem.

— Não é educado tentar sair, se alguém quer falar com você — falou John.

— Que se passa aqui? — perguntou Eleazar, olhando para o grupo.

O olhar de Edward caiu ameaçador em Eleazar.

— Sua neta deliberadamente estava difamando minha esposa. Nós dois sabemos quem foi o ladrão na sua casa. Não quero maledicências pairando sobre Isabella.

— Essa menina merece uma boa surra e que lavassem sua boca com sabão — falou alto Esme.

— Não seria a primeira vez que ela causa problemas a pessoas inocentes — gritou uma voz, vinda de trás. Várias vozes concordaram ao fundo.

— Mas é bom que esta seja a última vez, no que se refere a minha família e amigos — falou Edward.

Eleazar olhou para Tânia.

Havia falsas lágrimas em seus olhos e uma expressão de inocência.

— Vovô eles estão exagerando. Você sabe que Isabella nunca gostou de mim, foi tudo culpa dela.

— Sei muito bem de quem é a culpa — falou Eleazar.

Um sorriso se desenhava na boca de Tânia, quando Eleazar se virou para falar com Isabella. Ela já se preparava para ouvi-lo sair em defesa da neta.

— Eu peço desculpas a você, a Edward e toda sua família — falou Eleazar.

Tânia parecia que havia sido esbofeteada. Olhava com uma expressão de fúria.

— Francamente vovô! Ela não era nada mais que uma motorista e já havia ido para a prisão. Edward podia ter escolhido algo melhor. Vocês, homens, deixam um palmo de rosto bonito e um belo corpo fazer vocês de tolos.

Virando-se para Tânia, Eleazar balançava a cabeça.

— Eu realmente estraguei você com mimos! — dizendo isso, pegou a neta pelo braço e a arrastou para a saída.

Carlisle se juntou ao grupo, estavam todos reunidos em torno deles.

— Eu sinto tanto pelo que aconteceu — falou Isabella com a voz embargada.

— Não foi sua culpa — assegurou-lhe Edward.

— Aquela fera deveria ter sido enjaulada há mais tempo — falou a esposa de John.

Esme deu um abraço em Isabella.

— Vamos entrar. Edward e a mãe tentavam levar Isabella para a sede, mas ela se recusava.

— Não posso — falou numa voz quase de pânico. Edward a abraçou. — Vou levá-la para casa.

— Nós veremos vocês logo — falou Esme, dando um outro abraço em Isabella.

— Eu realmente sinto muito — repetiu Isabella, quase num sussurro, enquanto Edward a levava para o carro. Preferiria correr, mas o orgulho não permitia.

— Não há nada para você se culpar — afirmou Edward. Isabella parou para olhar para ele, como podia ser tão cabeça dura?

— Eu embaracei você e toda sua família!

— Você não nos embaraçou — ele falou, impaciente.

Ela conhecia aquele olhar, discutir não ia fazê-lo mudar de idéia. Ao estacionarem na frente da casa, Isabella o deteve com a mão, antes que abrisse a porta.

Lágrimas de frustração lhe enchiam os olhos.

— Estou acostumada a viver com meu passado. Às vezes não parece justo que um pequeno erro do passado continue atrapalhando a nossa vida. Mas não tem jeito, acontece.

Ela engoliu o nó que se formara em sua garganta. Já enfrentara situações bem difíceis na vida. Mas o que tinha a dizer agora, era a coisa mais difícil que já enfrentara.

— Eu vou entender se você quiser anular nosso casamento. Vai ter mais problemas se não fizer isso. A mão de Edward fechou em seu braço, virando-a para ele.

— Eu não quero acabar com esse casamento! Você não me causa embaraço, você é ideal para mim. Você é feita sob medida para meu estilo de vida, nós nos damos bem. O que é muito mais do que muitos casais têm por aí — falou com firmeza.

Ele parecia tão prático, era como se tudo fosse apenas um arranjo.

— Eu achei que devia te dar a oportunidade de mudar de idéia — falou Isabella mais calma.

— Certo! Você já me deu a oportunidade, eu recusei. Agora vamos entrar e comer que estou morto de fome.

Isabella tentou comer algo, mas a comida não descia. Não podendo mais ficar sentada, olhou para Edward, dizendo:

— Acho que vou dar uma volta.

Já estava quase na porta quando Edward a alcançou. Ele a segurou pelo braço.

— Estava me perguntando o que acontecera àquela mulher tão defensiva, que fazia questão de contar a todo mundo seu passado.

A lembrança de como havia sido sua vida antes de Edward, passou como um raio por sua mente. Aquela vontade de se esquivar das pessoas, não deixar ninguém se aproximar, era uma vida muito solitária. Agora reconhecia o fato.

— Talvez ela tenha se cansado de estar sempre do lado de fora. Mas não estou preocupada por mim, mas pela sua família.

— Minha família e eu podemos cuidar do assunto muito bem. — falou Edward, passando a mão em seu rosto. — E você devia continuar lembrando que as pessoas que usam seu passado para te magoar, não valem à pena. Posso garantir que você ficaria surpresa de saber quantas gostariam de ter a chance de serem amigas. Gostaria de acreditar nele, mas tinha medo.

— As surpresas que tive na vida, em geral, não foram agradáveis — repetiu, deixando a sala.

Em pé, ao lado da janela, Isabella olhava para fora, os olhos marejados de lágrimas. Edward fora uma das poucas surpresas maravilhosas que tivera na vida. Não queria lhe causar nenhuma dor, tinha de poupá-lo.

— Está na hora de vestir uma pele mais grossa — falou Isabella para si mesma.

— Eu gosto mais da fina — respondeu Edward, parado atrás dela. Não havia sentido ele se aproximar.

— Não sabia que você tinha passos tão leves. Não devia aparecer assim de repente, me assustou.

— Desculpe, não foi essa minha intenção. — Edward pegou o rosto de Isabella entre as mãos. — Deixar as pessoas se aproximar de você pode ser arriscado. Mas muitas vezes vale o risco.

— Eu gostaria de acreditar em você.

— Confie em mim — ordenou suavemente, beijando-a no nariz e tomando-a nos braços.

Parada, ali, nos braços dele, Isabella sentiu que podia confiar. Era assustador como se sentia parte dele e que seria assim para sempre.

Inspirando profundamente, desejou de todo coração que Edward estivesse certo quanto à reação de sua família as acusações de Tânia. E ele estava.

Quando Esme voltou para casa, Isabella foi se desculpar novamente pelo embaraço. Mas a outra mulher assegurou-lhe que não havia nada a se desculpar. A sinceridade em sua voz fez Isabella crer que dizia a verdade.

À noite, todos foram gentis com ela, como na noite anterior, e ela começou a relaxar.

No dia seguinte, logo descobriu que nem tudo estava esquecido. Ela e Esme foram fazer compras.

Edward havia dado à mãe todos os seus cartões de crédito, com instruções específicas que deveriam ser extensivamente usados.

Esme estava fazendo exatamente isso. O porta-malas do carro estava lotado de caixas de sapato, bolsas e roupas novas.

— Essa será nossa última parada, tem aqui um vestido de noite que vai ser perfeito para você — falou Esme animada.

Isabella já desistira de discutir com ela, não era possível dissuadi-la uma vez que decidia algo.

Estavam no provador, quando duas mulheres entraram na cabine ao lado.

— Fiquei com pena de Esme. Deve ser arrasador ter seu filho casado com uma ex- detenta — falou a mulher.

— Você tem certeza do que está dizendo? — perguntou a outra, curiosa.

— Eu tenho, Tânia Denali me contou pessoalmente — respondeu a outra, ofendida por ter sido questionada.

— Ora, aquela baleia estufada! Vou entrar lá e lhe dizer umas verdades — exclamou Esme furiosa.

Isabella pôs a mão no braço de Esme para detê-la.

— Não vai adiantar nada, acredite-me, sei por experiência própria. Ela vai dizer que esses são os fatos e você vai ter de concordar.

Esme desviou-se.

— Pessoas que fazem esse tipo de fofocas devem olhar primeiro dentro de sua casa, para ver o que têm de podre — falou em voz alta, para alcançar o outro provador. Tinha certeza que reconheceriam de quem era a voz.

Dois ruídos ofegantes, fizeram com que Esme olhasse satisfeita para Isabella. Como dizendo que não teriam mais problemas com aquelas mulheres, logo depois passos apressados saíram do provador ao lado.

— Se eu soubesse que ia causar tanto problema não teria casado com Edward. Esme deu-lhe um abraço.

— Não seja tola. As pessoas que contam, vão lhe dar uma chance. Essa mulher é uma fofoqueira conhecida. Quando me casei com Carlisle, ela espalhou que eu era uma oportunista. Dizia que eu havia abandonado meu marido, que era um pobre fazendeiro, para me casar com Carlisle que tinha muito dinheiro. Você não pode deixar que pessoas desse nível dirijam sua vida.

— Você tem razão — concordou Isabella.

No dia seguinte, Isabella e Edward partiram para Copenhagen. Isabella respirou aliviada ao subirem no avião. Mesmo assim, ainda estava tensa, poderia encontrar um dos amigos ricos de Edward a bordo. A mão de Edward cobriu a sua, ele sorria, malicioso.

— Será que devemos nos comportar como um casal que já está junto há muito tempo, fazendo excursões? — Chegando perto de seu ouvido completou baixinho: — Ou devemos nos comportar como recém-casados e não sair do quarto? — falou, mordiscando sua orelha.

Aquela carícia a deixava tonta e não conseguia pensar direito.

— Acho que devemos fazer um pouco dos dois — respondeu finalmente.

— Então está decidido! — concordou, beijando-a nos lábios. E, ainda segurando sua mão, encostou na cadeira e tirou um cochilo.

Isabella ficou olhando-o. Todos pareciam querer esquecer o incidente do clube, deveria fazer o mesmo. Apesar de tudo, seu passado agora já era conhecido e parecia que a família compreendera.

Subitamente um arrepio lhe passou pela espinha. Tudo parecia bom demais para ser verdade.

— Já tive infortúnios demais na minha vida, algo bom tinha que acontecer. Mas nunca imaginara encontrar algo tão bom como Edward.

Os problemas não acabaram ainda. Temos um obstáculo ainda pela frente. Aposto que todo mundo aqui queria que a Tânia apanhasse ou sofresse um pouco mais. Então, vamos estimular a imaginação de vocês. Eleazar levou a vaca pra longe mas o que será que aconteceu depois? Ela ficou sem a mesada ou teve que arrumar um emprego, me contem o que vocês acham.

Respondendo os reviews:

Bah83: Eles são tão doces que minha taxa de açúcar está lá no alto. Vaca da Tânia apareceu, mas pelo menos ela foi desmascarada. Bjos

Christye-Lupin: Sempre aquela pessoa chata que dá um jeito de estragar a viagem. Sentimentos sempre vindo a tona. Bjos

Nina Martins . 19: Menina, enquanto para você está faltando sono, em mim está sobrando sono. Ser julgada é uma coisa que Bella está acostumada, mas o pior é ser julgada pela família que se tornou sua também. Pois, a vaca deu as caras de novo. Bjos

SusaaCullen: Ele sempre está se preocupandocom ela, desde o início quando ela foi acusada. Família nova, novas amizades ou inimigos. Bjos

MandaTaishoCullen: Esse encontro deu o que falara. Bjos

Vou propor um pequeno desafio a vocês. Aposto que ninguém aqui quer esperar até domingo para ler o próximo capítulo, então vamos fazer o seguinte: se até 20:00 de hoje tiver pelo menos 5 reviews, eu postarei o capítulo ainda hoje. Mas se não tiver essa quantidade, vocês terão que esperar até domingo. Desafio lançado. Bjos