[Música do post: Gives you hell – All American Rejects (Escutem vale a pena...)]

[EDWARD POV]

Sai do carro e olhei o relógio. Quatro horas da tarde. Bella devia estar com suas amigas no parque. Suspirei. O que eu não daria pra estar lá com ela.

No caminho vim pensando nela. Como ela me fascinava. Tudo nela era como um imã pra mim. Inúmeras vezes eu imagino como deve ser o seu beijo. Sentir seus lábios macios no meu. Sua pele tocando a minha. Minha mão se movendo na sua nuca. Suas mãos presas ao meu pescoço...

Sacudi a cabeça espantando os meus devaneios, por hora. Olhei para casa a minha frente. Era um duplex de faixada violeta.

Me dirigi à porta, subindo os três degraus de mármore. Apertei a campainha.

Escutei movimentos, vindo do interior da casa. Passos. Um caixa sendo arrastada. Uma porta batendo com força, provavelmente no andar superior.

Quem abriu a porta foi uma senhora, devia ter uns 50 anos. Usava uma blusa de algodão branca e calça moletom preta.

- Boa tarde, Edward. – Outra porta bateu no andar superior. Nós olhamos pro teto e voltamos a nos olhar. Não deu pra não sorrir.

Ela levantou a sobrancelha e revirou os olhos. Eu fiz que não com a cabeça. Ela sorriu com desdém e deu espaço para entrar.

A sala estava bagunçada. Cheia de caixas por todos os lados. Ela notou o meu olhar.

-Vejo que não terminou a mudança. – Falei com educação.

- Claro... Eu tenho que fazer tudo sozinha nessa casa. Desde segunda feira eu desfaço caixas, mas elas parecem dar cria. – Eu ri. – E pra completar aquela lá. – Apontou para a escada atrás dela com o dedão. – Não me ajuda em nada. Imprestável como o pai.

Ri um pouco mais.

- Bem típico dela.

- Eu tenho pena de você filho. Logo será você a ter que agüentá-la por tempo integral. Mas não nego. Fico feliz de me livrar dela.

Ri de novo.

- Avós não eram pra ser boazinhas?- Perguntei com sarcasmo.

- E eu não fui? E olha no que ela se tornou. Uma imprestável. Espero que ela se ajeite depois de casar. E quanto a mim vou aproveitar o que me resta de vida e vou para a Europa.

Sorri para ela. Ela mereceria o descanso.

- Claro, Carmen. Mas não se preocupe. Eu peço pra ela lhe visitar, se sentir falta.

- Como se eu fosse sentir. – Ela revirou os olhos. – E você como está? Soube que a pequena Carlie chega hoje.

- Estou ótimo. Agora com a volta de Carlie as coisas vão voltar a se ajeitarem.

- Ela vai ficar aqui ou em Forks?

- Aqui. Vou buscá-la no aeroporto mais tarde. Ela vai estudar junto comigo. Mas ela vai pra Forks nos fins de semana. Mamãe iria enlouquecer se ela não fosse.

- Vai dar certo dessa vez. Assim esperamos.

Sorri e acenei uma vez com a cabeça.

Escutamos algo cair no chão no andar superior. Suspirei.

- O que a bebida não faz. – Disse Carmen olhando para o teto.

Suspirei.

- Eu não bebi muito naquela noite. – Falei. Sabia que ela se referia à noite que teve conseqüências horríveis na minha vida. – Eu não sei como isso foi acontecer. – Suspirei derrotado. – Mas agora nada pode ser feito para reverter a situação. Vou subindo... Licença.

Ela acenou com a cabeça.

Dirigi-me às escadas de madeira subindo os dois lances.

O segundo andar só tinha quartos. Quatro para ser mais exato. Todos ligados pelo corredor estreito que não passava mais de uma pessoa por vez. Um quarto ficava a direita. Um na frente e os outros dois à esquerda, sendo um no fim do corredor e o outro na parede lateral à direita. A parede esquerda do corredor tinha uma espécie de guarda-roupa embutido com portas de madeira. Servia de armário para guarda os lençóis, toalhas, essas coisas...

Do lado direito da escada só tinha uma espécie de cerca de madeira trabalhada, mas sem muitos detalhes, de menos de um metro, para fechar o corredor. Não havia caixas ali. Já devia estar tudo arrumado.

Segui para a porta que ficava do lado esquerdo no fim do corredor. Bati.

- O que é? – A voz gritou lá de dentro.

- Abre logo isso. Quero ir logo embora... – Falei com raiva

- Então abra a porta... Idiota.

Abri a porta e entrei no quarto. Ninguém a vista.

O quarto era branco. Uma cama de casal, criados-mudo, um armaria com a TV, o som, DVD, alguns cd's e algumas gavetas para as roupas.

Sentei-me na ponta cama encostando-me na cabeceira. A colcha era branca com flores. Pus as mãos no pescoço e cruzei as pernas esticadas na cama.

Do meu lado direito ficava a porta do banheiro.

A porta se abriu. Ela saiu de lá me lançando um olhar assassino. Sorri. Agradava-me deixar ela com raiva.

- Boa tarde, amor. – Falei com deboche.

- Não vi nada de bom. – Ela deu a volta na cama e deitou-se do lado esquerdo.

- Não precisa ser agressiva, Vic. – Ela me censurou com os olhos. – Anotei suas tarefas pra você fazer.

- Ótimo. – Ela disse co sarcasmo. – Agora meu dia melhorou. - Eu ri.

-Então... como estamos? – Disse me referindo ao... ao... ao bebê. Victória estava grávida. E eu era o pai afortunado. Como aconteceu aquilo? Sinceramente... Eu não sei. Só lembro-me de estar em uma festa e acordar no dia seguinte nu com ela dormindo nos meus braços. Um mês depois ela veio com a noticia. Agora ela deveria esta com dois meses de gravidez. Ela faltou aula por estar enjoada.

- Hunf... Passei o dia sentindo enjôos.

Suspirei.

- Posso usar seu banheiro?

- Claro.

Entrei no banheiro. Eu não tinha nenhuma necessidade de ir ali, mas eu não gostava de tocar naquele assunto. Me sentia mal.

A pia dela era lotada de diferentes produtos de beleza.

Liguei a torneira e lavei o rosto. Enxuguei com a toalha de rosto. Notei que tinha molhado um pouco a borda da pia. Peguei papel higiênico para secar e depois joguei no lixo. Já ia voltar para o quarto quando algo no lixeiro me chamou a atenção.

Uma embalagem azul.

Prendi o fôlego.

Olhei para a porta antes de pegar o lixeiro. Olhei um pouco mais de perto. Definitivamente era uma embalagem de absorvente. Meu sangue começou a ficar quente. Balancei a lixeira de modo que o conteúdo de baixo subisse. Então eu vi. Enrolada e, com certeza, usado. Era nojento, eu sei, mas... a raiva que tomou conta de mim foi bem maior.

Me virei para o armário abaixo da pia. Abri. E estava lá. Dois tipos. Um normal e um interno. Todos os dois pacotes estavam abertos. Notei também outra coisa. Um vidrinho de remédio. Rohypnol. Senti a raiva se alastra por todo o meu corpo. Eu realmente fui muito burro. Idiota. Imbecil. Por cair nos truques de Victória. Ela deve ter faltado aula por cólica.

Minha vontade era pular no pescoço dela e matá-la. Mas me controlei.

Respirei fundo. Ia dar um ponto final naquilo.

Voltei para o quarto.

Victória estava deitada com os olhos fechados.

Me sentei na mesma posição de antes.

- Victória? – Ela me olhou. Puxei ela pela cintura mais para o centro da cama. Olhei nos olhos dela. Inicialmente ela me olhou assustada, depois relaxou. Seu olhar continuava apreensivo. – Como você realmente está se sentindo?

- B-bem.. – Ela me olhou com doçura – Melhor.

- Desculpe o desleixo, mas... quanto tempo mesmo? –

- Dois meses e meio, quase... –Ela mexeu no meu cabelo. – Logo saberemos o sexo. Espero que seja menino... Assim chamaremos de Júnior.

Nojo. Como ela era podia ser tão nojenta... tão falsa... Beijei o canto dos seus lábios.

- O que é que há com você?

- Por quê? – Beijei embaixo da orelha dela.

- Por que você está me tratando assim?

- Assim como? – Capturei o lóbulo da sua orelha.

- A-assim.. – Ela praticamente gemeu.

- Resolvi tratar você melhor. Teremos um filho em breve e não quero viver em discórdia com você. – Mordi o lóbulo dela. – Então... O que você acha?

- Muito bom... – Ela falou com satisfação. – Já não era sem tempo.

Ela puxou o meu rosto e começou a me beijar. Demos um beijo longo até que a língua dela começou a pedir passagem, então me afastei de sua boca e fui para sua orelha.

- E como você esta? Esta dormindo bem?

- Estou. – Ela ficou um pouco mais apreensiva.

- Anda tomando algum medicamento? – Passei o meu nariz pela bochecha dela.

- Nunca tive problemas pra dormir. – Ela deu de ombros.

- Sem medicamentos? – Sorri e dei um beijo na ponta do nariz dela.

- Sem medicamentos. – Ela sorriu.

Ótimo. Era tudo o que eu queria ouvir.

Dei outro beijo nos lábios dela. Dessa vez aprofundei o beijo.

Quando ela estava sem fôlego eu me afastei.

Olhei nos olhos dela.

- Nem Rohypnol?

Ela sabia aonde eu havia chegado.

Ela me olhou assustada. Eu sorri com desdém.

- Pois é, Victória... – Falei com a voz ficando ácida. - Você pós Rohypnol na minha bebida naquela noite não foi? – Falei com ódio. Me levantei da cama. – Pra completar disse que estava grávida. SUA MENTIROSA!

Ela tremeu.

- APOSTO QUE NÃO FOI PRA ESCOLA HOJE POR QUE ESTAVA COM CÓLICA NÃO FOI? POR QUE SABIA QUE SE VOCÊ PASSASSE O DIA COM DOR EU DESCONFIARIA. POR ISSO QUE VOCÊ NÃO QUIS REFAZER O EXAME DE SANGUE COMIGO. NÃO FOI? NUNCA ESTEVE GRÁVIDA! RESPONDE SUA MENTIROSA!

Ela tremia fortemente. Ela estava com medo.

- O que está acontecendo aqui? – Era Carmem. Ela estava muito assustada com a minha voz.

- Carmem. Que bom que veio se unir a nós. – Minha voz só tinha veneno - Victória tem uma coisa pra te falar. Sobre o bebê.

- O que aconteceu. – Ela correu para Victória sentada na cama meio encolhida. – Você está sentindo alguma dor? Ele chutou? O que está acontecendo? – Ela sacudiu Victória. – Fale alguma coisa Victória.

- FALA LOGO! – Eu gritei.

- E-e-eu...

- FALA VICTÓRIA! - Agora foi Carmen que gritou assustadíssima.

- Eu perdi o neném.

- Minha netinha. Sinto muito por vocês. – Carmem disse abraçando Victória pelos ombros.

Eu ri sarcástico. Carmem me olhou com cara feia. Indignada por minha frieza nesse momento.

- Como pode agir assim Edward? É muito sério isso.

- Sabe por que Carmem? – Ela me olhou confusa. – O bebê nunca existiu. Victória nesses dois meses esteve tão grávida quanto antes me conhecer. Ela nesse exato momento está menstruando. E sentindo cólica.

Victória me olhou com ódio. Mas não foi por muito tempo... PAF...

Carmem bateu na cara de Victória.

- SUA... SUA... SUA VADIAZINHA! COMO PÔDE? SUA VIGARISTA! AGORA VOCÊ ME PAGA SUA MERDA! VOCÊ VAI PARA UM COLÉGIO INTERNO AINDA ESSE ANO! VADIA! NÃO ACREDITO QUE EU CRIEI VOCÊ!

Victória estava muda. Passando a mão no rosto... PAF... O tapa agora foi do outro lado.

- Carmem. – Eu falei. Tinha que fazê-la parar. – Já chega. Bater nela não vai adiantar. Agora se me der licença. Tenho que ir.

Comecei a andar em direção a porta do quarto. Quando cheguei na porteira eu me virei.

- Ham... Victória. Ia me esquecendo. Está tudo acabado. – Sorri.

Já estava na escada quando escutei a voz dela de novo.

- VOCÊ SABE QUE O SEU BURACO É AINDA MAIS EMBAIXO, CULLEN!

Outro tapa.

Desci as escadas. A porta, ainda bem, estava somente encostada.

Entrei no carro e disparei dali.

[Música: Sixpence None The Richer: Kiss Me]

Dirigi em direção ao aeroporto de Seattle. Já estava bem tarde.

Ness chegaria em menos de uma hora.

Já eram quase seis horas.

Não acredito que Victória tinha feito aquilo. Mas estou aliviado por descobrir a verdade.

Agora eu poderia correr atrás de Bella. Poderia permitir me apaixonar por ela, agora, sem medo. Nunca fiquei tão feliz de ser solteiro como estava agora.

Imaginei-me namorando ela. Os carinhos, o toque, o beijo. Bella corando depois que eu me declarasse para ela. Risadas, saídas à noite...

Fui mais longe do que minha mente permitia. Imaginei casando com ela. Dormir abraçados. Acordar e a primeira coisa que ver é o lindo rosto dela, sentar no sofá e assistir filmes, os filhos...

Eu devia estar louco. Por deixar minha mente viajar tanto. Mas era bom. Eu estava mais do que apaixonado e isso era mais do que maravilhoso. Era mágico.

Me lembrei da primeira vez que eu a vi. No parque ela conversava com suas amigas. No começo ela só era mais uma mulher bonita.

Mas algo nela me deixou preso nela. Não sei ao certo. Me lembro de olhar pra ela de vez em quando. Mas ela nunca olhava. Ela conversava animadamente com uma garota pequena, de cabelos negros. Ela sorria de um jeito que me fascinava. Resolvi continuar a prestar atenção na minha caminhada.

Um dia, quando estava perto de ir resolvi comprar uma água. Qual foi minha surpresa de vê-la lá, comprando picolés. Ela me viu. Nossos olhos se encontraram. Foi naquele momento que eu mergulhei naqueles olhos com cor de chocolates foi que eu senti... meu coração bater mais rápido, um arrepio por todo o meu corpo. Era ela. Ela não passou muito tempo olhando nos meus olhos. Ela praticamente me analisou. Com sutileza, mas como eu estava vidrado no olhar dela eu notei. Ela se atrapalhou com o troco e deixou a carteira cair no chão. Me abaxei pra pegar e entreguei dando-lhe um sorriso torto. Ela corou furiosamente, murmurando "um obrigado", quase inaudível. Sua voz fez minha barriga remexer. Ela com certeza me enfeitiçou.

Não era a primeira vez que eu repassava esse momento na minha mente. Mas cada vez que eu pensava nele se tornava mais mágico.

Cheguei no aeroporto. Estacionei em uma vaga próxima a saída. Estava lotado.

Fui para o portão de desembarque. Segundo o monitor, o avião de Carlie já estava na pista.

Alguns minutos de espera e as pessoas começam a sair.

Um tempo depois eu vejo os cabelos dourados.

Ela se aproxima procurando por mim. Segundos depois nossos olhos verdes se encontraram e ela sorriu pra mim.

Ela puxou as malas, mas acabou não resistindo e largou-as e saiu correndo ao meu encontro.

- Edward! – Ela me abraçava com força. – Senti tanto sua falta. – Ela sussurrou.

- Eu também senti. Minha pequena Ness – Ela riu. Ela odiava quando era chamada assim.

- Bobão. Não se esqueça que eu sou mais velho que você.

- Minutos... Grande coisa. – Falei bagunçando seus cabelos.

Ela fez uma careta e arrumou os cabelos com as mãos.

- Cadê a cabeleira de fogo? – Ela odiava Victória. Mais uma pra lista.

- Terminei com ela. – Ela esbugalhou os olhos. – Descobri que ela não estava grávida de verdade. Era só mais uma mentira dela.

- Nossa. Estou impressionada.

Fui buscar as duas malas dela e a bagagem de mão. Começamos a andar em direção ao estacionamento.

- Isso é muito bom... – Ela falou pra ela mesma. Olhei para ela levantando uma sobrancelha. – Vamos sair sábado... Uma balada...

- Carlie... sexta feira nos estaremos indo para Forks.

Ela sorriu.

- Tá bom. Mas próxima semana você não escapa. Nós vamos para alguma boate e nos divertir muito. Quem sabe você não arranja uma namorada por lá... – Ela falou subindo e descendo a sobrancelha.

Eu ri.

- Não vou arranjar uma namorada em uma boate Carlie.

- Por que não? Você é meu gêmeo... Consegue fácil. É de família.

Eu ri outra vez. Não consegui imaginar Bella em uma boate. Ela era muito tímida e muito desajeitada.

- Epa... conheço esse olhar. – Olhei para Carlie. Ela estava sorrindo. – Você tem uma moça em mente. Dá pra ver pelo seu olhar perdido e apaixonado.

- Não dá pra esconder nada de você.

- Quem é? Eu conheço?

- Não. Mas vai conhecer.

Ela sorriu satisfeita.

- Espero que ela seja digna desse coração nobre.

Bella seria. E mesmo que não fosse meu coração continuaria sendo dela. Como foi desde o começo.

*************

Mais um capítulo... uu"

Não vou comentar nada. Respondendo as reviews:

tatianne beward: Amei receber sua review... Como sempre amo.. uu" Tati.. dê graças ao Pai pelos trabalhos da escola... garanto que é melhor do que está no terceiro ano.... e mais trabalho de escola significa ganhar nota de maneiras mais fácil e/ou divertida... Meu último trabalho da escola foi na feira das profissões no meu colégio... Falei sobre a profissão de estilista... Foi tão legal... eu consegui levar um desfile pro colégio.. detalhe desfile que saiu diretamente da semana de moda daqui de Fortaleza... Foi perfeito... Nem preciso dizer que ganhei nota máxima néh.... ^^" (tagarela eu hoje, não...) Espero que tenha gostado desse desfile ops, capítulo.... huashuashuashuashaushauhs! Mega Beijos! (p.s.: tu viu que eu te add no MSN? Que horas, que dia é que tu entra?) =*****************************************

Lily A. Cullen: Amei... violeta é realente minha cor favorita... vou ajeitar melhor a distribuição dos vestidos... u.u" Vou tbm ajeitar a forma de escrever... EMMETT... Enfim.. eu tenho que fazer esse momentos meio dramáticos... pra ajudar vocês a entender a cabeça e da Bella... a pressão. E tal... prometo que só haverá mais um momento dramático... enquanto eles não viajam. Depois da viajem eu não garanto nada.... Beijos! =*************

Joyce Flexa: Que bom mesmo querida... deixe reviews sempre que puder... eu preciso delas pra ter vontade de escrever... Beijoes pra ti... =***********

deixem reviews... Eu amo todos os que recebo!

Sério pessoal... cada capítulo que passa e eu vejo a quantidade de reviews... eu fico mais deprimida... hoje de manhã estava pensando seriamente em parar... por que isso aqui deve tah uma merda... Eu só não paro agora pq eu tenho esperanças que o número de reviews aumente depois que o Ed e a Bella começarem a ficar juntos.. O que falta dois capítulos...

Beijos! Até o próximo post!!!!

POR FAVOR, REVIEWS!!!!!!!!!!!!!!!!!