Capítulo XII

No hospital

Tom acordou enquanto a médica examinava-o, ele olhou para ver se enxergava o Griss. Quando o viu, sorriu. Grissom acenou para ele. A médica concluiu que ele estava bem, com isso, ele não poderia ficar no hospital.

"Despeça-se dele e vamos lá fora conversar".

Grissom foi para perto de Tom e sentou-se ao lado dele. Passou a mão sobre a cabeça do menino, eles se olharam, Grissom falou no ouvido dele.

"Eu vou lutar para ficar com você. Não se preocupe".

O menino sorriu, deitou-se e voltou a dormir. Grissom o cobriu e saiu, a médica Andrea o esperava.

"Senhor Grissom, o senhor falou sério sobre adotar o menino?"

"Sim. Nunca falei tão sério".

"Eu vou autorizar que ele fique com o senhor temporariamente. Mas vai precisar de um bom advogado que entre com o pedido de guarda no conselho de crianças".

"Obrigado. Quando posso levá-lo?"

"Hoje a tarde, depois das duas horas. Esteja aqui".

"Obrigado".

Grissom saiu mais aliviado, foi para seu apartamento, tinha que arrumá-lo, ajeitar o quarto de visitas para ser um quarto de criança. Sara tinha falado sobre uma cadeira de rodas, ele esqueceu de perguntar para o médica se precisaria realmente da cadeira.

Bom, deixe isso para lá. Eu vou arrumar o quarto e depois eu penso nisso, as portas são bastante largas e não terei problemas para passar uma cadeira de rodas, se for preciso.

Pegou seu carro e dirigiu até uma loja de móveis, encomendou uma cama com colchão, um armário apropriado para crianças, um abajur com uns peixes e marcou para a hora do almoço a entrega.

No laboratório

Uma pessoa ligou para o FBI identificando o Mikros, ela não quis deixar o nome, mas falou aonde ele poderia estar. Assim que eles confirmaram a informação ligaram para o laboratório.

"Brown".

"Senhor Brown, aqui quem fala é o agente Ford, do FBI, nós temos a localização do senhor Mikros".

Warrick gelou, inós achamos ele/i, respirou fundo e se acalmou. Ele ainda estava abalado com a cena que viu na casa, sabia o quanto era importante encontrá-lo.

"Eu sou um dos CSI que esteve na casa, pode passar a informação para mim".

"Certo. Uma pessoa identificou-o como sendo um hospede do hotel Hilton em Las Vegas".

"Obrigado, nós vamos até lá".

Desligou o telefone e foi procurar o pessoal, encontrou-os na sala de descanso. Catherine, Nick e Sara estavam um em cada canto. Com os rostos cansados e expressões desoladas.

"Gente, animação. Nós temos uma localização do suspeito, um agente do FBI acabou de me ligar".

Eles sorriram ao mesmo tempo, mas foi Catherine quem falou primeiro.

"Vamos chamar o Brass e pedir que traga-o aqui", pensou eu que não quero entrevistá-lo, "Quem quer ir junto?"

"Eu", falaram ao mesmo tempo Nick e Sara.

"O.k., podem ir os dois ou os três se o Warrick também quiser ir".

"Certo".

Enquanto Catherine foi falar com o Brass, Warrick, Nick e Sara combinavam como iam agir.

No hotel

Mikros acordou cedo, antes das seis da manhã, estava agitado. Resolveu que iria atrás do menino, ele podia tê-lo visto e não podia deixar ninguém vivo nos seus serviços. Ligou para um dos seus contatos, ele não sabia de nada agora, mas que ele ligasse dali a duas horas e ele teria alguma coisa.

Ele desceu, foi um dos primeiros a tomar o café da manhã e saiu. Foi para um LanHouse, onde poderia ler seus email sossegado. Não queria ficar muito tempo parado principalmente no hotel, ele não confiava nos empregados.