Nota: Infelizmente, nada disto me pertence. Harry Potter ™ e todas as personagens e locais fictícios relacionados com a sua história são propriedade de J.K. Rowling, pelo que nenhum proveito monetário está a ser tirado desta história e qualquer infracção aos direitos de autor é completamente acidental.

CAPÍTULO ONZE

Reino Unido, 2003

Celia saiu cuidadosamente do quarto, fechando a porta atrás de si e deixando as suas adoradas pestinhas a dormir pacificamente dentro do mesmo. Com atenção para não fazer barulho, desceu as escadas em direcção à cozinha do número doze de Grimmauld Place. Normalmente, não pernoitaria no orfanato, mas um surto de uma doença mágica devastara as crianças feiticeiras, que se encontravam agora em fase de recuperação. Como o Ministério da Magia retirara imediatamente os funcionários por si apontados da casa por medo de contágio, deixando apenas os dois fundadores cuidando das crianças por sua conta e risco, bem como ela própria que, por ser Muggle e ter um sistema imunitário diferente e adaptado de forma a compensar a falta de magia, estava imune a doenças mágicas.

Sentando-se à mesa da cozinha e dando graças aos céus por esta ter sofrido pequenas alterações (mágicas, claro) que permitiam que a nova janela deixasse entrar o luar do Quarto Minguante apesar de a cozinha se situar numa cave, Celia sentou-se com uma caneca de chá e manteve o ouvido apurado para os andares superiores, certificando-se que nenhuma das crianças tinha fugido do quarto para fazer as traquinices do costume.

Apesar de a magia não ser algo de habitual na sua antiga vida diária, Celia tinha-se adaptado muito bem a uma convivência diária com crianças mágicas, mesmo sendo estas imprevisíveis como tudo. Em contrapartida, tinha também crianças muggle, como ela, que precisavam de muita atenção sua pois, sendo a única educadora muggle naquele orfanato, as dúvidas, preocupações, birras e inseguranças que uma pessoa mágica não conseguiria entender eram encargo seu.

Em suma, trabalho era coisa que não faltava a Celia.

Um pequeno ruído de alguém a descer as escadas fê-la levantar-se de mansinho, de modo a não assustar quem quer que tivesse decidido escapar-se do seu quarto às escondidas. Subindo novamente as escadas até ao nível da entrada, o mais silenciosamente possível, tentou adaptar os olhos à escuridão. Não tinha ouvido a porta da frente abrir-se, como tal quem quer que estivesse a pé tinha de ser um habitante do orfanato. A menos que tivesse entrado por uma janela, claro. Mas tinham-lhe dito que as janelas estavam protegidas contra saídas e entradas, especialmente porque crianças pequenas gostavam dos seus truques de alpinismo e ninguém precisava de ver um deles cair de uma janela para a rua e ficar ferido para saber que todas as precauções eram poucas.

As suas preocupações dissiparam-se completamente quando se deparou com o culpado ao fundo das escadas.

"Caramba, Remus, pregaste-me um susto! Pensei que um dos miúdos tinha fugido da cama outra vez! Não podias ter trazido uma vela contigo ao menos?!"

Remus riu. "Um feitiço muito simples poupa a vela e salva-nos do risco de incendiarmos a casa, Celia. E só não trouxe luz comigo porque não quis acordar a Tonks. Os miúdos estão todos a dormir ferrados, mas ela teve dificuldades em adormecer. Se eu a acordasse agora, passava a noite em claro de certeza."

"Oh," Celia pareceu constrangida. "Mas tu também não conseguiste adormecer, pois não?"

Remus, aparentemente muito atarefado a servir-se de uma caneca de chá de costas para a jovem, não respondeu, mas a omissão disse a Celia que estava certa.

"Remus…?"

O lobisomem voltou-se de novo para Celia. "Sim?"

"Posso fazer-te uma pergunta?"

"Já fizeste. Mas acho que não faz mal fazeres outra, se quiseres."

"Oh. OK. Uhm… essas vossas insónias e o mal-estar das pessoas aqui de casa… não os miúdos, vocês e o resto da malta, quero eu dizer, o que é que aconteceu? Quer dizer, aconteceu alguma coisa, não aconteceu, para estarem todos com cara de enterro o dia inteiro? Mas o que foi…?"

Remus lançou-lhe um olhar que a fez calar de imediato. "Isso nem parece teu, Celia. Geralmente és demasiado recatada para te meteres assim em assuntos que te são alheios."

A fúria que as palavras de Remus deixaram transparecer fez com que Celia caísse em si, atordoada. "Remus, desculpa. Eu, eu não tenho nada a ver com isto, tens toda a razão. Perdoa-me. Eu… vou-me deitar. Boa noite." E, rápida como um relâmpago, Celia pegou na sua caneca, levantou-se e já tinha passado a ombreira da porta e colocado um pé nos degraus quando a voz de Remus Lupin se fez ouvir na escuridão da cozinha.

"Encontraram o corpo dele, Celia. Acabou tudo. Tudo, entendes? TUDO!" E Remus enterrou a cabeça nas mãos e desatou num pranto tal que Celia receou, por momentos, que ele fosse sofrer um colapso cardíaco ou algo semelhante.

Celia não sabia quem "ele" era ao certo, mas para a descoberta do corpo deixar o companheiro naquele estado, soluçando desculpas, sentimentos de culpa, tudo aquilo que achava que poderia ter feito, com certeza seria alguém que lhe dizia muito. Remus, contudo, parecia já não se importar com a identidade da jovem, pois, feitas bem as contas, falava para si próprio: o que saía da sua boca não era mais do que a verbalização de um chorrilho de pensamentos e emoções que ele tentara reprimir a todo o custo e falhara.

Celia ficou sem saber o que fazer. Como poderia ela dar conforto a Remus sem saber ao certo o que se passava? Decidiu-se por afagar-lhe a cabeça e ombros, numa tentativa de fazer com que o contacto humano o acalmasse. Milagrosamente, e embora a inquietude não deixasse Remus por completo, o toque dela pareceu recordá-lo de que não estava sozinho na cozinha e conseguiu controlar, a custo, o choro.

"Desculpa, Celia. Descontrolei-me. Acho que me vou deitar, afinal. Boa noite, querida…" E Remus passou pela jovem em direcção ao andar de cima. Celia, contudo, não queria deixar o assunto morrer. Melhor fora que dentro, como a sua avó sempre dissera.

"Remus?"

O lobisomem virou-se, já ao cimo das escadas. Celia permaneceu em silêncio enquanto se lhe juntava, abraçando-o quando chegou ao pé dele. "Quem era ele?"

A jovem sentiu a respiração trémula do colega na nuca. "O nome dele era Harry. Era filho de um dos meus melhores amigos, o James, e afilhado de um outro grande amigo, o Sirius. Já morreram ambos. Ele foi criado pelos tios em Little Whinging…"

"É onde eu vivo!"

Remus olhou para ela, surpreendido, por um momento. "A sério? Não me lembrava disso… enfim, continuando, o Harry era uma pessoa especial. Corajoso, sabes, amigo dos seus amigos, leal, inteligente… mas também tinha um temperamento de bradar aos céus! Muito teimoso, muitas vezes impulsivo até mais não, mas um rapaz como já não se fazem. O Harry também se tornou num duelista muito bom, tanto que derrotou o Lorde Negro mais poderoso dos nossos tempos." Enquanto Remus falava, tinham subido as escadas até ao primeiro andar e instalavam-se agora nos sofás da sala de estar dos funcionários do orfanato. "Mas nessa batalha ele foi atingido por uma maldição mortal… pelo menos assim diz quem viu. Na confusão o corpo dele desapareceu sem deixar rasto.

Recentemente, veio um homem, um dos apoiantes do falecido Senhor das Trevas, dizer que ele tinha sobrevivido a essa maldição e sido internado num hospital muggle, perto de Edimburgo. Isto foi depois confirmado no depoimento da namorada do Harry, que diz que ele morreu… percebes agora, Celia? Se mais alguém se tivesse apercebido que ele estava vivo, talvez se pudesse ter evitado que viesse a morrer num ataque meses depois. Maldita King's Cross!" Exaltou-se ele, de novo com os olhos marejados de lágrimas.

Celia, contudo, parecia ter parado por completo com a menção da estação de King's Cross. "Ele morreu no ataque a King's Cross? Desculpa, Remus, mas como é que disseste que ele se chamava, qual era o apelido dele?"

Remus desviou o olhar do fogo da lareira, o qual se pusera a fitar para que Celia não se apercebesse que as lágrimas lhe escorriam de novo pela face abaixo, e olhou de novo a colega. "Sim, segundo o que me contaram. Eu não devia ter deixado que a esperança voltasse. Pobre, pobre Harry…"

"Remus, qual era o apelido dele?"

Atordoado com a ferocidade da colega, Remus pouco mais pôde fazer senão gaguejar. "Po-Potter. Harry Potter. Mas porque é que…?"

"Posso ver uma foto dele?"

"O quê?!"

"Perguntei-te se podia ver uma fotografia do Harry. Tens alguma?"

Remus pareceu espantado com a insensibilidade de Celia. "Enlouqueceste?!"

Celia tentou acalmar-se, para bem dele, mas a tentativa não surtiu grande efeito. "Remus, eu sei que achas isto esquisito, mas por favor, mostra-me uma foto dele."

Remus levantou-se. "Espera aqui só um momento, ok?"

Celia assentiu com a cabeça e Remus saiu da sala. Quando voltou, dois minutos depois, trazia consigo uma carteira de pele que, de alguma maneira, Celia nunca associaria com ele. Provavelmente, tinha sido uma prenda de algum amigo. Remus notou-lhe o olhar e sorriu, ou esboçou a coisa mais parecida com um sorriso que alguém consegue quando está a conter-se para não chorar.

"Foi o Harry que ma deu, há seis anos." Abriu a carteira e tirou lá de dentro uma fotografia, a qual passou à jovem. "Estamos aqui, eu, ele e a Nymph. Satisfeita?"

Celia olhou para a fotografia, com a cabeça a girar a cem à hora. "Os tios dele… eram os Dursleys, certo? Vernon e Petunia Dursley?"

A carteira de Remus fechou-se com um estalido de pele contra pele e, com um golpe de varinha, a foto tinha voltado à sua posse. "Como sabes isso, Celia?"

Celia levantou-se do seu assento e dirigiu-se apressadamente à porta, passando pelo lobisomem desconfiado e parando à porta da sala. "Tu disseste que eles encontraram o corpo, mas sabem de certeza que é ele? Fizeram algum teste?"

"Amanhã já se devem saber os resultados. Temos registos de DNA de todos os cidadãos do Reino Unido no Ministério, muggles, feiticeiros e criaturas mágicas, mas mesmo os melhores feitiços demoram tempo a encontrar a combinação correcta. Mas não há dúvida que é ele, os Aurors sabem-no de fonte segura…"

Celia já se tinha lançado fora da porta em direcção ao patamar inferior ainda Remus ia a meio da tirada, mas virou-se no topo das escadas para o encarar.

"A esperança é a última a morrer, Remus, não te esqueças disso. Entra em contacto com o Ministério e avisa os Aurors de que têm a pessoa errada. Esse rapaz não é o vosso Harry."

E, ignorando as interjeições incoerentes e espantadas de Remus, lançou-se, tresloucada, pelas escadas abaixo e precipitou-se para a lareira em direcção à casa de Mrs. Figg, a sua conexão com o mundo muggle de Little Whinging.

A sua saída do outro lado foi, no mínimo, espalhafatosa. Sem contar que a jovem voltasse a casa nessa noite, Mrs. Figg soltara os gatos pela casa e Celia aterrou directamente em cima de um deles, que bufou e lhe arranhou os braços e a cara até ela se conseguir levantar. De imediato, do andar de cima, soou a voz estremunhada e amedrontada da senhora idosa.

"Quem está aí? Quem está aí?! SOCORRO, QUEM ME ACODE! LADRÕES! LADRÕES!" De imediato, ouviram-se mais ruídos no andar de cima, provavelmente da dona da casa e de quem tivesse acudido ao chamamento que ela fizera pelo canal de Floo.

"MRS. FIGG, SOU EU! A Celia! Precisei de vir a casa, já volto!" E, sem mais, precipitou-se para a porta da rua, que abriu de rompante e não se incomodou em fechar. Mrs. Figg não estava sozinha, de qualquer modo, quem estivesse com ela viria cá abaixo quando não ouvisse a porta fechar.

Correu em sprint a distância que separava a casa da velha senhora da residência de estudantes que ocupava com os amigos e apercebeu-se de que não tinha a chave. Bem, eles iam ter de lhe perdoar, mas na rua é que ela não ficava, especialmente agora. Sem hesitar, colou o dedo à campainha, que emitiu um som excessivamente estridente do lado de dentro. Talvez assim os colegas lhe dessem ouvidos quando dizia que a tinham de mandar arranjar. Para um maior efeito, acrescentou com a outra mão uns belos murros na porta. "ABRAM, PORRA!"

Foi Gary quem veio à porta. "Hey, Cel, isso são tudo saudades nossas? Só partimos depois de ama… HEY, CELIA! Isso doeu, pá!!" Reclamou ele, pois Celia tinha-lhe mandado um encontrão de todo o tamanho e desembestado em direcção às escadas, cujos degraus galgou a dois e dois, irrompendo sem fôlego no andar cimeiro da casa. Mesmo assim, correu ainda o máximo que o ardor no peito lhe permitiu e praticamente arrombou a porta do quarto do amigo.

Ele não estava lá dentro. Dando meia volta e ignorando os protestos de Dudley, que emergira do quarto de Leyla desgrenhado como tudo, voltou-se para a atónita Jenna, que correra para fora do quarto que presentemente partilhava com ela e Petunia. "O Charles?"

"Entrou com cara de quem estava a precisar de sono urgente ao princípio da tarde e saiu há coisa de duas horas meio alucinado. Um pouco como tu estás agora, que é que te deu?!"

Celia voltou a mergulhar dentro do quarto do amigo, notando alguns pormenores importantes que lhe tinham escapado à pouco, com a pressa. As gavetas estavam reviradas do avesso, alguns artigos que ele geralmente não deixava tendo sido obviamente deixados para trás. A cómoda estava ligeiramente inclinada, o que significava que ele muito provavelmente tinha aberto o compartimento na parte de baixo e tirado de lá todas as suas poupanças. A gaveta da mesa-de-cabeceira, onde geralmente estava a varinha, artigo desconhecido de todos os ocupantes da casa menos eles os dois, também estava escancarada e o objecto em falta. Abrindo o armário, Celia viu que faltava roupa, bem como a mala de viagem dele. "Raios!"

Sem abrandar o ritmo frenético da sua busca, a jovem abriu a porta que, a partir do quarto de Charles, dava acesso à sua casa de banho privativa, a mesma que costumava ser de Gary antes de terem trocado de quarto um com o outro para que Gary e Leigh pudessem partilhar aposentos. Entrando lá dentro, abriu o pequeno armário para descobrir que o amigo tinha aparentemente levado tudo o que conseguira arrebanhar. Nenhum dos artigos de higiene pessoal se encontravam lá, mas a escova tinha sido deixada para trás, ainda com alguns cabelos emaranhados no meio dos dentes, como era típico do cabelo rebelde dele. As lentes de contacto também tinham desaparecido, bem como toda a parafernália com elas associada.

Ao virar-se para a porta aberta do chuveiro, contudo, Celia abafou um grito com a mão. Os azulejos pareciam conter resquícios de sangue ao nível do que seria a cara do ocupante habitual do chuveiro, e esses azulejos estavam estranhamente secos considerando que as partes em volta apresentavam salpicos de água por todo o lado. Talvez ele se tivesse aleijado antes de entrar para o duche, ou escorregado e batido com a cabeça ou assim, pensou ela. Ou talvez ele tivesse sangrado do nariz e tentado limpar o sangue com a mão, havia algumas manchas que pareciam dos dedos dele em contacto com a parede.

Retirando a cabeça de dentro da cabine de duche, detectou também dedadas ensanguentadas no lavatório. Ele devia ter sangrado mesmo muito, o que era esquisito. Porque não pegara na varinha e fizera estancar o sangue? E porque raios fugira ele agora? Porque não deixara que ela contasse a verdade, porque não lhe contara a ela a verdade?

Celia mordeu o lábio, enervada? Como iria ela explicar aquela confusão toda?

Decidida, saiu do quarto e enfrentou os restantes ocupantes da casa, que estavam junto à porta, embasbacados com a confusão que ia no quarto.

"…O Charles bazou? Pisgou-se daqui para fora sem mais nem menos? Ná, impossível…"

"…Ela abriu o armário, não estava lá nada, Jenny!..."

"…O Charles é aquele enjoado que foi lá para cima no nosso jantar, n'é?..."

"…Mas eu não vi a mala, caraças! A mala não se evapora, onde é que ele a meteu?!..."

"Gente!" Chamou Celia. "GENTE!" Ao seu redor, fez-se silêncio. Celia já tinha gritado mais naquela noite do que em todo o tempo que vivera em Magnolia Crescent. "O Charles estava ferido quando saiu daqui e vocês não ligaram nenhuma!"

Foi a vez de Petunia Dursley, que até aí se mantivera relativamente quieta, se manifestar. "Ele passou por mim quando saiu, Celia. Posso garantir-lhe que não estava ferido, pelo menos não que se visse. E saiu bastante rápido, como tal se estava, isso não o impedia de se mover."

Celia olhou para o tecto, como se ele lhe fosse dar uma resposta. Não estava a perceber nada daquilo, mas sabia o que tinha de fazer.

"OK, vamos fazer assim… fechem a porta do quarto, por favor. Não mexam em nada até eu voltar, não limpem nem arrumem nada. Mrs. Dursley, Dudley, é preferível que fiquem aqui em casa, se puder ser. Eu vou falar com uns amigos meus, a ver se descubro aonde é que ele foi."

"Mas com quem vais falar, Celia?" Perguntou Leigh, confuso.

A jovem desviou propositadamente o olhar dos Dursleys e dirigiu-se às escadas. "Com Remus Lupin." Disse, ignorando a exclamação de espanto de Petunia.

De seguida, sem dar oportunidade de reacção à mulher mais velha de dizer alguma coisa, desceu as escadas tão depressa como as subira e precipitou-se porta fora de volta à casa de Mrs. Figg.

N/A: Peço imensa desculpa pela demora. O certo é que os últimos tempos não têm sido muito bons! Primeiro os meus queridos amigos deixaram-me adormecer na praia (resultado: apanhei um escaldão horrível). Depois, veio um torcicolo. E, para cúmulo, consegui perder mais de metade deste capítulo quando mudei de computador, o que não foi muito encorajador, diga-se de passagem.

Enfim, custou mas foi!

Espero que tenham gostado do capítulo. Mais de metade do que se está a passar deve ser evidente, mas espero não ter dito demasiado, de qualquer maneira :)

É tudo, minha gente. Já sabem, não se acanhem com os comentários, eles dão-me incentivo para continuar com a história. Fiquem bem! ;)