Escrita por:
Versão original em inglês: Queen Vampyre Akasha
Versão em espanhol: Lilia Black
Traduzida por: Ilia-Chan
Betada por: Anna Malfoy
Nota da Autora:
Savvy: Ainda é tão cedo desde a perda do bebê da Phat... Por que? Ele era tão jovem! chora
Remus: tomando sorvete Isso o que acontece quando se é cruel XD
Savvy: snif Eu acho que você está certo.
Remus: Então você vai parar de ser tão má?
Savvy: NÃO! Isso quer dizer que eu só tenho a acrescentar à sua tortura.
Remus: O.O Eu e minha boca enorme!
Savvy: Essa sua barriga logo, logo vai alcançar a sua boca sorriso diabólico
Remus: Eu não estou gostando de como isso soa…
Savvy: Nem deveria
Agosto – Parte Um
Dia 16: Parabéns para mim!
— Parabéns para mim. — Sirius cantava alegremente. — Parabéns para mim. Parabéns para o homem mais gostoso que Deus já pôs na Terra… Parabéns para mim
Remus ria.
— Parabéns, convencido — ele disse, levantando-se de sua cadeira o da maneira mais graciosa possível.
A essa altura, senhoras e senhores, a gravidez já estava bem evidente no nosso querido lobisomem. Se você não percebesse olhando de frente, poderia perceber se olhasse de lado.
Por hora, os medibruxos e bruxas que cuidavam de Remus estavam um pouco preocupados.
Veja bem, lobisomens regularmente geram bebês relativamente saudáveis. Rosinhas, chorões, espevitados e muito alegres.
Todavia, bebês lobisomens são mais pesados que o normal. Do mesmo modo que bebês de mãe diabéticas. Além do mais, essas crianças são muito mais agitadas dentro da barriga.
O que os preocupava era o fato de Remus parecer muito maior do que o normal para os seis meses de gravidez que ele tinha. Hoje, dia 16 de agosto, Remus parecia estar em meados de seus oito meses. E ao que parece, o bebê queria mantê-lo acordado, chutando e chutando o tempo inteiro.
Os medibruxos o estavam acompanhando e fazendo testes para saber seu estado de saúde e para descobrirem o sexo do bebê.
Mas hoje não haveria preocupações.
Por quê?
Porque era aniversário de Sirirus! Você não prestou atenção?
— Feliz aniversário, Siri. — Remus sussurrou, dando um beijo suave no queixo de Sirius.
— Estamos de bem novamente, não estamos? — Perguntou Sirius.
— Estamos. Muito bem. — foi sua resposta.
Harry apareceu no corredor.
— Oh, pelo amor de Deus, vocês dois não podem deixar isso pra mais tarde? — Ele zombou.
Quando os dois se separaram Harry pulou sobre o padrinho lhe deu um grande abraço.
— Feliz aniversário, Sirius. — Disse Harry. — Eu tenho uma coisinha pra você.
— Você não sempre tem? — Sirius brincou.
— Oh, há… há… — Harry disse trazendo uma caixa escondida as suas costas e a entregando a Sirius.
— Espero que goste. — Disse mordendo os lábios.
— Harry, você tem me comprado coisas por anos, você sabe do que eu gosto.
Sirius abriu a caixa que revelou uma camiseta azul.
— Hei, o que é isso? — Perguntou curioso, examinado a roupa. Tirou-a da caixa e começou a rir.
— É minha preferida! — exclamou. — Obrigado, Harry, eu adorei!
Harry comprara uma camiseta azul com Tigrão para o nosso animago favorito. Você sabe o Tigrão? Ursinho Puff?
Sirius sempre teve uma leve obsessão pelo Tigrão.
Sirius abraçou a camiseta contra o peito.
— Eu vou vesti-la…
— O que diabos é isso?
Os três se viraram e viram um Severus sonolento e um cauteloso Gilderoy atrás deles.
— Bom dia para vocês também. — Sirius rosnou — Vocês sabem que dia é hoje?
Severus gritou:
— Não sei e nem ligo. Agora se mexam. Alguns de nós gostam de ir ao banheiro quando acordam. — Severus empurrou Sirius livrando seu caminho e bateu a porta atrás de si.
—Típico de Snape. — Sirius disse rindo enquanto dobrava o presente. — Você SABE que dia é hoje, Lockhart?
Gilderoy assentiu.
— Claro que sim. — Gilderoy disse. — Parabéns!
Sirius pela primeira vez desde o primeiro ano de Hogwarts, deu a Gilderoy um sorriso genuíno.
—E como é seu aniversário. — Gilderoy começou. — Por que eu não mantenho o Remus entretido por hoje? Que tal você tirar um dia para você mesmo.
Ok, o sorriso foi embora.
— Que tal não, loiro! — Sirius revidou.
— Eu só estou tentando…
— Roubar Remus de mim!
— Eu não ache que tenha que roubá-lo. É você quem acredita que ele dormiu com outra pessoa.
Sirius engasgou em choque.
— Sua puta imunda!
Sirius empunhou sua varinha.
— Ah, então é um duelo que você quer? — Perguntou Gilderoy com ar de superior.
— Não. Eu a tirei do meu bolso para ter certeza que ela não vai quebrar enquanto eu MATO VOCÊ! — Sirius berrou , socando o loiro.
Gilderoy ficou lá deitado, puxando ar tentando respirar, pois Sirius tinha os dedos em volta de seu pescoço.
— Socorro! — disse. — Respirar… não!
Harry puxou o seu padrinho cabeludo de cima de Gilderoy.
— Sirius, se aclame! — Remus gritou por causa sos protestos e esperneio de Sirius. — Eu tenho certeza que ele estava apenas tentando…
— Vou te matar! — Sirius gritou.
Mesmo com Harry segurando suas costas, Sirius continuou tentando alcançar Gilderoy, querendo agarrar aquele pescoço e esganá-lo… Bem, ele realmente estava em uma raiva homicida, não?
Severus abriu a porta do banheiro.
— Se acalme, Black. — Resmungou. — Alguns de nós gostamos de tomar banho em paz.
E bateu a porta novamente.
— Pare de bater essas portas! — Berrou Remus.
Harry gritou:
— Petrificus Totalus!
No mesmo instante, o corpo de Sirius congelou. Todo, menos sua cabeça que ainda se movia.
— ME soltem! — Sirius gritava. — EU ORDENO QUE ME SOLTEM! EU TENHO UM ESTRANGULAMENTO PRA FAZER!
— Desculpe, Siri. — Remus se desculpou. — É para o seu próprio bem.
— Calma. — Harry pediu. — Se continuar assim, vai estourar uma veia.
Sirius bufou e entrou em silêncio profundo.
— Calma. — Harry repetiu. — Esse não é jeito de passar seu aniversário.
Sirius bufou mais uma vez, dando a Harry e aos outros um tratamento de silêncio.
— Tubo bem, Siri. Que seja assim.
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Mais tarde naquele dia:
Todos estavam jantando e o aniversariante ainda estava de mau-humor. Uma aura negra parecia estar à sua volta e não dava o direito de ninguém tentar falar com ele.
Entretanto, durante o jantar, Sirius tentou ignorar Remus novamente. Bem, o lobisomem já estava cansado daquilo.
—Tudo bem, seja um imbecil. Seja um imbecil insuportável. Agora veja bem se você vai conseguir um pedacinho DISSO, tão cedo. — Remus podia jogar com ele também.
Então depois do jantar, Sirius bolou um plano.
O mais diabólico dos planos.
No quarto de Remus (lembre-se que ele estava no quarto de hóspedes); ele espalhou candelabros por todos os lugares. Cuidadosamente espalhou pétalas de rosa pela cama, a qual ele tinha transformado em uma cama king size circular. O quarto cheirava a baunilha e morango.
— Isso vai dar certo. — Disse retirando as roupas e ficando apenas com uma cueca boxer preta, onde podia se ler: "Garoto aniversariante" na parte de trás.
Ele esperou Remus entrar e estava folheando um livro enquanto o outro não chegava.
Depois de aproximadamente dez minutos de leitura, Remus chegou.
Sirius jogou o livro em algum canto e ficou em uma… posição sugestiva.
Quando Remus viu o que Sirius tinha aprontado disse:
— Então, AGORA você quer conversar? — Remus perguntou
— Sem falação. — Sirius gemeu. — Sem palavras. Linguagem corporal agora… e talvez um gemido aqui ou ali.
Sirius, colou os lábios na orelha esquerda de Remus.
Remus ouviu e simplesmente empurrou Sirius.
- Sirius vá embora.
O clima romântico de Sirius foi quebrado.
— Mas… é meu aniversário!
Remus abriu a porta e mandou que Sirius saísse imediatamente.
— Eu te avisei no jantar, Siri, e eu pretendo cumpri o que disse.
Sirius bufou de novo e saiu.
— A propósito, — Remus o chamou de volta. — Eu adorei o que você fez no meu quarto. Está lindo!
… Bem, ele realmente PODIA jogar aquele jogo também.
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Dia 29 - O que você disse!
Harry e Remus acomodaram-se na sala de exames do St. Mungo's. Harry numa cadeira no canto e Remus na maca.
Hoje era o dia que Remus iria saber o sexo do bebê.
Um medibruxo entrou na sala.
— Boa tarde, Remus. — O bruxo cumprimentou, apertando-lhe a mão.
— Boa. — Disse Remus, bocejando.
— Cansado? — O bruxo perguntou , iniciando os exames.
— Um pouco. O bebê chuta a noite toda e eu não consigo dormir muito. — Remus respondeu apertando os olhos exaustos.
O médico levantou a camisa de Remus e a apalpou e mediu por um tempo.
Depois de mais ou menos uma hora de testes e anotações. O médico conjurou uma cadeira e sentou-se.
— Bem, Remus, — Começou. — Tudo parece estar em ordem. Você e seu bebê estão bem. Um pouco acima do peso, mas tudo tranqüilo.
— E o bebê? É menino ou menina?
— Oh, é mesmo. Vamos descobrir!
O medibruxo levantou a camisa de Remus novamente.
— Você quer menino ou menina, Remus? — Ele perguntou.
— Não importa. — Remus respondeu, dando-lhe um sorriso educado.
O bruxo sorriu e ergueu sua varinha sobre o ventre dilatado de Remus.
Uma luz branca saiu da ponta da varinha. Concentrou-se lá por um minuto e foi em direção à barriga de Remus e agora estava azul.
— Você vai ter um menino! Parabéns! De agora em diante…
Ele foi interrompido por outra luz por outro foco de luz que se formou na varinha, tornando-se azul e juntando-se à primeira luz.
— Isso quer dizer que você terá dois meninos! — Disse rindo. — Isso é…
Outra luz se formou e foi em direção a Remus. Juntou-se às outras duas, só que essa era rosa.
— E uma menina! Você está com trigêmeos. Dois meninos e uma menina!
Remus ficou lá encarando as luzes que voavam sobre seu abdômen. Seus olhos estavam vidrados desde a segunda luz. Mas a terceira o deixou em um estado de choque.
— Isso não pode estar acontecendo. — sussurrou para si mesmo.
— Na verdade, pode. — o Medibruxo disse. — Isso explica porque você parece que tem oito meses do que os seis que possui. E também porque você não consegue dormir. Nesse estágio, um bebê não é ativo o suficiente para te manter acordado. Nem mesmo um bebê filho de lobisomem. Mas três bebês relativamente ativos podem.
Remus gemeu e pôs as mãos sobre os olhos.
— Isso não está acontecendo. — Ele repetiu. — Isso não está acontecendo.
O medibruxo riu.
— Eu vou te deixar um minuto sozinho, okay?
Sem esperar por uma resposta ele deixou a sala.
Harry levantou-se e se aproximou de Remus.
— Isso, não é bom, é? — Perguntou sabendo a resposta.
— Não, não é. — Remus respondeu. — Há três bebês, três pai possíveis, ou Sirius assim acredita. Se eu estava tão bêbado para me lembrar com quem eu passei aquela noite, eu não me lembraria de ter me deitado com os TRÊS… estou fudido.
— Eu achei que isso aconteceu seis meses atrás, na realidade. — Harry brincou.
Remus encarou o rapaz a sua frente.
— Não tem graça. Não tem graça NENHUMA!
Harry parou de rir.
— Como eu vou contar a Sirius? — Remus perguntou com sua voz carregada de preocupação.
— Tenho certeza que você vai pensar em algo.
— Fim do capítulo Doze. —
NOTA DA AUTORA:
Savvy: MWahahahahahaha
Remus: snif, snif como você pôde fazer isso comigo?
Savvy: Porque… eu sou Savvy! A rainha da escuridão! E quem manda nos bebês na sua barriga! MWahahahaahahahahahaha… eu também sou uma estagiária em Artes das Trevas!
Remus: Como eu vou contra a Sirius!
Savvy: Você vai pensar em algo… eu acho.
Nota do grupo:
Estamos muito tristes com nossos leitores! Eles sumiram! Não dão noticia e nem deixam reviews! Estamos desolados e a única forma de nos animar é muitas REVIEWS! Muitas mesmo!
Queremos agradecer à: Dana Norram, Narcisa LE Fey, Nicolle Snape, watashinomori (adoramos qualquer review! XD), Konphyzck F. Lacerdinha e Bella Lupin.
Não deixem de ler nossas outras fics slash: Luz Embaixo D'agua, Trabalho de Poções, Poção Irresistível, Cannon In D, e também nossas fics não-slash.
E uma sugestão para quem diz que não tem o que escrever na review: Bom trabalho, continuo a ler.
Os Tradutores
