Capítulo 11
As borboletas no meu estômago que estavam bebendo energético passaram a fumar crack. Eu alternava entre me sentir a ponto de atirar em alguém, para querer correr em volta do meu apartamento como uma lunática.
Eu estava totalmente exagerando.
Segundo Edward, este não era um encontro. Apenas dois amigos se divertindo juntos. Não é grande coisa, nada sobrecarregado. Não era como se fosse a primeira vez que nós passávamos um tempo juntos aqui. Era apenas a primeira vez que ele pediu antes de vir.
Tomei um banho – o segundo do dia.
Limpei o apartamento e depois mudei de roupa três vezes, o que era realmente estúpido, porque eu acabei decidindo por um par de calças de ioga e uma camisa de manga longa. Então eu passei uma quantidade assombrosa de tempo tentando convencer meu cabelo de que ele deveria ficar no lugar dele, tentando domar minhas ondas, para que ficassem bem no meio das minhas costas. Eu coloquei alguma maquiagem, a tirei toda, e depois reapliquei.
Até o momento que houve uma batida na minha porta, eu queria bater minha cabeça através de uma parede.
Edward parecia como ele sempre estava quando pisou no meu apartamento – absolutamente e indiscutivelmente divino. Vestindo jeans desgastados e uma camisa com alguma banda que já tinha sido esquecida há muito tempo, ele tinha o boné de beisebol puxado para baixo. Em uma das mãos, havia uma pilha de DVDs e na outra um saco que cheirava a comida chinesa.
Meu estômago roncou. — Oh! O que você tem aí?
— Todas as coisas que você está sonhando.
Fazendo dedos ansiosos, eu sorri. — Camarão frito?
— Sim. — Ele entregou o saco e eu corri para a cozinha como uma criança morrendo de fome. — Eu trouxe um par de filmes. Não tinha ideia do que você estava com vontade de assistir.
Puxando pratos do armário, olhei por cima do meu ombro. Edward tirou o boné e passou a mão pelo cabelo. Os cabelos acobreados estavam formando uma bagunça muito fofa. Ele me pegou olhando e seus lábios inclinaram-se ao lado. Eu desviei o olhar, corando. — Então, hum, o que você trouxe?
— Vamos ver... Nós temos uma boa seleção aqui. No gênero de filme de terror, eu tenho os dois últimos filmes de Resident Evil.
— Dois filmes? — Coloquei os pratos no balcão.
Ele riu. — Você não vai se livrar de mim facilmente.
— Droga. O que mais você tem?
— No departamento de comédia, eu tenho o mais recente filme de Vince Vaughn e Will Ferrell. Para a ação, eu tenho um filme de James Bond e outro em que tem um monte de merda de golpes. E eu tenho O diário de uma paixão.
Eu me virei, quase soltando os talheres. — O diário de uma paixão? Você tem O diário de uma paixão?
Edward olhou para mim sem entender. — O que há de errado com isso?
— Oh, não há nada de errado com isso. É apenas um... uh, um filme de menininha.
— Estou bastante confiante na minha masculinidade e sexualidade, que posso dizer que Ryan Gosling está realmente um sonho neste filme.
Meu queixo caiu no chão.
A expressão de seriedade foi embora e ele começou a rir. — Estou brincando. Eu não possuo O diário de uma paixão. Nunca assisti a esse filme. Não trouxe nenhum filme de romance.
Revirei os olhos. — Você é um babaca.
Edward riu de novo.
— Eu nunca assisti O diário de uma paixão também. Não sou uma grande fã de romances. — Admiti, abrindo as caixas enormes.
— Sério? Pensei que todas as garotas já tinham assistido a esse filme e que poderiam contá-lo inteiro antes que o meu boné caísse no chão.
— Não.
— Interessante.
— Não realmente. — Peguei uma colher. — Quanto é que você quer?
— Pegue o que você quer e eu vou me virar com o que sobra. — Ele andou atrás de mim, e eu enrijeci. Minúsculos pelos subiram na parte de trás do meu pescoço. Eu me movi, então eu estava em pé de lado. Ele inclinou a cabeça para o lado. — Você está tão nervosa.
— Eu não estou nervosa.
— É uma figura de linguagem.
Eu derramei um amontoamento de arroz frito e camarão no meu prato. — É uma figura de linguagem estúpida.
Edward parecia querer dizer outra coisa, mas mudou de ideia. — Que filme você quer assistir?
— Vamos com Resident Evil.
— Você está mesmo caçando o meu coração. — Ele pegou os dois DVDs e se dirigiu para a sala de estar. Meu olhar o seguiu. — Os zumbis venceram.
Suspirando, eu balancei a cabeça. Joguei a maior parte do camarão frito em seu prato e depois os levei para sala de estar, colocando-os na mesa. Edward foi até a TV, mexendo no leitor de DVD. Eu virei a lâmpada, dando-lhe luz na sala escura. — O que você quer beber?
— Você tem leite?
— Você quer isso com comida chinesa?
Ele acenou com a cabeça. — Preciso do meu cálcio.
Meu estômago virou, mas eu dei-lhe um copo de leite e uma lata de Pepsi pra mim. — Isso é meio nojento, sabia? — Eu estava sentada no sofá e coloquei minhas pernas debaixo de mim. — Combinação estranha.
Ele se sentou ao meu lado com o controle remoto na mão. — Você já provou?
— Não.
— Então, como é que você sabe que é nojento?
Dei de ombros e peguei meu prato. — Eu vou com a minha suposição de que é.
Ele lançou-me um olhar de soslaio. — Antes do final do ano, vou fazer você provar leite com comida chinesa.
Não me preocupando em responder a isso, eu me sentei e cavei a minha comida. Edward começou o filme e se sentou no sofá, sua coxa pressionada no meu joelho. Ficamos cerca de dez minutos quando ele disse: — Pergunta?
— Resposta.
— Então, é o apocalipse dos zumbis, certo? Zumbis estão saindo por todos os lados, correndo soltos através de edifícios e ruas. Você já quase morreu três vezes neste ponto, porque o vírus T fez sua mutação em você, duas vezes, o que parece ser bastante doloroso. Você ainda tiraria um tempo no seu dia a dia para arrumar seu cabelo e colocar maquiagem?
Uma gargalhada explodiu de mim em sua pergunta absurda. — Não, não mesmo. Eu nem tenho certeza de que reservaria um tempo até mesmo para escovar os meus cabelos. E outra coisa. Você já percebeu como todo mundo tem um sorriso deslumbrantemente branco? A sociedade se acabou há seis anos. Ninguém vai ao dentista. Seus dentes deveriam estar amarelados.
Edward terminou seu camarão frito. — E também, como é que o cabelo das garotas muda de cor de um filme para o outro?
— Sim, porque em um apocalipse zumbi, não há muito tempo para você se sentar e fazer luzes.
Ele riu. — Ainda assim, eu amo esses filmes.
— Eu também. — Admiti. — É praticamente a mesma coisa em todos os filmes, mas eu não sei. Há algo viciante em assistir Alice chutar algumas bundas zumbis. E eu espero que quando houver um surto de zumbis por aqui, eu pareça tão bem quanto ela, quando faz aqueles giros no ar para acertar o zumbi no rosto.
Rindo, ele reuniu os pratos agora vazios e os levou para a cozinha. Ele voltou com um copo de leite fresco e outra lata de refrigerante para mim.
— Obrigada. — Eu disse.
Ele sentou-se no sofá e caiu um pouco para trás, movendo-me mais perto. — Eu vivo para te servir.
Eu sorri.
Durante a maior parte do primeiro filme, continuamos a escolher todos os momentos de 'que-porra-é-essa?', rindo de nossas excessivas críticas e comentários estúpidos. Bem quando Alice estava prestes a quebrar a cara de alguns zumbis na chuva, meu telefone tocou. Pensando que era Jane ou Jacob já entediados em suas casas, eu me inclinei para frente. Desconforto correu minha espinha quando vi NÚMERO DESCONHECIDO na tela. Eu rapidamente enviei a chamada para o correio de voz.
— Não vai atender? — Edward perguntou, sobrancelhas levantadas.
Balancei minha cabeça enquanto eu secretamente me virei, desligando meu telefone e então o coloquei de volta à mesa de café, tela para baixo. — Acho que é falta de educação atender ao telefone quando você tem companhia.
— Eu não me importo.
Sentei, mordiscando minha unha do polegar quando eu me concentrei na TV. Eu realmente não estava vendo o que estava acontecendo, só percebi que o filme havia terminado quando Edward se levantou para colocar o filme mais recente dentro do leitor. Eu disse a mim mesma para não pensar sobre o telefonema ou a mensagem que eu sabia que estava me esperando. Após a primeira chamada, eu tinha apagado todas as mensagens sem ouvi-las. Mais uma vez, considerei ir à loja de telefone e mudar o meu número, mas para mim, parecia que eu estaria deixando esse idiota me vencer. Eu ainda não tinha ideia de quem poderia ser. Não poderia ser James, mas o que eu sabia? Quem quer que fosse eu os tratava como um vírus da internet. Não se envolva.
Os dedos de Edward foram subitamente em volta do meu pulso, fazendo minha cabeça puxar para cima. Ele estava me observando, em vez de ver o filme. — O quê? — Perguntei, o meu olhar caindo para sua mão, que circulava completamente o meu pulso.
— Você está mordendo suas unhas pelos últimos dez minutos.
Tanto tempo? Bem, isso era um pouco nojento.
Ele baixou o braço para cima da minha coxa, mas não o largou. — O que foi?
— Nada. — Eu respondi. — Eu estou vendo o filme.
— Eu não acho que você está realmente vendo o filme. — Nossos olhos se encontraram, e meu coração pulou uma batida. — O que está acontecendo?
Puxei meu braço para trás e ele soltou. — Nada está acontecendo. Assista ao filme.
— Uh-huh. — Ele murmurou, mas ele deixou cair o assunto.
Os comentários foram menores desta vez e minhas pálpebras começaram a cair. Cada vez que eu piscava, parecia demorar mais para reabri-las. Edward passou o braço no meu ombro, e eu afundei ainda mais no sofá, perto dele. Minha lateral descansou contra a dele, e eu pensei que eu deveria fugir para longe, mas ele estava quente, eu estava confortável, e de alguma maneira, eu me sentia muito preguiçosa para colocar algum esforço nisso. Além disso, ele não pareceu se importar. Se fosse assim, não teria ele se afastado ou me empurrado?
Devo ter cochilado durante o segundo filme, porque quando eu abri meus olhos, parecia que a TV tinha mudado de posição. Tive dificuldades em perceber que, na verdade, quem tinha mudado de posição fui eu. – Oh, doce bebê Jesus – Como vim parar aqui?
Enrolado no meu lado havia um cobertor na parte de trás do sofá espalhado por mim, e minha cabeça estava no colo de Edward.
Em sua coxa, para ser mais exata.
Minha respiração ficou presa na minha garganta enquanto meu coração gaguejou e meus olhos se arregalaram. Havia um peso leve no meu quadril, a sensação e a forma de uma mão – a mão de Edward. Ele estava dormindo? Oh bom Deus, eu não tinha ideia de como isso aconteceu. Se eu tivesse feito isso no meu sono e agora o pobre Edward estivesse preso aqui porque eu estava dormindo nele?
Okay. Eu tinha duas opções neste momento. Eu poderia rolar para fora do sofá e fazer uma corrida louca para o meu quarto ou eu poderia realmente agir como uma adulta e ver se ele estava acordado.
Surpreendentemente, eu deixei de lado toda a coisa de bancar a adulta e rolei lentamente em minhas costas. E esse foi um movimento horrivelmente ruim, porque a mão no meu quadril mudou quando eu fiz e agora estava descansando contra a parte inferior do meu estômago.
Oh doce Senhor...
Sua mão repousava abaixo do meu umbigo e seus dedos alcançaram o cós em minhas calças de ioga. Ele estava perto, muito perto de um território pouco explorado. Uma bola de gelo formou no meu peito, mas lá embaixo, bem lá embaixo, algo totalmente diferente estava acontecendo. Tiros afiados saíam da minha barriga e propagaram para baixo em uma onda quente de arrepios. Como era possível sentir tanto frio e tanto calor ao mesmo tempo?
Seu polegar se moveu, e eu mordi meu lábio. Tinha que ser um acidente ou algum movimento ocioso em seu sono. Em seguida, o polegar se moveu de novo, mas desta vez em um lento e preguiçoso círculo sob meu umbigo. Oh merda. Meu pulso começou a galopar e o calor aumentou. Seu polegar continuou se movendo, pelo menos por meio minuto, até que eu não aguentava mais. Partes do meu corpo estavam doendo de uma forma que era totalmente injusta e estranha, e isso não deveria estar acontecendo.
Mas, oh, estava.
Eu tomei uma respiração profunda, mas não ajudou em nada fazer meus músculos se relaxarem ou para aliviar a tensão crescente dentro de mim. E eu sabia que se eu olhasse para baixo, meus mamilos estariam lutando contra a fina camisa que eu usava. Com cada respiração que eu dava, podia senti-los esfregando contra meu sutiã. Eu queria desesperadamente ser a garota que sabia como lidar com isso, o tipo de garota que eu sabia que Edward provavelmente realmente queria e estava acostumado.
Mas eu não era ela.
Eu derrubei minha cabeça para trás e olhei para Edward.
Sua cabeça estava virada para o lado, longe da minha, e contra a almofada. Uma pálida sombra aparecia na linha forte de sua mandíbula. Havia um leve sorriso no seu rosto. Filho da puta.
— Edward.
Um olho abriu. — Bella?
— Você não está dormindo.
— Você estava. — Ele levantou a cabeça, virando a cabeça para o lado, trabalhando uma torção. — E eu estava dormindo.
E sua mão ainda estava no meu estômago, mais baixa, incrivelmente pesada. Parte de mim queria dizer a ele para tirar suas patas de cima de mim, mas isso não é o que saiu da minha boca. — Sinto muito que eu dormi em cima de você.
— Eu não.
Molhei meus lábios nervosamente, eu não tinha ideia do que dizer então fui com um: — Que horas são?
Seu olhar caiu para a minha boca e meu corpo inteiro ficou tenso de uma maneira que não era desagradável. — Depois da meia-noite. — Ele respondeu.
Meu coração estava batendo. — Você nem olhou para o relógio.
— Eu apenas sei esses tipos de coisas.
— Sério?
Seus olhos estavam encapuzados. — Sim.
— Isso é um talento notável. — Minha mão enrolou em um punho ao lado da minha coxa. — Que horas você estará saindo de manhã?
— Você vai sentir minha falta?
Fiz cara feia para ele. — Não era por isso que eu estava perguntando. Estava apenas curiosa.
— Eu disse aos meus pais que eu estaria em casa na hora do almoço. — Com a outra mão, ele pegou alguns fios do meu rosto e demorou a mão no meu cabelo. — Então, eu provavelmente terei que sair entre oito e nove.
— É cedo.
— É. — Sua mão alisou sobre a minha cabeça e meus olhos se fecharam de novo, relaxando, apesar de tudo. — Mas a estrada está fácil.
— E você não vai voltar até a noite de domingo?
— Correto. — Ele murmurou, e eu senti seu peito mover-se com uma respiração profunda. — Tem certeza de que não vai sentir minha falta?
Meus lábios racharam um pequeno sorriso. — Vai ser como férias para mim.
Ele riu. — Isso foi algo totalmente malvado de se dizer.
— Foi não foi?
— Mas eu sei que você está mentindo.
— Você sabe?
— Sim. — Sua mão se moveu, e eu senti as pontas de seus dedos passarem em minha bochecha. Meus olhos se abriram. Ele estava sorrindo para mim. Embora não tenha sido o suficiente para mostrar sua covinha. — Você vai sentir minha falta, mas não vai admitir isso.
Eu não disse nada, porque estava tentando não pensar sobre os próximos quatro dias. E então seus dedos se moveram, arrastando a curva da minha bochecha, e eu não estava realmente pensando em nada. Eles derivaram para o meu queixo e um dedo esculpiu um caminho para o meu queixo. Ar vazou lentamente para fora de meus pulmões quando seu dedo pairou perto do meu lábio inferior.
Ele inclinou a cabeça para o lado. — Eu vou sentir sua falta.
Meus lábios se separaram. — Sério?
— Sim.
Fechei os olhos contra a queimadura repentina de lágrimas. Eu não tinha ideia do por que essas cinco palavras me afetaram assim, mas elas afetaram e por um momento minúsculo, admiti a mim mesma que eu não queria que ele viajasse. Isso fez com que a queimadura piorasse.
Vários minutos se passaram e o único som era o zumbido baixo da TV. Ele traçou o contorno do meu lábio inferior, nunca tocando, mas chegando perto com cada passar. Eu me perguntava se iria tocar meus lábios e se eu queria que ele tocasse.
Acho que eu meio que queria.
— Você fala em seu sono. — disse ele.
Meus olhos se abriram. Foda-se esse toque nos meus lábios. — Eu falo?
Ele acenou com a cabeça.
Oh Deus. Meu estômago caiu. — Você está brincando comigo? Porque juro por Deus, se você estiver brincando comigo, eu vou te machucar.
— Eu não estou brincando com você, querida.
Sentei-me, e ambas as mãos se afastaram. Eu torci no sofá, de frente para ele. Meu pulso estava batendo por uma razão completamente diferente. — O que eu disse?
— Nada, realmente.
— De verdade?
Inclinando-se para frente, ele esfregou as mãos pelo rosto. — Você só estava murmurando coisas. Eu realmente não poderia dizer o que você estava dizendo. — Ele levantou a cabeça. — Foi meio que bonitinho.
Meu coração começou a desacelerar quando o medo afrouxou seu aperto no meu peito. Só Deus sabe o que eu poderia ter dito, enquanto estava dormindo. Olhando para o relógio, vi que tinha passado das três horas da manhã. — Caramba, sua habilidade especial em contar o tempo é uma bosta.
Edward encolheu os ombros quando ele deslizou para frente. — Acho que eu deveria ir para casa.
Eu abri minha boca e depois fechei. O que eu estava prestes a fazer? Pedir- lhe para ficar? Como ter uma festa do pijama no meu sofá? Muito suave. Eu duvidava que ele estivesse interessado nesse tipo de coisa. — Tenha cuidado ao dirigir. — Eu finalmente disse.
Ele se levantou, e eu olhei para o lugar que ele tinha ocupado. — Eu vou ter. — E então ele desceu, movendo-se mais rápido do que eu poderia entender o que ele estava fazendo. Ele colocou os lábios na minha testa. — Boa noite, Bella.
Eu fechei meus olhos e minhas mãos se fecharam em punhos. — Boa noite, Edward. — Ele chegou à porta antes que eu levantasse, segurando a parte de trás do sofá. — Edward?
Ele parou. — Sim?
Respirando fundo, forcei as palavras. — Eu tive uma noite realmente boa.
Edward olhou para mim um momento e depois sorriu. A covinha apareceu em sua bochecha esquerda, e os meus próprios lábios responderam na mesma moeda. — Eu sei.
Alguém aqui além de mim achou meio nojento o Edward comer comida chinesa com leite? Digam-me meninas, vocês gostam de comer algo que algumas pessoas acham estranho? Eu, por exemplo, gosto de comer aqueles biscoitos Cream Cracker de água e sal com leite condensado. E vocês?
Respondendo os reviews:
monica . silva . 31105674: Aqui é tudo sempre misterioso. Fico feliz que esteja acompanhando essa história também. Beijos
SusaaCullen: Eu estou bem flor . Olha, a Alice e o Emmett não estão junto como casal, mas não posso revelar mais nada. Beijos
Domingo tem mais. Beijos e até lá.
